terça-feira, abril 21, 2026

Autor: Redação

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Estado brasileiro inicia plantio de soja com previsão de safra 57% maior; saiba qual



Com a abertura oficial do plantio da safra de soja 2025/26, iniciada em 1º de outubro e prevista até 28 de janeiro de 2026, a expectativa é colher 21,4 milhões de toneladas no Rio Grande do Sul, segundo a Emater/RS-Ascar. O volume 57% é superior à safra anterior, de 13,64 milhões de toneladas.

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De acordo com a projeção, a área cultivada deve chegar a 6,74 milhões de hectares, uma leve redução de 0,8% em comparação ao ciclo passado. A produção final, no entanto, dependerá das condições climáticas no Estado.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Giovani Brum, destacou a resiliência dos produtores gaúchos diante das adversidades do campo. Para ele, esta safra traz a expectativa de recuperação da produtividade e de retomada do protagonismo do estado na produção nacional. O secretário da Casa Civil, Artur Lemos, também esteve presente no evento.

Segundo a Radiografia da Agropecuária Gaúcha 2025 (RAG), os principais municípios no cultivo irrigado são São Borja, Cruz Alta, São Luiz Gonzaga, Santa Bárbara do Sul e Boa Vista do Cadeado. Já no cultivo de sequeiro, destacam-se Palmeira das Missões, Dom Pedrito, Vacaria, Cachoeira do Sul e São Gabriel.

Exportações de soja no RS

Em 2024, o Rio Grande do Sul exportou US$ 6,33 bilhões em produtos do complexo soja, consolidando-se como o terceiro maior exportador do país. A China segue como principal destino (56% das vendas externas), seguida por Irã (7,2%), Coreia do Sul e Índia (3,7% cada) e Iraque (3,1%).



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Tilápia a partir de R$ 14,99/kg é destaque em festival de mercado de peixes



O Mercado de Peixe de Santos inicia nesta terça-feira (7) mais uma edição do Festival da Tilápia. Durante o evento, os consumidores poderão aproveitar descontos especiais na tilápia premium, uma das espécies mais procuradas pela versatilidade no preparo e sabor. O peixe inteiro será vendido a partir de R$ 14,99 o quilo por 20 comerciantes do local.

A promoção vai até 12 de outubro. Atualmente, o quilo da tilápia custa entre R$ 20 e R$ 24, variando de acordo com o tamanho e o tipo.

De acordo com o coordenador do mercado, Paulo Carvalhal, muitos clientes pedem que os festivais sejam realizados com frequência. Desta vez, o destaque é a tilápia, muito aguardada por todos.

Rica em vitaminas D, A e B, a tilápia, espécie de água doce, é vista como agente na prevenção de doenças cardiovasculares, na melhora da saúde de dentes, ossos, e na regeneração de tecidos e músculos.

O Mercado de Peixes funciona de terça a sábado, das 7h as 18h, e aos domingos, das 7h as 17h, na Avenida Mário Covas Júnior, 3.050, em Santos, São Paulo.

Conforme cálculos da Secretaria Turismo, Comércio e Empreendedorismo (Setur), o local recebe em média 300 pessoas por dia e são vendidas cerca de 10 toneladas de pescados.



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AgroNewsPolítica & Agro

La Niña pode levar estiagem ao Centro-Sul em outubro


A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) estimou 71% de probabilidade de desenvolvimento do fenômeno La Niña já em outubro, com possibilidade de persistir até fevereiro de 2026. O evento oceânico, que provoca o resfriamento das águas superficiais do Pacífico, altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do mundo. No Brasil, a ocorrência está associada à estiagem nas regiões Centro-Sul.

O encerramento do vazio sanitário da soja em grande parte das áreas produtoras marca o início do plantio da principal commodity agrícola do país, coincidindo com a previsão de chegada do La Niña. A combinação aumenta o risco de estresse hídrico e redução de produtividade, especialmente em estados como Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul, que podem enfrentar longos períodos de escassez de chuva. O impacto climático também deve afetar o desenvolvimento da safra de milho verão.

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“Caso se confirme, o La Niña vai atuar num período muito importante para o ciclo de produção da safra, pois estamos no início do plantio, momento crucial que impactará mais adiante no enchimento de grãos. Por isso, é importante que os agricultores foquem o manejo no fortalecimento das raízes, para enfrentar desafios térmicos, hídricos e até mesmo fungos”, explica o agrônomo Giovanni Ferreira, desenvolvedor de mercado da Biotrop.

