sexta-feira, maio 8, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Boa radiação solar acelera maturação de morangos


O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (7), apontou que as condições climáticas recentes influenciaram de forma distinta a produção de morangos nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul.

Na região administrativa de Caxias do Sul, temperaturas amenas e boa radiação solar favoreceram o desenvolvimento da cultura, acelerando a maturação dos frutos. Entretanto, a incidência de oídio em diversas lavouras tem causado perdas, especialmente em flores e frutos jovens, situação considerada incomum por não afetar significativamente as folhas. Produtores intensificaram medidas de controle e ajustaram a adubação para reduzir o vigor vegetativo e estimular a floração. Apesar de uma leve melhora na florada e no desenvolvimento dos frutos, a oferta permanece insuficiente para atender à demanda local. Os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 50,00 por quilo nas vendas para Ceasas, intermediários e mercados, e entre R$ 40,00 e R$ 60,00 por quilo na venda direta ao consumidor.

Em Lajeado, na localidade de Feliz, a produção está em início. Nos cultivos em bancadas, a colheita ainda é reduzida, enquanto nos plantios em solo há boa formação de frutos e intensa floração. O clima, com dias ensolarados e temperaturas baixas, tem beneficiado a produção. Os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 40,00 por quilo, podendo chegar a R$ 55,00/kg devido ao aumento da procura impulsionado pela tendência do chamado “morango do amor”.

Na região de Pelotas, a continuidade do clima frio e úmido tem prejudicado a cultura, reduzindo o tamanho e a quantidade de frutos, além de favorecer o surgimento de doenças. A produção está limitada, e os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 40,00 por quilo.

Em Santa Rosa, embora as plantas apresentem boa floração, a polinização tem sido deficiente, resultando em frutos deformados. Há forte presença de doenças, como flor-preta e antracnose, e registro de oídio em algumas variedades, de difícil controle mesmo com o uso de fungicidas e outras medidas. Frutos menores têm sido vendidos a R$ 20,00/kg, enquanto os maiores e padronizados chegam a R$ 55,00/kg. A demanda também aumentou na região em razão da popularidade do “morango do amor”.

Já na região de Soledade, a cultura está em desenvolvimento de mudas e produção. O clima favoreceu os cultivos, com maior incidência de sol, o que acelerou a maturação dos frutos e o crescimento das plantas. As condições fitossanitárias são consideradas adequadas, e a oferta e demanda estão equilibradas.





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Dia dos Pais fortalece demanda por carne bovina no mercado interno


De acordo com análise divulgada nesta sexta-feira (8) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o preço da arroba da novilha gorda em São Paulo registrou nova alta, encerrando a primeira semana de agosto com valorização consecutiva.

“O movimento de alta tem sido sustentado pela oferta enxuta de bovinos”, informou a consultoria. No acumulado da semana, a arroba da novilha subiu R$ 10,00, enquanto as demais categorias permaneceram estáveis na comparação diária.

A exportação de carne bovina mantém desempenho positivo, com recordes mensais, levando frigoríficos a priorizar bovinos precoces, especialmente os habilitados para atender o mercado chinês. No mercado interno, o início do mês e a proximidade do Dia dos Pais impulsionaram a saída da carne no atacado, fortalecendo a demanda.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (B3), os contratos futuros também refletiram o cenário de firmeza, com ajustes positivos no fechamento do pregão de 7 para 6 de agosto nos vencimentos do segundo semestre.

Bahia

No estado, o boi gordo também apresentou alta na semana. Na região Sul, a arroba subiu R$ 2,00 e, na região Oeste, R$ 3,00. No acumulado de agosto, a valorização chega a 4,3% no Sul e 2,3% no Oeste. As demais categorias permaneceram com preços estáveis.

Rio de Janeiro

As cotações subiram para todas as categorias nesta sexta-feira (8). O boi gordo avançou R$ 2,00, a novilha R$ 3,00 e a vaca R$ 5,00.





