quarta-feira, abril 29, 2026

Autor: Redação

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Óleos essenciais da Amazônia ajudam a combater parasitas em tambaquis



Pesquisadores da Embrapa testaram óleos essenciais de três espécies do gênero Piper (Piper collosum, Piper hispidum e Piper marginatum) e descobriram que eles são eficazes no combate a vermes que atacam as brânquias do tambaqui, o peixe mais manejado do país.

Além de proteger a saúde dos peixes, os óleos oferecem uma alternativa natural aos produtos químicos usados tradicionalmente, que podem intoxicar trabalhadores, poluir o ambiente e favorecer a resistência dos parasitas.

Mas antes de chegar ao óleo, é preciso cultivar e colher essas plantas de forma adequada. O pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Francisco Célio conta como funciona o processo de produção e cultivo das espécies.

“As Piperaceas geralmente são multiplicadas, produzidas e levadas para o campo a partir de plantas formadas por sementes. A Piper marginatum e a Piper hispidum produz sementes sem problema e se propaga também por estacas. Já a Piper collosum não produz sementes viáveis, é necessário fazer a estaquia dessa espécie” explica.

Segundo o pesquisador, após cerca de 60 dias, as mudas são levadas para cultivo em viveiros e, após 90 a 100 dias, as plantas são cortadas, secas à sombra e enviadas ao laboratório para extração dos óleos essenciais.

As substâncias químicas mais potentes foram identificadas em análises realizadas por pesquisadores do Rio de Janeiro.

Banhos terapêuticos e resultados promissores

Os pesquisadores realizaram os testes em tambaquis, o Piper callosum foi aplicado em banhos de 20 minutos, com intervalo de 24 horas, enquanto o Piper hispidum foi usado em três banhos de uma hora cada, com intervalo de 48 horas.

Os óleos alteram a membrana dos parasitas, prejudicando sua fixação nas brânquias e facilitando a eliminação. Durante os testes, nenhum peixe morreu e não houve sinais de toxicidade.

Benefícios dos óleos essenciais

O pesquisador da Embrapa Amapá, Marcos Tavares, destaca os benefícios dos banhos usando os óleos essenciais.

“Os óleos essenciais são uma alternativa aos quimioterápicos que geralmente são utilizados para combater parasitas na piscicultura, especialmente em tambaqui, mas também em outras espécies. Seja qual for a espécie de parasita, incluindo os monogenéticos que acometem as brânquias do tambaqui”, explica.

O próximo passo dos pesquisadores é validar os resultados em tanques comerciais e desenvolver um modelo de produção em escala das plantas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Médias de setembro estão nas máximas do ano



Preço do suíno bate recorde do ano devido à oferta reduzida e alta exportação


Foto: Pixabay

Levantamento do Cepea mostra que, apesar das recentes baixas, os preços médios do suíno vivo avançam setembro nos maiores patamares deste ano, em termos reais (deflacionamento pelo IPCA de agosto/25).

Segundo o Centro de Pesquisas, esse movimento está associado à reduzida disponibilidade de carne suína no mercado interno, reforçada pela diminuição do número de abates nos últimos meses e pelo aumento dos embarques, sobretudo no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – os três principais exportadores da proteína brasileira.

Além disso, conforme explicam pesquisadores do Cepea, o segundo semestre do ano é tradicionalmente marcado por uma maior demanda, contribuindo para elevar as cotações.





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Leilão beneficente vai ofertar carne de wagyu com marmoreio máximo; saiba mais



Na próxima terça-feira (30), às 20h, a Guidara, primeiro frigorífico brasileiro especializado em carne de wagyu, realiza um leilão de duas caixas de carne — uma de ancho e outra de chorizo — obtidas de um animal que alcançou marmoreio 12, nível máximo da escala japonesa de qualidade.

O valor arrecadado será integralmente destinado ao Hospital do Amor, instituição dedicada ao tratamento oncológico em Barretos, interior de São Paulo. Cada caixa terá entre 10 e 15 quilos de cortes selecionados. O marmoreio 12 foi confirmado pela tecnologia MIJ (Meat Image Japan), utilizada para avaliação de carcaças de gado wagyu.

