sexta-feira, maio 1, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Governo irá repassar R$ 71,3 milhões para programa de eletrificação rural


O governo do Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), lançou, nesta quarta-feira (3/9), a quinta fase do Programa Energia Forte no Campo (EFC). Na ocasião, o governador Eduardo Leite anunciou o repasse de R$ 71,3 milhões, o maior valor já disponibilizado pelo governo gaúcho ao programa.

Executado em parceria com as cooperativas de eletrificação rural do Rio Grande do Sul, o programa busca qualificar as redes de distribuição no meio rural, sobretudo por meio da implantação de redes trifásicas. A iniciativa viabiliza investimentos por meio da contrapartida financeira do Estado, fortalecendo a produção agropecuária, as agroindústrias e melhorando a qualidade de vida no campo.

Fortalecer a base produtiva gaúcha

Durante o lançamento, na casa da Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (OCERGS) na Expointer, o governador Eduardo Leite destacou a importância do programa para transformar a realidade das comunidades rurais e fortalecer a base produtiva gaúcha. “Estamos dando hoje um passo histórico para o desenvolvimento do campo. O repasse de R$71,3 milhões, o maior já feito pelo Estado ao Programa Energia Forte no Campo, é um investimento no futuro das famílias que vivem e produzem no interior. Se hoje temos condições de realizar esse aporte é porque, lá atrás, tivemos coragem de fazer as reformas que colocaram as contas em dia e abriram espaço para novos investimentos. Esse é o resultado de escolhas responsáveis, que agora se transformam em obras concretas e em mais qualidade de vida para os gaúchos”, disse Leite.

O decreto que regulamenta a nova etapa, também amplia a participação do Estado de 20% para 35% em projetos de instalação ou melhoria das redes de distribuição de energia elétrica. O aporte estadual abrange custos com transformadores, postes, fios e demais componentes das redes, além de projetos de subestações transformadoras e conexões associadas, neste último caso, limitado a R$ 5 milhões por cooperativa de eletrificação. 

“A inclusão de subestações no escopo do programa faz parte do nosso modelo de governo, que tem uma escuta ativa das necessidades da população e dos empreendedores gaúchos para que as políticas públicas tenham o melhor desenho e a maior efetividade. O Energia Forte no Campo já mostrou resultados expressivos nas quatro fases anteriores e, agora, damos um passo além. Ampliamos o escopo e o volume de investimentos para que cada vez mais famílias e empreendimentos rurais sejam beneficiados”, afirmou a titular da Sema, Marjorie Kauffmann.

Investimentos previstos na nova fase

Em abril de 2025, a Sema realizou uma consulta junto às cooperativas de eletrificação para identificar projetos de linhas de transmissão e de subestações aptos a integrar a quinta fase do programa. Como resultado, 13 cooperativas apresentaram propostas, que somam um investimento estimado em R$ 369 milhões, dos quais R$ 71,3 milhões serão aportados pelo Estado.

A ampliação do programa se justifica pelos resultados positivos alcançados até agora e pela necessidade de reforçar a resiliência do sistema elétrico diante dos eventos meteorológicos extremos que têm atingido o Rio Grande do Sul, especialmente as enchentes de 2024.

Resultados já alcançados

Desde sua criação, o Energia Forte no Campo já beneficiou 10.717 consumidores, com impacto direto no desenvolvimento econômico e na melhora da qualidade de vida das comunidades rurais. A expansão da rede trifásica tem favorecido a produção, incentivado as agroindústrias e garantido maior conforto às famílias.

“O que celebramos hoje é a certeza de que o campo gaúcho, que alimenta o Brasil e o mundo, terá condições ainda melhores para crescer, inovar e resistir. Energia forte no campo é sinônimo de Estado forte, economia forte e um futuro de esperança para todos”, destacou o governador.

Nas quatro primeiras fases do programa, foram contemplados 345 projetos, totalizando 973 km de linhas trifásicas, em 122 municípios. O investimento do Estado somou R$ 19,9 milhões, que possibilitaram a alavancagem de R$102 milhões em obras realizadas em parceria com as cooperativas. 





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Presidente do Simers, Claudio Bier, projeta vendas mais retraídas na Expointer


O presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers), Claudio Bier, manifestou preocupação quanto aos impactos das tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo ele, a medida, adotada pela gestão de Donald Trump, pode repercutir diretamente nos negócios do setor, criando um ambiente de incertezas entre os produtores rurais.

