quinta-feira, abril 30, 2026

Autor: Redação

News

Ciclone e frente fria seguem causando instabilidades nos estados; veja a previsão do tempo



O ciclone extratropical ainda atua ao largo da costa da região Sul e sua frente fria associada provoca pancadas de chuva entre a metade norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná no período da madrugada e manhã desta terça-feira (9). Entre a serra e planalto gaúcho, no sul, centro e oeste catarinense, além do extremo sul paranaense, haverá risco de temporais.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Em Porto Alegre, risco de chuva forte restrita apenas ao período da madrugada e início da manhã. Em Santa Catarina, essa condição de chuva forte vem ao longo da manhã. Em Curitiba, as pancadas de chuva variam entre fraca a moderada intensidade. Já na parte da tarde, as instabilidades perdem força na medida em que a massa de ar polar avança, derrubando as temperaturas à noite.

Em paralelo, as rajadas de vento continuam ganhando força ao longo de todo o dia em boa parte dos três estados, com destaque para a condição de ventos mais fortes sobre a costa gaúcha e toda metade leste catarinense e paranaense – onde os ventos podem ultrapassar os 50 km/h.

No Sudeste, a frente fria avança enfraquecida em alto-mar, mantendo apenas chuva isolada em algumas áreas do oeste e sul de São Paulo, além do litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Apesar da baixa influência na chuva, o deslocamento da frente fria deve favorecer a ocorrência de fortes rajadas de vento em boa parte do estado de São Paulo, no Rio de Janeiro, Minas Gerais e sul do Espírito Santo. Atenção maior para o estado paulista – sobretudo faixa leste –, no Rio de Janeiro e algumas áreas da zona da mata mineira, onde as rajadas podem chegar a 70 km/h, mesmo sem a ocorrência de chuva.

No interior de São Paulo e Minas Gerais, o calor predomina durante o dia e a umidade relativa do ar segue em níveis críticos na parte da tarde, variando entre limiares de atenção (abaixo de 30%) e até mesmo alerta (abaixo de 20%). Já no período da noite, as instabilidades alcançam a região da costa verde e metropolitana do RJ, com risco de pancadas fortes de chuva isoladas, seguidas pela ocorrência de raios e trovoadas.

Enquanto no Centro-Oeste, o deslocamento da frente fria deve espalhar áreas de instabilidade sobre o sul e oeste de Mato Grosso do Sul ainda pela manhã, com chance para pancadas fortes isoladas. À tarde, o tempo volta a firmar em todo o estado. No estado de Goiás e no Distrito Federal, sol e calor predominam, com alerta de baixa umidade do ar na parte da tarde. Na capital federal, os índices podem ficar abaixo de 12% durante as horas mais quentes. Entre o norte e noroeste de Mato Grosso, há risco de fortes pancadas de chuva no período da tarde, motivadas pela circulação de umidade vindo da região norte na atmosfera local.

Já no Nordeste, a circulação de ventos vindos do oceano mantém pancadas isoladas em parte da costa leste, entre o litoral da Bahia até o Rio Grande do Norte. Atenção maior para Sergipe e para Alagoas, onde há risco para fortes pancadas de chuva. Por outro lado, o interior nordestino segue com predomínio de tempo firme, sol e calor intenso durante o dia.Em boa parte do sertão e meio norte, os índices devem variar entre limiares de atenção e alerta durante as horas mais quentes.

E no Norte, o calor e a umidade sustentam pancadas de chuva no Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, podendo ser fortes em alguns pontos. Entre Tocantins, Amapá e centro-leste do Pará, o tempo firme predomina, com calor intenso. Entre o sul do Pará e o Tocantins, alerta de baixa umidade à tarde.



Source link

News

Inflação na China e índices industriais estão no radar do mercado


No morning call desta terça-feira (9), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que mercados globais tiveram movimentos mistos, com o Nasdaq renovando máximas e o ouro em novo recorde.

