terça-feira, maio 12, 2026

Autor: Redação

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BNDES está pronto para apoiar empresas afetadas pelas tarifas dos EUA, diz Mercadante



O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, disse nesta sexta-feira (25) que a instituição está pronta para apoiar as empresas que venham sofrer perdas com a medidas tarifárias do governo dos Estados Unidos.

“O BNDES vai estar presente, vai apoiar, como nós fizemos recentemente no Rio Grande do Sul”, afirmou, em entrevista durante a realização do ato em defesa da soberania nacional, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

“Naquela tragédia ambiental no Rio Grande do Sul [em 2024], o BNDES colocou R$ 29 bilhões. O que aconteceu? A economia cresceu 4,9%. O desemprego foi o menor da história, 4,1%, e o Brasil cresceu 3,4%. Então, o Rio Grande do Sul se recuperou porque teve crédito, teve suspensão do pagamento de giro, teve apoio para capital, para investimento, para reconstrução. E era uma tragédia de grande dimensão”, relatou.

Mercadante afirmou que o Banco tem todas as informações sobre as empresas e as cadeias industriais que poderão estar mais expostas às medidas e que o Ministério da Fazenda está coordenando as iniciativas do governo junto com a Casa Civil.

Ele também defendeu que o país precisa trabalhar fortemente para manter o diálogo, para avançar nas negociações, e essa sempre foi a disposição do governo brasileiro. “Mas, ao mesmo tempo, buscar novos mercados, diversificar a pauta de exportações aonde é possível”, completou.

Em relação ao ato, o presidente do BNDES disse que o Largo de São Francisco sempre foi um espaço de luta pela democracia, pela soberania e pela defesa do Estado democrático. “É um momento importante para a democracia e para a economia também. O Brasil vive um momento de crescimento importante”, ressaltou.

Segundo ele, o país defende a paz, a diplomacia e as instituições multilaterais. “É isso que nós estamos defendendo na diplomacia internacional. Eu tenho certeza que nós vamos superar essas adversidades, a economia brasileira vai resistir”, concluiu.



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Todos os países estarão na COP30, diz governador do Pará



O governador do Pará, Helder Barbalho, disse nesta sexta-feira (25) em entrevista à CNN Money que todos os países-membros das Nações Unidas estarão presentes na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).

O evento será realizada em Belém, capital paraense, em novembro. “Temos dialogado com as Nações Unidas, garantindo que os 196 países estejam com as suas delegações, todos confirmados e com leitos garantidos. Portanto, os negociadores de todos os países estarão presentes para que possamos extrair o melhor conteúdo e que a COP da Amazônia, de Belém, possa ser a COP da implementação e da responsabilidade com a humanidade”, declarou.

Barbalho afirmou à CNN que espera a inclusão dos Estados Unidos na Conferência, mesmo em meio às tensões comerciais com o Brasil após o anúncio de tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros.

“Os Estados Unidos continua membro da Conferência das Nações Unidas para o Clima, apesar de terem saído do Acordo de Paris, e desejamos que estejam representados”, afirmou.

Barbalho ressaltou que o Brasil tem a oportunidade de liderar a agenda de sustentabilidade no mundo, bem como trazer soluções a partir da floresta amazônica. Além disso, afirmou ter esperança de que, durante a COP30, os países atualizem os seus compromissos de transição energética.



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Como fica o tempo no fim de julho? Previsão aponta contrastes pelo Brasil



Ao longo dos próximos dias, a condição de umidade nas lavouras de soja no Sul do país será benéfica, enquanto a região central seguirá com tempo seco. O cenário deve se manter estável, pois não há previsão de chuva volumosa para essas áreas.

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No Sul, a passagem de uma frente fria deve provocar chuvas, que podem ser fortes especialmente no Rio Grande do Sul, com volumes entre 70 e 80 mm. Essas precipitações são importantes para manter o bom padrão hídrico da região.

No interior, a falta de chuva persiste, o que pode impactar negativamente culturas da segunda safra, como milho, sorgo e algodão. Para quem plantou mais tarde, a ausência de chuva durante a fase de enchimento de grãos pode comprometer a produtividade. Há também relatos de situações semelhantes no Matopiba.

Chuvas nas lavouras de soja de Roraima

Em Roraima, com o avanço do plantio de soja, as chuvas continuam de forma mais frequente. Porém, em alguns cenários, o volume expressivo de água pode não ser tão benéfico, pois o excesso pode prejudicar as lavouras neste momento.

O que o produtor pode esperar do tempo

Na costa leste do Nordeste, a chuva será frequente nos próximos dias. Entre 31 de julho e 4 de agosto, a precipitação se espalhará por diversas regiões do país, como áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia.

