domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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Novo episódio do Projeto Memórias do Brasil Rural apresenta o legado de João Martins



Na próxima quarta-feira (14), às 18h, tem novo episódio do projeto Memórias do Brasil Rural. Desta vez, a equipe do Canal Rural conta a trajetória do atual presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins.

Nascido em Feira de Santana (BA), João Martins possui o DNA do agro. Com o mesmo nome do pai, herdou dele o empreendedorismo e o olhar visionário. Formou-se em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia e, desde cedo, seguiu os passos do pai, um importante mentor que o incentivou a investir no setor.

Com luz própria e muita vontade de transformar a agropecuária, ainda jovem, além de administrar uma das fazendas da família, começou a participar das atividades associativas.

Neste episódio, o Memórias do Brasil Rural relembra a história da evolução da pecuária na Bahia e as ações disruptivas, como a compra de um navio para o transporte de gado, realizada pelo pai de João Martins, que revolucionou o setor.

O presidente da CNA faz uma análise detalhada do crescimento da agropecuária brasileira e compartilha os principais legados, como a expansão da fronteira agrícola na Bahia e os projetos que transformaram o Senar em referência para o segmento. Este é um testemunho importante de alguém que esteve e está no centro do agro nacional.

Memórias do Brasil Rural

Iniciativa é uma parceria do Canal Rural com a CNA e a Embrapa, e tem o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). O objetivo do projeto é criar o primeiro acervo audiovisual integrado do agronegócio brasileiro, reunindo registros históricos, depoimentos de personalidades e materiais de famílias de produtores rurais.

Confira o novo episódio em nosso canal do Youtube, não perca!



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Safrinha 24/25 deve ser uma das melhores



“A análise baseada em modelos de satélite”



“A análise baseada em modelos de satélite"
“A análise baseada em modelos de satélite” – Foto: Pixabay

Segundo Marcos Rubin, CEO e fundador da Veeries, em publicação nas redes sociais, as visitas a campo no oeste do Paraná e no sul do Mato Grosso do Sul confirmam o que os satélites já vinham indicando: a safrinha 24/25 caminha para ser uma das melhores dos últimos anos nessas regiões.

A empresa, especializada em análises agrícolas, baseia sua metodologia em modelos de satélite, que definem os locais de visita, os pontos de observação e as hipóteses a serem testadas. A ida a campo serve como reforço às análises remotas, permitindo à Veeries entregar inteligência com rapidez e precisão.

Um diferencial citado por Rubin é o uso de recortes semanais de plantio para estimar a produtividade das lavouras, proporcionando uma visão mais detalhada do potencial de cada área conforme o calendário de semeadura. Essa abordagem tem mostrado bons resultados nas análises mais recentes.

“A análise baseada em modelos de satélite é a espinha dorsal da nossa metodologia. É ela que define onde ir, o que observar e quais hipóteses validar. As visitas a campo complementam e reforçam nossas análises – uma combinação que nos permite entregar inteligência com precisão e velocidade”, indica.

Apesar da irregularidade do clima em parte do ciclo, a condição geral das lavouras é considerada muito boa. Enquanto algumas áreas apresentam desenvolvimento excelente, outras mostram um desempenho um pouco abaixo. Ainda assim, a expectativa para a produção de milho é bastante positiva.

“No registro, encontramos duas realidades diferentes no campo: por um lado, lavouras em excelentes condições. Por outro lado, algumas regiões mostram uma condição um pouco inferior. O resultado da safrinha no PR e MS? Até poderia ser melhor, se não fosse a irregularidade do clima durante parte do ciclo – mas, mesmo assim, será muito boa”, conclui.

