sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

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Preços do frango avançam pela primeira vez desde a gripe aviária



Pela primeira vez desde o episódio da gripe aviária em uma granja comercial do Brasil, em maio, os preços médios da carne de frango avançam frente aos do mês anterior. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, na parcial de setembro (até o dia 24), o frango congelado está sendo negociado no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,40/kg. O valor está 6,3% acima da média de agosto, mas ainda abaixo dos R$ 8,60/kg de maio/25.

Pesquisadores explicam que a recuperação dos valores está atrelada sobretudo ao reaquecimento das exportações brasileiras de carne avícola ao longo deste mês, que vem ajudando a enxugar a oferta doméstica. 

O retorno das vendas à União Europeia nesta segunda quinzena,  que estavam suspensas desde maio, bem como a expectativa de retomada dos embarques à China reforçam o otimismo do setor nacional.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Safra 2025/26 de algodão deve ter queda de 7%



A produção brasileira de algodão deve somar 3,72 milhões de toneladas na safra 2025/26, queda de 7% em relação ao ciclo anterior que registrou 4 milhões de toneladas, de acordo com projeções da StoneX. Segundo o relatório da empresa global de serviços financeiros, a redução reflete, principalmente, o recuo de cerca de 75 mil hectares, chegando a 1,44 milhão de hectares de área plantada.

O Mato Grosso segue como o maior produtor do país, com expectativa de produção de 2,6 milhões de toneladas de pluma, apesar da diminuição da área. Na Bahia, segunda principal região produtora, a produção estimada é de 777 mil toneladas. Juntos, os dois estados responderão por mais de 90% da oferta nacional.

De acordo com o levantamento, a perspectiva para o plantio é favorecida pelo avanço das chuvas no Mato Grosso, que deve garantir uma janela adequada para a soja e, consequentemente, para o algodão de segunda safra.

Para Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o cenário reforça o peso do clima e das margens na definição da próxima safra.

“Embora a perspectiva de chuvas no Centro-Oeste seja positiva para o plantio, a redução de área sinaliza a necessidade de maior racionalização por parte do produtor. O algodão continua competitivo no mercado internacional, mas o setor deve enfrentar margens mais apertadas, o que torna essencial uma gestão eficiente de custos e comercialização”, avalia.

A StoneX também revisou sua projeção para as exportações neste ano atual, estimadas agora em 2,95 milhões de toneladas.

“Por mais que tenhamos visto um ritmo mais lento nos últimos meses, temos a expectativa de uma atividade maior no quarto trimestre do ano” disse Bulascoschi.

O consumo doméstico na safra 2024/25 também foi revisado positivamente para 700 mil toneladas, com fiações aproveitando o momento de preços mais baixos para intensificar suas aquisições de algodão no mercado local.



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AgroNewsPolítica & Agro

Satélite prevê produtividade das principais culturas



A metodologia foi aplicada em experimentos de validação


Os resultados demonstraram que a correlação entre a produtividade prevista e a observada chegou a 71%
Os resultados demonstraram que a correlação entre a produtividade prevista e a observada chegou a 71% – Foto: Divulgação

Um modelo desenvolvido pela Embrapa mostrou ser capaz de prever a produtividade da soja com 71% de precisão, utilizando imagens de satélite de alta resolução, segundo o engenheiro cartógrafo Edmilson Martinho. A tecnologia combina sensoriamento remoto, cálculos estatísticos e aprendizagem de máquina, oferecendo potencial para auxiliar produtores e a indústria no planejamento estratégico de colheita, logística e comercialização.

O estudo utiliza imagens diárias da constelação PlanetScope, disponibilizadas pelo Programa Brasil MAIS, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, permitindo acompanhar quase em tempo real o desenvolvimento das lavouras. No caso da soja, o índice de vegetação realçado (EVI2) foi aplicado para capturar diferenças relacionadas à biomassa e à estrutura das plantas. Além da soja, o modelo também foi testado em cana-de-açúcar, milho, algodão e arroz, apresentando índices elevados de acurácia.

Os resultados demonstraram que a correlação entre a produtividade prevista e a observada chegou a 71%, considerada alta para estudos dessa natureza. A metodologia foi aplicada em experimentos de validação do bioestimulante Hydratus, desenvolvido para aumentar a resistência das plantas à seca, mostrando-se uma estratégia inovadora e econômica para avaliação do desempenho das culturas em tempo real.

