sábado, maio 9, 2026

Autor: Redação

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Índice de Commodities do BC cai 0,54% em julho ante junho e acumula baixa de 9,76% em 2025



O Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) medido em reais caiu 0,54% em julho, na comparação com junho, informou a autarquia. A queda foi observada nos preços de commodities de energia (-2,01%) e agropecuárias (-1,10%). Os metais aumentaram 2,65%.

O IC-Br representa a média mensal dos preços de um conjunto de commodities consideradas relevantes para a dinâmica da inflação no Brasil.

O setor agropecuário tem peso aproximado de 67% no índice, seguido pelos segmentos de energia (em torno de 17%) e de metais (com cerca de 16%).

Em dólares, o índice agregado caiu 0,26% em julho, também com baixas no segmento agropecuário (-0,82%) e de energia (-1,76%), e alta em metais (2,93%).

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O IC-Br medido em reais acumulou baixa de 9,76% de janeiro a julho deste ano, mas ainda cresceu 3,95% em 12 meses.

Os preços das commodities agropecuárias caíram 11,40% no ano e subiram 5,24% em 12 meses; os de metais recuaram 1,13% no ano e avançaram 8,92% em 12 meses; e os de energia tiveram baixa de 11,54% no ano e de 6,95% em 12 meses.



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Avanço de frente fria pode provocar ventos de até 70 km em algumas regiões do país



O avanço de uma nova frente fria sobre a costa sul do país deve promover o retorno das instabilidades nos três estados da região Sul nesta quinta-feira (7). Ainda pela manhã, núcleos de chuva já devem ganhar força em algumas áreas do Rio Grande do Sul. No decorrer da tarde e noite, as pancadas já começam a se espalhar sobre o interior catarinense e paranaense, variando entre moderada e pontual forte intensidade.

Entre o norte e a serra gaúcha, sul, serra e oeste catarinense e extremo sul paranaense, há risco para temporais acompanhados por raios e fortes ventos. Além da chuva, o destaque também deve girar em torno dos ventos que sopram sobre o Rio Grande do Sul, com rajadas que podem chegar a 70 km/h entre a Costa Doce e o Litoral Médio. Em Porto Alegre, céu encoberto com pancadas de chuva ganhando força ainda pela manhã. Por outro lado, Florianópolis e Curitiba ainda devem contar com a presença de tempo mais estável ao longo do dia – apenas com variação de nebulosidade.

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No Sudeste, a entrada de umidade marítima ainda pode estimular a ocorrência de pancadas de chuva fraca em algumas áreas do litoral sul de São Paulo. Nas demais regiões do interior paulista, o predomínio segue sendo de tempo firme, temperaturas em elevação durante o dia e atenção para baixa umidade relativa do ar entre o norte e noroeste paulista. Em Minas Gerais, tempo seco e também risco para queda acentuada da umidade no decorrer das horas mais quentes – inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No Espírito Santo, a circulação de ventos marítimos também pode resultar em episódios de chuva fraca isolada – especialmente no litoral sul capixaba.

Enquanto no Centro-Oeste, o tempo deve seguir estável em praticamente toda a região. Excepcionalmente no extremo sul de Mato Grosso do Sul, algumas instabilidades atuantes sobre o sul do país e o Paraguai podem avançar sobre a região. Já Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal seguem com influência de ar seco e o tempo segue firme ao longo do dia. À tarde, há risco para que a umidade relativa do ar fique abaixo de 20% entre Goiás e o leste de Mato Grosso.

Já no Nordeste, os ventos que sopram do oceano em direção ao continente seguem estimulando a formação de nuvens carregadas entre o litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte, com condições para pancadas de chuva de fraca a moderada intensidade. No litoral do Maranhão, a chuva também acontece, mas com potencial para cair com forte intensidade em alguns momentos. Em algumas áreas, há risco para temporais localizados. Já o interior nordestino continua mais quente e seco, com risco para umidade do ar baixa à tarde. Destaque para o sul do Maranhão, interior do Piauí e oeste da Bahia, locais onde a umidade relativa do ar permanece abaixo de 20%.

