sábado, maio 2, 2026

Autor: Redação

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Renegociação atenderá plenamente 100% dos produtores endividados, diz Fávaro



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, avalia que a Medida Provisória (MP) que autoriza a renegociação das dívidas de produtores rurais afetados por intempéries climáticas atenderá a plenamente os produtores endividados.

“100% dos produtores rurais terão oportunidade de renegociar suas dívidas. Serão R$ 12 bilhões do Tesouro para equalização dos juros e estímulo dentro da MP para bancos renegociarem com recursos próprios da ordem de R$ 20 bilhões. Portanto, serão R$ 32 bilhões para a renegociação das dívidas”, afirmou Fávaro a jornalistas nos bastidores da Expointer, feira agropecuária realizada em Esteio, no Rio Grande do Sul, onde ministros anunciaram a medida.

O ministro explicou que os valores que superarem os limites de enquadramento dos produtores previstos na MP para renegociação das dívidas com juros controlados poderão ser alongados com juros livres.

Isso ocorrerá, segundo Fávaro, dentre um incentivo que a MP trará para bancos renegociarem dívidas com recursos próprios.

“Serão R$ 12 bilhões destinados pelo Tesouro à repactuação das dívidas com limite de até R$ 3 milhões por produtor e um incentivo ao sistema financeiro que pode agregar mais R$ 20 bilhões para as renegociações. Isso vai permitir que todos produtores tenham alternativa nova para repactuação das dívidas. Ao valor que exceder os R$ 12 bilhões, produtores terão alternativa de negociar com taxas pré-fixadas ou pós-fixadas”, detalhou o ministro.

Fávaro defendeu ainda “coerência com o orçamento” público. “Os estudos apresentados tecnicamente pelo Banco Central mostram que 96% dos produtores rurais serão atendidos dentro das próprias faixas de limite de enquadramento, podendo migrar para a faixa de cima e para o crédito com recursos próprios do banco”, observou o ministro.

Recursos para a renegociação

A MP foi assinada nesta sexta-feira (5), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deve ser publicada ainda nesta sexta em edição extra do Diário Oficial. Serão R$ 12 bilhões em recursos do Tesouro para renegociação de dívidas com juros controlados.

A medida será válida para pequenos, médios e grandes produtores, com expectativa de alcançar até 100 mil produtores rurais. Poderão acessar o crédito, produtores com perdas em duas safras nos últimos cinco anos em municípios que decretaram duas vezes calamidades nesse período. A MP terá abrangência nacional.

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Fávaro destacou que os financiamentos com recursos controlados terão nove anos de prazo de pagamento com uma ano de carência e começo das parcelas em 2027. “Os juros serão altamente subsidiados com taxas de 6% a 10% ao ano conforme os portes de produtores ante uma Selic desproporcional de 15%”, afirmou o ministro.

Pequenos produtores

Pequenos produtores, enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), poderão acessar até R$ 250 mil em recursos com juros de 6% ao ano.

Médios produtores, no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), terão acesso a crédito de até R$ 1,5 milhão com juros de até 8% ao ano e demais produtores poderão acessar R$ 3 milhões com juros de 10% ao ano.

A renegociação das dívidas dos agricultores é um pleito sobretudo de produtores do Rio Grande do Sul, que tiveram a produção afetada nas últimas seis safras por secas e enchentes consecutivas e pediam a securitização dos empréstimos.

“Tenho certeza que as medidas atenderão plenamente os produtores endividados e vai permitir que os bancos retomem o Plano Safra 2025/26, que estava prejudicado por essa inadimplência dos produtores. A partir de agora, ele deve ganhar volume e rapidez”, apontou o ministro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja em leve alta em Chicago


A soja negociada em Chicago encerrou a quinta-feira (05) em leve alta, sustentada pela deterioração das lavouras nos Estados Unidos e por compras de oportunidade. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos da oleaginosa conseguiram reverter as perdas iniciais e fecharam o dia em terreno positivo, refletindo preocupações sobre a produtividade americana diante do avanço da seca no Centro-Oeste.