 





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Milho silagem registra produtividade elevada



Santa Rosa inicia colheita de milho safrinha




Foto: Pixabay

A colheita de milho silagem no Rio Grande do Sul alcançou 94% da área, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (8). Segundo o levantamento, 3% das lavouras estão em início de maturação fisiológica e 3% em enchimento de grãos. Os produtores que optaram pelo plantio escalonado registraram rendimentos até 50% superiores em lavouras mais tardias, quando comparadas às semeadas entre novembro e dezembro.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Campanha, a colheita das lavouras semeadas a partir da segunda quinzena de janeiro está próxima da conclusão. “O tempo seco, com quatro semanas consecutivas sem chuvas, favoreceu o acesso às lavouras em terras baixas e coxilhas, sem causar seca prematura nas folhas basais”, informou a Emater. Equipes de colheita com máquinas autopropelidas, que estavam em Aceguá, agora operam em Hulha Negra, em lavouras de maior porte. Produtores relataram produtividades elevadas, com silagens contendo alta proporção de grãos e rendimentos de massa seca próximos a 40 toneladas por hectare, chegando a 50 t/ha nas áreas de melhor manejo. Algumas lavouras em várzeas foram ensiladas de forma antecipada devido à previsão de chuvas intensas, que poderiam dificultar o tráfego de máquinas e comprometer o ponto de corte.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita foi encerrada nos 7 mil hectares cultivados na safrinha. Apesar do estresse hídrico no início do ciclo, a recomposição da umidade durante as fases reprodutivas permitiu à cultura alcançar o potencial produtivo estimado. Já em Santa Rosa, a colheita de milho safrinha para silagem começou, apresentando boa qualidade e rendimento entre 35 e 45 toneladas por hectare.





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Boi gordo tem preço estável em São Paulo



Escalas de abate chegam a 11 dias em SP




Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo em São Paulo manteve-se estável nesta sexta-feira (9), segundo o informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria. De acordo com o boletim, “com parte da indústria frigorífica já abastecida, fora das compras e a demanda por carne bovina tendo sido atendida pela oferta, os preços em São Paulo mantiveram-se estáveis”. A consultoria destacou, no entanto, que havia receio de queda nos preços após o Dia das Mães, o que levou os compradores a evitarem alongar suas escalas de abate, que estavam, em média, previstas para 11 dias.

No Mato Grosso, o cenário foi de pressão sobre os preços, com alta oferta de bovinos na maioria das regiões pecuárias. Na região Norte, a cotação do boi gordo recuou R$2,00 por arroba, enquanto a vaca e a novilha registraram queda de R$3,00 por arroba. No Sudoeste, a queda foi de R$2,00 para o boi gordo, R$7,00 para a vaca e R$11,00 para a novilha. Em Cuiabá, a cotação do boi gordo caiu R$2,00 por arroba; a vaca e a novilha tiveram retração de R$7,00 e R$4,00, respectivamente. A região Sudeste do estado manteve os preços estáveis para todas as categorias.

No Noroeste do Paraná, os preços também permaneceram estáveis, com escalas de abate médias para sete dias.





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colheita chega ao fim com queda na qualidade


A colheita de arroz no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (8). Na região administrativa de Bagé, na Fronteira Oeste, o município de São Borja registrou acamamento de plantas em alguns talhões, devido a ventos intensos durante o período de maturação. Em Quaraí, os 11.336 hectares cultivados já foram colhidos, com produtividade média estimada em 9.000 quilos por hectare. A qualidade industrial das cargas entregues nesta etapa final apresentou queda, com percentual de grãos inteiros entre 55% e 58%, abaixo do padrão ideal. Em Alegrete, Maçambará, Rosário do Sul e Santa Margarida do Sul, a colheita também foi finalizada.

Na região de Pelotas, 96% da área implantada já foi colhida. As lavouras remanescentes, localizadas principalmente em Turuçu, São José do Norte, Santa Vitória do Palmar, Rio Grande, Pinheiro Machado, Pelotas, Jaguarão, Canguçu e Arroio Grande, encontram-se em estágio de maturação completa e prontas para a colheita.

Em Santa Maria, a colheita também está perto do fim. Em Cachoeira do Sul, município com maior área cultivada, 98% das lavouras foram colhidas. Nos municípios de Cacequi e arredores, os trabalhos já foram concluídos. Segundo o informativo, os rendimentos têm se mantido dentro das expectativas iniciais, apesar de relatos pontuais de redução na produtividade em algumas áreas.