E na região Norte, a presença de uma área de baixa pressão e umidade elevada na atmosfera local vão servir de combustível para a formação de instabilidades sobre o Amazonas, Pará, Roraima e o Amapá – com previsão de chuva com moderada – a pontual forte – intensidade ao longo do dia. Em alguns intervalos do dia, há risco para temporais localizados. Já o Acre, Rondônia e Tocantins seguem com predomínio de tempo firme durante o dia.

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AgroNewsPolítica & Agro

Lei regulamenta produção de cachaça em Minas Gerais



Nova lei busca desburocratizar setor de bebidas




Foto: Divulgação

O Governo de Minas Gerais sancionou a Lei nº 25.424, que trata da inspeção e da fiscalização de produtos de origem vegetal destinados à alimentação humana. A medida é considerada estratégica para desburocratizar o processo de produção e comercialização da cachaça e da aguardente de cana-de-açúcar, bebidas com valor histórico, cultural e gastronômico no estado.

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) informou que a sanção foi publicada no Diário Oficial do Estado no sábado (2). A nova norma regulamenta a produção das bebidas, exigindo o cumprimento de padrões higiênico-sanitários desde o engarrafamento até o acondicionamento dos produtos.

Segundo a legislação, os estabelecimentos produtores deverão seguir as exigências sanitárias definidas, além de manter a documentação regularizada. O descumprimento das regras pode resultar em penalidades, como multas e até a suspensão da atividade.





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Avicultura alternativa cresce na Paraíba com ração própria e entreposto de ovos


A avicultura alternativa — modelo de criação que foge do sistema industrial convencional — vem ganhando fôlego em Cabaceiras, no Cariri paraibano. Isso se deve a ações conjuntas entre cooperados, prefeitura e Sebrae/PB.

Além de fortalecer a produção local, a fabricação própria de ração reduziu custos em até 15%. Consequentemente, impulsionou o planejamento de uma futura unidade de beneficiamento de ovos.

A cooperativa Semiagro, formada por dezenas de pequenos produtores, passou a atuar com mais autonomia e visão de futuro. Isso porque, a avicultura alternativa prioriza práticas mais sustentáveis e éticas, voltadas especialmente para nichos como ovos caipiras, carne orgânica e sistemas agroecológicos.

Adicionalmente, o apoio técnico do Sebrae/PB. tem sido decisivo. Por meio de consultorias especializadas, os avicultores vêm melhorando a nutrição das aves e otimizando a gestão coletiva da produção.

“Produzindo a própria ração, eles conseguem juntar entre eles uma quantidade na compra de milho e soja e barganhar no preço do alimento”, explica José Cavalcante, analista técnico do Sebrae/PB.

No entanto, o grupo garantiu — por meio da prefeitura —, um espaço para a sede da cooperativa e para o futuro entreposto de ovos.

“Com a fabricação da própria ração, eles garantem, primeiro um estoque, depois conseguem a comercialização entre eles com um preço abaixo do mercado. Com isso, os avicultores também conseguem vender a outros produtores, que não são cooperados, com um preço diferente,” complementa Cavalcante.

Economia, união e resultado

Lázaro Farias, presidente da Semiagro, celebra os avanços. Com o programa Sebraetec, ele e os colegas implementaram melhorias relevantes na formulação da ração.

“A gente conseguiu melhoramento na qualidade da produção da ração, produzindo para o segmento caipira. Consequência disso, a gente conseguiu baixar o preço do custo da ração e melhorar a qualidade do ovo caipira.”

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Arte com os horários do programa Porteira Aberta EmpreenderArte com os horários do programa Porteira Aberta Empreender
Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. Foto: Arte Divulgação | Canal Rural



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Dólar cai, juros recuam e bolsa sobe; saiba o que vem por aí com especialista


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, analisa o impacto da sinalização de cortes de juros nos EUA, que impulsionou os mercados globais e favoreceu o real. O dólar caiu para R$ 5,46, menor nível em quase um mês, enquanto o Ibovespa subiu 1,04%, aos 134 mil pontos.

No Brasil, o fluxo cambial foi positivo e a curva de juros recuou, com o mercado precificando espaço para corte da Selic ainda este ano.

Hoje, destaque para IGP-DI, produção industrial e decisão de juros no Reino Unido.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtividade do algodão cresce em agosto no Mato Grosso



Chuvas beneficiam algodão da segunda safra




Foto: Canva

A análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (4) indica aumento na estimativa de produtividade média do algodão da safra 2024/25 em Mato Grosso, conforme os dados de agosto de 2025.

