terça-feira, abril 21, 2026

Autor: Redação

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Baixa oferta mantém cotação da mandioca em alta



A baixa umidade dos solos na maior parte das regiões segue dificultando a colheita da mandioca e, consequentemente, a oferta da raiz. Foi isso o que acompanharam os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Além disso, muitos produtores estão afastados das vendas, devido à menor rentabilidade. Nesse cenário, fecularias e farinheiras registraram, ao longo da semana passada, moagem aquém do esperado, e os preços da raiz continuaram em alta. 

No mercado de fécula, houve maior movimentação em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Compradores estiveram mais ativos na recomposição e manutenção de estoques, aumentando o interesse por lotes maiores do derivado.

Para a farinha, a procura pelo produto também aumentou na semana passada, mas a baixa produção e os estoques curtos limitaram os volumes efetivamente negociados.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Sidrolândia abre a safra de soja 25/26 com presença de 1,2 mil pessoas



Na última sexta-feira (3), a cidade de Sidrolândia, em Mato Grosso do Sul, foi anfitriã da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2025/26, em um evento que reuniu cerca de 1.200 pessoas na Fazenda Recanto, do Grupo Trevo. O encontro marcou o início oficial da nova safra e destacou tanto os desafios quanto as oportunidades do setor. Caso você não tenha conseguido comparecer ou não deu tempo de acompanhar o encontro, acesse o link.

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Para Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil e parceiro do projeto Soja Brasil, a parceria com o Canal Rural é fundamental para levar informação de qualidade ao produtor. Ele reforçou que esta safra será marcada por obstáculos, também relacionados ao acesso ao crédito, mas ressaltou a capacidade de resiliência do agricultor brasileiro.

”O produtor rural é desafiador e criativo. Ele vai encontrar saídas, aproveitar os melhores momentos e alcançar bons resultados em suas propriedades”, afirmou o presidente.

O presidente do Sindicato Rural de Sidrolândia, Paulo Stefanello, comemorou a realização do evento no município e ressaltou a contribuição da chuva para o início da safra. Segundo ele, a precipitação recente trouxe ânimo e confiança aos produtores. ”Esperamos uma boa produção, preços melhores e, consequentemente, maior rentabilidade. Que Deus nos ajude a ter uma ótima safra de soja 2025/26”, afirmou.

O anfitrião do evento, Lúcio Basso, proprietário da Fazenda Recanto, também destacou a importância da chuva após quase 90 dias de estiagem. “Foi muito bem-vinda. Agora sim vamos iniciar o plantio com umidade no solo e segurança. Só temos a agradecer ao Canal Rural, à Aprosoja Brasil e MS, e a todos que participaram da organização”, ressaltou.

Além de painéis e discursos, o evento contou com programação cultural, incluindo almoço e show, celebrando o início de mais uma temporada do grão mais importante do agronegócio brasileiro.



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Preços dos feijões voltam a cair em algumas praças



Após apresentar avanços mais expressivos na segunda quinzena de setembro, os preços dos feijões carioca e preto recuaram em algumas regiões. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

No geral, a liquidez está mais limitada neste começo de outubro. Segundo pesquisadores do instituto, a pressão sobre os valores vem da posição mais retraída dos compradores, que se mostram abastecidos para o curto prazo. Estes, agora, estão à espera de um melhor ritmo das vendas para retomar as aquisições da matéria-prima.

No campo, a Conab apontou que, até 27 de setembro, o plantio da primeira safra 2025/26 brasileira de feijão somava 12,8% da área prevista. 

O Rio Grande do Sul liderava as atividades, com 29% da área semeada, seguido por Paraná (28%), Santa Catarina (25,9%) e Minas Gerais (1,5%, em regiões sem vazio sanitário).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Estimativas para inflação e dólar recuam mais uma vez



As expectativas do mercado financeiro para 2025 mostram leve melhora nas projeções de inflação e câmbio, enquanto o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) permanece estável. Os dados constam no Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central, com base nas estimativas de mais de uma centena de instituições financeiras.

Inflação em leve queda

A mediana das estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano passou de 4,81% para 4,80%, registrando a segunda queda consecutiva. Para 2026, a projeção foi mantida em 4,28%.

A taxa básica de juros, a Selic, continua estimada em 15% ao ano, sem alterações nas últimas quatro semanas.