No fechamento, o contrato de soja para novembro subiu 0,15% ou US$ 1,50 cents/bushel, a US$ 1.033,00, enquanto janeiro avançou 0,14% ou US$ 1,50 cents/bushel, a US$ 1.051,50. No farelo, outubro registrou alta de 0,90% ou US$ 2,50/ton curta, a US$ 280,10. Já o óleo de soja, também para outubro, encerrou com valorização de 0,14% ou US$ 0,07/libra-peso, cotado a US$ 51,51.

Apesar do suporte climático, o mercado segue pressionado pela ausência contínua de compras chinesas, que impede altas mais expressivas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu a proporção de lavouras em boas ou excelentes condições, reforçando expectativas de menor produtividade. A consultoria americana Allendale também revisou suas estimativas, prevendo safra de 116,16 milhões de toneladas, abaixo dos 116,82 milhões projetados pelo USDA em agosto, com produtividade média de 3.583 quilos por hectare, frente aos 3.605 quilos anteriormente calculados.

O mapa semanal de monitoramento da seca mostrou aumento significativo das áreas afetadas: a seca moderada no Centro-Oeste cresceu de 4,51% para 14,18%, e a área de soja sob algum grau de seca passou de 11% para 16%. Apesar do avanço, os números ainda permanecem abaixo dos 19% registrados no mesmo período de 2024, o que traz algum alívio, mas não afasta o viés de cautela no mercado.

 





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veja como as cotações encerraram a semana



O mercado físico do boi gordo encerra a semana apresentando predominante acomodação dos preços, com manutenção do padrão dos negócios em grande parte do país.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, Mato Grosso pode ser apontado como uma exceção, com tentativas de compra em patamares mais baixos.

“Os frigoríficos de maior porte ainda dispõem de boa incidência de animais de parceria (contratos a termo), além da utilização de confinamentos próprios”, diz.

De acordo com ele, as exportações seguem como o grande destaque da atual temporada, com forte ritmo de embarques nas últimas semanas. O destaque segue para as vendas com destino ao México e a China.

  • São Paulo: R$ 311,42 — ontem: R$ 312,17
  • Goiás: R$ 303,57 — inalterado
  • Minas Gerais: R$ 298,24 — R$ 299,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,89 — R$ 319,66
  • Mato Grosso: R$ 309,66 — R$ 311,69

Mercado atacadista

O mercado atacadista encerra a semana apresentando firmeza dos preços em grande parte do país. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela alta das cotações no curto prazo, considerando o efeito da entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

“Vale o destaque de a carne de frango ainda dispor de maior competitividade frente às demais proteínas de origem animal, em especial se comparado com a carne bovina”, ressalta.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24 por quilo, o dianteiro a R$ 18,10 e a ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,10 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,58%, sendo negociado a R$ 5,4150 para venda e a R$ 5,4130 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3825 e a máxima de R$ 5,4395. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,13%.



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Confira os preços da soja na primeira semana de setembro



Nesta sexta-feira (5), o mercado brasileiro de soja teve uma sessão moderada, com negócios pouco expressivos. Segundo Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, os prêmios registraram alta consistente, mas a desvalorização do dólar e as perdas em Chicago limitaram a reação das cotações.

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O cenário é voltado às vendas semanais de soja nos EUA, para as expectativas em torno da colheita americana e para o aguardado relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, do mês de setembro.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de 134,50 para 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em 135,00
  • Rio Grande (RS): caiu de 141,00 para 140,00
  • Cascavel (PR): manteve em 136,00
  • Paranaguá (PR): caiu de 141,00 para 140,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em 127,00
  • Dourados (MS): subiu de 126,00 para 127,00
  • Rio Verde (GO): manteve em 125,00

A soja em Chicago

Em Chicago, os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias (CBOT) fecharam a sexta-feira (5) com preços mais baixos, ampliando as perdas acumuladas na semana. O mercado tentou reação com cobertura de posições vendidas, mas o cenário fundamental voltou a pressionar as cotações. Na semana, o contrato novembro, o mais negociado, recuou 2,6%.