A área destinada ao cultivo da cultura foi mantida em 1,52 milhão de hectares. Segundo o Imea, desse total, 297,40 mil hectares correspondem à primeira safra, enquanto 1,22 milhão de hectares são relativos à segunda safra. Apesar de chuvas prolongadas terem afetado algumas lavouras da primeira safra, o instituto relatou que o desenvolvimento do algodão de segunda safra, especialmente o semeado mais tardiamente, apresentou bom desempenho.

Diante do cenário, a produtividade média do algodão em caroço foi estimada em 302,99 arrobas por hectare em agosto, o que representa uma elevação de 2,00% em relação a julho. Com esse resultado, projeta-se uma produção total de 6,92 milhões de toneladas de algodão em caroço para o ciclo 2024/25, o que corresponde a um aumento de 8,21% em comparação com a safra anterior.





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Temporais e calorão de 36°C são destaques do dia; confira a previsão de hoje



Dia de temporais em parte do Sul e de temperaturas beirando os 40°C no Centro-Oeste devem marcar esta quinta-feira (7). Confira a previsão para todo o país:

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Sul

Novas áreas de instabilidade avançam sobre a Região Sul, e há riscos para temporais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, exceto no sul gaúcho. As temperaturas devem ficar amenas em quase toda a região, porém, no norte do Paraná, os termômetros se elevam e o tempo fica firme.

Sudeste

Há previsão de pancadas de chuva fraca entre o litoral paulista e o Espírito Santo. O dia será de muita nebulosidade em todo o litoral do Sudeste, além de no sul de São Paulo e leste de Minas Gerais. As temperaturas seguem elevadas em grande parte do Sudeste, com destaque para o interior paulista, com máximas que podem alcançar valores acima de 31°C.

Centro-Oeste

O tempo segue firme em praticamente toda a região e o sol deve aparecer entre nuvens em algumas áreas. No período da noite, instabilidades associadas ao avanço de um cavado em níveis médios na atmosfera provocam pancadas isoladas de chuva no sul de Mato Grosso do Sul. As temperaturas ficam elevadas em Mato Grosso, Goiás e norte do território sul-mato-grossense, com destaques para São Miguel do Araguaia (GO), onde as máximas podem atingir os 35°C, e Sinop (MT), com previsão de 36°C.

Nordeste

As chuvas continuam no litoral do Nordeste, desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Norte, devido à umidade transportada do oceano na faixa leste. No norte do Maranhão, as pancadas devem ser mais fortes, com a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As temperaturas continuam elevadas em boa parte da Região, e a umidade relativa do ar deve ficar baixa no Piauí, sul do Maranhão e oeste da Bahia.

Norte

Áreas de instabilidades continuam em toda a faixa norte da região e em grande parte dos estados do Amazonas e Pará devido à alta umidade e à atuação de uma baixa pressão na região. O tempo segue com muita nebulosidade e temperaturas elevadas na Região.



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AgroNewsPolítica & Agro

Ceres Agrobank apresenta o novo ciclo de crédito no agronegócio



Instituição reforça compromisso com o agro brasileiro


Foto: Divulgação

Ceres Agrobank confirma presença na Andav 2025 e reforça compromisso com o desenvolvimento do agronegócio brasileiro

Referência em soluções financeiras para o agronegócio, estará presente na Andav 2025, um dos principais eventos do setor de distribuição de insumos agropecuários do país.

Com um portfólio de produtos e serviços voltados para impulsionar o crescimento sustentável do agro, a Ceres Agrobank apresentará novidades, oportunidades de crédito e linhas de financiamento que contribuem para o fortalecimento de toda a cadeia produtiva.

Durante o evento, os visitantes poderão conhecer de perto as soluções inovadoras oferecidas pela instituição, além de contar com uma equipe de especialistas preparada para tirar dúvidas e oferecer as melhores alternativas para cada perfil de negócio.

A participação na Andav 2025 reforça o compromisso da Ceres Agrobank em estar ao lado do produtor rural, fomentando investimentos, apoiando o desenvolvimento de novas tecnologias e fortalecendo o mercado agro brasileiro.

Ceres Agrobank nasceu para fomentar a transformação do agronegócio, com soluções personalizadas e mais justas para captação e distribuição de recursos financeiros.

