sexta-feira, maio 15, 2026

Autor: Redação

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Bombeiros combatem incêndio há três dias em silo de cooperativa agrícola



Um incêndio atingiu na última sexta-feira (11) o silo da Cooperativa Agrícola Mista General Osório, em Arroio Grande (RS). Após quase 60 horas de incêndio, o corpo de bombeiros continua combatendo as chamas nesta segunda-feira (14)

De acordo com os corpo de bombeiros, o calor intenso gerado pelo incêndio resultou em anomalias na estrutura do silo, como a queda da parte superior, chamada de “chapéu”, para seu interior, além de deformidades nas paredes, tornando a estrutura bastante comprometida e com risco de colapso.

Ainda segundo o corpo de bombeiros, as chamas diminuíram significativamente e um trabalho de resfriamento está em andamento, assim como a retirada da soja, por meio de um acesso feito na parte inferior do silo, utilizando máquinas retroescavadeiras e caminhões de transporte de carga.

Até o momento, não há vítimas e a área é considerada de risco, mas não há registro de feridos. A causa do fogo foi identificada como a liberação de um gás proporcionado pelos grãos com a entrada de oxigênio dentro do silo, que em contato ocasionou o incêndio.



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após dez semanas de queda, cotações registram alta



Muitos produtores que já estão capitalizados, têm priorizado os trabalhos de plantio, limitando a oferta de mandioca disponível, É isso que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Ainda mais, há a diminuição gradual na disponibilidade de lavouras de raízes de 2º ciclo (mais de 12 meses) em parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas. Nesse sentido, as pressões baixistas se enfraqueceram nesta semana, sobretudo nas praças do Paraná, e a média subiu após dez semanas de recuos consecutivos.

Levantamentos do Cepea mostram que o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 500,03 (R$ 0,8696/grama de amido). O aumento representa ligeiro avanço de 0,3% em relação à semana anterior.

No comparativo com período equivalente do ano passado, a média está 3% acima, em termos reais (utilizando o IGP-DI como deflator).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Exportações do agronegócio recuam 3,6% em junho



As exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em junho US$ 14,615 bilhões, informou o Ministério da Agricultura, em nota da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais da pasta. O valor é 3,6% inferior ao obtido em junho de 2024, o equivalente a uma redução de US$ 540 milhões ante os US$ 15,155 bilhões registrados um ano antes. O setor representou 50,1% dos embarques totais do País no último mês, em comparação com 52,7% de junho de 2024.

A retração foi influenciada, principalmente, pelo índice de preço dos produtos exportados, que recuou 2,9% na comparação anual, explicou a secretaria. Além da queda nos preços médios de exportação, houve redução de 0,6% no volume embarcado. “A queda nos preços internacionais assim como no volume de exportação de alguns dos principais produtos de exportação explica o desempenho negativo da balança comercial do agronegócio nesse mês de junho de 2025”, justificou a secretaria na nota.

No último mês, os cinco principais setores exportadores do agronegócio brasileiro foram: complexo soja (US$ 6,204 bilhões, -12,9%); carnes (US$ 2,431 bilhões, +20,8%); complexo sucroalcooleiro (US$ 1,519 bilhão; -4,1%); produtos florestais (US$ 1,425, -7,4%) e café (US$ 1,024 bilhão, +17,7%). Juntos, estes setores responderam por 86,2% do total embarcado pelo agronegócio em junho ante 86,7% do ano passado. “Ou seja, houve uma pequena desconcentração da pauta exportadora no período. A queda ocorreu em grande parte em virtude da redução das vendas externas do complexo soja, sendo em parte compensada pelo crescimento das exportações das carnes”, observou a secretaria.

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Entre os destinos, a China se manteve como a principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro em junho, seguida por União Europeia e Estados Unidos. Os embarques brasileiros à China recuaram 2,2% em junho, com as vendas externas atingindo US$ 5,88 bilhões. A China respondeu por 40,3% dos embarques de produtos agropecuários brasileiros no último mês, aumento de 2 pontos porcentuais na comparação anual, sendo a soja em grãos o principal produto da pauta.

