segunda-feira, maio 11, 2026

Autor: Redação

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Dia de celebrar quem cultiva o campo e alimenta o Brasil


No Brasil, nesta segunda-feira, 28 de julho, celebramos o Dia do Agricultor — aquele que vive da terra, trabalha com dedicação e faz a esperança florescer no campo. A data foi criada em 1960, quando Juscelino Kubitschek fundou o Ministério da Agricultura.

De Norte a Sul do país, são homens e mulheres que acordam cedo, enfrentam o clima incerto, as pragas, os preços e, mesmo assim, persistem. Porque sabem que sua missão vai além de plantar e colher: eles são responsáveis pela comida de milhões de pessoas dentro e fora do país.

Portanto, nesse universo, existem histórias que se destacam pela força da coletividade e pela capacidade de transformar desafios em oportunidades.

Transformar a goiaba em símbolo de identidade

Em Carlópolis, no Norte Pioneiro do Paraná (PR), Rodrigo da Silva Viana cultiva goiabas. A fruta carrega o selo da Indicação Geográfica (IG) na modalidade de Indicação de Procedência (IP), reconhecimento conquistado em 2016 junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e, com apoio do Sebrae/PR

“Minha família produz goiaba desde os anos 90. Hoje sou a segunda geração. A IG ajudou a gente a melhorar a qualidade, alcançar novos mercados e até exportar”, conta Viana.

 Segundo o agricultor, Carlópolis é atualmente a capital nacional da goiaba de mesa e o maior produtor do Paraná. Com a formalização de uma cooperativa local — que reúne 40 cooperados e outros 40 produtores independentes — a comercialização da goiaba ganhou escala.

“Uma parte da economia do município gira em torno da goiaba. Então, é um trabalho que a gente vem fazendo ao longo dos anos para poder continuar no mercado, continuar produzindo e entregando uma fruta de boa qualidade”, diz Viana.

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Agricultor segurando uma goiaba.Agricultor segurando uma goiaba.
Rodrigo da Silva Viana, agricultor de em Carlópolis (PR). Foto: Sebrae/PR

Da Indicação Geográfica à Exportação

Mas nada disso veio fácil. Para conquistar o mercado europeu, por exemplo, Viana precisou viajar ao continente, visitar feiras internacionais e entender os requisitos exigidos para exportação.

Foi assim que descobriu a necessidade da certificação em Boas Práticas Agrícolas — Global G.A.P. (Good Agricultural Practices), programa reconhecido internacionalmente e exigido pelos supermercados da Europa. Atualmente, é considerada a certificação agrícola mais utilizada no mundo.

“Então, junto com o Sebrae, foi criado todo esse processo de certificação da goiaba para poder atender o mercado europeu”, explica o agricultor.

Parabéns, Agricultor!

Neste Dia do Agricultor, a equipe do Porteira Aberta Empreender parabeniza todos os produtores rurais, como o Rodrigo da Silva Viana, que representam a força da agricultura e a excelência da produção agrícola brasileira.

Com apoio do Sebrae, cresce o agroempreendedorismo, o cooperativismo rural e a valorização do conhecimento técnico daqueles que plantam o futuro, alimentam o presente e sustentam o Brasil.



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semana é decisiva para economia brasileira; ouça análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo nos mercados globais com balanços positivos nos Estados Unidos e expectativas de corte de juros pelo Fed, mesmo com sinais de fraqueza na atividade. O dólar recuou e o Ibovespa avançou levemente, com o real em alta e juros estáveis. O IPCA-15 subiu 0,33% em julho, com serviços pressionando, enquanto alimentos recuaram.

No exterior, PIB dos EUA e inflação são os destaques da semana; no Brasil, atenção à decisão do Copom, desemprego, produção industrial e negociações tarifárias com os EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Segunda safra de milho caminha para recorde



A sanidade das lavouras também foi acompanhada



A sanidade das lavouras também foi acompanhada
A sanidade das lavouras também foi acompanhada – Foto: USDA

A segunda safra de milho no Brasil segue em ritmo avançado de colheita e deve alcançar produção recorde de 123,3 milhões de toneladas, segundo levantamento do Rally da Safra, da Agroconsult. O volume representa um crescimento de 19,5% em relação à temporada 2023/24. Considerada por especialistas como a “mãe de todas as safrinhas”, a atual temporada reforça lições importantes para o futuro da agricultura no país, com destaque para a eficiência climática e o uso de tecnologias no campo.

