terça-feira, abril 21, 2026

Autor: Redação

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Embarques de milho crescem com contratos antecipados



Até o 20º dia útil de setembro, o Brasil exportou 6,6 milhões de toneladas de milho



Foto: USDA

As exportações brasileiras de milho avançaram em setembro de 2025 e já superam em 3% o volume registrado no mesmo mês de 2024, segundo o Cepea. A expectativa, porém, é de desaceleração nas próximas semanas.

Embarques de milho crescem com contratos antecipados

Dados da Secex mostram que, até o 20º dia útil de setembro, o Brasil exportou 6,6 milhões de toneladas de milho — volume superior ao do mesmo período de 2024. O resultado é reflexo de negócios realizados anteriormente, segundo o Cepea, já que a liquidez nos portos está limitada.

Os preços pagos em Paranaguá (PR) e Santos (SP) operam em patamares próximos aos do mercado interno, reduzindo o apetite de novos vendedores para exportação. Essa paridade de preços tem travado negociações de última hora.

Acumulado da safra ainda está abaixo do ano passado

Mesmo com o avanço em setembro, os números acumulados da safra 2024/25 ainda indicam queda. Entre fevereiro e a parcial de setembro, foram embarcadas 18,8 milhões de toneladas de milho, 4% a menos que no mesmo intervalo de 2024.

Risco de queda nos embarques com safra dos EUA

A tendência é que o ritmo de exportações brasileiras desacelere nas próximas semanas. A entrada da safra recorde dos Estados Unidos no mercado internacional deve acirrar a concorrência, pressionando os preços e o volume embarcado pelo Brasil.





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Trump classifica conversa com Lula como ‘muito boa’ e fala em futuras reuniões


Após conversar com uma Lula por vídeo chamada na manhã desta segunda-feira (6), o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua rede social, Truth Social, que a conversa com o chefe de Estado brasileiro foi muito boa. O líder norte-americano ainda disse que a conversa teve como foco a economia e o comércio entre os dois países e que novas reuniões entre eles devem acontecer em breve.

Publicação feita por Donald Trump na Truth Social sobre conversa com Lula

“Nesta manhã, eu fiz uma chamada telefônica muita boa com o presidente Lula, do Brasil. Nós discutimos muitas coisas, mas a conversa focou principalmente na economia e no comércio entre os dois países”, declarou o norte-americano. “Nós teremos futuras discussões e nos reuniremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Eu gostei da ligação — nossos países irão muito bem juntos!”.

Retirada das sobretaxas

Por meio de nota, o Palácio do Planalto se manifestou sobre a conversa entre Lula e Trump. Segundo o comunicado , o presidente brasileiro solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

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Ainda de acordo com a nota, o Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Também durante o telefonema, Lula e Trump combinarma de se reunir pessoalmente em breve.

O presidente brasileiro sugeriu para o líde norte-americano de realizar o encontro na Cúpula da Asean, na Malásia, que será realizada no fim do mês.



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Plantio de soja avança no Brasil, mas La Niña pode comprometer safra; o que esperar?



O mercado de soja encerrou a primeira semana de outubro influenciado por fatores externos e internos. Enquanto nos Estados Unidos o anúncio de Donald Trump sobre negociações com a China trouxe algum alívio às cotações em Chicago, o impasse político que levou ao shutdown do governo aumentou a volatilidade do dólar e a cautela dos agentes.

Segundo a plataforma Grão Direto, no Brasil, o destaque foi o avanço do plantio da safra 2025/26, ainda marcado pela irregularidade climática e pela expectativa de uma produção recorde.

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Saiba detalhes do mercado de soja

O mercado da soja acompanhou declarações do ex-presidente norte-americano Donald Trump, que afirmou discutir o tema com Xi Jinping em quatro semanas e sinalizou que parte das tarifas aplicadas à China será destinada ao apoio de produtores norte-americanos. O anúncio trouxe leve otimismo às cotações em Chicago.

Shutdown nos EUA

Pela primeira vez em quase sete anos, os Estados Unidos entraram em shutdown devido à falta de acordo sobre o orçamento de 2026. A paralisação afetou serviços públicos e funcionários federais, aumentando a volatilidade no dólar e gerando incertezas adicionais ao mercado de commodities.

Plantio de soja avança no Brasil

Com o fim do vazio sanitário em praticamente todos os estados produtores, o plantio da safra 2025/26 ganhou ritmo, principalmente no Paraná, Mato Grosso e Goiás. Apesar disso, os agricultores seguem atentos às condições climáticas e ao cenário internacional.

