sexta-feira, maio 8, 2026

Autor: Redação

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Após neve, geada deve se espalhar por seis estados; veja onde


O último final de semana foi marcado por frio intenso no centro-sul do Brasil, com direito a neve em áreas da Região Sul, como em Urupema, Bom Jardim da Serra e São Joaquim, em Santa Catarina.

De acordo com a Climatempo, a massa de ar frio que está sobre o país continuará influenciando o tempo até quarta-feira (13), mantendo as temperaturas baixas e trazendo condições para geada ampla nesta terça-feira (12) nas áreas indicadas pelo mapa abaixo.

Assim, com mais um dia de frio intenso, a previsão é que a geada recaia desde a Campanha Gaúcha, passando pela região central e norte do Rio Grande do Sul, pelo centro de Santa Catarina e do Paraná, até o centro-sul paulista.

mapa geada Climatempomapa geada Climatempo
Foto: Climatempo

Também estão incluídas áreas de maior altitude da Serra da Mantiqueira, abrangendo pontos de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além da região serrana fluminense.

De acordo com a Climatempo, com a atmosfera ainda sob forte influência da massa de ar frio, há potencial para geada moderada a forte em localidades mais elevadas.

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Pecuária sustentável: conheça a iniciativa que regularizou 20 mil fazendas


Pecuaristas, a busca por uma pecuária cada vez mais sustentável e alinhada às exigências do mercado tem um aliado fundamental: os Escritórios Verdes da JBS. Assista ao vídeo abaixo e confira como funciona este importante serviço totalmente gratuito.

O projeto, criado há 4 anos, celebra a marca de 20 mil fazendas regularizadas, ajudando produtores a resolverem questões ambientais, desde o simples preenchimento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) até situações mais complexas, como embargos do Ibama.

Nesta terça-feira (11), o programa Giro do Boi recebeu o executivo Fábio Dias, diretor de pecuária da Friboi, e Sérgio Marçon, coordenador de sustentabilidade da JBS, para debater os resultados e as ferramentas da iniciativa.

Regularidade ambiental: um passaporte para a cidadania do produtor

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Foto: Divulgação

Fábio Dias destaca que a agenda de sustentabilidade se tornou central na pecuária brasileira. Os Escritórios Verdes têm um papel crucial em ajudar o produtor a alcançar a “cidadania” ambiental, ou seja, ter sua propriedade em dia com a legislação.

A maioria dos problemas encontrados, cerca de 70% a 80%, são de ordem documental e de fácil solução. O receio de muitos produtores de “mexer” em um problema que pode se agravar é uma estratégia ruim, pois a regularização é inevitável e traz segurança jurídica.

O projeto da JBS tem atuado na transição de produtores familiares, que antes vendiam informalmente, para o agronegócio formal, que exige documentação e conformidade.

Sérgio Marçon ressalta que o número de fazendas regularizadas é impressionante. O conhecimento acumulado pela equipe da JBS, que atua em todo o Brasil, permite uma orientação precisa sobre quais documentos e procedimentos seguir para um resultado rápido e seguro.

Canais de atendimento e ferramentas tecnológicas

Bovinos em fase de recria no pasto. Foto: ReproduçãoBovinos em fase de recria no pasto. Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Para facilitar o acesso, a JBS tem investido em ferramentas e canais de atendimento que simplificam a comunicação com o produtor rural:

  • Escritório Verde Virtual: Uma porta de entrada para a regularidade, acessível via telefone ou WhatsApp, com atendimento humanizado.
  • Cowbot: Um robô acessível por WhatsApp que consulta várias fontes governamentais e públicas. Ele gera um relatório simplificado que informa se a propriedade está apta ou inapta e orienta sobre os próximos passos. O Cowbot também ajuda a monitorar a regularidade de fornecedores indiretos da cadeia.

A Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável, que integra o Comitê Gestor de Rastreabilidade do Mapa, reforça que a rastreabilidade é um caminho sem volta para a pecuária.

Ferramentas como o Cowbot e o Escritório Verde são um ambiente de confiança, onde os produtores podem se sentir confortáveis em buscar a regularidade sem medo.

A JBS tem se esforçado para tornar a regularidade ambiental algo tão simples quanto conferir a validade de um CPF, mostrando que a pecuária sustentável é um caminho de avanço, e não de ameaça, para o produtor brasileiro.



