terça-feira, maio 5, 2026

Autor: Redação

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Novo colágeno da JBS promove mais firmeza e elasticidade da pele, segundo pesquisa



Um estudo conduzido por pesquisadores brasileiros, publicado no Journal of Medicinal Food, confirma que a suplementação oral com colágeno oligopeptídico promove melhorias significativas na firmeza e elasticidade da pele em poucas semanas de uso. A pesquisa, realizada com 85 mulheres entre 45 e 60 anos, utilizou um modelo duplo-cego, randomizado e controlado por placebo. Os resultados indicam que o suplemento estimula a produção de componentes essenciais para a saúde da pele, como colágeno tipo I, decorina, biglicano e ácido hialurônico.

Além disso, foi observada a redução da atividade de enzimas que degradam essas estruturas. Ao mesmo tempo, houve um aumento dos níveis de uma proteína inibidora natural dessas enzimas, e um estímulo à produção de ácido hialurônico – molécula considerada essencial para a hidratação e o volume da pele. Esses efeitos combinados favorecem a renovação da matriz extracelular e o fortalecimento do tecido cutâneo, contribuindo para uma pele mais firme, elástica e resistente ao envelhecimento e ações do dia a dia, como exposição solar, poluição e os movimentos naturais do rosto.

Os efeitos do produto foram avaliados de forma progressiva no estudo, com análises realizadas após 4, 8 e 12 semanas de uso. Já nas primeiras 4 semanas, observou-se um aumento significativo na firmeza e na elasticidade da pele em comparação ao placebo. Após 8 semanas, a melhora ficou ainda mais notável com 9,7% de aumento na firmeza e 6,8% na elasticidade. Ao final de 12 semanas de suplementação contínua, os resultados foram ainda mais expressivos: todas as participantes apresentaram aumento da elasticidade e melhora na firmeza da pele, com um ganho médio de 12,2%. As medições foram realizadas por meio de equipamentos instrumentais padronizados.

Esses resultados embasam o lançamento do Genu-in® Life Skin, o primeiro colágeno padronizado do mercado com efeito 360° no corpo e ação potencializada sobre a pele. O produto foi desenvolvido pela Genu-in, empresa da JBS Novos Negócios, um grupo de unidades de negócio da JBS que promove a economia circular a partir da transformação de coprodutos em produtos de alto valor agregado, como colágeno e gelatina. Com tecnologia inédita, o Genu-in® Life Skin apresenta identificação e padronização de todas as sequências peptídicas que garantem a uniformidade da composição e da funcionalidade em cada lote, eliminando as variações comuns em produtos à base de colágeno e garantindo uma entrega consistente dos benefícios clínicos observados.

“O Genu-in® Life Skin representa um avanço no mercado de colágeno e nossa entrada no segmento de saúde e beleza. Com nossa tecnologia inédita, Peptide Profile Tailoring, conseguimos oferecer um ingrediente padronizado, o primeiro completamente caracterizado – não apenas em relação ao perfil de peso molecular, mas também com a identificação precisa de todos os peptídeos presentes na composição. Esta abordagem garante eficácia comprovada, atendendo à crescente demanda por soluções integradas de saúde e beleza”, afirma Vivian Zague, diretora de Pesquisa, Saúde e Nutrição da JBS.

Os peptídeos bioativos são pequenas partículas de colágeno, que são facilmente absorvidas pelo corpo. Esses peptídeos especiais atuam nas camadas mais profundas da pele, – como sinalizadores celulares ou mensageiros biológicos – incentivando a produção natural de colágeno e ajudando a reparar a estrutura da pele. Com o passar dos anos, a produção natural de colágeno diminui – processo que leva à perda de sustentação da pele, aparecimento de rugas e flacidez. O Genu-in® Life Skin chega ao mercado B2B como um ingrediente de alta performance, destinado a ser incorporado em produtos de marcas parceiras no varejo. A dose diária recomendada é de 10g de colágeno.