O mercado ainda se mostra cético sobre um acordo comercial entre China e Estados Unidos e não vê indício de recuperação da demanda chinesa pela soja americana. Além disso, a safra americana se desenvolve bem e o próximo relatório do USDA deve confirmar uma boa produção. No Brasil, a sinalização é de mais uma safra cheia em 2025/26, rompendo a casa de 180 milhões de toneladas.

Exportações norte-americanas

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram negativas em 23.800 toneladas na semana encerrada em 28 de agosto. Para a temporada 2025/26, ficaram em 818.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 300 mil e 1,6 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 123.000 toneladas de soja para destinos desconhecidos, para entrega na temporada 2025/26. Também informaram uma operação envolvendo 204.650 toneladas de soja recebidas no período coberto pelo relatório para destinos desconhecidos na temporada comercial 2025/26.

Produção brasileira de soja 25/26

A produção brasileira de soja em 2025/26 deverá totalizar 180,92 milhões de toneladas, com elevação de 5,3% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 171,84 milhões de toneladas, de acordo com Safras & Mercado. Em 11 de julho, data da estimativa anterior, a projeção era de 179,88 milhões de toneladas.

Safras indica aumento de 1,2% na área, estimada em 48,21 milhões de hectares. Em 2024/25, o plantio ocupou 47,64 milhões de hectares. O levantamento aponta que a produtividade média deverá passar de 3.625 quilos por hectare para 3.771 quilos.

Contratos futuros de soja

Nos contratos da soja em grão com entrega em novembro, houve baixa de 6,00 centavos de dólar, ou 0,60%, a US$ 10,27 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,45 1/2 por bushel, com baixa de 6,00 centavos ou 0,59%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou inalterada, a US$ 284,00 por tonelada.

No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,23 centavos de dólar, com perda de 0,73 centavo ou 1,40%.

Dólar

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,58%, sendo negociado a R$ 5,4150 para venda e a R$ 5,4130 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3825 e a máxima de R$ 5,4395. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,13%.



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Expointer supera trauma de 2024 e indica futuro do agro gaúcho


Ao se aproximar da Expointer os visitantes têm uma breve ideia do que vão vivenciar durante a feira: a fila de carros já da um ótimo indicativo da quantidade de pessoas envolvidas no evento, sejam profissionais atuando, representantes setoriais, políticos e, logicamente, visitantes. São 70 mil metros quadrados no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil.

Ao entrar na feira para quem já viveu a Expointer as sensações são bastante familiares: os cheiros, sabores, o vai e vem da organização, dos expositores. Os animais são um capítulo à parte. Refino genético ao extremo, apenas o melhor do melhor, touros premiados, matrizes de primeira categoria, entre outros animais que mostram a capacidade do desenvolvimento genético no Brasil, aumentando significativamente os índices de produtividade da pecuária brasileira.

Para pessoas que são visitantes a diversão é garantida, com muito entretenimento, música, boa comida e boa bebida. Mas a Expointer vai muito além disso, visto que as negociações acontecem o tempo todo, com cifras representativas.

Após a tragédia de 2024 é ótimo ver um evento que deixa evidente a resiliência do agronegócio gaúcho, de fato uma potência.

Desafios do produtor gaúcho

Os desafios vivenciados pelo produtor gaúcho são muitos ao longo da década, considerando que o clima não foi necessariamente gentil com o mercado local. Quebras de safra causadas por estiagem prolongada durante os anos de La Niña, que também afetaram a pecuária gaúcha, e impactaram nos níveis de produtividade.

No Setor Carnes a tragédia de 2024 também produziu vulnerabilidades na blindagem sanitária dentro das granjas, com registro de um foco de Newcastle e o inédito foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP – gripe aviária) em aves comerciais registrado no primeiro semestre de 2025.

