quinta-feira, abril 23, 2026

Autor: Redação

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produção nos Estados Unidos cai 2,83% na semana



A produção média de etanol nos Estados Unidos foi de 995 mil barris por dia na semana encerrada na sexta-feira passada, 26 de setembro. O volume representa queda de 2,83% ante o registrado na semana anterior, de 1,024 milhão de barris por dia.

Os estoques do biocombustível caíram 2,98%, de 23,5 milhões para 22,8 milhões de barris, enquanto as exportações passaram de 112 mil para 88 mil barris por dia (-21,4%). Os números foram divulgados, nesta quarta-feira (1º), pela Administração de Informação de Energia do país, do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês).

Analistas consultados pela Dow Jones Newswires esperavam produção entre 1,004 milhão e 1,019 milhão de barris por dia. Quanto aos estoques, as estimativas iam de 23,3 milhões a 23,668 milhões de barris.

Os números de produção de etanol nos EUA são um indicador da demanda interna por milho. No país, o biocombustível é fabricado principalmente com o grão e a indústria local consome mais de um terço da safra doméstica do cereal.



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Poder de compra do suinocultor é o maior em 20 anos



O suinocultor paulista vive o momento mais favorável em mais de 20 anos no que se refere à compra do farelo de soja, um dos principais insumos da atividade. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Dados do instituto mostram que, com a venda de um quilo do suíno vivo na região de Campinas (SP), o produtor conseguiu comprar em setembro 5,57 quilos de farelo. Essa é a maior quantidade registrada pelo centro de pesquisas desde dezembro de 2004, quando a relação de troca atingiu recorde, de 6,49 quilos.

Ressalta-se, também, que o poder de compra atual está 54% acima da média da série histórica do Cepea, iniciada em janeiro de 2024, que é de 3,62 quilos. 

Além dos preços mais firmes de venda do suíno vivo, o valor médio do animal em setembro atingiu R$ 9,25/kg sendo o maior valor de 2025. O que influenciou esse cenário favorável ao suinocultor foram as recentes fortes desvalorizações do farelo de soja. 

Levantamentos da Equipe de Grãos do Cepea mostram que a tonelada do derivado, negociado na região de Campinas, registrou média de R$ 1.660,53 em setembro. O valor está 21,7% abaixo do verificado no mesmo período do ano passado.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Arroba do boi gordo cai em setembro com maior oferta



Os preços do boi gordo encerraram setembro em queda, de acordo com os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Pesquisadores do Cepea ressaltam que esse cenário é atípico, já que o mês geralmente marcado pela oferta apertada de animais para abate e por cotações em alta. 

Assim, confinadores reforçaram os lotes de animais desde o início do ano, e as entregas programadas para setembro acabaram sendo suficientes para atender a demanda interna e também a externa, que se mantém bastante aquecida.

Como resultado, levantamento do Cepea mostra que, em todas as regiões, as escalas foram alongadas e as cotações, pressionadas.

No acumulado de setembro, dentre as praças acompanhadas pelo Cepea, a maior desvalorização do boi gordo se observou justamente em Cuiabá (MT), estado que, de longe, concentra o maior rebanho tanto de pasto quanto confinado.

Nessa região, o preço da arroba caiu 4,5% ao longo de setembro. Em São Paulo, o Indicador Cepea/Esalq recuou 2,1%, encerrando o mês a R$ 304,10.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Lei prevê aumento de produtos da agricultura familiar na merenda escolar



Lei amplia percentual da agricultura familiar na merenda escolar para 45%


Foto: Pixabay

A Lei 15.226, de 2025, tem o objetivo de aumentar a parcela de alimentos oriundos da agricultura familiar na merenda escolar. Após ser sancionada pela Presidência da República, essa lei foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º).

De acordo com essa lei, “do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação] no âmbito do PNAE [Programa Nacional de Alimentação Escolar], no mínimo 45% deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações”. Antes esse percentual era de 30%.

A nova lei também determina que as compras de alimentos da agricultura familiar, nesse caso, devem priorizar “os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas, as comunidades quilombolas e os grupos formais e informais de mulheres”.