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A produção do Genu-in® Life Skin é realizada em uma fábrica 4.0 em Presidente Epitácio, no interior de São Paulo. Em operação desde agosto de 2022, a unidade é responsável por produzir anualmente 6 mil toneladas de peptídeos de colágeno, além de 6 mil toneladas de gelatina, para atender clientes em diferentes países. Com investimento de R$ 400 milhões, a planta é a mais moderna do setor no Brasil e a única 100% automatizada, utilizando como insumo a pele de bovinos proveniente da cadeia de produção da JBS, reforçando o compromisso da empresa com a economia circular.

“Na Genu-in, aplicamos ciência e tecnologia para transformar o que antes era um coproduto descartado em ingredientes de alto valor biológico. O Genu-in® Life Skin é um exemplo concreto de como a economia circular se materializa na JBS – utilizamos a subderme do couro bovino como matéria-prima principal para produzir colágeno, criando soluções inovadoras e sustentáveis para a saúde e o bem-estar das pessoas. É assim que transformamos subprodutos em produtos de alto valor agregado”, destaca Ricardo Gelain, diretor-executivo da Genu-in.



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Décio Lima destaca resiliência do Brasil diante do tarifaço



O presidente do Sebrae, Décio Lima, ressaltou a importância da resiliência do Brasil diante das adversidades econômicas e políticas que surgem no cenário atual. Em entrevista, ele destacou que o país não deve se deixar intimidar pelo chamado tarifaço, reforçando a confiança no potencial nacional.

“Olha, eu sou um otimista. Eu não posso imaginar que o povo brasileiro pense pequeno, num momento evidente de adversidades. O Brasil não é uma coloniazinha, o Brasil não é um país de terceiro mundo, o Brasil é uma expressão gigante da economia que alcança, inclusive, até o final do ano, sermos o oitavo, provavelmente, PIB do mundo”, afirmou Décio Lima.

De acordo com o presidente do Sebrae, a economia brasileira tem condições sólidas para enfrentar pressões externas e manter seu ritmo de crescimento.

“Portanto, não serão ameaças dessa natureza, sem qualquer justificativa, inclusive, de mercado econômico, que vai assustar o Brasil. Eu acredito que o ministro Fávaro também tem esse pensamento, junto com o presidente Lula, com o Geraldo Alckmin, que nós vamos tranquilamente superar com a grandeza dos valores econômicos e, principalmente, com a resiliência histórica do povo brasileiro.”

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Décio Lima reforçou ainda que a soberania nacional está diretamente ligada à defesa dos interesses da população.

“Nós somos uma nação soberana e nós vamos estar defendendo a pátria, porque defender a pátria é defender o povo brasileiro”, concluiu o presidente do Sebrae..



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Fenasucro encerra com expectativa de superar R$ 10 bilhões em negócios



A 31º edição da Fenasucro & Agrocana chegou ao fim na sexta-feira (15) consolidando-se como um marco para o setor bioenergético. A maior feira mundial da bioenergia superou as expectativas de público e de geração de negócios, além de entregar mais de 100 horas de conteúdos com a participação de especialistas, lideranças e empresas de referência no setor.

Realizado no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP), o evento reuniu mais de 600 marcas expositoras e visitantes de mais de 60 países. Segundo Paulo Montabone, diretor da Fenasucro & Agrocana, os resultados da edição 2025 demonstram a força e a relevância da feira para o setor de bioenergia no Brasil e no mundo.

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“A Fenasucro & Agrocana registrou um público altamente qualificado, crescimento na visitação e um volume expressivo de intenções de compra. Com esses resultados, estamos confiantes de que vamos superar os R$ 10,7 bilhões, reforçando a feira como o principal ponto de encontro e geração de negócios para o setor”, afirmou Zanini.

Rosana Amadeu, presidente do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise Br), destacou que a FenaBio trouxe uma grade de conteúdos extremamente rica e estratégica, abordando tendências, inovação e sustentabilidade. Esse novo espaço também abre caminhos para diversificar e ampliar o perfil dos expositores.