Apesar do atraso no plantio da soja no início do ano, que empurrou o calendário da safrinha, a ocorrência de chuvas em abril e maio foi fundamental para o bom desempenho das lavouras. A produtividade média nacional chegou a 113,8 sacas por hectare, um avanço de 13,1% frente ao ciclo anterior, enquanto o aumento da área plantada foi de 5,9%. Para Douglas Leme, gerente de Marketing e Cultivos para Milho da BASF, o resultado demonstra a coragem dos agricultores e o papel central das tecnologias agrícolas nesse cenário.

A sanidade das lavouras também foi acompanhada de perto pela Agroconsult. Pragas como lagarta-do-cartucho e da espiga foram predominantes, com incidência em até 79% das lavouras no médio norte do Mato Grosso. Já a cigarrinha apareceu em até 47% das propriedades no sul do Mato Grosso do Sul. Para enfrentar esses desafios, Leme reforça a necessidade de manejo preventivo e controle no início do cultivo, evitando perdas severas causadas por pragas e doenças.

Entre as ferramentas adotadas, destaca-se o novo inseticida Efficon®, lançado pela BASF. A inovação atua com efeito imediato de paralisação das pragas e ação prolongada, sendo eficaz no controle da cigarrinha-do-milho e pulgões. Com base no ingrediente ativo exclusivo dimpropiridaz, a solução representa um avanço no controle químico, como aponta o produtor Onivaldo Dante Jr., de Cambé (PR), que relata expectativa de dobrar a eficiência no manejo com o produto.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

o Brasil que nasce do campo


Neste 28 de julho, o Brasil celebra o Dia do Agricultor, uma data que homenageia homens e mulheres que fazem da terra sua missão de vida. Criada em 1960, em referência ao centenário do Ministério da Agricultura, a data marca o reconhecimento a uma das atividades mais antigas e essenciais da humanidade: o cultivo da terra.

Ao longo dos séculos, a agricultura moldou o país. Começou com a extração do pau-brasil, passou pelos engenhos de cana-de-açúcar e pelo ciclo do café, até alcançar os mais modernos sistemas de produção. O que era feito com o carro de boi, hoje evoluiu para tratores inteligentes, sementes geneticamente aprimoradas, conectividade no campo e técnicas sustentáveis como o plantio direto e os sistemas integrados de produção.

Mais do que inovação, a agricultura é resistência. No campo, o dia começa cedo, com sol forte ou chuva pesada, enfrentando estradas difíceis, custos elevados e políticas públicas ainda distantes da realidade rural. Mesmo assim, os agricultores seguem firmes, cultivando com esperança, muitas vezes alimentada pela frase que ecoa entre safras: “o ano que vem vai ser melhor”.

Cada alimento que chega à mesa carrega o esforço de quem planta, colhe, cuida. O pão com manteiga do café da manhã, o arroz com feijão do almoço, a fruta do lanche, o jantar variado — tudo nasce no campo. E, por trás de cada refeição, há o trabalho invisível, mas indispensável, de um agricultor.

Apesar de sua importância, o reconhecimento nem sempre acompanha a dedicação. Muitos produtores enfrentam preços baixos, falta de apoio técnico, crédito escasso e políticas agrícolas frágeis. Em países desenvolvidos, a agricultura é amplamente subsidiada, garantindo renda mínima e estabilidade ao setor. No Brasil, o produtor muitas vezes não cobre os custos da produção, o que gera instabilidade de preços e insegurança para quem vive do campo.

A criação de políticas mais eficientes, com controle de safras, incentivos em épocas adequadas e equilíbrio entre oferta e demanda, poderia beneficiar toda a cadeia produtiva. Um fundo agrícola nacional, abastecido com recursos da exportação e importação, também ajudaria a tornar o sistema mais justo para produtores e consumidores.

O Dia do Agricultor é, portanto, uma oportunidade não apenas de celebrar, mas de refletir. É preciso olhar para o campo com mais atenção, ouvir quem está na lida diária com a terra e construir um futuro mais equilibrado e digno para quem garante o alimento de cada brasileiro.

