O desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), concedeu habeas corpus nesta terça-feira (24) para revogar o mandado de prisão expedido contra o cantor Gusttavo Lima.
O artista é acusado de ter ligação com pessoas investigadas na Operação Integration, da Polícia Civil de Pernambuco, que apura um esquema de lavagem de dinheiro de jogos de azar pela internet (bets).
Gusttavo Lima não chegou a ser preso. Ele está nos Estados Unidos em viagem com sua família.
Passaporte do cantor
Na mesma decisão, o desembargador derrubou a medida que suspendeu o passaporte e o porte de arma do cantor.
Para o magistrado, a decretação da prisão de Nivaldo Batista Lima, nome de batismo do cantor, foi justificada com base em ilações.
“Destarte, da leitura da aludida decisão [de primeira instância], constata-se que as justificativas utilizadas para a decretação da prisão preventiva do paciente e para a imposição das demais medidas cautelares constituem meras ilações impróprias e considerações genéricas. Desconstituída, assim, de qualquer evidência material a justificar, nesse momento, a segregação cautelar”, justificou.
O mercado brasileiro da soja apresentou um dia lento, com negócios pontuais e preços variando entre estáveis e em queda, refletindo a desvalorização do dólar. A Bolsa de Chicago teve um desempenho positivo durante a manhã, mas inverteu sua tendência à tarde, dificultando novas transações. Os prêmios oferecidos não foram suficientes para compensar a queda na CBOT.
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Números
Em Passo Fundo (RS), o preço da saca de 60 quilos caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
Na região das Missões (RS), o valor recuou de R$ 134,00 para R$ 133,00
No Porto de Rio Grande passou de R$ 142,00 para R$ 141,00
Em Cascavel (PR), a saca desvalorizou de R$ 137,00 para R$ 136,00
No porto de Paranaguá (PR), o preço caiu de R$ 143,00 para R$ 142,00
Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 134,00 para R$ 133,00
Em Dourados (MS) estabilizou em R$ 130,00
Em Rio Verde (GO), o preço caiu de R$ 132,00 para R$ 131,00
Chicago
Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em alta, mas abaixo das máximas do dia. As preocupações com o clima seco e o atraso no plantio no Brasil sustentaram os preços, além de relatos de rendimentos inferiores ao esperado nos primeiros plantios.
Outro fator que chamou a atenção dos investidores foi o novo plano de estímulo econômico do governo chinês, que pode aumentar a demanda por commodities. A China continua sendo o maior comprador da soja do mundo.
No entanto, ao longo do dia, o mercado perdeu força devido a um movimento de realização de lucros e um cenário de longo prazo pessimista, com uma oferta mundial ampla da oleaginosa.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou um relatório sobre a evolução da colheita de soja. Até 22 de setembro, 13% da área estava colhida, contra 6% na semana anterior e 10% no mesmo período do ano passado, sendo a média de 8%.
De acordo com o USDA, 64% das lavouras estão em boas a excelentes condições, 25% em situação regular e 11% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 54%, 25% e 11%, respectivamente.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3 centavos de dólar (0,28%), a US$ 10,42 1/4 por bushel. A posição de janeiro teve cotação de US$ 10,60 1/2 por bushel, com um ganho de 3,75 centavos (0,35%).
Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 (0,85%), a US$ 325,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 43,34 centavos de dólar, com alta de 1,50 centavo (3,58%).
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,34%, sendo negociado a R$ 5,4601 para venda e R$ 5,4581 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4466 e a máxima de R$ 5,5270.
O governo de Mato Grosso sancionou a lei que inclui a figura do “boi bombeiro” em áreas de proteção permanente (APP), com o objetivo de auxiliar no combate aos incêndios no Pantanal, um dos biomas mais atingidos pelas queimadas.
A Lei 12.653 de 2024, publicada no Diário Oficial do estado na última sexta-feira (24), permite o uso da “pecuária extensiva e a prática de roçada visando a redução de biomassa vegetal combustível e os riscos de incêndios florestais”.
