terça-feira, abril 28, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Custo da soja dispara e aperta margem


O mercado internacional da soja encerrou a sessão com comportamento misto, refletindo forças opostas entre os derivados e a expectativa sobre o avanço da safra. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos em Chicago fecharam próximos da estabilidade, com leves oscilações ao longo da curva.

O contrato de maio registrou alta de 0,30%, enquanto julho avançou 0,21%. Já o farelo de soja recuou, pressionado pela ausência de novas demandas, enquanto o óleo acompanhou a valorização do petróleo em meio a tensões no Estreito de Ormuz. O suporte do óleo limitou perdas mais expressivas da oleaginosa, mesmo com o mercado atento ao plantio nos Estados Unidos, que deve avançar de 6% para 12%. As inspeções de embarque subiram 1,34%, enquanto no Brasil a colheita se aproxima do fim, com 92% da área já concluída.

No Rio Grande do Sul, a colheita atinge 50% da área, mas segue irregular devido à umidade elevada. A produtividade média de 2.871 kg por hectare esconde diferenças regionais relevantes, enquanto o excesso de umidade aumenta custos operacionais e reduz a qualidade dos grãos. O encarecimento do diesel, impulsionado pelo petróleo, pressiona o frete e reduz a margem do produtor.

Em Santa Catarina, o mercado permanece sem novidades, em ritmo lento típico de véspera de feriado, com preços estáveis. No Paraná, a colheita está praticamente concluída e os preços seguem estáveis, com o frete sendo o principal fator de दबाव sobre a rentabilidade.

No Mato Grosso do Sul, os preços variam pouco e refletem o peso logístico sobre o produtor. Já em Mato Grosso, com a colheita finalizada, o principal desafio é a armazenagem, que cobre apenas 61,7% da produção, forçando vendas e pressionando os preços, enquanto o custo do transporte segue em alta.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Medo no campo faz preço do milho reagir


O mercado de milho iniciou a semana com movimentações distintas entre os segmentos futuro e físico, refletindo fatores climáticos e dinâmicas de oferta e demanda. Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos negociados na B3 registraram alta nesta segunda-feira, impulsionados pela preocupação com o clima em importantes regiões produtoras do Brasil.

Apesar da valorização no mercado futuro, o cenário no físico segue pressionado. Dados do Cepea indicam quedas intensas nos preços ao longo da última semana, influenciadas pelo aumento da oferta e pela atuação mais cautelosa dos compradores. A desvalorização do dólar frente ao real também contribuiu para o recuo das cotações, ao reduzir a paridade de exportação. Na parcial de abril até o dia 16, o indicador ESALQ/BM&FBovespa acumulou queda de 4,8%, retornando aos níveis observados em janeiro.

Esse ambiente tem levado consumidores a negociar de forma pontual, priorizando a recomposição de estoques apenas quando necessário ou diante de preços mais baixos. Do lado dos vendedores, há maior flexibilidade, mas ainda com dificuldade na comercialização de grandes volumes. O mercado segue atento ao avanço da colheita da safra de verão e às condições climáticas para o desenvolvimento da segunda safra.

Na B3, o contrato com vencimento em maio de 2026 fechou a R$ 67,55, com alta diária de R$ 1,89. O contrato de julho de 2026 encerrou a R$ 67,88, com ganho de R$ 1,01 no dia, enquanto setembro de 2026 foi cotado a R$ 69,87, avançando R$ 1,58.

No mercado internacional, os contratos futuros em Chicago também registraram alta, sustentados pela boa demanda pelo milho dos Estados Unidos. O contrato para maio subiu 0,72%, enquanto o de julho avançou 0,60%. O movimento foi impulsionado por inspeções de embarque que somaram 1,66 milhão de toneladas na semana, em alta de 2,89%. O mercado mantém foco nas metas de exportação, enquanto no Brasil persiste a necessidade de chuvas no Mato Grosso até meados de maio para garantir o potencial produtivo da safrinha.

 





Source link

News

Projeto que veda compra pública de leite importado avança na Câmara


VI Leite Oeste, Barreiras, encontro, evento, gado leiteiro, cadeia produtiva
Foto: Pixabay

O projeto de lei 2.353/2011 que veda a compra de leite importado por órgãos públicos avança na Câmara dos Deputados.

O texto recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara e deve entrar em votação nas próximas sessões do colegiado, informou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em nota.

O projeto é apoiado pela bancada agropecuária e relatado pelo presidente da frente, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR). O projeto estabelece, por meio de inclusão de dispositivo na Lei de Licitações e Contratos Administrativos, a proibição de aquisição de leite de origem estrangeira por órgãos públicos.