A crise de crédito que afeta o agronegócio brasileiro é mais incisiva no Rio Grande do Sul, que precisa de mais linhas para conseguir sustentar uma produção agrícola de alto padrão, uma marca histórica do estado.

Os juros são altos e muitas vezes estrangulam as margens do produtor local. A contratação do seguro agrícola é outro desafio, algo que se tornou bastante complicado após anos problemáticos.

A Expointer é a prova da grandeza do agronegócio gaúcho, com a capacidade singular de se reinventar diante de tantos desafios e de anos complicados. Apesar dos desafios e dos problemas recorrentes, algo é certo no restante da década: o agronegócio gaúcho tende a se fortalecer, gerando emprego e renda para o estado.

*Fernando Henrique Iglesias é coordenador do departamento de Análise de Safras & Mercado, com especialidade no setor de carnes (boi, frango e suíno)


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Chuvas estão chegando, mas quando? Saiba como fica o tempo até o início de outubro



O vazio sanitário da soja termina neste domingo (7) em Mato Grosso, o que libera oficialmente o início do plantio da safra 2025/26, que pode se estender até 7 de janeiro. No entanto, as condições climáticas atuais preocupam os produtores. Afinal, quando as chuvas chegam a Mato Grosso e outras regiões do Brasil?

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De acordo com previsões meteorológicas, o Centro-Oeste, o Sudeste e o Matopiba apresentam níveis de umidade do solo abaixo de 20%, o que caracteriza um cenário de forte estiagem. Nos próximos cinco dias, praticamente não há previsão de chuvas significativas para o Centro-Oeste, dificultando o início do plantio.

Apenas áreas do oeste de Mato Grosso, como Juína, devem registrar pancadas de chuva entre 15 e 20 milímetros, o suficiente para favorecer os primeiros trabalhos no campo. Já o centro-leste do estado só deve receber precipitações mais regulares na virada do mês, entre a última semana de setembro e a primeira de outubro.

Chuvas se espalharão a partir do dia 16

Entre 16 e 20 de setembro, a expectativa é de que as chuvas se espalhem também por Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, mas ainda de forma irregular e pouco volumosa. Em regiões produtoras como Diamantino, por exemplo, a previsão indica retorno mais consistente das precipitações apenas a partir da segunda quinzena de setembro, quando chega a primavera.

Até lá…

O alerta segue ligado: além da escassez de chuvas, as temperaturas máximas devem atingir até 40 °C em várias localidades, aumentando a preocupação do produtor quanto às condições de plantio e desenvolvimento inicial das lavouras.



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como está o mercado da soja


O estado do Rio Grande do Sul projeta recuperação recorde e mercado apresenta queda regional de preços para a soja, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de preços para pagamento em meados de setembro, com entrega entre agosto e setembro, ficaram em R$ 140,00 nos portos. No interior, as cotações marcaram perda em torno de R$ 134,00 por saca em Cruz Alta. Passo Fundo e Santa Rosa/São Luiz ficaram em R$ 134,00 variando conforme a data de pagamento, enquanto em Panambi o preço de pedra foi registrado em R$ 122,00 por saca ao produtor”, comenta.

Santa Catarina define regras para a nova safra e mantém estabilidade nas cotações. “O mercado de soja em Santa Catarina acompanha a estabilidade nacional, com negociações em ritmo lento e cotações sem variação entre as principais praças. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,84”, completa.

Enquanto isso, o Paraná inicia transição para nova safra com mercado de soja em ritmo moderado. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 142,50 (+0,35%). Em Cascavel, o preço foi 130,29 (+1,45%). Em Maringá, o preço foi de R$ 133,32 (+2,59%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 133,45 (+1,34%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 124,00 (+0,81%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a soja amplia crédito rural e mercado de soja registra mercado dividido. “Esse comportamento reflete a dinâmica interna da comercialização e reforça a necessidade de avanços em capacidade de armazenagem para sustentar o ritmo de crescimento do polo agrícola sul-mato-grossense. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 121,00 (-2,035), Campo Grande em R$ 121,00 (-1,87%),Maracaju em R$ 122,00 (-1,05%), Chapadão do Sul a R$ 122,45 (+0,54%), Sidrolândia a em R$ 123,30”, informa.

