sexta-feira, maio 8, 2026

Autor: Redação

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Exportações do agro crescem 13% na 2ª semana de agosto



A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,286 bilhão na segunda semana de agosto. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,727 bilhões e importações de US$ 5,441 bilhões.

O superávit acumulado no mês de agosto é de US$ 2,217 bilhões. No ano, o superávit soma um total de US$ 39,199 bilhões.

Até a segunda semana de agosto, comparado a agosto de 2024, as exportações cresceram 13,0% e somaram US$ 8,86 bilhões. O resultado se deu devido a um crescimento de 13,1% em Agropecuária, que somou US$ 1,90 bilhão; crescimento de 17,0% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 2,08 bilhões e, por fim, crescimento de 11,3% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 4,83 bilhões.

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As importações também cresceram 0,5% e totalizaram US$ 6,64 bilhões na mesma comparação, com queda de 13,0% em Agropecuária, que somou US$ 104 milhões; crescimento de 14,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 434 milhões e, por fim, queda de 0,1% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 6,06 bilhões.



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Em meio a tensões com Trump, Lula liga para o presidente da China



Lula telefonou na noite de segunda-feira (11) para o presidente da China, Xi Jinping.Na ligação, que durou cerca de uma hora, os dois líderes `falaram sobre a atual conjuntura internacional e o conflito entre Rússia e Ucrânia. Segundo informações da assessoria de imprensa da presidência da república, os dois líderes concordaram sobre a importância do papel do G20 e do Brics na defesa do multilateralismo.

A conversa entre Lula e Xi Jinping acontece no momento que ambos os países enfrentam tensões com os EUA por conta da política tarifária do governo de Donald Trump.

COP

O presidente do Brasil reiterou a importância que a China terá para o sucesso da COP 30 e no combate à mudança do clima. Já Xi Jinping indicou que a China estará representada em Belém e que vai trabalhar com o Brasil para o êxito da conferência.

Os chefes de Estado também conversaram sobre a parceria estratégica bilateral. Nesse contexto, saudaram os avanços já alcançados no âmbito das sinergias entre os programas nacionais de desenvolvimento dos dois países e comprometeram-se a ampliar o escopo da cooperação para setores como saúde, petróleo e gás, economia digital e satélites.

Relações comerciais

Na conversa, ambos os presidentes também destacaram sua disposição em continuar identificando novas oportunidades de negócios entre as duas economias. Após o tarifaço imposto pelos EUA, chineses tem dado sinais que querem ser aproximar mais do Brasil, ampliando o comércio entre os dois países, principalmente no agronegócio.



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Exportações do agro crescem 13% na 2ª semana de agosto



A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,286 bilhão na segunda semana de agosto. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,727 bilhões e importações de US$ 5,441 bilhões.

O superávit acumulado no mês de agosto é de US$ 2,217 bilhões. No ano, o superávit soma um total de US$ 39,199 bilhões.

Até a segunda semana de agosto, comparado a agosto de 2024, as exportações cresceram 13,0% e somaram US$ 8,86 bilhões. O resultado se deu devido a um crescimento de 13,1% em Agropecuária, que somou US$ 1,90 bilhão; crescimento de 17,0% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 2,08 bilhões e, por fim, crescimento de 11,3% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 4,83 bilhões.

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As importações também cresceram 0,5% e totalizaram US$ 6,64 bilhões na mesma comparação, com queda de 13,0% em Agropecuária, que somou US$ 104 milhões; crescimento de 14,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 434 milhões e, por fim, queda de 0,1% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 6,06 bilhões.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil vai exportar mudas de cana-de-açúcar para Guatemala



Agronegócio alcança 399 aberturas de mercado desde o início de 2023




Foto: Pixabay

O governo brasileiro anunciou a conclusão da negociação fitossanitária com a Guatemala para exportação de mudas “in vitro” de cana-de-açúcar. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o acordo representa “valor agregado baseado em pesquisa científica” e cria novas oportunidades para o setor privado, incluindo parcerias em biotecnologia, consultoria e assistência técnica.

