segunda-feira, agosto 17, 2026

Autor: Redação

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Por que as galinhas põem ovos de tamanhos diferentes?



Mesma granja, mesma galinha, mas ovos de tamanhos diferentes. Por que isso acontece? Esse tipo de variação é comum, mas pode estar ligada a diversos fatores, que vão desde a genética até o ambiente em que as aves são criadas.

Aos criadores, compreender essas diferenças ajuda a garantir o rendimento médio e a qualidade na produção.

Idade das galinhas x tamanho dos ovos

A zootecnista da Tijuca Alimentos, Rebeca Horn Vasconcelos, afirma que um dos principais determinantes para o tamanho dos ovos é a idade da galinha. “As mais jovens geralmente produzem ovos menores, enquanto as aves mais velhas tendem a pôr ovos maiores com o passar do tempo”, conta.

Assim, de acordo com ela, o ciclo produtivo da ave impacta diretamente no tamanho e na frequência com que ela bota. “Isso é uma resposta natural do organismo da ave à maturidade reprodutiva”.

Genética e alimentação da ave

Outro fator importante é a genética da ave. “Raças diferentes têm capacidades distintas de produção de ovos, tanto em quantidade quanto em tamanho”, destaca a veterinária.

Algumas raças de galinhas são conhecidas por botar ovos grandes, como as da raça rhode island red, enquanto outras, como as bantam, produzem ovos menores.

“Galinhas que recebem uma dieta rica em proteínas e nutrientes essenciais, como cálcio e fósforo, tendem a produzir ovos de melhor qualidade e maior tamanho”, diz a zootecnista.

O equilíbrio nutricional ajuda na formação da casca e no desenvolvimento do ovo, refletindo diretamente em seu tamanho.

Ambiente e manejo

Condições ambientais, como o clima e o manejo, influenciam a produção. “Em períodos de estresse, seja pelo calor excessivo, barulho ou pela falta de espaço adequado, as galinhas podem pôr ovos menores. Da mesma forma, quando estão em um ambiente adequado, elas produzem ovos maiores e mais consistentes”, afirma.

De acordo com Rebeca, a variação no tamanho dos ovos é um fenômeno natural e multifatorial. “Entender essas variáveis permite aos criadores de aves ajustar práticas de manejo e melhorar a produção, mantendo a qualidade e o bem-estar das galinhas”.

Contudo, a especialista faz questão de destacar a qualidade invariável da proteína. “O importante é que, independentemente do tamanho, o valor nutricional dos ovos é muito semelhante, desde que sejam de qualidade e bem armazenados”.



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Produtores de leite no RS ganham nova ferramenta para planejamento de preços


Os produtores de leite do Rio Grande do Sul agora contam com uma nova ferramenta para estimar o preço que será pago pelo litro de leite. A calculadora virtual, validada pelo Conseleite, foi desenvolvida com o objetivo de fornecer mais informações para o planejamento da atividade leiteira e auxiliar o produtor na organização de suas contas.

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Há 50 anos, a atividade leiteira é parte essencial da Fazenda Griebeler, localizada em Montenegro, no Vale do Caí. O local, que começou com apenas uma vaca, hoje conta com 65 vacas em lactação, produzindo cerca de 1.300 litros de leite por dia.

Apesar da qualidade do rebanho e do trabalho árduo da família Griebeler, o preço do leite ainda é um desafio. Segundo o produtor Gediel Griebeler, “o preço reagiu no último mês, com um aumento de 12 centavos, mas ainda está bem defasado em relação aos custos de produção”.

Em setembro, o preço pago pelo litro de leite no Rio Grande do Sul foi de R$ 2,53, um dos valores mais baixos do Brasil, enquanto a média nacional calculada pelo Cepea ficou em R$ 2,76.

A calculadora virtual surge como uma solução para o planejamento financeiro dos produtores. Com ela, é possível inserir dados específicos da produção e obter uma estimativa do valor que será recebido. Allan Tormen, presidente do Conseleite-RS, explica que a ferramenta considera variáveis como qualidade e volume de leite, oferecendo uma visão mais precisa para o produtor.

Além de ser gratuita e de fácil acesso, a calculadora não armazena dados, garantindo a segurança das informações. Essa novidade promete ser uma aliada importante para o produtor rural, permitindo que ele tenha maior controle sobre seus custos e investimentos no longo prazo.

Os produtores podem acessar a ferramenta pelo site oficial do Conseleite (conseleite.com.br/calculadora) e começar a fazer suas estimativas de maneira prática e eficiente.



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Agricultor colhe abóbora com peso superior a dois bois e vence concurso



Em média, um gado bovino adulto pesa cerca de 510 quilos. Agora imagine colher uma abóbora com impressionantes 1.115,8 quilos. Foi o que aconteceu com Peter Holst Olsen, um agricultor dinamarquês.