Em junho, o país desembolsou US$ 1,545 bilhão com a importação de produtos agropecuários, queda de 0,9% ante igual mês de 2024. Os principais produtos agropecuários importados pelo Brasil no último mês foram trigo, papel, óleo de palma e salmões. “Houve, também, importações de diversos insumos necessários à produção agropecuária no Brasil: fertilizantes (US$ 1,45 bilhão; +10,7%); defensivos agropecuários (US$ 562,48 milhões; +50,2%); nutrição animal (US$ 279,67 milhões; +20,0%)”, destacou a pasta na nota técnica.



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Governo se reunirá com empresários para discutir tarifaço de Trump



O governo federal vai trabalhar para reverter a imposição de tarifas comerciais sobre as exportações do Brasil aos Estados Unidos, anunciada na quarta-feira (9) pelo presidente Donald Trump, afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, em São Paulo, neste domingo (13).

“Nós vamos trabalhar para reverter isso, porque não tem sentido essa tarifa. Ela, inclusive, prejudica também o consumidor norte-americano. Nós entendemos que ela é inadequada, ela não se justifica. Vamos recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC)”, disse Alckmin.

Segundo o vice-presidente, o governo se reunirá nos próximos dias com o setor privado, e também está sendo analisada a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada em abril, que estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual, em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira.

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“Os Estados Unidos têm conosco superávit na balança comercial, tanto de serviços quanto de bens. O Brasil não é problema para os Estados Unidos. Os Estados Unidos têm déficit na sua balança. E o Brasil e os Estados Unidos têm uma integração produtiva. Nós temos 200 anos de amizade com os Estados Unidos. Então, não se justifica e o mundo econômico precisa de estabilidade e de previsibilidade”, afirmou.

Comitê Interministerial

Em reunião realizada na noite de domingo (13), em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a criação de comitê interministerial para conversar com o setores mais afetados pelo tarifação , de acordo com informação da Folha de São Paulo.

Lula avisou aos ministros que se reunirá pessoalmente com empresários para tratar do tema e a partir desses diálogos irá traçar estratégias com setores para atuação e negociação com o governo norte-americano. Ainda de acordo com a Folha, o comitê contará com a participação dos ministérios da Fazenda, Relações Internacionais e Desenvolvimento, Indústria e Comércio.



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Exportações do feijão registram fortes altas no primeiro semestre



O primeiro semestre de 2025 finalizou com panorama positivo para as transações externas do feijão. Isso de acordo com os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de feijão somaram 137,02 mil toneladas de janeiro a junho deste ano. O aumento expressivo representa alta de 89% frente ao mesmo período de 2024. 

As importações, por sua vez, somaram 4,9 mil toneladas no primeiro semestre, 46% abaixo das registradas de janeiro a junho de 2024.  

No mercado doméstico, levantamento do Cepea mostra que os valores dos feijões carioca de notas 9 ou superior, os dos grãos de notas 8 e 8,5 e os pretos seguem em queda. 

Dessa forma, os pesquisadores indicam que as desvalorizações têm sido mais intensas para os feijões comerciais, que apresentam maior oferta, mas, demanda enfraquecida. 

No caso dos grãos de maior qualidade, o movimento de queda acaba sendo limitado pelo fato de os produtores optarem por armazenar os grãos, à espera de uma reação nos valores. 

No campo, a colheita avança em importantes regiões produtoras, enquanto a terceira temporada segue em desenvolvimento, com preocupações fitossanitárias em algumas lavouras.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Fertilizante NPK 11-52-00: essencial para o desenvolvimento



A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil



A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil
A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil – Foto: Canva

O fertilizante NPK 11-52-00 é uma solução mineral simples amplamente utilizada na agricultura para promover o crescimento saudável das plantas, especialmente em fases críticas do seu ciclo de vida, como o início do plantio e a floração. Com alta concentração de Fósforo e Nitrogênio, esse fertilizante é indicado para estimular o desenvolvimento das raízes e a produção de flores e frutos, fatores essenciais para a produtividade das culturas.

