domingo, maio 3, 2026

Autor: Redação

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Setembro terá chuva superior a 200 mm e temperaturas acima da média


Chuva próximo a média para setembro em quase todo o Brasil central e o Nordeste do país. É o que indica a previsão do tempo para todo o mês, publicada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) nesta segunda-feira (25), como mostram as manchas em cinza no mapa abaixo.

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Já na maior parte da Região Sul e no noroeste do Amazonas, as estimativas apontam precipitações acima da média (tom em azul). Entretanto, em diversos setores da Região Norte, estão previstos valores abaixo da média (amarelo).

Chuva de 160 mm

Em relação à Região Norte, o Inmet prevê volumes de chuva de até 50 mm abaixo da média histórica em grande parte de Roraima, centro-sul do Pará, porções centrais do Acre e Rondônia e em áreas isoladas do Amazonas (tom em amarelo).

Por outro lado, volumes de chuva acima de 160 mm são previstos para o norte do Amazonas, bem como acumulados acima de 100 mm para o extremo nordeste do Pará. Nas demais áreas da região, o prognóstico indica valores próximos às médias climatológicas.

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Foto: Reprodução Inmet

Para a Região Nordeste, majoritariamente, os valores previstos ficarão em torno da média histórica em praticamente todos os estados, exceto no nordeste da região costeira da Bahia, onde são previstos volumes de chuva de até 50 mm abaixo da média histórica.

Para o Centro-Oeste e Sudeste durante setembro, o Inmet prevê volumes de chuva próximos à climatologia, com as seguintes exceções:

  • Setores sudeste e sudoeste de São Paulo, extremo sul de Minas Gerais e sudeste de Mato Grosso do Sul, com estimativas de volumes até 50 mm acima da média.
  • Chuva abaixo da média histórica para as áreas do oeste de Mato Grosso do Sul.

Acumulados acima de 200 mm

Para o Sul do país, o Inmet indica chuva muito acima da média para setembro em quase toda a Região. Veja:

  • Na porção central de divisa entre as mesorregiões do noroeste e nordeste Rio-Grandense é previsto volume de chuva acima de 200 mm para o próximo mês (tom em azul escuro).
  • Acumulados próximos à média histórica de setembro são previstos em áreas isoladas do norte e sudoeste do Paraná.

A previsão do tempo para setembro indica que as temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do país (tons laranja e vermelho no mapa da direita), especialmente nas regiões do Pará, Mato Grosso, leste de Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais.

Segundo o Inmet, as temperaturas podem alcançar até 1,5°C acima da média, variando entre 27°C e 30°C nas seguintes áreas:

  • Sudoeste do Pará e na divisa de Goiás com Minas Gerais

Na região central e leste do Nordeste, a previsão é de temperaturas acima da média para todos os estados, com áreas na costa norte próximas à climatologia.

As temperaturas devem variar entre 22°C e 27,5°C no Nordeste, com áreas pontuais na região central de Pernambuco e sudeste da Bahia apresentando valores entre 17°C e 20°C.

Já para o Sudeste, o Inmet prevê temperaturas médias acima de 15°C em áreas do centro-sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e centro-leste de São Paulo. Já temperaturas mais elevadas são esperadas nas partes central e oeste de Minas Gerais.

Calor no Sul?

A Região Sul deve apresentar temperaturas dentro da média (tonalidade em cinza no mapa da direita), exceto no Paraná, onde as temperaturas podem ficar até 0,6 °C acima da média. Nessa região, devem predominar temperaturas entre 12°C e 17°C, com temperaturas mais baixas no Rio Grande do Sul e na divisa com Santa Catarina, onde as médias podem ficar abaixo de 12,5°C.

Já na Região Centro-Oeste, as temperaturas médias devem ficar acima de 22,5°C em todos os estados, com exceção do sul de Mato Grosso do Sul, onde as médias devem ficar em 20°C.