Em 2024, o Brasil exportou aproximadamente US$ 249 milhões em produtos agropecuários para a Guatemala, com destaque para cereais, sementes de oleaginosas (exceto soja) e produtos florestais.

Com essa negociação, o agronegócio brasileiro atinge 399 aberturas de mercado desde o início de 2023. De acordo com o Mapa, o resultado é fruto de ação conjunta com o Ministério das Relações Exteriores (MRE).





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Planos de Trump para soja podem reduzir exportações do Brasil para China


A recente declaração de Donald Trump, afirmando que os Estados Unidos vão vender quatro vezes mais soja para a China, acendeu o alerta no agronegócio mundial, especialmente no Brasil.

Hoje, cerca de 70% da soja importada pela China vem do Brasil, enquanto apenas 20% têm origem americana. Se o plano de Trump se concretizar, os EUA passariam a fornecer 80% da demanda chinesa, restando um modesto 10% para o Brasil.

Na prática, isso significaria um golpe direto na maior vantagem competitiva brasileira no comércio agrícola global.

Apesar da fala de Trump, o cenário atual indica que a China não tem interesse em voltar a depender fortemente dos EUA para o abastecimento de soja.

Essa decisão estratégica é fruto de um aprendizado caro: durante a guerra tarifária iniciada em 2018, Pequim investiu pesadamente na diversificação de fornecedores, movimento que abriu espaço para o Brasil conquistar a liderança no fornecimento.

Hoje, existe um entendimento tácito entre Washington e Pequim: reduzir dependências mútuas para evitar vulnerabilidades em futuras disputas comerciais. Para a China, depender menos dos EUA é tão estratégico quanto para os americanos depender menos da economia chinesa.

A fala de Trump, no entanto, pode ter outro alvo: enfraquecer o Brasil e afastá-lo gradualmente da China.

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Ao tentar recuperar fatias significativas do mercado chinês, os EUA poderiam reduzir a influência brasileira no principal destino de suas exportações agrícolas, afetando diretamente a balança comercial, a renda do campo e a capacidade de investimento do produtor.

Vale lembrar que, só em 2024, a soja brasileira exportada para a China movimentou bilhões de dólares e ajudou a sustentar superávits comerciais expressivos, mesmo em meio à volatilidade cambial e aos desafios logísticos internos.

Especialistas, como Larissa Wachholz, reforçam que a China não pretende voltar à antiga dependência americana.

Além de manter fornecedores diversificados, Brasil, Argentina, Paraguai e até emergentes africanos, Pequim vem investindo em tecnologias para reduzir o consumo de farelo de soja em rações. Entre as alternativas estudadas estão proteínas de insetos, milho de alto teor proteico e avanços na biotecnologia alimentar.

Ou seja, a demanda total por soja pode até crescer no curto prazo, mas o espaço para um aumento maciço das compras americanas é limitado.

  • A promessa de Trump pode ser encarada sob duas lentes:
  • Pressão política para obter concessões comerciais rápidas da China.
  • Estratégia geopolítica para enfraquecer o Brasil, reduzindo sua proximidade com Pequim e sua relevância no tabuleiro global.

Seja qual for o caso, o produtor brasileiro precisa compreender que a disputa pela soja não é apenas comercial, é também geopolítica. O que está em jogo é a influência e a capacidade do Brasil de manter-se como fornecedor estratégico para a segunda maior economia do mundo.

Conclusão

Mesmo que a meta de Trump pareça improvável de se concretizar, o simples anúncio já provoca impacto nos preços e nas expectativas do mercado.

