quinta-feira, abril 30, 2026

Autor: Redação

News

Petrobras produz pela primeira vez combustível de aviação com óleo vegetal



A Refinaria Henrique Lage (Revap) da Petrobras, em São José dos Campos, São Paulo, realizou, na primeira semana de setembro, testes para a produção de SAF (combustível sustentável de aviação) a partir do coprocessamento de óleo vegetal em mistura com correntes tradicionais de petróleo.

O combustível sustentável de aviação, também conhecido como SAF, pode substituir diretamente o querosene convencional sem necessidade de modificações nas aeronaves ou na infraestrutura de abastecimento. De acordo com a estatal, isso o torna uma solução prática e imediata para reduzir as emissões do setor aéreo.

Durante o teste, foi misturado óleo vegetal ao processo tradicional de produção do querosene de aviação (QAV). O teor de óleo vegetal no produto atingiu o patamar de até 1,2% que, na visão da empresa, é um marco fundamental na produção de combustíveis mais sustentáveis para a aviação. A Petrobras prevê que a produção comercial de SAF deve ter início “nos próximos meses”.

De acordo com o gerente geral da Revap, Alexandre Coelho Cavalcanti, a operação é “uma abordagem de menor investimento para a produção de combustíveis com conteúdo renovável, pois utiliza os ativos existentes”.

A consolidação da rota tecnológica de produção de SAF por coprocessamento é relevante para o mercado, considerando as futuras exigências do setor.

A partir de 2027, as companhias aéreas no Brasil deverão começar a usar, obrigatoriamente, esse tipo de combustível, com base na Lei do Combustível do Futuro e da fase obrigatória do Corsia, que é o programa da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci) para redução e compensação de emissões de CO2 provenientes dos voos internacionais.

Transição energética justa

Segundo o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França, o avanço representa um marco tecnológico para a Petrobras e um passo importante para o Brasil no cenário global de combate às mudanças climáticas.

“A iniciativa demonstra o compromisso da Petrobras com a inovação e a sustentabilidade, preparando-se para atender às demandas futuras de um setor aéreo mais sustentável”, disse o diretor.

Recentemente, a Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, obteve a autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para incorporar até 1,2% de matéria-prima renovável na produção de SAF. A previsão é que, a partir dos próximos meses, a refinaria inicie a produção para comercializar.



Source link

News

STF condena Bolsonaro a 27 anos e 3 meses; veja pena dos demais réus



A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta quinta-feira (11) o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado.

A pena foi definida após o colegiado entrar na fase de dosimetria das penas após a condenação dos oito réus da trama golpista.

Mais cedo, por 4 votos a 1, o colegiado condenou os acusados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Quem são os oito condenados:

  • Jair Bolsonaro – ex-presidente da República: 27 anos e 3 meses;
  • Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 17 anos de prisão
  • Almir Garnier – ex-comandante da Marinha: 24 anos de prisão
  • Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal: 24 anos de prisão
  • Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos de prisão;
  • Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa: 19 anos
  • Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice na chapa de 2022: 26 anos de prisão
  • Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro: 2 anos (beneficiado pela delação premiada).

A exceção é Alexandre Ramagem, que foi condenado somente pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Deputado federal em exercício, ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e respondia somente a três dos cinco crimes imputados pela PGR.

A prisão não acontece de forma automática, mas depois da análise dos recursos contra as condenações feitas pelos advogados dos réus.



Source link

News

Por 4 a 1, STF condena Bolsonaro e mais sete reús



Por 4 votos a 1, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes, sob acusação de liderar uma trama para permanecer no poder após as eleições de 2022.

É a primeira vez na história do país que um ex-presidente é punido por esse crime. Seguindo voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, o colegiado entendeu que ele deve ser condenado pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Bolsonaro está inelegível desde junho de 2023. Atualmente, ele cumpre prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, por ordem de Moraes.

A Corte condenou ainda mais sete aliados do ex-presidente na ação penal da trama golpista pelos mesmos cinco crimes.

