O preço do leite pago ao produtor voltou a cair no Rio Grande do Sul. Em setembro, o Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores (IIPR) registrou recuo de 1,6% em relação a agosto, conforme levantamento da Farsul. O resultado reflete a maior oferta de leite no mercado, o que tem pressionado a renda nas propriedades.
No acumulado de 12 meses, o IIPR aponta deflação de 11,44%, contrastando com a alta de 6,61% do IPCA Alimentos no mesmo período. Para a federação, o dado mostra que as altas registradas no varejo não se explicam pelos valores pagos ao produtor, mas sim por outros elos da cadeia de comercialização.
Custos de produção têm leve queda
Além disso, o levantamento indica redução de 0,28% nos custos de produção em setembro, medida pelo Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP). A desvalorização de 1,4% do câmbio ajudou a reduzir o preço dos insumos importados, que representam parcela importante das despesas no campo.
Mesmo com o recuo mensal, o IICP acumula alta de 0,87% em 12 meses. O maior impacto vem dos fertilizantes, que ainda sobem cerca de 12% no período. Já os custos tributários e de comercialização diminuíram, acompanhando o movimento sazonal de menor volume de vendas.
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O impacto econômico desse tipo de iniciativa também é significativo – Foto: Divulgação
O agronegócio brasileiro, além de ser um dos pilares da economia nacional, tem se destacado como um campo fértil para inovação e construção de marca. Segundo artigo de Vanessa Chiarelli Schabbel, diretora executiva da Bop Comunicação Integrada, os eventos proprietários vêm se consolidando como uma ferramenta estratégica para fortalecer a comunicação, gerar negócios e ampliar o impacto econômico do setor.
Diferentemente das feiras tradicionais, esses eventos são concebidos e organizados pelas próprias empresas, que passam a ter total controle sobre a narrativa, os temas, o formato e a experiência oferecida ao público. Essa personalização, afirma Schabbel, permite maior engajamento, fortalecimento da autoridade da marca e criação de conexões duradouras dentro da cadeia produtiva.
O impacto econômico desse tipo de iniciativa também é significativo. A autora cita como exemplo o sucesso da Agrishow 2025, que movimentou R$ 14,6 bilhões em intenções de negócios, e o impacto de R$ 395 milhões da Festa do Peão de Barretos no turismo local. Para ela, os eventos proprietários não apenas fomentam oportunidades comerciais qualificadas, mas também constroem capital relacional e reputacional.
“Mais do que uma tendência, essa prática representa uma evolução na comunicação do agro. Ao criar seus próprios espaços de diálogo, as empresas investem diretamente na inovação, na construção de sua reputação e no fortalecimento de todo o ecossistema do agronegócio. Portanto, adotar eventos proprietários é afirmar-se como agente central no contínuo processo de desenvolvimento econômico e social impulsionado pelo campo brasileiro”, conclui.
Uma árvore muito conhecida ganhou destaque na última semana. Isso porque a espécie é amplamente usada na arborização urbana de várias cidades brasileiras, mas que pode ser mortal para abelhas nativas. Estamos falando da Spathodea campanulata, de grande porte e que pode atingir até 25 metros de altura.
Em Santa Catarina, por exemplo, o plantio ou manutenção da árvore são proibidos por meio de uma lei, com aplicação de multas de R$ 1 mil por planta ou muda produzidas. Neste sentido, o governo catarinense até lançou uma campanha de conscientização.
Origem exótica
A espécie é conhecida como espatódea, bisnagueira ou tulipeira-do-gabão e vem de regiões tropicais da África Ocidental. A sua disseminação na América do Sul ocorreu por causa das flores grandes e coloridas, se tornando uma característica conhecida em várias ruas pelo Brasil.
Além do uso ornamental da árvore, são diversos os registros das propriedades medicinais dessa espécie e uso como controladores de pragas. Porém, estudos laboratoriais e relatos de campo apontam que néctar, pólen e mucilagem da planta podem reduzir a sobrevivência de espécies nativas de abelhas.
Como a planta afeta as abelhas?
Segundo as pesquisas, o néctar e o pólen da espatódea aumentam a mortalidade de espécies de Melipona, abelhas sem ferrão. Além disso, os estudos indicam a presença de compostos na mucilagem e no pólen que são tóxicos ou interferem no metabolismo desses insetos. Assim, o padrão de mortes dentro das flores e o aumento da mortalidade em condições controladas são consistentes entre si.
