segunda-feira, abril 27, 2026

Autor: Redação

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Decisão sobre lei antidesmatamento era esperada, avalia Cecafé



A nova legislação antidesmatamento da União Europeia deve ser adiada pela segunda vez. Com a notícia, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) avalia que a medida deixa claro que as novas regras demandam mais tempo para uma implementação completa. Nesta terça-feira (23), a Comissão Europeia manifestou a intenção de postergar a lei por mais um ano.

Para Silvia Pizzol, diretora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da entidade, o Regulamento para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR, na sigla em inglês) ainda é um trabalho em andamento. “É um regulamento que demanda mais tempo para a plena implementação, diante da complexidade das cadeias produtivas e da necessidade de harmonização entre as autoridades competentes”, afirma.

Ainda de acordo com ela, a medida evidencia que o desafio está na quantidade de dados exigidos e na demanda por suporte tecnológico adequado. Além disso, existem peculiaridades na adaptação dos diferentes setores produtivos.

Lei antidesmatamento: riscos para a cafeicultura brasileira

A União Europeia é o principal bloco importador de cafés do Brasil, sendo responsável por quase metade das exportações nacionais. Em 2024, foram embarcadas 23,6 milhões de sacas ao mercado europeu, aumento de 42,8%. Sendo assim, a UE representa 47% das compras totais do produto brasileiro.

Neste sentido, Pizzol lembra que a possibilidade de adiamento não foi bem uma surpresa para o setor. Em maio, o Cecafé participou de uma missão sobre os desafios da operacionalização prática da lei antidesmatamento com as partes interessadas europeias.

“A intenção de prorrogação manifestada pela Comissão Europeia reforça o que observamos durante a missão. Ficou claro que o EUDR é um trabalho em andamento”, conclui.



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Governo do RS divulga números da ferrugem asiática da safra de soja 24/25



O monitoramento realizado pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi) e pela Emater/RS-Ascar sobre a ferrugem asiática da soja detectou altos níveis de esporos (infecção) nas semanas iniciais da safra 2024/25. As informações foram divulgadas pelo governo do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (23).

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O destaque dos municípios fica para Muitos Capões (602 esporos), Três Passos (372), Ijuí (293) e Cruz Alta (205). A doença, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, registrou as primeiras ocorrências em outubro de 2024 no Rio Grande do Sul, logo após o fim do vazio sanitário.

Os meses de outubro e novembro concentraram os maiores níveis de inóculo, seguidos por março de 2025. Entre as regiões, o Planalto Médio apresentou a situação mais crítica, com 5.584 esporos, seguido pelo Planalto Superior – Serra do Nordeste (2.908) e pelo Alto/Médio Vale do Uruguai (2.281). A análise indicou que os picos do fungo aconteceram logo após períodos de chuva e em condições de alta umidade relativa do ar.

Safra 24/25 auxiliada pelo clima

Apesar da elevada infecção inicial, o clima freou a expansão da doença na soja. A safra 2024/25 foi marcada pela neutralidade climática, sem predominância de El Niño ou La Niña, mas com chuvas abaixo da média em grande parte do estado e ondas de calor em fevereiro e março, quando as temperaturas ultrapassaram os 41°C. Esses fatores reduziram a formação de novos focos e resultaram em um avanço menor que o observado na safra anterior, quando o El Niño favoreceu a maior disseminação da ferrugem.

O estudo conta ainda com a participação de outras instituições de pesquisa, além do Departamento de Defesa Vegetal (DDV/Seapi). O diretor do DDV, Ricardo Felicetti, destaca que o objetivo é monitorar a presença do fungo nas áreas de produção de soja e identificar as condições meteorológicas favoráveis ao seu desenvolvimento, permitindo a elaboração de um prognóstico de risco de ocorrência da ferrugem-asiática. “As informações geradas podem ser utilizadas para o início do controle da doença e para a tomada de decisão quanto ao uso de fungicidas”, explica.

Pesquisa

O programa de monitoramento da ferrugem no RS mantém coletores de esporos em 77 lavouras de soja, distribuídas em 75 municípios que representam as 11 regiões ecoclimáticas do estado. Os dados são atualizados semanalmente e disponibilizados em mapas on-line, auxiliando produtores no manejo preventivo da doença.