“Estamos muito otimistas e já trabalhando para que a próxima edição seja ainda mais representativa, fortalecendo o papel da indústria de base na transição energética e no futuro da bioeconomia brasileira”, disse Rosana.

Energia renovável

Novidade no evento, a FenaBio contou com marcas focadas em alternativas energéticas renováveis e se firmou como palco de discussões estratégicas e apresentação de soluções para a transição energética, mobilidade sustentável e descarbonização.

A programação com curadoria de Adhemar Altieri, da Media Link Brasil, recebeu representantes de importantes players do setor e autoridades no assunto como André Nassar (Abiove), Henry Joseph Jr. (Anfavea), Newton Duarte (Cogen), Paulo Sousa (Cargill), o professor Marcos Fava Neto (Harven Agribusiness School) e os ex-ministros Roberto Rodrigues (FGV) e Joaquim Levy (Banco Safra).

“O nível qualificado do público e a intensidade das conexões feitas na FenaBio reforçam a
relevância do evento para o setor. As discussões e conteúdos apresentados mostraram, de forma muito clara, que a bioenergia permanece no centro da agenda global”, avaliou Daniel Pereira, gerente de produto da FenaBio.



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alto estoque de passagem limita cotações



Mesmo com o recorde previsto nas exportações brasileiras de soja, o estoque de passagem da safra 2024/25 é estimado pela Conab em 3,9 milhões de toneladas. Este valor é mais do que quatro vezes acima do volume final da temporada anterior.

Esse cenário limitou o movimento de alta no preço nacional na última semana, apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Os embarques brasileiros (de outubro/24 a setembro/25) seguem previstos pelo USDA em 102,1 milhões de toneladas e o esmagamento, em 57 milhões de toneladas. 

A Conab, por sua vez, projeta as exportações nacionais em 106,3 milhões de toneladas. O esmagamento, está previsto para 57,09 milhões de toneladas, nesta safra (de janeiro a dezembro/25), ambos recordes, ainda de acordo com a companhia.

Além dos embarques, o Brasil segue liderando a produção de soja no mundo, com quase 170 milhões de toneladas colhidas nesta temporada (2024/25), sendo 169 milhões de toneladas estimadas pelo USDA e 169,66 milhões de toneladas projetadas pela Conab.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Edição genética promete revolucionar a cotonicultura



A meta é desenvolver uma planta de uso duplo



A meta é desenvolver uma planta de uso duplo
A meta é desenvolver uma planta de uso duplo – Foto: Canva

Um projeto de pesquisa nos Estados Unidos está utilizando técnicas avançadas de edição genética, como o CRISPR-Cas12a, para criar variedades de algodão Upland mais produtivas, com fibras de qualidade semelhante ao Pima, sementes mais nutritivas e resistência à murcha de Fusarium (FOV4), uma doença que tem causado prejuízos significativos à cultura em várias regiões. A meta é desenvolver uma planta de uso duplo, voltada tanto para a produção de fibras quanto para sementes de alto valor, aumentando a sustentabilidade econômica e ambiental para os produtores.

A iniciativa, intitulada Building Better Cotton: Gene Editing to Improve Oil, Protein and Fiber Quality in Upland Cotton, é financiada pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA-NIFA) e pela Cotton Incorporated. Ela se baseia em descobertas de um estudo anterior e agora avança para transformar esses conhecimentos em aplicações práticas, unindo biotecnologia, melhoramento genético e inovação em campo.

O trabalho é liderado pelo geneticista vegetal Christopher Saski, do College of Agriculture, Forestry and Life Sciences da Clemson University, com participação de Don Jones, da Cotton Incorporated, e da cientista Sonika Kumar, especialista em cultura de tecidos e regeneração de plantas. Kumar é responsável pela seleção de genes candidatos e pelo desenvolvimento de linhas geneticamente modificadas, tendo criado um dos sistemas de edição genética de algodão mais eficientes já registrados.