Entretanto, nesses locais os acumulados de chuva devem ser baixos, insuficientes para uma reposição hídrica adequada, caracterizando uma chuva fraca para a agricultura.

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AgroNewsPolítica & Agro

Soja fecha em leve alta em Chicago com prêmio climático


Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago encerraram a quinta-feira (24) com leve valorização, impulsionados principalmente por fatores climáticos nos Estados Unidos. Segundo análise da TF Agroeconômica, o contrato de setembro, referência para a nova safra, subiu 0,07%, ou US$ 0,50 cent/bushel, sendo cotado a US$ 1005,75. Já o contrato de agosto caiu 0,15%, ou US$ 1,25 cent/bushel, para US$ 1004,25, refletindo sua proximidade de vencimento.

Apesar da sequência anterior de três quedas, os preços se recuperaram levemente nesta sessão, com o mercado monitorando atentamente as previsões climáticas. A continuidade das chuvas no cinturão agrícola americano vem favorecendo as lavouras, o que tende a pressionar os preços. No entanto, a possibilidade de menos umidade nas previsões de 6 a 14 dias oferece algum suporte, somado à firmeza do óleo de soja, que subiu 0,94% no dia.

Outro fator que chamou a atenção foi a compra de 30 mil toneladas de farelo de soja da Argentina pela China — um movimento raro, já que, mesmo com o comércio liberado desde 2019, os chineses geralmente evitam esse mercado. Essa compra pontual trouxe volatilidade ao farelo, que acabou fechando em queda de 0,85%, a US\$ 269,70/ton curta.

Do lado das exportações, os dados divulgados pelo USDA foram considerados baixistas. As vendas semanais de soja dos EUA totalizaram 160,9 mil toneladas para a safra 2024/25, abaixo das 271,9 mil da semana anterior. Para a temporada 2025/26, as vendas foram de 238,8 mil toneladas — resultado também inferior às expectativas do mercado, que iam de 250 mil a 500 mil toneladas. A ausência da China e o protagonismo da Holanda, com 116,8 mil toneladas, reforçam o cenário de demanda internacional fraca.

 





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‘Morango do amor’ viraliza nas redes e impulsiona lucro de confeiteiros e produtores


A febre do “morango do amor” nas redes sociais tem gerado um impacto positivo direto nos lucros de confeiteiros e produtores de morango em Atibaia, no interior de São Paulo. Conhecida como Capital Nacional do Morango, a cidade produz cerca de 3 mil toneladas da fruta por ano.

Vídeos com receitas, trends e memes com o doce inspirado na maçã do amor, estrelados por anônimos e celebridades como Fábio Porchat, já acumulam milhões de visualizações. O sucesso tem impulsionado a procura pela sobremesa em feiras, confeitarias e eventos gastronômicos.

A confeiteira Izabella Maciel sentiu o impacto direto do “hit”. Só nas últimas duas semanas, a procura pelo doce aumentou significativamente na loja que mantém em sociedade com a mãe.

“Imaginei que fosse só por causa das festas juninas, algo passageiro. Mas quando vi que as pessoas vinham especificamente atrás do morango do amor e não compravam outra coisa, entendi que era hora de aumentar a produção”.

Com mais de 13 anos de experiência em confeitaria, Izabella precisou fazer ajustes rápidos para atender a demanda. “Começamos a produção há cerca de seis dias, e nossa meta é chegar a mil unidades vendidas até o fim da semana. Tivemos que suspender outros produtos para dar conta da demanda crescente.”

Vendido por R$ 16 a unidade, o doce não é novidade no cardápio da loja: “Já havíamos feito para a Festa das Flores e Morangos de 2022, mas na época não teve a mesma aceitação. Agora, com o boom nas redes, virou nosso carro-chefe.”

O sucesso do morango do amor também beneficiou produtores locais da fruta. Um deles é Rafael Augusto Maziero, neto de um dos fundadores da tradicional Festa do Morango de Atibaia. Ele representa a terceira geração da família na agricultura e já prepara o filho para dar continuidade ao negócio.

Segundo Rafael, a procura por morangos aumentou 30% nas últimas semanas, e o preço também subiu. “O quilo que costumava custar entre R$ 30 e R$ 35, agora chega a ser vendido por até R$ 50”, relata.

Rafael Maziero ( de camiseta cinza), produtor de morangos acompanho do seu filho de de seu pai em Atibaia-SP

O agricultor de 42 anos, que começou na lavoura aos 15, comemora o timing da tendência.

“Essa moda veio em uma época ótima. Julho e agosto são meses fortes de colheita. Em anos anteriores, o excesso de oferta derrubava os preços. Desta vez, a alta procura manteve o preço estável e até elevou os lucros.”

