terça-feira, maio 5, 2026

Autor: Redação

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Banana: preços da fruta atingem o maior patamar no norte de SC



Na última semana, os preços da banana nanica atingiram o maior patamar do ano no norte catarinense. A variedade de primeira qualidade foi comercializada a R$ 1,80/kg, apresentando alta de 12% sobre o intervalo anterior. 

Segundo colaboradores do Hortifrúti/Cepea, o impulso vem dos baixos volumes colhidos e da maior procura pela variedade. 

Apesar dos aumentos, os valores nesta região estão mais atrativos em comparação com outras praças produtoras que também apresentam oferta reduzida, como São Paulo. 

Frente ao mesmo período do ano anterior, as cotações em SC estão menores, ainda conforme levantamentos do Hortifrúti/Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Impulsionada pelo agro, balança comercial tem superávit de US$ 1 bilhão



A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,090 bilhão na terceira semana de agosto. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira (18) o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,632 bilhões e importações de US$ 5,542 bilhões. O superávit acumulado no mês de agosto é de US$ 3,048 bilhões. No ano, o superávit soma um total de US$ 40,030 bilhões.

Exportações e importações

Até a terceira semana de agosto, comparado ao mesmo período de agosto de 2024, as exportações cresceram 7,2% e somaram US$ 15,40 bilhões. O resultado se deu devido a um crescimento de 14,9% em Agropecuária, que somou US$ 3,536 bilhões; crescimento de 12,0% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 3,655 bilhões e, por fim, crescimento de 1,8% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 8,096 bilhões.

As importações também cresceram 2,0% nas primeiras três semanas de agosto e totalizaram US$ 12,35 bilhões na mesma comparação, com queda de 1,9% em Agropecuária, que somou US$ 215 milhões; crescimento de 23,5% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 858 milhões e, por fim, crescimento de 0,8% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 11,206 bilhões.



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cenário externo pressiona as cotações no Brasil



Os preços internos do trigo caíram na última semana, em linha com o mercado externo e a paridade de importação. É isso o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o Centro de Pesquisas, as estimativas de oferta e demanda de trigo no Brasil seguem apontando produção ligeiramente menor em 2025. No entanto, os maiores estoques de passagem (julho/25), influenciados pelas importações aquecidas, devem manter elevada a disponibilidade interna. 

Esse cenário, atrelado às desvalorizações externa e do dólar, que favorecem as importações, pressionou as cotações domésticas do cereal. Conforme dados divulgados neste mês pela Conab e analisados pelo Cepea, a área de trigo no Brasil é estimada em 2,55 milhões de hectares, queda de 16,7% sobre a temporada passada. 

Porém, a produtividade pode crescer 19%, para 3,07 t/ha, o que resultaria em produção de 7,81 milhões de toneladas em 2025, apenas 1% abaixo da de 2024.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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‘Suspensão da Moratória da Soja é vitória histórica para os produtores’, afirma presidente da Aprosoja MT



Um novo passo foi dado para os produtores de Mato Grosso rumo à liberdade econômica e ao reconhecimento daqueles que seguem dentro da legalidade. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aceitou, nesta segunda-feira (18), uma medida cautelar que suspende o acordo da Moratória da Soja.

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A Aprosoja-MT, que há anos lidera o movimento contra a Moratória da Soja, comemora a decisão e classifica o resultado como um marco histórico em defesa da livre concorrência e da produção legal no campo. “A decisão do Cade é uma vitória histórica de todos os produtores de Mato Grosso e do bioma amazônico, principalmente os mais afetados pela Moratória da Soja”, afirma o presidente da associação, Lucas Costa Beber.

Segundo o presidente, o acordo impõe restrições de mercado, compromete a liberdade dos produtores e apresenta indícios de cartel de compras, já que as empresas envolvidas respondem por mais de 90% do mercado da soja.

Restrições da Moratória da Soja

Lucas Beber lembra que a Moratória foi criada em 2006 sob o argumento de conter o desmatamento ilegal, mas que, na prática, nunca cumpriu esse papel. “As entidades do setor produtivo, como a Aprosoja-MT, nunca participaram da elaboração desse acordo. As empresas continuaram impondo restrições, colocando na ilegalidade produtores que cumprem rigorosamente a legislação. Isso gerou disparidade no mercado e prejudicou milhares de famílias”, destaca.

Aprosoja-MT na linha de frente

Desde 2018, a Aprosoja-MT levanta com firmeza essa bandeira, intensificando a luta política e jurídica ao longo dos anos. “A Aprosoja foi a primeira entidade a se posicionar contra a Moratória. O Cade unifica as ações apresentadas pela CNA e pela Aprosoja-MT, mas a tese aceita é justamente aquela defendida por nós, garantindo justiça a todos os produtores de Mato Grosso. O Cade constata indícios de cartel e suspende os efeitos da Moratória. Agora, as empresas precisam se defender e, para que a suspensão seja definitiva, será necessário o julgamento do mérito pelo órgão”, diz Beber.

