quinta-feira, maio 14, 2026

Autor: Redação

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Encarregado de negócios dos EUA acena com possível adiamento de de tarifaço



O encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, indicou a possibilidade de adiamento da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo após reunião entre o diplomata e o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso.

A tarifa estava prevista para entrar em vigor no dia 1º de agosto, mas a sinalização feita por Escobar pode abrir espaço para novas negociações entre os dois países.

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Brasil cobra resposta dos EUA

O Ministério das Relações Exteriores divulgou na quarta-feira (16) carta enviada para o governo dos EUA sobre o tarifaço anunciada por Donald Trump no dia 9 de julho. No documento, autoridades brasileiras reforçam o pedido de negociação com os norte-americanos, ressaltando que o Brasil está em desvantagem na balança comercial com os EUA. A parte final do texto cobra uma resposta de uma proposta de negociação feita pelo governo brasileiro em 16 de maio de 2025.

“Com base nessas considerações e à luz da urgência do tema, o Governo do Brasil reitera seu interesse em receber comentários do governo dos EUA sobre a proposta brasileira. O Brasil permanece pronto para dialogar com as autoridades americanas e negociar uma solução mutuamente aceitável sobre os aspectos comerciais da agenda bilateral, com o objetivo de preservar e aprofundar o relacionamento histórico entre os dois países e mitigar os impactos negativos da elevação de tarifas em nosso comércio bilateral”, diz trecho do documento.



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organização, estratégia e sucesso no campo



A gestão no agronegócio deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade. Mais do que plantar e colher, é preciso entender o negócio como uma empresa rural, com metas, indicadores, fluxo de caixa e estratégia.

Segundo Vanessa Sabioni, especialista em liderança e fundadora do Clube Agromulher, o primeiro passo para uma boa gestão é ter clareza sobre onde o produtor está e onde quer chegar.

“Muitos focam só na parte técnica, mas esquecem de anotar os dados e planejar com base neles”, afirma.

Os principais erros na gestão rural

Ainda é comum encontrar produtores que:

  • Não separam as finanças pessoais das da fazenda.
  • Não controlam o fluxo de caixa diário.
  • Tomam decisões com base em achismos, sem analisar dados.
  • Fazem compras sem planejamento.
  • Não integram a equipe na rotina de trabalho.

Essas falhas comprometem a saúde financeira e o crescimento da propriedade.

Boas práticas para transformar a propriedade rural

Vanessa compartilha dicas práticas para quem quer iniciar ou aprimorar sua gestão:

1. Controle de entradas e saídas

Anote diariamente receitas e despesas. A base de qualquer negócio é saber para onde vai o dinheiro.

2. Inventário de insumos

Mantenha controle de estoque. Saber o que já foi comprado evita desperdícios e gastos desnecessários.

3. Mural de tarefas e responsabilidades

Crie um quadro visível com tarefas e responsáveis. Isso melhora a comunicação e o engajamento da equipe.

4. Separar CPF e CNPJ

Misturar contas pessoais e empresariais é um dos maiores erros. Gestão profissional exige contas separadas.

5. Planejamento baseado em dados

Seja para aumentar produtividade ou investir em tecnologia, tudo precisa ser baseado em dados concretos.

O papel da tecnologia e das mulheres na gestão rural

Hoje, softwares de gestão agrícola ajudam desde a emissão de notas fiscais até o controle de talhões e previsão de safra.

“Começamos no caderno, passamos para a planilha e depois migramos para plataformas digitais”, explica Vanessa.

As mulheres no agro têm se destacado nesse movimento. Enquanto muitos homens seguem à frente da operação de campo, muitas mulheres têm assumido a liderança da gestão, inovação e estratégia das propriedades.

Gestão é para todos os tamanhos de propriedade

Engana-se quem pensa que apenas grandes propriedades precisam de gestão profissional. A eficiência produtiva pode ser muito maior em pequenas áreas com alto valor agregado, como cafés especiais ou hortifrúti orgânicos, do que em grandes fazendas com baixa lucratividade.

Mais do que tamanho, o que importa é a eficiência da gestão e o planejamento estratégico com os recursos disponíveis.



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Exportações de carne bovina batem recorde em junho, mas tarifaço de Trump preocupa frigoríficos



Em junho, a exportações totais de carne bovina (carnes in natura + carnes processadas e miudezas comestíveis, entre outros), bateram todos os recordes históricos do setor, com um aumento de 55% na receita e de 41% no volume embarcado, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafigo), que compilou os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No total, junho obteve uma receita de US$ 1,505 bilhão com a movimentação de 341.555
toneladas contra US$ 970,7 milhões e 242.538 toneladas do mesmo mês de 2024. O melhor resultado do setor até aqui eram as 319.289 toneladas exportadas em outubro de 2024.

