sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

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Manaus recebe 12º simpósio brasileiro de óleos essenciais



A cidade de Manaus (AM) receberá, entre os dias 14 e 17 de outubro, o 12º Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais (SBOE), no Centro de Convenções Vasco Vasques. O evento reunirá especialistas e interessados para discutir inovações, mercado e avanços científicos no setor de óleos essenciais.

A programação abordará temas como cultivo de plantas aromáticas, bioeconomia amazônica, regulamentação de bioinsumos, aromaterapia e inovação na cadeia produtiva dos óleos essenciais. Os óleos essenciais são matérias-primas utilizadas mundialmente em diversas indústrias, como a alimentícia, perfumaria, cosmética e farmacêutica.

Programação e público-alvo

Francisco Célio Maia Chaves, presidente da comissão organizadora e pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, afirmou que esta é a primeira vez que o simpósio ocorre no Amazonas. O evento contará com minicursos, conferências, mesas-redondas e exposições de empresas, atraindo pesquisadores, professores, estudantes, produtores e empresários.

O 12º SBOE é organizado pela Embrapa Amazônia Ocidental, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em parceria com o Instituto Agronômico (IAC) e empresas como Infobibos e Marupá Eventos. O evento recebe patrocínio de instituições como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Secretaria de estado de Produção Rural do Amazonas (Sepror-AM).

Inscrições e informações

Os interessados podem acessar o site oficial do 12º Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais para informações sobre a programação e inscrições.

Para mais informações, a imprensa pode entrar em contato com Síglia Souza, da Embrapa Amazônia Ocidental, pelo telefone (92) 3303-7852 ou pelo e-mail [email protected].

Com informações de: embrapa.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia garante retorno já na primeira safra de café



O projeto teve início em 1,5 hectare como um teste


O projeto teve início em 1,5 hectare como um teste
O projeto teve início em 1,5 hectare como um teste – Foto: Pixabay

A Fazenda Estiva, em São João da Boa Vista (SP), mostra como a irrigação por gotejamento pode revolucionar a cafeicultura. Com 180 hectares de café arábica irrigados, a família de produtores registrou um aumento médio de 40 sacas por hectare, alcançando até 65 sacas por hectare contra as 25 no sequeiro. O retorno do investimento veio já na primeira safra, garantindo ganhos consistentes.

Segundo os produtores, a adoção da tecnologia não representou apenas um avanço produtivo, mas também uma mudança de mentalidade. O uso da água de forma precisa trouxe segurança, sustentabilidade e maior qualidade ao café, que também apresentou melhorias expressivas no padrão final.

“Com a irrigação, em dois anos e meio nós produzimos em torno de 60, chegando até 65 sacas por hectare. Antes, no sequeiro, esse número não passava de 25 sacas. É um salto impressionante”, relata o produtor Maércio Diogo de Oliveira, que administra a propriedade ao lado do irmão.

O projeto teve início em 1,5 hectare como um teste e rapidamente evoluiu para toda a propriedade, diante dos resultados impressionantes. A parceria entre a Netafim e a Bolsa Irriga foi fundamental para viabilizar a tecnologia e oferecer suporte técnico, assegurando eficiência e longevidade ao sistema.

Com a fertirrigação, os produtores destacam que os ganhos não se restringem ao volume de sacas, mas também ao retorno financeiro e à valorização do produto. A experiência da Fazenda Estiva reforça a viabilidade da irrigação por gotejamento no café, quebrando paradigmas em uma região que antes não era tradicionalmente irrigada.

 





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Último dia para se inscrever no programa de residência agropecuária do Senar



As inscrições para o Programa de Residência Agropecuária do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) se encerram nesta sexta-feira (26). O programa oferece 200 bolsas para recém-formados em Ciências Agrárias, com o objetivo de capacitar profissionais e fortalecer a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em todo o país.

A iniciativa busca atender a uma demanda crescente do setor agropecuário por técnicos qualificados com experiência prática. Em comunicado à imprensa, a coordenadora de projetos da Diretoria de ATeG do Senar, Luana Frossard, destacou a importância da formação prática. “Nem sempre é fácil encontrar profissionais de Ciências Agrárias com experiência prática no campo”, disse.

Detalhes do programa

O Programa de Residência Agropecuária é destinado a profissionais que tenham se formado nos últimos dois anos e tem duração de até seis meses, com carga horária de 40 horas semanais. Ao todo, serão selecionados 200 residentes, sendo 50 de nível técnico e 150 de nível superior, distribuídos em 21 administrações regionais do Senar.