De acordo com Bier, a principal consequência imediata não está apenas nos números da economia, mas no comportamento dos agricultores diante do cenário. “É uma questão mais psicológica, que faz com que os produtores acabem se retraindo para comprar”, avaliou, em entrevista ao programa Agrolink News – Especial Expointer.

O dirigente observa que o chamado “tarifaço” somado a outros fatores conjunturais amplia a cautela dos clientes e compromete o ritmo das negociações. Entre os elementos citados, ele destacou os efeitos das adversidades climáticas registradas ao longo do ano e a elevação dos juros, que aumentam o custo do crédito e limitam a capacidade de investimento dos produtores.

Mesmo diante das dificuldades, Bier mantém expectativa positiva em relação à Expointer, embora reconheça que o otimismo será menor do que em edições anteriores. “Acreditamos em bons negócios durante a feira, mas é natural que o volume seja mais contido. O produtor está inseguro, e essa postura reflete no setor”, disse.

A avaliação do presidente do Simers reforça a importância da Expointer como vitrine estratégica para o agronegócio brasileiro. A feira, considerada a maior a céu aberto da América Latina, concentra lançamentos, inovação tecnológica e debates sobre os rumos da agricultura e da pecuária. Neste ano, no entanto, o ambiente externo mais hostil e os entraves domésticos criam um pano de fundo desafiador para a indústria de máquinas e implementos.

Apesar da conjuntura adversa, Bier enfatiza que o setor segue resiliente e aposta na força de recuperação do agronegócio. Para ele, superar as barreiras dependerá de equilíbrio entre políticas públicas, estratégias comerciais e capacidade de adaptação dos produtores e das empresas.





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Estados Unidos atacam agro brasileiro, CNA reage com dados


Associações ligadas ao agronegócio dos Estados Unidos apresentaram ao USTR (Representante Comercial dos EUA) uma série de documentos que acusam o Brasil de práticas desleais em diferentes cadeias produtivas.

O movimento faz parte da investigação aberta pela Casa Branca sob a Seção 301 da Lei de Comércio, dispositivo que pode embasar novas tarifas contra produtos brasileiros.

Entre os pontos mais duros, entidades como a National Pork Producers Council (suínos), a National Cattlemen’s Beef Association (bovinos) e a American Farm Bureau Federation (agricultura e etanol) alegam que o Brasil impede, com barreiras tarifárias e exigências sanitárias excessivas, a entrada de carne suína e bovina dos EUA, além de manter tarifas sobre o etanol norte-americano.

Também atacam a imagem do país ao citar o desmatamento e supostos riscos sanitários como justificativa para uma postura mais dura de Washington.

Em resposta, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) assumiu a linha de frente em Washington. Durante audiência pública, a entidade rebateu as acusações e apresentou argumentos apoiados em dados oficiais:

  • Competitividade legítima: a força do agro brasileiro decorre de recursos naturais abundantes, clima favorável e investimentos contínuos em tecnologia, e não de práticas comerciais desleais.
  • Normas rigorosas: exportações brasileiras seguem padrões sanitários e ambientais entre os mais exigentes do mundo.
  • Tarifas e reciprocidade: apenas 5,5% das exportações agropecuárias brasileiras contam com preferências tarifárias; mais de 90% das importações seguem o princípio da Nação Mais Favorecida, em linha com a OMC.
  • Etanol: o Brasil, longe de ser protecionista, é um grande cliente dos EUA — em 2024, importou 17 vezes mais etanol americano do que da Índia.
  • Sustentabilidade ambiental: o Código Florestal brasileiro é um dos mais rigorosos do mundo; hoje, 66% do território nacional mantém cobertura nativa, metade dela preservada em áreas privadas de produtores rurais.
  • Interdependência bilateral: os EUA são o terceiro destino das exportações do agro brasileiro, ao mesmo tempo em que o Brasil compra mais de US$ 1,1 bilhão em insumos e máquinas agrícolas de empresas americanas.

“A competitividade do agro brasileiro decorre de fundamentos legítimos, como os recursos naturais e investimentos contínuos em inovação, e não por práticas desleais de comércio”, afirmou Sueme Mori, diretora de Relações Internacionais da CNA.