Ele participou do concurso “Halloween at Tivoli”, em Copenhague, capital do país europeu e, não a toa, venceu a competição, realizada na última terça-feira (15). Além disso, um novo recorde foi estabelecido: maior abóbora entre os países nórdicos.

Isso porque, por mais majestosa que seja, o fruto ainda não superou o recorde mundial, mas chegou perto.

Tradição cultural

Tradição em várias partes do mundo, as competições de abóboras gigantes atraem não apenas agricultores, mas também entusiastas que tentam superar marcas históricas a cada ano.

Além de premiação em dinheiro e reconhecimento internacional, o concurso fomenta a troca de conhecimentos entre os competidores a respeito das melhores técnicas de cultivo.

Recorde mundial de abóbora gigante

Em outubro de 2023, o agricultor Travis Ginger, do estado de Minnesota, no Meio-Oeste dos Estados Unidos, quebrou o recorde mundial com uma abóbora de 1.246,93 quilos em uma feira na Califórnia.

A façanha não apenas o colocou nos livros de recordes, mas também lhe rendeu um prêmio de US$ 30 mil (aproximadamente R$ 170 mil). Antes disso, o recorde pertencia ao italiano Stefano Cutrupi, que em 2021 colheu uma abóbora de 1.225 quilos.



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AgroNewsPolítica & Agro

projeções de safra são positivas no Rio Grande do Sul


Preço do feijão recua 0,40% no estado





Foto: Pixabay

A instabilidade climática que atingiu o Rio Grande do Sul nas últimas semanas reduziu o ritmo da semeadura do feijão da primeira safra. Apesar das condições adversas, a expectativa de produtividade para a safra 2024/2025 permanece inalterada, com projeção de 1.786 kg/ha em uma área cultivada de 28.896 hectares, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (17) pela Emater/RS.

Segundo o informativo, os produtores estão adotando manejos distintos conforme o estágio de desenvolvimento da cultura, como a aplicação de nitrogênio em cobertura e a capina para controle de ervas daninhas. Grande parte das lavouras se encontra em estágios iniciais de ciclo, com a maioria em semeadura ou germinação/emergência, enquanto as áreas de plantio precoce já apresentam plantas em floração.

Na região de Ijuí, as lavouras se destacam pelo bom desenvolvimento, com hastes vigorosas e folhas bem expandidas. Em Tenente Portela, as primeiras áreas já entraram na fase de floração. Na região de Pelotas, apesar do tempo instável, o avanço da semeadura foi registrado, atingindo 17% da área prevista. Já na região de Santa Maria, produtores relataram a presença da praga mosca-branca (Bemisia spp.) nas lavouras da Quarta Colônia, o que pode demandar medidas de controle.

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Em Soledade, a semeadura já alcançou 90% da área planejada, com 5% das plantas emergidas na fase de florescimento. A combinação de temperaturas amenas, alta umidade e esporos disponíveis pode aumentar o risco de doenças como antracnose (Colletotrichum lindemuthianum), especialmente em lavouras sem aplicação de fungicidas.

No mercado, o valor médio da saca de 60 quilos do feijão apresentou uma leve redução de 0,40% em relação à semana anterior. O preço passou de R$ 316,25 para R$ 315,00, segundo levantamento da Emater/RS-Ascar.





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Vale propõe acordo para indenização do desastre de Mariana



A mineradora Vale está propondo acordo definitivo no valor de R$ 170 bilhões para as demandas relativas ao rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana, em Minas Gerais, ocorrido no dia 5 de novembro de 2015, deixando 19 mortos.

Em comunicado publicado na última sexta-feira (18), a empresa informa que o acordo em discussão visa termos justos e eficazes para uma resolução mutuamente benéfica para todas as partes, especialmente para as famílias, as comunidades e o meio ambiente impactado, ao mesmo tempo que criam definição e segurança jurídica para as companhias.

“A proposta reforça o compromisso da Vale com a reparação integral do rompimento da barragem de Fundão, da Samarco”, diz a nota.

Divisão dos valores

O documento prevê R$ 38 bilhões em valores já investidos em medidas de remediação e compensação. Outros R$ 100 bilhões serão pagos em parcelas ao longo de 20 anos ao governo federal, aos estados de Minas Gerais e Espírito Santo e aos municípios, para financiar programas e ações compensatórias vinculadas a políticas públicas.

O texto inclui ainda o pagamento de R$ 32 bilhões em obrigações de execução da Samarco, incluindo iniciativas de indenização individual, reassentamento e recuperação ambiental.

O processo de mediação com o Tribunal Regional Federal (TRF) da 6ª Região e o engajamento das instituições públicas brasileiras, desempenhando seu papel constitucional como autênticos representantes das pessoas afetadas, garantiram transparência e legitimidade ao processo de resolução.