No Brasil, juros futuros recuaram levemente com alívio externo, enquanto o dólar fechou estável em R$ 5,41 e o Ibovespa caiu 0,59% a 141 mil pontos. Hoje, destaque para IPC da FIPE, indicadores industriais e dados de inflação na China.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



Source link

News

Vinho artesanal homenageia legado familiar e fortalece turismo regional



Produzir vinho vai muito além de técnica e cultivo de uvas. Para a Vila Serra, localizada na região da Serra dos Pireneus (GO), cada garrafa é carregada de significado, memória e afeto. Foi assim que nasceu o vinho Eli, elaborado a partir da variedade Syrah, como forma de homenagear o patriarca da família.

“Optamos por colocar o nome do nosso pai, Eli, em homenagem a ele. Hoje a gente só existe a Vila Serra, só existe o parreiral, porque ele deixou esse legado, deixou esse terreno e essa vontade de empreender”, afirma Maiara, uma das responsáveis pela vinícola.

O rótulo ganhou ainda mais autenticidade por carregar a assinatura e um desenho deixado pelo próprio Eli, eternizando sua presença na história da família. “Cada vinho conta uma história. E a gente decidiu contar a nossa também”, completa Maiara.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Tradição empreendedora que atravessa gerações

A força para empreender não surgiu do acaso. Para a irmã Marcela, a origem dessa vocação vem desde cedo:

“Meu pai sempre nos treinou para isso, sabe? Para, na falta dele, eu e meus irmãos darmos continuidade em tudo que ele conquistou. Somos formadas em áreas diferentes, mas essa veia empreendedora falou mais alto.”

Essa transição para o agronegócio se consolidou com a criação do Parreiral Olho, que hoje divide a produção entre uvas de mesa e a Syrah destinada ao vinho.

Apoio do Sebrae e a Rota dos Pireneus

O surgimento da Rota dos Pireneus de Queijos e Vinhos foi um marco na trajetória da família. A iniciativa, estruturada com apoio do Sebrae, impulsionou produtores locais a unirem forças em torno do turismo, da gastronomia e do fortalecimento da economia regional.

“O Sebrae é um dos nossos maiores incentivadores. Com o apoio deles, mudamos nossa forma de ver processos e conseguimos estruturar essa experiência para o visitante”, destaca Marcela.

Hoje, além da produção de vinhos, a Vila Serra também recebe turistas que buscam vivenciar a cultura e os sabores da Serra dos Pireneus. O resultado é um negócio que alia legado familiar, empreendedorismo feminino e desenvolvimento regional.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brotação precoce marca início do ciclo da uva



Clima favorável permitiu o avanço das podas de inverno


Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), o clima favorável permitiu o avanço das podas de inverno nas videiras da região administrativa de Caxias do Sul. A entidade destacou que a prática “segue intensa e deve ser encerrada nos próximos dias”.

Na Serra, Hortênsias e Campos de Cima da Serra, cerca de 15% da área cultivada ainda não foi podada, mas o ritmo dos trabalhos indica conclusão em breve. As variedades mais precoces, como a uva Vênus, e as videiras localizadas em áreas mais quentes já iniciaram a brotação, embora ainda sem emissão de botões florais.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

beleza e valor no campo


O girassol, além de sua beleza marcante, vem ganhando destaque no campo e na economia global. Segundo o 11º levantamento da Conab (2024/25), a safra brasileira alcançou 99,3 mil toneladas de grãos, cultivadas em 61,9 mil hectares, com produtividade média de 1.602 kg/ha. Goiás e Mato Grosso concentram grande parte do cultivo, aproveitando a janela da safrinha após a soja. No cenário internacional, a produção estimada para 2025/26 chega a 55,1 milhões de toneladas, com Rússia, Ucrânia e União Europeia liderando.

Mais do que um produto agrícola, o girassol impressiona pela botânica e versatilidade. O que chamamos de flor é, na verdade, centenas de flósculos que podem virar sementes, cercados por lígulas que imitam pétalas. Jovens plantas seguem o movimento do sol, enquanto as maduras permanecem voltadas para o leste, atraindo mais polinizadores. Suas sementes crescem em espirais que seguem os números de Fibonacci, otimizando espaço e inspirando pesquisas científicas.