Vazio sanitário no estado – safra de soja 25/26

Atualmente, o Rio Grande do Sul cumpre o período de vazio sanitário da soja, em vigor de 3 de julho a 30 de setembro, quando é proibida a manutenção de plantas voluntárias ou em qualquer fase de desenvolvimento. A medida é considerada fundamental para reduzir a sobrevivência do fungo entre as safras.



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AgroNewsPolítica & Agro

Plano Safra reforça segurança alimentar no Pará



Pará recebe ações do Plano Safra 2025/26 em Belém



Foto: Divulgação

O fortalecimento da agricultura familiar no Pará ganhou novo impulso nesta terça-feira (23), em Belém, com a realização de ações do Plano Safra 2025/2026. Durante a solenidade, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou medidas que “vão desde o apoio direto às cozinhas solidárias até a formalização de termos que ampliam a participação de cooperativas e associações no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)”.

A superintendente regional da Conab no Pará, Rosanna de Angelis Vallinoto Costa, participou do evento, que marcou um passo para aproximar a produção dos agricultores familiares das demandas sociais. Entre as ações, ocorreu a entrega simbólica de duas toneladas de gêneros alimentícios destinados a cinco cozinhas solidárias: Mãos de Mulheres e Pão Partilhado (Ananindeua), Mulheres das Flores e Resistência (Belém) e Mãos Solidárias (Igarapé-Açu). Segundo a Conab, “essas iniciativas contribuem para a segurança alimentar de famílias em situação de vulnerabilidade”.

O evento também incluiu a assinatura de quatro Termos de Participação da Agricultura Familiar (TPAFs) referentes ao PAA 2025, instrumento que “assegura espaço para entidades da agricultura familiar na venda direta ao poder público”. Além disso, foi autorizada a entrega de sementes no âmbito do programa, medida que, de acordo com a Conab, “garante melhores condições de plantio e incentiva a produção sustentável no campo”.

As ações, segundo a companhia, reforçam o compromisso do Governo Federal “em integrar a agricultura familiar, a pesca e a aquicultura às políticas de desenvolvimento rural sustentável, com reflexos positivos para o abastecimento alimentar e a geração de renda no estado”.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Dólar encerra o dia estável e acumula queda ante o real pela 4ª semana


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar fechou a sexta-feira praticamente estável no Brasil, em meio a uma agenda esvaziada de indicadores e eventos econômicos, mas ainda assim a divisa norte-americana completou a semana com uma baixa acumulada ante o real, a quarta queda semanal consecutiva.

Apesar do avanço firme ante boa parte das demais divisas no exterior, o dólar à vista fechou a sexta-feira com leve alta de 0,02% no Brasil, aos R$5,3205. Na semana a divisa acumulou queda de 0,62% e, no ano, baixa de 13,89%.

Às 17h05, na B3 o dólar para outubro — atualmente o mais líquido no Brasil — subia 0,23%, aos R$5,3320.

A sexta-feira foi marcada por nova alta do dólar ante as demais divisas no exterior, com investidores ajustando posições após o Federal Reserve cortar, na quarta-feira, sua taxa de juros em 25 pontos-base, para a faixa entre 4% e 4,25%, sinalizando a intenção de promover novas reduções até o fim do ano.

No Brasil, em um dia de agenda esvaziada, o dólar chegou a subir em sintonia com o exterior, atingindo a cotação máxima de R$5,3405 (+0,40%) às 9h36 — ainda na primeira hora de negócios –, mas perdeu força logo depois, reaproximando-se da estabilidade.

Por trás do movimento estava novamente a percepção de que, com uma taxa Selic de 15%, o Brasil tem um diferencial de juros bastante atraente em relação aos EUA, o que atrai investimentos externos.

Em publicação nesta sexta-feira, o Departamento de Pesquisa Macroeconômica do Itaú Unibanco informou a revisão de sua projeção para a taxa de câmbio no fim deste ano, de R$5,50 para R$5,35, mantendo o valor de R$5,50 para o encerramento de 2026.

“O cenário externo benigno, com enfraquecimento global do dólar, deve permitir que o real siga operando em níveis mais apreciados no curto prazo”, registrou nota assinada pelo economista-chefe do banco, Mário Mesquita.

“Para o ano que vem, no entanto, o estreitamento do diferencial de juros, o prêmio de risco e o cenário desafiador das contas externas limitam perspectivas mais favoráveis.”