Os termos gerais em discussão podem abrir caminho para a solução definitiva de todas as controvérsias constantes das ações civis públicas e demais processos movidos pelos poderes públicos brasileiros signatários, relativos ao rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, ao mesmo tempo em que definem medidas para reparar integralmente todos os danos socioambientais e todos os danos socioeconômicos coletivos e difusos decorrentes da ruptura.

Segundo a mineradora, espera-se também que o acordo definitivo traga alternativas de caráter voluntário para indenizações individuais.

Expectativa de saída de caixa da Vale

O documento publicado pela Vale reafirma o compromisso de apoio à Samarco na reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão e com a obrigação previamente acordada pelos acionistas de financiar, até uma parcela de 50%, os valores que a Samarco eventualmente deixar de financiar como devedor principal.

O texto diz que, considerando o valor financeiro em questão, e com base nas expectativas preliminares de saída de caixa, a Vale estima que R$ 5,3 bilhões (US$ 956 milhões) serão adicionados aos passivos associados à reparação de Mariana nos resultados do 3º trimestre de 2024. O cronograma estimado para desembolso será atualizado oportunamente.

As negociações entre as partes estão em curso. O acordo definitivo está sujeito à celebração de termos e condições de um acordo final e da documentação definitiva, com aprovações e assinatura pelas partes, incluindo o Conselho de Administração da Vale.



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nova plataforma da Embrapa facilita acesso a tecnologias para o setor



A Embrapa lançou uma nova plataforma digital voltada para o setor de caprinos e ovinos, o Hub Virtual de Caprinos e Ovinos, que busca integrar produtores rurais, técnicos de assistência técnica e extensão rural e pesquisadores.

A ferramenta oferece uma série de funcionalidades, como acesso gratuito a publicações, áudios, vídeos, indicadores de mercado, além de cursos e eventos focados no manejo e criação desses animais. O objetivo principal é promover o desenvolvimento da agricultura familiar e facilitar a conectividade entre campo e pesquisa.

O Hub Virtual permite que informações científicas sejam traduzidas em conteúdo acessível e aplicável pelos agricultores. Durante o evento de lançamento, Clenio Pillon, diretor-executivo de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa, destacou que a assistência técnica digital, embora não substitua o trabalho presencial no campo, é um complemento essencial para fortalecer a inclusão socioprodutiva e digital dos agricultores.

“Essa plataforma é uma ponte entre as instituições de pesquisa e os agricultores, ajudando a Embrapa a responder aos desafios da agricultura familiar, promovendo segurança alimentar e práticas sustentáveis”, afirmou Pillon.

A plataforma surge em um momento em que o Brasil precisa revisar seus sistemas agroalimentares, especialmente diante das mudanças climáticas. Regilane Fernandes, representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), reforçou a importância do Hub Virtual para facilitar o acesso a pesquisas científicas contextualizadas.

“Nosso objetivo é oferecer serviços de assistência técnica e extensão mais eficientes e ágeis para os agricultores familiares”, disse Fuad Nogueira, representante da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce)

Cícero Lucena, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Caprinos e Ovinos, afirmou que o Hub Virtual contribui diretamente para a transformação digital da agricultura familiar, conectando produtores e técnicos a informações e tecnologias de forma prática. Ele também anunciou uma parceria com a Ematerce para a criação de um plano de trabalho integrado que ampliará a divulgação da plataforma e facilitará seu acesso para técnicos e agricultores.

A iniciativa da Embrapa visa, além de aumentar a produtividade e a eficiência no manejo de caprinos e ovinos, promover sistemas agrícolas mais resilientes e sustentáveis, contribuindo para a preservação dos biomas e o uso responsável dos recursos naturais.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Wall St abre estável antes de ata do Fed


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(Reuters) – Os principais índices de Wall Street tinham estabilidade na abertura desta quarta-feira, com os investidores aguardando a ata da última reunião do Federal Reserve para obter mais pistas sobre a trajetória da taxa de juros.

O Dow Jones perdia 0,02% na abertura, para 42.070,32 pontos. O S&P 500 recuava 0,01%, a 5.751,8 pontos, enquanto o Nasdaq Composite tinha variação negativa de 0,02%, para 18.179,22 pontos.

(Reportagem de Lisa Mattackal em Bengaluru)

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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas beneficiam arroz no Sudeste Asiático, mas afetam óleo de palma


O relatório Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quarta-feira (16) traz uma análise detalhada das condições climáticas e seus impactos nas safras da Ásia. A influência do recuo da monção, sistemas de baixa pressão e chuvas tropicais estão moldando as atividades agrícolas em várias regiões do continente.

