sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

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nova fase se dedica a animais de corte e inovações no agro



A 62ª edição da Expo Rio Preto, uma das principais feiras agropecuárias de São Paulo, dedica sua segunda fase aos animais de corte, após o sucesso da etapa de gado leiteiro.

O evento, realizado no Parque de Exposições de São José do Rio Preto, reúne cerca de 500 convidados e centenas de animais, consolidando-se como uma vitrine de alto nível para a pecuária paulista e nacional.

A exposição deste ano tem sido marcada pela excelência genética. O nível dos animais que passaram pela pista é altíssimo, com a presença de raças como Nelore, Nelore Pintado e Nelore Mocho. A pista, considerada pesada, está consagrando o que há de melhor em gado de corte de elite no Brasil, tornando o trabalho dos juízes um verdadeiro desafio.

Programação diversificada e inovações

Além dos julgamentos de gado de corte, a feira agropecuária oferece uma programação extensa e diversificada. O evento contempla o “InterTech”, uma série de palestras técnicas sobre pecuária, apicultura e agricultura, garantindo a difusão de conhecimento e a inovação no campo.

Um dos momentos mais especiais e marcantes da exposição é a celebração do movimento “A Pecuária, o Agro Feito por Elas”. A homenagem às mulheres do agro, em celebração ao Outubro Rosa, traz ao palco as principais influenciadoras e lideranças do setor. A iniciativa visa dar visibilidade à competência feminina na condução de fazendas e na entrega de produtos de alta qualidade, do campo à mesa.

Foco em bem-estar e acolhimento

A Expo Rio Preto 2025 demonstra um perfil diferenciado, investindo em detalhes que vão além da genética. A organização fez questão de ser seletiva na escolha dos criadores e dos palestrantes, garantindo consistência e qualidade em toda a amostra. O evento também foca no acolhimento de toda a família do agro, com o objetivo de criar sucessores em vez de apenas herdeiros.

Outro ponto de destaque é o cuidado com o bem-estar dos colaboradores: os tratadores e peões são recebidos com instalações de ar-condicionado e refeições de qualidade, reconhecendo-os como o maior patrimônio da pecuária brasileira. A exposição se consolida, assim, como uma festa plural, que une tradição, tecnologia e um toque de gestão humana.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Custos de insumos para produção de leite no RS sobem 0,95%



O Índice de Insumos para Produção de Leite Cru do Rio Grande do Sul (ILC) avançou 0,95% em agosto frente a julho, segundo levantamento da Assessoria Econômica da Farsul divulgado nesta terça-feira (30).

O principal fator de alta veio dos fertilizantes, cujo preço subiu 2,19%, refletindo um aumento de 7% nas cotações internacionais da ureia. O item concentrado também se encareceu, com alta de 1,5%, enquanto a silagem ficou praticamente estável (-0,02%), informou a Farsul, em nota.

No lado oposto, os combustíveis recuaram 1,5%, mas a energia elétrica manteve tendência de alta, com reajuste médio de 1,65%.

No acumulado de 2025, o indicador mostra deflação de 2,67%, movimento alinhado ao IPA-DI, da Fundação Getulio Vargas, o que reforça o diagnóstico de arrefecimento dos custos ao produtor. Ainda assim, nos últimos 12 meses encerrados em agosto, o ILC acumula inflação de 9,4%.

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Entre os componentes da cesta, destacam-se as seguintes altas:

  • Fertilizantes (14,9%);
  • Silagem (9,5%);
  • Concentrado (7,2%);
  • Sal mineral (15,7%); e
  • Energia elétrica (10%)

“Apesar das pressões setoriais, observa-se o início de um processo de desaceleração inflacionária, resultado dos efeitos defasados da política monetária contracionista”, aponta o relatório.

A Farsul projeta que, mantida essa dinâmica, o índice pode registrar leituras de deflação em 12 meses já a partir do último trimestre, favorecendo a recomposição de margens dos produtores.

Para setembro, a expectativa é de queda nos preços de milho e soja, além de possível recuo nos combustíveis diante da desvalorização do dólar e da baixa do petróleo no mercado internacional.