Na região de Soledade, o tempo estável permitiu o avanço da colheita, que chegou a 99%. Restam apenas áreas pontuais com semeadura tardia, correspondendo a 1% da área, atualmente em maturação e prontas para a colheita.

O preço médio da saca de 50 quilos de arroz no Estado registrou queda de 0,56% em relação à semana anterior, passando de R$ 76,49 para R$ 76,06, conforme levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Uva Lumiar reduz 50% dos custos com mão de obra no campo



Embrapa lança uva sem semente que reduz custos




Foto: Divulgação

A Embrapa lançou no mercado a BRS 54 Lumiar, uma nova cultivar de uva branca sem semente que promete reduzir em 50% os custos com mão de obra no manejo dos cachos no Semiárido brasileiro. O manejo dos cachos representa cerca de 40% do custo total da mão de obra na produção de uvas de mesa.

A nova cultivar busca solucionar dois desafios do setor: a alta demanda de mão de obra para o manejo e a escassez de opções de uvas brancas sem sementes. A Embrapa afirma que a Lumiar “oferece potencial para impulsionar o segmento no País”.

Além da economia no campo, a Lumiar apresenta atributos sensoriais como bagas grandes e elípticas, textura crocante e macia, alto teor de açúcares, ausência de adstringência na película e acidez equilibrada ao final da maturação.

A BRS 54 Lumiar integra o portfólio de uvas de mesa sem sementes do programa de melhoramento genético “Uvas do Brasil”, coordenado pela Embrapa, para cultivo na região do Vale do Submédio São Francisco.

Segundo a Embrapa, “as cultivares estrangeiras de uvas sem sementes demandam, no mínimo, 50% a mais de mão de obra para a realização dessa prática” e geram outros custos aos produtores, como o pagamento de royalties por quilo de fruta vendida. Já as cultivares nacionais da Embrapa exigem apenas o pagamento pelas mudas, sem a cobrança dessas taxas.

João Dimas Garcia Maia, um dos pesquisadores da Embrapa responsável pelo desenvolvimento da nova cultivar, explicou que, “além de atender às exigências do mercado consumidor, que está cada vez mais exigente na escolha das frutas, uma nova cultivar de uva de mesa deve apresentar outras características determinantes”. Segundo ele, entre essas características estão “produtividade, tolerância ou resistência a doenças, presença de novos sabores e redução da necessidade de mão de obra para o manejo dos cachos”.

A Embrapa informa que, desconsiderando a pós-colheita, o custo da mão de obra na produção de uvas de mesa das cultivares tradicionais corresponde a cerca de 35% do custo total.





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Mandioca atinge 50% da colheita em São José do Hortêncio



A safra tem sido considerada normal em termos de produtividade




Foto: Canva

A colheita da mandioca atingiu 50% da área total em São José do Hortêncio, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (08). Na região administrativa de Lajeado, os trabalhos de limpeza das áreas seguem em andamento. A safra tem sido considerada normal em termos de produtividade, sem registro de problemas fitossanitários relevantes.

Em Cruzeiro do Sul, a cultura está em plena colheita, com produtividade média de 14 toneladas por hectare, valor considerado normal para o município. De acordo com a Emater, “no geral, a cultura apresenta boa sanidade e rendimento”. O preço médio recebido pelo produtor é de R$ 20,00 por caixa de 22 quilos.

Na região administrativa de Santa Rosa, os cultivos encontram-se na fase de acúmulo de reservas, mas vêm sendo afetados pela irregularidade das chuvas. A mandioca com casca está sendo comercializada entre R$ 3,00 e R$ 4,00 por quilo, enquanto a mandioca descascada e embalada varia de R$ 5,00 a R$ 7,00 por quilo. Alguns produtores realizaram o controle de sugadores, principalmente mosca-branca.

A Emater informou que no dia 30 de abril foi realizado um dia de campo em São Paulo das Missões, com a presença de cerca de 100 pessoas.





