segunda-feira, abril 27, 2026

Autor: Redação

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Trigo perde força, soja sustenta ganhos e milho reage



No caso do trigo, os contratos caem diante da oferta abundante


No caso do trigo, os contratos caem diante da oferta abundante
No caso do trigo, os contratos caem diante da oferta abundante – Foto: Canva

Os principais mercados de grãos iniciam esta sexta-feira (19) com movimentos distintos, refletindo tanto fatores climáticos quanto influências macroeconômicas. Segundo a TF Agroeconômica, o trigo apresenta queda em Chicago, a soja opera em alta e o milho registra leve recuperação técnica após quedas recentes.

No caso do trigo, os contratos caem diante da oferta abundante no mercado internacional e da demanda enfraquecida, cenário que limita o avanço das cotações. A valorização do dólar frente ao euro também pressiona negativamente as exportações americanas, reduzindo sua competitividade. No mercado interno brasileiro, os preços seguem pressionados: o indicador Cepea Paraná caiu 1,41% no dia e acumula perda de 4,89% no mês, enquanto no Rio Grande do Sul a retração diária foi de 0,05%.

Já a soja volta a registrar ganhos em Chicago, apoiada nas expectativas em torno de um possível encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, embora a queda nos preços do óleo de soja limite parte da valorização. O mercado também reflete o início do plantio de verão no Brasil, que ocorre sob condições climáticas favoráveis e com projeção da Conab de safra recorde de 177,67 milhões de toneladas em 2025/26, alta de 3,6% em relação à temporada anterior. Apesar disso, os contratos ainda sofrem influência da fraca demanda por biocombustíveis nos EUA e das recentes vendas externas decepcionantes.

O milho, por sua vez, registra leve alta em Chicago, em movimento de recuperação após as quedas dos dois pregões anteriores. Relatos apontam para produtividade ligeiramente abaixo do esperado nas lavouras americanas, o que pode levar a revisões no volume projetado pelo USDA. Além disso, previsões de chuvas significativas para o Centro-Oeste brasileiro nos próximos dias podem desacelerar o ritmo da colheita e dar sustentação adicional ao mercado.

 





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Produção de laranja na Flórida atinge mínima histórica



A produção de laranjas na Flórida caiu para o menor nível desde a Grande Depressão. No ano comercial 2024/25, o estado colheu 12,2 milhões de caixas, queda de 32% em relação a 2023/24. Doenças nas árvores e impactos climáticos reduziram a produção, pressionando a oferta de frutas e suco no mercado, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Greening e clima afetam rendimento

A doença conhecida como greening segue como principal desafio. Ela impede que as árvores produzam frutos regulares, resultando em laranjas pequenas, deformadas e amargas, que caem antes da colheita. Apesar de não haver cura, tratamentos atuais ajudam a retardar seu avanço.

Além disso, tempestades recentes agravaram as perdas. O furacão Milton atingiu o centro da produção em 2024, e a Flórida ainda se recupera do impacto do furacão Ian, em 2022. Com 71% da produção concentrada em cinco condados, qualquer tempestade reduz significativamente o volume colhido. Diante desse cenário, muitos produtores optam por vender terras para incorporadoras, reduzindo ainda mais a área plantada.

Oferta limitada pressiona preços

A escassez de fruta reflete diretamente no mercado. Até agosto, o preço médio no varejo chegou a US$ 11,80 por galão, alta de quase 20% ante o ano anterior. No mercado de futuros da Bolsa de Nova York (ICE Futures US), os contratos de suco de laranja congelado concentrado, que chegaram a 548 cents por libra-peso em 2024. Atualmente, os preços são negociados a 240,35 cents/lb, com queda de 5,36% nesta quinta-feira (18).

O cenário indica que a combinação de doenças, clima extremo e redução de áreas produtivas deve manter a oferta limitada, impactando produtores, processadores e consumidores de suco de laranja nos próximos anos.



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Fórum Pecuária Brasil reúne mais de 600 participantes e se consolida como principal encontro do setor



Nesta quarta-feira (17), o World Trade Center São Paulo foi palco da 5ª edição do Fórum Pecuária Brasil, organizado pela Datagro. O evento reuniu cerca de 620 participantes, entre produtores, frigoríficos, fornecedores de insumos e representantes do setor financeiro, consolidando-se como o principal encontro da pecuária nacional.

A edição de 2025 trouxe uma novidade de peso: o fórum passou a ser o evento oficial de conteúdo da Beef Week, semana inspirada na tradicional Sugar Week de Nova York, que promove debates e programações voltadas ao futuro da pecuária.