Essas disputas ocorrem em meio à escalada da crise comercial entre Brasil e EUA. Desde abril, o governo norte-americano adotou tarifas iniciais de 10% sobre exportações brasileiras, ampliadas para 50% em julho sob justificativa política. O presidente Donald Trump vinculou diretamente a medida ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, num gesto que o governo Lula classificou como intromissão inaceitável na soberania nacional.

Diante disso, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e mais de uma centena de empresários viajaram a Washington em busca de exceções às tarifas e de espaço para um diálogo técnico. Apesar da recepção majoritariamente por autoridades de segundo escalão, a comitiva reforçou a tentativa de evitar um confronto aberto que possa degenerar em guerra tarifária.

A ofensiva norte-americana contra o agro brasileiro coloca em risco cadeias estratégicas como a da carne bovina, suína, o etanol, milho e café. Se prevalecer a pressão do lobby interno dos EUA, as barreiras poderão reduzir o acesso ao maior mercado consumidor do mundo, com efeitos diretos nos preços, na renda do produtor e na balança comercial.

Ao mesmo tempo, a postura defensiva da CNA, baseada em números, sustentabilidade e interdependência comercial, busca transformar o debate em um confronto técnico, afastando-o da retórica política.

Assim, a disputa mostra que a batalha não se trava apenas nos campos do Centro-Oeste ou nos portos brasileiros, mas também nos corredores de Washington. De um lado, o lobby americano tenta pintar o Brasil como concorrente desleal; de outro, o setor produtivo nacional responde com fatos: produtividade, conformidade legal e compromisso ambiental.

O desfecho da investigação da Seção 301 poderá definir se a relação Brasil–EUA seguirá pelo caminho da cooperação ou se mergulhará numa guerra comercial que afetará diretamente o futuro do agro e da economia brasileira.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Canal Rural promove fórum sobre Mulheres no Agro na Expointer 2025



A Casa Canal Rural, na Expointer 2025, será palco do Fórum Mulheres do Agro – A Protagonista, um espaço de valorização e reconhecimento do papel feminino no campo.

O evento ocorre nesta quinta-feira (4), das 8h30 às 12h, e terá como tema central “O papel de destaque das mulheres no agro”, ressaltando como a presença feminina contribui para o crescimento econômico e social do setor.

O público terá a oportunidade de acompanhar histórias inspiradoras e vivenciar momentos de troca de experiências.

O encontro contará com a participação especial da subsecretária da Expointer, Elizabeth Cirne Lima, a presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, Antonia Scalzilli, a produtora da Estância da Gruta, Anna Luiza Sampaio e com a instrutora e tutora do CNA Jovem e membro da diretoria da Farsul Jovem, Mariana Cherubini. A apresentação será da jornalista Jaqueline Silva.

A iniciativa reforça o compromisso do Canal Rural em dar voz às mulheres que transformam o agronegócio e abrir espaço para debates sobre liderança, inovação e diversidade no setor. As inscrições podem ser realizadas neste link.



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Ibama e hidrelétrica são condenados por infestação de mosquitos em assentamentos



A usina hidrelétrica Santo Antônio Energia (SAE) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram condenados a elaborar e executar um plano de controle ambiental contra a infestação de mosquitos nos assentamentos Joana D’Arc I, II e III, em Porto Velho, Rondônia.

A ação, de autoria do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público de Rondônia (MPRO), teve sentença emitida em 28 de agosto pela 5ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Justiça Federal em Rondônia.

A decisão acolheu parcialmente os pedidos da ação civil pública realizada pelo MPF e MPRO, em 2016, que se baseou na denúncia de 141 moradores da região sobre a proliferação de mosquitos do gênero Mansonia, decorrente da formação do reservatório de água do Complexo Hidrelétrico Santo Antônio.

Segundo os autos, a infestação tornou a convivência insustentável para a população local, gerando incômodo, distúrbios de saúde, riscos de transmissão de doenças e prejuízos econômicos, sociais e ambientais.

Conforme a ação, a causa da proliferação foi a omissão da SAE no cumprimento do Programa de Monitoramento de Macrófitas, exigido como condicionante da Licença de Operação nº 1044/2011, concedida pelo Ibama, que previa o controle das plantas aquáticas flutuantes, ambiente propício ao desenvolvimento das larvas de Mansonia.

Omissão do Ibama

De acordo com os autores da ação, o Ibama também foi omisso ao não fiscalizar adequadamente as obrigações impostas no processo de licenciamento ambiental.

