segunda-feira, abril 13, 2026

Autor: Redação

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Produtores mineiros aguardam chuva para dar início ao plantio de soja da safra 25/26



Em uma importante região produtora do Triângulo Mineiro, o início do plantio da safra de soja 2025/26 depende da chuva, fator decisivo. Em Uberlândia, Minas Gerais, a previsão é de que as atividades possam começar apenas no fim de outubro, caso o volume de precipitação aumente a partir da segunda quinzena do mês.

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De acordo com a Emater local, os produtores pretendem repetir a área cultivada da última temporada, mantendo o investimento em tecnologia e manejo eficiente, mesmo diante do desânimo com os atuais preços da oleaginosa. A expectativa é que o rendimento médio permaneça próximo ao obtido na safra anterior, em torno de 4,3 mil quilos por hectare.

Plantio de soja em Minas Gerais

Segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado, o estado de Minas Gerais deve registrar leve expansão de 1,3% na área plantada, totalizando 2,41 milhões de hectares em 2025/26. A produção estadual está estimada em 9,54 milhões de toneladas, alta de 1,8% frente à safra passada.



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AgroNewsPolítica & Agro

Estoques certificados em queda impulsionam preços do café



Além disso, o período de florada é decisivo para a formação da safra 2026


Além disso, o período de florada é decisivo para a formação da safra 2026
Além disso, o período de florada é decisivo para a formação da safra 2026 – Foto: Sheila Flores

O mercado de café encerrou a primeira semana de outubro com um tom positivo, impulsionado pelas expectativas em torno da florada no Brasil e pela redução nos estoques certificados de café arábica. Apesar da movimentação limitada no volume de negócios, devido à participação de parte dos players no 16º Coffee Forum and Dinner, realizado nos dias 2 e 3 de outubro em Basel, os preços futuros mostraram valorização tanto em Nova Iorque quanto em Londres. O cenário climático no Brasil e as incertezas sobre tarifas de exportação seguem como fatores centrais que definem o comportamento do mercado.

Segundo a StoneX, o contrato mais ativo de café arábica em Nova Iorque avançou 3,4%, ou 1.270 pontos, encerrando a sexta-feira cotado a US¢ 390,75 por libra-peso. Em Londres, o contrato com vencimento em novembro registrou alta de 7,8%, fechando a semana a 4.527 dólares por tonelada. 

Analistas destacam que, embora o clima favorável ao início da florada seja um ponto positivo, as incertezas relacionadas às tarifas comerciais e à disponibilidade de café de qualidade certificada podem limitar os ganhos de curto prazo. O mercado também tem observado um comportamento mais contido de parte dos investidores, que se dividem entre operações de hedge e especulação, aguardando sinais mais claros sobre o volume de produção e exportação no país.

Além disso, o período de florada é decisivo para a formação da safra 2026, e pequenas variações climáticas podem afetar diretamente a produtividade e a qualidade do grão. O acompanhamento contínuo das condições meteorológicas e das políticas de comércio internacional será determinante para os preços nos próximos meses, à medida que o mercado busca equilíbrio entre oferta e demanda em um cenário global ainda sensível a mudanças nas exportações e nos estoques.

 





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BNDES abre renegociação de dívidas rurais em 15 de outubro



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai iniciar, a partir de 15 de outubro, o recebimento de pedidos para renegociação de dívidas de produtores rurais e cooperativas.

A medida faz parte do Programa BNDES Liquidação de Dívidas Rurais, criado para oferecer crédito a quem foi afetado por eventos climáticos extremos.

Crédito depende de liberação de recursos da União

Segundo o banco de fomento, a abertura dos protocolos está condicionada à liberação de até R$ 12 bilhões pelo Tesouro Nacional. Esses recursos devem subsidiar as operações de crédito, permitindo taxas de juros mais baixas e prazos compatíveis com a recuperação da atividade agropecuária.

Além disso, os financiamentos poderão ser contratados diretamente com o BNDES ou por meio de instituições financeiras credenciadas. O programa contempla tanto a quitação total quanto parcial de débitos vinculados à produção rural, abrangendo agricultores e cooperativas que sofreram perdas significativas em decorrência de seca, excesso de chuvas ou outros desastres naturais.

Condições definidas e foco em eventos climáticos

As regras de acesso ao crédito já haviam sido definidas anteriormente pelo banco. Neste sentido, o objetivo é garantir que produtores com dificuldade de pagamento, especialmente em regiões atingidas por fenômenos climáticos excepcionais, consigam reorganizar suas finanças e dar continuidade às atividades no campo.