Em contrapartida, o segmento de ureia segue com fundamentos altistas, podendo sustentar novas pressões sobre os fertilizantes.



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Saiba as cotações de soja no último dia de setembro



O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão marcada por lentidão. De acordo com o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, foi um dia fraco novamente, com os estoques americanos pesando nos preços da soja em Chicago e refletindo no mercado interno. Segundo ele, os prêmios não conseguiram compensar as baixas da Bolsa e chegaram a recuar em alguns momentos.

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“O dólar também não subiu forte, o que reforçou a pressão negativa. O comprador tenta segurar, o vendedor não quer ceder, e o resultado é um spread alto, com poucos negócios”, explicou.

Ainda houve relatos de volumes pontuais em São Francisco do Sul (SC) e Paranaguá (PR), mas sem grandes movimentos. Em Goiás, o mercado segue travado, enquanto em Mato Grosso do Sul alguns lotes rodaram. Para o analista, o foco do produtor agora está mais voltado ao plantio e, em alguns casos, às vendas de milho.

Preços no mercado físico no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): manteve em 129,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em 130,00
  • Cascavel (PR): manteve em 129,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de 125,00 para 124,00
  • Dourados (MS): caiu de 124,00 para 123,00
  • Rio Verde (GO): caiu de 121,00 para 120,50
  • Paranaguá (PR): manteve em 135,00
  • Rio Grande (RS): caiu de 135,00 para 134,50

Soja em Chicago

Em Chicago, os contratos futuros da soja recuaram nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). No mês, as perdas ficaram em 5% e no trimestre, em 2,5%, em meio a um quadro fundamental negativo. O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre os estoques em 1º de setembro intensificou o movimento de baixa.

Números do USDA

O USDA indicou estoque acima do esperado, mas ainda assim volumoso. O desempenho negativo do trigo e do milho, que tiveram números acima do projetado pelo mercado, contribuiu para a pressão. Os estoques trimestrais de soja em grão dos EUA, na posição de 1º de setembro, totalizaram 316 milhões de bushels, abaixo da expectativa de 322 milhões. Do total, 91,5 milhões de bushels estão armazenados com os produtores, com baixa de 18% sobre o ano anterior, e 225 milhões de bushels fora das fazendas, com baixa de 3%.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 8,75 centavos de dólar, ou 0,86%, a US$ 10,01 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,20 1/4 por bushel, com baixa de 0,50 centavos ou 0,92%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,10 ou 0,76%, a US$ 273,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 49,49 centavos de dólar, com perda de 0,20 centavo ou 0,40%.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,02%, sendo negociado a R$ 5,3224 para venda e R$ 5,3204 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,3049 e R$ 5,3339. No mês e no trimestre, recuou 1,84% e 2,04%, respectivamente.



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Fruticultura e olericultura gaúchas crescem 9% mesmo com redução de produtores



Divulgado a cada dois anos pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater-RS), o levantamento frutícola e olerícola de 2025 mostra avanços na produção gaúcha mesmo com os desafios climáticos e econômicos dos agricultores do estado.

Nas frutas, a produção chega a 2,88 milhões de toneladas, incremento de 8,6% frente ao último relatório, de 2023. O faturamento do setor chega a R$ 13,4 bilhões e a área plantada já soma 140 mil hectares.

Neste rol, o maior destaque é a uva para a indústria, com área cultivada de 42 mil hectares em uma produção que chega a 839 mil toneladas, com valor de comercialização estimado em R$ 1,4 bilhão.

Na laranja, o destaque foi para o crescimento na produção, de 8%, enquanto o pêssego de mesa teve salto ainda mais representativo: quase 20%.

O coordenador técnico estadual da Emater-RS, Gervásio Paulus, considera que os números mostram a agregação de valor da cadeia no estado, além da importância econômica e social com a geração de empregos.

Quanto ao segmento olerícola, o Rio Grande do Sul produz 1,6 milhão de toneladas, avanço de 9,7% mesmo com a redução do número de agricultores envolvidos: de 46 mil propriedades em 2023 para 41 mil em 2025, redução de 10%.