Segundo Antonio Julio Vasconcelos Oliveira, especialista em gestão de compras, o NPK 11-52-00 contém 11% de nitrogênio (N), que favorece o crescimento vegetativo, e 52% de fósforo (P), nutriente fundamental para o fortalecimento das raízes e a formação dos órgãos reprodutivos das plantas. A ausência de potássio (K) nessa formulação o torna específico para situações em que esse nutriente não é prioritário. Oliveira destaca que esse fertilizante é especialmente indicado para solos deficientes em fósforo e para culturas como soja, milho, trigo, arroz, hortaliças, frutíferas jovens e cana-de-açúcar.

A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil: pode ser feita no sulco de plantio para garantir um forte enraizamento, na cobertura ou via fertirrigação, método que consiste na irrigação acompanhada da adição de fertilizantes solúveis em água. Este produto é muito utilizado em sistemas de produção modernos, inclusive em hortas e estufas, e contribui para a correção de solos ácidos e intemperizados, muito comuns no Brasil. Por sua composição e características, o NPK 11-52-00 é uma ferramenta estratégica para produtores que buscam maximizar o desenvolvimento inicial das culturas e, consequentemente, a produtividade final da safra.

 





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demanda enfraquecida e aumento na produção derrubam as cotações



Os preços do milho seguem em queda no mercado doméstico, isso é o que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Segundo o instituto, o avanço da colheita da segunda safra, que deve atingir produção recorde. Esta perspectiva, somada à retração compradora são os fatores que pressionam as cotações. 

Além disso, a demanda externa, também enfraquecida, reforça o movimento de queda no preço interno do cereal. 

Em seu 10º levantamento de safra, a Conab apontou aumento na produção total de milho no Brasil. O reajuste positivo em julho, tanto em relação ao relatório de junho/25 quanto ao de julho/24, se deve às maiores produções esperadas para as primeira e segunda safras. 

No agregado, a Conab estima 131,97 milhões de toneladas de milho na temporada 2024/25. O valor representa crescimento de 14,3% frente ao ano anterior (2023/24) e também a maior colheita da história.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Baixas temperaturas e falta de chuvas devem predominar na maior parte do país



A semana pode começar com um pouco de chuva sobre áreas do centro-norte e na Serra do Rio Grande do Sul, devido à entrada de ventos marítimos. A maior parte da manhã, será marcada por nebulosidade mais variável e a tarde, pode chover fraco – sem alertas.

No Sudeste, as temperaturas continuam mais baixas de manhã sobre SP, sul de MG e do RJ e com a possibilidade para nevoeiro no Vale do Ribeira e na Grande SP. Dia marcado pela presença do sol com um pouco mais de nuvem presente no céu sobre o centro-sul e leste de SP, região da Zona da Mata em Minas e no centro-sul e interior do RJ. Não há previsão de chuva em nenhuma área da região e a umidade continua abaixo de 30% em Belo Horizonte, no centro-oeste e no Triângulo mineiro, além de áreas do oeste e norte paulista.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

O tempo continua aberto, firme e seco no Centro-Oeste. Segunda, ensolarada e com umidade do ar ainda abaixo de 30% na maior parte de MS, GO, DF e MT. Alerta para valores abaixo de 20% no noroeste de MS, no sudoeste e sul de MT – incluindo Cuiabá.

O vento úmido que sopra do mar contra a costa mantém o tempo mais carregado na costa leste do Nordeste e a semana começa com risco alto para temporais em Salvador e no litoral norte baiano – dia mais encoberto com previsão de pancadas a qualquer momento, podendo começar já durante a madrugada.

Alerta para temporais em Roraima – boa parte da chuva continua concentrada sobre Amazonas, Pará e Amapá no Norte do Brasil – dia abafado com pancadas ocorrendo em vários momentos, intercalando aberturas de sol. O tempo continua firme e seco no centro-sul de Rondônia, sul do Pará e em todo o estado do Tocantins.