Reconhecer o agricultor é valorizar o Brasil que nasce todos os dias no campo.





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Trigo/Cepea: Clima deixa produtores em alerta


Fortes chuvas no RS atrapalharam os trabalhos de campo

Chuvas intensas registradas no Sul do Brasil na semana passada, em especial no Rio Grande do Sul, e geadas em áreas do Centro-Sul do País deixaram produtores de trigo em alerta, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, por um lado, o clima mais frio favorece o desenvolvimento das lavouras, mas as fortes chuvas no RS atrapalharam os trabalhos de campo e implicaram até em perdas em algumas lavouras, que necessitarão ser replantadas. Dados da Conab indicam que, até 21 de junho, 56,6% da área estimada havia sido semeada no Brasil. A Companhia também indicou os inícios da semeadura em Santa Catarina e da colheita da safra de 2025 em Goiás.

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AgroNewsPolítica & Agro

Frio e falta de forragem afetam pecuária de corte


As condições dos rebanhos de corte no Rio Grande do Sul têm refletido os efeitos do clima frio e da oferta restrita de forragem. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (24) pela Emater/RS-Ascar, os pecuaristas intensificaram os cuidados sanitários e as estratégias de manejo para preservar a condição corporal dos animais diante das baixas temperaturas e da limitação dos campos nativos.

Segundo a Emater/RS-Ascar, foram adotadas práticas como vacinação contra clostridioses, desvermifugação, tratamento de ferimentos e controle de ectoparasitas. Também houve manutenção das estruturas nas propriedades, incluindo consertos de cercas e porteiras. As temperaturas baixas e as geadas contribuíram para a redução de parasitas no campo, mas, por outro lado, afetaram a qualidade das pastagens, o que comprometeu o escore corporal dos rebanhos, especialmente onde há excesso de lotação animal.

A entidade relata que, nas áreas mais afetadas, os produtores têm transferido os animais para campos com pastagens anuais ou fornecido alimentos conservados como silagem e feno. Na região administrativa de Bagé, a palha de arroz tem sido usada como suplemento, e houve aumento na procura por rações e farelos. Em São Gabriel, os pecuaristas optaram pela venda de parte do rebanho e buscaram áreas de arrendamento para aliviar a pressão sobre os pastos.

Em Caxias do Sul, a condição sanitária dos rebanhos é considerada adequada, mas a recuperação corporal dos animais tem sido limitada pelo atraso no crescimento das pastagens. Conforme a Emater/RS-Ascar, touros e vacas prenhes têm sido priorizados no pastejo de aveia e azevém. Em Erechim, o estado nutricional é considerado satisfatório, embora tenha havido perda de peso em áreas com alta lotação. Também foram registrados focos de bernes e carrapatos.

A Emater/RS-Ascar destaca que o desmame foi concluído na maioria das propriedades e houve movimentação intensa nos leilões de terneiros, novilhas e vacas prenhes. No entanto, no mercado de gado gordo, os preços recuaram em diversas categorias devido ao aumento da oferta.

Em Frederico Westphalen, o clima seco e ensolarado favoreceu o conforto térmico dos animais, embora tenha sido necessário suplementar a alimentação para manter a condição corporal. Em Passo Fundo, a limitação de volumoso reduziu o peso dos animais mantidos exclusivamente a pasto, e a comercialização segue praticamente estagnada. Em Pelotas, o uso de sal proteinado ajudou a minimizar perdas nutricionais.

Na região de Santa Maria, os animais em campos nativos perderam peso, enquanto os alocados em pastagens cultivadas apresentaram melhor desempenho, mesmo sem pleno desenvolvimento das forragens. Em Santa Rosa, a condição sanitária dos rebanhos permanece satisfatória. Em áreas com predominância de espécies nativas, houve intensificação na oferta de suplementos. Garruchos, Bossoroca e Santo Antônio registraram marcações e castrações em terneiros.

Em Soledade, a condição corporal dos rebanhos e o ganho de peso dos terneiros estão dentro do esperado, com predomínio de pastagens de aveia nas áreas ocupadas pelos lotes.





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AgroNewsPolítica & Agro

Boro: micronutriente discreto, mas essencial


O sucesso de uma lavoura não depende apenas dos fertilizantes convencionais. Micronutrientes como o boro, mesmo exigidos em pequenas quantidades, são fundamentais para o bom desenvolvimento das plantas. Ele participa de processos vitais, como a formação da parede celular, crescimento das raízes, transporte de açúcares, síntese de lignina e fecundação das flores.