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China pretende adotar medidas para expandir demanda interna e estabilizar emprego



O governo da China afirmou nesta segunda-feira (25) que pretende adotar novas medidas para expandir a demanda interna e estabilizar o emprego durante a formulação do próximo plano quinquenal, conhecido como 15º Plano de Cinco Anos. Em comunicado, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, na sigla em inglês) destacou que o chefe do órgão, Zheng Shanjie, presidiu uma reunião com representantes de grandes empresas para ouvir sugestões sobre como garantir crescimento sustentável e geração de empregos.

Segundo o texto, os empresários relataram que, diante de novas oportunidades e novos desafios nos mercados interno e externo, têm buscado acelerar a transformação de seus modelos de negócio e reforçar a integração entre os dois mercados. Entre as propostas, pediram o “aperfeiçoamento de políticas de expansão da demanda doméstica, proteção à propriedade intelectual, desenvolvimento verde e de baixo carbono, além de reforço à garantia de mão de obra e talentos”.

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Shanjie afirmou que, no período do novo plano, a China enfrentará um ambiente de desenvolvimento “profundamente complexo”. Ele ressaltou, porém, que o país seguirá contando com vantagens como “um mercado de ultraescala, um sistema industrial completo e abundantes recursos humanos”.

A NDRC acrescentou que continuará a melhorar medidas de estímulo à demanda, apoiar a inovação tecnológica das empresas, ampliar a oferta de qualidade e promover emprego de “alta qualidade”. O comunicado também destacou o compromisso em manter comunicação constante entre governo e empresas e em criar um ambiente de concorrência justa para impulsionar o crescimento da economia privada.



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Beef on dairy: a estratégia que transforma bezerros machos em lucro


Pecuaristas, o programa Beef on dairy é uma nova modalidade de cruzamento que está ganhando força no Brasil, com um potencial de renda significativo, especialmente para o produtor de leite. O uso de sêmen de touros de corte em vacas leiteiras transforma um bezerro que seria descartado em uma fonte de ativo valioso para a fazenda.Assista ao vídeo abaixo e entenda esta estratégia.

O programa Giro do Boi recebeu Reginaldo Rocha, gestor executivo de projetos no agronegócio e atuante na plataforma Ecco2, para aprofundar o assunto.

Ele explicou que o Beef on dairy já é um sucesso nos Estados Unidos e está se espalhando pelo mundo, inclusive aqui no Brasil.

Oportunidade para o produtor de leite

Bezerros cruzados e Angus com matriz holandesa. Foto: Moroz, Michail. 2025
Bezerros cruzados e Angus com matriz holandesa. Foto: Moroz, Michail. 2025

O segmento leiteiro no Brasil, principalmente o de pequeno e médio porte, tem um problema: o bezerro macho.

A maioria dos produtores não tem o que fazer com ele e acaba o descartando, o que representa um passivo financeiro e operacional. O Beef on dairy surge como uma solução que transforma esse passivo em ativo.

A tecnologia consiste em inserir sêmen sexado macho de uma raça de corte (como Angus ou Charolês) em vacas leiteiras que seriam descartadas da reprodução. As vantagens são claras:

  • Qualificação do bezerro: O bezerro nasce com genética de corte e com qualidade de carne, que pode ser encaminhado para um confinamento a partir do terceiro ou quinto dia.
  • Fonte adicional de receita: O bezerro se torna um ativo contínuo na propriedade, gerando mais dinheiro para o produtor, o que aumenta a margem de lucro da fazenda.
  • Redução da mortalidade: Acaba com a mortalidade desses bezerros, que muitas vezes é um problema sanitário e financeiro.
  • Sustentabilidade: A prática é sustentável e agrega valor à propriedade e à produção, com um uso mais eficiente dos recursos.

Reginaldo Rocha ressalta que o Brasil tem um potencial incrível para a produção, com uma grande extensão territorial e uma variedade de produção de grãos e um rebanho qualificado.