O Brasil, que conquistou a liderança global da soja graças à sua competitividade, não pode se acomodar. É hora de investir em diplomacia comercial, diversificação de mercados e valorização da marca “soja brasileira” no cenário internacional. No xadrez da geopolítica agrícola, quem não se mexe, vira peça capturada.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Frio se intensifica e baixas temperaturas podem bater recorde; veja a previsão do tempo para hoje



A massa de ar polar associada ao sistema de alta pressão deve continuar atuando nesta terça-feira (12) sobre os três estados da região Sul. Ainda pela manhã, os termômetros devem registrar mínimas significativamente baixas e haverá condições para formação de geada na campanha, norte, noroeste e serra gaúcha, em boa parte do interior catarinense e paranaense. No decorrer do dia, o sol aparece entre algumas faixas de nebulosidade e não há previsão de chuva. Destaque para o ar seco, que começa a ganhar força conforme a chegada do período da tarde e o predomínio de sol, estimulando o alerta de baixa umidade para municípios do norte e noroeste paranaense – com índices que devem variar entre 21% e 30%.

No Sudeste, o tempo firme também deve predominar em boa parte dos estados. Excepcionalmente, em algumas áreas entre a região dos vales de Minas Gerais e o norte do Espírito Santo, ainda haverá circulação de umidade sobre a atmosfera local, que deve favorecer a ocorrência de pancadas de chuva com fraca a moderada intensidade. Nas demais regiões, o tempo segue estável e com predomínio de sol entre algumas nuvens no céu.

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A massa de ar polar ainda mantém as temperaturas mais baixas entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, e o amanhecer pode contar com formação de geada no sul mineiro, na região da Serra da Mantiqueira e na região serrana do Rio de Janeiro. À tarde, o ar seco começa a ganhar força e favorece a queda acentuada dos índices de umidade relativa do ar – que entram em níveis críticos em boa parte do interior paulista e mineiro. Destaque para o norte e noroeste paulista, além do oeste mineiro, onde os valores podem ficar abaixo de 20%. No triângulo mineiro, a situação é mais grave, com índices que podem ficar abaixo de 12% – indicando um cenário de emergência.

Enquanto no Centro-Oeste, o ar seco também deve seguir sendo destaque ao longo do dia, que promete ser ensolarado e com a presença de poucas nuvens em todos os estados da região. Ainda pela manhã, o ar frio segue influenciando nas baixas temperaturas – sobretudo entre Mato Grosso do Sul e sul de Goiás. No decorrer do dia, o sol aparece entre algumas nuvens e conduz novamente ao aumento dos termômetros. À tarde, o calor marca presença, na medida em que os índices de umidade do ar despencam. Em praticamente todos os estados, os valores de umidade relativa do ar devem ficar em níveis críticos durante as horas mais quentes, mas algumas áreas entram com maior destaque. Entre o leste de Mato Grosso e o sul de Goiás, haverá risco para que os valores fiquem abaixo de 12%, evidenciando um cenário emergencial.

Já no Nordeste, a circulação de ventos associados à presença da frente fria no oceano deve continuar estimulando a entrada de umidade sobre o litoral da Bahia, onde há risco de chuva forte e até mesmo temporais localizados. Salvador/BA deve apresentar condições para pancadas de chuva com fraca a moderada. Nas demais áreas da costa leste – entre as capitais Aracaju e Natal– ainda haverá condições para chuva moderada. Entre o Ceará, Piauí e Maranhão, a presença de uma área de baixa pressão e de umidade sobre a atmosfera local devem favorecer também a formação de instabilidades. Destaque entre o Piauí e o Maranhão, onde há risco de chuva forte localizada ao longo do dia.

E no Norte, a atuação desta área de baixa pressão em superfície e a presença de umidade devem reforçar a formação de instabilidades entre o Amazonas, Pará e Roraima – onde há risco de chuva forte em alguns intervalos. Entre o extremo noroeste do Amazonas e o norte de Roraima, há possibilidade para a ocorrência de temporais isolados. Por outro lado, Tocantins, Acre e Rondônia seguem com predomínio de tempo aberto e bastante calor durante o dia. Em Rondônia, haverá potencial para que a umidade relativa do ar fique em níveis críticos – abaixo de 30% – durante as horas mais quentes.

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Casal goiano investe em máquinas com apoio do crédito rural


De puxar leite nas madrugadas frias a se tornar referência em hortaliças na região, a trajetória de Márcio Pereira Martins é marcada por coragem e planejamento.

