sábado, maio 9, 2026

Autor: Redação

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Agroaliança é proposta fundamental do 24º Congresso Abag na próxima segunda-feira


Considero fundamental e importantíssima a proposta trazida neste 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio, da Associação Brasileira de Agronegócio (Abag), a agroaliança. Outros temas serão debatidos também, como transição energética, sustentabilidade agro brasileira, alimentos, energia, inovação. Porém, num mundo polarizado e dividido, por visões de facções ideológicas e egológicas, merecerá vital destaque a proposta das “agroalliances”. Que os Estados Unidos nos ouça e ouça ao mundo.

Conversei com o presidente da Abag, Luís Carlos Corrêa Carvalho, o Caio, e ele me disse: “Teremos um grande congresso nesta segunda-feira, dia 11 de agosto, em São Paulo. Conto com vocês neste momento tão tenso que vivemos de incertezas. Realmente um grave momento de desconfianças, de alguma forma o país travado. Estamos esperando o que virá, é alguma coisa complexa, o nosso congresso vai se realizar nesse ambiente, mas enfrentando essas discussões todas através de painéis específicos. Um painel que vai discutir a questão de alimentos, principalmente a questão da inovação, e do que significa o protagonismo brasileiro e o que nós estamos encontrando e o que vai ser para frente, lembrando sempre que essa discussão do nosso congresso se realiza como continuidade do congresso anterior, anteriormente nós discutimos biocompetitividade, ou seja, é preciso, é fundamental, é absolutamente necessário ser biocompetitivo para pode estar no mercado. Agora nós vamos discutir outra coisa. Nós vamos dizer que sendo biocompetitivo não é suficiente, é preciso agroalianças. Nós precisamos ter alianças com países, alianças com produtores grandes de outros países no sentido de nos defender dessa onda muito forte de protecionismo, de mercados fechados, fragmentados. Tudo isso nós vamos discutir nesse congresso, além de estarmos falando sobre uma questão que é fundamental para nós, o Brasil é chave, segundo a própria OCDE, para o que se espera da segurança alimentar, mas é preciso financiamento, seguro rural, é preciso que o mercado de capitais venha com força, crie novos mecanismos. Nós temos que estar juntos nisso. Vamos ter um painel falando sobre isso e encerraremos falando sobre transição energética. Esse é um tema extremamente relevante para o Brasil”.

O tema que o Caio traz, agroaliança, é muito importante porque os Estados Unidos está fazendo exatamente o oposto à agroaliança. Os Estados Unidos são o maior concorrente brasileiro, são a maior agricultura do planeta do ponto de vista comercial e essa coisa toda do tarifaço vai bem contra a ideia da agroaliança que eu quero enaltecer como muito positiva para esse Congresso da Abag.

José TejonJosé Tejon

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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O USDA vem aí! Veja como ficaram as cotações da soja com a expectativa do relatório



O mercado brasileiro de soja teve uma sexta-feira (8) de poucos negócios e preços mistos pelo país, segundo Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado. Ele destaca que a proximidade da divulgação do relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), na próxima semana, deixa os agentes mais cautelosos, reduzindo o ritmo das negociações.

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“Nem porto nem indústria puxaram o mercado no dia”, aponta. Em algumas regiões, a indústria já conta com boa cobertura de posições e vem gradualmente recuando nas indicações de compra. Por outro lado, o produtor mantém firme suas ofertas, o que limita a fluidez dos negócios. Em Chicago, os contratos apresentaram volatilidade, mas voltaram a recuar, enquanto os prêmios nos portos seguem firmes, sustentando parte das cotações.

Em Chicago, os preços mostraram certa volatilidade, mas voltaram a recuar, enquanto os prêmios nos portos seguem firmes e fortalecidos.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 141,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 121,00 para R$ 122,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. Sem novidades, o mercado cedeu ao cenário fundamental, que combina bom desenvolvimento da safra americana e fraca demanda pela oleaginosa, em um mercado já bem ofertado.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de agosto, indicar elevação nas projeções de safra e estoques de soja americanos em 2025/26. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na terça-feira, 12, às 13h.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra americana em 2025/26 deverá ficar em 4,371 bilhões de bushels, contra 4,335 bilhões previstos em julho.