Além disso, essa lei restringe a entrega às escolas de alimentos cujo prazo de validade esteja perto do vencimento.

O texto determina que “os gêneros alimentícios que possuem obrigatoriedade de determinação de prazo de validade adquiridos no âmbito do PNAE deverão ter, na ocasião da entrega, prazo restante de validade igual ou superior à metade do período entre sua data de fabricação e sua data final de validade, dispensados dessa obrigatoriedade os alimentos adquiridos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural e de suas organizações.”

A nova lei teve origem no PL 2.205/2022, projeto da deputada federal Luizianne Lins (PT-CE). No Senado, a proposta contou com o parecer favorável da Daniella Ribeiro (PP-PB).

A ampliação de 30% para 45% nos recursos destinados a compras da agricultura familiar foi uma mudança feita pelo Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)





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Isenção do IR é fim de distorção histórica


O projeto aprovado pela Câmara dos Deputados que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para até R$ 5 mil mensais representa mais do que uma mudança técnica: é a correção de uma injustiça tributária que pesou no bolso de milhões de trabalhadores. Durante anos, a tabela ficou defasada, corroída pela inflação, levando contribuintes de renda média a pagar imposto como se tivessem tido aumento real, quando na prática apenas perdiam poder de compra. A decisão corrige parte dessa distorção, devolvendo justiça a quem vinha sendo penalizado silenciosamente.

A medida beneficia diretamente milhões de pessoas, especialmente da classe média, e traz uma sinalização importante: o sistema tributário deve respeitar o princípio da capacidade contributiva, segundo o qual quem pode mais paga mais, sem esmagar quem pode menos. Além disso, reduz a tributação sobre um poder aquisitivo fictício, já corroído pela inflação, e alivia o consumo das famílias, o que também gera reflexos positivos na economia real.

Para financiar o benefício e evitar um rombo fiscal, o projeto prevê novas alíquotas para os mais ricos: rendas anuais acima de R$ 600 mil (cerca de R$ 50 mil por mês) terão acréscimo de até 10% na alíquota do IR. Na prática, isso significa que uma parcela muito pequena da população, os contribuintes de alta renda, será chamada a contribuir mais, compensando a perda de arrecadação. Essa redistribuição, além de corrigir a injustiça histórica da tabela defasada, reforça a progressividade do imposto de renda.

É verdade que o custo fiscal ainda é elevado, estimado em cerca de R$ 25 bilhões, e que será preciso monitorar os efeitos sobre a arrecadação. Também há o risco de que, sem uma regra de correção automática, a mesma injustiça volte a se repetir no futuro. Mas o simbolismo é inegável: trata-se de um passo civilizatório em direção a um sistema mais justo, num país onde a carga tributária pesa desproporcionalmente sobre os que menos podem.

A aprovação da nova tabela do IR é um avanço importante, mas não definitivo. Se o Brasil deseja construir um sistema tributário mais justo, será preciso garantir correções periódicas e discutir uma reforma mais ampla, que reduza o peso sobre o trabalho e distribua melhor a carga entre consumo, renda e patrimônio. A mudança atual é um alívio imediato para milhões de brasileiros, mas deve ser vista como ponto de partida, na luta pela verdadeira justiça fiscal.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Câmara aprova isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil



A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º), com 493 votos favoráveis e nenhum contrário, o texto-base do projeto de Lei (PL) 1.087/2025, que prevê isenção de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas com renda mensal de até R$ 5 mil e desconto para quem ganha até R$ 7.350 mensais.

A proposta, encaminhada pelo governo federal, ainda terá que ser aprovada no Senado, antes da sanção pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para entrar em vigor.

A redução do IR foi uma promessa de campanha de Lula em 2022. Enviado para a Câmara em março, o texto foi aprovado em uma comissão especial que analisou o texto.

Atualmente, são isentos do imposto quem ganha até R$ 3.036. O projeto determina que, em 2026, as pessoas que ganham até R$ 5 mil, terão um desconto mensal de até R$ 312,89, de modo que o imposto devido seja zero. Já quem ganha de R$ 5.000,01 até R$ 7.350,00, o desconto será de R$ 978,62.