Em 2010, ele deixou o transporte de leite para investir no cultivo de maracujá. Logo depois, apostou em estufas e folhosas, consolidando um negócio que hoje abastece 90% dos sacolões e mercados de Alexânia, interior de Goiás (GO).

Mas a mudança não foi por acaso. Ao observar o ciclo rápido das hortaliças e a demanda constante, Martins e sua esposa, Maria, perceberam que poderiam garantir vendas diárias e fidelizar clientes.

Por isso, adotaram um sistema de plantio programado, alinhado com os viveiros, para evitar qualquer falha no fornecimento.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp
Na foto, aparece uma mulher de chapéu ao lado direito e à esquerda está um homem. Ao fundo um tratorNa foto, aparece uma mulher de chapéu ao lado direito e à esquerda está um homem. Ao fundo um trator
Maria e Márcio Martins, Alexânia (GO). Foto: Divulgação Canal Rural/ Fabiana Bertinelli

Planejamento e crédito rural

O crescimento foi impulsionado pelo uso estratégico do crédito rural, aproveitando os juros baixos e investindo apenas no que traria retorno garantido. O primeiro financiamento, em 2015, foi destinado à compra de trator, carreta e roçadeira.

Após quitar, partiu para o segundo crédito, desta vez, adquirindo adubadeira, máquinas para preparo de canteiros e quatro novas estufas. Com cada crédito pago, Márcio se fortalecia para buscar o próximo.

Atualmente, está no terceiro financiamento, voltado para energia solar e novos equipamentos. Segundo ele, a regra é simples: quitar primeiro para depois investir novamente, sempre com “o pé no chão.”

Mas o segredo mesmo fica com a Maria que administra a propriedade. “Anoto tudo o que a gente vende, pago todo mundo e faço o controle do que sobra para ver o lucro que tivemos”, conta Maria. E Martins complementa: “Se eu não tivesse uma parceria dessas aqui, como a da minha esposa, não daria para tocar, não”, finaliza.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Arte com os horários do programa Porteira Aberta EmpreenderArte com os horários do programa Porteira Aberta Empreender
Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. Foto: Arte Divulgação | Canal Rural



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AgroNewsPolítica & Agro

CRA debate regulamentação do transporte ferroviário com foco no agronegócio


A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) fará na quarta-feira (13), às 14h, uma audiência pública para discutir a regulamentação e a fiscalização do transporte ferroviário de cargas no Brasil. A iniciativa é do presidente do colegiado, senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), e tem como objetivo avaliar os desafios e as oportunidades logísticas voltadas ao escoamento da produção agropecuária nacional.

A audiência reunirá representantes de entidades públicas e privadas ligadas à infraestrutura e ao setor produtivo, tais como o Ministério dos Transportes, a Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut) e a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF).

Também foram convidados representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Zequinha aponta no pedido de audiência (REQ 29/2025 – CRA) que o  transporte ferroviário é um elemento estratégico para a logística do agronegócio brasileiro. O senador afirma que a malha ferroviária, quando estruturada e bem fiscalizada, contribui para a redução dos custos logísticos, melhora o escoamento da produção e reduz impactos ambientais provocados pelo excesso de transporte rodoviário.

No entanto, segundo Zequinha, diversos obstáculos ainda comprometem a eficiência do setor, como a baixa integração entre os modais de transporte, a ausência de regulamentação clara sobre o compartilhamento da infraestrutura, entraves a investimentos e falta de transparência na fiscalização.

“O setor agropecuário depende de previsibilidade e capilaridade logística. Os gargalos enfrentados hoje impactam diretamente a competitividade da produção nacional, tanto no mercado interno quanto no externo”, alerta o senador.

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e-Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e-Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

 





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Números de hoje definirão próximos passos do Banco Central no Brasil e FED nos EUA


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o clima de cautela nos mercados antes do CPI dos EUA. Bolsas americanas caíram e Treasuries recuaram com expectativas de cortes de juros em 2026 no Brasil e ainda este ano nos EUA.