Câmbio recua e PIB mantém ritmo

A projeção para o dólar no fim de 2025 caiu de R$ 5,48 para R$ 5,45, também a segunda redução consecutiva. Para 2026, a expectativa passou de R$ 5,58 para R$ 5,53.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), as expectativas seguiram estáveis. O mercado projeta alta de 2,16% em 2025 e 1,80% em 2026.

Expectativas fiscais e externas

A projeção para o resultado primário do setor público melhorou levemente, passando de déficit de 0,51% para 0,50% do PIB. A dívida líquida foi ajustada de 65,80% para 65,76% do PIB.

No setor externo, o saldo da balança comercial foi reduzido de US$ 64,60 bilhões para US$ 64,40 bilhões, enquanto o déficit em conta corrente aumentou de US$ 68,32 bilhões para US$ 68,16 bilhões.



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Embarques do milho avançam em setembro



As exportações brasileiras de milho se intensificaram em setembro, com o volume escoado na parcial do mês já superando em 3% o total do mesmo período de 2024. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, a melhora no ritmo de embarque se deve a negócios feitos antecipadamente, tendo em vista que a liquidez nos portos está mais lenta. 

Por sua vez, a lentidão nos portos se deve ao fato de os preços em Paranaguá (PR) e em Santos (SP) estarem operando bem próximos aos praticados no mercado nacional, reduzindo. Dessa forma, o interesse de vendedores em novas efetivações para exportação. 

De acordo com dados da Secex, as exportações em setembro somaram 6,6 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo mês do ano passado. Na safra 2024/25, os embarques totalizam 18,8 milhões de toneladas, 4% abaixo do volume escoado no mesmo período de 2024. 

Para as próximas semanas, pesquisadores do Cepea indicam que o ritmo de embarques pode voltar a diminuir. Isso porque o cereal brasileiro deve enfrentar uma forte competição com a entrada da safra recorde do Estados Unidos.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Feijão-de-vagem mantém alta produtividade



Feijão-de-vagem tem preço entre R$ 8 e R$ 10 no RS



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (2) pela Emater/RS-Ascar, o cultivo de feijão-de-vagem na região administrativa de Lajeado, no município de Feliz, está próximo do encerramento da produção. O preço do quilo da hortaliça tem variado entre R$ 8,00 e R$ 10,00.

Segundo o Censo Olerícola de 2025, a cultura ocupa 60,95 hectares distribuídos em 146 unidades produtivas, com produtividade de 13.294 quilos por hectare. Entre os principais municípios produtores estão Bom Princípio, Vale Real, São Sebastião do Caí, Feliz e Linha Nova.





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Soja bate recorde de volume exportado no mês de setembro



As exportações brasileiras de soja atingiram em setembro volume recorde para o mês, sendo impulsionadas pela firme demanda externa. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Em setembro/25, o país embarcou 6,5 milhões de toneladas do grão, recorde histórico para o mês e 6,6% acima do escoado em setembro/24, segundo dados parciais da Secex. Frente a agosto, no entanto, houve retração de 30,3%, movimento típico do segundo semestre, quando os estoques nacionais são menores. 

Além disso, segundo pesquisadores do Cepea, a maior disponibilidade de soja na Argentina limitou parte dos embarques brasileiros em setembro. Ainda assim, de janeiro a setembro, o Brasil exportou 93 milhões de toneladas, recorde para o período.

Mesmo com a firme demanda pelo grão brasileiro, o clima segue no radar dos produtores. O avanço da semeadura da safra 2025/26 no Paraná vem contrastando com o ritmo ainda lento das atividades no Centro-Oeste e Sudeste, devido à falta de chuvas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Após dois meses de tarifaço, Alckmin vê avanço nas negociações com os EUA



O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que é também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, afirmou no sábado (4), em Brasília, que houve novos avanços na redução de tarifas do governo dos Estados Unidos (EUA) sobre produtos brasileiros. Isso ocorreu, observou, após o rápido encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente norte-americano, Donald Trump, durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, no fim de setembro.

“Depois da conversa do presidente Lula com o presidente Trump, esta semana, segunda-feira (29), alguns produtos, como madeira macia e serrada, [que] estavam em 50%, passaram para 10%. Armário, móveis, sofá, tem ali o detalhamento dos produtos, estava em 50%, passaram para 25%. E o que é a Seção 232 [da Lei de Comércio dos EUA]? Nós e o mundo estamos iguais. Então, quando você fala armário, móvel, é 25% para o Brasil e para o mundo todo, você não perde competitividade”, afirmou Alckmin durante visita a uma concessionária de automóveis na capital federal. Segundo ele, a retirada desses produtos do tarifaço de 50% significa exclusão de US$ 370 milhões em produtos brasileiros exportados.

