terça-feira, agosto 18, 2026

Autor: Redação

News

Sexta-feira repleta de pancadas de chuva e ventania; confira e prepare-se



O último dia útil da semana é marcado por pancadas intensas de chuva e ventos de até 70 km/h em algumas áreas. Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras:

Sul

Os maiores volumes de chuva continuam concentrados no extremo sul, leste e na serra do Rio Grande do Sul, além do centro-leste e litoral de Santa Catarina e do Paraná. O sol aparece no interior da Região, mas pode chover em forma de pancadas com raios e ventos de moderados a fortes.

Sudeste

Tempo instável com céu mais encoberto, chuva forte no centro-leste e litoral de São Paulo, centro-sul e leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A condição de chuva forte continua em quase todas as áreas da Região, aumentando no Rio de Janeiro e em Vitória, Espírito Santo. O sol aparece um pouco mais e chove com potencial para pancadas no noroeste paulista e no norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Dia abafado e com chance de pancadas de chuva em quase todas as áreas da Região. A chuva pode vir em forma de temporais isolados no sul de Goiás e no oeste de Mato Grosso com risco de trovoadas. O sol aparece ainda em todas as demais áreas e pode chover com moderada a forte intensidade no Distrito Federal, em Goiânia, Campo Grande e Cuiabá.

Nordeste

A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo vir em forma de pancadas mais fortes, com raios e ventos de até 70 km/h. Chove de maneira moderada em Salvador. Enquanto isso, a previsão ainda é de tempo firme e seco na maior parte do interior do Nordeste.

Norte

Dia mais instável no Acre, sudoeste e sul do Amazonas e no estado de Rondônia. Nessas áres, o tempo fica mais encoberto e com risco de alguns temporais. Chove com moderada a forte intensidade no sul do Tocantins. Tempo firme em Manaus (AM), Boa Vista (RR), Belém (PA) e Macapá (AP).



Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Boi Gordo: Parceria do Cepea com a B3 para elaboraçaõdo indicador é encerrada


NOTA

Piracicaba, 9 de outubro de 2024.

O Cepea, Centro de pesquisas da Esalq/Universidade de São Paulo, informa que a parceria com a B3 para a elaboração do Indicador do Boi Cepea/B3 está sendo encerrada. Independentemente disso, o Cepea seguirá elaborando o Indicador do boi. Todas as suas pesquisas sobre o mercado pecuário serão continuadas, assim como as dos mercados agrícolas.

O Agronegócio Brasileiro continuará contando com as informações e análises do Cepea para que a justa concorrência sempre prevaleça.  A parceria do Cepea com a B3 segue com a elaboração dos Indicadores do Milho e do Etanol, bem como outras iniciativas em estudo.

O Cepea reitera seu compromisso com os princípios científicos, a imparcialidade e os valores de integridade que o guiam há mais de 40 anos. Em sua rede de mais de 20 mil colaboradores, atuantes em 32 cadeias agropecuárias pesquisadas continuamente, o agente de pequeno porte tem o mesmo espaço que o de grande porte.

Sem fins lucrativos, o Cepea faz pesquisas que objetivam proporcionar transparência aos mercados, reduzindo as assimetrias de informação que limitam o desenvolvimento equilibrado do mercado. Em ambientes transparentes e com informações simétricas, a influência do poder econômico nos negócios tende a desaparecer.

O compromisso do Cepea, assim como o da ESALQ e o da USP, é com a sociedade brasileira.

Equipe Cepea

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Krilltech chega ao mercado europeu


Empresa agrícola inicia sua expansão internacional ao oficializar acordo comercial com a Biorizon Biotech na Fruit Attraction 2024, na Espanha

Parceria prevê a distribuição de produtos e investimento em outros mercados globais futuramente

A Krilltech dará um dos passos mais importantes de sua história este mês. Durante a Fruit Attraction 2024, reconhecido evento global para a cadeia produtiva de frutas e vegetais, que acontece de 8 a 10 de outubro, em Madri, Espanha, a empresa oficializará uma parceria com a companhia espanhola Biorizon Biotech para representação e comercialização de suas soluções no mercado agrícola europeu.