O presidente reforça que a Aprosoja-MT continua firme na defesa dos produtores. “Nunca vamos parar de lutar pela soberania e pela liberdade. Não podemos aceitar que acordos comerciais restrinjam a atividade agrícola e impeçam o desenvolvimento dos produtores, dos estados e dos municípios brasileiros”, conclui.



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Açúcar: volume negociado tem aumento expressivo de 57%



A liquidez no mercado spot de açúcar cristal do estado de São Paulo entre 11 e 15 de agosto, aumentou expressivos 57% em relação ao volume registrado na primeira semana do mês. Isso é o que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o aumento se deve frente a negociações pontuais envolvendo maiores quantidades. Dessa forma, a média do Indicador Cepea/Esalq foi de R$ 119,98/saca de 50 kg, de 11 a 15 de agosto, praticamente inalterada frente à registrada no intervalo anterior.

Pesquisadores do Cepea explicam que a constatação de baixo rendimento da cana-de-açúcar moída nesta temporada 2025/26 tem levado usinas a manterem firmes os preços ofertados do cristal para pronta-entrega. 

Segundo a Unica, no acumulado da safra, de abril/25 até julho/25, em São Paulo, o nível de açúcares totais recuperáveis (ATR) é de 128,07 kg por tonelada de cana. Assim, o valor representa queda de 3,79% sobre o mesmo período da temporada passada, 2024/25 (133,12 kg de ATR/tonelada de cana). 

A produção de açúcar no estado paulista totalizou 12,322 milhões de toneladas na parcial da atual safra, baixa de 11,41% em igual comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações seguem firmes em São Paulo



Os preços dos etanóis no mercado paulista seguiram firmes na última semana. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

De 11 a 15 de agosto, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo teve média de R$ 2,6551/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). O valor representa alta de 0,97% em relação à do período anterior. 

Para o anidro, a elevação foi de 0,99%, com o Indicador Cepea/Esalq a R$ 3,0884/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). 

Segundo o centro de pesquisas, os vendedores se mantêm firmes nos preços pedidos em novos fechamentos, atentos ao desempenho da safra 2025/26. Os volumes ofertados no spot seguem menores. 

O Cepea identificou que o aumento das cotações no segmento produtor nas últimas semanas e os consequentes repasses na ponta varejista restringiram um pouco novas aquisições de etanol hidratado pelas distribuidoras. 

Em alguns estados produtores com elevada quantidade consumida, a paridade de preços entre o etanol hidratado e a gasolina C está chegando perto dos 70%.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Número de mortos da tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul sobe para 185



O número de mortos da tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul, ocorridas em maio do ano passado, subiu para 185. A alteração é decorrente de uma atualização feita pela Defesa Civil do estado.

De acordo com o órgão, foi confirmado óbito de Adriana Maria da Silva, de Cruzeiro do Sul (RS). Por isso, seu nome foi retirado da lista oficial de desaparecidos do evento, e incluído na lista das pessoas com a morte confirmada.

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Ja Adriano Sandaowski , da cidade de Canoas, foi retirado da lista de pessoas desaparecidas pela Polícia Civil pois, de acordo com registro realizado naquele órgão no final do mês de julho, familiares confirmaram que Adriano mudou-se para uma cidade em outro estado.

Com essas alterações, são a tragédia das enchentes contabiliza 185 óbitos e 23 pessoas desaparecidas.



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AgroNewsPolítica & Agro

um teste de resistência para a fruticultura brasileira


A imposição da tarifa total de 50% sobre frutas frescas brasileiras nos Estados Unidos, em vigor desde 6 de agosto de 2025, é um dos maiores testes de resiliência já enfrentados pela fruticultura nacional. O aumento resulta da combinação da sobretaxa de 40% anunciada em julho com a tarifa de 10% já aplicada, pressionando fortemente a competitividade do setor.

Apesar da gravidade do cenário, a manutenção parcial dos embarques de manga e uva – principais frutas frescas exportadas – para o mercado norte-americano, mesmo diante do custo mais elevado e das margens comprimidas, evita, no curto prazo, um colapso na cadeia produtiva. Ainda assim, a pergunta que se impõe é urgente: como manter a rentabilidade e a capacidade de investimento das cadeias mais vulneráveis sem uma ação rápida e articulada?