Ferreira aponta que a atenção dos produtores deve incluir o controle de nematoides e outros patógenos que intensificam os efeitos da seca. Esses organismos, ao penetrarem nas raízes, dificultam a absorção de água. “A proteção da planta pode e deve ser feita ainda na semente para que, quando a raiz começar a crescer, ela esteja protegida contra a ação dos nematoides. Dessa maneira, o produtor evita mais um problema além da falta de água”, ressalta Giovanni.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Entre os fungos de solo que podem se agravar com o tempo seco estão a podridão-radicular-seca (Fusarium solani f.sp. phaseoli) e a podridão-de-carvão (Macrophomina phaseolina), que comprometem o desenvolvimento das plantas. Outro fator de risco é a fitotoxicidade, decorrente de misturas inadequadas, dosagens incorretas ou condições desfavoráveis de aplicação de defensivos, que podem causar queima nas folhas e, em casos extremos, levar à morte da planta.

Em cenários de baixa umidade, os efeitos da fitotoxicidade tendem a se intensificar. “A recomendação da Biotrop é que o agricultor utilize soluções que ajudem a planta a otimizar o uso dos recursos hídricos para o seu desenvolvimento. Alguns microrganismos são excelentes para esse fim, como Bacillus Aryabhattai, Bacillus Haynesii e Bacilus Circulans, tríade que compõe a formulação do Bioasis Power”, ressalta o agrônomo.





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Galípolo diz que mercado de trabalho é o mais exuberante em 3 décadas



O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que o mercado de trabalho no Brasil é “o mais exuberante” das últimas três décadas. Disse também que, pelas expectativas do mercado, não se vê a inflação atingindo a meta pelo menos até 2028.

A afirmação foi feita nesta segunda-feira (6) durante palestra proferida no Instituto Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo.

“A série histórica dá a entender que talvez estejamos em pleno emprego. Temos dados bastante fortes do que vem acontecendo [em relação a isso]. A massa salarial e o rendimento médio real têm uma alta bastante acentuada nesse sentido. Então acho que é difícil dizer que a gente não tem, provavelmente, o mercado de trabalho mais exuberante que a gente viu nas últimas três décadas”, disse o presidente do BC.

Galípolo disse, ainda, que para o país continuar crescendo sem ter uma pressão inflacionária, é muito importante que esse crescimento se dê por aumento de produtividade. “Mas por uma produtividade que permita a gente ter uma sustentabilidade, [de forma a termos] uma duração mais longa nesse crescimento”, complementou.

Elevação dos juros

Ele reiterou que a elevação dos juros se deve às pressões inflacionárias. “A gente sabe que 15% é uma taxa de juros elevada, mas percebam a situação que a gente tinha em abril: 57% dos itens que compõem o IPCA estavam superiores ao dobro da meta de inflação”, disse.

“A gente não vê a inflação na meta em nenhum dos horizontes, nem até 2028, pelas expectativas do Focus. É óbvio que o BC tem suas próprias projeções. E a gente incorpora todas essas projeções. Dentro das expectativas do Focus e dentro das nossas projeções, esse é um indicativo de bastante incômodo”, complementou.



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Programa da ABCZ comprova ganhos de desempenho com touros nelore PO



O PMGZ Carne, programa desenvolvido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), acaba de comprovar a superioridade da genética zebuína melhoradora na cadeia produtiva da carne.

Um abate recente de 60 animais da raça nelore da ACN Agropecuária, filhos de 22 touros PO diferentes, registrou médias de desempenho e qualidade que superam amplamente os índices observados no mercado de frigoríficos.

Com apenas 22 meses de idade, o lote de animais em confinamento demonstrou uma performance zootécnica notável, reforçando a eficiência da seleção genética. Confira os dados:

  • Peso Final de Confinamento: 682,22 kg
  • Carcaça: 377,96 kg
  • Arrobas: 25,20 arrobas
  • Rendimento de Carcaça: 58,59%

A média de 25,20 arrobas aos 22 meses está bem acima do padrão do mercado e reforça o potencial de retorno econômico do investimento em genética de ponta.

Qualidade da carcaça e rentabilidade comprovada

Os resultados de qualidade foram analisados pelo professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e consultor da ABCZ, Ricardo Brumatti, que confirmou a superioridade zootécnica e a competitividade econômica do lote. Os indicadores de carcaça reforçam o alto padrão de acabamento e marmoreio:

  • Área de Olho de Lombo (AOL): 99,20 centímetros quadrados
  • Espessura de Gordura Subcutânea (EGP8): 8,13 milímetros
  • Nível de Marmoreio: 2,61

Ricardo Brumatti destaca que, com um custo médio de arroba de R$ 279,84, a ACN Agropecuária alcança indicadores de eficiência entre os melhores do setor. A análise detalhada revelou que o lote superior — correspondente a 30% dos animais — apresentou margens brutas acima de 12%, indicando uma forte oportunidade para a seleção contínua das melhores linhagens e o consequente aumento da rentabilidade.