Segundo o governo, com a aprovação da proposta, serão beneficiados com a isenção mais de 26,6 milhões de contribuintes, em 2026.

Após a aprovação unânime, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou que a aprovação é um dia histórico para o país e para o Parlamento.

“Aqui demonstramos que quando o tema é o bem-estar das famílias brasileiras, não há lados, nem divisões. É interesse do país acima de qualquer diferença”, disse. “A Câmara dos Deputados sabe ouvir, decidir e estar ao lado do Brasil”, acrescentou.

Compensação

Para compensar a isenção, cujo custo está estimado será de R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos, o projeto prevê a tributação das pessoas com rendimentos acima de R$ 600 mil por ano, com uma alíquota progressiva de até 10%.

A alíquota máxima incidirá para quem recebe anualmente a partir de R$ 1,2 milhão. Além disso, ela não será aplicada para quem já paga a alíquota máximo do IR, que é de 27,5%.
Segundo o Ministério da Fazenda, a medida atingirá cerca de 140 mil pessoas, 0,13% dos contribuintes, que hoje pagam, em média, apenas 2,54% de Imposto de Renda.

O relator do projeto, deputado Arthur Lira (PP-AL), estima que haverá uma sobra de R$ 12,7 bilhões até 2027 com a taxação. Em seu parecer, Lira destinou esses recursos para compensar a redução da alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), instituída pela Reforma Tributária.

“É importante ressaltar que esse projeto vai atender diretamente a 15,5 milhões de pessoas no país. Esse projeto é fruto de uma base de cálculo de quase R$ 227 bilhões, que é apurado no imposto de renda no Brasil. E estamos discutindo uma renúncia de receita, no primeiro ano de, R$ 25,4 bilhões, portanto 10% do valor total do imposto de renda pago por todos os brasileiros”, disse.



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Produção de rãs conquista espaço e impulsiona empreendedorismo feminino


A produção de rãs vem ganhando destaque no mercado nacional, principalmente pela semelhança da carne com a de frango, leve e versátil. Em Minas Gerais, no meio rural, acompanhando o pai, que criava peixes por hobby, despertou em Natália Moreira Andrade Melo o interesse pelo setor de aquicultura.

“Sempre gostei de mexer com peixe. Eu cresci ajudando meu pai e, quando me formei em Aquicultura, decidi dar continuidade, transformando em um negócio”, lembra a empreendedora.

O caminho do empreendedorismo no mercado de rãs, no entanto, não foi fácil. Com uma pequena estrutura inicial, Melo precisou aprender a conciliar a paixão pela piscicultura com a realidade de empreender.

“Eu quis tocar um negócio fiel, aumentar a produção e abrir novas oportunidades. Esse sempre foi o meu sonho”, destaca.

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Atualmente, a produtora de rã está em processo de adesão do selo do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisb- Poa) por meio de um consórcio. Passo importante que vai permitir que seus produtos sejam comercializados em todo o Brasil.

Segundo Melo, a chance de expandir para além da região, abre horizontes antes inimagináveis. “A gente sonha grande, mas precisa de apoio para transformar esse sonho em realidade.” Com determinação e apoio, ela segue firme no propósito: alcançar o mercado nacional.

“Os consumidores estão começando a experimentar e gostar da carne de rã. Isso abre muitas oportunidades para pequenos produtores.” Além de gerar renda, o negócio de rãs fortalece a autonomia feminina. A empreendedora incentiva outras mulheres a empreenderem no setor.

“É importante mostrar que podemos empreender, crescer e gerar renda com algo que amamos, inovando e conquistando o mercado”, conclui Melo, que reforça a importância da capacitação. “Pesquiso sempre para melhorar a qualidade e garantir produtos seguros e atrativos.”

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais sobre empreendedorismo? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Shutdown nos EUA eleva apostas de cortes de juros pelo Fed


No morning call desta quinta-feira (2), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o shutdown nos EUA interrompeu dados econômicos e elevou apostas de cortes de juros pelo Fed. O ADP apontou corte de 32 mil vagas em setembro, e o ouro renovou recordes.