Nos preços, a semana foi marcada por oscilações moderadas. Em Chicago, o contrato de soja para novembro/25 encerrou a US$ 10,17 por bushel, com alta de 0,30% na semana. Já o contrato para março/26 avançou 0,19%, fechando a US$ 10,51 por bushel. Por sua vez, o dólar recuou 0,19%, encerrando cotado a R$ 5,33, o que pressionou as cotações internas em diversas regiões do Brasil.

O que esperar?

Agora, a atenção se volta ao plantio da commodity, pois o ritmo de semeadura começa a se intensificar. Em Mato Grosso, as chuvas recentes melhoraram a umidade do solo e incentivaram o avanço das máquinas.

No Sul, Santa Catarina atingiu 2,3% da área e o Paraná chegou a 11%. Já em São Paulo (3,4%) e no Mato Grosso do Sul, a atividade segue mais restrita devido à irregularidade das chuvas.

Clima

A semana deve manter tempo seco em boa parte do país, com chuvas concentradas no Paraná e Santa Catarina. A perspectiva de La Niña preocupa, pois pode comprometer o desenvolvimento das lavouras e colocar em risco a projeção de safra recorde.

Exportações de soja

O Brasil já embarcou 101,4 milhões de toneladas de soja em 2025, um volume histórico segundo Secex e Anec. A China segue como principal destino, respondendo por cerca de 75% das compras.

No entanto, a competitividade aumentou. Com a suspensão temporária das retenções na Argentina, a soja do país vizinho passou a ser oferecida a preços mais baixos, especialmente para novembro, pressionando os prêmios da soja brasileira e reduzindo preços internos.

Possíveis consequências do shutdown

O bloqueio do governo dos EUA traz impactos diretos no câmbio e na disponibilidade de dados econômicos, fundamentais para orientar os preços agrícolas. Para o Brasil, um dólar mais fraco pode significar menor ganho em reais nas exportações, mas também redução nos custos de importação de insumos.

No curto prazo, as cotações em Chicago tendem a permanecer próximas de US$ 10,00 por bushel, enquanto no Brasil a expectativa é de relativa estabilidade, com o câmbio atuando como fator de compensação.



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Tempo seco e calor extremo elevam risco de incêndios em São Paulo



A Defesa Civil de São Paulo alerta que o risco de incêndios em vegetação permanece alto em quase todo o estado. As condições típicas da estiagem seguem críticas e demandam atenção intensificada das equipes municipais e estaduais.

No último domingo (5), grandes áreas do estado estavam em nível de emergência (roxo), com destaque para as regiões de Ribeirão Preto, Bauru, Araraquara e Presidente Prudente.

O nível de alerta (vermelho) se concentrava no Vale do Paraíba, na Região Metropolitana de São Paulo e no litoral sul, onde a baixa umidade e os ventos constantes ampliavam o risco de propagação do fogo.

Nesta segunda-feira (6), o cenário segue preocupante, com a expansão das áreas em nível de emergência para além do interior paulista.

Além das regiões noroeste, centro e oeste que abrangem municípios como Barretos, Araçatuba, São José do Rio Preto, Marília, Assis, Bauru e Presidente Prudente, o nível crítico também alcançou a faixa leste, incluindo parte do Vale do Paraíba, a Região Metropolitana e trechos do litoral norte.

O nível de alerta permanece ao longo do litoral, onde a vegetação seca, as altas temperaturas e a baixa umidade relativa do ar criam condições favoráveis à propagação de incêndios.

Na terça-feira (7), há previsão de leve redução das áreas em emergência, com avanço dos níveis de alerta (vermelho) e alto (laranja) sobre o centro e oeste do estado, especialmente nas regiões de Bauru, Piracicaba, Marília e Presidente Prudente. Apesar dessa pequena melhora, o risco segue elevado e requer monitoramento constante.

Atenção máxima

A Defesa Civil reforça que todo o estado segue em atenção máxima. A população deve evitar o uso do fogo para limpeza de terrenos ou descarte de lixo e acionar imediatamente as autoridades locais ao identificar fumaça ou focos de incêndio.



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Lula pede retirada de sobretaxa e combina reunião presencial com Trump



O Palácio do Planalto confirmou, por meio de nota à imprensa, o telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na manhã desta segunda-feira (6).

Segundo o comunicado, durante a conversa, que durou cerca de meia hora, o presidente brasileiro solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais, além da suspensão das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

Ainda de acordo com a nota, Trump designou o secretário de Estado, Marco Rubio, para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Durante o telefonema, Lula e Trump também acertaram um encontro presencial. O presidente brasileiro sugeriu que a reunião ocorra durante a Cúpula da ASEAN, na Malásia, prevista para o fim do mês.