Para a ABCZ, o resultado da ACN Agropecuária é mais uma evidência da relevância do PMGZ Carne. Segundo a associação, mesmo com a variabilidade genética de 60 animais, filhos de 22 pais diferentes, o ganho de produtividade foi expressivo.

“O PMGZ Carne vem demonstrando na prática os elevados ganhos em produtividade tanto no desempenho zootécnico quanto no romaneio de abate dos animais filhos de touros nelore PO. Ter ganhos expressivos bem acima da média resulta em mais dinheiro no bolso do pecuarista”, afirma Ricardo Abreu, gerente de fomento dos programas de melhoramento genético da ABCZ, em comunicado.

Também em comunicado, o pecuarista Anderson Carlos Nascimento, da ACN Agropecuária, atribui o sucesso ao investimento contínuo em genética e boa gestão. “O objetivo é que as nossas fêmeas possam parir um bezerro por ano, desmamar um bezerro pesado, somando isso à utilização de touros PO, seja por inseminação, transferência de embrião ou repasse. A meta é obter mais arrobas por hectare, que é o retorno do nosso investimento”.



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Chegada de nova frente fria causa virada do tempo e derruba temperaturas



A passagem de uma nova frente fria promete mudar o tempo em São Paulo a partir desta terça-feira (7), trazendo chuvas e queda de temperatura em todo o estado.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Segundo a Climatempo, as pancadas de chuva serão mais frequentes e volumosas no extremo sul e no litoral paulista, enquanto no interior a precipitação será mais irregular e de curta duração, sem força suficiente para reverter o quadro de seca persistente que afeta diversas regiões.

Na quarta-feira (8), ainda há previsão de chuvas isoladas em pontos do centro, norte e oeste do estado. Já no sul e leste paulista, incluindo a Grande São Paulo e o litoral, o tempo deve ficar nublado e chuvoso até sexta-feira (10), com momentos de chuva moderada.

A frente fria também traz ventos de origem polar, que vão derrubar as temperaturas no decorrer da semana. No centro, norte e oeste do estado, o ar frio deve apenas refrescar o clima, reduzindo o calor intenso dos últimos dias.

Nas regiões sul e leste, o cenário será diferente: o excesso de nebulosidade, a chuva e os ventos frios vão garantir temperaturas mais baixas durante toda a semana. Na capital paulista, as máximas entre terça e sexta-feira devem ficar abaixo dos 22°C.



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Qual é o maior desafio da agricultura familiar hoje?


Na interatividade da semana, perguntamos: Qual é o maior desafio da agricultura familiar hoje? A maioria dos produtores mostraram que o acesso ao crédito e ao financiamento é o maior desafio da agricultura familiar brasileira. O tema foi apontado por 41% dos votantes, seguido de comercialização e preços justos (27%), sucessão familiar (19%) e assistência técnica e tecnologia (13%).

Muitos produtores ainda encontram dificuldades para acessar linhas de crédito, como o Pronaf, por falta de informação, planejamento financeiro e formalização. Por isso, o Sebrae recomenda que o agricultor busque apoio técnico para entender qual linha se adequa ao seu perfil e preparar corretamente a documentação. Além disso, consultorias e cursos sobre gestão financeira e planejamento rural ajudam a organizar o negócio e aumentar a segurança nas negociações.

Outro ponto sensível é a comercialização. Sem canais estruturados de venda, o produtor acaba recebendo menos pelo que produz. O Sebrae orienta a formação de cooperativas, a participação em feiras regionais e o uso de plataformas digitais de comercialização, o que amplia o alcance dos produtos e fortalece a renda do agricultor.

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A sucessão familiar no campo também preocupa. Muitos jovens ainda deixam a zona rural por falta de oportunidades. Nesse contexto, o programa Sebrae Jovem Rural estimula o empreendedorismo e a inovação, mostrando que é possível construir uma carreira sólida e rentável no agronegócio.

Por fim, a assistência técnica e o acesso à tecnologia são essenciais para o crescimento sustentável. Programas como o ALI Rural (Agente Local de Inovação) ajudam produtores a adotar novas soluções e a melhorar a gestão. Dessa forma, o campo se torna mais produtivo e competitivo.



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Avanço das exportações de milho devem dar suporte aos preços até dezembro



As exportações brasileiras de milho em setembro somam 6,63 milhões de toneladas, volume 3,27% superior ao registrado em mesmo mês de 2024, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Quanto ao plantio, superou 25% daa área, acima do ritmo de 2024 e da média histórica, com destaque para o Rio Grande do Sul, com 74% da área semeada, e do Paraná e Santa Catarina, que somam 64% de evolução, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Na sexta-feira passada (3), o contrato de milho para novembro na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerrou a US$ 4,19 por bushel, queda de 0,48% na semana. Já na B3, o vencimento de mesmo mês recuou 0,33%, fechando a R$ 66,00 por saca. No mercado físico, os preços também recuaram no balanço semanal.