Segundo a Abrafrigo, no acumulado do primeiro semestre do ano as exportações totais de carne e subprodutos bovinos já alcançaram US$ 7,446 bilhões de receita (+ 28%) e a movimentação de 1.690.229 toneladas (+ 17,3%) frente a US$ 5,820 bilhões e 1.440.439 toneladas do primeiro semestre de 2024.

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A China, maior cliente do Brasil, aumentou suas compras em 11,3% no volume e ampliou a receita em 27,4% no semestre. Em 2024 foram 567.683 toneladas com receita de US$ 2,516 bilhões e no primeiro semestre de 2025 foram 631.907 toneladas que proporcionaram uma receita de US$ 3,204 bilhões. O preço médio pago pela China subiu de US$ 4.433 por tonelada no primeiro semestre de 2024 para US$ 5.071 no mesmo período de 2025, o que reflete a valorização da arroba do boi gordo neste ano. Atualmente a China responde por 43% da receita total obtida pelo país com a carne bovina e 37,4% do volume total exportado.

Os Estados Unidos, segundo maior importador do produto, elevaram suas aquisições em 85,4% no volume e 99,8% na receita, com embarques de 411.702 toneladas e receitas de US$ 1,287 bilhão no primeiro semestre de 2025. Com isso, os EUA elevaram sua participação na movimentação total brasileira para 24,4% do volume e 17,3% na receita.

Efeito Trump

A tarifa adicional de 50% anunciada no dia 9 de julho para os produtos brasileiros, prevista para entrar em vigor em 1 de agosto, pode comprometer as vendas para os EUA no segundo semestre do ano e vem preocupando os produtores brasileiros. As indústrias já sentem os efeitos da medida, com pedidos de compras sendo cancelados por parte dos clientes norte-americanos, e o setor aguarda com apreensão as negociações para uma solução do problema.

O Chile foi o terceiro maior comprador e aumentou sua movimentação em 21% no volume e em 37,4% na receita, passando de 48.412 toneladas em 2024 para 58.584 toneladas nos seis meses de 2025, com a receita subindo de US$ 229,4 milhões para US$ 315,2 milhões. O México chegou na quarta posição entre os grandes clientes, aumentando suas aquisições em 189% no volume e 235% na receita, saindo de 17.993 toneladas em 2024 para 52.104 toneladas em 2025, com a receita crescendo de US$ 82,3 milhões para US$ 276,4 milhões. No total, 118 países ampliaram suas aquisições no primeiro semestre enquanto 51 reduziram.



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Abiove projeta crescimento na produção de soja para 2025; confira os números



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou as projeções para o complexo soja deste ano, mantendo a perspectiva de recorde para o setor, com resultados positivos no desempenho mensal. Em maio, o processamento alcançou 4,87 milhões de toneladas, alta de 2,1% sobre abril e de 13,6% em relação a 2024, ajustado pelo percentual amostral. No acumulado do ano, o volume chegou a 21,33 milhões de toneladas, alta de 5,9% frente ao mesmo período do ano anterior.

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“Estamos vivendo um ano positivo para o processamento de soja, com perspectiva de recorde. Esse desempenho está em linha com o cenário de aumento da mistura obrigatória de biodiesel, que passou a incorporar o B14 e o B15 em 2024”, destaca Daniel Furlan Amaral, Diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove. Ele também avalia que o ambiente de maior demanda por óleo contribui para sustentar a atividade industrial em níveis elevados.

As projeções para 2025 seguem em níveis elevados. A produção de soja está estimada em 169,7 milhões de toneladas, com o esmagamento previsto em 57,8 milhões de toneladas, avanço discreto de 0,5%. A fabricação de farelo deve atingir 44,5 milhões de toneladas, enquanto a de óleo de soja deve chegar a 11,6 milhões, indicando aumentos de 0,9% e 1,3%, respectivamente.

Já no cenário externo, os números continuam positivos. A expectativa é que o Brasil exporte 109 milhões de toneladas de soja em grãos, um aumento de 0,9%. As exportações de farelo devem se manter em 23,6 milhões de toneladas, mas as de óleo de soja devem sofrer um recuo de 3,6%, sendo reajustada para 1,35 milhão de toneladas. Já as importações de óleo de soja estão estimadas em 100 mil toneladas, enquanto as de soja devem alcançar 500 mil toneladas, como forma de complementar a oferta no mercado interno.