Há exceção apenas para quando não houver disponibilidade de produto nacional, segundo o parecer. Nesses casos, o órgão público deverá justificar previamente a compra de leite importado.

A FPA destaca em nota que a tramitação do projeto ocorre em momento de pressão do setor produtivo por medidas que reduzam as importações do produto. Produtores de leite alegam que as importações do produto têm pressionado os preços locais e que os valores pagos pela bebida, em queda, têm apertado as margens.

O post Projeto que veda compra pública de leite importado avança na Câmara apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Tempestade com ventos de até 100 km/h: Inmet faz alerta de perigo para 360 municípios


chuvas, tempestades, Inmet, temporais, ciclone
Foto: Inmet

Um alerta laranja, de perigo de tempestade, foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o Sul do país para toda esta quinta-feira (23).

De acordo com o órgão, 363 municípios (veja aqui a lista completa) podem ser impactados com chuva entre 50 mm e 100 mm, ventos de 60 km/h a 100 km/h e queda de granizo.

O aviso é válido para as faixas oeste e norte do Rio Grande do Sul e para o oeste de Santa Catarina (confira o mapa abaixo):

mapa sul brasil tempestade
Foto: Reprodução

Segundo o órgão, há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

O post Tempestade com ventos de até 100 km/h: Inmet faz alerta de perigo para 360 municípios apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Caminhoneiro é preso com garrafas de ‘cachaça com maconha’ em operação


cachaça com maconha
Foto: divulgação/PRF

Na última sexta-feira (18), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um homem por tráfico de drogas durante fiscalização na BR-153, no município de Paraíso do Tocantins (TO).

No km 499 da rodovia, a equipe deu ordem de parada a um caminhão, conduzido por um homem de 50 anos.

Durante os procedimentos de fiscalização, que incluíam a verificação da documentação fiscal e do peso da carga, os policiais, ao abrirem a porta da cabine do veículo, identificaram seis garrafas de dois litros contendo um líquido com odor característico de bebida alcoólica, além de material vegetal com características semelhantes à maconha.

Questionado, o condutor informou que se tratava de “cachaça com maconha” e que o material teria como origem o estado do Maranhão, com destino ao estado de Goiás, onde seria entregue a terceiros.

Diante da quantidade encontrada, da forma de acondicionamento e dos indícios de comercialização, a situação foi caracterizada, em tese, como tráfico de drogas. O homem foi preso em flagrante, e o material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Paraíso do Tocantins para os procedimentos cabíveis.

Cachaça com maconha
Foto: divulgação/PRF

Conduta ilegal

A produção, o transporte e a comercialização de substâncias derivadas de drogas ilícitas, como a maconha, são proibidos pela legislação brasileira, independentemente da quantidade ou da forma de apresentação, inclusive quando misturadas a bebidas ou outros produtos.

Assim, ainda que em pequena quantidade, a fabricação e o transporte de “cachaça com maconha” configuram conduta ilegal. A PRF reforça que atua de forma contínua no combate ao tráfico de drogas nas rodovias federais, visando à segurança da sociedade.

O post Caminhoneiro é preso com garrafas de ‘cachaça com maconha’ em operação apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Preço da arroba do boi gordo: confira as cotações do pós-feriado


pará, boi, vaca louca - protocolo
Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

O mercado físico do boi gordo retomou as negociações após o feriado com preços em predominante acomodação.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias aponta que alguns frigoríficos permanecem ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias a serem adotadas nos próximos dias.

“A posição das escalas de abate apresentou algum avanço, no entanto, a situação está longe de ser confortável. O aumento da desova de animais terminados durante o mês de maio é elemento importante a ser considerado, com expectativa de tentativas de compra em níveis mais baixos”, afirma.

Segundo ele, a progressão da cota chinesa, de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina a ser comprada do Brasil sem a sobretaxa de 55%, é outro fator relevante a ser considerado.

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 369,08
  • Goiás: R$ 354,64
  • Minas Gerais: R$ 356,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 358,30
  • Mato Grosso: R$ 364,86

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se deparou com preços em predominante acomodação no decorrer desta quarta-feira.

Segundo Iglesias, o ambiente é menos propenso para altas consistentes, considerando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês.

Como limitador para altas mais consistentes precisa ser mencionado a menor competitividade da carne bovina se comparado às proteínas concorrentes, em especial em relação à carne de frango. “O baixo poder de compra das famílias direciona o consumo para proteínas mais acessíveis”, detalha.