A cultura também contribui para a sustentabilidade. Além de diversificar sistemas produtivos e atrair polinizadores, o girassol pode atuar como fitorremediador, absorvendo metais pesados de solos contaminados. No campo, ajuda a quebrar ciclos de pragas e fornece matéria-prima para biodiesel, enquanto no jardim e na cozinha oferece beleza e óleo de alta qualidade.

“Além de atrair polinizadores e diversificar o sistema produtivo, o girassol é estudado como fitorremediador, com a capacidade de absorver metais pesados em solos contaminados. Na cozinha, o óleo alto-oleico é ideal para preparos em altas temperaturas, enquanto os demais são ótimos para temperos e molhos frios. Já no jardim, a planta é fácil de cultivar, atrai abelhas e encanta pelo visual. No campo, o planta tem papel estratégico na rotação de culturas, ajudando a quebrar ciclos de pragas e ainda fornecendo matéria-prima para o biodiesel”, Luís Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Conab promove leilões de apoio a produtores de feijão


As primeiras ações de apoio aos produtores de feijão do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão programadas para esta quarta e quinta-feira (10 e 11), a partir das 9h (horário de Brasília). Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os leilões serão realizados na modalidade “cartela”, por meio do Sistema de Comercialização Eletrônica (Siscoe), com interligação às Bolsas de Cereais, de Mercadorias e de Futuros.

A Conab informou que serão oferecidas 16,2 mil toneladas no Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e outras 16,2 mil toneladas no Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), totalizando 32,4 mil toneladas de feijão.

Na quarta-feira (10), as operações terão foco na agricultura familiar. Estão previstas 6,48 mil toneladas de pepro de feijão-preto externas exclusivamente a agricultores familiares e cooperativas da região Sul. Para ter acesso ao benefício, será necessário comprovar a produção e a venda do grão para indústrias de beneficiamento ou comerciantes de fora da região de origem.

No mesmo dia, haverá oferta de 6,48 mil toneladas de PEP para indústrias e comerciantes do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nessa modalidade, os participantes deverão comprovar a compra de feijão-preto in natura diretamente de agricultores familiares ou por meio de suas cooperativas, pelo preço mínimo estabelecido, além do posterior escoamento do produto.

Na quinta-feira (11), o leilão Pepro abrirá uma ampla concorrência familiar, permitindo a participação de produtores, cooperativas e agricultores. O mesmo formato será adotado no PEP, com a exigência de comprovação da compra do grão in natura de agricultores, também pelo preço mínimo, e do escoamento.

O limite por produtor é de 8,4 toneladas de feijão. Caso o agricultor participe tanto do Pepro quanto do PEP, o volume não poderá ser excedido. Para habilitá-lo, os interessados ??deverão estar inscritos em uma Bolsa de Mercadorias e regularmente no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican), no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), entre outros requisitos previstos em edital. ???????

A iniciativa foi autorizada pela Portaria Interministerial n.º 24/2025, publicada em 25 de agosto, que estabelece recursos de até R$ 21,7 milhões para o escoamento das 32,4 mil toneladas da safra 2024/25 para fora dos estados de origem.

De acordo com a Conab, os leilões públicos vinculados à Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) são “ferramentas importantes para reduzir oscilações na renda dos produtores e garantir uma remuneração mínima, funcionando como balizadores da oferta, incentivando ou desestimulando a produção e garantindo a regularidade do abastecimento nacional”.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de trigo intensificam controle de doenças


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), a safra de trigo no Rio Grande do Sul apresenta bom desenvolvimento e condições fitossanitárias adequadas. A alternância entre períodos chuvosos e secos tem favorecido o perfilhamento, os alongamentos de colmos e o início das fases reprodutivas.

Segundo o boletim, 70% dos trabalhadores estão em fase vegetativa, 20% em combustível e 10% em enchimento de grãos. Nas áreas em fase reprodutiva, a atenção dos produtores está voltada para a prevenção de doenças foliares e da giberela. “O cenário estadual permanece dentro da normalidade, e há perspectivas positivas de produtividade, caso as condições climáticas sigam desenvolvidas ao longo do período crítico de escassez e abastecimento de grãos”, informou a Emater/RS-Ascar.