Em resposta a esses riscos, estados brasileiros passaram a restringir o plantio da espécie, por meio de legislações e orientações técnicas. A recomendação é evitar o plantio da espécie próximo a áreas de apicultura e corredores de vegetação nativa. Para arborização urbana, a orientação é priorizar espécies nativas comprovadamente “amigas” dos polinizadores, reduzindo os riscos.
O governo dos Estados Unidos deve liberar cerca de US$ 3 bilhões em auxílio a produtores rurais, segundo o Wall Street Journal. O repasse será feito pela Commodity Credit Corporation (CCC), fundo vinculado ao Departamento de Agricultura norte-americano (USDA).
A medida ocorre enquanto o país enfrenta impactos da disputa comercial com a China, que reduziu as exportações de grãos e afetou a renda de agricultores. Para viabilizar a liberação, o USDA pretende reabrir as operações centrais da Agência de Serviços Agrícolas (FSA), responsável por crédito e programas de apoio ao setor.
Estratégia mais ampla de apoio
De acordo com o Wall Street Journal, o governo de Donald Trump discute um pacote de mais de US$ 10 bilhões para socorrer produtores afetados pela guerra comercial. No entanto, o valor total segue em análise, enquanto parte das atividades do governo permanece suspensa.
Durante o primeiro mandato de Trump, aproximadamente US$ 23 bilhões já haviam sido destinados ao setor agrícola por meio da mesma estrutura. O novo montante sinaliza a intenção da Casa Branca de amortecer as perdas provocadas pela redução nas compras chinesas, especialmente de soja e milho.
Avanços nas negociações com a China
A liberação dos recursos ocorre às vésperas de uma nova rodada de negociações comerciais entre Washington e Pequim. Investidores acompanham a reunião marcada para sexta-feira (24) entre o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o primeiro-ministro chinês, He Lifeng.
Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, o anúncio da ajuda pode indicar pouca expectativa de acordo imediato entre os dois países. Caso as tratativas avancem, há possibilidade de um encontro entre Trump e Xi Jinping na próxima semana para tentar destravar as exportações agrícolas americanas.
O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que os Estados Unidos têm demonstrado interesse crescente no acesso às terras raras e a outros minerais estratégicos brasileiros, considerados fundamentais para a indústria de alta tecnologia.
“A discussão já faz parte do diálogo econômico entre os dois países. Ambos buscam ampliar a cooperação em áreas de energia, inovação e sustentabilidade”, disse Alckmin, em entrevista exibida na noite desta terça-feira (21), pela Record News.
Segundo o presidente em exercício, o país pode unir o potencial mineral à liderança em energia limpa para atrair novos investimentos internacionais e ampliar a cooperação com os Estados Unidos. “O Brasil tem energia abundante e energia limpa, renovável, eólica, solar, hidrelétrica. Há um espaço enorme de bom entendimento com os Estados Unidos”, afirmou.
Alckmin ainda relacionou o tema da energia à agenda ambiental global, destacando que o país tem condições de assumir papel de liderança na produção do combustível sustentável de aviação (SAF), uma das principais alternativas ao querosene fóssil. “Só Brasil, Índia e Estados Unidos têm escala para produzir o combustível sustentável de aviação.”
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém, em novembro, representa “uma avenida de oportunidades de investimento para o Brasil” consolidar sua posição na economia verde, segundo o presidente em exercício.
No dia 26 de outubro, em Kuala Lumpur, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se encontrar com Donald Trump em um momento-chave para a diplomacia comercial. A reunião, pode resultar na suspensão da sobretaxa de 40% que os Estados Unidos aplicaram a diversos produtos brasileiros, uma medida que afetou diretamente a competitividade do agronegócio.
Segundo Alckmin, as conversas já indicam uma disposição positiva da Casa Branca para rever a tarifa, o que seria um gesto de reaproximação política e econômica entre os dois países.
Na prática, a sobretaxa americana reduziu drasticamente as margens de exportadores brasileiros, principalmente de carne, café, etanol, frutas, peixes, peixes, produtos industriais, setores que sustentam parte relevante do superávit da balança comercial.
Com o dólar mais fraco e os custos internos ainda elevados, o agro brasileiro viu a combinação perfeita daquilo que mais ameaça a rentabilidade: commodities em baixa e crédito caro. A retirada da tarifa traria alívio imediato a produtores e exportadores, reequilibrando preços e abrindo espaço para novos contratos. Mais do que um gesto diplomático, seria um sinal concreto de confiança no Brasil como fornecedor global.
O encontro em Kuala Lumpur é mais do que um aceno entre líderes, é uma oportunidade de reposicionar o Brasil como parceiro estratégico em um mundo que busca segurança alimentar. Trump, pressionado por setores industriais americanos, precisa mostrar pragmatismo comercial. Lula, por sua vez, quer fortalecer a imagem de que o país pode conciliar crescimento econômico, estabilidade política e sustentabilidade.