Para atender a nova demanda, os produtores estão sendo mais criteriosos na seleção dos frutos.“O pessoal quer morangos grandes e bem bonitos para fazer o doce. Isso exige mais cuidado na colheita, mas também nos estimula a investir em novas variedades, tecnologia e inovação.”

Tendência passageira ou oportunidade duradoura?

Izabella acredita que o hype do morango do amor deve durar pelo menos mais um mês.

“Tem gente que nem gosta da fruta, mas compra só para postar nas redes e se sentir parte da tendência. Mas, além disso, o doce é realmente delicioso”, diz ela.

Já Rafael torce para que a onda dure ainda mais. “Se essa moda continuar, melhor pra nós. O ‘faz-me-rir’ só cresce no bolso do produtor”, brinca, referindo-se ao aumento dos lucros.



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‘Transformar Juntos’ destaca a importância do cadastro rural



Hoje (25), é o último dia do ‘Transformar Juntos 2025’, evento realizado em Brasília e promovido pelo Sebrae Nacional, que reúne gestores públicos, lideranças locais e representantes de diversas instituições.

Um dos destaques da programação no segundo dia de evento foi o painel ‘Mapear para incluir: o papel do cadastro na agricultura‘, com a presença de Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae, Daniel Carrara, diretor-geral do Senar e Ana Euler, diretora de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia da Embrapa.

Os palestrantes enfatizaram a importância do Cadastro Ambiental Rural (CAR) para viabilizar a assistência técnica, gestão e inovação no campo. Atualmente, o CAR abrange cerca de cinco milhões de propriedades rurais, só que ainda enfrenta desafios.

“A gente precisa saber onde está o produtor, qual é a principal atividade dele, até no ponto da logística para que a gente possa acessá-lo. Estar em dia com esse cadastro é fundamental”, afirma Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae Nacional.

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A equipe do Mercado e Companhia do Canal Rural esteve presente no evento e conversou com alguns palestrantes. Confira aqui a reportagem!



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Queda nos preços do arroz desafia indústria, aponta Itaú BBA



Em junho deste ano, o arroz em casca fechou a R$ 67,19 por saca, valor 41% inferior ao registrado no mesmo período de 2024.

Relatório do Itaú BBA aponta que esse cenário traz preocupações sobre os investimentos na próxima safra (2025/26), já que a rentabilidade de 2024/25 tende a ser restrita.

“A oferta mais elevada, combinada com a queda nos preços, pode beneficiar o custo da matéria-prima para a indústria. No entanto, o repasse de outros custos, como logística e embalagens, segue limitado, diante de um varejo mais cauteloso e estoques enxutos”, destaca o documento.

Segundo o relatório da instituição, embora os preços no atacado também tenham recuado, o movimento não ocorreu na mesma proporção observada no campo.

“Em um ambiente de consumo retraído, escoar o produto a preços que garantam margens positivas se tornou um desafio no primeiro trimestre da comercialização da nova safra”, reforça.

De acordo com o Itaú BBA, a boa disponibilidade no Mercosul e o dólar mais fraco mantêm atrativas as importações de arroz em casca e beneficiado. Contudo, a entrada do cereal já processado pressiona ainda mais as margens da indústria, que precisa lidar com estoques adquiridos a preços elevados no ciclo anterior.



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Brasil fecha acordo com o México e começa a exportar ossos processados



O Brasil acaba de garantir mais uma abertura comercial estratégica para o agronegócio. O México aprovou o modelo de certificado sanitário internacional que autoriza a exportação de ossos processados brasileiros, conforme divulgado na última quarta-feira (23) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A negociação foi conduzida em ação conjunta com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e fortalece a presença dos produtos brasileiros em setores industriais de alto consumo no país vizinho.

Matéria-prima para indústria e sustentabilidade

Os ossos processados são utilizados como insumo em diversos segmentos, como alimentação animal, gelatina, colágeno e fertilizantes, áreas com demanda crescente no México. Além do valor comercial, a exportação desse subproduto contribui para a sustentabilidade da agroindústria, ao permitir o melhor aproveitamento dos resíduos de origem animal.

Somente em 2024, o México importou mais de US$ 2,9 bilhões em produtos agropecuários brasileiros. Entre os principais itens da pauta exportadora estão soja, proteínas animais, café e produtos florestais. Agora, com a entrada dos ossos processados nessa lista, a tendência é de ampliação desse fluxo comercial.

Estratégia contra tarifas e instabilidades

Com o novo acordo, o Brasil chega a 397 mercados abertos desde o início de 2023. O número reflete os esforços diplomáticos e técnicos do Mapa e do Itamaraty para expandir a atuação do agro brasileiro no comércio internacional.