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BR-242 e outras cinco rodovias federais terão 100% de cobertura de internet e telefonia móvel


A BR-242 e outras cinco rodovias federais receberão 100% de cobertura de telefonia e internet móvel. De acordo com o Ministério das Comunicações, a previsão é de que até 8 mil quilômetros de trechos desassistidos sejam contemplados.

As diretrizes para o novo leilão das subfaixas de radiofrequência de 700 MHz foram publicadas nesta segunda-feira (14), na Portaria MCom nº 18.902/2025.

Juntas, as BRs 101, 116, 135, 163, 242 e 364 representam 26% da malha rodoviária federal e têm um tráfego diário de 6,7 mil veículos.

A BR-242 é uma das principais vias de acesso e escoamento da produção agropecuária do Matopiba e do Centro-Oeste do país. Ao todo, são 2.311 quilômetros de extensão, que vão da Bahia até o Mato Grosso.

De acordo com o governo, a BR-101 deverá ter 100% de cobertura ainda em 2026. Esses locais, hoje invisíveis para as operadoras tradicionais, terão prioridade na nova licitação.

torre de telefonia móvel, ERB, Anatel
Foto: Freepik

“Este leilão é estratégico para o Governo Federal. Ao levar internet onde ela ainda não chega, promovemos cidadania, desenvolvimento econômico e justiça social. É um modelo que prioriza a população e reforça nosso compromisso com a inclusão digital e a competitividade no setor”, disse o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

As diretrizes do novo leilão de radiofrequências foram cuidadosamente definidas, com um modelo não arrecadatório com foco em contrapartidas, para garantir que o valor das outorgas seja revertido diretamente em investimentos para expansão e prestação de serviços de telecomunicações.

Contrapartidas

Um dos pontos de destaque das contrapartidas é o foco na ampliação da cobertura de banda larga móvel, com tecnologia 4G ou superior, especialmente em áreas sem atendimento comercial pelas grandes operadoras.

Com isso, a expectativa é que, cerca de 800 mil pessoas de 500 pequenas localidades sejam finalmente atendidas.

A proposta estabelece também obrigações de atendimento para usuários visitantes de outras prestadoras, o que amplia o alcance da cobertura e assegura o roaming para interoperabilidade entre as operadoras.

O Ministério das Comunicações informou ainda que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), também deverá dialogar com o Tribunal de Contas da União (TCU) antes da publicação final do edital.

Por fim, a meta da Anatel é lançar o certame até o fim do segundo semestre deste ano, com os primeiros compromissos de cobertura já sendo atendidos a partir de 2026.


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Entenda a razão da investida de Trump contra o Pix



Os Estados Unidos iniciaram na terça-feira (15) uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix. As críticas ao sistema de pagamento brasileiro podem ser explicadas pela concorrência com Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito norte-americanas, e por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.

A medida foi anunciada pelo representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em documento chamado “Investigação da Seção 301 sobre Práticas Comerciais Desleais no Brasil”. Não há menção direta ao Pix, mas o texto cita os “serviços de pagamento eletrônico do governo”.

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“O Brasil também parece se envolver em uma série de práticas desleais com relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, entre outras, a vantagem de seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”, diz a única menção ao tema.

Um dos motivos especulados para a medida é de que o Banco Central (BC) teria favorecido o Pix em detrimento do WhatsApp Pay em 2020. O aplicativo é da empresa Meta, do empresário Mark Zuckerberg, aliado de Trump.

Em junho de 2020, o WhatsApp anunciou que o Brasil seria o primeiro país a receber uma funcionalidade nova no aplicativo de mensagens: a possibilidade de enviar e receber dinheiro a partir de cartões cadastrados. Uma semana depois, o BC e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função.

As justificativas eram de que seria necessário avaliar riscos, garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e existirem potenciais riscos para a concorrência.

A economista Cristina Helena Mello, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), entende que a medida tomada à época foi correta.

“O WhatsApp criou uma forma de transferência de dinheiro de pessoas para pessoas, mas estava fazendo isso fora do sistema financeiro legal. Não estava fazendo com integração com o nosso sistema financeiro. Portanto, escapava da regulação do Banco Central, o que fere regras brasileiras de acompanhamento de transações monetárias”, diz a economista.