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Exportações de carne de peru caem no primeiro semestre de 2025


Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), as exportações brasileiras de carne de peru recuaram no primeiro semestre de 2025.

Dados do Agrostat Brasil indicam que o país embarcou 24 mil toneladas do produto, gerando receita de US$ 59,538 milhões. O resultado representa retração de 18,8% no volume e de 20% na receita cambial em relação ao mesmo período de 2024, quando foram exportadas 29.571 toneladas, totalizando US$ 74,377 milhões.

Os estados da região Sul seguem como principais produtores e exportadores. Santa Catarina liderou com US$ 22,628 milhões e 9.239 toneladas, seguido pelo Rio Grande do Sul, com US$ 19,764 milhões e 8.296 toneladas, e pelo Paraná, com US$ 16,603 milhões e 6.233 toneladas. Em relação ao volume exportado, o Paraná registrou queda de 0,6%, o Rio Grande do Sul recuou 18% e Santa Catarina apresentou a maior baixa, de 29,8%.

Em termos de receita cambial, o Paraná teve alta de 4%, enquanto o Rio Grande do Sul e Santa Catarina registraram reduções de 22,3% e 15,2%, respectivamente. “Apesar da retração geral, o Paraná apresentou desempenho positivo na receita”, destacou o boletim.

A carne de peru “in natura” respondeu por 94,5% das exportações no período, somando 22.672 toneladas e US$ 54,992 milhões. O preço médio foi de US$ 2.425,54 por tonelada, 0,9% inferior ao valor registrado no mesmo período de 2024, de US$ 2.447,96.

Os principais mercados compradores foram Chile, África do Sul, México, Países Baixos e Guiné Equatorial. No comparativo anual, houve queda no volume embarcado para México (-61%), África do Sul (-49,6%), Chile (-27,4%) e Países Baixos (-30%). Apenas a Guiné Equatorial registrou aumento, de 53,9%.

Na receita cambial, também houve retração para Chile (-18,5%), África do Sul (-53,3%), México (-69,2%) e Países Baixos (-22,8%). A Guiné Equatorial se destacou com alta de 66,5% na receita, mesmo com redução no volume importado, o que pode indicar aumento no preço pago por tonelada.





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Poda e adubação de inverno seguem nos vinhedos



Caxias do Sul realiza manejo e controle de pragas da uva




Foto: Arquivo Agrolink

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (7) pela Emater/RS-Ascar, a região administrativa de Caxias do Sul concluiu a poda seca de inverno nos parreirais e realizou tratamentos para o controle da cochonilha-do-tronco. Também segue em andamento a adubação de inverno. Nas áreas com plantas de cobertura de solo, foi feito o acamamento após a aplicação dos insumos.

Na região de Frederico Westphalen, a brotação já começou em variedades como Vênus, Bordô, Niágara Rosada, Niágara Branca, Seyve Villard e Carmem. Segundo o boletim, a poda e a aplicação de cianamida hidrogenada foram iniciadas para promover a quebra da dormência, uma vez que a demanda mínima de horas de frio foi atingida.

Também estão em andamento as aplicações de nitrogênio e fósforo para estimular o desenvolvimento das brotações.





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AgroNewsPolítica & Agro

Semente de alto potencial precisa de tecnologia



“Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença”



"Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença"
“Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença” – Foto: Canva

A produtividade de uma lavoura começa na semente, mas depende de muito mais do que genética. Fatores ambientais como solo, clima e o manejo fitossanitário também são decisivos para o desempenho das culturas. Pensando nisso, a Conceito Agrícola, empresa do Grupo Conceito, desenvolveu a Solução Escudo, um serviço completo de inteligência em tecnologia de aplicação para auxiliar o produtor durante toda a safra.