Encontro na ONU

A conversa entre os dois chefes de Estado ocorre após um breve encontro durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada no mês passado, em Nova York. Na ocasião, Trump afirmou em discurso que havia combinado com Lula de conversar posteriormente e elogiou o presidente brasileiro.

“Eu estava entrando no plenário da ONU, e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Mas ele pareceu um cara muito legal. Ele gostou de mim, e eu gostei dele”, disse Trump.



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ajuda de Trump aos agricultores pode demorar até início de 2026



A ajuda anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aos agricultores americanos, especialmente os de soja, estimada pela imprensa entre US$ 10 bilhões e US$ 14 bilhões, pode levar até dezembro ou início de 2026 para chegar aos produtores. A estimativa é da consultoria AgResource.

O valor foi reportado pelo Wall Street Journal e outros veículos de imprensa americanos. Segundo o presidente da AgResource, Dan Basse, o governo dos Estados Unidos dispõe de apenas US$ 3 bilhões em um fundo emergencial para a agricultura. Ele avaliou que uma alternativa seria recorrer às tarifas aplicadas sob a Seção 301, mas ressaltou que qualquer repasse desse tipo dependeria de aprovação do Congresso.

Pagamento inviável

Em vídeo divulgado na última sexta-feira (3), o presidente da consultoria afirmou que fontes em Washington indicam ausência de mecanismos para tornar viável o pagamento no curto prazo, situação agravada pela paralisação do governo federal, que completa o terceiro dia.

“Se você está pensando em usar essa ajuda para financiar a armazenagem da safra, acho que vai levar muito mais tempo do que esperamos para esse dinheiro chegar aos agricultores”, disse.

Com o governo fechado desde 1º de outubro, serviços e anúncios do Departamento de Agricultura (USDA) tiveram impacto, o que atrasa a busca por soluções. “A notícia saiu porque Trump quer mostrar aos chineses que o governo dos Estados Unidos apoia o agricultor americano. Concordo com isso. Mas também nos diz que o governo não está otimista de que um acordo será fechado com a China”, afirmou.



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Brasil vira fornecedor de países que exportam carne bovina aos Estados Unidos



O Brasil ganhou protagonismo em uma nova dinâmica do comércio internacional de carnes. Países vizinhos, como o Paraguai, têm utilizado o produto brasileiro para abastecer seus mercados internos. Com isso, as exportações de carne bovina local para os Estados Unidos são ampliadas. A prática é conhecida como arbitragem ou “triangulação”.

Segundo Lygia Pimentel, diretora da Agrifatto, essa movimentação não fere acordos comerciais, mas ajuda a manter o fluxo global de exportações. “Na prática, o Paraguai pode comprar carne brasileira para consumo doméstico e exportar a sua própria carne para os Estados Unidos, aproveitando os bons preços do Brasil para não reduzir o estoque interno”, explica.

De acordo com dados da Agrifatto, os embarques de carne bovina do Brasil para o mercado paraguaio aumentaram 55% no acumulado de 2025 frente ao mesmo período de 2024. Porém, entre julho e agosto, o volume exportado saltou para 178%.

Competitividade sustenta exportações brasileiras

O movimento de arbitragem ocorre em um momento em que o Brasil deve atingir o maior volume mensal de exportações de carne bovina em setembro. Até a quarta semana do mês passado, foram embarcadas 294,7 mil toneladas da proteína, um recorde da série histórica. Os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) confirmam que o país ampliou as vendas mesmo fora do mercado norte-americano e enfrentando o tarifaço.

Para Pimentel, o resultado também consolida o país como o fornecedor de carne bovina mais competitivo do mundo. Segundo ela, os preços são 24% mais baixos que a média global. “O país está exportando muito porque possui a carne mais barata do mundo. Essa competitividade tem sustentado as vendas apesar das barreiras comerciais”, afirma.

Além disso, a analista destaca que o desempenho reflete a capacidade de o país diversificar mercados e se manter relevante no comércio internacional, mesmo sem acesso direto aos Estados Unidos.

Oportunidade para o mercado brasileiro

Diante disso, a diretora da Agrifatto afirma que essa “é uma enorme oportunidade” para os pecuaristas brasileiros e o mercado nacional como um todo. Para Pimentel, o bom momento das exportações chega em meio a uma oferta recorde de animais para abate, resultado da fase de liquidação de fêmeas do ciclo pecuário.