O Programa BNDES Liquidação de Dívidas Rurais foi criado com base na Medida Provisória 1.314/2025, que autorizou o uso dos recursos federais para subvenção das operações. A expectativa é de que a medida ajude a reduzir o endividamento do setor e preserve a capacidade produtiva das propriedades rurais em um momento de instabilidade climática e de crédito restrito.



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Marco Rubio e ministro brasileiro devem se encontrar em breve



O Itamaraty informou que o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, devem se encontrar em breve. A reunião, prevista para ocorrer em Washington, vai tratar sobre o tarifaço imposto sobre os produtos brasileiros.

Conforme a nota, os dois conversaram nesta quinta-feira (9), por telefone. “Na ocasião, após diálogo muito positivo sobre a agenda bilateral, acordaram que equipes de ambos os governos manterão reunião proximamente em Washington, em data a ser definida, para dar seguimento ao tratamento das questões econômico-comerciais entre os dois países”, diz o comunicado.

Diálogo fortalecido: fim do tarifaço?

A conversa entre Rubio e Vieira ocorre poucos dias depois da ligação via videoconferência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao presidente Lula. Em entrevista à Rádio Piatã, da Bahia, hoje de manhã, Lula disse estar surpreso com o resultado da conversa com o líder norte-americano. Segundo o presidente brasileiro, “parecia uma coisa impossível de acontecer”.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Instituto de Zootecnia lança nova tecnologia no 1º encontro de…


O exame que permite a seleção de búfalos para maior rendimento de queijo começa a ser oferecido pelo Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP, e deve melhorar a produtividade da muçarela.

Estudo desenvolvido pelo Instituto avaliou o gene responsável pela produção da proteína kappa-caseína, possibilitando o desenvolvimento de nova tecnologia que deve impulsionar o setor. A pesquisa analisou 600 bubalinos pertencentes a criadores associados à Associação Brasileira de Criadores de Búfalo (ABCB) localizados em diferentes cidades do Estado de São Paulo. “Nós desenvolvemos e padronizamos metodologia para genotipar o gene CSN3 da caseína cujo alelo B está associado a maior rendimento de queijo. Ou seja, o leite dos animais que têm esse alelo vão produzir maior quantidade de queijo”, comenta o pesquisador do IZ Anibal Vercesi Filho, orientador da pesquisa.

Produtores que participaram da pesquisa receberam os primeiros laudos durante o 1º Encontro de Bubalinocultura do IZ e comemoraram a conquista. Caio Rossato foi um dos que obteve os resultados dos exames durante o evento, que aconteceu em Nova Odessa, no último dia 10. “Nossa expectativa é usar esses resultados para aumentar a produtividade do rebanho e diminuir os custos de produção”, diz o produtor.

O legítimo queijo muçarela é confeccionado com leite 100% de búfala, tem sabor, textura e aroma específico e agradável, e tem maior valor nutricional e comercial, quando comparado ao queijo tipo muçarela de vaca. Há alguns anos, o IZ também desenvolveu o teste que possibilita a certificação do leite 100% búfalas,  garantindo segurança alimentar para os consumidores e maior retorno econômico para a cadeia do leite bubalino. Agora o novo exame de kappa-caseína vai propiciar maior rendimento do queijo, impulsionando ainda mais o setor.

A abertura do evento, que reuniu estudantes, pesquisadores técnicos e produtores, contou com as presenças do coordenador do IZ, Enilson Ribeiro, e do diretor da ABCB, Simon Fernandes Riess. Dando ínicio à programação, o pesquisador Nélcio Antonio Tonizza de Carvalho falou sobre o rebanho do IZ, trazendo atualizações sobre manejo com ênfase em reprodução. Na sequência, o pesquisador Rodrigo Giglioti abordou as análises feitas no IZ que garantem o Selo de Pureza do leite de búfalas.

Flávia Fernanda Carneiro Santana, que realizou a pesquisa com a kappa-caseína durante o mestrado, comentou sobre o trabalho e como foi desenvolvida a metodologia, e Vercesi discutiu projetos futuros, salientando a importância de buscar marcadores genéticos associados a produtividade, eficiência e saúde. Um destes projetos, em parceria com a Unesp de Botucatu, objetiva buscar marcadores associados a Eficiência Alimentar de Búfalos tanto para produção de carne quanto de leite.

Finalizando o evento, uma mesa redonda proporcionou o contato direto entre os produtores, pesquisadores e alunos, trazendo à tona a discussão dos principais desafios do setor e possíveis soluções, contribuindo para o crescimento de todos e avanços na bubalinocultura de leite.