A legislação foi resultado de uma negociação com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que pedia alterações em uma lei anterior (11.861 de 2022), alvo de ação direta de inconstitucionalidade.
A pecuária extensiva em áreas de pastagens nativas já era permitida em áreas de proteção permanente na legislação aprovada em 2022. Porém, não havia referência ao uso do gado como instrumento para reduzir riscos de incêndio.
Liberação não é irrestrita
Em nota, o governo de MT destacou que o uso da pecuária extensiva – que é quando o gado vive solto no pasto e exige maiores quantidades de terra – em áreas de proteção permanente é permitido apenas em locais com pastagens nativas.
“Não é uma liberação irrestrita para criar gado no Pantanal, mas sim para que a atividade pecuária crie aceiros naturais, ajudando a reduzir a propagação dos incêndios”, diz a Secretaria de Meio Ambiente de MT, acrescentando que “a lei traz restrições claras, de modo que a atividade promova o desenvolvimento sustentável, econômico e social da região”.
A tese do “boi bombeiro” ganhou repercussão nacional em 2020, quando ocorreu o maior incêndio da história do bioma que consumiu cerca de 30% do Pantanal brasileiro. Na época, a então ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, defendeu a expansão da pecuária para reduzir as queimadas.
Essa tese, que sofre resistência de ambientalistas, parte do princípio de que o gado, ao consumir o material combustível da vegetação, pode reduzir a intensidade dos incêndios.
Acesso e uso do gado
A promotora do MPMT Ana Luiza Perperline, que atuou na ação de inconstitucionalidade contra a lei 11.861 de 2022, detalhou que a nova legislação publicada na semana passada é um avanço por ter retirado a possibilidade do uso de APPs para pecuária extensiva.
A norma anterior permitia o uso e o acesso do gado a essas áreas de proteção. A nova lei permite apenas o acesso. Ou seja, o gado não pode ficar nas pastagens nativas por tempo indeterminado.
“O boi não vai usar a área de proteção. Ele vai acessar essas áreas apenas para ter acesso à água. É muito difícil você restringir o acesso do gado à água, principalmente em áreas de pastagens nativas. Isso porque, em determinados períodos do ano, praticamente tudo vira, ou virava, água no Pantanal. Essa dificuldade nos leva à conclusão de que é impossível cercar todas essas áreas para impedir o acesso do gado”, afirmou.
Para a promotora, as mudanças na lei sanaram as inconstitucionalidades apontadas pelo Ministério Público. “A lei anterior permitia, de certa forma, usar a reserva legal com atividades que não eram permitidas pela legislação, a não ser mediante manejo florestal sustentável”, completou.
Boi bombeiro
Foto: Ministério da Agricultura e Pecuária
A tese do “boi bombeiro” é defendida também por alguns estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). De acordo com o governo de Mato Grosso, “a permissão sustentável da pecuária no local é fundamentada em mais de 50 anos de estudos da Embrapa Pantanal”.
Por outro lado, a tese é rejeitada por alguns especialistas e ambientalistas. Um levantamento de 2020 do professor Ubirajara Oliveira, do Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mostrou que nas cidades onde há mais cabeças de gado no Pantanal é onde estavam concentrados o maior número de focos de incêndios.
Para o biólogo Gustavo Figueroa, diretor do Instituto SOS Pantanal, existe um fundo de verdade nessa tese, mas sua eficácia é relativa.
“O boi, em algumas ocasiões e em alguns locais, vai diminuir a matéria orgânica, mas não dá para imaginar que colocando boi por todos os lugares vai diminuir os incêndios, tanto que várias fazendas que têm atividade pecuária pegaram fogo também”, analisou.
O Governo de Minas Gerais repassou mais de R$ 5,7 milhões ao Fundo Garantia-Safra 2023/2024, aumento de aproximadamente 12% em relação à transferência feita na temporada anterior.
O aumento do aporte estadual ampliou em 11% o número de produtores beneficiados, chegando a aproximadamente 40 mil.
Assim, os recursos chegam a famílias como a de Maria Eni dos Reis Brant, da comunidade de Ribeirãozinho, no município de Padre Carvalho, no Norte de Minas, que enfrenta perda sistemática das suas lavouras de feijão, milho e mandioca em função da seca.