O Pix foi lançado oficialmente no Brasil no dia 16 de novembro de 2020, mas os estudos para a implementação do novo sistema de pagamento existiam pelo menos desde maio de 2018. Naquele ano, o BC instituiu um grupo de trabalho chamado “GT – Pagamentos Instantâneos”.

Em dezembro do mesmo ano, o BC divulgou um comunicado com os requisitos fundamentais para o que chamou de “ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro”. O objetivo, segundo o texto oficial, era criar um sistema “de uma perspectiva neutra em relação a modelos de negócio ou participantes de mercado específico”, que fosse “eficiente, competitivo, seguro, inclusivo”.

Alternativa ao dólar

A economista da PUC-SP também entende que o Pix incomoda o governo norte-americano por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais que envolvem brasileiros.

“Alguns países aceitam pagamentos de brasileiros com Pix. Por exemplo, Paraguai e Panamá. Em alguns comércios, eles têm cartazes dizendo: ‘brasileiros, paguem com Pix’. Comerciantes abriram contas aqui no Brasil, recebem o pagamento aqui. E isso, antigamente, passava pelo dólar. Isso é prejudicial ao interesse de controle norte-americano. Quanto menor a demanda por uma moeda, menos ela vale”, diz.

Para Cristina Helena Mello, operadoras de cartão de crédito norte-americanas também podem se sentir ameaçadas com a nova funcionalidade do “Pix Parcelado”, previsto para começar a funcionar em setembro de 2025. Os usuários brasileiros vão poder parcelar transações de maneira semelhante ao cartão de crédito, enquanto o recebedor continua recebendo o valor total instantaneamente.

Independentemente das críticas e motivações norte-americanas, a economista da PUC-SP defende o Pix como um sistema de pagamento eficaz e inclusivo. Números do Banco Central mostram que o Pix movimentou R$ 26,4 trilhões em 2024.

“Ele, de fato, permitiu que uma série de pessoas de menor renda tivesse acesso a uma forma de transação monetária barata. Os pequenos negócios, as pessoas mais simples mesmo, como pedreiros, faxineiras, mesmo pessoas em situação de rua”, defende a economista.

“O Brasil desenvolveu uma forma de meio de pagamento que oferece uma série de vantagens. O Pix é ágil, promoveu um processo de bancarização, de inclusão de pessoas que não tinham conta. E faz parte da lei de competência e de concorrência oferecer um produto cada vez melhor”, complementa.



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demanda fraca no mês de férias escolares pressiona as cotações



A demanda por carne suína está baixa no mercado doméstico. É isso que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse contexto passou a pressionar os valores de negociação do animal vivo e da proteína. Vale lembrar que os preços do setor registraram certa estabilidade por três semanas. 

Segundo agentes consultados pelo Cepea, a demanda reduzida pode estar atrelada ao período de férias escolares. Esta época já é tipicamente marcada pela fraca procura no varejo.

Para as próximas semanas, agentes estão temerosos de que o avanço da segunda quinzena de julho reforce o movimento de queda nos preços da carne e, consequentemente, do animal vivo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Frente fria avança e ciclone extratropical provoca ventos fortes



Frente fria vai avançar nesta quinta-feira (17) pela costa da região Sul provocando pancadas de chuva no Rio Grande do Sul que podem ser moderadas a forte. A formação de um ciclone extratropical na costa do Rio Grande do Sul e do Uruguai pode provocar rajadas de vento de até 80km/h na serra gaúcha e catarinense; na metade leste do Rio Grande do Sul, centro e sul catarinense e extremo sul do Paraná os ventos podem alcançar os 70km/h a qualquer hora. Em Santa Catarina e no sul e oeste do Paraná, pancadas com até moderada intensidade entre a manhã e à tarde;.

No Mato Grosso do Sul há um aumento de nuvens e não se descarta chuva mais isolada e de fraca intensidade. No Sudeste, predomínio de tempo firme e em grande parte do Centro-Oeste, onde as temperaturas seguem mais elevadas e a umidade do ar fica mais baixa. Alerta para umidade abaixo dos 20% entre Mato Grosso, Goiás, Tocantins e sul do Piauí e do Maranhão.

Grande São Paulo e região metropolitana de Belo Horizonte ficam em atenção para baixa umidade no período da tarde. Ainda na região Sudeste, as primeiras horas da manhã pode ter formação de geada na serra da Mantiqueira.

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No Nordeste, o sol aparece, mas pode chover na forma de pancadas isoladas na faixa leste, podendo ser mais intensas entre Salvador (BA) e Aracaju (SE); no norte do Maranhão chuva mais isolada no período da tarde, mas que pode ser moderada. Por outro lado o interior, sertão e agreste nordestino terão um dia de sol, calor e umidade abaixo dos 30%.