Com o avanço da pesquisa e a inclusão de novas variáveis, como temperatura, textura do solo e disponibilidade hídrica, o modelo tem potencial para se tornar ainda mais robusto e aplicável em escala comercial. Além de apoiar produtores e indústrias, a ferramenta pode ser útil em levantamentos oficiais de safra, oferecendo previsões mais objetivas e abrangentes para diferentes regiões do país.

 





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Após liberar exportações de carne bovina brasileira, Indonésia manda comitiva para visitar Mato Grosso



A Indonésia autorizou oficialmente a importação de carne bovina brasileira, após acordo entre os governos sobre requisitos sanitários ser concluído no mês de agosto. A decisão abriu um novo mercado para a proteína nacional e reforçou a posição do Brasil como fornecedor estratégico de alimentos para o país asiático, que busca garantir segurança alimentar diante do crescimento populacional.

Após a liberação das exportações da carne bovina brasileira para Indonésia, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) recebeu, na quinta-feira (25), uma comitiva da Indonésia, liderada pelo embaixador Edi Yusup.

Participaram da delegação o conselheiro da embaixada, Dhanny Perkasa, a cônsul honorária da Indonésia no Brasil, Anna Isadora Coimbra, e o presidente das Câmaras Indo-Brasileira e Indonésia-Brasil, Allan Camillo. Eles foram recebidos pelos diretores da Famato Robson Marques (Administrativo e Financeiro) e Ronaldo Vinha (Relações Institucionais), além do coordenador de Inteligência de Mercado do Imea, Rodrigo Silva, que apresentou dados sobre a produção agropecuária.

O embaixador Edi Yusup ressaltou que a Indonésia vê no Brasil, especialmente em Mato Grosso, um parceiro estratégico. “Estamos atentos às demandas globais por segurança alimentar e acreditamos que há oportunidades para parcerias comerciais e investimentos”, afirmou.

A cônsul Anna Isadora Coimbra destacou que o país não busca apenas a compra de commodities, mas também joint ventures e investimentos diretos. “Encontramos aqui o que a Indonésia vem buscando em agronegócios. Queremos ser parceiros, trazer investimentos e contribuir para o crescimento conjunto”, disse.

O diretor da Famato Robson Marques afirmou que a visita reforça a posição do estado no cenário internacional. “Mato Grosso está no radar das grandes economias do mundo. Nosso estado é um gigante do agro e tem condições de atender com qualidade e sustentabilidade as demandas internacionais”, declarou.

A Indonésia é considerada estratégica para a proteína animal, especialmente a carne bovina, pelo aumento do consumo no país. O encontro e a abertura do mercado marcam o início de uma nova fase nas relações comerciais entre as duas nações.



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China acelera compra de soja após Argentina retomar cobrança de taxa de exportação



A suspensão temporária do imposto sobre exportação de grãos pela Argentina desencadeou uma corrida de importadores chineses à soja do país vizinho. Segundo traders ouvidos pela Reuters, cerca de 40 carregamentos, equivalentes a 2,66 milhões de toneladas, foram registrados nesta semana para embarques em novembro e dezembro, a maior parte destinada à China.

O volume representa mais da metade dos 5,1 milhões de toneladas reservados durante a janela de isenção tributária anunciada pelo governo argentino. A medida havia sido desenhada para durar até o fim de outubro, mas foi encerrada de forma antecipada, após o limite de vendas estipulado ser atingido.

A decisão de suspender o benefício antes do prazo se deu porque o governo já havia alcançado o objetivo de captar até US$ 7 bilhões em vendas externas, fortalecer as reservas internacionais e conter a desvalorização do peso. Também pesou as pressões vinda de dentro e fora do país contra a medida.

A Associação Americana da Soja, por exemplo, se disse apreensiva com os impactos no mercado da isenção argentina sobre os embarques do grão.

Em nota, a entidade afirmou que “os preços da soja americana estão caindo, a colheita está em andamento, e os agricultores leem manchetes que não falam sobre fechar um acordo comercial com a China, mas sim de que o governo dos EUA está oferecendo US$ 20 bilhões em apoio econômico à Argentina, enquanto esse país reduz os impostos de exportação da soja para vender 20 carregamentos de soja argentina à China em apenas dois dias”.

Do lado argentino, a isenção de imposto havia recebido opinões mistas. O presidente da Sociedade Rural Argentina (SRA), Nicolás Pino, por exemplo, elogiou o anúncio e pediu que a isenção fosse permanente.

Já a presidente da Federação Agrária Argentina (FAA), Andrea Sarnari, disse que os pequenos e médios produtores não seriam beneficiados, uma vez que já venderam a sua produção e que o impacto positivo do fim provisório das retenciones se concentraria apenas nos grandes exportadores capazes de estocar grãos à espera de melhores preços.