Os réus argumentaram a existência de outra ação civil pública na Justiça Estadual com pedidos semelhantes e defenderam que tais insetos ocorrem naturalmente na localidade.

Segundo os réus, a situação é típica e pode decorrer de fatores ambientais, como precipitação abundante em determinados anos. Também apresentaram manifestações técnicas e artigos científicos favoráveis aos seus argumentos.

O Ibama afirmou que tem acompanhado o caso desde 2013, realizando vistorias, emitindo pareceres e exigindo medidas como a remoção de macrófitas e a distribuição de mosquiteiros.

No entanto, a Justiça Federal determinou a realização de prova pericial, por perita nomeada com expertise em entomologia médica.

Segundo a especialista, o laudo técnico divergiu dos argumentos apresentados pelos réus, confirmando que a situação dos moradores era de ‘calamidade de saúde pública’, com forte prejuízo à qualidade de vida.

“Ainda que não tenha sido possível determinar a origem dos mosquitos, há uma probabilidade de relação entre a formação do reservatório e o aumento da infestação, em razão da associação entre a reprodução dos insetos e a presença de macrófitas aquáticas”, argumenta.

Decisão judicial

A Justiça Federal reconheceu que as omissões da SAE e do Ibama proporcionaram a proliferação dos mosquitos e determinou a elaboração e implementação do plano de controle ambiental.

Além disso, a justiça condenou a Santo Antônio Energia S.A. a pagar R$ 500 mil de indenização por danos morais coletivos, valor que deverá ser revertido para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDDD).

Por fim, a decisão negou o pedido do MPF e do MPRO para remanejamento das famílias residentes nos assentamentos, por considerar que uma decisão na ação em curso na Justiça Estadual já havia concedido a realocação progressiva da população afetada, bem como auxílio financeiro, como medidas emergenciais.



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Polícia recupera trator furtado e prende três suspeitos em Minas Gerais



A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) recuperou, na manhã desta quarta-feira (3), um trator furtado em Candeias, na zona rural de Januária, Minas Gerais. Durante a ação, três homens foram presos nos municípios de Montes Claros, Januária e Formiga. 

A operação, batizada de Porteira Aberta, foi realizada com base em inquéritos instaurados para apurar o furto de três tratores, registrados no primeiro semestre deste ano, nos municípios de Campo Belo e Candeias.

“Por meio de investigação, comprovamos o envolvimento de alguns indivíduos da região de Januária, que teriam se deslocado até as cidades de Campo Belo e Candeias e subtraído os tratores”, informou o delegado titular da Delegacia Especializada em Investigação e Repressão a Crimes Rurais em Campo Belo, José Rubens.

A Polícia Civil apura a atuação de uma possível organização criminosa especializada no furto de tratores com ramificações em diferentes regiões do estado.

Os trabalhos policiais, coordenados pela Delegacia Especializada em Investigação e Repressão a Crimes Rurais em Campo Belo, continuam.



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Angus na TIP: saiba como o manejo sanitário e o conforto geram mais lucro


Pecuaristas, a terminação intensiva a pasto (TIP) é uma estratégia que permite aumentar o ganho de peso do gado e lucrar mais com a produção. No entanto, para que a TIP seja um sucesso com a raça angus, é preciso um manejo adequado que garanta a saúde e o conforto dos animais. Assista ao vídeo abaixo e confira as recomendações detalhadas.

Ézio Leite, pecuarista de Cassilândia, no estado de Mato Grosso do Sul, levantou a dúvida sobre se o gado angus pode ser engordado em TIP, de olho no mercado de carne premium. A resposta veio do zootecnista Tiago Felipini, especialista em nutrição animal, no quadro “Giro do Boi Responde” desta segunda-feira (18).

Manejo sanitário e controle de parasitas

Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)
Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)

Tiago Felipini ressalta que o gado angus, que se adapta bem ao Mato Grosso do Sul, pode ter um bom desempenho na TIP, desde que receba as condições de alimento e manejo ideais.

A primeira orientação do especialista é fazer um bom manejo sanitário antes de iniciar a TIP, especialmente com o controle estratégico de carrapato. A infestação de carrapatos prejudica o consumo de alimento e o desempenho do gado.

Além disso, animais muito infestados ficam doentes, perdem peso e encarecem a operação. O controle preventivo é fundamental para o sucesso da engorda.