Os participantes receberão bolsas mensais e seguro de vida. Durante o programa, terão a oportunidade de acompanhar todas as etapas da metodologia ATeG, desde o diagnóstico produtivo até a avaliação de resultados, proporcionando uma vivência prática e alinhada às demandas do produtor rural.

Inscrições

Os interessados devem acessar os sites das Administrações Regionais do Senar ou o portal do CNA/Senar para realizar a inscrição no Processo Simplificado para Habilitação de Bolsistas Residentes. A oportunidade é voltada para jovens profissionais em busca de uma entrada qualificada no agronegócio.

Para mais informações, acesse o site do Giro do Boi e fique atualizado sobre o que acontece no setor agropecuário.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Deral projeta aumento na área plantada no Paraná



Produtores do Paraná devem semear uma área 19% maior de milho 1ª safra, segundo novas projeções do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do estado (Seab), referentes ao dia 22 de setembro. Para a soja, no entanto, a área semeada deve ficar praticamente estável, com uma ligeira redução, de 5,771 milhões de hectares no ciclo 2024/25 para 5,770 milhões na temporada vigente.

Para a safra de verão do milho, 333,8 mil hectares serão dedicados à cultura. O volume de produção deve ser de 3,40 milhões de toneladas, 11% acima de 2024/25. A produtividade média esperada é de 10.207 kg/ha, ante 10.875 kg/ha no ciclo anterior.

Conforme o Deral, os paranaenses devem colher, em condições normais, 21,9 milhões de toneladas de soja, 4% mais em relação ao ciclo anterior, que foi de 21,1 milhões de toneladas. A produtividade média é estimada em 3.802 quilos por hectare, ante 3.672 kg/ha.

Quanto ao trigo 2024/25, em fase de colheita, o Deral reduziu a estimativa de área, de 1,106 milhão de hectares na safra 2023/24 para 824,9 mil hectares em 2024/25, uma queda de 25%. A produção esperada é de 2,678,9 milhões de toneladas, ante 2,324 milhões de toneladas na temporada anterior, alta de 15%. A produtividade média estimada é de 3.2584 kg/ha.



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a Abertura Nacional do Plantio da Soja está chegando!



Sete dias! Isso mesmo, falta apenas uma semana para a largada oficial da temporada 25/26 do plantio de soja no Brasil. No dia 3 de outubro, às 9h (horário de Brasília), Sidrolândia (MS) receberá a Abertura Nacional do Plantio da Soja, evento realizado na Fazenda Recanto.

O encontro, que também marca o início da 14ª temporada do projeto Soja Brasil, será transmitido ao vivo pela televisão e pelas redes sociais do Canal Rural. Não vai ficar de fora dessa grande celebração, né? Clique aqui e garanta sua vaga!

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Organizado pelo Canal Rural, em parceria com a Aprosoja Brasil, o encontro reunirá produtores rurais e especialistas para discutir os principais desafios e oportunidades da nova temporada da oleaginosa. Na pauta estarão diferentes temas, como mercado internacional da oleaginosa, as condições climáticas previstas e os impactos do cenário geopolítico sobre a produção.

A programação conta com a abertura oficial com os anfitriões, apresentação dos parceiros do Projeto Soja Brasil, painel sobre os caminhos do agronegócio, biocombustíveis e novas oportunidades para o setor. Para encerrar, as autoridades darão a largada das máquinas em campo. Não fique de fora!



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Chuvas trazem otimismo para o setor citrícola, mas ventos fortes preocupam



A retomada das chuvas nas áreas citrícolas de São Paulo, Paraná e de parte de Minas Gerais trouxe otimismo aos agentes do setor. A chuva favorece a florada da safra 2026/27 que se aproxima, como aponta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Por outro lado, conforme o instituto, os ventos intensos que acompanharam essas chuvas causaram alguns prejuízos, sobretudo com a queda de frutas, que já preocupa nesta temporada, devido ao avanço do greening e do cancro cítrico. 

Quanto aos preços, levantamentos do Cepea mostram que, no mercado de mesa, a demanda aquecida vem sustentando os preços da fruta. 