Se houver acordo, o resultado será sentido nas fazendas, nos portos e nas cooperativas: mais previsibilidade, mais mercado e mais renda para quem produz.
Mesmo que o anúncio ainda dependa de ajustes técnicos e prazos formais, o simples fato de haver diálogo já muda o humor dos mercados. A suspensão da sobretaxa de 40%, se confirmada, simboliza não apenas o fim de uma disputa comercial, mas o início de um novo ciclo de cooperação econômica.
O agro brasileiro deve acompanhar de perto, e se preparar. Porque quando a política abre portas, é a eficiência do produtor que garante a travessia.
*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural
O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.
O governo brasileiro anunciou nesta terça-feira (21) a abertura de novos mercados para produtos do agronegócio em países da Ásia e da África. As autorizações incluem exportações de castanha-do-Brasil para o Japão, ovos processados para Singapura, heparina purificada suína para a Coreia do Sul, carne de patos e coelhos para o Egito e derivados de ossos bovinos, chifres e cascos para a Índia.
Com as novas habilitações, o Brasil chega a 460 oportunidades comerciais abertas desde 2023, resultado da atuação conjunta dos ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE). Segundo o governo, os acordos reforçam a estratégia de diversificação de destinos e produtos com maior valor agregado.
Ásia amplia presença nas exportações brasileiras
Entre janeiro e setembro de 2025, 37% das novas aberturas de mercado foram destinadas ao continente asiático. A região tem se consolidado como um dos principais destinos dos produtos brasileiros.
No Japão, com 124 milhões de habitantes, o país asiático importou mais de US$ 3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2024. A inclusão da castanha-do-Brasil amplia as opções de ingredientes para o setor de panificação e confeitaria local, que busca alimentos com alto teor de selênio e qualidade nutricional.
Em Singapura, que importa mais de 90% dos alimentos consumidos internamente, o Brasil foi autorizado a vender ovos processados. O produto é voltado principalmente para hotéis e restaurantes, que demandam insumos padronizados e de maior durabilidade.
A Coreia do Sul também ampliou a lista de produtos brasileiros, aprovando a importação de heparina purificada suína, insumo usado na produção de medicamentos anticoagulantes. Em 2024, o país asiático comprou quase US$ 3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para soja, açúcar e cereais.
Índia e Egito reforçam parcerias com o Brasil
Durante missão oficial do vice-presidente Geraldo Alckmin à Índia, foi acordada a exportação de derivados de ossos bovinos, chifres e cascos. Esses subprodutos têm valor industrial e contribuem para o aproveitamento integral da cadeia pecuária, servindo de base para gelatina e insumos têxteis.
Já o Egito, parceiro tradicional do Brasil em proteínas animais, autorizou a compra de carne de patos, outras aves e coelhos. A medida amplia a presença brasileira no mercado halal, que valoriza a previsibilidade e a certificação sanitária dos produtos de origem animal.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 só deve ocorrer depois de o governo resolver a questão fiscal. Segundo ele, votar o texto antes disso poderia obrigar o Congresso a alterar a meta posteriormente.
A declaração foi dada nesta terça-feira (21), em meio às discussões sobre as novas medidas que o Ministério da Fazenda deve encaminhar para compensar a perda de receitas após a queda da Medida Provisória (MP) que previa aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Fazenda busca alternativas à MP do IOF
A MP, que perdeu validade no início de outubro, havia sido retirada de pauta pelos deputados. Desde então, a equipe econômica trabalha em alternativas para recompor o Orçamento de 2026.
Entre as possibilidades estão mudanças nas regras de compensação de créditos tributários de PIS/Cofins e ajustes no seguro-defesa, benefício voltado a pescadores durante o período de defeso. A expectativa é que as propostas sejam enviadas ainda nesta semana ao Congresso Nacional.
Fontes ligadas ao relator da LDO, deputado Gervásio Maia (PSB-PB), indicam que não há previsão para votação do texto enquanto não houver clareza sobre o impacto fiscal das novas medidas.
Impasse fiscal trava o calendário da LDO
A indefinição sobre como o governo vai recompor receitas afeta diretamente o cronograma do Orçamento. O Executivo busca alternativas para cobrir a frustração de receitas provocada pela derrubada da MP, sem ampliar o déficit previsto.
Parlamentares da base aliada avaliam que a revisão das compensações de PIS/Cofins é a proposta com maior chance de consenso no Congresso, por causar menos resistência entre as bancadas.