No sul da Ásia, amonção do sudoeste recuou em um ritmo mais lento que o esperado, resultando em chuvas leves, especialmente na metade sul da Índia. A precipitação variou de mais de 50 mm nos estados ao sul e ao longo da costa oeste a menos de 25 mm nas áreas do interior e no leste do país. No norte, onde a monção já recuou, o clima seco prevaleceu. A persistência das chuvas tem sido favorável para as safras kharif plantadas mais tarde, que estão em fase de amadurecimento. Além disso, a umidade acumulada é crucial para a safra rabi, cuja semeadura deve começar em novembro, conforme o USDA.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

No leste da Ásia, na China, Coreia do Sul e Japão, um conjunto de sistemas de baixa pressão trouxe instabilidade climática, com totais de chuva superando 25 mm em diversas áreas, chegando a 50 mm em algumas localidades. Essas precipitações aumentaram os níveis de umidade do solo e reforçaram os suprimentos de irrigação para o início da temporada de cultivo de inverno. No entanto, o clima úmido atrasou os trabalhos no campo. As temperaturas, que ficaram até 3°C acima da média, também influenciaram o avanço do clima congelante nas províncias mais ao norte da China.

De acordo com o relatório, no Sudeste Asiático, chuvas tropicais atingiram as Filipinas e o sul da Indochina, com algumas regiões registrando mais de 100 mm de precipitação. Enquanto essas chuvas beneficiaram o arroz plantado mais tarde, em alguns trechos, a umidade foi prematura para o arroz em fase de amadurecimento, impactando a colheita. Em outras áreas, como na porção norte da Indochina, o clima mais seco favoreceu o amadurecimento do arroz e o progresso das atividades de campo. Na Malásia e Indonésia, as fortes chuvas desaceleraram a colheita de óleo de palma, embora em Java, Indonésia, tenha havido pouca chuva, apesar do início antecipado da estação chuvosa em distritos ocidentais.





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Tempestade que acertaria São Paulo em cheio é deslocada para outros dois estados



Após alertas de tempo severo em regiões de São Paulo emitidos pela Defesa Civil, a situação meteorológica em todo o estado foi atualizada. Durante a noite de sexta-feira e a madrugada deste sábado (19), a chuva perdeu força, levando a tempestade a se locomover para Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Contudo, o território paulista ainda deve sofrer com pancadas de chuva a qualquer momento do dia, mas com volumes moderados.

De acordo com a Defesa Civil do estado, recomenda-se atenção em áreas mais vulneráveis, em especial as que fazem divisa com Minas Gerais, onde há previsão de chuvas mais intensas. O sábado será marcado pela nebulosidade, o que não deixará as temperaturas subirem.

Nas últimas 12 horas, o maior índice de chuvas foi registrado no município de Itapirapuã Paulista, na região de Itapeva (divisa com o Paraná), com 32 mm. Assim, não foram registradas ocorrências graves provocadas por vento e chuva no Estado de São Paulo nas últimas horas.

Para evitar transtornos como os do dia 11 de outubro, quando uma tempestade e ventania atingiu a Região Metropolitana de São Paulo deixando centenas de milhares de imóveis sem energia elétrica por dias, o governo do estado montou um gabinete de crise, que continua montado no Palácio dos Bandeirantes. A iniciativa conta com um representante de cada empresa de energia elétrica que atua no estado.



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Você viu? Criança de 9 anos mata 23 animais em fazendinha no Paraná



Um menino de 9 anos invadiu uma fazendinha em Nova Fátima, no Paraná, e matou 23 animais no último domingo (13). Essa notícia, originalmente escrita por Henrique Almeida, ficou entre as mais lidas do Canal Rural nesta última semana.

O incidente ocorreu em um espaço próximo a uma clínica veterinária e foi registrado pelas câmeras de segurança do local.

Nas imagens, o garoto aparece pulando uma pequena cerca. Ele estava acompanhado por um cachorro e ficou cerca de 40 minutos no local. Entre as vítimas, 20 coelhos e três porquinhos-da-índia que foram arremessados contra a parede, esquartejados e mutilados.

Conforme relatos de uma das sócias da fazendinha, Brenda Almeida, a criança já havia causado maus-tratos a animais anteriormente. “Ele confessou o que fez, detalhou como matou os animais e não mostrou arrependimento”, relatou.

Criança não será responsabilizada

A Polícia Civil informou que, devido à idade do menino, ele não pode ser responsabilizado criminalmente, mas o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar para as devidas providências.

Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), apenas a partir dos 12 anos menores infratores podem sofrer medidas socioeducativas, caso cometam ato infracional, que não é um crime propriamente dito, mas uma ação análoga.

A ação causou comoção na cidade de Nova Fátima, que possui menos de 10 mil habitantes. Outro proprietário da fazendinha, Lúcio Barreto, lamentou o ocorrido, afirmando que o menino havia participado da inauguração do espaço no dia anterior e que, inicialmente, pensaram que ele havia voltado apenas para brincar com os animais.



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