Entre os integrantes da equipe está Jacob Johnson, mestrando em Ciências Vegetais e Ambientais na Clemson, que atua nas etapas de engenharia genética, biologia molecular e redação científica. Além de contribuir diretamente para o avanço do projeto, Johnson adquire experiência para seguir carreira acadêmica e pretende cursar doutorado na área de biotecnologia agrícola.

 





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Reunião entre Trump e Zelensky deve ser marcada por tensão


A Casa Branca se tornou palco, nesta segunda-feira,18/08, de uma das reuniões mais tensas desde o início da guerra na Ucrânia. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky se encontra com Donald Trump, acompanhado de líderes europeus, em um esforço para manter a unidade do Ocidente frente às pressões de Moscou.

Trump, após reunião recente com Vladimir Putin, sinalizou disposição em acelerar um “acordo de paz”, mesmo que isso envolva a cessão de territórios ucranianos. Já Zelensky mantém posição inflexível: não aceitará abrir mão de regiões ainda sob controle de Kiev, apoiando-se na Constituição do país.

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Os europeus — entre eles Emmanuel Macron, Giorgia Meloni, Friedrich Merz e Ursula von der Leyen — insistem que qualquer negociação deve vir acompanhada de garantias robustas de segurança, similares ao Artigo 5 da OTAN, que define o princípio da defesa coletiva. Basicamente, ele afirma que um ataque armado contra um ou mais membros da OTAN na Europa ou na América do Norte será considerado um ataque contra todos os membros, mas aplicável à Ucrânia.

O encontro pode redefinir os rumos do conflito: se Trump insistir em um acordo rápido e sem garantias sólidas, cresce o risco de fissura entre EUA e União Europeia. Para o Brasil e o setor agro, a instabilidade traz reflexos diretos — desde a volatilidade dos preços de energia e fertilizantes até pressões nos mercados globais de grãos e exportações.

Mais do que uma disputa territorial, a reunião em Washington coloca em jogo a credibilidade das alianças ocidentais e a segurança alimentar mundial, já que os impactos da guerra vão muito além das fronteiras ucranianas.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Exportações de soja devem crescer 15% em agosto



A programação de embarques nos portos brasileiros projeta a exportação de 9,204 milhões de toneladas de soja em grão em agosto, conforme levantamento realizado por Safras & Mercado. O volume representa crescimento de 15,1% em relação a igual período de 2024, quando os embarques somaram 7,994 milhões de toneladas.

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Na comparação mensal, porém, o ritmo é menor: em julho foram embarcadas 11,915 milhões de toneladas, enquanto para setembro a previsão atual é de 1,055 milhão de toneladas.
No acumulado de janeiro a agosto de 2025, a programação de embarques aponta para 89,441 milhões de toneladas, resultado 6,8% superior ao mesmo intervalo do ano passado (83,704 milhões de toneladas).

O desempenho reforça o papel do Brasil como maior exportador mundial de soja, posição conquistada nos últimos anos com a expansão da área plantada e ganhos de produtividade. A China segue como principal destino da oleaginosa brasileira, absorvendo cerca de 70% das compras externas, enquanto países da União Europeia, Tailândia e Vietnã também ampliaram a demanda neste ano.

Segundo analistas, a combinação de safra recorde, câmbio favorável e demanda firme mantém o Brasil em trajetória de exportações robustas, embora o escoamento enfrente gargalos logísticos nos portos em períodos de pico de embarques.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercados globais de carne suína instáveis



A sanidade do rebanho continua sendo um desafio global



A sanidade do rebanho continua sendo um desafio global
A sanidade do rebanho continua sendo um desafio global – Foto: Pixabay

O comércio global de proteínas segue marcado por incertezas, com negociações comerciais entre os EUA e a China mantendo a instabilidade nos mercados de carne suína. Segundo o Rabobank, embora a China tenha reduzido suas importações norte-americanas nos últimos anos devido ao aumento da produção local, o país ainda é um importante comprador de miúdos suínos dos EUA, e o desfecho dessas negociações pode afetar todo o comércio internacional. Paralelamente, o rápido crescimento das exportações brasileiras e o leve aumento dos embarques europeus em 2025 ampliam a concorrência por novos mercados.