O calor e a umidade estimulam a formação de nuvens carregadas e as pancadas ocorrem alternadas com períodos de melhoria na região Norte. Há risco para temporais no norte e noroeste do Amazonas e em Roraima; chove forte no Amapá e, norte e noroeste do Pará.

Sul

Sexta: Amanhecer gelado no Sul e possibilidade para geada mais pontual sobre a Serra do RS. Possibilidade ainda de garoa de manhã no extremo sul gaúcho. Tempo firme em SC e no PR e destaque para as temperaturas mais baixas no sul e leste paranaense.

Sábado: Possibilidade para geada na Região. Amanhecer gelado nas serras do RS e de SC e no extremo sul do PR. Durante o dia o sol predomina com pouca nebulosidade, não há previsão de chuva e as temperaturas continuam amenas durante a tarde.

Domingo: Não chove na Região e ainda há possibilidade para um começo de manhã com geada no RS e em SC. A tarde, com a presença do sol, as temperaturas sobem um pouco mais, porém a sensação de frio continua presente, principalmente na Serra.

Sudeste

Sexta: O tempo continua firme no Sudeste com manhãs e madrugadas com temperaturas mais baixas e tardes ensolaradas e mais quentes com umidade muito baixa no noroeste, Triângulo, norte de Minas e interior e leste de SP – capital paulista e a cidade de Belo Horizonte com valores abaixo de 30%.

Sábado: Não há previsão de chuva na Região. Áreas de SP, sul de MG e RJ, podem ter uma redução nas temperaturas pela presença de um pouco de ar mais frio. O interior da Região continua com destaque para a baixa umidade do ar, com atenção para valores abaixo de 30% desde o norte de SP até o noroeste de MG. Dia ensolarado no ES, com temperaturas mais elevadas.

Domingo: Chuva fraca e isolada no litoral do ES; tempo firme e seco no interior da Região. As temperaturas continuam amenas em SP e na cidade do RJ, mas, não chove. Ar seco com valores abaixo de 30% no norte paulista e Triângulo Mineiro.

Centro-Oeste

Sexta: Amanhecer um pouco mais frio no sudoeste e sul de MS. Toda a Região continua com o padrão de tempo firme e seco. Calorão em MT e no interior de GO. A umidade continua abaixo de 30% no norte e noroeste de MS e em todo o estado de GO, incluindo o DF e abaixo de 20% em cidades do interior de MT.

Sábado: Temperaturas mais baixas de manhã no sul e sudoeste de MS e no sul de MT – dia com a presença do sol e pouca nebulosidade por todo o Centro-Oeste. As temperaturas continuam mais elevadas no estado de GO, na região do DF e na metade norte de MT, com destaque para umidade baixa.

Domingo: As temperaturas voltam a subir durante a tarde em MS e no estado de MT. O ar permanece seco no norte de MT e no estado de GO – com valores abaixo de 30%. Sem previsão de chuva nas capitais e no DF.

Nordeste

Sexta: A chuva continua forte no litoral da BA, de AL, SE, PE e PB com risco para temporais inclusive nas capitais – sexta com muita nebulosidade e pancadas a qualquer hora. O ar continua seco no agreste, sertão e interior nordestino. Atenção para o sul do MA, PI, CE e oeste da BA, com valores abaixo de 30%.

Sábado: Litoral do Nordeste com tempo mais instável. Risco de chuva forte no leste de AL, SE, PE, PB e RN, não descartando ocorrência de temporal. Pouca chuva no litoral da Bahia e ar seco desde o oeste do estado até o sul do MA.

Domingo: A chuva aumenta no extremo sul da Bahia e continua com moderada intensidade desde o leste de AL até o litoral do RN. Ar mais seco no sul do MA, PI, oeste do PE e no oeste da Bahia, com valores abaixo de 30%.

Norte

Sexta: O tempo continua firme na faixa sul da Região com umidade abaixo dos 30% no sul de RO, PA e no TO. Pancadas fortes no norte e interior do AM, risco para alguns temporais isolados no estado de RR e pancadas moderadas a forte no AP. Manaus termina a semana com pouca chuva.

Sábado: Pancadas no norte e oeste do AM, em RR e no norte do AP. Dia de sol com predomínio do tempo mais seco no AC, em RO e no centro-sul do TO e PA.

