quarta-feira, maio 6, 2026

Autor: Redação

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Anec prevê aumento das exportações de soja do Brasil em setembro



As exportações de soja do Brasil devem atingir 6,75 milhões de toneladas em setembro, um aumento em relação ao número de 5,16 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, segundo estimativa divulgada nesta quinta-feira pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

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De acordo com a Anec, entre outubro e dezembro, a expectativa é embarcar cerca de 16 milhões de toneladas, consolidando a projeção de um volume recorde de 110 milhões de toneladas para 2025.

Farelo de soja

Além da soja em grão, a entidade projeta crescimento das exportações brasileiras de farelo de soja, que devem alcançar 1,94 milhão de toneladas em setembro, ante 1,62 milhão de toneladas em igual mês de 2024.

Milho

No caso do milho, os embarques do Brasil foram estimados em 6,37 milhões de toneladas em setembro, ligeiramente abaixo do volume registrado no mesmo período do ano passado, que somou 6,56 milhões de toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo mantém cautela no RS, SC e PR


O mercado de trigo segue em compasso de espera no Sul do Brasil, com negociações pontuais e pouca disposição de compradores e vendedores. Segundo a TF Agroeconômica, no Rio Grande do Sul o ritmo permanece calmo, já que os moinhos estão abastecidos até outubro e aguardam a entrada da safra nova, prevista para iniciar no próximo mês. 

No mercado disponível, o trigo pão comum foi negociado a R$ 1.330 FOB, mas a demanda segue fraca e concentrada em operações imediatas. Os estoques da safra velha estão se esgotando, restando praticamente apenas nos moinhos, enquanto cerca de 90 mil toneladas da safra nova já foram contratadas, sobretudo para exportação.

Em Santa Catarina, a expectativa de queda de 16% na produção provocou maior movimento de compradores locais, que tentam garantir volumes adicionais de matéria-prima. No entanto, os preços pagos aos produtores continuam recuando: a saca foi cotada a R$ 75 em Canoinhas, R$ 72 em Chapecó e Rio do Sul, R$ 74,50 em Joaçaba, R$ 76 em São Miguel do Oeste e R$ 75 em Xanxerê. Mesmo com essa movimentação, os moinhos seguem oferecendo abaixo das pedidas dos vendedores, entre R$ 1.280 e R$ 1.300 CIF, contra lotes de R$ 1.330 a R$ 1.350 FOB.

No Paraná, a oscilação do câmbio voltou a interferir no mercado, pressionando os preços do trigo importado. A colheita já começou no norte do estado, com ofertas de trigo novo entre R$ 1.380 e R$ 1.400 FOB, mas os custos de frete encarecem a chegada do produto ao centro do estado. O trigo paraguaio foi cotado a US$ 240/t no Oeste, ou R$ 1.312,80, enquanto o argentino ficou em torno de US$ 270/t para embarque em setembro. Já os preços pagos aos agricultores recuaram 3,17% na semana, caindo para R$ 73,05/saca, abaixo do custo de produção estimado em R$ 74,63 pelo Deral, o que coloca os triticultores em prejuízo imediato.





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União Europeia reconhece o Brasil como país livre da gripe aviária



A União Europeia ( UE) reconheceu o Brasil como país livre da gripe aviária. Durante reunião entre o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula e o comissário de Saúde e Bem-Estar Animal da União Europeia (UE), Olivér Várhelyi, por videoconferência, foi comunicado oficialmente a decisão do bloco europeu Esse reconhecimento viabiliza a retomada das exportações de carne de frango aos países membros da UE.

Fávaro lembrou que, em julho, já havia se reunido com Várhelyi para tratar da suspensão das restrições impostas após a confirmação de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em uma granja comercial brasileira em maio.