Fundada como uma startup em 2015, nos laboratórios da Universidade de Brasília (UnB), a Krilltech chamou a atenção ao desenvolver uma tecnologia que sinaliza processos fisiológicos primários e secundários das plantas, as auxiliando a atingir todo o potencial genético e produtivo.

Inédita no mundo, a tecnologia foi patenteada e dimensionada para produção em larga escala em parceria com a UnB e a Embrapa, resultando na criação do primeiro produto da Krilltech: a Arbolina, que chega à Europa pelas mãos da Biorizon.

A solução tem resultados comprovados, que incluem aumento da eficiência fotossintética, teor de clorofila, enraizamento e produtividade em grandes culturas como soja, tomate, batata, entre outra. Essas características, inclusive, atendem perfeitamente às necessidades agrícolas dos produtores europeus, e se encaixam na exigente política de sustentabilidade do continente.

Segundo Marcelo Rodrigues, sócio-fundador da Krilltech, a atuação internacional sempre foi um objetivo da marca, que se concretiza agora na Fruit Attraction 2024. “Sendo o primeiro produto com distribuição comercial, a Arbolina certamente abrirá portas para novas soluções, que já estão em testes e logo também serão disponibilizadas no Velho Continente por meio da parceria com a Biorizon Biotech”.

Com sede em Almería, Espanha, a Biorizon é pioneira no desenvolvimento e comercialização de produtos à base de microalgas. Hoje, a empresa é uma referência internacional e opera em quase 60 países, sendo reconhecida pela União Europeia por seu trabalho com agricultura regenerativa.

“Este acordo reforça nossa estratégia de inovação ao conjugar os produtos da Krilltech com as tecnologias e produtos da Biorizon Biotech, o que proporciona novas e poderosas ferramentas aos agricultores”, celebra David Iglesias, CEO da empresa espanhola.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Redução de juros nos EUA: Efeitos no mercado global


A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano




A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano
A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano – Foto: Pixabay

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, uma empresa especializada em gestão de risco e inteligência de mercado, o recente afrouxamento da política monetária dos Estados Unidos em setembro teve um impacto significativo no mercado de commodities. O analista Victor Arduin destaca que, após um primeiro semestre de expectativas frustradas, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) decidiu reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base, um movimento considerado agressivo e estratégico para estimular a economia.

A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano, tornando as commodities mais baratas para compradores que utilizam outras moedas. Como as matérias-primas são cotadas em dólares, essa desvalorização da moeda norte-americana cria um ambiente favorável para a valorização das commodities, refletindo diretamente nos preços globais e potencialmente aumentando a rentabilidade dos exportadores.

Além disso, o relatório aponta que a redução das taxas nos Estados Unidos abre espaço para que economias asiáticas também relaxem suas políticas monetárias restritivas. Isso é especialmente relevante, uma vez que a flexibilização dessas políticas pode gerar expectativas de crescimento econômico mais robusto na região em 2025. Um crescimento mais acelerado na Ásia pode resultar em uma demanda crescente por commodities, reforçando ainda mais a tendência de alta dos preços no mercado global.

No entanto, é importante ressaltar que o cenário não está isento de riscos. Persistem questões estruturais na economia chinesa, que podem afetar a dinâmica do mercado de commodities, assim como desafios no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que também podem influenciar negativamente a recuperação econômica global.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cooperação sustentável na indústria da carne


“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo”




“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo"
“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo” – Foto: Divulgação

A ABIEC anunciou a criação do Grupo de Trabalho em Sustentabilidade na Indústria da Carne Brasil-China durante o Fórum Mundial de Inovação Agroalimentar de 2024. A iniciativa, em parceria com a China Meat Association, IMAC e WRI, visa promover práticas sustentáveis no comércio de carne bovina entre os dois países. O grupo foi formalizado no evento que celebrou os 50 anos das relações diplomáticas entre Brasil e China, e o diretor de Sustentabilidade da ABIEC, Fernando Sampaio, destacou a importância da aliança para o diálogo sobre sustentabilidade na produção de carne.