A deficiência de boro pode causar sintomas visíveis e prejudiciais, como folhas novas encarquilhadas, necrose nos meristemas apicais, paralisação do crescimento, raízes atrofiadas e frutos com rachaduras ou má formação. Esses problemas comprometem diretamente o desempenho da cultura e o retorno econômico para o produtor.

“O boro está diretamente ligado à formação do tubo polínico, o que influencia no pegamento dos frutos. A deficiência pode causar queda de flores, deformações e redução no rendimento da lavoura”, explica Cristian Negri, gerente de Desenvolvimento Técnico da TMF Fertilizantes. “É um nutriente que age silenciosamente, mas cuja ausência traz prejuízos visíveis.”

Fatores como solos arenosos, pH elevado, baixa matéria orgânica e extremos climáticos — como chuvas intensas ou estiagens prolongadas — estão entre as causas mais comuns da deficiência do micronutriente. Para evitar perdas, é essencial adotar estratégias de correção baseadas em diagnósticos por análises de solo e folha, com aplicações via solo ao longo do ciclo e foliares em situações específicas.

O manejo deve ser equilibrado, pois o excesso de boro também pode ser tóxico. Culturas como café, soja, algodão, citrus, maçã e videira têm alta exigência desse nutriente, e sua reposição adequada contribui para melhor formação de flores e frutos, redução de deformações e maior resistência estrutural das plantas.

 





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Lentidão na soja e desafios de armazenagem são temas abordados por consultoria



O mercado brasileiro de soja teve uma semana de preços entre estabilidade e leves quedas. O ritmo dos negócios seguiu restrito, com a cautela dos negociadores e a diferença entre as bases de compra e venda.

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A combinação da baixa do dólar e a desvalorização dos contratos futuros na Bolsa de Chicago pressionou o mercado interno. No entanto, prêmios firmes evitaram uma queda generalizada nas cotações.

Preços de soja por região

  • A saca de 60 quilos seguiu na casa de R$ 132,00 na região de Passo Fundo (RS)
  • Em Cascavel (PR), o preço permaneceu em R$ 131,00
  • Em Rondonópolis (MT), a cotação se manteve em R$ 120,00.
  • No Porto de Paranaguá (PR), mercado também sem alteração, com preço a R$ 138,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, operavam na manhã desta sexta-feira (25) a US$ 10,17 ½ por bushel, acumulando uma desvalorização semanal de 1,76%. Apesar dos avanços nas negociações tarifárias entre Estados Unidos e parceiros comerciais importantes, o clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas segue pressionando os preços da soja.

EUA e Japão

Durante a semana, o presidente americano Donald Trump anunciou um acordo comercial com o Japão, estabelecendo tarifa recíproca de 15%. O Japão é um dos maiores consumidores de produtos agrícolas dos EUA. Também houve sinalizações de progresso nas conversas comerciais entre Estados Unidos, União Europeia e China.

As atenções, porém, estão voltadas para o clima. As temperaturas subiram no cinturão produtor americano, acompanhadas de chuvas, favorecendo a evolução das lavouras. A perspectiva é de uma safra cheia, que se soma a um cenário de ampla oferta mundial, reforçando a pressão sobre as cotações.

Cbsoja

O armazenamento de grãos no Brasil não acompanha o ritmo da expansão da produção. Essa foi a afirmação de Edenilson Carlos de Oliveira, diretor de Logística e Operações da Coamo Agroindustrial Cooperativa, durante o Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja), realizado em Campinas (SP). “No Centro-Oeste, a situação é ainda mais crítica”, lamentou.

Oliveira explicou que a região teve grande crescimento na área plantada e na produtividade nos últimos anos, gerando uma produção gigantesca, mas os investimentos em armazenagem não acompanharam essa evolução.

Segundo ele, a situação é mais delicada em Mato Grosso. “Mato Grosso do Sul tem uma produção mais diversificada, o que ajuda a aliviar o gargalo”, destacou. No Sul do país, os problemas de armazenagem são menores, embora ainda existam distorções entre os estados.