Entre os presntes, estiveram Plinio Nastari, presidente da Datagro; Oswaldo Furlan Júnior, vice-presidente do Grupo Pecuária Brasil; Bento Mineiro, diretor da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ); e José Paulo Cairoli, presidente da Associação Brasileira de Angus. Também participaram Marielle Solzki, head de commodities da B3; e Felipe Bortolotto, gerente de tecnologia de bovinos de corte da Cargill.

Do lado da indústria, o fórum recebeu representantes de Friboi JBS, Minerva, Marfrig, Frigorífico Estrela e o presidente da Abiec, Roberto Perosa, reforçando a relevância do evento para toda a cadeia produtiva.

Transformação e inovação na bovinocultura

Na abertura, destacou-se que a pecuária brasileira vive um momento de intensas transformações, marcado pela profissionalização e pela visão empresarial.

A evolução do setor vem sendo puxada por investimentos em sanidade, genética, nutrição e manejo das pastagens, além do fortalecimento da pesquisa e inovação.

Painéis abordaram os principais desafios e oportunidades

Ao longo do dia, seis painéis discutiram os rumos da pecuária brasileira, com foco em projeções para o abate de bovinos nos próximos anos, desafios da originação no Brasil, oportunidades para a carne bovina brasileira no mercado internacional e retomada da liquidação dos contratos do boi gordo na B3, entre outros temas estratégicos para a competitividade do setor.

Com recorde de público e status ampliado, o Fórum Pecuária Brasil se consolida como espaço fundamental para análise de cenários, geração de negócios e formulação de estratégias para o futuro da carne bovina brasileira.

Confira os principais destaques:



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Exportações de carne bovina seguirão aquecidas apesar de tarifaço dos EUA



As exportações brasileiras de carne bovina se manterão firmes apesar do tarifaço imposto pelos Estados Unidos. O bom desempenho pode ser explicado pela ampliação dos embarques para outros destinos, como México e Rússia. Além disso, a expectativa é que a China, principal destino do produto, compre mais entre setembro e outubro. 

O consultor Hyberville Neto, diretor da HN Agro, ressalta que mesmo diante das tarifas norte-americanas, as exportações para aquele mercado continuaram, mesmo que em volumes menores. “Em abril o volume foi recorde devido a sazonalidade e ao cenário de baixa oferta nos EUA. Em agosto houve uma redução significativa, mas as exportações não zeraram”, afirma. 

Entre julho e agosto, entretanto, as vendas brasileiras de carne bovina atingiram bons resultados. Conforme números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os embarques in natura foram recordes em julho, somando 276,9 mil toneladas. Em agosto, quando as tarifas do governo de Donald Trump começaram a valer, esse volume diminuiu 3%, com 268,5 mil toneladas.

EUA perdem espaço, México e Rússia ganham força

Depois da China, os países que mais importaram do Brasil em julho e agosto de 2025 foram México e Rússia, com cerca de 28,8 mil toneladas e 23,7 mil toneladas, respectivamente. Os Estados Unidos, por outro lado, ficaram em sexto lugar. No período, foram embarcadas 19 mil toneladas de carne bovina ao mercado norte-americano.

O maior apetite mexicano, inclusive, vem aumentando desde o meio do ano. “O México vem comprando mais do que os Estados Unidos desde junho, quando importou 16,2 mil toneladas. Em julho foram 15,6 mil e em agosto, 13,3 mil toneladas”, analisa Neto. Já o volume exportado para a Rússia surpreendeu o mercado e atingiu o maior volume desde novembro de 2017, com 12,4 mil toneladas em agosto.

Margens da indústria e expectativas

A percepção de que o Brasil conseguiu contornar os entraves do tarifaço com a diversificação de destinos é reforçada pelo coordenador de mercados de Safras & Mercado, Fernando Iglesias. “Por mais que as tarifas tenham sido um problema, nós tivemos uma movimentação bastante agressiva nas exportações brasileiras de carne bovina no período”, explica.

As apostas seguem sendo o mercado chinês. “Tivemos as maiores remessas do ano para a China em julho e agosto, e agora em setembro o ritmo de exportação segue muito forte, com melhora dos preços em dólar”, avalia Iglesias.

O especialista também chama a atenção para os preços do boi, que estão controlados. “Em julho houve uma leve alta, em agosto alguma recuperação, mas em setembro voltaram a cair. Essa estabilidade da matéria-prima manteve margens interessantes para a indústria exportadora”. Porém, no mercado interno a situação é menos favorável por causa da demanda mais fraca.