China e Brasil, líderes no agronegócio, têm uma forte cooperação, com a China como maior consumidor e o Brasil como principal fornecedor de produtos agrícolas. A demanda chinesa por carne bovina melhora a eficiência da produção brasileira, que busca reduzir impactos ambientais. Fernando Sampaio, da ABIEC, destacou que o Brasil possui uma legislação ambiental rigorosa e protocolos de monitoramento para garantir conformidade. Ele apontou o desafio de obter reconhecimento internacional e expandir a cooperação em sustentabilidade com a China.

“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo, e a indústria exportadora de carne bovina já implementou protocolos de monitoramento que garantem a conformidade com essas normas”, afirmou Sampaio. “Nosso desafio agora é garantir o reconhecimento internacional desses esforços e expandir a cooperação em sustentabilidade com a China”. Complementa Sampaio.

O novo Grupo de Trabalho visa facilitar o intercâmbio entre Brasil e China sobre práticas de sustentabilidade na cadeia de carne bovina, garantindo critérios ambientais rigorosos e promovendo cooperação. A ABIEC participa de uma missão à China, liderada pelo assessor do Ministro da Agricultura, Carlos Augustin, com visitas a instituições de pesquisa e reuniões para captação de recursos para investimentos sustentáveis.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Comércio recua 0,3% em agosto, mas acumula alta em 2024


Em agosto deste ano, as vendas do comércio varejista no Brasil recuaram 0,3% em comparação a julho. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo aponta, por outro lado, um crescimento de 5,1% em relação a agosto do ano passado e uma alta acumulada também de 5,1% ao longo dos oito primeiros meses de 2024. Já nos últimos 12 meses, o resultado acumulado é um crescimento de 4,0%.

Gerente da PMC, Cristiano Santos explica que a variação negativa no comércio varejista em agosto demonstrou estabilidade no setor, diante do crescimento em julho. “O comportamento do comércio em 2024 ainda é positivo, apenas em junho tivemos resultado efetivamente negativo (-0,9%). O aspecto negativo do resultado de agosto é o fato de quatro das oito atividades pesquisadas terem registrado queda significativa, três ficarem estáveis e só uma ter apresentado alta”.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de rendas reduziu 0,8% de julho para agosto. Em comparação, no mesmo período em 2023 houve um aumento de 3,1%. 

Setores
Em relação às atividades, sete das oito avaliadas pela PMC sofreram redução. Foram elas: outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,9%), livros, revistas e papelaria (2,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,0%) e móveis e eletrodomésticos (1,6%) tiveram as maiores quedas. 

Outros setores com queda no volume de venda foram tecidos, vestuários e calçados (0,4%), combustíveis e lubrificantes (0,2%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,1%). Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria foi o único setor que teve expansão entre julho e agosto de 2024, de 1,3%.

“As lojas de departamento são o principal tipo de empresa atuante no setor de Outros artigos de uso pessoal e doméstico. Elas tiveram, em 2023, um ano muito turbulento, com registros de problemas contábeis afetando alguns dos principais players desse mercado, fazendo com que revisassem seus balanços patrimoniais. Isso provocou ajustes em toda a cadeia produtiva, levando à redução do número de lojas físicas. O aumento da competição com outros nichos e a sazonalidade de promoções também influenciaram a queda no volume de vendas em agosto”, avalia Santos.

Estados
Nas unidades federativas, entre julho e agosto de 2024, 17 dos 26 estados tiveram desempenho negativo no volume de vendas. Os piores resultados foram Minas Gerais, com queda de 2,4%, Tocantins, com 2,0% e Rondônia, com 1,8%. Por outro lado, Roraima (2,2%), Ceará (2,1%) e Bahia (1,3%) foram os estados que se destacaram com resultados positivos, registrando aumentos.