A exceção é o réu Alexandre Ramagem, que foi condenado somente pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Deputado federal em exercício, ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e respondia somente a três dos cinco crimes imputados pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Após três dias de votação, além de Moraes, os votos pela condenação foram proferidos por Flávio Dino, Carmen Lúcia e Cristiano Zanin.

Na sessão de quarta-feira (10), Luiz Fux abriu divergência e absolveu Bolsonaro e mais cinco aliados. No entanto, o ministro votou pela condenação de Mauro Cid e do general Braga Netto somente pelo crime de abolição do Estado Democrático de Direito.

A prisão em função da condenação não vai ocorrer de forma automática. Somente após a análise dos recursos contra a condenação, a prisão será efetivada.



Source link

News

Caracu, Simbrasil ou Canchim? a escolha para o gado de corte lucrativo


Pecuaristas, a escolha do touro certo para o cruzamento é o segredo para produzir um gado de corte lucrativo, especialmente quando se trata de raças com aptidão para leite. Vando Tarcísio Maia, de Cavalcante, no estado de Goiás, tem um plantel de matrizes com 5/8 zebuíno e 3/8 da raça leiteira australiana illawarra. Ele quer saber qual touro usar para produzir gado de corte com sua vacada e pensa em três opções: caracu, simbrasil ou canchim. Assista ao vídeo abaixo e confira.

Nesta quinta-feira (11), o zootecnista Alexandre Zadra, especialista em genética e cruzamento industrial de bovinos, respondeu à pergunta no quadro “Giro do Boi Responde”.

Ele explica que a melhor escolha depende da busca por heterose e da padronização de cor dos bezerros.

O segredo do cruzamento: choque de sangue e adaptabilidade

Tanque com sêmen congelado. Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa Amazônia OrientalTanque com sêmen congelado. Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa Amazônia Oriental
Tanque com sêmen congelado. Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa Amazônia Oriental

Alexandre Zadra ressalta que o principal objetivo do cruzamento é gerar heterose (vigor híbrido), um “choque de sangue” que potencializa as características desejáveis do animal.

Para isso, é preciso usar raças de grupamentos genéticos diferentes. Além disso, a adaptabilidade é fundamental, principalmente em um clima tropical como o de Goiás.

A base de matrizes de Vando Tarcísio Maia, com sangue zebuíno (Tabapuã e Guzerá leiteiro) e taurino (illawarra), é muito leiteira e já produz bezerros pesados. A próxima cruza deve focar em gerar heterose e manter a rusticidade para que os animais sejam lucrativos a campo.

Raças para o cruzamento: opções para todos os objetivos

Reprodutor Caracu em área de pastagem. Foto: Acervo/Renato Francisco Visconti FilhoReprodutor Caracu em área de pastagem. Foto: Acervo/Renato Francisco Visconti Filho
Reprodutor Caracu em área de pastagem. Foto: Acervo/Renato Francisco Visconti Filho

Para produzir gado de corte com a base de matrizes de Vando, Alexandre Zadra sugere diversas opções, dependendo da cor e das características que ele busca no bezerro:

  • Bonsmara: Se o objetivo for ter bezerros vermelhos retintos e com pelo curto, o bonsmara é uma ótima opção. Além de gerar 100% de heterose, o bonsmara produzirá animais bem adaptados ao clima tropical.
  • Caracu: Para um animal de grande porte, com pelo zero e 100% vermelho, o caracu vai muito bem. Ele também trará 100% de choque de sangue, resultando em um animal rústico e com boa conversão alimentar.
  • Canchim e Santa Gertrudis: Para um animal de grande porte e um cruzamento terminal, o canchim e o santa gertrudis são excelentes opções. O santa gertrudis também produz bezerros vermelhos retintos.
  • Brangus: Se a preferência for por bezerros de pelagem preta, o brangus, que tem o porte de um animal mais europeu, é uma excelente opção.

Alexandre Zadra não menciona o simbrasil, que seria uma das opções de Vando Tarcísio Maia.

O especialista reforça que a escolha do touro deve se basear na busca pela heterose, mantendo a adaptabilidade e o metabolismo necessários para a recria, seja a campo ou suplementada.