Em comunicado à imprensa, Daniel Steinbruch, presidente da Guidara, afirmou que a iniciativa busca unir qualidade e impacto social. “Esse resultado histórico demonstra a excelência genética e de manejo que temos no Brasil. Ao mesmo tempo, queremos mostrar que esse valor agregado também pode se transformar em solidariedade, por isso decidimos destinar integralmente a arrecadação ao Hospital do Amor”, disse.

O leilão será aberto a pessoas físicas. Para participar, é necessário realizar cadastro prévio junto à organização. A transmissão será feita ao vivo pelo perfil da Guidara no Instagram (@guidara_meat).



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Embraer acelera testes para voos 100% sustentáveis com SAF adquirido da Vibra



A Embraer realizou a primeira aquisição de um lote de combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês) comercializado pela Vibra. A compra vai permitir que a fabricante brasileira acelere os estudos para que suas aeronaves possam voar inteiramente com o biocombustível de origem renovável, sem mistura com combustíveis fósseis.

A Embraer destaca que apesar do grande potencial para a produção, o Brasil ainda não conta com o produto em larga escala. Com isso, os estudos da companhia vinham sendo realizados apenas por meio de laboratórios nos Estados Unidos e na Europa.

Além dos custos e dos processos administrativos envolvidos, havia outra dificuldade: a venda do SAF somente em grandes volumes, desproporcionais às necessidades reduzidas da rotina laboratorial.

A partir da primeira aquisição desse lote no Brasil, a Embraer está testando a compatibilidade do SAF inteiramente de origem renovável com materiais não metálicos. O objetivo é observar o comportamento deles quando em contato direto com o biocombustível de maneira persistente, considerando especificidades dos tanques de asa nos jatos comerciais, executivos e militares.

“O acesso ao SAF no Brasil garante maior dinamismo na condução dos testes, realizados na sede da Embraer. Com mais esta ação, ficamos mais próximos da meta de ter nossas aeronaves aptas a operar com combustível 100% SAF até 2030”, afirma o Global Head de ESG na Embraer, André Tachard.

O SAF tem potencial para reduzir as emissões de carbono na indústria aeroespacial em até 80% em comparação ao combustível tradicional. Atualmente, todas as aeronaves da Embraer estão aptas a operar com uma mistura de até 50% desse combustível. Nos últimos anos, a companhia avançou nos estudos para que seus aviões possam voar com 100% do combustível sustentável, visando à meta de obter a certificação até 2030.

O biocombustível que está em teste na Embraer foi importado da Bélgica e está disponível na base localizada no aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro. O local recebeu a certificação ISCC (International Sustainability & Carbon Certification) EU e Corsia, que garante o rastreio da sustentabilidade de toda a cadeia de fornecimento do produto, incluindo a distribuição por meio da BR Aviation, unidade de negócios da Vibra para serviços de abastecimento de aeronaves.

“Ao viabilizar o acesso ao SAF no Brasil, estamos não apenas contribuindo com os estudos técnicos de uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, mas também fomentando o desenvolvimento de um mercado estratégico para a descarbonização do setor”, afirma o vice-presidente de Operações da Vibra, Marcelo Bragança.



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Capital Nacional do Agronegócio já tem o 3° metro quadrado mais caro do Centro-Oeste



Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá, em Mato Grosso, é reconhecido como a Capital Nacional do Agronegócio, título oficializado pela Lei Federal 12.724/2012.

Ao analisar os números, o reconhecimento é merecido: apenas no primeiro semestre deste ano o município movimentou sozinho US$ 938.019.126 em exportações, principalmente de soja e milho, sendo, aliás, o maior produtor individual brasileiro e mundial da oleaginosa, com uma área cultivada de mais de 633 mil hectares.