A área de cultivo no Estado está projetada em 1.198.276 hectares, com estimativa de produtividade de 2.997 quilos por hectare. As aplicações preventivas de fungicidas foram priorizadas, especialmente diante da previsão de chuvas no início de setembro.

Na região de Bagé, as lavouras apresentam recuperação após os excessos de chuva em junho e se encontram em planos de emborrachamento, espigamento, abastecimento e enchimento de grãos nas áreas mais adiantadas. Na Campanha, o tempo seco melhorou a coloração e o vigor vegetativo das plantas.

Em Caxias do Sul, a adubação de cobertura foi praticamente concluída, mas ventos intensos dificultaram pulverizações nos Campos de Cima da Serra. Em Frederico Westphalen, a adubação nitrogenada refletiu em trabalhos vigorosos, com 85% das áreas em fase vegetativa e 15% em acústica.

Na região de Ijuí, mais de 80% das atividades estão em estágios finais de desenvolvimento vegetativo, com fitossanidade considerada adequada. Em Passo Fundo predominam as fases de afilamento e alongamentos, com operações de adubação e controle de invasoras já concluídas.

Na região de Pelotas, 56% das áreas estão em fase vegetativa, 34% em combustível e 10% em enchimento de grãos. Chuvas intensas ainda mantêm áreas encharcadas, o que levou produtores a exigirem o uso de drones para pulverizações.

Em Santa Rosa, 67% dos trabalhadores estão em desenvolvimento vegetativo, 26% em enferrujado e 7% em enchimento de grãos, com boa disponibilidade hídrica e baixa pressão de doenças. Já em Soledade, áreas afetadas pela erosão hídrica apresentam deficiência nutricional, mas a cultura segue em evolução, com 50% das atividades em perfilhamento, 45% em alongamento e 5% em espigamenpara e competir.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ferrugem, pragas e daninhas: como proteger a soja?



Outro ponto crítico é o manejo de plantas daninhas


Outro ponto crítico é o manejo de plantas daninhas
Outro ponto crítico é o manejo de plantas daninhas – Foto: USDA

A safra 2025/26 de soja já traz alertas importantes para os produtores, especialmente no estágio V2 da cultura. Segundo André Formighieri Angonese, gerente de vendas, práticas integradas de manejo são fundamentais para preservar a produtividade e reduzir custos de produção.

No campo das doenças, a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) continua sendo a maior ameaça, com potencial de perdas que variam de 10% a 90%. Entre as estratégias de prevenção estão o vazio sanitário, o uso de cultivares resistentes e de ciclo precoce, além do monitoramento com coletores de esporos, que permitem identificar o fungo antes do aparecimento dos sintomas visuais. A aplicação de fungicidas deve ser racional e baseada em dados, evitando pulverizações desnecessárias.

No manejo de pragas, o MIP-Soja (Manejo Integrado de Pragas) já se consolidou como prática eficiente, reduzindo em média 51% das aplicações de inseticidas no Paraná e garantindo ganhos de até 2,3 sacas por hectare. O processo envolve monitoramento com pano-de-batida, definição de níveis de ação para intervenção, preservação de inimigos naturais e uso racional de inseticidas apenas quando indispensável.

Outro ponto crítico é o manejo de plantas daninhas, que competem por recursos essenciais e afetam diretamente o rendimento da lavoura. O controle deve combinar herbicidas de pré e pós-emergência, práticas culturais como rotação de culturas e cobertura vegetal, além da semeadura direta, que reduz a pressão de espécies como capim-marmelada e trapoeraba.

Caso doenças, pragas e plantas daninhas não sejam controladas, os impactos fisiológicos na soja podem ser severos, incluindo redução da fotossíntese, abortamento de flores e vagens, estresse oxidativo e desbalanço nutricional. Esses fatores comprometem o crescimento, o enchimento de grãos e levam à desuniformidade no desenvolvimento vegetativo, atrasando a floração e a maturação.