Para os estoques de passagem, a previsão é de 359 milhões de bushels para 2025/26, contra 350 milhões projetados em julho. Para 2024/25, a aposta é de um corte, passando dos 350 milhões indicados em julho para 359 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 125 milhões de toneladas. Em julho, o número ficou em 125,1 milhões. Para 2025/26, a expectativa é de 127,9 milhões, contra 126,1 milhões projetados em julho.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 6,25 centavos de dólar, ou 0,64%, a US$ 9,67 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 9,87 1/2 por bushel, com baixa de 6,25 centavos ou 0,62%.

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 0,50, ou 0,18%, a US$ 276,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 52,71 centavos de dólar, com perda de 0,79 centavo ou 1,47%.

Dólar

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,24%, sendo negociado a R$ 5,4358 para venda e a R$ 5,4338 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4145 e a máxima de R$ 5,4430. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,97%.



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Onda de frio com os dias contados; saiba até quando as temperaturas baixas persistem no Brasil



A onda de frio que vem ‘congelando‘ o país deve seguir até o dia 13 de agosto, próxima quarta-feira, com queda nas temperaturas em diversas regiões. O destaque fica para o Sul e Sudeste, mas o frio também alcança partes do Centro-Oeste e Norte, com manhãs especialmente frescas em Rondônia e Acre. Até a Bahia deve sentir essa redução, com dias mais frios e uma sensação de frio incomum.

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Onda de frio derruba temperaturas

No Sul do país, as temperaturas serão as mais baixas, principalmente nas áreas centrais e sul do Paraná, além do norte do Rio Grande do Sul, onde há possibilidade real de formação de geada. Produtores rurais e criadores de animais devem redobrar os cuidados devido à queda acentuada da temperatura, que pode afetar tanto as plantações quanto o bem-estar dos animais. A prevenção é fundamental para evitar perdas.

Trabalhos em campo

Para quem está colhendo a segunda safra, as condições são favoráveis: não há previsão de chuvas volumosas para os próximos dias na maior parte do país, o que permite que a colheita prossiga de forma tranquila e sem grandes interrupções.

Chuvas concentradas

Apesar do frio, algumas áreas do Brasil recebem chuvas pontuais. A costa leste do Nordeste e partes do Norte registram precipitações. Em Minas Gerais e São Paulo, a entrada de umidade é fraca, com volumes acumulados baixos, o que não é suficiente para repor a umidade do solo, mas também não atrapalha o andamento das colheitas.

Próxima semana

A partir da próxima semana, o cenário poderá mudar. Há expectativa de chuvas no Sul e Sudeste, embora com volumes baixos. Já as regiões do Matopiba e Centro-Oeste devem continuar com tempo bastante seco, o que exige atenção dos produtores dessas regiões para manejo de solo e irrigação.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Herbicida com molécula inédita será lançado primeiro no Brasil e mira agricultura regenerativa



A Bayer submeteu pedidos de registro do herbicida icafolin-metil à União Europeia, após concluir processos semelhantes no Brasil, Estados Unidos e Canadá. Com lançamento previsto a partir de 2028, o produto deve chegar primeiro ao mercado brasileiro. A expectativa da empresa é que o icafolin gere cerca de 750 milhões de euros em vendas globais por ano.

De acordo com a fabricante, a nova molécula representa o primeiro mecanismo de ação inédito em mais de 30 anos para controle de plantas daninhas em pós-emergência.

O icafolin foi desenvolvido para uso em culturas anuais e perenes, como soja, cereais, leguminosas, oleaginosas, frutas de caroço e de pomar, nozes, uvas e cítricos.

Novo mecanismo de ação e foco em agricultura regenerativa

Segundo a Bayer, o icafolin pertence a uma nova classe química que permite aplicações com doses mais baixas e mais precisas, com foco em segurança e sustentabilidade. O produto complementa herbicidas como o glifosato e busca enfrentar o avanço da resistência de plantas daninhas, um dos principais desafios da produção agrícola atual.

As plantas daninhas competem com as culturas por luz, água e nutrientes, afetando diretamente a produtividade. De acordo com a Bayer, o icafolin oferece um controle eficaz ao interromper a atividade das plantas daninhas no campo, mas sem eliminá-las imediatamente, formando uma cobertura que ajuda a reduzir a erosão e preservar a umidade do solo.