Domingo: Não chove na faixa sul da Região – dia de sol com poucas nuvens, tempo firme e seco no sul de RO e do PA e no estado do TO. As pancadas continuam entre AM, RR e o AP com risco de alguns temporais isolados.

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AgroNewsPolítica & Agro

Frigoríficos paranaenses poderão exportar carne bovina e carne suína


Oficialmente, o Chile reconheceu o estado do Paraná como livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica, viabilizando, assim, a exportação de carne bovina e suína do estado, uma vez que existe o sistema de pre-listing para as exportações de proteína animal, o que traz mais oportunidades para a região. A decisão foi publicada no diário oficial chileno.

O avanço é resultado de um trabalho para estreitar as relações entre os países e da eficiência da defesa agropecuária brasileira. Em abril deste ano, ocorreu a visita de Estado do presidente do Chile, Gabriel Boric, quando foi formalizada uma declaração conjunta. Entre os pontos, estava o anúncio recíproco da abertura do mercado brasileiro para o mel chileno e o anúncio, por parte do Chile, do reconhecimento do estado do Paraná como zona livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica, agora oficializado. Destacaram-se na oportunidade, ainda, os avanços no reconhecimento do Acre e de Rondônia como zonas livres de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica, cujo processo de auditoria foi concluído recentemente e que agora está em avaliação pelas áreas técnicas de ambos os serviços oficiais.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância da iniciativa: “Isso é oportunidade. É determinação do presidente Lula estreitar laços e trazer oportunidades para nosso país, para nossos produtores. Essa demanda vai se converter em empregos aqui dentro. É uma conquista que valoriza o trabalho dos nossos produtores e técnicos e que reforça a posição do Brasil como referência mundial em segurança agropecuária”, disse.

Já o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, ressaltou a robustez do sistema sanitário brasileiro: “O reconhecimento pelo SAG Chile representa mais um avanço significativo para o sistema exportador brasileiro. Trata-se de um marco que reafirma a credibilidade e a robustez do nosso sistema de defesa agropecuária, consolidando o compromisso do Brasil com os mais altos padrões sanitários e de qualidade”, completou.

O secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luis Rua, pontuou a relevância. “Uma conquista histórica para o estado do Paraná. Após anos de negociação, agora o Paraná poderá exportar carne bovina e carne suína para o Chile, que é um importante comprador dessas duas proteínas brasileiras e está entre os principais mercados para a carne suína e para a carne bovina,especialmente na carne suína, em que 20% da produção brasileira se concentra no estado do Paraná. É uma nova oportunidade que se abre, dentro de uma relação que tem sido cada vez melhor entre Brasil e Chile”

Durante a missão oficial do Chile ao Brasil, em abril, o ministro da Agricultura chileno, Esteban Valenzuela, ressaltou que a iniciativa integra os esforços para estreitar as relações comerciais entre os dois países, com foco no fortalecimento do comércio de produtos agropecuários. Ele acrescentou que as autoridades chilenas seguem em negociação para a compra de carne junto a outras unidades federativas brasileiras que atendam às exigências fitossanitárias do Serviço Agrícola e Pecuário (SAG) do Chile.

No âmbito da visita da comitiva do presidente chileno, foi assinado o Acordo de Cooperação entre o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil e o Ministério da Agricultura do Chile para o uso da Certificação Eletrônica para o Comércio de Produtos de Origem Animal (e-Cert Veterinário).

Informações à [email protected]





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tarifas americanas e mercado interno lento derrubam as cotações



Agentes do setor de pecuária de corte nacional estão apreensivos com o anúncio de 50% de tarifa para exportações brasileiras aos Estados Unidos. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, o impacto dessa notícia se juntou ao ritmo fraco de vendas internas de carne. Dessa forma, o resultado tem sido forte lentidão dos negócios de animais para abate e enfraquecimento dos preços do animal para abate e da carne. 

Os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, respondendo por 12% das exportações, atrás apenas da China, que concentra 49%. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), mostram que, em junho/25, o volume adquirido pelos norte-americanos já foi o menor desde dezembro/24. 

Ainda assim, as exportações totais de carne bovina brasileira naquele mês tiveram o segundo melhor desempenho do ano, somando quase 270 mil toneladas. Pesquisadores indicam que boa parte da compensação em junho veio do aumento dos embarques, sobretudo à China, que vem ampliando suas compras desde fevereiro. 

Em março e abril, empresas dos EUA adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas em cada mês, num possível movimento de formação de estoque diante do receio de que o presidente norte-americano viesse a aumentar as tarifas para o comércio internacional.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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