  • Quarto dianteiro: segue a R$ 23,00 por quilo;
  • Quarto traseiro: permanece a R$ 28,00 por quilo;
  • Ponta de agulha: se sustenta a R$ 21,00 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão estável, sendo negociado a R$ 4,9733 para venda e a R$ 4,9713 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9551 e a máxima de R$ 4,9896.

O post Preço da arroba do boi gordo: confira as cotações do pós-feriado apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Aprosoja-MT pede ao Mapa R$ 20 bilhões para produtor do estado iniciar nova safra


lavoura trator seguro rural
Foto: Divulgação

O diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Diego Bertuol, destacou, durante a Norte Show 2026, em Sinop, que espera um apoio do novo ministro da Agricultura, André de Paula, com relação às dívidas dos produtores.

“A entidade ingressou em um grupo de trabalho esperando que o novo ministro olhe para o passivo da dívida dos produtores aqui em Mato Grosso, que assola também o Rio Grande do Sul. Em um primeiro momento precisamos de recursos da ordem de R$ 20 bilhões para que o produtor consiga viabilizar o acesso a créditos para o novo ciclo de plantio. Depois temos de discutir um Plano Safra para o próximo ano da cultura da soja”, pontua.

Segundo Bertuol, é preciso que o próximo Plano Safra tenha juros equalizadas, em torno de 8% ao ano, para que o produtor consiga pegar esse dinheiro para comprar os insumos e ter um fluxo de caixa.

O post Aprosoja-MT pede ao Mapa R$ 20 bilhões para produtor do estado iniciar nova safra apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Capim-andropogon: por que a forrageira é opção para a seca?


capim-andropogon
Foto: Allan Kardec

O programa Giro do Boi desta quarta-feira (22) trouxe um alerta essencial para o pecuarista: o momento de se preparar para a escassez de chuvas é agora. Segundo o engenheiro agrônomo Wagner Pires, especialista em pastagens, a estratégia para vencer o período seco não depende de milagres, mas de uma gestão rigorosa do tempo de descanso das plantas.

Nesse cenário, o capim-andropogon surge como um verdadeiro trunfo para as fazendas, especialmente no Cerrado, devido à sua capacidade única de resiliência e velocidade de resposta ao clima.

Confira:

Benefícios do capim-andropogon

Para quem enfrenta estiagens severas, o capim-andropogon é uma ferramenta estratégica valiosa por três motivos principais. Wagner Pires reforça que o manejo não pode ser o mesmo o ano todo. A planta perde velocidade de rebrota quando a umidade e a temperatura caem, o que exige um ajuste no sistema rotacionado.

Se nas águas o capim descansa cerca de 30 dias, na seca esse tempo deve ser ampliado. Sem esse fôlego, a planta não recupera suas reservas e o pecuarista acaba “rapando” o pasto e comprometendo a vida útil da raiz.

Ajustes na carga animal

A fazenda deve ser dividida para permitir esse descanso, mas com atenção: ter mais divisões não significa que se pode manter a carga máxima de animais em todas elas. Para evitar que o gado “derreta” na seca, o ajuste da carga animal (lotação) é a regra de ouro para garantir um Ganho Médio Diário (GMD) positivo.

É necessário destinar parte do rebanho para a venda ou para o confinamento, diminuindo a Unidade Animal (UA) por hectare. Se a carga de bocas for maior que a oferta de massa, o animal perderá peso, o que destrói a rentabilidade da operação.

Trabalhar com o capim-andropogon e ajustar o descanso das pastagens agora, no outono, é o que garantirá um resultado financeiro superior na primavera. Não lute contra a natureza: use o manejo como aliado.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Capim-andropogon: por que a forrageira é opção para a seca? apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Como o mercado de soja reagiu após o feriado? Confira as cotações do dia


preço da soja cotações, safra
Foto: Wenderson Araujo-Trilux/CNA

O mercado brasileiro de soja voltou a registrar ritmo lento nesta quarta-feira, com destaque para a pouca atratividade nos portos e a cautela do produtor nas negociações. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente foi influenciado pela combinação de queda na Bolsa de Chicago e recuo do dólar, fatores que pressionam as cotações internas.

Segundo ele, os preços seguem em patamares considerados baixos, o que faz com que muitos produtores optem por vender apenas para cumprir necessidades imediatas de caixa, e não por margem. No mercado físico, o volume de negócios foi moderado, sem mudanças relevantes no cenário geral.

Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 122,00 para R$ 122,50
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 123,00 para R$ 123,50
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 118,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 108,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 109,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 110,00 para R$ 109,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 128,00
  • Rio Grande (RS): alta de R$ 128,00 para R$ 128,50

Soja em Chicago

No cenário internacional, os contratos futuros da soja encerraram o dia em queda na Bolsa de Chicago, refletindo um quadro fundamental negativo. A ampla oferta da América do Sul e a perspectiva positiva para a safra dos Estados Unidos, que está em fase inicial de plantio, pesaram sobre as cotações.

Apesar da previsão de chuvas nos próximos dias poder atrasar os trabalhos de campo nos Estados Unidos, o mercado ainda não considera impactos relevantes na produtividade. Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indicam que o plantio já alcança 12% da área, acima dos 7% registrados no mesmo período do ano passado e da média de cinco anos, de 5%.

No Brasil, a produção de soja para a safra 2025/26 é estimada em 178,11 milhões de toneladas, crescimento de 3,7% em relação ao ciclo anterior, segundo a Safras & Mercado.

Os Estados Unidos estão buscando firmar um acordo para que a China amplie a compra de produtos agrícolas, além da soja, durante a visita planejada do presidente Donald Trump ao país no próximo mês, disse, nesta quarta-feira, o representante de Comércio norte-americano, Jamieson Greer, durante uma audiência no Congresso sobre as prioridades comerciais do governo.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 10,00 centavos de dólar, ou 0,85%, a US$ 11,64 1/2 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,79 1/2 por bushel, com retração de 10,75 centavos de dólar ou 0,90%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 4,90 ou 1,52% a US$ 316,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 71,00 centavos de dólar, com perda de 0,65 centavo ou 0,90%.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou praticamente estável, cotado a R$ 4,9733 para venda, após oscilar entre R$ 4,9551 e R$ 4,9896 ao longo do dia. A estabilidade da moeda também contribuiu para o comportamento mais cauteloso do mercado interno.

O post Como o mercado de soja reagiu após o feriado? Confira as cotações do dia apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Canal Rural reforça presença no Sudeste com novas afiliadas em Minas Gerais e no Espírito Santo


Canal Rural
Foto: Canal Rural

O Canal Rural está ampliando sua atuação na região Sudeste com a abertura de novas afiliadas. A emissora — principal plataforma de informação, experiência e relacionamento com o agronegócio brasileiro — inaugurou em abril unidades em Minas Gerais e no Espírito Santo.

As novas afiliadas passam a ser pontos de referência nos novos estados, garantindo mais agilidade na produção de conteúdo e assertividade em parcerias comerciais, além da ampliação da cobertura local.

Além da matriz em São Paulo, o Canal Rural já possui afiliadas no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Bahia. Ao expandir sua estrutura de produção, cobertura e relacionamento local, a emissora reforça, na prática, o posicionamento de ser a principal plataforma de comunicação do agronegócio brasileiro, presente em todas as telas, formatos e realidades do campo.

“Esse movimento nos conecta ainda mais às realidades locais e nos permite trazer, com mais agilidade e qualidade, as notícias mais importantes do agronegócio e da pecuária de Minas Gerais e Espírito Santo. É um passo essencial para levarmos o que há de mais relevante no campo à nossa audiência”, afirma Julio Cargnino, CEO do Canal Rural.

Expansão em meio ao recorde de audiência

A expansão da rede caminha junto com importantes dados sobre o aumento de audiência e uma nova visão comercial da empresa.

No primeiro trimestre de 2026, o Canal Rural alcançou recordes no digital, com 232.700.000 milhões de views e um total de 4,1 milhões de seguidores em suas redes sociais. No site, foram 12.565.162 milhões de acessos e 8.243.949 milhões de usuários.

A performance e recentes movimentos junto ao mercado — como a criação do novo posicionamento comercial “Ruralize-se” e o lançamento de uma nova página para contato direto com anunciantes e agências — alçaram o Canal Rural como finalista da Categoria Canal do Agronegócio no Prêmio IBest 2025, entregue em março deste ano.

Sobre o Canal Rural

Há 30 anos ao lado do produtor, o Canal Rural é a principal plataforma de informação, experiência e relacionamento com o agronegócio brasileiro. Com presença multiplataforma, alcança 43 milhões de lares por meio de Pay TV, antenas parabólicas e TVs conectadas, como Samsung, LG e TCL.

Além da programação televisiva, atua com portal de notícias, leilões, eventos, aplicativos e iniciativas de educação voltadas ao setor. Parte do Grupo J&F, a emissora tem matriz em São Paulo, afiliadas em sete estados brasileiros e presença internacional.

O post Canal Rural reforça presença no Sudeste com novas afiliadas em Minas Gerais e no Espírito Santo apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link