A base Gir e Girolando, que é o grosso da produção de leite no Brasil, também se beneficia do cruzamento com raças europeias.

O sucesso do Beef on dairy no Brasil

Bezerros cruzados e Angus com matriz holandesa. Foto: Moroz, Michail. 2025
Bezerros cruzados e Angus com matriz holandesa. Foto: Moroz, Michail. 2025

O sucesso do Beef on dairy no Brasil está em seu balanço nutricional. O bezerro de corte, oriundo de uma vaca de leite, tem uma genética superior, pois a vaca leiteira é uma máquina de metabolizar nutrientes e gerar energia.

Quando o bezerro nasce, ele é tratado em um regime de confinamento fechado, com uma dieta nutricional balanceada nos primeiros 60 a 75 dias de vida, o que define a terminação.

A terminação acontece num prazo de 14 a 15 meses para que o animal alcance 22 a 23 arrobas, o que é um resultado espetacular. O Brasil tem uma produção de grãos recorde, o que garante alimento farto, e os subprodutos dos grãos, como o DDG, estão crescendo e se tornando uma alternativa valiosa para a dieta do gado.

Para o pecuarista de leite, a iniciativa é uma forma de ter uma fábrica de bezerro atendendo o produtor de corte, melhorando a qualidade desde a genética, com total rastreabilidade, e entregando um produto de alta qualidade para os mercados.

A mentalidade de que “sempre fiz desse jeito” precisa ser mudada. O produtor precisa de coragem para testar novas tecnologias para crescer e ter uma pecuária de alta performance.



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Exportações de carne bovina devem bater recorde em agosto, diz Cepea



Na primeira metade de agosto, a venda externa da carne brasileira seguiu firme, mesmo com a barreira tarifária imposta pelos Estados Unidos. A média diária de embarques de carne in natura foi de 12,3 mil toneladas, aumento de quase 25% sobre a média observada em agosto do ano passado e 2,5% acima da de julho, mês de exportação recorde.

Caso siga nesse ritmo, as exportações de agosto devem renovar o recorde, avalia o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP . O dólar se desvalorizou de julho para cá, mas o preço médio em dólar avançou o suficiente para manter estável o valor em real: R$ 30.680/t carne in natura.

Aumento no preço

Recentes dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram, mais uma vez, que a produção de carne bovina não tem acompanhado o avanço das exportações. No primeiro semestre deste ano, o volume de carne bovina exportado (in natura e processada) superou em 164,1 mil toneladas os embarques do mesmo período de 2024, ao passo que a produção formal foi ampliada em apenas 122 mil toneladas.

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Pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, indicam que, como resultado da menor disponibilidade interna, os preços do boi e da carne se moveram para um novo patamar do ano passado para cá.

Os preços médios do boi e os da carne (carcaça casada de boi no atacado da Grande São Paulo) estão cerca de 35% superiores aos registrados há um ano, já descontada a inflação.

Segundo pesquisadores do Cepea, os dados deixam claro que tem aumentado também a parcela das exportações no escoamento da carne produzida.

No primeiro semestre de 2024, foram enviados ao exterior 25,1% da produção formal; nos primeiros seis meses de 2025, foram 28,7%. Pesquisadores do Cepea reforçam que o aumento ocorre também do primeiro para o segundo trimestre de 2025: de 27,4% para 29,9%, o que representa a maior participação do setor externo na história.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de defensivos para soja recua


O mercado de defensivos agrícolas para soja registrou retração na safra 2024/25, mesmo com o aumento expressivo da área protegida por tecnologias. Segundo levantamento exclusivo da Kynetec Brasil, citado pelo especialista em pesquisas Cristiano Limberger, a movimentação financeira caiu 4,3%, somando US$ 9,45 bilhões, contra os US$ 9,87 bilhões do ciclo anterior. Em contrapartida, a área potencial tratada (PAT) avançou 12% e superou 1,4 bilhão de hectares, estabelecendo novo recorde para a cultura.