No Brasil, incertezas fiscais pressionaram Ibovespa, que caiu 0,49% a 145 mil pontos, e dólar fechou em alta a R$ 5,32. Hoje, destaque para IPC-Fipe, vendas de veículos e taxa de desemprego na Europa.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações e dólar podem aliviar pressão no algodão



A safra de algodão 2025/26 no Brasil começa com expectativa de crescimento



Foto: Canva

A safra de algodão 2025/26 no Brasil começa com expectativa de crescimento de área e rendimento estável, mesmo diante de incertezas no mercado e no clima. De acordo com a Céleres, o cultivo deve se beneficiar de condições meteorológicas próximas da neutralidade, o que pode sustentar produtividades dentro da média histórica.

Com uma possível La Niña de baixa intensidade em formação, os riscos climáticos para o algodão se tornam menos acentuados, favorecendo o planejamento agrícola no Cerrado, principal polo de produção do país. A janela de plantio, especialmente para a segunda safra, tende a se manter dentro do cronograma ideal.

Além do clima, o mercado internacional do algodão também exerce influência relevante. A demanda global segue moderada, e os preços internacionais não sinalizam recuperação expressiva no curto prazo. Ainda assim, o Brasil aposta na sua eficiência produtiva para manter competitividade.

A valorização do dólar frente ao real poderia favorecer as exportações, mas as margens seguem pressionadas pelos altos custos de insumos e financiamento. A gestão eficiente de recursos será determinante para a rentabilidade da cultura.

Outro fator que impacta o algodão é a necessidade crescente de práticas sustentáveis, com certificações ganhando relevância nas negociações internacionais. A rastreabilidade e boas práticas agrícolas podem funcionar como diferenciais em mercados exigentes. Combinando clima relativamente estável e foco em produtividade, o algodão brasileiro inicia a temporada com potencial de manter sua relevância global, mesmo diante de um cenário econômico desafiador.





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Capitais podem enfrentar chuva volumosa e ventos fortes; veja a previsão do tempo



As instabilidades continuam ativas nesta quinta-feira (2) em boa parte da região Sul. A combinação de um cavado em níveis médios da atmosfera e o aporte de umidade deve manter a formação de nuvens carregadas ao longo do dia.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

No Rio Grande do Sul, o tempo volta a ficar instável em grande parte do estado, com pancadas de chuva moderadas a fortes nas Missões, região central, noroeste, norte, vales e serra. Há risco de temporais isolados no planalto e no noroeste. No litoral, os ventos ficam mais intensos, com rajadas entre 40 km/h e 50 km/h.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Em Santa Catarina e Paraná, a chuva começa pela manhã e ganha força à tarde. Há risco de temporais com raios, ventos e volumes elevados, sobretudo no Oeste catarinense e no Centro-Sul do Paraná. Curitiba e Florianópolis devem registrar chuva forte e persistente. Apenas o norte do Paraná deve seguir com tempo firme e calor intenso.

No Sudeste, predomina o tempo aberto. A exceção é o Sul de São Paulo, a Zona da Mata e o Sul de Minas Gerais, além de trechos do litoral do Espírito Santo, onde podem ocorrer pancadas de chuva isoladas à tarde, com risco de raios e trovoadas. No interior paulista e mineiro, o destaque é o calor e a baixa umidade, que pode chegar a níveis de alerta e até emergência.

Enquanto no Centro-Oeste, as instabilidades se concentram no Sul e Oeste de Mato Grosso do Sul e no Oeste e Noroeste de Mato Grosso, com risco de pancadas fortes e temporais isolados. Já em Goiás e no Distrito Federal, o tempo segue firme, com sol, muito calor e baixa umidade do ar à tarde.

Já no Nordeste, os ventos marítimos mantêm a instabilidade no litoral da Bahia ao Rio Grande do Norte. Entre Maceió e Natal, a chuva pode ser mais intensa em alguns momentos. No interior da região, o predomínio é de sol, calor e ar seco.

E no Norte, temporais atingem Amazonas, Rondônia e Acre já pela manhã, além do Oeste do Pará e Roraima. As pancadas podem ser fortes, mas isoladas. No Amapá e Tocantins, o tempo continua quente e seco.



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