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Com USDA à vista, comercialização de soja dispara no Brasil; como ficou o mercado?



A comercialização da soja no Brasil ganhou força nos últimos 30 dias, conforme relatório da consultoria Safras & Mercado. Os preços favoráveis registrados na primeira quinzena de abril incentivaram os produtores a voltarem ao mercado, garantindo avanço consistente nas negociações, mesmo que ainda abaixo da média histórica.

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Segundo o levantamento, até o dia 9 de maio, 57% da safra 2024/25 já havia sido comercializada. No relatório anterior, com dados de 8 de abril, esse percentual era de 50,7%. No mesmo período do ano passado, a comercialização estava em 64,6%, e a média dos últimos cinco anos é de 70,3%.

Considerando uma produção estimada de 172,45 milhões de toneladas, o volume já negociado chega a 97,88 milhões de toneladas.

Produção de soja

Para a safra 2025/26, com uma estimativa de produção de 182,57 milhões de toneladas, a venda antecipada alcança 7,9%, o equivalente a 14,35 milhões de toneladas. No ano passado, o percentual era de 9,9%, e a média para o período é de 17,2%. O relatório anterior indicava um comprometimento de apenas 3,7%.

USDA

Na próxima segunda-feira, 12 de maio, às 13h (horário de Brasília), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará o primeiro relatório com os números da safra 2025/26. A expectativa é de um pequeno corte na produção de soja dos Estados Unidos em relação ao ciclo anterior.

Analistas internacionais projetam uma safra americana de 4,325 bilhões de bushels, abaixo dos 4,366 bilhões de 2024/25. Os estoques de passagem também devem recuar, passando dos 375 milhões estimados em abril para 370 milhões de bushels em 2024/25, com previsão de 351 milhões para 2025/26.

No cenário mundial, o mercado espera estoques finais de 122,6 milhões de toneladas para 2024/25 (ante 122,5 milhões em abril) e de 125,3 milhões para 2025/26, conforme a primeira indicação do USDA.

A estimativa para a safra brasileira deve subir ligeiramente, de 169 milhões para 169,1 milhões de toneladas. Já a previsão para a Argentina pode ser ajustada de 49 milhões para 49,3 milhões de toneladas.



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Equipamentos para pastagem aumentam eficiência no campo



A mecanização das pastagens também tem impacto sobre a sustentabilidade


Foto: Canva

Os equipamentos voltados para o manejo de pastagens vêm garantindo maior eficiência e economia de tempo para os agricultores. De acordo com técnicos do setor, o uso de máquinas específicas para corte, manejo e distribuição de pasto permite reduzir significativamente o tempo dedicado às atividades diárias no campo.

Segundo estudos internos, a produtividade no manejo de pastagens mecanizadas pode superar em até 40% os resultados obtidos com métodos manuais. Além de economizar tempo, os equipamentos contribuem para uma maior uniformidade do pasto e melhor aproveitamento da área.

Enquanto o manejo manual demanda, em média, 8 horas de trabalho por hectare, o uso de equipamentos adequados reduz esse tempo para cerca de 5 horas. Essa diferença reflete diretamente nos custos operacionais e na disponibilidade da mão de obra para outras atividades da propriedade.

Os produtores que adotaram as tecnologias destacam ainda a durabilidade e a versatilidade dos equipamentos. O investimento inicial é compensado pela redução de gastos ao longo das safras e pela maior eficiência nas operações.

A mecanização das pastagens também tem impacto sobre a sustentabilidade, ao permitir um melhor controle da altura do pasto e evitar o subpastoreio ou superpastejo, práticas que comprometem a qualidade da área ao longo do tempo.





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Seis receitas com ovos para um café da manhã especial de Dia das Mães



Neste Dia das Mães, preparar um café da manhã especial em casa pode ser um presente simples, mas cheio de significado. Para inspirar esse momento, o Instituto Ovos Brasil reuniu receitas fáceis, deliciosas e nutritivas com ovos — ingrediente versátil, acessível e ideal para envolver toda a família, inclusive as crianças, na homenagem do domingo.