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Exportações de carne bovina mantêm bom ritmo apesar de tarifaço dos EUA



As exportações brasileiras de carne bovina se manterão firmes apesar do tarifaço imposto pelos Estados Unidos. O bom desempenho pode ser explicado pela ampliação dos embarques para outros destinos, como México e Rússia. Além disso, a expectativa é que a China, principal destino do produto, compre mais entre setembro e outubro. 

O consultor Hyberville Neto, diretor da HN Agro, ressalta que mesmo diante das tarifas norte-americanas, as exportações para aquele mercado continuaram, mesmo que em volumes menores. “Em abril o volume foi recorde devido a sazonalidade e ao cenário de baixa oferta nos EUA. Em agosto houve uma redução significativa, mas as exportações não zeraram”, afirma. 

Entre julho e agosto, entretanto, as vendas brasileiras de carne bovina atingiram bons resultados. Conforme números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os embarques in natura foram recordes em julho, somando 276,9 mil toneladas. Em agosto, quando as tarifas do governo de Donald Trump começaram a valer, esse volume diminuiu 3%, com 268,5 mil toneladas.

EUA perdem espaço, México e Rússia ganham força

Depois da China, os países que mais importaram do Brasil em julho e agosto de 2025 foram México e Rússia, com cerca de 28,8 mil toneladas e 23,7 mil toneladas, respectivamente. Os Estados Unidos, por outro lado, ficaram em sexto lugar. No período, foram embarcadas 19 mil toneladas de carne bovina ao mercado norte-americano.

O maior apetite mexicano, inclusive, vem aumentando desde o meio do ano. “O México vem comprando mais do que os Estados Unidos desde junho, quando importou 16,2 mil toneladas. Em julho foram 15,6 mil e em agosto, 13,3 mil toneladas”, analisa Neto. Já o volume exportado para a Rússia surpreendeu o mercado e atingiu o maior volume desde novembro de 2017, com 12,4 mil toneladas em agosto.

Margens da indústria e expectativas

A percepção de que o Brasil conseguiu contornar os entraves do tarifaço com a diversificação de destinos é reforçada pelo coordenador de mercados de Safras & Mercado, Fernando Iglesias. “Por mais que as tarifas tenham sido um problema, nós tivemos uma movimentação bastante agressiva nas exportações brasileiras de carne bovina no período”, explica.

As apostas seguem sendo o mercado chinês. “Tivemos as maiores remessas do ano para a China em julho e agosto, e agora em setembro o ritmo de exportação segue muito forte, com melhora dos preços em dólar”, avalia Iglesias.

O especialista também chama a atenção para os preços do boi, que estão controlados. “Em julho houve uma leve alta, em agosto alguma recuperação, mas em setembro voltaram a cair. Essa estabilidade da matéria-prima manteve margens interessantes para a indústria exportadora”. Porém, no mercado interno a situação é menos favorável por causa da demanda mais fraca.



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após atingir alto patamar, tahiti tem ajustes pontuais de preço



Após atingirem patamares elevados, as cotações da lima ácida tahiti vêm passando por ajustes pontuais nas últimas semanas. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Pesquisadores explicam que esse cenário é visto como um movimento natural de correção e não indica reversão de tendência. No geral, a demanda firme tanto por parte do mercado in natura quanto da indústria de processamento sustenta os valores.

Segundo agentes consultados pelo Cepea, nos últimos dias, houve um leve aumento da oferta. Ainda assim, a exigência para o mercado permanece alta, com preferência por frutos acima de 52 milímetros.

Produtores, entretanto, têm enfrentado dificuldades para atender a esse padrão. A maior disponibilidade das frutas está ligeiramente menor, o que resulta em certa depreciação de preços. Nesta semana, o valor médio da lima ácida tahiti atingiu R$ 83,13/caixa de 27,2 kg, queda de 3% frente à anterior.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Agronegócio entre Selic elevada e dólar valorizado


O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, reduziu nesta semana a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 4,00% a 4,25% ao ano, aplicando o primeiro corte em nove meses. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 15% ao ano, reforçando uma postura conservadora diante de uma inflação ainda acima da meta.

A decisão distinta entre os dois países deve gerar efeitos mistos para o agronegócio brasileiro. A Selic elevada ajuda a manter o real valorizado e reduz o custo de insumos importados, mas ao mesmo tempo encarece o crédito rural, limitando investimentos, expansão e modernização da produção.

“A Selic elevada ajuda a manter o real valorizado e reduz o custo de insumos importados, mas ao mesmo tempo encarece o crédito rural, limitando investimentos, expansão e modernização da produção”, afirma Isabella Pliego, Analista de Inteligência e Estratégia da Biond Agro.