Impacto negativo para os EUA

A forte entrada da China no mercado argentino representa um novo revés para os Estados Unidos. O país, que tradicionalmente concentra boa parte das exportações globais de soja neste período, não registrou nenhum embarque para a China até 11 de setembro, conforme dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). A janela crítica de comercialização norte-americana vai de setembro a janeiro.

“Se você olhar para as compras de novembro e dezembro, a China reduziu ainda mais sua necessidade de soja dos EUA ao reservar carregamentos argentinos”, disse um trader de oleaginosas de uma empresa internacional.



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Taxar as LCAs é punir o setor que sustenta o Brasil


A decisão de taxar as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) é um contrassenso que expõe a miopia da política econômica brasileira. Em vez de estimular o setor que sustenta a balança comercial e movimenta a economia real, o governo escolhe apertar ainda mais quem já produz com poucos incentivos.

A comparação internacional é reveladora: os Estados Unidos, a União Europeia e a China despejam bilhões em subsídios agrícolas todos os anos. Já o Brasil oferece quase nada. Ainda assim, nossos produtores conseguem ser competitivos, exportando para mais de 170 países e garantindo cerca de 90% do superávit da balança comercial.

Em outras palavras, o agro dá muito mais ao Brasil do que recebe. Ao criar barreiras e desestimular investimentos por meio da taxação, o governo transmite um recado perigoso: que prefere sufocar o setor mais dinâmico da economia em vez de fortalecer sua capacidade de gerar riqueza.

O resultado é previsível. Menos crédito, menos investimento e menor competitividade no campo. Ao invés de colher crescimento e segurança alimentar, o país arrisca plantar instabilidade e perda de espaço nos mercados internacionais.

O Brasil precisa decidir se vai tratar o agronegócio como problema fiscal ou como a solução que ele já é. Penalizar as LCAs é dar um tiro no pé de toda a nação.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Moluscicida é lançado no Brasil: Entenda


A multinacional francesa De Sangosse anunciou com exclusividade ao Agrolink o lançamento no mercado brasileiro do moluscicida IRONMAX PRO. O produto é formulado com base do Fosfato Férrico IP Max, e conta com a tecnologia exclusiva Colzactive.

O produto exclusivo foi desenvolvido no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa na França. De acordo com a fabricante, o lançamento possui “alta performance”, unindo eficácia técnica, segurança ambiental e praticidade na aplicação.

“A composição única dele incorpora a Tecnologia Colzactive, que garante atratividade e palatabilidade superiores, resultando em ingestão rápida pelas pragas”, detalha, Ricardo Henriques, engenheiro agrônomo e gerente de marketing da empresa.

De acordo com o especialista, a base da Colzactive é a canola, uma descoberta considerada importante para o sucesso do produto. Em um estudo conduzido pela equipe da empresa na França, avaliou-se mais de 30 espécies vegetais e foi identificado que a canola se destacou como uma das mais atrativas para a alimentação dos moluscos.

“Essa característica única nos levou a utilizar seu substrato no desenvolvimento da formulação. No caso das iscas, a atratividade é um fator decisivo: se o ingrediente não for altamente eficaz e praticamente unânime na atração dos alvos, o controle da praga pode ficar seriamente comprometido”, detalhou.

A ação IRONMAX PRO, afirmam, é quase imediata: após o consumo da isca, a alimentação é interrompida, cessando os danos às lavouras.

Fabricado por processo de extrusão úmida, o produto apresenta grânulos estáveis, resistentes à umidade, sem risco de quebra ou formação de poeira.

O princípio ativo Fosfato Férrico é naturalmente degradável no solo e não tóxico para mamíferos, pets, aves, abelhas e demais organismos benéficos. Isso posiciona o produto como uma solução sustentável e segura. Ele é indicado para todas as culturas e pode ser aplicado com distribuidores de grânulos, como o Delimbe, otimizando o uso em campo e reduzindo desperdícios.

O tamanho do problema dos moluscos-praga

Nos últimos 15 anos, a agricultura brasileira tem registrado um crescimento preocupante na incidência de moluscos-praga, afetando de forma expressiva culturas estratégicas como soja, feijão e milho, e, em alguns casos, frutíferas.

A infestação envolve tanto espécies nativas quanto exóticas invasoras, como o caramujo-africano, cuja capacidade de adaptação e rápida proliferação representa uma séria ameaça fitossanitária.

Embora de dimensões reduzidas, esses organismos são capazes de comprometer de maneira significativa a produtividade e a qualidade final da colheita.