Sul

Terça: Circulação de ventos associados à área de alta pressão próxima à região mantém o tempo firme nos três estados da Região. Destaque para as temperaturas, que voltam a se elevar de maneira significativa entre o oeste gaúcho e noroeste paranaense. URA cai de maneira acentuada no interior catarinense, e entra em atenção no noroeste paranaense.

Quarta: Avanço de uma nova frente fria deve favorecer o retorno das instabilidades sobre o RS. Ainda cedo, haverá condições para pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade – seguidas por raios e ventos. SC e PR seguem com dia marcado pelo predomínio de tempo estável. Entre norte e noroeste do PR, alerta para baixa umidade do ar à tarde.

Quinta: Formação de uma área de baixa pressão próximo à região deve reforçar as instabilidades sobre o estado gaúcho ao longo do dia – com início ainda no período da madrugada. Segue a condição para pancada de chuva com moderada – a eventual forte – intensidade, seguida por raios e ventos. Entre o fim da tarde e início da noite, a chuva avança sobre áreas do interior e sul catarinense, e no extremo sul e sudoeste paranaense.

Sudeste

Terça: Predomínio segue sendo de tempo firme em todo Sudeste. O amanhecer continua mais frio, mas o sol aparece ainda pela manhã e favorece o aumento da temperatura. Leste de SP, RJ e no ES, as temperaturas seguem mais amenas à tarde. No interior de SP e em MG, o ar seco favorece a queda acentuada da umidade relativa do ar à tarde.

Quarta: Semana segue com tempo estável em todos os estados da região. Em SP, leste e litoral seguem com temperaturas mais amenas e dia de céu parcialmente encoberto. No interior paulista, esquenta mais e a URA segue baixa. MG com predomínio de sol, temperaturas amenas entre a capital e a faixa leste. RJ e ES ainda sob influência dos ventos marítimos e as temperaturas também não disparam.

Quinta: Destaque segue sendo o tempo firme em toda a região. Calor ganha força entre o interior de SP e de MG. Leste de SP, RJ e ES começam a apresentar maior aumento nas temperaturas ao longo do dia. À tarde, alerta de baixa umidade em boa parte de SP e MG.

Centro-Oeste

Terça: Ar seco segue marcando presença em todos os estados da região, e o tempo continua firme ao longo do dia. À tarde, o calor ganha força entre MS, MT, GO e DF, e segue o alerta para baixa umidade do ar em praticamente toda a região.

Quarta: Tempo continua estável em todos os estados. Destaque para o calor mais intenso entre o norte de MS e o MT. À tarde, a URA sofre queda acentuada e entra em limiares de atenção. Destaque entre norte de MS, MT e oeste de GO, onde há risco para que os índices fiquem abaixo de 20%.

Quinta: Avanço de massa de ar polar deve impedir o aumento significativo das temperaturas no sul, sudoeste e parte do oeste de MS. Apesar disso, o restante do estado continua mais quente. Tempo segue firme, o calor e a baixa umidade continuam nas capitais, Cuiabá/MT, Goiânia/GO e na Capital Federal.

Nordeste

Terça: Instabilidades seguem concentradas sobre a região do recôncavo baiano, com risco de chuva fraca a moderada durante o dia. Condição para pancadas isoladas entre o litoral da PB e do RN. Chuva isolada no norte do MA. No interior de todo nordeste segue com bastante calor e com alerta para baixa umidade do ar.

Quarta: Entrada de umidade marítima estimula a formação de nuvens carregadas ainda sobre boa parte da costa leste, mas pancadas acontecem irregulares durante o dia. No litoral do MA, as pancadas podem cair com moderada intensidade. Sertão e agreste seguem com tempo firme, calor e baixa umidade do ar.

Quinta: Chuva volta a ganhar força no litoral da BA, SE, AL, PE e PB, com condições para pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade. Interior da região já segue com tempo firme e calor. Umidade baixa mantém o alerta para queimadas na região.