A Seção 232 da Lei de Expansão Comercial norte-americana, mencionada por Alckmin, é usada pelo país para taxar todos os países de forma simultânea.

“Eu acho que o encontro do presidente Lula com o presidente Trump em Nova York foi importante, foi um primeiro passo e temos muita convicção de que teremos próximos passos aí. Não há razão para manter essa tarifa, já que os Estados Unidos são superavitários na relação comercial conosco. Eles vendem mais pra gente do que nós para eles”, acrescentou Alckmin.

O vice-presidente tem sido o principal interlocutor brasileiro junto ao governo dos EUA e vem mantendo diálogo direto com o secretário de Comércio do país norte-americano, Howard Lutcnick, com quem conversou esta semana.

Lula e Trump ainda devem ter um encontro virtual ou presencial, em data a ser anunciada. Foi o que ambos combinaram após o encontro em Nova York, há duas semanas.



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quando a ganância vira crime contra a vida


O Brasil assiste, em tempo real, a um surto de intoxicação por metanol em bebidas falsificadas. O Ministério da Saúde registra até agora mais de 200 casos suspeitos, sendo que a maioria em São Paulo, e orientou estados e municípios a notificarem imediatamente os casos suspeitos, montando sala de situação nacional. Já há 2 mortes confirmadas e outras 13 sob investigação. 

Enquanto as vítimas lotam hospitais, laboratórios clandestinos seguem ativos. Em Brasília, a polícia descobriu um esquema de falsificação que abastecia bares com rótulos reaproveitados e líquidos desconhecidos retrato de uma cadeia criminosa que vai da fábrica ilegal ao balcão.

O pano de fundo é um mercado paralelo gigantesco. Entidades do setor estimam que mais de um terço das bebidas alcoólicas vendidas no país sejam ilegais ou falsificadas. Se apenas parte disso contiver metanol, a tragédia sanitária está dada. 

O metanol é um álcool industrial, não próprio para consumo humano. No organismo, ele se transforma em ácido fórmico, que causa cegueira, lesões no sistema nervoso central, acidose metabólica e pode levar à morte. Os sintomas iniciais confundem: náusea, vômito, dor de cabeça e tontura; horas depois, surgem visão turva, dor ocular, confusão, convulsões e parada respiratória. Sem tratamento rápido, as sequelas podem ser irreversíveis. 

A OMS já alertou que surtos por bebidas adulteradas com metanol têm altas taxas de letalidade e podem sobrecarregar hospitais. Não é novidade, é omissão acumulada. 

Há duas responsabilidades inescapáveis:

  1. Poder público. As evidências de risco estavam na mesa. Era dever da vigilância sanitária, das polícias e dos Procons fechar rotas de falsificação, rastrear embalagens, reforçar inspeções e comunicar a população com rapidez. Se chegamos a um surto com mortos, falhou a prevenção. Agora, o mínimo é manter a sala de situação, padronizar protocolos, ampliar testagem e garantir antídotos (fomepizol/etanol hospitalar). 
  2. Elos do comércio. Há bares, distribuidores e “marreteiros” que compram barato sabendo da origem ilícita, reutilizam garrafas e servem “drinques” que não poderiam ser chamados de bebidas. Isso é crime contra as relações de consumo e contra a vidanão “erro”. É uma cadeia criminosa que fatura com morte e cegueira.