Essa abordagem contribui para práticas de plantio direto e cultivo reduzido, elementos centrais da agricultura regenerativa. O objetivo é melhorar a saúde do solo e aumentar a resiliência das lavouras.

O icafolin é o primeiro produto criado com base na plataforma de pesquisa CropKey, que utiliza inteligência artificial para projetar moléculas com múltiplos critérios: eficácia agronômica, segurança ambiental, sustentabilidade e conveniência para o agricultor.

O modelo permite acelerar o desenvolvimento de novos produtos ao invés de apenas rastrear compostos existentes. A Bayer pretende usar essa abordagem para criar futuras soluções de controle de pragas, doenças e ervas daninhas com ação específica em proteínas vegetais.

Segundo a empresa, o uso da inteligência artificial tem encurtado o tempo entre a concepção da molécula e sua chegada ao mercado, o que pode ampliar o acesso dos produtores a tecnologias mais eficazes e ambientalmente responsáveis.

Após o lançamento no Brasil, o herbicida deve ser disponibilizado também nos mercados dos Estados Unidos, Canadá, União Europeia e outras regiões.



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo em recuperação, soja em queda e milho pressionado


Os mercados agrícolas internacionais começaram esta quarta-feira (07/08) com movimentos mistos entre trigo, soja e milho. Segundo análise da TF Agroeconômica, o trigo mostra sinais de recuperação nas posições de curto prazo, enquanto a soja recua com pressão técnica e o milho sofre com as expectativas de uma safra melhor nos Estados Unidos.

O trigo na bolsa de Chicago (CBOT) abriu com alta nos contratos de setembro/25 (US$ 512,50, +4,00) e dezembro/25 (US$ 533,25, +4,00), refletindo uma leve retomada, apesar da concorrência externa manter os preços pressionados. No Brasil, o indicador CEPEA segue estável no Paraná (R$ 1.451,25) e teve leve queda no Rio Grande do Sul (R$ 1.298,68, -0,21%). Já nos países vizinhos, os preços do trigo argentino e paraguaio variam entre US$ 215 a 255, dependendo da praça.

A soja, por outro lado, segue em queda. O contrato para setembro/25 na CBOT recuou para US$ 964,50 (-1,00), atingindo nova mínima, em meio à desvalorização do óleo e farelo. No Brasil, a cotação CEPEA caiu para R$ 132,89 no interior do Paraná (-0,32%) e para R$ 138,83 em Paranaguá (-1,52%). Apesar disso, o óleo tenta se estabilizar, enquanto o farelo mostrou queda pontual após semanas de alta.

O milho apresenta leve alta em Chicago, com o contrato de setembro/25 cotado a US$ 381,75 (+2,00), após registrar mínima de US$ 3,75/bu durante o dia. No Brasil, os preços seguem pressionados: B3 em queda de até -0,58%, e CEPEA em R$ 63,67 (-0,53%). A expectativa de melhora na produtividade da safra americana, que pode ser confirmada no próximo relatório do USDA, continua provocando vendas por parte dos fundos e mantendo pressão sobre o cereal.

 





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Consultor comenta mercado de soja com safra americana robusta e expectativa por dados do USDA



O mercado de soja apresentou, nesta semana, um movimento mais lateralizado na bolsa, apesar do viés predominante de baixa nos preços. Essa situação reflete a combinação entre a expectativa de uma safra americana robusta e a desaceleração nas vendas externas dos Estados Unidos.

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Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, conversou com o Soja Brasil. Ele comenta que o cenário climático favorável nos Estados Unidos fortalece a confiança do mercado em uma produção elevada nesta temporada. ”O comportamento climático nos EUA tem sido positivo, aumentando a confiança do mercado em uma safra cheia, o que naturalmente pressiona os preços em Chicago”, destaca Rafael.

USDA

O USDA sinaliza a possibilidade de revisar para cima as projeções da safra norte-americana, com o ciclo produtivo se desenvolvendo bem até o momento. ”O clima em julho foi favorável, e a expectativa é de que o padrão se mantenha também em agosto, reforçando a perspectiva de boa produtividade”, diz Silveira.