“Com o diagnóstico técnico e a avaliação de todos esses dados e fatores, conseguimos fazer recomendações personalizadas para cada produtor e realizar ajustes em tempo real. Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare, no posicionamento da barra do pulverizador ou até mesmo pensando nas condições do vento fazem grande diferença nos resultados. Para atingir a principal área da planta, que é o terço inferior, precisamos de gotas menores, principalmente em culturas anuais, como a soja, milho, feijão e sorgo”, afirma Thiago Clemente, especialista em Tecnologia de Aplicação da Conceito Agrícola.

A Solução Escudo também inclui a desinfecção de pulverizadores com escovas rotativas e produtos alcalinos, evitando contaminações cruzadas. Um estudo do Instituto Goiano do Algodão (IGA) mostrou ganho de até 1,15 sacos de soja por hectare com a tecnologia, que ainda contribui para reduzir a tensão superficial da calda, minimizar deriva e espuma e otimizar a emulsificação das misturas no tanque.

Produtores como Lucas Vicente Menegatti, de Rio Verde (GO), relatam economia de insumos e maior rendimento operacional. Com a equipe especializada da Conceito Agrícola, a segurança também é reforçada, e ao final de cada safra é gerado um relatório estratégico com foco em sustentabilidade ambiental e financeira.

 





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News

Exportação de carne de frango em julho tem queda de 13,8%, diz ABPA



As exportações brasileiras totais de carne de frango atingiram 399,7 mil toneladas em julho, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), volume 13,8% inferior ao registrado em igual mês de 2024.

A receita com as exportações somou US$ 737,8 milhões em julho, queda de 17% ante igual mês do ano passado. Os números consideram todos os produtos, entre carne in natura e processada.

Em nota, a ABPA destacou que o volume representa alta de 16,4% em relação a junho, enquanto a receita aumentou 15,8%, refletindo a retomada gradual de mercados que haviam suspendido as compras após um episódio de gripe aviária em uma granja comercial em maio.

“Houve um notável restabelecimento do comércio com grande parte das nações que haviam suspendido as importações diante da ocorrência isolada e já superada de influenza aviária em uma granja comercial. Comparativamente, são mais de 50 mil toneladas adicionadas ao nosso fluxo”, afirmou o presidente da ABPA, Ricardo Santin, na nota.

Principais destinos da carne de frango

Entre os principais destinos, os Emirados Árabes Unidos lideraram as compras em julho, com 51,7 mil toneladas (+33,6%). Também se destacaram:

  • México: 36,4 mil toneladas (+45,6%);
  • Arábia Saudita: 31,4 mil (+19,7%);
  • Reino Unido: 12,7 mil (+84,3%); e
  • Gana: 10,9 mil (+131,1%).

Apesar do desempenho positivo em diversos mercados, os três principais estados exportadores apresentaram retração:

  • Paraná: 152,1 mil toneladas (-19,2%);
  • Santa Catarina: 95,3 mil (-7,6%); e
  • Rio Grande do Sul: 46,2 mil (-22,5%).

Já São Paulo (+3,8%) e Goiás (+4,2%) tiveram crescimento nos embarques.

No acumulado de 2025, o setor exportou 3 milhões de toneladas de carne de frango, queda de 1,7% na comparação anual. A receita, por outro lado, teve leve alta de 1,5%, alcançando US$ 5,609 bilhões entre janeiro e julho.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Zucco: falta 1 assinatura para protocolar pedido de impeachment de Moraes


O líder da oposição na Câmara, deputado Luciano Zucco (PL-RS), afirmou nesta quarta-feira (6) que falta apenas uma assinatura para protocolar no Senado o pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Segundo Zucco, a 40ª assinatura foi do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), que estava indefinido. Para que o pedido seja apresentado, são necessárias 41 assinaturas.

Leia a notícia na íntegra no site da CNN

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News

confira o fechamento do mercado hoje



O mercado físico do boi gordo encerra a semana apresentando menor fluidez. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios sugere por novos reajustes no curto prazo.

Segundo ele, isso acontece em linha com a atual posição das escalas de abate, em especial quando se trata dos frigoríficos de menor porte.