Outro ponto ressaltado foi a forte relação entre a evolução da produção brasileira de soja e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da China. “O aumento do PIB chinês reflete diretamente no incremento da produção brasileira”, afirmou o diretor.



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Última semana de julho começará com pancadas de chuva, ventos fortes e tempo seco pelo Brasil



No início desta semana, uma frente fria associada a um ciclone extratropical atua no Sul do Brasil, o que mantém o tempo instável nos três estados da região. A nebulosidade é densa, com pancadas de chuva de intensidade moderada a forte, especialmente no leste gaúcho e no sudeste catarinense, onde a precipitação se concentra entre a madrugada e a manhã.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Os ventos ganham destaque com rajadas que variam de 51 a 70 km/h no centro-leste do Rio Grande do Sul e podem chegar a 90 km/h no litoral norte do estado, no Paraná e em Santa Catarina, chegando a superar 91 km/h em pontos do litoral gaúcho.

O tempo no Sudeste

Segundo a Climatempo, no Sudeste, a previsão indica chuva isolada no centro-sul do estado de São Paulo, incluindo a capital, e no sul de Minas Gerais.

Já no Rio de Janeiro, Espírito Santo e grande parte de Minas, o tempo permanece firme, com céu claro e baixa umidade, especialmente no interior e no Triângulo Mineiro, onde os índices podem cair abaixo dos 30% durante a tarde.

Centro-Oeste tem previsão de temporais

No Centro-Oeste, as pancadas de chuva devem ocorrer principalmente no centro-sul do Mato Grosso do Sul, com possibilidade de temporais na região central do estado, incluindo Campo Grande.

Nas demais áreas do Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, predomina o tempo seco, ensolarado e com umidade relativa do ar entre 12% e 20% nos horários mais quentes.

Nordeste

A Região Nordeste registra tempo instável devido à infiltração marítima, com chuvas moderadas entre Sergipe e Ceará e risco de temporais ao longo do litoral, entre Maceió e Recife.

O interior nordestino, contudo, segue com tempo firme e baixa umidade, especialmente em áreas do Piauí, sul do Maranhão e oeste da Bahia.

Pancadas de chuva e tempo seco no Norte

No Norte do país, pancadas de chuva são esperadas no Acre, Amazonas, Roraima e norte de Rondônia, enquanto Pará, Amapá e Tocantins permanecem com céu claro e clima seco. Palmas, capital do Tocantins, mantém alerta para níveis críticos de umidade, que podem variar entre 12% e 20%.



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EUA e União Europeia fecham acordo tarifário



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, neste domingo (27), um acordo tarifário com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. A medida estabelece uma tarifa padrão de 15% sobre importações entre os dois blocos, em substituição à tarifa de 30% que entraria em vigor a partir de 1º de agosto. O anúncio foi feito após uma reunião em Turnberry, na Escócia, e busca conter os impactos do chamado “tarifaço” que vem provocando tensão entre parceiros comerciais.

O entendimento também prevê que a União Europeia compre US$ 750 bilhões em energia dos EUA, além de elevar em US$ 600 bilhões seus investimentos em equipamentos militares e na abertura de mercados para comércio com tarifa zero. Segundo Trump, a estrutura do pacto tenta reduzir um dos “maiores déficits comerciais do mundo” e será implementada de forma progressiva a partir do próximo mês.

Apesar do avanço nas negociações com a UE, Trump confirmou que outros países que não chegaram a um acordo até 1º de agosto enfrentarão novas tarifas, com exceção dos setores de aço e alumínio, que continuarão com a taxa elevada de 50%. O presidente deixou claro que não haverá novas extensões nos prazos para os parceiros que ainda tentam negociar.

Durante a coletiva conjunta, Ursula von der Leyen reconheceu a firmeza de Trump nas negociações e destacou que o novo acordo representa um passo importante para “modernizar as relações comerciais transatlânticas”. A líder europeia também sinalizou disposição para seguir avançando em áreas estratégicas como segurança energética e inovação tecnológica.

Mais cedo, o secretário de Comércio norte-americano, Howard Lutnick, já havia alertado que não haveria mais prorrogações nas negociações com outros países. “Em 1º de agosto, as tarifas serão aplicadas. As grandes economias ainda podem negociar, mas os termos já estão definidos”, disse.

Com informações da CNN Brasil.



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