“O ovo é um alimento completo, rico em proteínas de alto valor biológico, vitaminas e minerais essenciais. Ele garante energia e nutrição logo cedo, com o benefício de ser prático e saboroso — ideal para quem quer celebrar o Dia das Mães com saúde e afeto”, explica a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil.

As preparações podem agradar a todos os perfis de mães, passando pelas mais tradicionais e também pelas que gostam de experimentar novidades. O importante é montar uma refeição especial, cheia de sabor, carinho e afeto. Confira:

Delicado e charmoso, o crepe com frutas vermelhas é uma opção perfeita para surpreender no café da manhã de um dia especial.

Massa:

  • 150 g de farinha de trigo
  • 1 colher de fermento em pó
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 pitada de sal

Recheio:

  • 1 xícara de açúcar refinado
  • 150 g de morangos

Modo de preparo da massa: bata todos os ingredientes no liquidificador. Em uma frigideira untada com manteiga, despeje uma porção da massa e doure dos dois lados. Reserve.

Modo de preparo do recheio: pique todas as frutas, leve ao fogo com o açúcar e mexa até formar uma geleia leve, com as frutas parcialmente desmanchadas.

Montagem: coloque uma porção da geleia sobre a massa, dobre ao meio e novamente ao meio, formando um triângulo.

Receita original: Tudo Gostoso

Simples, nutritiva e sofisticada, essa omelete dá um toque especial ao café da manhã.

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de leite
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1/2 xícara de cogumelos frescos fatiados
  • 1 colher de sopa de manteiga

Modo de preparo: Refogue os cogumelos na manteiga até ficarem macios. Bata os ovos com o leite e os temperos e despeje na frigideira. Cozinhe em fogo baixo até firmar e dobre ao meio. Finalize com salsinha.

Receita original: Vitat

Fortaia (omelete italiana)

Um toque internacional para o café da manhã: ovos mexidos com linguiça, orégano e queijo, servidos com pão italiano.

Ingredientes:

Modo de preparo: Corte a linguiça e frite até dourar. Acrescente os ovos batidos com sal e orégano, mexendo bem até os ovos cozinharem. Por fim, adicione o queijo por cima e deixe derreter. Sirva quente.

Receita original: Tudo Gostoso

Colorido, completo e cheio de memórias afetivas, o cuscuz é uma receita que aquece o coração – e vai bem com café passado na hora.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de milho amarela
  • 1 lata de sardinha com óleo
  • Azeitonas, cheiro-verde e sal a gosto

Modo de preparo: Refogue os ingredientes (exceto os ovos e a farinha), acrescente água e, aos poucos, misture a farinha até obter uma massa úmida. Decore uma forma com os ovos fatiados, coloque o cuscuz, pressione bem e desenforme após esfriar.

Receita original: Tudo Gostoso

Quindim Fácil

Com gemas, leite de coco e coco ralado, essa receita é uma explosão de sabor. E o melhor: é simples de fazer e tem aquele brilho dourado que encanta!

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de margarina
  • 1 colher (sopa) de corante alimentício amarelo
  • 200 g de açúcar de açúcar

Modo de preparo: Misture bem todos os ingredientes. Coloque em forminhas untadas com margarina e açúcar. Asse em banho-maria por cerca de 30 minutos ou até dourar.

Receita original: Tudo Gostoso

Bolo Salgado Caipira

Com milho, queijo, presunto e um toque de fubá, esse bolo é pura nostalgia e combina perfeitamente com um café preto bem fresquinho.

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento
  • 1/2 xícara de presunto picado
  • 1/2 xícara de queijo ralado

Modo de preparo: Bata os ingredientes líquidos, misture com os secos e, por último, adicione o milho, presunto e queijo. Asse a 180°C por 30-40 minutos.

Receita original: Tudo Gostoso

Com o passo a passo detalhado e sugestões de preparo. A proposta é inspirar um momento de afeto à mesa, com sabor, simplicidade e conexão.



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