Tensão EUA-China

Ao mesmo tempo, a atual tensão geopolítica entre EUA e China gera incertezas no mercado, já que não há sinais concretos de um novo acordo comercial. Isso pode reduzir a demanda chinesa pela soja americana e redirecionar as compras para o Brasil, algo observado com atenção pelos operadores.

Soja nos portos brasileiros

Nos portos brasileiros, como Paranaguá e Santos, os prêmios giram em torno de US$ 2 por bushel, oferecendo sustentação às cotações internas. Entretanto, o recuo do dólar e a pressão negativa dos preços em Chicago limitam esse suporte.

No mercado interno, um basis fortalecido em diversas regiões mantém os preços atrativos para o produtor, mesmo diante do aumento dos custos de frete, abrindo boas oportunidades para venda.

Mercado de soja em Chicago

Por fim, o mercado de Chicago segue com viés negativo em todas as projeções, refletindo a expectativa de uma safra americana robusta e uma possível colheita recorde no Brasil, estimada em até 180 milhões de toneladas.



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Controle de vermes: por que agosto é a chave para o gado ganhar peso


Pecuaristas, o controle de verminoses no gado é um dos maiores desafios sanitários da pecuária, causando prejuízos bilionários anualmente. A primavera, com seu ambiente quente e úmido, é o período de maior proliferação de parasitas. Assista ao vídeo e confira os detalhes desta história.

Para combater esse problema, é preciso um planejamento estratégico, e agosto é o mês ideal para começar a agir.

Nesta sexta-feira (8), o médico-veterinário Elio Moro, gerente técnico da Zoetis, explicou no programa Giro do Boi o inovador Protocolo 5-8-11 e por que agosto é um momento estratégico para a vermifugação.

O protocolo, desenvolvido pela empresa em parceria com a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, visa minimizar perdas e aumentar a produtividade do rebanho de forma eficaz.

O Protocolo 5-8-11: um controle estratégico

Centro de Manejo de Baixo-Estresse embrapaCentro de Manejo de Baixo-Estresse embrapa
Foto: Embrapa/Divulgação

O Protocolo 5-8-11 foi criado para realizar o controle de verminoses em momentos estratégicos do ano, coincidindo com manejos importantes na fazenda, como as campanhas de vacinação.

As aplicações são feitas nos meses de maio, agosto e novembro, garantindo um controle mais efetivo dos parasitas internos e um desempenho superior do rebanho em todas as estações.

  • Maio (5): A primeira aplicação é feita com um endectocida com doramectina 3,5%, marcando o início da seca. Ele garante proteção prolongada até agosto.
  • Agosto (8): A proteção é renovada com a aplicação de um endectocida à base de moxidectina 1%, que, graças à sua alta eficácia e molécula única, elimina os parasitas internos.
  • Novembro (11): Um novo tratamento com um endectocida com doramectina 3,5% é realizado, com o objetivo de proteger os animais no período de recuperação das pastagens e da maior proliferação de parasitas.

Por que agosto é estratégico?

Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mês de agosto, no final da seca, é crucial para o sucesso do protocolo. A aplicação neste período garante que a proteção dos animais seja renovada, eliminando os parasitas internos antes da chegada da primavera, que é a estação com o maior desafio de proliferação de vermes nas pastagens.

Ao manter o rebanho livre de vermes, o pecuarista garante que os animais aproveitem melhor o alimento disponível e tenham um desempenho superior na estação mais quente e úmida.

O retorno do uso do protocolo é significativo: estudos comprovam que ele contribui para aumentar a produtividade em até 30%, o que equivale a produzir quase 1,6 arroba por hectare a mais que no manejo tradicional.

O Protocolo 5-8-11 é uma tecnologia de ponta que oferece uma solução eficaz para o controle de verminoses, transformando um problema silencioso em uma oportunidade de aumentar a rentabilidade e a produtividade da fazenda, com um manejo simples e estratégico.