Com o impasse, a análise da LDO segue sem data definida, e o debate fiscal continua no centro das negociações entre o governo e o Legislativo.
O Sebrae Pará (PA) tem atuado de forma estratégica para apoiar empreendedores e produtores rurais. Com isso, busca garantir que todos estejam preparados para aproveitar as oportunidades geradas por um dos maiores eventos climáticos do mundo: a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que reunirá representantes de 190 países.
“Nós já estamos trabalhando na COP30 há alguns anos”, diz Péricles Diniz, gestor estadual de turismo e agronegócio do Sebrae Pará.
Segundo Diniz, o evento vai muito além do turismo. “A gente está falando de um evento que mexe com várias áreas de negócios no Pará inteiro. Você tem aí, um evento para os produtores rurais mostrarem a sua produção de frutas regionais, que a maioria dos visitantes não conhece como o nosso cupuaçu, bacuri, jambo e várias frutas.”
Além disso, com o apoio do Sebrae, produtores rurais vêm buscando parcerias com restaurantes. Essa iniciativa fortalece o conceito de gastronomia regional sustentável.
“E por outro lado os restaurantes passaram a entender que, comprar produtos dos produtores locais é mais vantajoso, porque os produtos são mais frescos e chegam com menos tempo de uso.”
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Legado além da COP30
Mais do que o impacto econômico imediato, Diniz ressalta que todo o trabalho desenvolvido para o evento tem um valor duradouro.
“O importante não é só a COP30, mas o que ela deixa de aprendizado e transformação. Pequenos produtores rurais que eram acostumados a vender somente para feiras estão se habituando a transformar embalagens para o seu produto, transformar modo de venda, marketing, a questão de digitalização e isso é um legado que a gente vai ter aqui, pós-COP”, conclui Diniz.
Péricles Diniz participa doprogramaPorteira AbertaEmpreendernesta sexta-feira (24), às 18h. Além da COP30, o gestor estadual de turismo e agronegócio do Sebrae Pará compartilha dicas e orientações sobre gestão de crise. Sintonize e participe!
Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação
Sobre a COP30
O evento acontece em Belém (PA) entre os dias 10 e 21 de novembro, no Parque da Cidade – espaço que será a principal sede da COP30, abrigando tanto a Blue Zone (Zona Azul), dedicada às negociações oficiais, quanto a Green Zone (Zona Verde), voltada a debates com a sociedade civil, manifestações culturais e iniciativas de ciência, inovação e empreendedorismo sustentável.
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O Brasil mantém presença consolidada com dois pavilhões – Foto: Divulgação
A Agritechnica 2025, que acontece de 9 a 15 de novembro em Hannover, na Alemanha, promete ser a edição mais internacional da história. Segundo a organizadora DLG (Sociedade Agrícola Alemã), o evento reunirá 37 pavilhões nacionais e regionais, um recorde absoluto, representando 23 países. A novidade fica por conta de cinco estreantes: Austrália, República Tcheca, Hungria, Polônia e Turquia, que se juntam aos mais de 2.700 expositores esperados para esta edição.
O aumento no número de pavilhões confirma o papel da Agritechnica como o principal palco global de negócios do agronegócio. São esperados cerca de 430 mil visitantes de quase 150 países, reforçando o potencial da feira para conectar empresas a novos mercados e parceiros estratégicos. Entre os estreantes, a Austrália ganha destaque com o projeto “Team Australia Mission”, liderado pela Australian Agritech Association, em parceria com o governo de Queensland e a AgriFutures growAG. O pavilhão australiano apresentará tecnologias voltadas à produtividade, sustentabilidade e adaptação climática — áreas em que o país vem se destacando globalmente.
O Brasil mantém presença consolidada com dois pavilhões (nos pavilhões 9 e 15), reforçando o peso da agricultura tropical e das soluções desenvolvidas para grandes culturas. Já os pavilhões do Canadá, França e República Tcheca terão papel de destaque durante o Dia Internacional do Agricultor, em 12 de novembro, com entrada gratuita para produtores desses países e programação especial sobre inovação e desafios produtivos.
Além das inovações tecnológicas, a feira também aposta em experiências culturais. No dia 11 de novembro, acontecem simultaneamente a “Australia Night” e a recepção canadense, encontros voltados ao networking e à integração entre profissionais do agro. Segundo Timo Zipf, gerente de projeto da Agritechnica, os pavilhões nacionais “trazem não apenas tecnologia, mas também o espírito e a identidade de cada país”, transformando Hannover no epicentro global da agricultura moderna.