Renato Amaral, técnico da ABCB, prestigiou o evento. Para ele os  trabalhos do IZ são fundamentais para o crescimento da cadeia produtiva de bubalinos. “A gente traz as demandas do produtor, o IZ desenvolve tecnologias para resolver os desafios e levamos as tecnologias para o produtor, gerando desenvolvimento tecnológico e produtivo para cadeia”, enfatiza.





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‘Será desafiador, mas expectativa é de safra consolidada, diz presidente da Aprosoja TO



O plantio de soja 25/26 no estado de Tocantins começou no dia 1º de outubro, após o fim do vazio sanitário estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Segundo a presidente da Aprosoja do estado, Caroline Barcellos, a expectativa é de uma safra consolidada para o próximo ano.

”Esse ano tivemos um crescimento de área e, em 2026, esperamos mais segurança jurídica, fundiária e ambiental, para que o produtor possa focar em expandir seus negócios”, explica Barcellos.

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Segundo a presidente, será uma temporada desafiadora. ”O nosso produto está muito desvalorizado, enquanto os insumos estão valorizados. Ou seja, nosso custo está muito mais alto do que o esperado”, aponta Caroline.

Para ela, a expectativa é de que os investimentos já realizados pelos produtores tragam bons resultados. “Estamos confiantes de que todo o esforço aplicado na lavoura traga retorno. O produtor tem feito sua parte, investindo e buscando eficiência. Mas, é fundamental contar com o apoio do governo em licenças e regularizações. Tocantins está em crescimento e precisamos de políticas governamentais que apoiem o sojicultor”, afirmou.

Desafios da safra 25/26 de soja

O vice-presidente da Aprosoja Tocantins, Thiago Facco, destacou que a comercialização deve ser um dos principais pontos de atenção. “As margens estão muito apertadas e os preços estáveis. Qualquer detalhe na compra de insumos ou na venda da produção pode impactar o resultado. O planejamento é essencial”, pontuou.

Facco também alerta para os efeitos do crédito restrito e das condições climáticas sobre a safra. “Vivemos um ciclo de altos custos e pouco acesso ao crédito. Não há margem para erros. O produtor precisa respeitar a janela de plantio e executar cada etapa com precisão para garantir o sucesso da produção”, afirmou.

O engenheiro agrônomo e inspetor da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), Cleovan Barbosa, reforçou que os cuidados técnicos são decisivos para a sanidade e produtividade das lavouras.

“É essencial usar sementes de alto vigor, realizar o tratamento adequado com fungicidas e inseticidas, garantir a inoculação correta e eliminar tigueras. Também é importante ajustar o uso de pré-emergentes conforme o solo, manter a limpeza das máquinas e descartar adequadamente os restos culturais”, detalhou.



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TCU deve apurar possíveis práticas abusivas de instituições com crédito rural no RS



O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes comunicou nesta quarta-feira (8) que foi recebida uma solicitação do Congresso Nacional para a realização de auditoria sobre possíveis irregularidades na execução da política nacional de crédito rural, especificamente no Rio Grande do Sul. Há, conforme os relatos encaminhados pelo Congresso, indícios de “práticas abusivas” por parte de algumas instituições financeiras.

Nenhum banco foi citado nominalmente pelo ministro Augusto Nardes. Ele disse que as práticas alegadas incluem: conversão de dívidas em cédulas de crédito bancário e operações conhecidas como “mata-mata” – quando os recursos financeiros de um novo contrato são destinados ao pagamento de outra dívida.

O ministro do TCU também declarou que os relatos de associações setoriais apontam para a imposição de encargos financeiros mais elevados aos produtores rurais, o que estaria agravando o endividamento do setor agrícola gaúcho. Ele lembrou das severas tragédias climáticas que afetaram o Rio Grande do Sul.

Pelo despacho do ministro, a solicitação do Congresso Nacional será encaminhada no âmbito da auditoria que trata do sistema nacional de crédito rural, relatada por ele. Ou seja, os indícios em relação ao Rio Grande do Sul serão avaliados no âmbito de um processo maior sobre o tema do crédito rural.



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sintoma de uma crise maior


A Câmara dos Deputados sepultou a MP 1.303, que unificava o Imposto de Renda sobre aplicações financeiras e elevava a tributação de fintechs e seguradoras.

Com 251 votos a favor da retirada de pauta e 193 contrários, a medida caducou, e com ela, R$ 17 bilhões de arrecadação previstos para 2026.