“As exportações seguem em alto nível, com expectativa de um novo recorde para a atual temporada, tanto em volume e principalmente em receita. O mercado interno também conta com seus predicados em uma primeira quinzena de mês interessante do ponto de vista do consumo”, disse.

  • São Paulo: R$ 315 — ontem: 314,25
  • Goiás: R$ 295,18 — 293,75
  • Minas Gerais: R$ 300,29 — 298,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,70 — 315,11
  • Mato Grosso: R$ 301 — 299,32

Mercado atacadista

O mercado atacadista encerra a semana apresentando preços firmes. Para Iglesias, a expectativa é de continuidade do movimento de alta durante a semana, que ainda conta com o efeito da entrada dos salários na economia para motivar a reposição entre atacado e varejo.

“Vale destacar que a carne de frango segue mais competitiva na comparação com as proteínas concorrentes, em especial se comparado à carne bovina”, disse Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 17,80 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,24%, sendo negociado a R$ 5,4358 para venda e a R$ 5,4338 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4145 e a máxima de R$ 5,4430. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,97%.



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Brasil passará a vender mudas de cana e gergelim para África do Sul e Guatemala



As negociações fitossanitárias para que o Brasil passe a exportar mudas “in vitro” de cana-de-açúcar para a Guatemala foram concluídas, de acordo com nota divulgada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta sexta-feira (8).

Segundo a pasta, além do valor agregado baseado em pesquisa científica, essa abertura de mercado abre oportunidades para o setor privado brasileiro, possibilitando novas parcerias na área de biotecnologia, prestação de consultoria e assistência técnica.

Em 2024, o Brasil exportou cerca de US$ 249 milhões em produtos agropecuários para o país da América Central, com destaque para cereais, sementes de oleaginosas (exceto soja) e produtos florestais.

O Mapa também divulgou que o Brasil passará a exportar gergelim para a África do Sul. “Essa abertura de mercado representa um avanço para o setor produtivo nacional. Com mais de 63 milhões de habitantes, a África do Sul tem a economia mais diversificada e industrializada do continente africano”, diz a nota.

Em 2024, o país importou cerca de US$ 635 milhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para carnes, açúcar refinado, café verde e produtos florestais.

Segundo o Ministério, as exportações brasileiras de gergelim somaram cerca de US$ 348 milhões em 2024, crescimento de 58% em valor na comparação com 2023, impulsionado pela demanda internacional.

Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 399 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023, conforme contabilização do Mapa.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportação de carne bovina do Brasil bate recorde em julho



A receita também atingiu máxima histórica


Foto: Pixbay

As exportações brasileiras de carne bovina atingiram recorde em julho. Pesquisadores do Cepea reforçam que essa informação foi confirmada pela Secex nessa quarta-feira, 6, dia em que entrou em vigor a nova tarifa dos Estados Unidos para a importação de carne bovina brasileira, de 50%. Em julho, foram exportadas 310,2 mil toneladas, 15,3% a mais que em junho e 4% acima do então recorde alcançado em outubro/24, de 298,24 mil toneladas (in natura e processada).

A receita também atingiu máxima histórica, na marca de R$ 9,2 bilhões. Para os EUA, o volume exportado foi praticamente o mesmo de junho, 18.235 toneladas – aumento mensal de 2 toneladas –, mas sua participação no total das vendas brasileiras baixou de 6,8% em junho para 5,9% em julho. Já a China aumentou sua participação de 50% para 51,1% do total, elevando em 14,8% (ou 23.952 toneladas) o volume de um mês para outro.

Pesquisadores do Cepea indicam que vários outros destinos também ampliaram suas compras. Segundo pesquisadores do Cepea, os resultados de julho mostram que, em resposta à imposição da tarifa norte-americana, as indústrias exportadoras nacionais se movimentaram e obtiveram êxito em seus esforços para intensificar as vendas a outros destinos, além do que algumas devem realocar a relação comercial com os EUA para unidades que detêm em outros países não impactados por tamanha tarifa.





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