O faturamento atinge R$ 6,6 bilhões, com destaque para a batata, semeada em 18 mil hectares e produção de 608 mil toneladas. Outros produtos em destaque são o brócolis, a alface, o tomate, aipim, a cebola e batata doce.

O levantamento da Emater-RS mostra geração de renda por área em R$ 95,5 mil por hectare na fruticultura e em R$ 86,5 mil por hectare na olericultura.

Paulus comenta que as condições no meio rural têm melhorado, o que, atrelado à geração de renda e a necessidade de apoio de políticas públicas tende a incentivar que novas gerações se interessem pelo setor.

“A penosidade do trabalho tem sido gradativamente reduzida, seja com o avanço da mecanização apropriada, adequada para propriedades menores, com estruturas, por exemplo, como o cultivo em bancada em espécies em que isso é possível, o que facilita a colheita e os tratos culturais”.



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Cantareira entra em faixa de restrição a partir de amanhã (1°) devido à falta de chuva em SP



O Sistema Cantareira, responsável por abastecer 46% da população da Grande São Paulo, passará a operar na faixa de restrição a partir desta quarta-feira (1º de outubro), após o volume útil de água cair para 28.3% da capacidade total. A última vez que o sistema atingiu esse nível foi em janeiro de 2022.

Diante do cenário crítico, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) autorizou, de forma temporária e excepcional, a captação suplementar de água do reservatório da usina hidrelétrica Jaguari para o reservatório Atibainha, que integra o sistema.

Abastecimento da Cantareira

Segundo o gerente nacional de Água e Sistemas Alimentares da The Nature Conservancy Brasil, Samuel Barreto, além da falta de chuva, fatores estruturais contribuem para a escassez.

“Hoje estamos com 28.3% de capacidade no Sistema Cantareira. Nessa mesma data, em 2013, que foi o ano que precedeu a maior seca pela qual passamos em 2014, tínhamos 40%, ou seja, 12% a mais. Entre as causas estão o desmatamento na Amazônia e os efeitos das mudanças climáticas”, explica.

De acordo com o gerente nacional, o sistema de abastecimento da região metropolitana opera hoje com 31.5% da capacidade, enquanto em 2013, na mesma época, estava com 51%, ou seja, 20% a mais de água disponível.

Causas da seca

Barreto explica que há uma série de causas, que vão desde o desmatamento na Amazônia, que afeta os chamados “rios voadores” e, consequentemente, parte da umidade e das precipitações no Centro-Sul do país, até os efeitos das mudanças climáticas.

Segundo ele, ainda é cedo para afirmar se o cenário atual se repetirá como ocorreu há uma década, em 2014.

A faixa de restrição limita a retirada de água pelo sistema. Antes, o limite máximo era de 33 m³ por segundo; atualmente, caiu para 23 m³, enquanto na crise hídrica de 2014/2015 chegou a 14 m³.

Barreto reforça a importância da economia doméstica: “É fundamental que o uso inteligente da água seja permanente, e não apenas em momentos críticos”.

Medidas adotadas

Outra medida já implementada é a redução da pressão da água no período noturno, que pode afetar principalmente moradores de áreas altas e periféricas, onde a água demora a circular.

Caso as chuvas não cheguem, medidas mais severas podem ser adotadas, incluindo restrições adicionais e tarifas diferenciadas para incentivar a economia.

O especialista alerta que o cuidado com a água deve ser constante: “A recuperação de mananciais e bacias hidrográficas é essencial para enfrentar extremos climáticos cada vez mais frequentes, seja com escassez ou excesso de água”, conclui.



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Vice-presidente da Aprosoja TO comenta expectativas para o plantio de soja 25/26



A partir desta quarta-feira (1º), a semeadura de soja no estado de Tocantins será liberada, após o fim do vazio sanitário. O time do Soja Brasil conversou com o vice-presidente da Aprosoja do estado, Thiago Facco, que comentou as expectativas para o plantio 2025/26 da oleaginosa.

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O tempo como aliado da soja

“Estamos na iminência do início do plantio. Já registramos algumas chuvas na região, porém sem grandes acumulados. A expectativa é que, a partir de 10 a 15 de outubro, as áreas estejam aptas para a semeadura”, explica Facco.