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Secretário do Tesouro dos EUA cancela reunião com Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse em entrevista para Globonews, nesta segunda-feira (11), que a reunião com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, foi cancelada. A reunião estava agendada para a próxima quarta-feira (13). Haddad atribuiu o cancelamento a ação da extrema direita

“A militância antidiplomática dessas forças de extrema direita que atuam junto à Casa Branca teve conhecimento da minha fala, agiu junto a alguns assessores, e a reunião virtual que seria na quarta-feira foi desmarcada”, disse Haddad.

As negociações para a realização da reunião entre Haddad e Bessent começaram no dia 21 de julho. De acordo com o ministro, foi alegado falta da agenda do secretário de Tesouro para o cancelamento.

“Argumentaram falta de agenda. Uma situação bem inusitada. O que fica claro para nos é que a questão comercial não está em foco”, afirmou o ministro.

O encontro entre Haddad e Bessent era para tratar da tarifa extra imposta pelos EUA aos produtos brasileiros. De acordo com Haddad, houve uma tentativa de remarcar a reunião para outra data, mas a Fazenda não obteve retorno do norte-americanos, até o momento. Ainda segundo o ministro, o deputado federal Eduardo Bolsanaro interferiu para que a reunião não ocorresse.

“Eduardo publicamente deu uma entrevista que ia procurar inibir esse tipo de contato entre os dois governos. E, depois disso, aconteceu o episódio [do cancelamento da reunião]. Depois da entrevista dele, de que agiria contra os interesses do país. Não há como não relacionar uma coisa à outra. Não há coincidência nesse tipo de coisa”, disse Haddad.



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Presidente da Aprosoja Brasil comenta pedido dos EUA para que China aumente compras de soja



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que a China quadruplicasse rapidamente as compras de soja americana para reduzir o déficit comercial entre os dois países, pouco antes do fim da trégua tarifária. A declaração fez os contratos futuros na Bolsa de Chicago subirem mais de 2%, chegando a US$ 10,10 por bushel.

Presidente da Aprosoja Brasil comenta

Em entrevista ao Soja Brasil, Mauricio Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, afirmou que é natural os Estados Unidos buscarem ampliação de mercado, já que todo país quer aumentar suas vendas e atender seus produtores. “Porém, há um limite. É preciso considerar a capacidade de atendimento do mercado pelos Estados Unidos e o volume que o Brasil tem disponível de soja. Quando se trata da oleaginosa, o Brasil é altamente competitivo.”

Oferta de soja

Ele destacou ainda que a oferta mundial de soja tem se mantido estável nos últimos anos, por isso acredita que o mercado deve se ajustar nos próximos dias, sem grandes mudanças no cenário atual. “A soja não mudou a sua oferta nos últimos anos. Então, dessa forma, acreditamos que o mercado se ajuste.”

Buffon ressaltou também a importância do Brasil intensificar o diálogo para minimizar os impactos da disputa comercial, principalmente porque o setor da soja influencia diretamente a produção de carne, um segmento importante da economia nacional. “Nós, diretamente, estamos sendo impactados através da carne. Usa-se muito soja para produzir carne e, nesse momento, o setor vai ser impactado por essa questão.”



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AgroNewsPolítica & Agro

os destaques do Congresso ANDAV 2025


Por Flávia Macedo

O Congresso ANDAV 2025, maior evento de distribuição de insumos do país, foi palco para o lançamento de tecnologias e serviços voltados a aumentar a produtividade no campo e fortalecer a conexão entre indústria, distribuidores e produtores. Entre as inovações apresentadas, um dos destaques veio da Casa Bugre, que trouxe uma vacina para combater o estresse térmico e hídrico das plantas. O produto, de aplicação preventiva, tem como objetivo evitar quedas na produtividade e já integra o portfólio da empresa.

“Lá no comecinho do plantio, a gente utiliza o VacStress. Ele prepara a planta para já começar a produção dos osmoprotetores — como, por exemplo, a prolina. Entõa, quando a planta inicia cedo a produção desses osmoprotetores, ela aprende o processo. Por isso chamamos de ‘efeito vacina’: a planta aprende o que precisa fazer”, diz Everton Campos, diretor de MKT da Casa Bugre.

O CEO da Companhia destaca a importância de participar de um evento como a ANDAV. “Esse é o maior evento de distribuição no Brasil e ele dá uma visibilidade muito grande para o nome da Casa Bugre e para as empresas que fazem parte do grupo”.

Outra novidade veio da AgroCP. Referência em fertilizantes organominerais, a companhia passou a ofertar também produtos à base de bioquelato, ampliando as opções para diferentes necessidades no campo. A empresa projeta alcançar R$ 1 bilhão em faturamento em 2025, impulsionada pela expansão do portfólio e pela demanda crescente no setor.