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AgroNewsPolítica & Agro

Newe Seguros lança ação para apoiar o produtor rural


Com o mercado retraído pelo cenário macroeconômico e corte de subsídios do governo federal que causam incertezas no setor agrícola, a Newe Seguros lança uma ação inédita para apoiar e estimular o produtor rural para a safra de verão, visando a colheita da soja. Entre 1º e 20 de agosto, os clientes que emitirem apólices de seguro multirrisco para cultura de soja não terão dúvidas sobre o custo final do seguro e ainda poderão parcelar a contratação até o início do plantio. Se o produtor não conseguir acessar a subvenção por falta de verba federal, a seguradora quita a parcela referente à subvenção.

“É uma ação pioneira, pensada para proporcionar ao produtor uma solução inovadora e que possa impactar toda a cadeia rural. Hoje, diante da falta de garantia em relação ao recurso da subvenção, queremos apoiar o segmento e ser um parceiro do mercado”, afirma o diretor comercial da Newe, Marcos Vinicius Pereira.

O principal objetivo do movimento é dar suporte aos pequenos e médios produtores, que representam 77% dos estabelecimentos rurais no Brasil, segundo o Censo Agropecuário do IBGE. Esse grupo foi diretamente afetado pelo contingenciamento de R$ 445,17 milhões do orçamento de 2025 reservado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), anunciado no mês passado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e que representa 42% do total de R$ 1,06 bilhão previsto na Lei Orçamentária Anual. O PSR oferece subvenção de 20% sobre o valor do prêmio de seguro rural para a cultura da soja.

Essa retração deverá reduzir a área segurada para menos de 5 milhões de hectares, o menor volume em sete anos, deixando milhares de produtores sem acesso a apólices, principalmente no que se refere à cobertura da safra de soja, que pode ser afetada pelo fenômeno La Niña durante a colheita, prevista para fevereiro de 2026.

“A área média do programa de subvenção federal é de 50 hectares, portanto não são megaprodutores. Pelos nossos cálculos, os R$ 445 milhões contingenciados, em teoria, representam uma redução de R$ 37 bilhões de proteção que estariam deixando de ser contratados com esse movimento do governo, trazendo um impacto severo para a economia caso ocorra algum desastre climático”, destaca o vice-presidente da Newe, Rodrigo Motroni.

Além do corte no PSR, o governo anunciou um aumento de apenas 1,5% no Plano Safra 2025/2026 em comparação ao exercício anterior, passando de R$ 508,69 milhões para R$ 516,2 bilhões. As taxas de juros do Plano tiveram aumento de 1,5 a 2 pontos percentuais em relação ao programa do ciclo anterior, dificultando o acesso ao crédito.

Nesse contexto de dificuldades, o movimento da Newe foi projetado nos mínimos detalhes para amparar o setor agrícola. “Estamos trazendo uma ação disruptiva, planejada e muito calculada, para trazer fôlego e apoio ao produtor rural. Todas as propostas efetivadas serão submetidas às regras convencionais de subscrição e, em caso de sinistro, o prêmio eventualmente abatido neste processo será descontado do valor a ser indenizado, com toda responsabilidade e transparência junto a todos os envolvidos”, enfatiza Pereira.





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Lula sanciona lei de licenciamento ambiental com 63 vetos



Lula sancionou a lei que estabelece novas regras para o licenciamento ambiental, com 63 vetos. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (8) pela secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, durante evento no Palácio do Planalto. Ela esteve acompanhada da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.

Segundo Belchior, os vetos seguiram quatro diretrizes principais:

  • Garantir a integridade do processo de licenciamento;
  • Dar segurança jurídica para empreendimentos e investidores;
  • Assegurar os direitos de povos indígenas e comunidades quilombolas;
  • Incorporar inovações que tornem o licenciamento mais ágil, sem comprometer sua qualidade.

A secretária informou ainda que Lula assinará uma medida provisória (MP) que cria a Licença Ambiental Especial, com eficácia imediata. Esse tipo de licença permitirá autorizar obras e empreendimentos de forma mais rápida, independentemente do impacto ambiental, desde que sejam considerados estratégicos pelo governo federal.

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A MP entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

O projeto de lei foi aprovado pelo Congresso na madrugada de 17 de julho, criando novos tipos de licenças ambientais e definindo regras gerais para o setor. Agora, deputados e senadores vão analisar os vetos presidenciais e decidir se derrubam ou os mantêm.



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