“Faz aproximadamente 60 dias que estivemos reunidos para discutir o reconhecimento pela União Europeia do status do Brasil como livre de gripe aviária. É importante destacar que, em abril de 2024, uma auditoria da Direção-Geral de Saúde e Segurança Alimentar da UE concluiu que o sistema sanitário brasileiro é robusto e transparente”, ressaltou.

O comissário europeu explicou que, com base nas informações adicionais enviadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) após o encontro de julho, foi possível confirmar a segurança sanitária do país.

“Ministro Fávaro, tenho boas notícias: nossa avaliação é de que os dados fornecidos pelo seu ministério são suficientes para reconhecer que o Brasil está livre da influenza aviária. Na prática, isso significa que avançaremos junto aos Estados-membros para propor o levantamento gradual das proibições e restrições às exportações brasileiras, restabelecendo progressivamente todas as áreas previamente habilitadas”, afirmou Várhelyi.

Após o anúncio, Fávaro reforçou a necessidade de avançar em novas etapas para ampliar o comércio. Ele solicitou a retomada do pre-listing, mecanismo que dispensa auditorias adicionais para que empresas brasileiras possam exportar à UE, e também o fim do controle reforçado, regime europeu que impõe inspeções e verificações sanitárias mais rigorosas a produtos agropecuários importados.

“Agora que o status sanitário foi reconhecido, o próximo passo é a retomada do pre-listing e a retirada do controle reforçado aplicado pela União Europeia aos produtos brasileiros. Essas medidas tornarão o comércio mais ágil e eficiente”, afirmou.

O comissário europeu garantiu que a questão será tratada com prioridade. “Do nosso lado, vamos agir o mais rápido possível. Espero que, dentro de algumas semanas, possamos apresentar o resultado da votação. Confio que os Estados-membros sejam favoráveis, já que o Brasil cumpriu todas as exigências”, disse.

Na pauta da reunião, o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, também solicitou ao comissário o envio de uma auditoria da União Europeia para vistoriar plantas frigoríficas de pescado no Brasil, com o objetivo de viabilizar a retomada das exportações do setor ao mercado europeu.



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Banho de leite: competição leiteira da Expointer registra recorde



A competição leiteira da Expointer é um dos pontos altos da feira em Esteio, reunindo criadores e valorizando a produção da raça Holandesa. Nesta terça-feira (2/9), o tradicional banho de leite surpreendeu o público ao revelar um novo recorde na pecuária leiteira gaúcha.

A vaca Cotribá Griebeler 143 Imperial, de Gediel Griebeler, da Fazenda Griebeler, em Montenegro (RS), alcançou 96,46 quilos de leite e conquistou o título na categoria jovem. O feito supera a marca da vaca Festleite Ferraboli, registrada na Fenasul 2023, que havia produzido 87 quilos.

“É resultado de muito trabalho. A felicidade é enorme e nos incentiva a seguir na atividade”, disse o criador.

Força também entre as adultas

Na categoria adulta, a vitória foi de STA Clara FF Mior Cileidi 1022 DOC TE, de Felipe Mior, da Fazenda Mior, em Serafina Corrêa (RS), que produziu 94,79 quilos de leite. O nutricionista Fernando Mocellin destacou que genética e manejo são diferenciais para alcançar esse desempenho.

Para o presidente da Gadolando, Marcos Tang, a competição vai além da produtividade. “As vacas são ordenhadas diante de grande público, o que exige temperamento dócil. Esse resultado é fruto de anos de trabalho e dedicação de criadores e associações”, afirma ele.

Solidariedade e futuro da pecuária leiteira

Ao todo, participaram 12 vacas adultas e 9 jovens, em cinco ordenhas consecutivas realizadas em um único dia.

Além de celebrar a produtividade, o evento teve caráter solidário: mil litros de leite foram doados a entidades assistenciais de Esteio. No encerramento, foi anunciada oficialmente a Fenasul Expoleite 2026, já confirmada no calendário da pecuária leiteira.