Cenário semelhante se manteve no comércio varejista ampliado. Em 16 estados foram registrados menor volume de vendas, com destaque para Mato Grosso do Sul, com redução de 4,5%, Minas Gerais, de 2,9% e Acre, de 2,5%.

Enquanto isso, os estados do Rio Grande do Sul (1,9%), Rio Grande do Norte (1,3%) e Roraima (1,3%) encerraram o mês de agosto com resultados positivos. Amapá e Distrito Federal foram as unidades federativas a registrar estabilidade (0,0%) de acordo com a pesquisa.





Source link

News

dois fatores indicam continuidade de alta nos preços



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, dois fatores sugerem pela continuidade deste movimento de valorização:

  • A atual posição das escalas de abate, que seguem na pior posição na atual temporada;
  • A demanda extremamente aquecida, em especial quando se trata de exportações

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: ficou em R$ 299
  • Goiás: R$ 279
  • Minas Gerais: R$ 289
  • Mato Grosso do Sul: R$ 295
  • Mato Grosso: R$ 269

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços firmes. O quarto traseiro foi precificado a R$ 22,00 por quilo. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,97%, sendo negociado a R$ 5,5865 para venda e a R$ 5,5844 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5320 e a máxima de R$ 5,5988.



Source link

News

Excesso de umidade tem beneficiado feijão e prejudicado arroz no RS



A cultura do arroz está em fase inicial de semeadura no Rio Grande do Sul, de acordo com boletim da Emater/RS-Ascar. Porém, o avanço da área está limitado pela ocorrência frequente de chuvas nas regiões leste e sul do estado.

Essas condições dificultam o manejo adequado do solo e o acesso de maquinário em razão da umidade excessiva nos talhões.

“A oeste, onde os intervalos entre as chuvas foram mais longos, e os volumes menores, o plantio tem progredido de maneira satisfatória, aproveitando as condições mais secas e estáveis dos terrenos em implantação”, diz o órgão.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (Irga) projeta área de 948.356 hectares cultivados. A Emater, por sua vez, estima produtividade de 8.478 kg/ha (141,3 sacas).

Semeadura de feijão avança

O plantio da primeira safra de feijão avançou no Rio Grande do Sul na última semana, aponta a Emater-RS. De acordo com o órgão, durante o ciclo da cultura, as condições climáticas têm sido favoráveis ao seu crescimento devido à manutenção da umidade do solo e aos elevados índices de radiação solar.

“Predomina o desenvolvimento vegetativo, representando 97% das lavouras, e 3% iniciaram a fase de florescimento”.

O boletim informa que, durante a semana, os produtores realizaram manejos diferenciados, como adubação nitrogenada em cobertura, controle de plantas daninhas e aplicação de fungicidas, conforme o estágio da cultura.

Para a safra 2024/25 no estado, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares de feijão, com produtividade estimada em 1.702 kg/ha (28,3 sacas).



Source link

News

Na véspera do USDA, soja tem dia de poucos negócios no Brasil. Confira os preços


O mercado brasileiro da soja apresentou um dia fraco em termos de negócios, com preços em queda, ainda que leve. Segundo a Safras & Mercado, os agentes do setor permanecem fora do mercado, concentrados no plantio e aguardando o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã.

Veja os preços do grão

  • Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Na região das Missões (RS), o preço recuou de R$ 134,00 para R$ 133,00 a saca
  • No Porto de Rio Grande (RS), o valor passou de R$ 142,00 para R$ 141,50
  • Em Cascavel (PR), a saca desvalorizou de R$ 139,00 para R$ 138,50
  • No Porto de Paranaguá (PR), o preço diminuiu de R$ 144,00 para R$ 143,00
  • Em Rondonópolis (MT), a saca estabilizou em R$ 136,00
  • Em Dourados (MS), o preço também se manteve em R$ 136,00
  • Em Rio Verde (GO), a saca desvalorizou de R$ 132,00 para R$ 131,00

Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em baixa na quinta-feira. O mercado foi pressionado pela previsão de chuvas no Brasil, que beneficiam o plantio, e pela expectativa de uma produção recorde nos Estados Unidos, com o avanço da colheita.