A queda no faturamento esteve associada à desvalorização de 7,7% do real frente ao dólar e à retração média de 8% nos preços dos produtos. Entre as categorias, os fungicidas foliares reforçaram a liderança: responderam por 40% do mercado, com vendas de US$ 3,819 bilhões, alta de 3% sobre a temporada passada. Os inseticidas foliares ocuparam a segunda posição, movimentando US$ 2,23 bilhões (23,6% do total), recuo de 9% em relação a 2023/24. O controle de percevejos se destacou dentro da categoria, responsável por 54% das vendas, com presença em 96% da área cultivada e média de 3,4 aplicações na safra.

Os herbicidas permaneceram como a terceira categoria em vendas, mas perderam participação: caíram de 25% para 23%, somando US$ 2,18 bilhões. Já os produtos para tratamento de sementes alcançaram 6% do mercado, equivalentes a US$ 558 milhões. Os nematicidas, por sua vez, atingiram US$ 250 milhões (2,6%), enquanto adjuvantes e inoculantes representaram juntos 4,4%, ou US$ 418 milhões.

No campo das biotecnologias, houve avanço expressivo das variedades de soja tolerantes a lagartas de segunda geração (“Bt”), que passaram de 11% para 24% da área cultivada. O estudo capturou mais de 150 opções comerciais com essa tecnologia, sinalizando forte adesão a soluções inovadoras e maior intensificação do manejo na sojicultura.

 





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soja brasileira enfrenta safra dos EUA; olho no USDA



O mercado da soja entrou na reta final de agosto em clima de disputa. O Brasil ainda domina os embarques na China e aproveita prêmios de exportação elevados, mas a proximidade da colheita nos Estados Unidos pode acirrar a concorrência. Segundo a plataforma Grão Direto, nesse cenário, o clima no Meio-Oeste americano e os relatórios do USDA assumem protagonismo na formação dos preços e nas decisões do produtor.

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Como foi a semana da soja

A semana da soja em Chicago foi de recuperação. O contrato de setembro/25 subiu 1,34%, fechando a 10,36 US$/bushel, apoiado na previsão de clima mais seco e quente no Meio-Oeste dos EUA. Segundo a plataforma Grão Direto, apesar de 68% das lavouras seguirem em boas ou excelentes condições, o mercado negociou “a previsão, não o fato”.

No Brasil, os preços ganharam sustentação com o dólar firme e prêmios de exportação elevados, reflexo da forte demanda internacional. O ritmo intenso dos embarques reforçou essa tendência, com a Anec revisando para cima a projeção de exportações em agosto para 9,38 milhões de toneladas, bem acima de 2024.

Enquanto o Brasil lidera os embarques, o USDA já mostra foco na nova safra americana (2025/26). O relatório da última quinta-feira (21/08) apontou vendas dentro das expectativas, sinalizando a transição sazonal e lembrando que a janela de prêmios máximos ao Brasil começa a se estreitar.

O que esperar do mercado

A volatilidade em Chicago seguirá ditada pelo clima. Um padrão mais seco pode sustentar novas altas, enquanto chuvas generalizadas tendem a retirar rapidamente o prêmio de risco. O produtor deve acompanhar os mapas climáticos, pois eles podem definir o rumo dos preços nesta fase crítica de enchimento de grãos.

E a soja no Brasil?

Para o Brasil, a janela de oportunidade de exportar com prêmios elevados diminui com a proximidade da colheita nos EUA. A demanda chinesa em breve terá a alternativa da safra americana, o que tende a acirrar a concorrência e pressionar diferenciais pagos pelo grão brasileiro. As próximas semanas podem ser as melhores em termos de relação de troca no semestre.