Ambiência e conforto para o gado Angus

bovinos cruzamento Nelore e Angusbovinos cruzamento Nelore e Angus

O angus é uma raça europeia e, por isso, a ambiência é um fator crucial para o seu bom desempenho na TIP.

O pecuarista deve investir em conforto para o rebanho, especialmente em regiões com calor intenso, como o Mato Grosso do Sul.

  • Sombreamento: O ideal é colocar sombrite ou estruturas de sombreamento artificial, com 3 metros quadrados por cabeça. Quanto mais sombra, maior será o desempenho dos animais, pois eles gastam menos energia para se refrescar.
  • Água de qualidade: O acesso a água fresca e de qualidade é fundamental para a hidratação e o bem-estar do gado, o que influencia diretamente o consumo de matéria seca e o ganho de peso.
  • Manejo: É importante evitar o estresse e garantir o bem-estar animal para que o gado aproveite a dieta e ganhe peso de forma eficiente, sem perdas.

Com o manejo sanitário adequado e o investimento em ambiência e conforto, o pecuarista pode lucrar mais com a terminação intensiva a pasto, produzindo um gado angus de alta qualidade para o mercado de carne premium.



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Brasil fecha acordo e venderá milho pipoca à Costa Rica



Brasil soma 419 aberturas de mercado desde 2023




Foto: Pixabay

O governo brasileiro e o governo da Costa Rica concluíram negociações sanitárias e fitossanitárias que permitem ao Brasil exportar subprodutos de origem bovina destinados à alimentação animal e milho de pipoca para o mercado costarriquenho.

Segundo dados oficiais, em 2024 o Brasil exportou mais de US$ 272 milhões em produtos agropecuários para a Costa Rica, com destaque para cereais, farinhas, preparações e produtos do complexo soja.

Com a nova habilitação, o Brasil soma 419 aberturas de mercado desde o início de 2023. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destacou que os avanços são resultado do trabalho conjunto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE).





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Itália diz apoiar Acordo Mercosul-UE, mas quer proteger agricultores europeus



Após a adoção do texto final do Acordo Mercosul-União Europeia pelo Colégio de Comissários, o governo italiano demonstrou satisfação com a inclusão de um pacote de salvaguardas adicionais para proteger os agricultores europeus.

“Essas salvaguardas adicionais incluem, como a Itália solicitou ativamente nos últimos meses, um mecanismo de monitoramento e intervenção rápida em caso de perturbações de preços, inclusive no nível de Estados-Membros individuais, o fortalecimento dos controles fitossanitários em mercadorias recebidas, para garantir total conformidade com os padrões e regulamentos da UE, e um compromisso de fornecer compensação adequada para quaisquer cadeias de suprimentos agrícolas afetadas”, afirmou o governo italiano.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Tendo em vista a próxima aprovação formal do Acordo em Bruxelas, a Itália ainda avaliará eficácia das garantias adicionais fornecidas e a consequente possibilidade de apoiar ou rejeitar a aprovação final do Acordo Mercosul-UE.



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indústria tenta reduzir preço da arroba, mas demanda segura cotação



O mercado físico do boi gordo começa a se deparar com algumas tentativas de compra em patamares mais baixos no decorrer desta semana.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, algumas indústrias passam a indicar uma posição mais confortável das escalas de abate, com boa incidência de animais confinados.

Os grandes frigoríficos, por sua vez, possuem boa incidência de animais de parceria (contratos a termo) e a utilização de confinamentos próprios.

“No ponto de vista da demanda, as exportações seguem em altíssimo nível e são o grande diferencial para o ano”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 313 — ontem: R$ 312,42
  • Goiás: R$ 306,61 — R$ 305,54
  • Minas Gerais: R$ 299,71 — R$ 304,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,20 — R$ 317,05
  • Mato Grosso: R$ 313,38 — R$ 312,70

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com alguma volatilidade, com recuperação dos preços do traseiro bovino no decorrer da semana.

O ambiente de negócios ainda sugere por altas no decorrer da primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“A situação das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, ainda é relevante no curto prazo, ressaltando que a população de menor renda seguirá priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, com destaque para embutidos, frango e ovos“, diz Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 24 por quilo, alta de R$ 1,10; o dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo, queda de R$ 0,25; enquanto a ponta de agulha foi indicada a R$ 17,00 por quilo, queda de R$ 0,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,66%, sendo negociado a R$ 5,4753 para venda e a R$ 5,4733 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4452 e a máxima de R$ 5,5012.



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