A valorização da moeda também diminui a atratividade das exportações, já que cada dólar convertido resulta em menos receita em reais, comprimindo margens e afetando a competitividade no mercado internacional. Por outro lado, se o real se mantiver valorizado, há espaço para negociar melhores condições na compra de insumos, reduzir despesas logísticas e repensar prazos de financiamento interno.

No mercado interno, os efeitos tendem a ser neutros ou levemente positivos, com custos menores sem grandes alterações nos preços de venda. Quem conseguir equilibrar custos, se proteger do câmbio e planejar a longo prazo terá vantagem competitiva. “Quem conseguir equilibrar custos, se proteger do câmbio e planejar a longo prazo sairá em vantagem”, finaliza Isabella.

 





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Produção de ovos bate novo recorde



A produção brasileira de ovos para consumo voltou a crescer no segundo trimestre deste ano, renovando em maio o recorde mensal da série histórica do IBGE, iniciada em 2012.

Dados recentes analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), apontam que, entre abril e junho, a produção de ovos atingiu 1,03 bilhão de dúzias de ovos para consumo, volume 3,2% maior que o do trimestre anterior e de 7,2% superior ao de igual intervalo de 2024. 

Em maio, especificamente, o setor registrou recorde de produção, somando 349,5 milhões de dúzias, aumento de 7% sobre o mesmo mês do ano passado. Mesmo assim, o levantamento do Cepea mostra que os preços no mercado interno não recuaram de forma tão acentuada. Isso se deu frente ao bom desempenho das exportações, que contribuiu para enxugar a disponibilidade doméstica.

Entre abril e junho, a caixa com 30 dúzias do ovo tipo extra branco, negociada em Bastos (SP), se desvalorizou 4,3% frente ao trimestre anterior. Para o produto vermelho, a queda na praça paulista foi de 6% em igual comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Facções criminosas avançam sobre mercado de defensivos e mancham reputação do agro


O avanço do crime organizado sobre o mercado de defensivos, está se tornando grave para todo o agronegócio brasileiro. Investigações recentes do Ministério Público revelaram que facções como o PCC atuam em redes de contrabando, falsificação e venda ilegal de defensivos agrícolas. São esquemas sofisticados, com núcleos especializados em rótulos, galões, notas fiscais fraudulentas e importações clandestinas vindas de países vizinhos e até da China.

A questão vai muito além do uso de um produto mais barato. O produtor que adquire insumos de origem ilícita não só coloca em risco a eficácia da lavoura e a saúde do aplicador, como também compromete a segurança alimentar, contamina solos e águas e expõe o setor a escândalos de reputação.

O barato pode sair caríssimo: multas, apreensões, perda de certificações e até processos criminais. Mais grave ainda, ao comprar de procedência duvidosa, o agricultor pode ser enquadrado como cúmplice da atividade criminosa, carregando para si uma pecha que atinge toda a categoria.

O agronegócio brasileiro não pode permitir que sua imagem seja manchada por atalhos criminosos. O setor, que construiu reconhecimento internacional pela produtividade e pela tecnologia, corre o risco de ver sua credibilidade arruinada se deixar a porta aberta para práticas ilegais. É preciso que os produtores compreendam que cada compra é também um ato de responsabilidade: verificar a origem, exigir nota fiscal idônea, checar embalagens e selos, comprar apenas de canais oficiais.

O crime organizado é como um gás: ocupa todos os espaços que encontra. E quando explode, a destruição é irreversível. Se o agro permitir que esse veneno infiltre suas raízes, não haverá como reverter os danos à credibilidade, à saúde e ao futuro do setor.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Faltam 15 dias! Inscreva-se para a Abertura Nacional do Plantio da Soja!



Falta pouco! No dia 3 de outubro, em Sidrolândia (MS), acontecerá a Abertura Nacional do Plantio da Soja, que este ano será realizada na Fazenda Recanto. O evento marca oficialmente o início da safra 2025/26 e também dará início à 14ª temporada do projeto Soja Brasil. Não vai ficar de fora, né? Clique aqui e garanta sua vaga!

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Organizado pelo Canal Rural, em parceria com a Aprosoja Brasil, o encontro reunirá governadores, produtores rurais e especialistas para discutir os principais desafios e oportunidades da nova temporada. Na pauta, estarão temas como o mercado internacional da soja, as condições climáticas previstas e os impactos do cenário geopolítico sobre a produção.

Além da programação técnica, a cerimônia terá transmissão ao vivo pelo Canal Rural no YouTube, ampliando o alcance para quem não puder estar presente.



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