sexta-feira, julho 31, 2026

Autor: Redação

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o que mexe com os mercados hoje


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta de 0,83% do Ibovespa, impulsionada pelo setor metálico, enquanto o dólar caiu 0,13%.

A Moody’s alertou sobre impactos da política dos EUA em bancos multilaterais.

Hoje, o foco está no IPCA de janeiro, que deve desacelerar para 4,53% em 12 meses, com alívio nos bens industriais, mas pressão de alimentos e transportes.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Dia será marcado por temporal no Sul motivado por frente fria



A estiagem que afetava parte da Região Sul, especialmente o território gaúcho, vai sair de cena, pelo menos durante o dia de hoje. Confira a previsão para todo o país:

Sul

A aproximação de uma nova frente fria pelo Rio Grande do Sul provoca pancadas de chuva na campanha, sul e leste do estado, que podem vir na forma de temporal. No Paraná, pancadas isoladas, assim como no sul e norte catarinense. No interior gaúcho e oeste catarinense, predomínio de tempo firme. A onda de calor vai seguir atuando, mantendo as temperaturas elevadas nos três estados do Sul.

Sudeste

Dia de sol entre algumas variações de nebulosidade sobre a Região. A partir da tarde, a combinação de calor e umidade favorece para pancadas isoladas com raios, mas que podem ser fortes pelo interior de São Paulo e no sul e Triângulo mineiros. No Espírito Santo, chuva isolada na metade norte do estado, enquanto no Rio de Janeiro e centro-norte de Minas Gerais o predomínio é de tempo firme.

Centro-Oeste

O tempo segue instável e com pancadas de chuva, especialmente a partir da tarde em grande parte da Região. Na metade norte de Mato Grosso, o dia fica mais nublado e pode chover a qualquer hora com alguns temporais. Em Mato Grosso do Sul e no sul e oeste de Goiás, chove forte com raios, enquanto no Distrito Federal as pancadas são mais irregulares e com menor intensidade. As temperaturas permanecem elevadas e o tempo fica abafado na Região.

Nordeste

Na costa norte do Nordeste, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) estimula a formação de nuvens carregadas e pancadas de chuva que podem ser fortes desde o Rio Grande do Norte até o Maranhão. Por outro lado, na costa leste, a infiltração marítima favorece para chuva isolada. No interior da Bahia e no sertão nordestino, predomínio de sol e calor.

Norte

Previsão de pancadas de chuva a qualquer momento em toda a Região, com chance para temporais no Acre, Amazonas, Pará e oeste do Tocantins. No Amapá, a Zona de Convergência Intertropical favorece chuva forte e condição para temporal.



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Trump eleva tarifas de importação de aço e alumínio para 25%; Brasil não sairá ‘machucado’, diz entidade


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (10) uma sobretaxa de 25% sobre o aço e alumínio de todos os países que exportam ao país em relação aos 10% que havia imposto em 2018, em seu primeiro governo.

O mandatário da Casa Branca já havia sinalizado, durante a campanha, que lançaria mão de tais expedientes contra os países que, em suas palavras, querem prejudicar os Estados Unidos.

O Brasil é a segunda nação que mais vende tais commodities minerais aos norte-americanos. Em 2024, recorde histórico das vendas nacionais, foram computados mais de US$ 6 bilhões em comercialização ao país, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Ao todo, o país da América do Norte compra 48% do ferro e do aço exportados pelo Brasil.

‘Pé de igualdade’ no aço e no alumínio

tubo de açotubo de aço
Foto: Pixabay

Para a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), a sobretaxa anunciada trará impactos negativos, considerando que as exportações desses produtos para o mercado norte-americano são expressivas para a economia brasileira.

A entidade pondera, por outro lado, que, por se tratar de uma taxação aplicada a todas as economias e não exclusivamente ao Brasil, o cenário colocaria os países em condições de concorrência mais equilibradas.

O presidente da Federação, Flávio Roscoe, afirma que a expectativa é de que o Brasil não seja prejudicado de forma significativa nas sobretaxas sobre o alumínio e o aço.