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Superávit de US$ 6,1 bi na balança comercial mostra força do agro


O Brasil encerrou agosto com um superávit comercial de US$ 6,133 bilhões, avanço de 35,8% em relação ao mesmo mês de 2024. O resultado foi impulsionado pelo agronegócio e pela indústria extrativa, que compensaram a forte queda nas vendas para os Estados Unidos, agora submetidas ao tarifaço de 50% imposto pelo governo Donald Trump.

As exportações totais somaram US$ 29,8 bilhões, com alta de 3,9% frente a agosto do ano passado. A agropecuária contribuiu com US$ 6,6 bilhões (+8,3%), enquanto a indústria extrativa alcançou US$ 7,2 bilhões (+11,3%). Já a indústria de transformação mostrou leve retração de 0,9%. As importações, por sua vez, caíram 2%, para US$ 23,7 bilhões, aliviando a balança.

O dado que chama mais atenção, porém, é a queda de 18,5% nas exportações para os EUA, que somaram apenas US$ 2,76 bilhões, gerando um déficit bilateral de US$ 1,23 bilhão no mês. Entre os produtos mais afetados estão minério de ferro, açúcar (-88%) e aeronaves (-84,9%).

Se por um lado a perda de mercado nos EUA preocupa, por outro, a China se consolidou como principal destino dos embarques brasileiros. Em agosto, as vendas para o país asiático avançaram quase 30%, com destaque para soja, milho, carnes e ouro, garantindo superávit de US$ 4,06 bilhões. A Argentina também apresentou recuperação, com aumento de 40,4% nas exportações brasileiras.

No acumulado de janeiro a agosto, o Brasil registra superávit de US$ 42,8 bilhões, com corrente de comércio de US$ 412,3 bilhões. O desempenho reforça a resiliência do comércio exterior brasileiro, mas deixa claro que a dependência de poucos mercados — e a fragilidade da relação com os EUA — pode se tornar um ponto crítico em meio à instabilidade política e econômica global.

O resultado de agosto mostra, mais uma vez, a força do agronegócio e da indústria extrativa como pilares da economia brasileira. No entanto, também evidencia nossa vulnerabilidade diante de decisões políticas externas, como o tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

Na minha visão, esse episódio precisa ser entendido como um alerta estratégico. O Brasil não pode depender da boa vontade de Washington, nem aceitar passivamente que sua competitividade seja atacada por medidas arbitrárias. A reação deve vir em duas frentes:

  1. Diversificação de mercados, aprofundando laços com a Ásia, América Latina e União Europeia.
  2. Agregação de valor às exportações, reduzindo a dependência da venda de commodities brutas e ampliando a inserção internacional com produtos processados, de maior valor agregado.

O superávit de US$ 6,1 bilhões em agosto é, sem dúvida, uma vitória conjuntural. Mas se não transformarmos esse resultado em estratégia estrutural, continuaremos sujeitos a choques externos. O agro mostrou sua resiliência, mas o futuro exige mais do que resistência: exige visão de longo prazo, coragem política e protagonismo nas negociações internacionais.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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‘Pode faltar café até a próxima colheita’, avalia especialista



A sobretaxa imposta pelo governo de Donald Trump às exportações brasileiras tem pressionado o mercado de café, que reage com forte volatilidade nos preços. Nos últimos dias, porém, esse cenário começou a mudar, especialmente nos contratos futuros. Em uma semana, as perdas acumuladas já somam quase 3%.

Para Haroldo Bonfá, diretor da Faros Consultoria, as oscilações fazem parte da dinâmica das bolsas internacionais, em Londres e Nova York, influenciadas por fatos e rumores. Ele destaca que, entre 1º e 25 de agosto, as exportações brasileiras de café para os Estados Unidos caíram 47%.

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“O tarifaço americano impacta fortemente a precificação do café. Estamos falando de 7 a 8 milhões de sacas por ano que, teoricamente, seriam destinadas aos EUA e que agora precisam de novos destinos. O mercado busca alternativas, como triangulações via Canadá ou México, que já têm histórico comercial com o Brasil e poderiam, inclusive, receber o café processado antes de chegar ao consumidor americano”, explica Bonfá.