 





Source link

News

Setor comemora decreto que impulsiona biometano e garante rastreabilidade da produção



A publicação do decreto nº 12.614, que regulamenta o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, conforme estabelecido na Lei nº 14.993/2024, que institui o marco legal do programa Combustível do Futuro, foi comemorada pelo setor.

A Bioenergia Brasil e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) divulgaram nota parabenizando o governo federal e, em especial, o Ministério de Minas e Energia.

“A iniciativa representa um avanço regulatório fundamental, consolidando o Brasil na vanguarda da transição energética global ao estabelecer metas obrigatórias de descarbonização para o segmento de gás natural, com ênfase no uso progressivo do biometano”, destacam.

Rastreabilidade da cadeia produtiva

O decreto garantirá a instituição do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB), instrumento para assegurar a rastreabilidade da cadeia produtiva, viabilizar o cumprimento das metas de redução de emissões e, ainda, permitir iniciativas voluntárias de descarbonização por parte de empresas comprometidas com práticas sustentáveis.

“O setor sucroenergético brasileiro, detentor do maior potencial de produção de biometano a partir de subprodutos agroindustriais como a vinhaça e a torta de filtro, reitera seu papel estratégico na promoção de economia circular, com geração de empregos, atração de investimentos e aumento da competitividade nacional”, ressaltam as entidades.

De acordo com a nota, a utilização do biometano não apenas reforça os compromissos ambientais assumidos pelo Brasil, como também contribui de forma direta para a redução das emissões de gases de efeito estufa no setor energético e em outras áreas da economia brasileira.

“A regulamentação e o início do programa, legalmente previsto para começar em 2026, constituem marco relevante na consolidação de uma matriz energética diversificada, resiliente e de baixo carbono, reforçando o protagonismo brasileiro no desenvolvimento de soluções sustentáveis com base em bioenergia avançada”.

O deputado federal e presidente da Comissão Especial da Transição Energética da Câmara dos Deputados, Arnaldo Jardim, ressaltou que ampliar a participação do biometano na matriz energética brasileira contribuirá significativamente para o atendimento de compromissos assumidos em acordos internacionais sobre o clima.

“O biometano é uma energia limpa, renovável, que transforma passivos ambientais, como resíduos sólidos urbanos e agroindustriais, em riqueza e desenvolvimento para o país”, disse.

Para ele, o biometano ajudará o Brasil a se consolidar como protagonista da nova economia, demonstrando que é possível unir agronegócio, proteção ambiental e inovação e acelerar ainda mais a transição para um modelo de menos impacto ambiental.



Source link

News

veja como as exportações de carne impactaram a arroba hoje



O mercado físico do boi gordo iniciou a semana com preços acomodados, com manutenção do padrão dos negócios em grande parte do país.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos de maior porte ainda dispõem de boa incidência de animais de parceria (contratos a termo), além da utilização de confinamentos próprios.

“Exportações seguem como o grande destaque da atual temporada, com forte ritmo de embarques nas últimas semanas, e destaque para as vendas com destino ao México e para a China”, diz.

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 311,42
  • Goiás: R$ 303,57
  • Minas Gerais: R$ 298,24
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,89
  • Mato Grosso: R$ 309,66

Mercado atacadista

O mercado atacadista iniciou a semana com preços firmes e perspectiva positiva para a primeira quinzena do mês, com a entrada da massa salarial na economia impulsionando o consumo.

O quarto traseiro do boi ainda é precificado a R$ 24 por quilo; o dianteiro a R$ 18,10 por quilo; e a ponta de agulha cotada a R$ 17,10 por quilo.

Exportações de carne

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 435,206 milhões em setembro até o momento (5 dias úteis), com média diária de US$ 87,041 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 78,338 mil toneladas, com média diária de 15,667 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.555,40.

Em relação a setembro de 2024, houve alta de 60,9% no valor médio diário da exportação, ganho de 30,8% na quantidade média diária exportada e avanço de 23,1% no preço médio da carne do boi.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,04%, sendo negociado a R$ 5,4177 para venda e a R$ 5,4157 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4027 e a máxima de R$ 5,4482.



Source link