“Assim como ocorreu no primeiro mandato de Donald Trump, entendemos que, mesmo com a adoção de sanções, o Brasil poderá obter algumas concessões. Grande parte das nossas exportações são de produtos semi-elaborados, que passam por processos de industrialização em empresas norte-americanas, muitas delas coligadas a companhias brasileiras. Isso pode ser um fator favorável para que o Brasil não saia machucado dessa situação”, afirma.

Princípio da reciprocidade

Em entrevista a rádios mineiras na última quarta-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia afirmado que, em uma eventual taxação do governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros, aplicaria o princípio da reciprocidade.

Lula lembrou que a Organização Mundial do Comércio (OMC) permite a taxação de até 35% para qualquer produto importado. “Para nós, o que seria importante seria os Estados Unidos baixarem a taxa, e nós baixarmos a taxação. Mas se ele, ou qualquer país, aumentar a taxa de imposto para o Brasil, nós iremos utilizar a reciprocidade, nós iremos taxar eles também”, disse.

Tal situação, para o presidente, é simples e democrática e não envolve questões ideológicas.

Contudo, seguindo a linha do presidente, a ordem no governo brasileiro é a de usar o “pragmatismo e a serenidade” para dar uma resposta. O Itamaraty não quer aumentar a crise, mas também já sinalizou que não vai se silenciar.

O portal UOL revelou no sábado (8) que uma lista de produtos e setores começou a ser desenhada para uma eventual retaliação. Neste rol, um dos segmentos aventados seria o de produtos digitais.



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Como o mercado do boi gordo iniciou a semana: veja as cotações


O mercado físico do boi gordo abriu a semana com preços mais baixos nas principais regiões, com destaque para os estados de Goiás e São Paulo.

De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o movimento de queda reduz expressivamente o diferencial de base entre São Paulo e Mato Grosso.

“As escalas de abate em São Paulo apresentam alguns avanços; resta ainda saber o impacto das vendas de carne durante a primeira quinzena do mês. A exportações ainda apresentam desempenho satisfatório na primeira semana de fevereiro; este é um importante elemento a ser considerado”.

  • São Paulo: R$ 325,25 (R$ 329,10 na sexta-feira passada)
  • Goiás: R$ 303,57 (R$ 306,25 anteriormente)
  • Minas Gerais: R$ 313,53 (R$ 314,71 na última sexta)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,95 (estável)
  • Mato Grosso: R$ 320,74 (R$ 322,42 no dia 7)

Mercado atacadista

carnecarne

O mercado atacadista se depara com preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma elevação dos preços durante a primeira quinzena do mês.

O quarto traseiro segue precificado a R$ 25,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17,80 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,12%, sendo negociado a R$ 5,7844 para venda e a R$ 5,7824 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7631 e a máxima de R$ 5,8241.



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AgroNewsPolítica & Agro

Falta de chuva compromete a produção de noz-pecã



A falta de chuvas e o forte calor podem agravar ainda mais as perdas




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), as baixas precipitações em janeiro e as altas temperaturas já refletem possível quebra na safra de noz-pecã no estado.

Na região de Santa Maria, os impactos climáticos começam a preocupar os produtores. Em Cachoeira do Sul, os pomares sem irrigação e em solos arenosos apresentam um abortamento floral significativo, afetando 30% das áreas cultivadas. Até o momento, a estimativa média de quebra na produção do município é de 15%.

A falta de chuvas e o forte calor podem agravar ainda mais as perdas, tornando essencial o monitoramento climático e o uso de técnicas que minimizem os danos nas lavouras.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Trigo: Vendas semanais dos EUA ficam abaixo do esperado, informa USDA


Logotipo Notícias Agrícolas

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou, nesta sexta-feira (3), as vendas senanais de trigo 2024/25 em 140,6 mil toneladas. O volume ficou aquém das expectativas do mercado de 200 mil a 500 mil toneladas e a Coreia do Sul se destacou como principal destino do grão norte-americano. 

Assim, em todo ano comercial, o país já comprometeu 16,904,9 milhões de toneladas. O total é maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando pouco mais de 15 milhões de toneladas já haviam sindo comprometidas. O USDA estima que as exportações somem 23,13 milhões de toneladas. 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Distribuidoras querem dispensa do mandato de mistura do biodiesel ao diesel



As grandes distribuidoras de combustíveis do país consideram pedir à Agência Nacional do Petróleo (ANP), um “waiver”, espécie de dispensa temporária, do cumprimento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel B vendido a varejistas.