No caso da indústria, a preferência tem sido por compras no spot em detrimento dos contratos. Os poucos firmados apresentam valores próximos de R$ 50,00/cx, com exigência mínima de brix elevado, conforme relatado por agentes do setor ao centro de pesquisas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Transporte ferroviário de grãos nos EUA aumenta 9% na semana encerrada em 13/9



O transporte ferroviário de grãos nos Estados Unidos somou 24.221 vagões na semana encerrada em 13 de setembro, de acordo com relatório do Departamento de Agricultura do país (USDA). O volume representa aumento de 9% ante a semana anterior e de 8% em relação ao período correspondente do ano passado.

Já o transporte de grãos por barcaças totalizou 260.950 toneladas na semana encerrada em 20 de setembro. O volume representa aumento de 4% ante a semana anterior e queda de 48% em relação a igual período do ano passado.

Na semana encerrada em 18 de setembro, 37 navios foram carregados com grãos em terminais do Golfo, 48% mais na comparação anual. Nos dez dias a partir de 19 de setembro, a expectativa era de que 42 navios fossem carregados, queda de 14% ante igual período do ano passado.



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Preços dos ovos caem para os menores patamares desde janeiro



Os preços dos ovos voltaram a cair em setembro, para os menores patamares desde janeiro/25. isso é o que mostram os apontamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, as vendas da proteína estiveram mais lentas a partir da segunda quinzena deste mês, aumentando os estoques nas granjas. 

Pesquisadores ressaltam que esse desempenho acende um alerta para o setor, já que as cotações vêm recuando no mercado doméstico desde abril,  com exceção de agosto onde o fim das férias escolares aqueceu a demanda  e elevou os preços. 

O movimento repete, em parte, o observado no ano passado. No período os valores caíram por seis meses consecutivos, de abril a setembro, pressionados pela maior oferta interna. Neste ano, no entanto, as exportações contribuíram para reduzir a intensidade das quedas em relação ao mesmo período de 2024.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Preços do frango avançam pela primeira vez desde a gripe aviária



Pela primeira vez desde o episódio da gripe aviária em uma granja comercial do Brasil, em maio, os preços médios da carne de frango avançam frente aos do mês anterior. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, na parcial de setembro (até o dia 24), o frango congelado está sendo negociado no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,40/kg. O valor está 6,3% acima da média de agosto, mas ainda abaixo dos R$ 8,60/kg de maio/25.

Pesquisadores explicam que a recuperação dos valores está atrelada sobretudo ao reaquecimento das exportações brasileiras de carne avícola ao longo deste mês, que vem ajudando a enxugar a oferta doméstica. 

O retorno das vendas à União Europeia nesta segunda quinzena,  que estavam suspensas desde maio, bem como a expectativa de retomada dos embarques à China reforçam o otimismo do setor nacional.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Safra 2025/26 de algodão deve ter queda de 7%



A produção brasileira de algodão deve somar 3,72 milhões de toneladas na safra 2025/26, queda de 7% em relação ao ciclo anterior que registrou 4 milhões de toneladas, de acordo com projeções da StoneX. Segundo o relatório da empresa global de serviços financeiros, a redução reflete, principalmente, o recuo de cerca de 75 mil hectares, chegando a 1,44 milhão de hectares de área plantada.

O Mato Grosso segue como o maior produtor do país, com expectativa de produção de 2,6 milhões de toneladas de pluma, apesar da diminuição da área. Na Bahia, segunda principal região produtora, a produção estimada é de 777 mil toneladas. Juntos, os dois estados responderão por mais de 90% da oferta nacional.

De acordo com o levantamento, a perspectiva para o plantio é favorecida pelo avanço das chuvas no Mato Grosso, que deve garantir uma janela adequada para a soja e, consequentemente, para o algodão de segunda safra.

Para Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o cenário reforça o peso do clima e das margens na definição da próxima safra.

“Embora a perspectiva de chuvas no Centro-Oeste seja positiva para o plantio, a redução de área sinaliza a necessidade de maior racionalização por parte do produtor. O algodão continua competitivo no mercado internacional, mas o setor deve enfrentar margens mais apertadas, o que torna essencial uma gestão eficiente de custos e comercialização”, avalia.

A StoneX também revisou sua projeção para as exportações neste ano atual, estimadas agora em 2,95 milhões de toneladas.

“Por mais que tenhamos visto um ritmo mais lento nos últimos meses, temos a expectativa de uma atividade maior no quarto trimestre do ano” disse Bulascoschi.

O consumo doméstico na safra 2024/25 também foi revisado positivamente para 700 mil toneladas, com fiações aproveitando o momento de preços mais baixos para intensificar suas aquisições de algodão no mercado local.



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