Além da carência técnica dos produtores, a situação é agravada pelo hábito noturno dos animais, que dificulta a identificação precoce e o manejo adequado da infestação.

Os moluscos que atacam lavouras e pomares têm hábitos noturnos, e, como destaca o executivo, no Brasil, praticamente não há práticas agrícolas que exijam que o produtor vá ao campo à noite. Por isso, os danos costumam ser percebidos apenas durante o dia, quando, muitas vezes, o produtor não associa imediatamente o problema a lesmas, caramujos e caracóis.

Nessas situações, é comum a culpa recair sobre a semente que não germinou, um plantio muito profundo ou até sobre outras pragas, como formigas e lagartas. Isso atrasa o diagnóstico correto e o controle eficiente. “Já encontramos talhões com perdas de 20% a 30%, o que é extremamente agressivo. Vale lembrar que, mesmo no estágio de primeiro ou segundo par de folhas, o ataque pode matar a planta”, explica.

O prejuízo não se limita à fase de desenvolvimento. Segundo o engenheiro agrônomo, os caramujos também impactam diretamente a qualidade da colheita. “As conchas que se misturam aos grãos, por exemplo, afetam a qualidade final, reduzindo o valor do produto e aumentando as perdas para o produtor”, acrescenta.

Produtores que adotam o plantio direto precisam redobrar a atenção, já que esse sistema cria condições mais favoráveis à presença de moluscos. A palhada mantém o solo úmido, formando um ambiente ideal para o estabelecimento e a proliferação dessas pragas, mas é preciso ficar atento.

“Podemos destacar como áreas de maior alerta os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de regiões do Centro-Oeste, com solos mais arenosos e com altos níveis de palhada. Contudo, nas últimas safras também temos relatos de incidências em áreas no estado do Pará e Sul do Maranhão”, observa Henriques.





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Família capixaba abre as porteiras e aposta no turismo de experiência 


Quando a família Pizzol iniciou sua produção rural e leiteira, Dona Girlene produzia apenas queijo, enquanto o marido cuidava de outros cultivos. Com o falecimento dele, os filhos e o genro assumiram a propriedade. Embora o queijo não seja mais fabricado, hoje são oferecidos 66 produtos, entre iogurtes e manteiga.

Além da loja própria na região serrana do Espírito Santo (ES), os produtos chegam a supermercados, hotéis e até para outros estados – vendas por e-commerce.

Mas, para colher bons frutos, investimentos foram necessários. “Eu fico feliz, porque eles estão no caminho certo, continuando o legado do pai”, diz a matriarca Girlene Pizzol. 

Aos poucos, a iogurteria Valentim conquistou o selo Arte, que abriu portas para novos mercados. Em 2024, a manteiga – atualmente um dos carros-chefes da empresa -, alcançou o primeiro lugar no Concurso Nacional de Produtos Lácteos do Minas Láctea, realizado em Minas Gerais.

No entanto, para colecionar conquistas, a propriedade passou por transformações: a ordenha manual deu lugar à mecânica, os piquetes foram organizados e a pasteurização passou a garantir mais qualidade e produtividade.

“Eu fico feliz, porque eles estão no caminho certo, continuando o legado do pai”, diz Girlene Pizzol.
Foto: Fabiana Bertinelli

Visão empreendedora

A filha de Dona Girlene, Tatiane Pizzol, e o marido, Rodrigo Ferraz, foram os primeiros a deixar a iniciativa privada para empreender – uma decisão tomada de forma planejada.

“Em 2017 decidi deixar o setor privado e seguir no negócio da família. Não foi fácil, porque há altos e baixos, mas o espírito empreendedor nos move”, conta Pizzol, sócia-proprietária da iogurteria.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Mas a iogurteria, vai além dos produtos e história familiar. Localizada no coração de Domingos Martins (ES), a propriedade oferece um espaço para o turismo rural, onde o visitante pode sentir o clima serrano, fazer piqueniques entre as montanhas e experimentar iogurtes frescos.

“Acertamos muito no marketing, mas qualidade e conhecimento são fundamentais para o sucesso”, ressalta Ferraz, sócio-proprietário da empresa.

Para Pedro Rigo, superintendente do Sebrae/ES, “o turismo de experiência agrega valor ao campo e fortalece o produtor rural, que passa a oferecer muito mais do que alimento: oferece vivência, história e conexão.”