Segundo fontes do setor, a petição administrativa à ANP seria feita pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom). A informação foi confirmada pelo diretor-executivo do Sindicom, Mozart Rodrigues.

O documento está pronto e aguarda aprovação final das presidências das empresas associadas. Contudo, não há reunião agendada para tratar do tema nesta segunda-feira (10).

O Sindicom reúne hoje Vibra, Raízen e Ipiranga, além de Shell, TotalEnergies, YPF, Castrol, Iconic, Moove e Petronas Lubrificantes.

Qual a razão do pedido?

O pedido de “waiver” por parte das grandes empresas do setor vem em resposta a uma suposta escalada das fraudes ligadas ao alto preço do biodiesel que, em dezembro, superou o do combustível fóssil em R$ 2,70 por litro, diferença que ficou comumente acima dos R$ 2,30 ao longo do ano.

Ao não realizar a mistura, empresas regionais obtêm vantagem de até R$ 0,37 por litro em cima de empresas que observam a regra, calcula o Instituto Combustível Legal (ICL), um think tank setorial financiado por algumas das empresas reclamantes.

Hoje o mandato do biodiesel está em 14% da mistura do diesel, o que deve passar a 15% a partir de março e aumentar em 1 ponto porcentual por ano até 2030, conforme previsão em lei.

A movimentação feita agora, portanto, também se antecipa ao aumento previsto em 1º de março, cujo efeito prático é tornar o descumprimento do mandato ainda mais vantajoso financeiramente.

Movimento de pressão

Executivos do setor enxergam o pedido mais como um “movimento de pressão” por maior fiscalização, visto que, dificilmente, a ANP concordaria em suspender o mandato do biodiesel.

Formalmente, a ideia é que o pedido de interrupção do cumprimento da mistura valha até que a agência demonstre capacidade de fiscalizar o setor.

Eles ressaltam que, nos últimos meses de 2024, o trabalho de fiscalização da qualidade dos combustíveis feito pela ANP chegou a ser interrompido por falta de verba.

“Chegamos a uma situação limite. Se há número tão grande de ‘players’ atuando de forma irregular, é preciso rever essa fiscalização. E até lá, que se suspenda a exigência. Pelo menos até que o xerife (ANP) tenha condições de fiscalizar”, diz uma fonte.



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Pouca movimentação no mercado da soja; confira as cotações no Brasil



O mercado brasileiro de soja teve um dia de movimentação fraca nesta segunda-feira, com poucas negociações e apenas lotes pontuais sendo comercializados. Os preços apresentaram variações mistas. A indústria segue apontando preços atrativos para o curto prazo, mas os produtores ainda mantêm suas pedidas altas. Para pagamentos alongados, há mais ofertas disponíveis no mercado.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): Aumento de R$ 132,00 para R$ 133,00
  • Região das Missões (RS): Aumento de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Porto de Rio Grande (RS): Estabilizou em R$ 132,00
  • Cascavel (PR): Sem alteração, permaneceu em R$ 124,00
  • Porto de Paranaguá (PR): Aumento de R$ 131,00 para R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): Aumento de R$ 112,00 para R$ 113,00
  • Dourados (MS): Queda de R$ 118,00 para R$ 117,00
  • Rio Verde (GO): Aumento de R$ 112,00 para R$ 114,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam de forma mista, perto da estabilidade. A movimentação no mercado foi influenciada pela expectativa do relatório de fevereiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pelo acompanhamento de questões como sobretaxas impostas pelos EUA e o clima na Argentina.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio, o que gerou receio de retaliações que poderiam impactar produtos agrícolas americanos

Argentina

Previsões climáticas para a Argentina indicam chuvas que podem aliviar o estresse hídrico e minimizar os prejuízos na safra. O USDA deverá manter poucas alterações em suas estimativas, aumentando a previsão para a safra do Brasil para 170 milhões de toneladas e reduzindo a de Argentina para 50,6 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam a US$ 10,49 1/2 por bushel (sem alteração), enquanto a posição maio teve cotação de US$ 10,65 1/2 por bushel, também sem alteração. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 0,90 ou 0,29%, a US$ 300,50 por tonelada, e no óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,73 centavos de dólar, com baixa de 0,22 centavo ou 0,47%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou com queda de 0,12%, negociado a R$ 5,7844 para venda e a R$ 5,7824 para compra. Durante o dia, a moeda variou entre R$ 5,7631 e R$ 5,8241.