Os agentes já estão ajustando suas carteiras em relação ao relatório do USDA, que será publicado na sexta-feira. Espera-se que o Departamento reduza suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja nos Estados Unidos para 2024/25.

Analistas consultados pelas agências internacionais projetam estoques americanos de 542 milhões de bushels para 2024/25, abaixo dos 550 milhões previstos em setembro. A produção esperada é de 4,572 bilhões de bushels, comparada aos 4,586 bilhões apontados anteriormente.

No cenário global, o mercado antecipa estoques finais de 134,3 milhões de toneladas para 2024/25, uma leve queda em relação aos 134,6 milhões de setembro. Para a safra de 2023/24, a expectativa é de 112,2 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo das 112,3 milhões indicadas no mês passado.

Os exportadores privados dos Estados Unidos relataram a venda de 166.000 toneladas de soja em grãos para a China, com entrega programada para a temporada 2024/25.

USDA

O USDA divulgou na segunda-feira um relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de soja. Até 6 de outubro, 47% da área havia sido colhida, comparado aos 26% da semana anterior e aos 37% do mesmo período do ano passado. A média histórica é de 34%.

Sobre as condições das lavouras americanas de soja, 63% foram classificadas como boas ou excelentes, enquanto 26% estão em situação regular e 11% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 64%, 25% e 11%, respectivamente.

As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos para a temporada 2024/25, iniciada em 1º de setembro, totalizaram 1.264.300 toneladas na semana encerrada em 3 de outubro. Para a temporada 2025/2026, as exportações foram negativas em 8.400 toneladas, com analistas prevendo volumes entre 1,2 milhão e 1,8 milhão de toneladas somados às duas temporadas.

Contratos da soja em grão

grãos soja abiovegrãos soja abiove
Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com queda de 5,50 centavos de dólar, ou 0,53%, a US$ 10,14 3/4 por bushel. A posição de janeiro teve cotação de US$ 10,31 1/2 por bushel, com perda semelhante.

Nos subprodutos, o farelo com entrega em dezembro fechou em baixa de US$ 5,10, ou 1,58%, a US$ 316,10 por tonelada. Já o óleo, com vencimento em dezembro, encerrou a 43,76 centavos de dólar, com alta de 0,70 centavo, ou 1,62%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,03%, negociado a R$ 5,5844 para venda e a R$ 5,5824 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5664 e a máxima de R$ 5,6044.



Source link

News

No Rio Grande do Sul, plantio da soja ainda está em fase inicial



Com o fim do vazio sanitário, período que proibiu o cultivo da soja no Rio Grande do Sul até 30 de setembro, a janela para o plantio, segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), começou em 1º de outubro. Este é o marco da Safra 2024/2025 no estado.

De acordo com informações da Safras & Mercado, a semeadura no estado ainda se encontra em fase inicial, principalmente em pequenas áreas que, em sua maioria, são experimentais ou escalonadas, sem significância estatística. Os produtores estão concentrados na preparação do solo e na dessecação da vegetação, garantindo um bom início para as lavouras.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Projeções

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a área cultivada deve chegar a 6.811.344 hectares, representando um aumento de 1,54% em relação à safra anterior. A produtividade média projetada é de 3.179 kg/ha, com uma produção estimada em 21.652.404 toneladas.

Esse crescimento acontece mesmo diante de dificuldades, como o endividamento de alguns produtores, a escassez de custeio e o aumento dos custos de seguros, resultado de frustrações em safras passadas.

As informações são do boletim semanal da Emater/RS.



Source link