“São fertilizantes altamente concentrados, internos e solúveis, muito afinados com as novas tecnologias de aplicação em drones e aplicações em baixos volumes. Não é uma química, é uma quelatação natural, feita através de aminoácidos. Temos certeza absoluta de que é um portfólio inovador, com excelente custo-benefício, que vai se encaixar muito bem na agricultura nacional”, destaca Lucas Figueiredo, diretor de Marketing da AgroCP.

Além de produtos, houve lançamentos voltados à melhoria de relacionamento e vendas. A Sumitomo apresentou o sistema YEN, nome inspirado na moeda japonesa, criado para estreitar a relação comercial entre distribuidores e produtores rurais, tornando o acesso aos insumos mais rápido e eficiente.

“Esse programa está muito focado em trazer novas tecnologias e um portfólio mais sustentável para o mercado brasileiro, justamente para atender às necessidades do produtor final. Além disso, ele vai ajudar com uma venda mais técnica e diferenciada, permitindo que nossos parceiros se destaquem no mercado”, ressalta Nairo Piña, presidente da Sumitomo Chemical para a América Latina. 

Com o mesmo propósito de facilitar conexões no agronegócio, a Agri Connection traz acesso ao mercado de insumos agrícolas. De acordo com o CEO da empresa, Flávio Mata, já são mais de 250 rótulos para diversas culturas e necessidades, aproximando indústria e distribuidoras de forma ágil.

“Podem ser empresas de produção, de discovery, de desenvolvimento ou de pesquisa, que criam e fabricam produtos e depois precisam comercializá-los. A AgriConnection nasceu para permitir que essas companhias consigam acessar o mercado agro-brasileiro.”

O evento também abriu espaço para soluções tecnológicas voltadas à gestão empresarial. A Viasoft apresentou ferramentas com inteligência artificial para otimizar tarefas do dia a dia das empresas. Com 35 anos de experiência no desenvolvimento de softwares, a empresa busca simplificar e dar mais assertividade às decisões de gestão.

“Dentro do agronegócio, atendemos desde o produtor rural, revendas de insumos, sementeiras, cerealistas e agroindústrias, até cooperativas. É uma solução ampla, que abrange todas as áreas da empresa — inclusive RH, fiscal, contábil e financeiro. Por isso, nos posicionamos como especialistas: porque conseguimos atender todas as demandas de uma empresa”, afirma a diretora comercial da Viasoft, Naiara Fieira. 

Entre os temas presentes na feira, o crédito rural ganhou destaque. O CEO da Ceres Agrobank, Oziel Ferreira, anunciou condições diferenciadas para facilitar o acesso dos produtores a financiamentos, oferecendo prazos mais longos e atendimento personalizado.

Com estandes de mais de 250 marcas, o Congresso ANDAV recebeu visitantes de todo o Brasil. O empresário da Fex Agro, Daniel Barbosa, de Primavera do Leste (MT) é um exemplo. Ele comanda uma rede de revendas com unidades em MT, GO e SP e participou do evento em busca de novidades para o negócio.

“É bom participar de um evento como este porque você encontra velhos amigos, faz novos contatos e conhece novas oportunidades. Na minha visão, é muito importante estar conectado”.

Debates estratégicos: COP 30 e “tarifaço”

A programação incluiu ainda palestras e debates sobre temas estratégicos para o setor, como a COP 30, que será realizada em novembro, em Belém (PA). Outro destaque foi a discussão sobre as perspectivas de mercado diante do chamado “tarifaço” — a taxa imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras.

O especialista e analista de mercado, Carlos Cogo, alertou para o momento delicado do mercado e recomendou o travamento dos preços das commodities como medida para evitar uma nova tensão tarifária.

“Aqueles que podem ter oportunidades nessa questão da guerra tarifária, por exemplo, no caso da soja, o indicado é se proteger imediatamente. Fazer uma venda futura num patamar maior, protegendo pelo menos 60% do custo, para aproveitar os prêmios positivos que já estão sendo negociados para o próximo ano — e também para este ano —, e que estão muito acima da média”.

 





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Lula e Alckmin se reúnem para definir plano de ajuda para setores atingidos por tarifaço



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, devem discutir, nesta segunda-feira (11), os últimos detalhes do plano de contingência para socorrer os setores da economia afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros exportados para o país.

Alckmin lidera as negociações com as autoridades estadunidenses e também o diálogo com o setor produtivo nacional. Os líderes tem reunião marcada para a tarde de hoje.

O plano deve ser divulgado até esta terça-feira (12) e prevê medidas de concessão de crédito para as empresas mais impactadas e aumento das compras governamentais. A prioridade é atender os pequenos produtores que não tem alternativas à exportação aos Estados Unidos.