Agenda da semana

Nesta segunda-feira (25), o relatório de Acompanhamento de Safras do USDA pode trazer os primeiros sinais dos impactos climáticos. Já na quinta-feira (28), será a vez do relatório de Vendas Semanais para Exportação, crucial para medir o ritmo da demanda pela nova safra americana. No Brasil, não há publicações relevantes da Conab previstas para esta semana.



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AgroNewsPolítica & Agro

Ceará discute regras para algodão orgânico e transgênico



O Ceará já se destaca na produção de algodão agroecológico



O Ceará já se destaca na produção de algodão agroecológico
O Ceará já se destaca na produção de algodão agroecológico – Foto: Pixabay

O Governo do Ceará deu início a um debate para regulamentar a produção de algodão orgânico e transgênico no estado. O encontro, realizado nesta quarta-feira (20) na sede da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE), foi presidido pelo secretário Domingos Filho e reuniu representantes de órgãos públicos, entidades do setor produtivo e de pesquisa. O objetivo é elaborar uma proposta de normativa que defina regras claras para o cultivo, priorizando a sustentabilidade e a proteção da agroecologia.

“Precisamos analisar como o estado pode incentivar meios de cultivo e manejo do algodão orgânico e transgênico no estado. Como fazer isso, por exemplo. Por isso trouxemos diversos órgãos para elaborar uma sugestão de normativa para que tenhamos uma lei estadual que garanta a regulamentação da questão de distanciamento entre cultivos orgânicos ou agroecológicos e cultivos com algodão transgênicos, para que possamos proteger legalmente a agroecologia, priorizando a sustentabilidade”, informou Domingos Filho.

O Ceará já se destaca na produção de algodão agroecológico, especialmente em Tauá, referência nacional no cultivo. Indústrias têxteis como Santana Textiles e Vicunha Têxtil apoiam a expansão da atividade em parceria com secretarias estaduais, Embrapa e Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (FAEC). Atualmente, a produção abrange 52 municípios e cerca de 1.320 hectares, integrando sistemas consorciados que incluem feijão, milho e gergelim, fortalecendo a agricultura familiar.

Atualmente, a normativa federal do Mapa exige distanciamento entre cultivos apenas para produção de sementes, mas não há regras específicas para produção de pluma de algodão. Por isso, especialistas como Gildo Pereira, da Embrapa, defendem a adoção de medidas cautelosas até que uma legislação estadual seja consolidada. O debate segue com participação de entidades ligadas à agricultura, à agroecologia e ao setor têxtil, que buscam um consenso para equilibrar produtividade, sustentabilidade e proteção da agricultura familiar.

 





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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em sete estados, afirma ANP



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em sete estados nesta semana. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 67,37% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

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O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes Estados: Acre (69,71%); Goiás (68,34%); Mato Grosso (65,66%); Mato Grosso do Sul (65,04%); Minas Gerais (68,47%); Paraná (67,80%) e São Paulo (65,73%).



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ibovespa avança com cena corporativa em foco e aval de NY; RD Saúde dispara


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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, em meio a um noticiário corporativo intenso, com RD Saúde entre os destaques após resultado trimestral acima do esperado, assim como Itaú, que mostrou desempenho sólido no segundo trimestre e reforçou perspectiva de dividendo adicional.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 1,12%, a 134.637,97 pontos, de acordo com dados preliminares, endossado pelo sinal positivo em Wall Street, tendo marcado 135.240,61 pontos na máxima e 133.169,04 pontos na mínima do dia.

O volume financeiro somava R$19,22 bilhões antes dos ajustes finais.

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Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,86%



A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,95% para 4,86% este ano. É a décima terceira redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (25), em Brasília.

A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação também caiu, de 4,4% para 4,33%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,97% e 3,8%, respectivamente.

Acima do teto

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

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Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, no mês passado, após sete altas seguidas na Selic.

Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,21% para 2,18% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,86%.

Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,87% e 2%, respectivamente. Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre deste ano, a economia brasileira cresceu 1,4%.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,59 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,64.



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