Uma empresa idealizada por sócios que uniram a experiência no setor agropecuário com o conhecimento do mercado financeiro para trabalhar lado a lado com revendas e agroindústrias.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Petróleo cai para mínima de 8 semanas com incerteza sobre sanções dos EUA…


Logotipo Reuters

 

Por Scott DiSavino

NOVA YORK (Reuters) – Os preços do petróleo fecharam em queda de cerca de 1%, atingindo uma mínima de oito semanas nesta quarta-feira, depois que os comentários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o progresso nas negociações com Moscou criaram incertezas sobre se os EUA imporiam novas sanções à Rússia.

Os contratos futuros do petróleo Brent caíram 1,1%, fechando a US$66,89 por barril, enquanto o petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA caiu 1,2%, a US$64,35.

Esses movimentos marcaram o quinto dia consecutivo de perdas para ambos os índices de referência do petróleo, com o Brent fechando em seu nível mais baixo desde 10 de junho e o WTI fechando em seu nível mais baixo desde 5 de junho.

Trump disse nesta quarta-feira que seu enviado especial Steve Witkoff fez “grandes progressos” em sua reunião com o presidente russo Vladimir Putin, enquanto Washington continuava seus preparativos para impor sanções secundárias na sexta-feira.

Trump ameaçou impor sanções adicionais a Moscou se não forem tomadas medidas para acabar com a guerra na Ucrânia.

“Todos concordam que essa guerra deve chegar ao fim, e trabalharemos para isso nos próximos dias e semanas”, disse Trump, sem fornecer mais detalhes.

A Rússia é o segundo maior produtor de petróleo do mundo, depois dos EUA, portanto, qualquer possível acordo que reduza as sanções tornaria mais fácil para a Rússia exportar mais petróleo.

No início do dia, os preços do petróleo subiram depois que Trump emitiu um decreto impondo uma tarifa adicional de 25% sobre os produtos da Índia, afirmando que ela importava direta ou indiretamente petróleo russo. O novo imposto de importação entrará em vigor 21 dias após 7 de agosto.

A Índia, juntamente com a China, é um grande comprador de petróleo russo.

(Reportagem de Scott DiSavino em Nova York, Seher Dareen em Londres, Yuka Obayashi em Tóquio e Jeslyn Lerh em Cingapura)





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AgroNewsPolítica & Agro

Irrigação estratégica garante alta produtividade



“O desafio é aumentar a produção sem substituir culturas”



“O desafio é aumentar a produção sem substituir culturas"
“O desafio é aumentar a produção sem substituir culturas” – Foto: Pixabay

A produção de etanol de milho segue em forte expansão no Brasil, especialmente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que concentram as maiores áreas plantadas. A colheita da segunda safra 2024/25 já atinge 53,3% da área, com expectativas de produtividade recorde, segundo dados da Pátria Agronegócios. A consultoria AgRural também elevou a estimativa de produção total do cereal para 136,3 milhões de toneladas, impulsionada pelo bom desempenho da safrinha, que deve render 108,9 milhões de toneladas.

A irrigação tem desempenhado papel fundamental nesse avanço, permitindo maior estabilidade produtiva, principalmente em regiões com clima irregular. Com o uso da tecnologia, os produtores conseguem elevar a produtividade por hectare, otimizando áreas já cultivadas e evitando a necessidade de desmatamento ou substituição de culturas relevantes como soja e feijão.

“O desafio é aumentar a produção sem substituir culturas igualmente importantes, como soja e feijão. A irrigação potencializa a produtividade numa mesma área, evitando que novas áreas precisem ser abertas exclusivamente para milho”, destaca William Damas, especialista agronômico da Netafim.

No Mato Grosso do Sul, onde a variabilidade climática é mais acentuada, a irrigação tem sido decisiva para reduzir os impactos de anos secos sobre a rentabilidade. Enquanto lavouras não irrigadas sofrem quedas de produtividade, áreas com irrigação mantêm altos rendimentos, assegurando o abastecimento das indústrias de etanol de milho em crescimento na região.

Essa estratégia fortalece a produção de biocombustíveis no país, posicionando o Brasil como referência global na integração entre agricultura de alta performance e geração de energia renovável, com ganhos tanto para o mercado de grãos quanto para o setor energético.

 





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