Source link

News

Boi gordo hoje fecha em baixa nas principais praças do país; veja cotações



O mercado físico do boi gordo apresenta pressão de queda no decorrer desta semana.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias lembra que os frigoríficos de maior porte contam com escalas de abate confortáveis, considerando a incidência de animais de parceria (contratos a termo), somado a utilização de confinamentos próprios.

“Além disso, o mercado doméstico não apresentou bons índices de consumo durante a primeira quinzena de setembro. Por outro lado, como ponto de suporte para o mercado restou a exportação, que segue em ritmo acelerado durante o ano, com o país caminhando a passos largos para um recorde de embarques, com grande destaque para a receita obtida”, disse.

Preços do boi gordo

  • São Paulo: R$ 308,58 — ontem: R$ 310,83
  • Goiás: R$ 295,36 — R$ 301,96
  • Minas Gerais: R$ 292,94 — R$ 297,06
  • Mato Grosso do Sul: R$ 321,02 — R$ 320,82
  • Mato Grosso: R$ 301,89 — R$ 303,45

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com acomodação dos preços para a carne bovina no decorrer da quinta-feira.

De acordo com Iglesias, a possibilidade de reajustes diminui nos próximos dias, considerando que durante a segunda quinzena o apelo a reajustes é significativamente menor. “Além disso, a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade”, ressalta.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,10 por quilo; o quarto traseiro segue cotado a R$ 18,00 por quilo; e a ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17,10, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,27%, sendo negociado a R$ 5,3916 para venda e a R$ 5,3896 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3738 e a máxima de R$ 5,4253.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Lavouras de trigo mantêm potencial produtivo



Estado projeta produtividade do trigo em 2.997 kg/ha



Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (11) pela Emater/RS-Ascar, “a evolução das lavouras de trigo segue adequada, e 55% estão no final do ciclo vegetativo, especialmente em alongamento do pseudocaule e em desenvolvimento das bainhas foliares, que sustentarão a espiga; 30% estão em floração; e 15% em enchimento de grãos”. O órgão informou que “o estado geral das plantas nessas diferentes fases está satisfatório, compatível com o desejável no ciclo da cultura”.

O informativo destacou que “a permanência de elevado teor de umidade no solo, decorrente das chuvas frequentes, tem dificultado o manejo fitossanitário, principalmente a aplicação de fungicidas preventivos”. Segundo a Emater/RS-Ascar, “apesar das dificuldades operacionais, a sanidade da cultura está apropriada na maior parte das regiões”.

Ainda conforme a entidade, “o potencial produtivo segue promissor em razão do bom estande de plantas e das temperaturas amenas, que favorecem o ciclo da cultura”. No entanto, “os triticultores reforçaram o monitoramento das fases reprodutivas, dado o risco de incidência de doenças fúngicas, que podem comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade industrial dos grãos”. A Emater/RS-Ascar projetou “a área cultivada no Estado em 1.198.276 hectares e a estimativa de produtividade em 2.997 kg/ha”.





Source link

News

Veja como fecharam os preços da soja na véspera do relatório do USDA


O mercado brasileiro de soja apresentou poucos movimentos, em um dia marcado pela expectativa em torno do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta (12).

O analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira destaca que o ritmo das negociações foi contido, mas houve destaque para o Rio Grande do Sul, onde foram reportados volumes mais agressivos.

“Já no Paraná, a movimentação foi discreta, e nos demais estados praticamente não houve registros relevantes”, comenta.

Em Chicago, a soja encerrou em alta, mas o dólar operou abaixo de R$ 5,40 durante boa parte da sessão, o que reduziu o impacto positivo. “Os prêmios também não ajudaram para dar mais força às indicações”, acrescenta Silveira.

Preço da saca de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): permaneceu em R$ 135
  • Santa Rosa (RS): ficou em R$ 136
  • Porto de Rio Grande (RS): se manteve estável em R$ 141
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 135 para R$ 136
  • Porto de Paranaguá (PR): seguiu em R$ 140,50
  • Rondonópolis (MT): aumentou de R$ 128 para R$ 129
  • Dourados (MS): avançou de R$ 127 para R$ 128
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 126

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais altos.