No cenário doméstico, a curva de juros fechou em baixa com revisão para baixo das projeções de inflação no Focus, mas o Ibovespa caiu com ruídos políticos após o cancelamento da reunião entre Haddad e o Tesouro americano. O dólar subiu levemente, sustentado por incertezas internas e tarifas dos EUA.

Hoje, destaque para o IPCA e o CPI americano, que podem definir os próximos passos do Fed e do BC.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Após geada e temperaturas negativas, frio segue predominante no Paraná


O fim de semana foi marcado por temperaturas baixas em todo o Paraná e geada, principalmente no Centro-Sul e na Região Metropolitana de Curitiba, por conta da atuação de uma massa de ar frio. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), as temperaturas seguirão baixas ao amanhecer nos próximos dias, mas gradativamente vão subir a tarde. Não há previsão de chuvas para esta semana no Paraná.

No sábado (09) as menores temperaturas foram em General Carneiro (INMET: -1,5°C), Palmas (-1,2°C), Guarapuava (-0,3°C), São Mateus do Sul (0,5°C), Laranjeiras do Sul e Pinhão (1,4°C), Pato Branco (1,8°C), e Cascavel (1,9°C). As máximas ficaram na casa dos 21°C em Cambará e na faixa litorânea, e não passaram dos 20°C no resto do Estado. 

Cascavel não tinha temperaturas tão baixas desde o dia mais frio do ano, no fim de junho. A cidade registrou 1,8°C em 23/06, -2,4°C em 24/06 e 0,5°C em 25/06. O mesmo vale para Laranjeiras do Sul que, em 23/06, registrou 1.7°C, em 24/06 chegou a -2.0°C, em 25/06 teve 0°C, e desde então não teve temperaturas abaixo de 4°C.

No domingo (10), Dia dos Pais, mais cidades tiveram temperaturas abaixo de 2°C. As menores temperaturas foram em General Carneiro (INMET: -1,4°C), São Mateus do Sul (INMET: -1,4°C), Guarapuava (-1,1°C), União da Vitória (0,9°C), Fazenda Rio Grande (0,8°C), Cambará (0,7°C), Joaquim Távora (INMET: 0,7°C), Lapa e Ponta Grossa (0,6°C), Palotina (0,4°C), Palmas (0,1°C), Francisco Beltrão (1,0°C), e Santa Maria do Oeste (1,9°C). As máximas mais altas ficaram apenas na casa dos 23°C em Loanda, Guaíra e Cândido de Abreu.

Já nesta segunda-feira (11), as menores temperaturas ao amanhecer foram em General Carneiro (INMET: -0,5), Palmas (-0,2°C), Pinhão (0,2°C), São Mateus do Sul (0,4°C), Guarapuava (1,5°C), além de Francisco Beltrão, Palotina e Telêmaco Borba (1,8°C). As máximas também devem ficar na casa dos 23°C na região Noroeste. 

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Entre terça (12) e quarta-feira (13) segue a previsão de geada no Centro-Sul, Oeste, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba, com temperaturas abaixo de 5°C no amanhecer. No Oeste e no Norte a massa de ar frio perde força nos próximos dias e, com predomínio de sol, as temperaturas podem ultrapassar os 25°C a tarde. Em todo o estado o destaque será a amplitude térmica: o amanhecer gelado, e as temperaturas mais altas a tarde. 

Já na quinta (14) e sexta-feira (15) na região Leste, principalmente no Litoral, o tempo ficará nublado e as máximas não devem subir muito. “Um cavado meteorológico, que é uma região alongada de baixa pressão, vai passar pelo oceano Atlântico, próximo da costa do Paraná. Isso vai favorecer com que o vento passe a soprar do oceano para o continente, transportando mais umidade para o Litoral e Leste do Paraná, inclusive na Região Metropolitana de Curitiba”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.

Sem previsão de chuvas, com predomínio de sol na maior parte do Estado, no próximo fim de semana a tendência é de que finalmente as temperaturas voltem a ficar mais agradáveis.

SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações meteorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas atmosféricas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.

Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.





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