A nova abertura também reforça a estratégia brasileira de diversificação de mercados. Após os Estados Unidos anunciarem tarifas de até 50% sobre produtos do agro nacional, incluindo a carne bovina, o governo federal tem buscado alternativas para reduzir a dependência de mercados instáveis. O impacto do ‘tarifaço’ pode chegar a mais de US$ 1 bilhão para o setor.

A intensificação das negociações com países da América Latina, Ásia e Oriente Médio vem sendo uma resposta direta a esse novo cenário, com foco na segurança comercial de longo prazo.



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Música para vacas? Técnica melhora bem-estar e produção no campo



No sítio Queijo D’Alagoa, no Sul de Minas, o produtor Osvaldo Martins, conhecido como Osvaldinho, encontrou uma forma curiosa e eficiente de cuidar do rebanho. Ele toca tuba para as vacas. A cena, que parece inusitada à primeira vista, já faz parte da rotina da propriedade e tem dado resultados surpreendentes.

Cada vaca da fazenda tem nome próprio, como Pipoca, Estrela e Pintura. Durante os momentos de música, o ambiente fica mais tranquilo e o gado demonstra menos sinais de estresse. Essa prática, segundo especialistas, ajuda a liberar ocitocina — hormônio ligado à produção de leite — e favorece a saúde do rebanho, reduzindo doenças e facilitando a ordenha.

A estratégia vai além do conforto animal e se reflete na produtividade. Estudos apontam que o gado mais calmo apresenta melhor desempenho reprodutivo e maior qualidade do leite. E não é só com bovinos. Uma pesquisa da USP também comprovou resultados positivos com suínos, que ficaram mais sociáveis e ganharam peso com menos ração quando expostos à música.

Iniciativas como a de Osvaldinho mostram como o bem-estar animal está cada vez mais integrado à sustentabilidade no agronegócio brasileiro. Ao som de canções suaves, a produção se torna mais eficiente e o manejo mais humano, aproximando o produtor de práticas que beneficiam tanto os animais quanto o consumidor. Quer ver como funciona na prática? Confira o reels completo sobre o tema no Instagram do Planeta Campo.





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AgroNewsPolítica & Agro

Soja segue sem muitas movimentações


O mercado da soja não tem movimentações relevantes no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Pagamento Agosto R$ 138,70 pagamento 30/08, setembro R$ 143,50 pagamento 30/09, outubro R$ 145,00 pagamento 30/10. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 131,00 Cruz Alta – Pgto. 30/08 – para exportador, R$ 131,00 Passo Fundo – Pgto. fim de agosto, R$ 131,00 Ijui´ – Pgto. 30/08 – para fábrica R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 24/08. Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 123,00 a saca ao produtor”, comenta.

Comercialização lenta e estrutura pressionada em Santa Catarina. “A movimentação portuária destaca que a dinâmica do mercado catarinense é impactada não apenas pela produção local, mas pelo intenso fluxo de grãos oriundos do Centro-Oeste, no entanto tem sido um desafio constante encontrar informações precisas a respeito de o que tem acontecido com os grãos oriundos do estado, sabe-se que a comercialização é lenta, quando ocorre os volumes tendem a ficar abaixo de 20 mil toneladas. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 138,16 (+0,46%)”, completa.

Excesso de oferta pressiona mercado e expõe déficit estrutural de armazenagem no Paraná. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 136,20. Em Cascavel, o preço foi 122,87. Em Maringá, o preço foi de R$ 122,98 (+0,07%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 121,47 (-0,40%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 138,16 (+0,04%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Safra recorde, vendas lentas e fretes em oscilação no Mato Grosso do Sul. Mato Grosso do Sul concluiu a safra 2024/25 com 14,68 milhões de toneladas, consolidando um volume recorde, mas a comercialização segue lenta. Hoje, os preços variaram entre R$ 119,54 em Chapadão do Sul e R$ 125,09 em Sidrolândia, mostrando que há uma diferença bastante expressiva entre os produtos de cada região. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 120,63, Campo Grande em R$ 120,63, Maracaju em R$ 120,63, Chapadão do Sul a R$ 119,54 (+0,45%), Sidrolândia a em R$ 125,09”, informa.

Enquanto isso, o maior produtor de soja enfrenta déficit crítico de armazenagem. “Os preços da soja em Mato Grosso, em 24 de julho, variaram entre R$ 111,38 em Sorriso e R$ 118,02 em Campo Verde. Primavera do Leste e Rondonópolis acompanharam a mesma variação. Campo Verde: R$ 118,96 (-0,79%). Lucas do Rio Verde: R$ 116,66, Nova Mutum: R$ 114,10. Primavera do Leste: R$ 118,02 (-0,79%). Rondonópolis: R$ 118,02 (-0,79%). Sorriso: R$ 111,38”, conclui.

 





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