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Vassoura-de-bruxa da mandioca está restrita ao Amapá, diz Mapa



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) havia declarado, em 30 de janeiro, emergência fitossanitária para a praga quarentenária Rhizoctonia theobromae (Ceratobasidium theobromae), conhecida como vassoura-de-bruxa da mandioca nos estados do Amapá e do Pará.

Contudo, para tranquilizar os produtores, a pasta divulgou nota de esclarecimento na tarde desta segunda-feira (10), com as seguintes afirmações:

  • A praga não tem qualquer relação com a vassoura-de-bruxa do cacaueiro. Trata-se de uma doença nova, detectada oficialmente em julho de 2024 no estado do Amapá.
  • O fungo não representa qualquer risco à saúde humana, apesar de ser altamente destrutivo para as lavouras de mandioca.
  • Até o momento, não há registros da praga no estado do Pará. Embora a emergência tenha sido declarada para os estados do Amapá e do Pará, a presença da praga está confirmada apenas em alguns municípios do Amapá. O Pará foi incluído na medida preventiva por fazer fronteira terrestre com o Amapá, onde a praga segue avançando, e por ser o maior produtor de mandioca do Brasil.

Sintomas da vassoura-de-bruxa

Plantas atacadas pelo fungo ficam com ramos secos e deformados, nanismo e proliferação de brotos fracos e finos nos caules, conforme pesquisas da Embrapa Amapá.

Com a evolução da doença, é comum a ocorrência de clorose, murcha e seca das folhas, morte apical e morte descendente das plantas.

Já a dispersão pode ocorrer por meio de material vegetal infectado, ferramentas de poda, além de possível movimentação de solo e água. A movimentação de plantas e produtos agrícolas entre regiões também pode facilitar a dispersão do patógeno, aumentando o risco de infecção em novas áreas.



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Safra de soja 24/25: veja o cenário nas regiões produtoras



A safra 2024/2025 de soja no Brasil está apresentando um cenário positivo em várias regiões produtoras, com destaque para o Matopiba, onde a colheita superou as expectativas em comparação com a safra anterior. Em Mato Grosso, a situação é de recuperação, após o atraso causado pelas chuvas, com os produtores intensificando os trabalhos para avançar na colheita.

No estado de Mato Grosso, quase 2% da área cultivada já foi colhida até o momento, representando um aumento de mais de 16 pontos percentuais em relação à semana passada. No entanto, o ritmo segue mais lento em relação ao mesmo período do ano passado, quando já havia sido colhido mais de 51% da soja.

Na Bahia, os números são mais otimistas. Dados preliminares da Associação de Agricultores Irrigantes do Estado da Bahia (Aiba) indicam que as áreas irrigadas têm apresentado um bom desempenho, com produtividade superior à da safra anterior. As médias de produtividade variam entre 69 e 9,80 sacas por hectare, o que representa um avanço quando comparado com a safra passada. A boa performance se deve às condições climáticas favoráveis e ao manejo fisiológico e fitossanitário das lavouras.

No Maranhão, a colheita começou recentemente, mas ainda não é possível estimar a média de produtividade. O plantio da soja deve ser concluído esta semana, e as condições climáticas para o cultivo seguem satisfatórias. A mesma situação é observada no Tocantins e no Piauí, onde o clima está favorável para o desenvolvimento da cultura.

Por outro lado, no Rio Grande do Sul, a situação é mais delicada devido à falta de chuvas. O clima irregular tem afetado as lavouras, especialmente nas regiões Oeste e Central, que sofrem mais com os efeitos da estiagem. No Leste do estado, as condições são melhores, com a soja ainda nas fases de floração e enchimento de grãos.

Em algumas regiões, como Bajé, pelo menos 5.000 hectares não serão semeados devido à falta de chuva. No Noroeste do estado, a situação é ainda mais crítica, com produtores enfrentando dificuldades financeiras e sem conseguir acessar o seguro rural. Muitos estão na quarta safra de perdas e enfrentam sérios desafios para manter a produção.



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