Ela conta que o pouco que planta para subsistência é sempre perdido pela falta de chuva. “A gente trabalha mais do que produz. Este ano mesmo, colhemos só um pouco de milho. O resto, perdemos tudo”, lamenta.
Segundo a produtora, com o Garantia-Safra é possível cobrir a ração para as galinhas, algo para as vacas.
Programa Garantia-Safra
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Programa Garantia-Safra é executado com recursos da União, em parceria com os estados, as prefeituras e os próprios agricultores familiares, onde cada um deles paga uma quota-parte ao fundo do programa.
Na safra 2023/2024, o recurso poderá servir de auxílio a até 39.730 agricultores familiares de 110 municípios do semiárido mineiro, em situação de vulnerabilidade devido às dificuldades climáticas.
O benefício anual de R$ 1,2 mil é pago aos agricultores dos municípios que comprovem perdas de 50% ou mais das culturas cobertas pelo programa em razão de secas ou chuvas em excesso.
Em Minas Gerais, a gestão do programa é da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com a coordenação e execução da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG).
“Ao efetuar o pagamento da parte que cabe ao estado, o Governo de Minas garante a segurança alimentar desses agricultores em um momento de prejuízos. O recurso assegura as condições mínimas de sobrevivência e a continuidade da atividade que desenvolvem na propriedade rural”, avalia o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.
Agricultores que têm direito
O Programa Garantia-Safra está disponível para agricultores familiares que residem na região de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
É preciso estar inscrito no Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ou com Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa, com renda familiar mensal de, no máximo, 1,5 salário mínimo, e com plantação entre 0,6 a 5 hectares de feijão, milho, arroz, algodão ou mandioca.
A maior apreensão de descaminho de vinho da história do Comando de Polícia Militar Rodoviária (CPMRv) de Santa Catarina foi realizada nesta segunda-feira (23).
Na ação, 1.750 caixas de diversas marcas, totalizando 8.722 garrafas da bebida, foram confiscadas.
A carga da Argentina estava sendo transportada no interior de um caminhão baú, tudo sem o devido desembaraço legal.
Diante da situação, o motorista do caminhão, de 41 anos, juntamente com os outros dois passageiros do veículo, de 43 e 48 anos, foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal na Capital. As caixas de vinhos, juntamente com o caminhão, foram entregues na Receita Federal.
Foto: Divulgação/PMSC
A abordagem, que aconteceu no km 33 da BR-282, em Águas Mornas, na Grande Florianópolis, foi uma operação conjunta de combate aos crimes transfronteiriços entre a Polícia Militar de Santa Catarina por meio do CPMRv e a Polícia Rodoviária Federal.
De acordo com Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, o destaque no tempo para esta terça-feira (24.09) é a possibilidade de chuvas intensas na região Sul do Brasil. As instabilidades previstas devem ocorrer na forma de tempestades, acompanhadas por chuvas volumosas, queda de granizo, vendavais e a chance de aumento nos níveis dos rios.
Esses eventos climáticos estão sendo favorecidos por uma combinação de fatores, incluindo a presença de uma frente fria, um cavado (área alongada de baixa pressão) e a chegada de umidade da região amazônica, trazida pelos ventos conhecidos como jatos de baixos níveis. Além disso, o contraste térmico entre o centro-norte, que registra temperaturas elevadas, e o sul do país, com temperaturas mais amenas, também intensifica a formação de nuvens carregadas.
Segundo Gabriel, “O cenário é de um ambiente altamente propício à formação de nuvens muito carregadas e com alto potencial para tempo severo, especialmente agora, com a chegada da primavera.” A frente fria, que começou a avançar na madrugada de segunda-feira, já provocou eventos de tempo severo e hoje deve atuar com mais intensidade na fronteira sul do Rio Grande do Sul, com previsão de chuvas acima de 70 mm. Algumas projeções, como a do centro canadense e alemão, indicam acumulados superiores a 100 mm nas próximas 24 horas.