Segundo ele, o aumento de cerca de 50% no preço da matéria-prima tende a refletir nos valores ao consumidor final nos EUA, pressionando a inflação local. No entanto, o consumo em si deve se manter estável. “O café é considerado um produto inelástico: mesmo com variações de preço, a demanda não cai, porque a bebida oferece benefícios tanto à saúde quanto ao bem-estar emocional, o que sustenta o consumo”, acrescenta.

Bonfá orienta os produtores a manterem cautela na comercialização. “É fundamental ter consciência do volume colhido e lembrar que ele deve durar até a próxima safra. Muitos produtores estão capitalizados, o que reduz a necessidade de vendas imediatas. O ideal é usar bom senso: se surgir uma boa oportunidade de preço, realize parte das vendas e garanta rentabilidade. Mas é importante dosar, porque os cálculos indicam que pode faltar café até a próxima colheita.”

Mesmo com a entrada de novas safras do Vietnã, a partir de novembro, e da Colômbia, em dezembro, o especialista acredita que não será suficiente para compensar as perdas brasileiras, especialmente no arábica. “A expectativa da maioria dos analistas é de preços elevados até a próxima safra no Brasil”, conclui Bonfá.



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Produtores de beiju do ES crescem com selo de Indicação Geográfica


A conquista da Indicação Geográfica (IG) para o Beiju do Sapé do Norte, vem transformando a realidade de 33 comunidades quilombolas no Espírito Santo (ES).

“A produção de beiju é simplesmente artesanal, nós fazemos todo o processo, plantamos a mandioca, ralamos quando ela está madura, tiramos a goma, fazemos a fécula e aí vamos produzir o beiju”, conta Andréia Costa da Silva Carvalho, produtora rural, ressaltando que há vários sabores como coco e amendoim.

De acordo com Carvalho, a IG deu visibilidade e fortaleceu a comercialização. Antes restritos às feiras locais, os beijus hoje chegam a empórios e mercearias de outras regiões. Esse avanço, além de gerar renda, fortalece a resistência cultural quilombola.

“Nós conseguimos o selo da IG no ano passado. Estamos aí trazendo o nosso produto, mostrando a nossa resistência quanto quilombola, porque no nosso país, no geral, é muito difícil ser negro e principalmente ser quilombola, e nós estamos com o nosso produto que é uma subsistência, mas também é um produto de resistência”, afirma a produtora rural.

Outro impacto relevante é a permanência dos jovens no território. Muitos deixavam o campo em busca de estudo e renda, mas agora, com a valorização do produto, há um movimento de retorno.

“Conseguimos trazer de volta alguns jovens para a produção e isso nos dá esperança de manter viva a nossa cultura”, relata Carvalho, com orgulho.

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Vários pacotes de beiju em uma mesa
Beiju do Sapé do Norte (ES). Foto: Fabiana Bertinelli

Sebrae como parceiro estratégico

O Sebrae/ES teve papel fundamental no processo de conquista da IG. Segundo a produtora, foi a instituição que orientou, mostrou caminhos e ainda segue apoiando os quilombolas. “Foi o principal carro-chefe e continua sendo nosso parceiro”, afirma Carvalho.

Com o apoio do Sebrae/ES, a Beiju do Sapé do Norte participou da RuralturES 2025, uma das maiores feiras de agroturismo do Espírito Santo. A 6ª edição do evento já tem data marcada: será realizada entre os dias 13 e 16 de agosto, no Distrito Turístico de Pindobas. E, apesar das conquistas, os desafios continuam.

“Produzir beiju é trabalhoso, pois exige dedicação artesanal e poucas pessoas estão dispostas a atuar nesse processo. Então, às vezes, empreender não é tão difícil quanto a produzir.”