De acordo com Silveira, o mercado buscou suporte em compras de barganha. “A expectativa de que haja uma revisão para baixo na produção norte-americana também ajudou na recuperação”.

O grão se afastou das máximas do dia nos últimos negócios, principalmente pela ausência de demanda por parte da China.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 541.100 toneladas na semana encerrada em 04 de setembro.

Destinos desconhecidos lideraram as compras, com 431.700 toneladas. Analistas esperavam
exportações entre 400 mil e 1 milhão toneladas.

Expectativas para o relatório

O USDA deverá indicar corte na projeção de safra dos Estados Unidos em 2025/26. Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra norte-americana em 2025/26 deverá ficar em 4,273 bilhões de bushels, contra 4,292 bilhões previstos em agosto.
Para os estoques de passagem, a previsão é de um número de 293 milhões de bushels para 2025/26, contra 290 milhões projetados em agosto. Para 2024/25, a aposta é de um corte, passando dos 330 milhões indicados em julho para 327 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 125,6 milhões de toneladas. Em agosto, o número ficou em 125,2 milhões. Segundo o mercado, a indicação do USDA para 2025/26 deverá ser de 125,4 milhões de toneladas, contra 124,9 milhões projetados em agosto.

Contratos futuros

capa-cotação-da-soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro de 2025 fecharam com alta de 8,25 centavos de dólar por bushel ou 0,80%, a US$ 10,33 1/2 por bushel.

A posição novembro de 2025 teve cotação de US$ 10,52 1/2 por bushel, avanço de 7,75 centavos de dólar por bushel ou 0,74%.

Nos subprodutos, a posição dezembro de 2025 do farelo fechou com ganho de US$ 1,90 ou 0,66%, a US$ 287,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2025 fecharam a 51,60 centavos de dólar por libra-peso, elevação de 0,59 centavo ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,27%, sendo negociado a R$ 5,3916 para venda e a R$ 5,3896 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3738 e a máxima de R$ 5,4253.



Source link

News

confeiteiro transforma doce em versão salgada e criativa



Um dos doces mais populares do país ganhou nova versão no litoral paulista. O confeiteiro Matheus Medeiros de Carvalho, de 23 anos, inovou ao unir duas paixões nacionais em uma só: o brigadeiro e o camarão.

Natural de São Vicente, ele usou a paisagem típica da cidade para preparar o prato à beira-mar. O profissional já acumula cerca de 284 mil seguidores e 334 publicações em sua rede social. 

“Até eu me surpreendi, fica maravilhoso! Se bobear melhor que o brigadeiro de bacon “, comenta Carvalho, em resposta a um de seus seguidores. 

Em outra publicação, ele relembrou como iniciou na confeitaria, destacando o início das vendas na rua. “Não importa se estava chovendo ou um sol de rachar, todo dia eu saía para vender na esperança de algo melhor no futuro”.

Aprenda a receita:

Ingredientes

  • 1 Lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • 50g de chocolate branco
  • 100g de camarão-de-sete-barbas frito em pedaços
  • 1 colher de manteiga
  • Cream cheese

Modo de preparo

  1. Derreta a manteiga e refogue o camarão.
  2. Acrescente o leite condensado e o creme de leite, mexendo até atingir o ponto de brigadeiro
  3. Retire da panela, transfira para uma superfície e deixe esfriar
  4. Modele em bolinhas e finalize com rosetas de cream cheese para decorar

Outros sabores de brigadeiros

O confeiteiro também criou versões alcoólicas do doce, como de cerveja e vinho, além de variações alternativas, entre elas bubbaloo, carne seca e açaí. Embora os brigadeiros sejam destaque em suas publicações, ele também compartilha receitas de outras sobremesas.





Source link

News

Umidade relativa do ar bate 6% em cidade brasileira; tempo seco deve continuar?



O Brasil entrou em emergência na tarde de quarta-feira (10) pelo tempo mais seco em 2025. A umidade relativa do ar (URA) em 10% ou abaixo foi registrada no Paraná, em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, no Tocantins, na Bahia e no Maranhão.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

No aeroporto de Ribeirão Preto, cidade do norte paulista, aliás, esse índice foi de apenas 6%, de acordo com a Climatempo. Para se ter ideia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a umidade no ar em torno dos 60% como adequada para o conforto humano.