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Deverá ser instituído um parâmetro para avaliar os efeitos das tarifas sobre cada setor da economia, baseado no grau de exportações para o país.

No último dia 6, entrou em vigor a tarifa de 50% imposta sobre parte das exportações brasileiras para país norte-americano. A medida, assinada no dia 30 de julho pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afeta 35,9% das mercadorias enviadas ao mercado norte-americano, o que representa 4% das exportações brasileiras.

Além do socorro aos exportadores, o governo trabalha para ampliar os setores fora do tarifaço de Trump. Cerca de 700 produtos do Brasil não foram afetados e continuam a pagar 10% de tarifa. Entre eles estão suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo seus motores, peças e componentes.



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Exportações de ovos crescem 304% em julho



As exportações brasileiras de ovos (incluindo produtos in natura e processados) totalizaram 5.259 toneladas em julho de 2025, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número representa alta de 304,7% em relação ao volume registrado no mesmo período do ano passado, com 1.300 toneladas embarcadas.

A receita gerada pelos embarques em julho alcançou US$ 11,808 milhões, saldo 340,9% superior ao obtido no mesmo mês de 2024, com US$ 2,678 milhões.

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Com o desempenho do mês, o acumulado entre janeiro e julho alcançou 30.174 toneladas exportadas, volume 207,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (9.818 toneladas). Já a receita acumulada chegou a US$ 69,567 milhões, incremento de 232,2% em relação aos US$ 20,940 milhões obtidos entre janeiro e julho de 2024.

Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras de ovos, com 18.976 toneladas embarcadas nos sete primeiros meses do ano (+1.419%) e receita de US$ 40,7 milhões (+1.769%). Em seguida, aparecem o Chile, com 2.562 toneladas (-27,9%) e US$ 7.533 milhões, Japão, com 2.019 toneladas (+175,2%) e US$ 4,689 milhões (+163,3%), e o México, com 1.843 toneladas e US$ 8,135 milhões. Outros destaques no período incluem Angola (889 t), Emirados Árabes Unidos (1.677 t), Uruguai (428 t) e Serra Leoa (473 t).



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Soja registra alta em Chicago após declaração de Trump sobre demanda chinesa



Os contratos futuros da soja em grão fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) na reabertura do mercado, impulsionados por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele afirmou que a China pode quadruplicar suas compras de soja americana como parte das negociações comerciais entre os dois países.

Segundo a consultoria Safras & Mercado, apesar da reação inicial positiva, analistas apontam que esse volume de compras é pouco provável de se concretizar, o que fez as cotações se afastarem das máximas do dia.

Expectativa para o USDA

Além disso, o mercado aguarda com expectativa a divulgação do relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre as condições das lavouras, prevista para hoje, e o relatório mensal de oferta e demanda, que será divulgado nesta terça-feira (12).

Contratos futuros de soja

Na sessão, os contratos de soja com entrega em novembro fecharam cotados a US$ 10,05 3/4 por bushel, registrando alta de 18,25 centavos de dólar, ou 1,84%, em relação ao pregão anterior. Já os contratos para janeiro de 2026 avançaram 17,75 centavos, ou 1,76%, negociados a US$ 10,24 1/4 por bushel.



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Mandioca: queda de preços é limitada frente à menor oferta



A oferta de mandioca esteve menor na última semana, como apontam levantamentos do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além das chuvas, a retração de produtores que dispõem apenas de lavouras de 1º ciclo (com até 12 meses), por conta do comprometimento da rentabilidade, limitou a disponibilidade de matéria-prima. 

Como resultado, os preços caíram menos. Entre 4 e 8 de agosto, a média Cepea para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 458,06 (R$ 0,7966/grama de amido), ligeira baixa de 0,5% em relação à semana anterior. 

Já sobre período equivalente do ano passado, a desvalorização é de 9,8%, em termos reais (utilizando o IGP-DI como deflator).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações seguem em baixa no Brasil



Os preços do milho seguem em queda, como apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além da produção recorde da segunda safra brasileira, o baixo ritmo das exportações e a retração de compradores domésticos mantêm as cotações do cereal pressionadas. 

Apesar da ocorrência de geadas e pragas em partes das regiões produtoras, pesquisadores explicam que as expectativas são de produção interna elevada. Isso devido ao aumento da área e à melhora na produtividade. 

Atentos à intensificação da colheita, consumidores brasileiros aguardam novas desvalorizações. Com isso, priorizam o recebimento dos lotes negociados antecipadamente, ainda conforme o Centro de Pesquisas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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