Se por um lado esse aumento da disponibilidade de carne poderia pressionar os preços pagos ao produtor, por outro, a demanda global tem funcionado como válvula de escape. “Não fosse a demanda externa aquecida e os baixos preços brasileiros, seria mais difícil escoar esse excedente. A arbitragem tem sido uma oportunidade importante para equilibrar o mercado durante esse período de oferta abundante”, afirma.



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Brasil vira fornecedor de países que exportam carne bovina aos Estados Unidos



O Brasil ganhou protagonismo em uma nova dinâmica do comércio internacional de carnes. Países vizinhos, como o Paraguai, têm utilizado o produto brasileiro para abastecer seus mercados internos. Com isso, as exportações de carne bovina local para os Estados Unidos são ampliadas. A prática é conhecida como arbitragem ou “triangulação”.

Segundo Lygia Pimentel, diretora da Agrifatto, essa movimentação não fere acordos comerciais, mas ajuda a manter o fluxo global de exportações. “Na prática, o Paraguai pode comprar carne brasileira para consumo doméstico e exportar a sua própria carne para os Estados Unidos, aproveitando os bons preços do Brasil para não reduzir o estoque interno”, explica.

De acordo com dados da Agrifatto, os embarques de carne bovina do Brasil para o mercado paraguaio aumentaram 55% no acumulado de 2025 frente ao mesmo período de 2024. Porém, entre julho e agosto, o volume exportado saltou para 178%.

Competitividade sustenta exportações brasileiras

O movimento de arbitragem ocorre em um momento em que o Brasil deve atingir o maior volume mensal de exportações de carne bovina em setembro. Até a quarta semana do mês passado, foram embarcadas 294,7 mil toneladas da proteína, um recorde da série histórica. Os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) confirmam que o país ampliou as vendas mesmo fora do mercado norte-americano e enfrentando o tarifaço.

Para Pimentel, o resultado também consolida o país como o fornecedor de carne bovina mais competitivo do mundo. Segundo ela, os preços são 24% mais baixos que a média global. “O país está exportando muito porque possui a carne mais barata do mundo. Essa competitividade tem sustentado as vendas apesar das barreiras comerciais”, afirma.

Além disso, a analista destaca que o desempenho reflete a capacidade de o país diversificar mercados e se manter relevante no comércio internacional, mesmo sem acesso direto aos Estados Unidos.

Oportunidade para o mercado brasileiro

Diante disso, a diretora da Agrifatto afirma que essa “é uma enorme oportunidade” para os pecuaristas brasileiros e o mercado nacional como um todo. Para Pimentel, o bom momento das exportações chega em meio a uma oferta recorde de animais para abate, resultado da fase de liquidação de fêmeas do ciclo pecuário.

Se por um lado esse aumento da disponibilidade de carne poderia pressionar os preços pagos ao produtor, por outro, a demanda global tem funcionado como válvula de escape. “Não fosse a demanda externa aquecida e os baixos preços brasileiros, seria mais difícil escoar esse excedente. A arbitragem tem sido uma oportunidade importante para equilibrar o mercado durante esse período de oferta abundante”, afirma.



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Lula conversa com Trump sobre tarifaço por videoconferência



De acordo com informações do G1 e do UOL, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por videoconferência, na manhã desta segunda-feira (6), com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A reunião começou por volta das 10h30 e durou cerca de meia hora.

Lula participou da videoconferência do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação).

Na avaliação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a conversa foi positiva. O principal assunto tratado no encontro foi o tarifaço imposto pela administração Trump ao Brasil desde agosto.

Encontro na ONU

A conversa entre os dois chefes de Estado ocorre após um breve encontro durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada no mês passado, em Nova York. Na ocasião, Trump afirmou em discurso que havia combinado com Lula de conversar posteriormente e elogiou o presidente brasileiro.

“Eu estava entrando no plenário da ONU, e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Mas ele pareceu um cara muito legal. Ele gostou de mim, e eu gostei dele”, disse Trump.



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Baixa oferta mantém cotação da mandioca em alta



A baixa umidade dos solos na maior parte das regiões segue dificultando a colheita da mandioca e, consequentemente, a oferta da raiz. Foi isso o que acompanharam os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Além disso, muitos produtores estão afastados das vendas, devido à menor rentabilidade. Nesse cenário, fecularias e farinheiras registraram, ao longo da semana passada, moagem aquém do esperado, e os preços da raiz continuaram em alta. 

No mercado de fécula, houve maior movimentação em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Compradores estiveram mais ativos na recomposição e manutenção de estoques, aumentando o interesse por lotes maiores do derivado.

Para a farinha, a procura pelo produto também aumentou na semana passada, mas a baixa produção e os estoques curtos limitaram os volumes efetivamente negociados.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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