Esses índices impressionam ainda mais se for levado em conta que Sorriso não tem nem 40 anos de emancipação, mas ainda assim registrou um crescimento econômico superior a 20% ao ano nas últimas três décadas.

Com isso, o munícipio aumentou em 47% o seu PIB per capita em apenas dois anos, passando de R$ 69.083,34 em 2019, para R$ 131.899,11 em 2021, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Desenvolvimento urbano e social de Sorriso

O pujante crescimento econômico trazido pelo agro trouxe, também, desenvolvimento social e urbano para a cidade de 110 mil habitantes. De acordo com recente pesquisa da Brain Inteligência de Mercado, Sorriso atingiu o terceiro metro quadrado mais valorizado do Centro-Oeste no primeiro semestre de 2025, atrás de Brasília (R$ 13.597/m²) e Sinop (R$ 12.383/m²).

Com isso, ficou à frente até mesmo de Goiânia, segundo maior capital da região. Segundo o levantamento, o valor médio do m² em Sorriso foi de R$ 11.088, contra R$ 10.169 da capital goiana.

“Impulsionado pelo agronegócio, Sorriso é realmente um fenômeno no desenvolvimento econômico, e essa economia sólida da cidade é a grande vantagem para quem mora lá ou busca a cidade para se estabelecer, pois gera muitos empregos e oportunidade de negócios e movimenta diversos setores, como comércio, serviços, logística e construção civil”, salienta o engenheiro e incorporador Paulo Silas, sócio da Sim Incorporadora.

A empresa deve entregar até dezembro de 2026 o seu primeiro empreendimento em Sorriso, o Diamond Park, com 92 apartamentos que variam entre 154 m² e 308 m².

Entre os diferenciais do empreendimento está o tamanho das vagas de garagem, de 2,5m x 5,0m, pensado nos futuros moradores que, como grande parte dos produtores rurais, precisam de veículos maiores, como caminhonetes.



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BB assina convênio de R$ 50 mi com Natura para financiar sistemas agroflorestais



Nesta semana, em Nova York, o Banco do Brasil e a Natura formalizaram convênio para financiamento de R$ 50 milhões em projetos de impacto na região Norte, com foco em sistemas agroflorestais (SAF), com o objetivo de recuperar 12 mil hectares de floresta, com potencial de R$ 2 bilhões em financiamento.

A parceria BB e Natura propõe potencializar os impactos climáticos e sociais positivos gerados ao trazer inovação para a produção do óleo de palma, utilizado em alimentos, produtos de higiene pessoal, cosméticos e biocombustíveis.

A iniciativa visa o uso sustentável do solo, com foco na conservação de recursos naturais, e a geração, manutenção e diversificação de renda para agricultores familiares, ao trazer escala aos projetos de SAF na região da Amazônia Legal, mais precisamente na região de Tomé Açu, no Pará. Lá, Natura, Embrapa e a Cooperativa Mista de Tomé Açu (Camta) desenvolvem o Projeto SAF Dendê, desde 2008, que implantou em uma área de 650 hectares um Sistema Agroflorestal composto por dendezeiros (palmeira da qual se extrai o óleo de palma) junto a outros cultivos como cacau, açaí, mandioca e pimenta.

Este plantio consorciado com outras espécies gera benefícios sociais, econômicos e ambientais, como reflorestamento de áreas degradadas, aumento da produtividade, resiliência climática e melhoria da qualidade do solo, segundo apontam estudos da Embrapa, que indicam ainda o manejo agroecológico como fundamental para a redução das emissões dos gases de efeito estufa associados à cadeia produtiva do dendê.

Para o vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, o sistema agroflorestal possibilita ao agricultor familiar obter e diversificar a sua renda durante o ano a depender das espécies cultivadas, podendo aumentar a renda em cerca de 40% quando comparado ao monocultivo.

“É um modo de trabalho que eleva a segurança alimentar das famílias dos agricultores, bem como a valorização do trabalho do jovem e da mulher. Além disso, é um sistema que pode contribuir para o sequestro de carbono, e que o manejo agroecológico é fundamental para a redução das emissões dos gases de efeito estufa”, afirma.