Norte

Terça: Instabilidades continuam atuando sobre o norte do AM, em RR e no norte do AP, com condições para pancadas de chuva forte ao longo do dia. O restante da região continua com tempo firme e destaque sendo o calor. URA segue baixa no TO.

Quarta: Aproximação da ZCIT espalha as instabilidades no AP. RR e a metade norte do AM seguem com tempo instável e condições para pancadas de chuva com moderada a forte intensidade. Chove também no norte e litoral do PA. Demais regiões com tempo firme e destaque continua sendo o calor.

Quinta: Chuva começa a se espalhar mais sobre o AM e pode alcançar áreas do oeste do AC. RR e AP seguem com condições para chuva forte. PA com pancadas restritas ao litoral e norte. RO e TO com tempo firme.



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Brasil registra estabilidade enquanto cotações externas caem



Os valores externos da soja caíram na última semana, pressionados pelo clima favorável nas lavouras dos Estados Unidos e pelos estoques elevados no Brasil e na Argentina. Essa é a avaliação dos pesquisadores do  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Segundo o instituto, as tarifas impostas pelo governo norte-americano também contribuíram para intensificar a desvalorização internacional da soja. As tarifas passam a valer a partir de 1° de agosto.

Por outro lado, no mercado doméstico, o movimento de baixa do início da semana passada foi interrompido. 

Dessa forma, os pesquisadores explicam que a tensão comercial entre os Estados Unidos e países importadores de grãos e a valorização do dólar frente ao Real tendem a redirecionar demandantes de soja norte-americana ao Brasil.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Ministério da Agricultura confirma 245 mortes de cavalos por ração contaminada



A contaminação de rações equinas da empresa Nutratta Nutrição Animal Ltda já provocou a morte de 245 cavalos nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) . Desde o recebimento da primeira denúncia, em 26 de maio, por meio da Ouvidoria oficial, o Mapa tem conduzido investigações dos fatos.

Em todas as propriedades investigadas os equinos que adoeceram ou vieram a óbito consumiram produtos da empresa. Já os animais que não ingeriram as rações permaneceram saudáveis, mesmo quando alojados nos mesmos ambientes.

Os resultados das amostras coletadas e analisadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) constataram a detecção de alcaloides pirrolizidínicos (substâncias tóxicas, chamada de monocrotalina, e incompatíveis com a segurança alimentar animal).

“Esse é um caso único. Nunca, em toda a história do Ministério, havíamos identificado a presença dessa substância em ração para equinos. É a primeira vez que isso acontece”, afirmou o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart.

“Essa substância, mesmo em doses muito pequenas, pode causar problemas neurológicos e hepáticos graves. A legislação é clara: ela não pode estar presente em nenhuma hipótese”, reforçou o secretário.

A investigação aponta que a contaminação ocorreu por falha no controle da matéria-prima, que continha resíduos de plantas do gênero crotalaria, responsáveis pela geração da monocrotalina.

Diante das irregularidades constatadas, o Mapa instaurou processo administrativo fiscalizatório, lavrou auto de infração e determinou a suspensão cautelar da fabricação e comercialização de rações destinadas, inicialmente, a equídeos. Posteriormente, a medida foi estendida para rações de todas as espécies animais.

Mesmo com a interdição determinada pelo Ministério, a empresa obteve na Justiça autorização para retomar parte da produção não destinadas a equídeos. O Mapa já recorreu da decisão, apresentando novas evidências técnicas que reforçam o risco sanitário representado pelos produtos e a necessidade de manutenção das medidas preventivas adotadas.

O Ministério permanece atento a qualquer nova denúncia e manterá a sociedade informada com total transparência. As ações de fiscalização seguem reforçadas, com foco na proteção da saúde animal e na segurança da cadeia produtiva.

“Estamos acompanhando de perto. Precisamos garantir que todo o lote contaminado seja recolhido e que nenhum novo caso aconteça”, afirmou Goulart.



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