Ainda assim, os quilombolas demonstram coragem e determinação, mantendo a tradição viva e encontrando no mercado uma oportunidade de crescimento coletivo.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Como usar a balança comercial a seu favor?



“O que vimos em junho foi um reflexo claro da volatilidade global”



“O que vimos em junho foi um reflexo claro da volatilidade global"
“O que vimos em junho foi um reflexo claro da volatilidade global” – Foto: Pixabay

A balança comercial de junho fechou com superávit de US$ 6,7 bilhões, mas mostrou contrastes relevantes: soja e açúcar sustentaram os resultados, enquanto siderurgia, manufaturados e carnes processadas recuaram diante da desaceleração global e das tarifas impostas pelos Estados Unidos. O desempenho menor que em 2024 evidencia a necessidade de reorientação estratégica das exportações brasileiras.

Entre as recomendações para os exportadores, cinco pontos ganham destaque. O primeiro é mapear tendências setoriais, identificando os produtos mais resilientes e aqueles em retração. O segundo é acompanhar o câmbio em tempo real, utilizando ferramentas de proteção para preservar margens. Também se destaca o uso de regimes especiais, como o Drawback, que pode reduzir significativamente os custos de exportação. Outra medida é diversificar mercados, buscando alternativas na Ásia, Europa e Canadá. Por fim, antecipar gargalos logísticos com uso de dados e revisão de contratos torna-se fundamental.

“O que vimos em junho foi um reflexo claro da volatilidade global. As empresas dependentes de um único mercado estão mais vulneráveis às oscilações tarifárias e cambiais. Diversificação e proteção são hoje obrigatórias para manter a competitividade”, afirma Thiago Oliveira, CEO da Saygo.

Segundo dados do MDIC, a soja foi o principal sustentáculo do saldo positivo em junho, enquanto autopeças e aço perderam competitividade com tarifas de até 25% nos EUA. A retomada de políticas protecionistas em mercados estratégicos aumenta a incerteza e pressiona setores dependentes de um único destino de exportação.

Nesse cenário, empresas que adotarem políticas robustas de gestão cambial, ampliarem presença em mercados alternativos e anteciparem riscos logísticos estarão mais bem preparadas para enfrentar a instabilidade e manter a competitividade internacional. “Os mercados mais promissores também são os mais exigentes. É preciso estar pronto para atender aos padrões internacionais. Só sairão fortalecidas as empresas que aliarem eficiência, dados e estratégia cambial. A previsibilidade deixou de ser regra, é preciso operar com método e agilidade”, finaliza o CEO da Saygo.

 





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Deslocamento da frente fria provoca chuva forte em alguns estados; veja a previsão do tempo



A presença de algumas perturbações e umidade na atmosfera – ainda associadas ao deslocamento da frente fria – deve seguir favorecendo a formação de instabilidades sobre parte do Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (5). Ao longo do dia, ainda podemos ter a ocorrência de pancadas de chuva isoladas com moderada – a pontual forte – intensidade entre o norte e nordeste gaúcho. Em áreas próximas à divisa com Santa Catarina, não estão descartados eventuais temporais ainda pela manhã. No restante do estado, o tempo já deve seguir mais estável, devido a atuação da massa de ar polar que avançou na retaguarda da frente fria.

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Em algumas áreas da campanha e em pontos mais elevados do sul, haverá condições para formação de geada ainda nas primeiras horas da manhã. Já entre Santa Catarina e o Paraná, o deslocamento da frente fria sobre a costa deverá espalhar as instabilidades ao longo do dia. Ainda pela manhã, já são esperadas fortes pancadas de chuva, seguidas por raios e rajadas de vento, sobretudo entre o sudoeste e sul paranaense e o oeste catarinense – onde há risco também para a ocorrência de temporais.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

No decorrer da tarde, as nuvens carregadas avançam sobre o interior catarinense e região central paranaense. Em Florianópolis e em Curitiba , há risco de chuva forte a partir do período da tarde. No litoral paranaense, a entrada de ventos marítimos deve promover a ocorrência de pancadas de chuva fraca durante o dia. No período da noite, as pancadas de chuva ganham força e podem vir com raios.