Desafios

Segundo o presidente, o ano é desafiador. “Enfrentamos uma situação delicada, com custos elevados, escassez de crédito e juros altos. A remuneração da safra tende a ser baixa, caso ocorra algum retorno, considerando os custos elevados e preços reduzidos”, acrescenta.

“Trata-se de um desafio que exige planejamento rigoroso por parte dos produtores. Um ponto positivo é a expectativa climática. Há a possibilidade de ocorrência de uma La Niña, o que pode favorecer bons índices biométricos na região e beneficiar a produtividade. Entretanto, mesmo com essa perspectiva, a safra exige cautela e atenção ao manejo”, conclui Facco.

Andamento da semeadura de soja pelo Brasil

O plantio da safra 2025/26 de soja no Brasil atingiu, até o último domingo (28), 3,5% da área prevista, segundo o boletim semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O avanço representa 2,9 pontos percentuais (p.p.) a mais em relação à semana anterior.

Em comparação com o mesmo período da safra 2024/25, quando 2,1% da área havia sido semeada, o plantio está 1,4 p.p. adiantado. Em relação à média dos últimos cinco anos, de 3,6%, observa-se um leve atraso de 0,1 p.p.

Entre os estados produtores, o Paraná lidera, com 13% da área plantada, seguido por Mato Grosso, com 6%. Mato Grosso do Sul registra 2%, enquanto Santa Catarina aparece com 1%.

Entre os principais produtores, o Paraná lidera os trabalhos, com 13% da área plantada, seguido de Mato Grosso, com 6%. Mato Grosso do Sul conta com 2% da área plantada e Santa Catarina, com 1%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas ganham força no Sul com chegada de frente fria



A Região Sul do Brasil terá uma semana marcada por forte instabilidade



Foto: Pixabay

A Região Sul do Brasil terá uma semana marcada por forte instabilidade, segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O alerta vale para todos os estados, com destaque para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde os volumes de chuva podem ultrapassar 60 mm. A combinação entre cavados e o avanço de uma frente fria amplia o risco de tempestades, com registro de raios, rajadas de vento e possibilidade de granizo.

A partir de domingo (05), o sistema frontal intensifica as chuvas, atingindo também o Paraná, sobretudo nas regiões centro-sul, onde são esperados acumulados de até 50 mm. Já no norte do estado e no sudoeste gaúcho, os volumes devem ser mais baixos, ficando em torno de 10 mm.

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Além das chuvas, a previsão aponta queda acentuada na umidade relativa do ar em áreas do norte paranaense, com índices abaixo de 30%, condição atípica para a época e que pode afetar o conforto térmico dos animais e o manejo das lavouras em desenvolvimento.

O cenário exige atenção dos produtores com áreas suscetíveis à erosão, além do planejamento das atividades agrícolas que dependem de janelas de tempo firme. Pancadas fortes podem impactar colheitas em andamento, atrasar tratos culturais e comprometer a logística de escoamento da produção.

 





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Colheita de milho safrinha é concluída no PR; plantio de verão alcança 77% da área



A colheita de milho segunda safra 2024/25, ou de inverno, no Paraná, foi encerrada (29), segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do estado (Seab). As lavouras atingiram 100% de maturação, com 60% em boas condições e 40% em condição média.

Segundo o Deral, o plantio da safra de verão de milho 2025/26 avança em praticamente todas as regiões produtoras, com grande parte da área já implantada.

Do milho, 77% da área prevista foi semeada. Até agora, 23% das lavouras estão em fase de germinação e 77%, em desenvolvimento vegetativo. Em sua maioria, as condições são boas (99%), com apenas 1% em condição média.

“As chuvas da última semana favoreceram a germinação e o desenvolvimento inicial das lavouras, que apresentam boas condições”, disse o Deral em boletim.

Sobre a colheita da safra de trigo 2025, o Deral mostra que o cereal foi retirado de 53% da área semeada e que 90% das lavouras têm condição boa, 9% média e 1% ruim.

“A colheita do trigo avança em diferentes regiões, já próxima da conclusão em algumas localidades. Apesar dos impactos pontuais de geadas e temporais, a maioria das lavouras mantém boas perspectivas de produtividade”, relatou o Deral. O órgão aponta que 51% das lavouras estão em fase de maturação, 37% em frutificação, 11% em floração e 1% em desenvolvimento vegetativo.