Mais do que uma derrota para Fernando Haddad, o episódio expôs um governo sem estratégia política e um Congresso sem coragem.

Ambos parecem esquecer que o Estado não é território de poder, mas instrumento de serviço à nação.

A MP buscava simplificar a tributação com alíquota única de 18%, substituindo a tabela regressiva.

Também repunha receitas do IOF, que será extinto até 2027, e incluía apostas esportivas e criptoativos no radar fiscal.

Mas o relator cedeu à pressão: reduziu a carga sobre as bets, manteve isentas LCIs, LCAs, CRAs e debêntures incentivadas e esvaziou boa parte do texto.
Mesmo assim, a base aliada recuou e retirou o projeto de votação para evitar desgaste.

Nos bastidores, o motivo foi confessado: ninguém queria deixar a digital.
Quem votasse a favor irritaria o mercado; quem votasse contra enfrentaria o Planalto.
A omissão venceu, e com ela, o descrédito político.

O custo da covardia

A decisão abre um rombo fiscal de R$ 17 bilhões e já leva o governo a cogitar bloquear R$ 10 bilhões em emendas.
O Congresso tenta fugir do desgaste, mas será atingido pelos cortes que ele mesmo provocou.

Pior que o impacto fiscal é o rombo moral.
Cada vez que o poder recua diante do voto, o país se acostuma à mediocridade.
O governo legisla por impulso, o Congresso se omite, e o Brasil permanece travado entre lobbies e manobras.

A retirada da MP foi vitória silenciosa dos lobbies, de casas de apostas, fintechs e fundos de investimento, derrota ruidosa da credibilidade do Estado.
Ao preservar privilégios, o Congresso perpetuou um modelo em que quem tem lobby paga menos, e quem produz paga mais.
É o retrato de um país desigual nas leis e frágil nas convicções.

A queda da MP 1.303 sintetiza a crise institucional brasileira: um governo que governa por impulso e um Congresso que se move pelo medo.
Ambos evitam o dever de decidir, como se a omissão fosse virtude.

O Brasil não precisa de mais MPs nem de novos discursos.
Precisa de coragem, coerência e consciência fiscal.
Porque o verdadeiro problema não é a morte de uma medida provisória, é a morte do senso de responsabilidade de quem deveria conduzir a nação.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Após derrubada de MP, Haddad diz que pode haver corte de emendas parlamentares



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que “pode ser que tenha corte de emendas” do Congresso. A fala ocorre logo após a derrubada pelos parlamentares da Medida Provisória 1303/25, que trazia alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Segundo Haddad, no entanto, o corte aconteceria dentro das regras aprovadas pelo legislativo.

Durante entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (9), em Brasília, o ministro também disse que os impactos da MP serão pequenos no orçamento deste ano. Isso porque houve uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou o governo a elevar o IOF, o que garante segurança fiscal até o fim de 2025.

Governo deve apresentar alternativa ao IOF

De acordo com Haddad, os próximos passos incluem a apresentação de propostas que substituam o IOF ao presidente Lula nos próximos dias. O presidente, entretanto, indicou que a reunião sobre o tema deve ocorrer na quarta-feira (15).

A intenção do Ministério da Fazenda é criar uma medida de compensação fiscal sem aumento de carga tributária. Na entrevista, o ministro negou que a MP alternativa represente elevação de impostos e disse que o objetivo é corrigir distorções existentes no sistema.

“Aumento de imposto é subir uma alíquota geral. Nós estamos, na verdade, reduzindo as alíquotas do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil”, afirmou.



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Exportações de suínos batem recorde em setembro



Dados da Secex analisados pelo Cepea mostram que as exportações brasileiras de carne suína atingiram 150 mil toneladas em setembro. O valor representa um recorde considerando a série histórica da secretaria iniciada em 1997. O volume superou em 25% o de agosto e em 26% o de setembro de 2024. 

Em relação aos destinos da carne suína brasileira, desde fevereiro deste ano, as Filipinas se configuram como o principal. Pesquisadores explicam que os embarques intensos ao país, e também a outros destinos, mais que compensam os constantes recuos observados à China.

Ressaltam que esse cenário é fruto de um trabalho que vem sendo realizado com afinco por parte de instituições representativas do setor suinícola nacional, que vem conquistando novos mercados e garantindo outros. 

Foram 49 mil toneladas da carne escoadas às Filipinas em setembro, aumento de 46,5% no comparativo mensal e de 74% no anual. Ou seja, os envios ao país asiático representaram 32,7% do total escoado pelo Brasil em setembro, ainda conforme dados da Secex analisados pelo Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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