No Sudeste, a condição de tempo firme segue predominando no decorrer do dia, com sol e calor marcando presença em praticamente toda a região. A circulação de ventos quentes de origem continental deve favorecer o aumento dos termômetros e o calor segue intenso entre o interior paulista e mineiro. Na parte da tarde, a umidade relativa do ar despenca e entra em níveis de atenção e até mesmo de alerta em algumas áreas. Na Grande SP, a semana termina marcada pela virada dos ventos, que ocorre ao longo do dia. À noite, pode garoar em alguns pontos da região.

No litoral paulista, haverá condições para pancadas de chuva fraca ao longo do dia. Os ventos continuam soprando sobre boa parte dos estados, e o destaque segue sobre a região da baixada fluminense, no Rio de Janeiro, onde as rajadas podem ultrapassar os 50 km/h. Ainda no estado fluminense, o ar seco ganha força à tarde e estimula o alerta para baixa umidade do ar, incluindo na região metropolitana do RJ.

Enquanto no Centro-Oeste, o predomínio também deverá continuar sendo de tempo aberto, com sol aparecendo entre poucas nuvens durante o dia e ar seco sendo destaque em boa parte dos estados. Apesar disso, não estão descartadas algumas pancadas de chuva isoladas sobre o extremo norte e noroeste de Mato Grosso, ainda por influência das instabilidades que atuam sobre o norte do país – e que podem avançar sobre a região.

No oeste e sul de Mato Grosso do Sul, as instabilidades associadas ao deslocamento da frente fria e algumas perturbações em níveis mais elevados da atmosfera podem favorecer a ocorrência de chuva forte ainda pela manhã. A circulação de ventos mais frescos associados à massa de ar polar centralizada no sul do continente deve impedir com que os termômetros disparem de maneira semelhante aos últimos dias entre o oeste de Mato Grosso do Sul e sul de Mato Grosso. Ainda continua quente, mas as máximas não apresentam o mesmo grau de elevação. No estado de Goiás e no Distrito Federal, o tempo segue firme, calor e baixa umidade do ar marcam presença no fim desta semana.

Já no Nordeste, a circulação de ventos úmidos vindos do oceano deve seguir promovendo a formação de nuvens carregadas em praticamente toda a costa leste da região. Haverá condições para pancadas de chuva isoladas – mas que ainda podem incidir com forte intensidade, entre Aracaju e a Paraíba. Atenção maior para as capitais Maceió e Recife, que podem contar com chuva mais forte e volumes expressivos. Na Bahia, as instabilidades perdem força e o tempo abre mais no litoral. Nas demais regiões interioranas, o tempo já volta a abrir mais, com destaque para o sol e o calor intenso, que ganha força durante o dia.

E no Norte, as instabilidades permanecem concentradas entre Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, com condições para pancadas de chuva com moderada a forte intensidade, não sendo descartada também a ocorrência de temporais isolados. No Amapá, chuva com fraca a moderada intensidade em algumas áreas da metade sul do estado. Entre Pará e Tocantins, o predomínio deve continuar sendo de tempo firme, calor intenso e alerta para baixa umidade do ar.



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Desaceleração do mercado de trabalho nos EUA aumenta expectativa de queda nos juros


No morning call desta sexta-feira (5), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o payroll dos EUA deve confirmar desaceleração do mercado de trabalho, reforçando expectativa de corte de juros pelo Fed em setembro.

Wall Street subiu, o Ibovespa avançou 0,81% a 141 mil pontos, e o dólar fechou em leve baixa abaixo de R$ 5,45. O saldo comercial brasileiro de US$ 6,1 bilhões trouxe alívio ao real. Hoje, foco nos dados do payroll e estoques nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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