Segundo a entidade, nas áreas mais afetadas, especialmente pelas geadas, foram registradas baixas produtividades. “Em geral, a safra apresenta resultados considerados satisfatórios e, em alguns casos, superiores às expectativas iniciais.”



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Pecuária de corte consome 90% dos suplementos minerais do Brasil



A pecuária de corte brasileira mantém sua posição como a principal consumidora de suplementação mineral no país. Um balanço da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (ASBRAM) aponta que o setor é responsável por mais de 90% do consumo total de todos os produtos do segmento. Essa realidade comprova que a suplementação é uma prática consolidada e fundamental para a produtividade do gado.

As empresas do setor já movimentaram mais de 1,6 milhão de toneladas de suplementos minerais em 2023. Embora esse volume represente uma leve retração em comparação com o mesmo período do ano anterior, a intensidade do uso do produto permanece alta.

A estimativa é de que 67,6 milhões de cabeças de gado tenham sido suplementadas, evidenciando a grande escala da nutrição no Brasil.

Comportamento do mercado por categorias

A análise do mercado por categorias revela um comportamento distinto nas fazendas. Enquanto segmentos como núcleos e suplementos energéticos registraram crescimento, outros produtos como proteicos, concentrados e ureia apresentaram queda. Essa variação indica uma mudança nas estratégias de nutrição adotadas pelos pecuaristas.

O crescimento dos núcleos e suplementos energéticos é um sinal de que os produtores estão investindo em uma suplementação de precisão. O uso de núcleos permite que o pecuarista personalize a dieta do gado, garantindo que os animais recebam exatamente o que precisam para cada fase de desenvolvimento e de acordo com a qualidade da pastagem disponível.

Investimento em produtividade

A alta no consumo de suplementos energéticos reflete a busca por um melhor desempenho produtivo. A energia é crucial para que o animal transforme a pastagem em peso e, principalmente, para garantir o acabamento de carcaça exigido pelo frigorífico. Esse investimento se traduz em mais arrobas na balança.

Para o pecuarista, entender essa tendência é vital. A suplementação mineral deve ser vista não como um custo, mas como um investimento direto na saúde e na produtividade do rebanho. A ingestão correta de minerais melhora a fertilidade, fortalece o sistema imunológico e otimiza o uso do pasto.

Perspectivas para o setor

Apesar da leve retração no volume total, a perspectiva para o fechamento do ano é positiva. A ASBRAM projeta que a produção de suplementos minerais deve superar 2,3 milhões de toneladas, demonstrando que a indústria está preparada para atender à demanda do setor, que continua forte e busca eficiência.

O alto volume de animais suplementados, que ultrapassa os 67 milhões de cabeças, reforça o papel estratégico da nutrição na pecuária de corte brasileira. Refinar a estratégia nutricional é um desafio contínuo para o produtor. Consultar um técnico e utilizar dados de desempenho do rebanho são passos essenciais para escolher o suplemento ideal e maximizar o retorno sobre o investimento.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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FPA se mantém contrária à taxação das LCAs, diz Lupion



O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), afirmou nesta terça-feira (30), que a bancada mantém a contrariedade quanto à taxação sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), prevista na Medida Provisória 1303/2025, editada como alternativa à alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

“Mantemos posicionamento fechado contra taxação de 7,5% sobre rendimento das LCAs e o relator sabe disso. Alíquota de 5% também não atende à bancada”, disse Lupion, em entrevista coletiva de imprensa após reunião semanal da FPA.

O líder da agropecuária disse ainda que a bancada mantém discussões com o relator do projeto, deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP). “Conversas com o relator avançaram em alguns pontos e em outros, não”, destacou.

Tramitação da MP 1303/2025

A MP, apresentada pelo governo em alternativa à elevação do Imposto sobre Operações Financeiras, teve sua votação, inicialmente prevista para hoje, adiada na comissão mista que analisa o texto. A nova data agora é 2 de outubro.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou do almoço da bancada agropecuária, mas não falou com a imprensa.



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