A partir de quarta-feira, a tendência é de que as instabilidades avancem para o norte do estado gaúcho, novamente com previsão de chuvas intensas. “Esses acumulados podem superar os 100 mm em áreas do sul do estado, aumentando a probabilidade de elevação nos níveis dos rios”, alerta Gabriel. A preocupação é ainda maior devido à memória dos eventos de enchente ocorridos em maio e setembro do ano passado.
Apesar do cenário preocupante, Gabriel tranquiliza: “As chuvas serão concentradas em um período mais curto, diminuindo de intensidade na quinta-feira e praticamente se dissipando na sexta.” No entanto, ele destaca que na quinta-feira as chuvas continuarão intensas, mas sem os indicativos de volumes superiores a 100 mm. A precipitação também deverá se espalhar para Santa Catarina, sul do Paraná, sul e oeste do Mato Grosso do Sul, e na metade oeste do Mato Grosso.
O meteorologista encerra o boletim com uma previsão mais positiva para a região Centro-Oeste, onde há sinais de chuvas mais robustas nos próximos dias. “Na sexta-feira, podemos ter chuvas entre 30 a 40 mm no oeste do Mato Grosso, enquanto áreas do centro do Brasil, como Goiás, Minas Gerais e São Paulo, seguem com um clima mais seco. No entanto, há fortes indícios de que as chuvas devem retornar nas próximas semanas”, conclui.
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam esta terça-feira em alta (24), mas abaixo das máximas do dia. As preocupações com o clima seco e o atraso do plantio no Brasil sustentaram os contratos. Há, ainda, reportes de rendimentos abaixo do esperado no início do plantio nos Estados, fator que ajudou na elevação.
Outro ponto que mereceu atenção dos investidores foi o ousado plano de incentivo à economia divulgado pelo governo chinês. Na avaliação do mercado, as medidas poderiam garantir uma maior demanda por commodities. Os chineses são os maiores compradores e soja do mundo.
Ao longo do dia, o mercado foi perdendo força. Um movimento de realização de lucros e o cenário fundamental de longo prazo baixista, com ampla oferta mundial da oleaginosa, pesaram na composição dos preços.
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USDA
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem relatório sobre a evolução colheita das lavouras da soja. Até 22 de setembro, a área colhida estava apontada em 13%. Na semana passada, eram 6%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 10%. A média é de 8%.
Segundo o USDA, até 22 de setembro, 64% estavam entre boas e excelentes condições, 25% em situação regular 11% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 54%, 25% e 11%, respectivamente.
Soja em grão
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,00 centavos de dólar, ou 0,28%, a US$ 10,42 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,60 1/2 por bushel, com ganho de 3,75 centavos ou 0,35%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,85% a US$ 325,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 43,34 centavos de dólar, com alta de 1,50 centavo ou 3,58%.
A John Deere, líder global em tecnologia e soluções para o agronegócio, lançou recentemente o Campus John Deere, uma plataforma de ensino online com foco na disseminação de conhecimentos sobre o universo agrícola.
Com a iniciativa, a empresa oferece, por tempo limitado, mais de 30 cursos gratuitos que abrangem desde fundamentos básicos da agricultura até o uso de equipamentos específicos da marca. O objetivo é promover o desenvolvimento e a profissionalização do agronegócio brasileiro, um setor vital para a economia do país.
O Campus John Deere tem interface de fácil navegação e pode ser acessado através de notebooks e smartphones. Seu conteúdo em vídeo foi desenvolvido de maneira didática e é voltado para quem já atua no campo e deseja aprimorar suas habilidades e, também, para pessoas que ainda não tiveram contato com o setor, mas têm interesse em aprender sobre o agronegócio e suas práticas.
Um dos grandes atrativos da plataforma é o curso “Fundamentos da Agricultura de Precisão”, que oferece uma introdução à agricultura de alta tecnologia, área que vem crescendo exponencialmente no Brasil.
Além disso, a plataforma traz ensinamentos detalhados sobre o uso de equipamentos da John Deere, como colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores, instrumentos essenciais para a mecanização agrícola moderna.