Pela manhã, o Banco Central vendeu um total de US$2 bilhões em dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos para rolagem do vencimento de outubro. Além disso, vendeu 40.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de outubro.

Às 17h08, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,32%, a 97,656.





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Preço do arroz é o menor nos últimos 5 anos



Os preços do arroz em casca seguem em queda, de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, pagamento à vista) fechou o último dia 19 de setembro a R$ 61,89/saca de 50 kg, o menor valor desde junho de 2020. 

De acordo com o instituto, a pressão está atrelada à baixa liquidez e à menor paridade de exportação, influenciada pela desvalorização do dólar frente ao Real. 

Pesquisadores explicam ainda, que nos últimos dias parte dos agentes optou por se retirar temporariamente do mercado, aguardando maior estabilidade. Aqueles que seguiram ativos realizaram operações pontuais. Foi o caso, sobretudo, de produtores que precisavam levantar recursos para custear a semeadura da safra 2025/26. 

Desmotivados pelo recuo nas cotações, produtores sinalizam diminuir consideravelmente a área de arroz nesta temporada, ainda conforme levantamento do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Exportação do algodão supera a vantagem do mercado interno



Depois de cinco meses consecutivos de vantagem para as vendas internas de algodão, os embarques da pluma voltaram a ser mais atrativos em setembro. Isso é o que aponta a análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A média recebida pela pluma exportada na parcial deste mês está em R$ 3,9410/lp (segundo a Secex), 5,6% acima da registrada no mercado doméstico (de R$ 3,7322/lp – de acordo com o Cepea). 

Com as vendas externas mais atrativas, agentes brasileiros têm priorizado os embarques de algodão em pluma. Segundo pesquisadores do Cepea, a colheita na fase final e o avanço do beneficiamento ajudaram a acelerar as exportações da pluma.

Em 15 dias úteis de setembro, foram escoadas 104,6 mil toneladas, 79,3% a mais que o total de agosto (58,35 mil t). Por outro lado o valor ainda está 38,3% abaixo do volume de setembro/24 (169,5 mil t), segundo a Secex.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Preços do café recuam 11% em uma semana



A segunda quinzena de setembro vem sendo marcada por quedas de preços no mercado de café. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, a pressão vem da expectativa de chuvas mais expressivas nas regiões produtoras do Brasil, da realização de lucros e da liquidação de posições de compra na Bolsa de Nova York (ICE Futures), após fortes altas, além da possibilidade de que os estados unidos retirem as tarifas dos sobre o café.

Pesquisadores ressaltam que, mesmo com a essa forte retração, os preços seguem em patamares elevados, ainda influenciados pela oferta restrita, pelos estoques reduzidos e pelo fato de o café brasileiro estar, até o momento, sobretaxado nos EUA.

Assim, entre 15 e 22 de setembro, o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, caiu 10,2%, fechando a R$ 2.133,08/saca de 60 kg no dia 22. 

Da mesma forma, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, também recuou. A variedade registrou queda de 11,1% entre15 e 22 de setembro, fechando a R$ 1.313,22/sc de 60 kg.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Horário de verão vai voltar? Bares e restaurantes pressionam governo por retorno da medida



A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) divulgou nesta segunda-feira (22) um comunicado em defesa do retorno do horário de verão no Brasil. Para a entidade, a retomada da medida é uma solução prática, de baixo custo e capaz de ajudar a reduzir o consumo de energia elétrica em um momento de seca nas principais bacias hidrográficas do país.

No documento, a Abrasel cita dados do Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden), que apontam para a severidade da estiagem em rios importantes, como Paraná, São Francisco e Tocantins. O cenário aumenta o risco de pressão sobre o sistema elétrico nacional.

“O horário de verão vigorou no Brasil por 34 anos, e foi uma medida extremamente exitosa. Ele ajudou a economizar energia, reduziu riscos sistêmicos e favoreceu o setor de comércio e serviços, especialmente bares e restaurantes. Este ano, o risco é ainda maior”, afirma a nota da Abrasel.

Horário de verão segue suspenso

Apesar da pressão do setor, o governo federal não prevê a volta do horário de verão em 2025. A medida foi suspensa em 2019 após avaliação de que mudanças nos hábitos de consumo da população teriam reduzido sua eficácia.