Os níveis extremos de baixa umidade no ar estão diretamente relacionados com o grande aumento do calor que vem sendo observado no Brasil nesta segunda semana de setembro de 2025.

Na tarde de quarta, os termômetros em torno dos 40°C foram observadas em estados do Centro-Oeste, do Norte e do Nordeste, mas muitas áreas no interior de São Paulo, oeste e norte de Minas Gerais e norte do Paraná registram temperaturas entre 35°C a 39°C.

“Quanto mais quente o ar, maior é a evaporação natural da umidade. O aumento do calor desta semana está fazendo com que o ar, o solo, a vegetação percam mais umidade”, diz a Climatempo.

Tempo seco vai continuar?

A maioria das áreas do Brasil vai continuar sem chuva pelo menos até o início da próxima semana, diz a Climatempo.

As temperaturas vão continuar elevadas no Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste e parte do Paraná, onde não há expectativa de entrada de ar frio que possa ajudar a diminuir o calor.

Níveis de umidade do ar entre 21% e 30% serão observados em amplas áreas do país até o começo da próxima semana. Além disso, índices de umidade relativa do ar em torno dos 10% devem voltar a se repetir em várias áreas do interior do Sudeste, nos estados do Centro-Oeste, no interior do Nordeste e também no Tocantins e em áreas do leste do Pará.



Source link

News

Manejo de pastagem: o guia para escolher o capim ideal para gado e cavalo


Pecuaristas, a busca por uma pastagem que sirva para o gado e para os cavalos na mesma área é um desafio. Raimundo Marcos, de Palmas, no estado do Tocantins, tem essa dúvida e quer saber se existe alguma variedade de capim que possa atender a ambos os animais. Assista ao vídeo abaixo e confira as recomendações na íntegra.

Nesta quinta-feira (11), o engenheiro agrônomo Wagner Pires, especialista em pastagens e embaixador de conteúdo do Giro do Boi, respondeu à pergunta no quadro “Giro do Boi Responde”.

Ele explica que a maioria das gramíneas serve para os dois, mas o segredo está no manejo, devido às diferentes formas de pastejo.

Diferença no pastejo: gado vs. cavalo

Foto: Ricardo Paino Beltrame/Embrapa

A principal diferença entre o pastejo do gado e do cavalo é a forma como eles cortam o capim. O bovino come andando, pegando as pontas do capim. Já o cavalo come parado e corta o capim até embaixo, e se não houver um manejo correto, ele pode ir até a raiz.

Para os bovinos, essa forma de pastejo não traz problema. O problema mora nos equídeos, pois se eles comerem a gema apical (o tecido de onde brota a folha), a planta não vai brotar novamente e a forrageira pode ser prejudicada.

Por isso, para os cavalos, é preciso plantar um capim que tenha a gema apical bem baixinha.

Capins ideais para gado e cavalo

Capim humidicola. Foto: DivulgaçãoCapim humidicola. Foto: Divulgação
Capim humidicola. Foto: Divulgação

A maioria das gramíneas serve para o gado e para o cavalo, mas algumas variedades são mais indicadas para equídeos por terem a gema apical mais baixa e uma melhor digestibilidade. Wagner Pires recomenda:

  • Braquiária humidícola
  • Dictyoneura ou laneiro
  • Tifton
  • Grama estrela
  • Panicum aruana: É um material excelente para equinos, caprinos e ovinos por ter a gema apical baixa.

O especialista alerta para o uso do capim Massai. Quando está baixo, o cavalo come bem. No entanto, à medida que cresce, o capim Massai perde digestibilidade.

O cavalo, que gosta do capim, come em grande quantidade, o que pode causar empazinamento e, em alguns casos, até a morte do animal.

O uso do Mombaça e do Zuri, que são capins de porte mais alto, deve ser feito com cautela, pois o cavalo pode comer a gema apical e estragar a forrageira. O segredo, portanto, é a escolha do capim certo para o manejo que você pretende ter.



Source link