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais sobre a família Pizzol? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, nesta sexta-feira (26), às 18h, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. Foto: Arte Divulgação | Canal Rural



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Fim de semana terá ciclone e chegada de nova frente fria; veja previsão do tempo



O fim de semana será marcado por mudanças no clima em várias regiões do Brasil, principalmente no Sul, onde a formação de um ciclone extratropical e o avanço de uma nova frente fria devem trazer chuva, ventania e risco de temporais.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

Sábado (27): Frente fria associada ao ciclone provoca pancadas de chuva no oeste e sudoeste do Rio Grande do Sul, com possibilidade de temporais e rajadas de vento fortes na faixa litorânea. A instabilidade se espalha ao longo do dia para o centro-sul, litoral e noroeste gaúcho, chegando também ao oeste de Santa Catarina e Paraná à noite.

Domingo (28): Chuva avança para o norte e litoral do Rio Grande do Sul e atinge a maior parte de Santa Catarina e Paraná, incluindo áreas do litoral. As temperaturas permanecem amenas, principalmente na Serra Gaúcha e Catarinense, e a expectativa é de ventos intensos durante todo o fim de semana.

Sudeste

Sábado (27): A circulação de ventos marítimos mantém a chuva fraca no litoral de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além do leste de Minas Gerais. Nas demais áreas, o tempo firme predomina. Há chance de geada no sul mineiro e temperaturas amenas em boa parte da região.

Domingo (28): A nebulosidade aumenta em São Paulo e parte de Minas, com possibilidade de pancadas isoladas. Já o norte mineiro deve seguir com calor intenso.

Centro-Oeste

Sábado (27): O tempo segue firme em boa parte da região, mas há previsão de pancadas de chuva no norte de Mato Grosso. As temperaturas ficam elevadas, com máxima podendo alcançar 38 °C em Cuiabá.

Domingo (28): Novas áreas de instabilidade avançam sobre o sul e oeste de Mato Grosso do Sul e o centro-norte de Mato Grosso, com risco de temporais. Apesar da nebulosidade maior, o calor predomina na maior parte do Centro-Oeste.

Nordeste

Sábado (27): As chuvas persistem entre o litoral da Bahia e Pernambuco, com pancadas fortes em Salvador, Aracaju e Maceió. No interior, o tempo segue firme, com sol forte e baixa umidade.

Domingo (28): A instabilidade continua entre o litoral norte da Bahia e Pernambuco, enquanto no interior da região as temperaturas seguem elevadas, chegando a 38 °C no Piauí.

Norte

Sábado (27): Pancadas de chuva atingem Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Pará, com risco de temporais isolados. No Tocantins, o tempo firme predomina, mas com calor intenso e baixa umidade.

Domingo (28): A chuva se concentra na faixa oeste da região, atingindo principalmente Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia. No restante, o sol aparece entre nuvens, e as temperaturas seguem altas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações da Argentina pressionam soja



O recuo foi influenciado principalmente pelas compras da China na Argentina


O recuo foi influenciado principalmente pelas compras da China na Argentina
O recuo foi influenciado principalmente pelas compras da China na Argentina – Foto: Pixabay

A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a quarta-feira (24) em queda, pressionada pelo avanço das exportações argentinas. Segundo informações da TF Agroeconômica, o contrato de novembro recuou 0,30%, a US$ 1.009,00/bushel, enquanto janeiro caiu 0,31%, para US$ 1.028,50/bushel. 

Nos derivados, o farelo de soja para outubro registrou baixa de 1,42%, a US$ 271,2/ton curta, e o óleo recuou 0,12%, cotado em US$ 49,29/libra-peso. Embora o dia tenha começado com compras de oportunidade que sustentaram leves altas, o mercado seguiu o movimento de outros grãos e terminou em campo negativo.

O recuo foi influenciado principalmente pelas compras da China na Argentina. A Reuters noticiou a aquisição de 20 carregamentos de soja após a entrada em vigor do Decreto 682/2025, que reduziu temporariamente os direitos de exportação. De acordo com a consultoria Granar, já foram registradas declarações de vendas externas que somam 2,69 milhões de toneladas de grãos de soja, 4,72 milhões de toneladas de farelo e 905 mil toneladas de óleo, totalizando 11,46 milhões de toneladas de produtos agrícolas. O valor FOB dessas operações chega a quase US$ 4,18 bilhões, o que representa 68,7% da meta de US$ 7 bilhões estabelecida pelo governo argentino.

Diante desse ritmo acelerado, a incerteza recai sobre a continuidade da medida até 31 de outubro ou se será interrompida antes, respeitando o limite financeiro previsto. Como fator adicional, há pressão do governo dos Estados Unidos para que a Argentina retome as chamadas retenciones, o que pode alterar o fluxo das exportações e trazer novos reflexos para a formação dos preços internacionais da soja.

 





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