O caso do suco de laranja mostra que articulação estratégica e comprovação da interdependência comercial Brasil-EUA podem abrir portas. O produto (o suco) foi excluído da sobretaxa de 40% graças à atuação conjunta do setor com clientes norte-americanos e ao trabalho de convencimento junto ao governo dos EUA, evidenciando a dependência daquele mercado do suco brasileiro e a relevância dos investimentos bilionários das nossas indústrias em território norte-americano.

Já manga e uva, assim como outras cadeias sensíveis (açaí, gengibre), permanecem sob o peso integral da tarifa, com impacto direto sobre preços, margens e planos de expansão.  O momento exige uma resposta em três frentes:

1. Mobilização internacional – Negociar com importadores e buscar isenção tarifária nos períodos em que o mercado norte-americano depende mais da fruta brasileira.

2. Ação governamental imediata – Crédito emergencial, prorrogação de financiamentos e restituição acelerada de tributos.

3. Gestão estratégica no campo e na exportação – Escalonar colheitas, otimizar logística e diversificar mercados.

A manutenção parcial das exportações aos EUA, honrando contratos já firmados, combinada com medidas emergenciais e um plano agressivo de diversificação de mercados, será decisiva para que a fruticultura brasileira não apenas sobreviva, mas saia fortalecida deste embate tarifário. Não se trata apenas de proteger a competitividade: é sobre preservar empregos, renda e valor agregado no campo e na indústria.





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Primeira usina de etanol de trigo é inaugurada



O município de Santiago (RS) vive a expectativa do início das operações da primeira usina de etanol de trigo do Brasil. A planta aguarda algumas autorizações para começar a produzir, mas a expectativa é de que isso ocorra ainda este mês. Serão processadas 100 toneladas de trigo por dia, e a expectativa é de gerar até 12 milhões de litros de etanol hidratado por ano.

A empresa por trás da fábrica de biocombustível é a CB Bioenergia. Nessa primeira fase do projeto, foram investidos cerca de R$ 100 milhões para a construção. A expectativa é de expandir a unidade para gerar entre 45 e 50 milhões de litros de por ano até 2027, o que exigiria aportes adicionais que somam R$ 500 milhões.

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Foram aproximadamente três anos de pesquisa para saber quais produtos serão utilizados no processo de fabricação. A escolha foi uma levedura desenvolvida pela empresa americana IFF, que testou mais de 150 variedades de trigo cultivados no Rio Grande do Sul.

Segundo a multinacional, essas leveduras são geneticamente modificadas e capazes de fazer o processo de fermentação dessas diferentes variedades de trigo, o que torna a fabricação mais rentável. A estimativa é de que elas consigam ampliar o rendimento em até 4,5%.

Outro ponto são os subprodutos que a usina pretende gerar. Além do álcool neutro, usado na indústria de perfumaria e bebidas, os resíduos sólidos servem para fabricação de utensílios descartáveis biodegradáveis (pratos, por exemplo).

Outra usina

Também no Rio Grande do Sul, outra empresa do ramo de biocombustíveis está instalando uma usina de etanol de trigo. A Be8 anunciou o investimento em 2024 e as obras já estão 20% concluídas, com previsão de lançamento em 2026. A fábrica em Passo Fundo (RS) deve produzir 210 milhões de litros de etanol por ano.



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Governo apresenta ‘defesa’ em relação investigação dos EUA que mira Pix e rua 25 de março



O governo brasileiro apresentou na segunda-feira (18) um documento se defendendo, de forma oficial, das alegações de ‘práticas desleais de comércio’ feitas pelo EUA. Para iniciar a investigação da da Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA de 1974, o governo Trump citou Pix, estanol, desmatamento ilegal e até a rua 25 de março, localizada em São Paulo, como justificativas.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a manifestação brasileira demonstra, de forma detalhada e com base em vasta documentação, que as alegações dos EUA são improcedentes. O documento comprova que as políticas brasileiras investigadas são transparentes, não discriminatórias, estão em plena conformidade com as melhores práticas internacionais e com as obrigações do país na Organização Mundial do Comércio (OMC).

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“O Brasil reitera que não reconhece a legitimidade de instrumentos unilaterais como a Seção 301, que são inconsistentes com as regras e o sistema de solução de controvérsias da OMC. A participação brasileira no processo se dá em espírito de diálogo e de esclarecimento de fatos e não constitui reconhecimento da validade ou jurisdição do procedimento”, diz trecho da nota emitida pelo ministério.

O texto ainda diz que não é correto dizer que os EUA tenham prejuízo no comércio com o Brasil, já que há um superávit comercial em favor dos norte-americanos.

Investigação

Anunciada em 15 de julho de 2025, a investigação abrange um extenso conjunto de temas, entre eles comércio digital (incluindo o Pix), tarifas preferenciais, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol, aplicação de leis anticorrupção e desmatamento.



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