A sanidade do rebanho continua sendo um desafio global. Doenças como a peste suína africana (PSA) na Ásia e Europa, o vírus da síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos (PRRSv) na América do Norte e Espanha, e a febre aftosa, pressionam produtores e aumentam a incerteza comercial. Estratégias como biossegurança avançada, automação e operações não tripuladas são essenciais para reduzir esses riscos.

No setor de grãos, os preços do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentam queda, impulsionados por boas condições climáticas nos EUA e uma safra robusta no Brasil. Já soja e farelo de soja mostram comportamento misto: os mandatos propostos para biocombustíveis pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) para 2026 e 2027 sustentam a soja, mas exercem pressão de baixa sobre o farelo. Esses fatores combinados indicam que a volatilidade nos mercados de proteínas e grãos deve permanecer em 2025, exigindo atenção de produtores, exportadores e investidores.





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Saiba o que mexe com os mercados nesta semana com o Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que bolsas internacionais subiram com expectativa de corte de juros pelo Fed, apesar da inflação persistente. Nos EUA, o dólar recuou, o petróleo caiu e a ata do Fed deve detalhar o dilema entre inflação e atividade.

No Brasil, o Ibovespa avançou seguindo o exterior, o real valorizou e o IPCA abaixo do previsto reforçou a manutenção da Selic.

Destaque para pacote de apoio a empresas e indicadores como IGP-10 e IBC-Br da semana.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Previsão do tempo hoje indica temporais e ventos de até 70km/h; confira



A previsão do tempo para esta segunda-feira (18), de acordo com os meteorologistas da Climatempo, indica que áreas do Sul e do Nordeste enfrentam risco de temporais. Já o Centro-Oeste e parte do Sudeste devem conviver com sol forte, calor e baixa umidade relativa do ar. No Norte, as instabilidades mantêm o alerta para chuvas intensas em alguns estados.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Veja como ficam as condições em cada região do Brasil.

Sul: risco de temporais e ventos de até 70 km/h

No Sul, a chuva chega em forma de pancadas no litoral de Santa Catarina e Paraná. No Rio Grande do Sul, as instabilidades são mais intensas, sobretudo no sul e na região central, com risco de temporais. O oeste gaúcho tem alerta para chuva forte e ventos entre 51 e 70 km/h.

No leste do Paraná e no litoral norte catarinense, as rajadas variam de 40 a 50 km/h. Nos pontos mais altos da Serra Catarinense, há possibilidade de geada.

Sudeste: pancadas no litoral e ar seco no interior

Novas áreas de instabilidade favorecem chuva fraca e isolada no litoral paulista, além de pancadas de chuva no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.

No interior de São Paulo e em áreas do centro e oeste de Minas Gerais, o destaque é o ar seco, com índices de umidade abaixo de 30% nos períodos mais quentes.

Centro-Oeste: Sol forte, calor e ar muito seco

A região segue sob predomínio do tempo firme. Apesar de manhãs mais amenas, as temperaturas sobem rapidamente ao longo do dia, alcançando valores altos à tarde.

A umidade relativa do ar segue crítica, abaixo de 20% em áreas do interior de Goiás e Mato Grosso.

Nordeste: chuva forte em Salvador e litoral de PE e SE

Salvador tem previsão de pancadas fortes com risco de temporais. Entre Sergipe e Pernambuco, as chuvas também devem ser moderadas a intensas.

No Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, o tempo segue firme, mas a umidade baixa no centro-sul do Piauí, Maranhão e oeste baiano aumenta o desconforto.

Norte: Temporais no Amazonas e Rondônia

No Norte, instabilidades provocam risco de temporais no Amazonas, Acre, Rondônia e norte do Pará.

Já em Tocantins e em parte do Pará, o tempo segue firme, ensolarado e quente. Nessas áreas, a baixa umidade reforça o risco de queimadas e pode causar problemas de saúde.




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