O que mudar tem que mudar

  • Tolerância zero e fechamento sumário. Autuação com interdição imediata de pontos de venda que comercializem produtos sem procedência ou com indícios de adulteração; lacração do estoque e comunicação instantânea à polícia e ao Ministério Público. (Base em precedentes de operações que qualificam o ato como crime contra as relações de consumo.) 
  • Rastreamento na garrafa. Tornar obrigatório o uso de selos invioláveis e códigos de verificação pública (QR) por lote, com checagem via app do consumidor; multas progressivas para quem vender garrafas vazias a terceiros. (A OMS recomenda gestão de risco e medidas de controle em surtos de metanol.) 
  • Pena dura e efeito dissuasório. Tipificar qualificadoras quando a falsificação envolver substância tóxica com risco à vida, elevando penas de reclusão e prevendo fechamento definitivo e perda do CNPJ para reincidentes.
  • Repressão de cadeia. Prioridade policial para fábricas clandestinas, rotas de rótulos/garrafas e provedores de insumos; integração com Receita, fazendas estaduais e prefeituras.
  • Saúde preparada. Estoques regionais de antídoto (fomepizol) e protocolos para hemodiálise precoce em casos graves; campanha de comunicação com sinais de alerta e mapa oficial de unidades aptas. (O Ministério já sinalizou ações e compras de antídotos; é preciso capitalizar.como reconhecer risco e agir
    • Desconfie de “promoções” absurdas e de bebida servida fora da embalagem original sem lacre intacto. Garrafas com rótulo desalinhado, tampa frouxa ou sem selo oficial são alertas. (Órgãos internacionais lembram que metanol é inodoro e pode “passar” por álcool comum, a suspeita precisa ser visual e de procedência.
    • Sintomas de alerta (até 24h): dor de cabeça intensa, náusea, tontura, visão borrada, dor ocular, confusão. Procure emergência imediatamente e informe “suspeita de metanol”. O risco de cegueira e morte aumenta com o atraso terapêutico.
    • Denuncie ao Procon/Polícia Civil estabelecimentos que vendem bebida sem procedência ou reutilizam garrafas.

Não estamos diante de “casos isolados”, mas de uma economia do veneno: falsificação em escala, comercial conivente e fiscalização tardia. O resultado são brasileiros cegos, famílias destruídas e mortes evitáveis. A resposta precisa ser rápida e exemplar: fechamento definitivo de estabelecimentos flagrados, cadeia para fabricantes e penas duríssimas para quem lucra com metanol. O Estado deve fazer sua parte, com rigor, inspeção e antídotos à mão, mas a sociedade também: não compre o barato que custa vidas.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Brasil tem 209 casos suspeitos de intoxicação por metanol


O Brasil tem 209 casos em investigação de intoxicação por metanol após ingestão de bebida alcoólica, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde neste domingo (5).

Em todo o país, são 16 casos confirmados – 14 em São Paulo e 2 no Paraná.  As informações são enviadas pelos estados e consolidadas pelo Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde Nacional (CIEVS). 

O estado de São Paulo responde pela maioria das notificações, com 14 casos confirmados e 178 em investigação.

Ao todo, 13 estados tem casos notificados – Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Paraná, Rondônia, São Paulo, Piauí, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraíba e Ceará. Os estados da Bahia e do Espírito Santo tiveram os casos registrados descartados. Já o Ceará notificou o primeiro caso suspeito.  

Até o momento, o país tem 15 registros de óbitos, com duas mortes confirmadas no estado de São Paulo. As demais mortes (13) estão em investigação.

  • 7, em São Paulo,
  • 3, em Pernambuco,
  • 1, no Mato Grosso do Sul,
  • 1, em Paraíba,
  • 1, no Ceará.

 As informações consideram os registros enviados pelos estados até as 16h deste domingo (5) e estão sujeitas a atualizações locais.

Antídoto

O Ministério da Saúde informou também que iniciou a distribuição de etanol farmacêutico, antídoto utilizado no tratamento de intoxicações por metanol, aos estados que formalizaram pedido de reforço de estoque.

Nesta primeira remessa, foram enviadas 580 ampolas a cinco estados:

  • 240 para Pernambuco,
  • 100 para o Paraná,
  • 90 para a Bahia,
  • 90 para o Distrito Federal,
  • 60 para Mato Grosso do Sul.

As unidades distribuídas fazem parte das 4,3 mil ampolas entregues aos estoques dos Sistema Único de Saúde (SUS) pelos hospitais universitários federais, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Emergência 

A intoxicação por metanol é uma emergência médica de extrema gravidade. A substância, quando ingerida, é metabolizada no organismo em produtos tóxicos (como formaldeído e ácido fórmico), que podem levar à morte.

Os principais sintomas da intoxicação são: visão turva ou perda de visão (podendo chegar à cegueira) e mal-estar generalizado (náuseas, vômitos, dores abdominais, sudorese).

Em caso de identificação dos sintomas, busque imediatamente os serviços de emergência médica e contate pelo menos uma das instituições a seguir:

Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001;

CIATox da sua cidade para orientação especializada; 

Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI): (11) 5012-5311 ou 0800-771-3733 – de qualquer lugar do país;

É importante identificar e orientar possíveis contatos que tenham consumido a mesma bebida, recomendando que procurem imediatamente um serviço de saúde para avaliação e tratamento adequado.

A demora no atendimento e na identificação da intoxicação aumenta a probabilidade do desfecho mais grave, com o óbito do paciente.



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