“Estes modelos agroflorestais são altamente replicáveis e integram a estratégia do BB para o financiamento à sociobioeconomia. Neste ano, atingimos um saldo de R$ 2 bilhões em crédito voltado à sociobioeconomia na região amazônica”, complementa.

De acordo com a diretora de sustentabilidade Natura, Angela Pinhati, a preocupação com o impacto ambiental do óleo de palma, que historicamente está associado a práticas de desmatamento em várias regiões do mundo, impulsionou a Natura a buscar alternativas que alinham produção responsável com a conservação do meio ambiente. “Nosso objetivo de longo prazo é termos 100% de blend de óleo de palma vindo de práticas regenerativas. Estamos focados em fortalecer parcerias, envolver novos agricultores e captar investimento de forma a beneficiar não só a Natura, mas toda a cadeia de palma”.

Na prática, o convênio tem a potencialidade de auxiliar no acesso ao crédito, que chegando nos produtores, irá auxiliar no custeio das atividades do ciclo produtivo, além de promover investimentos para aumento de produtividade, com recuperação de áreas e aquisição de equipamentos. A prestação de assistência técnica, vinculada na estrutura, também garante assessoria especializada para auxiliar na tomada de decisão de investimento pelo produtor.

O projeto tem potencial de beneficiar as 46 comunidades produtoras que atuam na cadeia da Natura, impactando mais de 10 mil famílias.



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Anec revisa projeções e reduz embarques de soja e farelo; embarques de milho crescem



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) ajustou para baixo as estimativas de exportação de soja em grão e de farelo de soja. Além disso, diferente da última semana, a associação elevou as projeções para os embarques de milho em setembro.

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Soja em grão

Para a soja em grão, a projeção passou de um intervalo entre 7,2 milhões e 7,85 milhões de toneladas para 7,15 milhões de toneladas. O volume continua abaixo dos 8,12 milhões de toneladas embarcadas em agosto deste ano. Em setembro de 2024, os embarques haviam somado 5,161 milhões de toneladas.

Farelo de soja

No caso do farelo de soja, a estimativa recuou de 2,18 milhões para 2,09 milhões de toneladas, uma queda de 4,13% em relação à semana anterior. Em agosto, os embarques totalizaram 1,97 milhão de toneladas, enquanto em setembro de 2024 os números somaram 1,62 milhão de toneladas.

Milho

Para o milho, a Anec passou a prever embarques entre 7,2 milhões e 8,01 milhões de toneladas, acima da estimativa anterior, que variava de 6,20 milhões a 8,03 milhões de toneladas. Em agosto, as exportações do cereal alcançaram 7,311 milhões de toneladas, enquanto em setembro de 2024 foram 6,56 milhões de toneladas.

Portos

O line-up dos portos para a semana de 21 a 27 de setembro aponta embarques de 1,54 milhão de toneladas de soja, redução de 10,98% em relação à semana anterior, com cargas concentradas principalmente nos portos de Santos, Rio Grande, São Luís/Itaqui e Paranaguá.

Para o milho, estão programadas 2,187 milhões de toneladas, alta de 10,62% sobre a semana anterior, com destaque para os portos de Santos, Barcarena, Paranaguá e São Luís/Itaqui.

No caso do farelo de soja, devem ser embarcadas 526,312 mil toneladas, queda de 10,63% em relação à semana anterior, concentradas nos portos de Santos, Paranaguá e Rio Grande.

Janeiro a setembro

Considerando o acumulado de janeiro a setembro, o Brasil deve alcançar 95,034 milhões de toneladas de soja exportada, 17,417 milhões de toneladas de farelo de soja e entre 24,141 e 24,955 milhões de toneladas de milho. O total de exportações do complexo soja, farelo, milho e trigo pode variar entre 138,065 milhões e 138,879 milhões de toneladas no período.