Mato Grosso mantém valorização da soja apesar da queda em Chicago. “A insuficiência de silos obriga os produtores a venderem parte expressiva da safra logo após a colheita, momento em que a pressão sobre os preços é maior. Campo Verde: R$ 123,50 (+2,70%). Lucas do Rio Verde: R$ 119,16, Nova Mutum: R$ 119,16. Primavera do Leste: R$ 123,50 (+2,18%). Rondonópolis: R$ 130,00 (+8,11%). Sorriso: R$ 119,30 (+0,21%)”, conclui.





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Exportações de ovos aumentam 72% em agosto, com receitas quase dobradas ante 2024



As exportações brasileiras de ovos, incluindo produtos in natura e processados, totalizaram 2.129 toneladas em agosto de 2025, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O volume é 71,9% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram embarcadas 1.239 toneladas.

A receita gerada com os embarques de ovos em agosto chegou a US$ 5,729 milhões, desempenho 90,8% superior em relação ao mesmo período de 2024, com US$ 3,003 milhões.

Acumulado do ano

Com este resultado, as exportações acumuladas entre janeiro e agosto alcançaram 32.303 toneladas, número 192,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (11.057 toneladas).

A receita no acumulado do ano atingiu US$ 75,295 milhões, incremento de 214,5% em relação aos US$ 23,943 milhões obtidos no mesmo intervalo de 2024.

Destino dos ovos brasileiros

Em agosto, os principais destinos de exportação dos ovos foram:

  • Japão: 578 toneladas (+328,5% em relação a agosto de 2024);
  • Estados Unidos: 439 toneladas (+628,9%);
  • México: 304 toneladas sem comparativos com o ano anterior;
  • Emirados Árabes Unidos: 182 toneladas (sem embarques no mesmo mês do ano anterior);
  • Chile: 172 toneladas (-79,6%)

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os embarques para os Estados Unidos sofreram os efeitos do tarifaço, com diminuição no fluxo embarcado no mês.

“Ao mesmo tempo, vemos a retomada de destinos, como os Emirados Árabes Unidos e o fortalecimento para novos importadores, como o México. De qualquer forma, não são esperados efeitos significativos à oferta interna de ovos, já que exportamos menos de 2% de nossa produção”, avalia.



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Consultoria eleva estimativa da produção 2025/26 de soja no Brasil



A produção brasileira de soja em 2025/26 deve alcançar 180,92 milhões de toneladas, segundo nova projeção da consultoria Safras & Mercado. O volume representa alta de 5,3% em relação à temporada anterior, de 171,84 milhões de toneladas. Em julho, a estimativa era de 179,88 milhões de toneladas.

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O levantamento aponta crescimento de 1,2% na área plantada, passando de 47,64 milhões para 48,21 milhões de hectares. A produtividade média projetada é de 3.771 quilos por hectare, acima dos 3.625 quilos registrados em 2024/25.

“As revisões foram pequenas e, claro, só o plantio e a colheita vão confirmar de fato a área e a produtividade. Ainda assim, a expectativa segue de aumento de área, mas nada muito agressivo como já vimos em outros anos, até porque os custos estão mais altos e as dificuldades de financiamento podem limitar o uso de tecnologia”, afirma Rafael Silveira, analista e consultor de Safras & Mercado.

Regiões produtoras de soja

No Rio Grande do Sul, a projeção é de recuperação e safra cheia, desde que o clima seja regular, sem avanço de área. Em estados do Centro-Oeste, a tendência é de manutenção de área, mas com boas perspectivas de produção. O Mato Grosso do Sul deve se recuperar das perdas de 2025, enquanto em Mato Grosso há previsão de expansão de área, mas com menor uso de tecnologia, o que pode impactar a produtividade.

No Nordeste, a expectativa é de avanço de área acompanhado de boas produtividades.