E agora, o que esperar?

Análise da plataforma Grão Direto traz pontos de destaque ao mercado do milho para esta semana que se inicia. Confira:

  • Plantio avançando: o plantio do milho já ultrapassa um quarto da área prevista no país, avançando em diferentes ritmos conforme as condições regionais. No Rio Grande do Sul, as chuvas recentes chegaram em boa hora, favorecendo a germinação e a emergência das lavouras. No Paraná, a semeadura segue acelerada, apesar de algumas áreas do norte já estarem sofrendo com a irregularidade das chuvas na região. “Em Santa Catarina, a situação é mais confortável, onde o solo encontra-se com umidade suficiente para o desenvolvimento inicial da cultura. Já nas regiões onde a chuva ainda não veio com regularidade, como Minas Gerais e São Paulo, o risco de déficit hídrico é maior e permanece como um ponto de atenção para os produtores”, diz a Grão Direto.
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  • Exportações se aquecendo: neste ano, o Brasil já exportou cerca de 22 milhões de toneladas de milho e, somado aos 4,7 milhões em embarques programados, totalizará 26,8 milhões de toneladas. Ainda assim, esse volume é inferior ao registrado no mesmo período de 2023, quando as exportações somaram 33,8 milhões. Em setembro, porém, o desempenho mostra avanço em relação ao ano anterior. “Esse movimento, mesmo que atrasado, deve trazer tração e dar suporte nas cotações ao longo dos meses. Assim como na soja, as cotações em Chicago devem seguir estáveis, diante da falta de novos dados nos relatórios. As exportações devem continuar em ritmo positivo, o que pode dar suporte aos preços no Brasil e levar a um aumento na paridade de exportação”, destaca a plataforma.



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‘Gostei da ligação, nossos países irão muito bem juntos’, diz Trump sobre conversa com Lula


Após conversar com uma Lula por vídeo chamada na manhã desta segunda-feira (6), o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua rede social, Truth Social, que a conversa com o chefe de Estado brasileiro foi muito boa. O líder norte-americano ainda disse que a conversa teve como foco a economia e o comércio entre os dois países e que novas reuniões entre eles devem acontecer em breve.

Publicação feita por Donald Trump na Truth Social sobre conversa com Lula

“Nesta manhã, eu fiz uma chamada telefônica muita boa com o presidente Lula, do Brasil. Nós discutimos muitas coisas, mas a conversa focou principalmente na economia e no comércio entre os dois países”, declarou o norte-americano. “Nós teremos futuras discussões e nos reuniremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Eu gostei da ligação — nossos países irão muito bem juntos!”.

Retirada das sobretaxas

Por meio de nota, o Palácio do Planalto se manifestou sobre a conversa entre Lula e Trump. Segundo o comunicado , o presidente brasileiro solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

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Ainda de acordo com a nota, o Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Também durante o telefonema, Lula e Trump combinarma de se reunir pessoalmente em breve.

O presidente brasileiro sugeriu para o líde norte-americano de realizar o encontro na Cúpula da Asean, na Malásia, que será realizada no fim do mês.



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Apetite da China vai nortear exportações de algodão do Brasil



O presidente do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Alexandre Schenckel, afirmou que o desempenho das exportações brasileiras de algodão neste ano vai depender da demanda da China pela pluma nacional. “A China teve uma supersafra de algodão. E esse menor apetite afetou os embarques do algodão brasileiro”, disse Schenckel, nos bastidores do Rio+Agro, que terminou na última sexta-feira (3).

Na safra 2024/25, o Brasil produziu 4,1 milhões de toneladas de algodão. Ao todo, somente 500 mil toneladas devem ser exportadas ao mercado chinês, ante 1,318 milhão de toneladas comercializadas na temporada passada.

Outros destinos para o algodão

Schenkel acredita que outros destinos, como Vietnã, Índia e Egito, possam ajudar a consumir parte da pluma que não será exportada para a China. “Temos que exportar pelo menos 90% do produzido na safra 2024/25 para não ter carregamento de estoques e pressionar preços para safra nova”, ponderou.

A expectativa é de exportação de cerca de 3,2 milhões de toneladas na safra 2024/25, colhida neste ano. O Vietnã deve ser o principal destino com 532 mil toneladas exportadas. Já o consumo interno deve ficar entre 600 mil e 700 mil toneladas.

Em contrapartida à retração na venda à China, as exportações para a Índia devem crescer de 8 mil toneladas em 2023/24 para 156 mil toneladas na temporada atual. “A intenção é ampliar ainda mais a exportação para o mercado indiano”, afirmou.

O Egito é outro mercado crescente com as vendas saindo de 18 mil toneladas para 77 mil toneladas no ciclo atual.



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