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Certificado e gratuidade temporária
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Além disso, ao concluir cada curso, o aluno recebe um certificado emitido pela própria John Deere, um selo de qualidade que pode ser um diferencial importante no currículo de quem busca avançar na carreira ou mesmo ingressar no mercado de trabalho agrícola. Outro diferencial da plataforma é a acessibilidade. Com inscrição gratuita e conteúdo disponível de forma online, qualquer pessoa interessada pode acessar os cursos sem restrições geográficas.
Apesar de a inscrição no Campus John Deere ser totalmente livre de encargos, a gratuidade dos cursos é temporária. No futuro, os cursos passarão a ser cobrados, o que torna este um momento oportuno para aproveitar os conteúdos sem custo.
A John Deere informa que a plataforma também é indicada para profissionais experientes do mercado agrícola, podendo ser usada como ferramenta de atualização e desenvolvimento de carreira.
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A plataforma surge em um momento de crescente demanda por profissionalização e qualificação online de quem atua no campo, onde o conhecimento técnico e a adoção de novas tecnologias são cruciais para garantir a sustentabilidade e a competitividade da produção agrícola.
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No acumulado de janeiro a setembro de 2024, o Brasil registrou um crescimento nas exportações e importações da soja, mesmo com uma queda na produção. Apesar de um cenário desafiador, o comércio internacional do grão parece se manter estável.
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Números
Até o momento, as exportações superaram 87,3 milhões de toneladas, enquanto as importações passaram de 100 mil para mais de 800 mil toneladas.
O Brasil, que em 2023 exportou cerca de 87 milhões de toneladas e importou apenas 100 mil, agora se aproxima de um acumulado de 88,6 milhões de toneladas, com a expectativa de alcançar cerca de 90 milhões ao final do mês.
Foto: Mercado & Companhia
A importação da soja se mostra essencial, pois o país enfrenta uma escassez do produto para atender à demanda interna e às necessidades de exportação. A previsão é que, até o final de setembro, o país alcance um recorde de importação.
No entanto, os preços da soja continuam em baixa, tanto em Chicago quanto no Brasil, devido à oferta internacional, especialmente da América do Sul e à expectativa de uma safra abundante nos Estados Unidos.
Previsão
A previsão inicial para as exportações de 2024 era de menos de 100 milhões de toneladas. No entanto, com os números atuais, há uma boa chance de igualar ou até superar o volume do ano passado, que foi de 102 milhões de toneladas.
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Esse cenário climático adverso também afeta a colheita nos Estados Unidos – Foto: Nadia Borges
Segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado de soja na CBOT (Chicago Board of Trade) fechou em alta nesta segunda-feira, impulsionado por atrasos no plantio no Brasil. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, subiu 2,69%, equivalente a $27,25 cents por bushel, fechando a $1.039,25.
Já o contrato de soja de janeiro de 2025 teve alta de 2,65%, fechando a $1.056,75 por bushel. Segundo a consultoria, o farelo de soja para outubro também registrou alta de 2,87%, enquanto o óleo de soja para o mesmo mês subiu 1,09%.
Neste contexto, a alta no mercado de soja está ligada ao atraso no plantio no Brasil, especialmente na região Centro-Oeste, que enfrenta falta de chuvas e queimadas. Esse cenário climático adverso também afeta a colheita nos Estados Unidos, onde chuvas recentes estão atrasando o avanço da colheita. Nas primeiras semanas, os rendimentos das lavouras americanas estão abaixo das expectativas, o que pode levar a novos ajustes no mercado.
Outro fator que contribuiu para a alta relatada pela TF Agroeconômica foi a ação dos fundos de investimento, que começaram a cobrir suas posições vendidas no mercado de grãos, um movimento comum próximo ao fechamento do terceiro trimestre. Essa cobertura de posições ajudou a impulsionar o preço dos três grãos negociados em Chicago. O mercado está atento ao comportamento climático nas principais regiões produtoras, que pode continuar influenciando os preços no curto prazo, especialmente se as condições adversas persistirem tanto no Brasil quanto nos EUA.