Oferta e demanda de soja

A Safras estima exportações brasileiras de soja em 108 milhões de toneladas em 2026, contra 105 milhões em 2025, o que representa alta de 3%. Não houve alteração em relação à projeção anterior para 2026, divulgada em julho. Já para 2025, a consultoria elevou a previsão em 1 milhão de toneladas.

O esmagamento deve alcançar 59,5 milhões de toneladas em 2026, ante 59 milhões na projeção anterior. Para 2025, a previsão foi ajustada de 57 milhões para 58 milhões de toneladas. A consultoria não prevê importações em 2026, e para 2025 o volume segue estimado em 150 mil toneladas.

Com isso, a oferta total de soja em 2026 deve chegar a 188,29 milhões de toneladas, crescimento de 8%. A demanda é estimada em 170,9 milhões de toneladas, aumento de 3% em relação ao ano anterior. Os estoques finais podem subir 136%, passando de 7,37 milhões para 17,39 milhões de toneladas.

“Além das revisões na safra 2025 e na expectativa para 2026, os principais movimentos foram no esmagamento e nas exportações. Como ainda não há definição clara sobre a relação China x EUA e os chineses seguem sem grandes compras de soja americana, enquanto os line-ups brasileiros continuam fortes, aumentamos as projeções de exportação para 105 milhões de toneladas. O esmagamento deve ficar perto de 58 milhões de toneladas em 2025”, explica Silveira.

Segundo ele, esse movimento reduz o balanço em cerca de 2 milhões de toneladas, mas ainda assim o Brasil deve carregar um estoque de passagem elevado entre 2025 e 2026, muito superior ao do ciclo anterior.

Derivados

A produção de farelo de soja deve atingir 46,708 milhões de toneladas em 2026, aumento de 3%. As exportações devem crescer 4% para 24 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno está projetado em 20,7 milhões, alta de 8%. Os estoques tendem a subir 38%, chegando a 7,295 milhões de toneladas.

Já a produção de óleo de soja deve crescer 3%, alcançando 11,603 milhões de toneladas. As exportações devem recuar 17%, para 1 milhão de toneladas, enquanto o consumo interno deve subir 6%, chegando a 10,8 milhões de toneladas. O uso destinado a biodiesel também deve aumentar 6%, para 6,2 milhões de toneladas. Os estoques finais devem cair 17%, para 229 mil toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho mantém preços estáveis na B3


O mercado de milho manteve a tendência de estabilidade na B3, com contratos futuros encerrando o dia em variações pontuais e sem mudanças significativas de tendência. Segundo a TF Agroeconômica, os preços continuam operando de forma lateral, refletindo o equilíbrio momentâneo entre oferta e demanda.

No cenário externo, o Brasil registrou crescimento expressivo nas exportações de milho em agosto. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram embarcadas 6.848.668,3 toneladas do grão, um aumento de 12,95% em relação ao mesmo mês de 2024. A média diária também avançou 13%, atingindo 326.127,1 toneladas, frente às 275.598 toneladas/dia do ano anterior. Esse desempenho reforça o peso do cereal brasileiro no mercado global, mesmo diante de uma safra internacional considerada recorde.

Na B3, os fechamentos mostraram leve oscilação: o contrato de setembro/25 encerrou em R$ 65,39, com alta semanal de R$ 0,27; novembro/25 fechou a R$ 68,62, em queda de R$ 0,45 na semana; e janeiro/26 terminou a R$ 71,64, com alta acumulada de R$ 0,16 na semana. Já em Chicago, o milho subiu levemente, apoiado por relatos de áreas mais secas e problemas iniciais na colheita norte-americana.

Na bolsa norte-americana, o contrato de dezembro fechou em US$ 419,75/bushel, alta de 0,42%, enquanto março ficou em US$ 437,50/bushel, ganho de 0,34%. Analistas ainda projetam safra recorde nos Estados Unidos, mas começam a rever os números para abaixo das 425 milhões de toneladas estimadas pelo USDA, diante de possíveis perdas de produtividade e aumento de doenças nas lavouras.

 





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