Para setembro, o volume total deve ficar entre 16,451 milhões e 17,265 milhões de toneladas, acima das 13,35 milhões de toneladas do complexo soja registradas no mesmo mês de 2024.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado avança setembro com baixa liquidez e pequenas quedas de preços



Baixa liquidez e pequenas quedas nos preços do boi em setembro


Foto: Divulgação

Os volumes negociados no mercado pecuário estão reduzidos, aponta levantamento do Cepea. Segundo pesquisadores, a necessidade de compra dos frigoríficos no spot, nas últimas semanas, tem ficado abaixo das ofertas, ocasionando alongamento das escalas e pequenas quedas dos preços em quase todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas.

No estado de São Paulo, o Indicador do boi gordo CEPEA/ESALQ se mantém relativamente estável desde quarta-feira passada, abaixo dos R$ 305.





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Câmara aprova Belém como capital nacional simbólica durante COP30



A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (25), a transferência simbólica da capital do Brasil para Belém (PA) durante a 30ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP30). A medida valerá de 11 a 21 de novembro e agora segue para análise do Senado.

A votação teve 304 votos a favor e 64 contrários. Além disso, de acordo com o texto aprovado, caberá ao Executivo regulamentar a lei, estabelecendo as medidas administrativas e logísticas necessárias para a transferência temporária da sede do governo federal.

Decisão e justificativas

De autoria da deputada Duda Salabert (PDT-MG), o projeto prevê que os atos do Executivo, Legislativo e Judiciário sejam datados em Belém no período da COP30. A parlamentar defendeu que a mudança reforça o compromisso do Brasil com o debate ambiental e aproxima autoridades nacionais e estrangeiras.

O relator da proposta, deputado José Priante (MDB-PA), destacou que a medida não é inédita. Isso porque, em 1992, durante a Eco-92 no Rio de Janeiro, a capital federal também foi transferida de forma simbólica. Para ele, portanto, a decisão valoriza a Amazônia como palco central das discussões climáticas globais.

No entanto, apenas o partido Novo e a liderança da oposição se posicionaram contra. Segundo o deputado Luiz Lima (Novo-RJ), a mudança envolve custos adicionais com aluguel de veículos, espaços e sistemas de tecnologia da informação.



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Audiência discute fortalecimento da vitivinicultura nacional



Propor medidas estruturantes que fortaleçam a cadeia produtiva da uva e do vinho foi o foco da audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados na tarde de 23 de setembro, em Brasília (DF).

Proposta pelos deputados federais Rafael Simões (União/MG) e Afonso Hamm (PP/RS), a sessão reuniu parlamentares, pesquisadores, lideranças de entidades e representantes de vinícolas de diversas regiões do país.

Papel da pesquisa e inovação no setor

Um dos momentos mais marcantes da audiência foi a participação de Adeliano Cargnin, chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, que recebeu homenagem pela trajetória da instituição.

Ele ressaltou o papel da pesquisa no desenvolvimento da vitivinicultura. “A pesquisa foi fundamental para a transformação da vitivinicultura brasileira”, disse Cargnin, enfatizando a importância da inovação e da integração com o enoturismo.

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O deputado Rodrigo Rollemberg também destacou o papel da tecnologia, afirmando que o cerrado brasileiro demonstrou sua capacidade com o vinho de inverno. Já o deputado Heitor Schuch enfatizou a importância de políticas voltadas ao preço mínimo da uva e à valorização da agricultura familiar.

Desafios e oportunidades da vitivinicultura

Durante as discussões, os participantes apontaram os principais desafios enfrentados pela vitivinicultura brasileira, como a elevada carga tributária e a necessidade de isonomia fiscal entre estados. Por outro lado, também foram identificadas oportunidades, como a consolidação da produção brasileira como referência de qualidade.

A audiência contou com a presença de diversas autoridades e lideranças do setor, incluindo Ricardo Cappelli, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e Daniel Panizzi, presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra). Ao final, os parlamentares se comprometeram a encaminhar as propostas levantadas às comissões competentes da Câmara.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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