Segundo informações do site Ministério de Minas e Energia, o horário de verão tinha como objetivo aproveitar melhor a luz natural e reduzir o pico de consumo entre 18h e 21h. Com os relógios adiantados em uma hora, ocorria o chamado “achatamento da curva de consumo”, diminuindo a sobrecarga nas linhas de transmissão e nas subestações durante esse período crítico.

Sobre o pleito da Abrasel, o Canal Rural entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministérios de Minas e Energia, mas não obteve retorno até o momento.



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Brasil pode transformar preservação em poder global


O anúncio do presidente Lula de que o Brasil investirá US$ 1 bilhão no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) marca a entrada do país na COP de Belém com um gesto de impacto global. Mais do que um aporte financeiro, o movimento simboliza uma aposta estratégica: o Brasil quer mostrar que preservar e produzir podem ser caminhos complementares.

Essa narrativa ganha força justamente porque o país é, ao mesmo tempo, dono da maior floresta tropical do mundo e um dos maiores exportadores de alimentos. A imprensa terá, portanto, a missão de traduzir esse equilíbrio para o público: como o Brasil pretende consolidar sua imagem de guardiã ambiental sem perder competitividade no agronegócio.

Os desafios concretos

Agronegócio e clima – O Brasil é candidato a se tornar o maior produtor de alimentos do planeta, mas precisa enfrentar o avanço do CO 2 e os efeitos das mudanças climáticas. Calor extremo, secas e pragas podem comprometer safras e renda, afetando toda a economia. A imprensa deve observar como políticas públicas e ciência podem garantir resiliência no campo.

O ciclo do carbono na agricultura – Um argumento estratégico pouco explorado é que a agricultura não é apenas emissora de carbono, mas também sequestra CO2. Durante a fotossíntese, as plantas absorvem quase toda a quantidade emitida no processo produtivo.

Pesquisas da Embrapa e de universidades internacionais mostram que sistemas como plantio direto, integração lavoura-pecuária-floresta e rotação de culturas podem até gerar saldo positivo de carbono, transformando o campo em aliado da agenda climática. Para o Brasil, esse é um trunfo político: provar que é possível alimentar o mundo e, ao mesmo tempo, reduzir gases de efeito estufa.

Economia verde – O TFFF inaugura uma lógica em que a preservação gera valor econômico. É fundamental investigar se o aporte brasileiro será convertido em programas efetivos de fiscalização, incentivo ao produtor e novas cadeias de valor, ou se ficará restrito a promessas.

Geopolítica ambiental – A COP em Belém é palco para que o Brasil assuma protagonismo. Cabe à imprensa acompanhar se o país terá firmeza para liderar negociações internacionais e construir pontes entre potências e países em desenvolvimento.

A COP em Belém não será apenas uma conferência: será um teste de credibilidade para o Brasil. O país chega com ativos únicos, terra, água, biodiversidade e tecnologia agrícola — mas também com a responsabilidade de provar que pode unir produção de alimentos e preservação florestal.

Se conseguir demonstrar que é capaz de alimentar o mundo sem destruir o mundo, o Brasil sairá de Belém fortalecido como potência ambiental e agrícola. Caso contrário, corre o risco de transformar um palco histórico em mera retórica diplomática.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço de bezerros sobe em Mato Grosso



Preços dos bezerros sobem devido à menor oferta



Foto: Pixabay

A menor oferta de bezerros em Mato Grosso tem elevado os preços e beneficiado o sistema de cria no estado, segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (22). De acordo com os dados, “o preço do bezerro de 12 meses deflacionado, média de janeiro a setembro de 2025, foi de R$ 12,88/kg para machos e R$ 9,92/kg para fêmeas, aumento de 42,19% e 43,24%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2024”.

O aumento nos preços está relacionado ao maior descarte de fêmeas registrado nos anos anteriores, que resultou em menor disponibilidade de animais jovens. Segundo o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), na parcial de maio de 2025, o rebanho de bezerros machos de 0 a 12 meses foi de 4,90 milhões de cabeças, enquanto o de fêmeas somou 4,20 milhões, representando redução de 3,29% e 5,39%, respectivamente, em relação a 2024.

A valorização do preço dos bezerros tende a estimular o sistema de cria no estado, incentivando a retenção de fêmeas e reduzindo o volume de abates de matrizes. Segundo o Imea, “o cenário atual favorece a produção de animais jovens, mantendo o rebanho mais estruturado para os próximos ciclos”.





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