sábado, abril 11, 2026

Autor: Redação

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Tensões comerciais fazem China se reinventar e EUA sentem impacto, aponta analista



O Ministério do Comércio da China reagiu, neste domingo (12), às declarações do presidente americano Donald Trump, que anunciou a intenção de elevar as tarifas sobre produtos chineses para até 100%. Em nota, o governo chinês afirmou que “não deseja uma guerra tarifária, mas também não a teme”. Com isso, a China, outros países asiáticos e também o Brasil conseguiram ocupar parte do espaço de mercado que antes era destinado aos Estados Unidos.

Com o avanço das tensões comerciais entre China e Estados Unidos, Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural, apontou que o secretário do Tesouro americano já indicou que as tarifas de 100% não devem ser aplicadas até o encontro de Trump com o presidente chinês.

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Apesar da pressão dos Estados Unidos, ainda que sejam um dos principais mercados globais, a China tem buscado ampliar parcerias e diversificar seus destinos comerciais. Em setembro de 2025, as exportações chinesas cresceram 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, somando US$ 328,6 bilhões, o maior volume em sete meses e acima das expectativas de alta de 6%.

Daoud ressaltou, contudo, que a política de Donald Trump revela a dependência dos Estados Unidos da produção estrangeira. Com 70% de seu PIB de US$ 30 trilhões voltado ao consumo, o país não dispõe de mão de obra nem de matérias-primas, como as terras raras.

“Trump quer reverter um modelo de décadas, mas pode acabar provocando inflação e desequilíbrios financeiros”, avaliou. Para o analista, essa política não fortalece, mas enfraquece os Estados Unidos, enquanto o mercado global segue se reorganizando, com China e Brasil ampliando suas oportunidades.



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Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável apresenta propostas para mitigar emissões e ampliar produtividade



A Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável (MBPS) apresentou um documento estratégico com evidências, recomendações e propostas para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que ocorre de 10 a 21 de novembro em Belém (PA).

O objetivo é mostrar como a pecuária brasileira contribui de forma concreta para a crise climática e a segurança alimentar global.

O Brasil detém o maior rebanho comercial bovino do mundo, com mais de 202 milhões de cabeças, e é responsável por 27% das exportações globais de carne bovina. Segundo a MBPS, o agronegócio brasileiro é crucial para o planeta, alimentando cerca de 800 milhões de pessoas no mundo.

Oportunidades para sustentabilidade

O estudo da MBPS indica que ainda há espaço significativo para crescimento sustentável na pecuária. A recuperação de pastagens degradadas é uma das maiores oportunidades, com potencial para remover até sessenta e cinco megatoneladas de gás carbônico da atmosfera. Essa ação está alinhada com as metas de mitigação do Brasil, reforçando o papel do pecuarista na agenda verde.

O documento foi elaborado de forma colaborativa ao longo de 2025, envolvendo mais de sessenta organizações associadas, especialistas e parceiros estratégicos de todo o país. A força do posicionamento reside na sua base científica e no caráter prático, demonstrando que a sustentabilidade é uma estratégia de desenvolvimento econômico.

Reconhecimento internacional

A MBPS entregará o documento aos representantes do governo federal como base para a apresentação do setor na COP30. A grande mensagem é que a pecuária brasileira é uma solução para os desafios globais, e não um problema. A capacidade de produzir carne em larga escala, aliada à recuperação de pastagens, coloca o Brasil na liderança da produção sustentável.

Para os pecuaristas, esse posicionamento garante que seu trabalho será reconhecido internacionalmente. Investir em manejo sustentável e tecnologias que aumentam a eficiência é o caminho para garantir acesso a mercados cada vez mais exigentes.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Alckmin, Marina e Haddad participam da abertura da Pré-COP



A Pré-COP, evento preparatório para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), começou nesta segunda-feira (13) em Brasília, com a participação de negociadores de 67 países. Durante a cerimônia de abertura, representantes dos quatros ciclos de liderança apresentaram contribuições para orientar os debates sobre os desafios da agenda climática global.

Ao abrir a rodada de discursos, o presidente em exercício, Gerado Alckmin, destacou a importância do esforço entre os países para avançar a uma etapa de implementação das ações climáticas.

“Convoco a todas e a todos a compartilharmos essa preocupação ambiental e esse amor ao próximo não apenas em nossos discursos, mas em ações concretas, em benefício de toda a comunidade internacional e como legado para as gerações futuras”.

Alckmin também propôs às delegações que orientem seus esforços em torno de três objetivos centrais: o reforço do multilateralismo, a conexão do regime climático à vida real das pessoas e a aceleração da implementação do Acordo de Paris.

Além de Alckmin, o secretário executivo da Convenção do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês), Simon Stiell, reforçou a necessidade de união entre os países independentemente de posições políticas e das pressões específicas, em benefício comum da humanidade. “A estrada para Belém é curta, mas com vastas possibilidades. Então, vamos fazer cada hora de trabalho contar”, reforçou.

Líderes dos círculos de ministros das Finanças, dos Povos, de Presidentes da COP e do Balanço Ético Global também fizeram um balanço na abertura da Pré-COP sobre os avanços nos debates ocorridos na etapa de mobilização. Os quatro círculos são estruturas da arquitetura pensada pela presidência da COP30 para dar suporte às negociações globais desde a etapa de mobilização até a conferência, em novembro.

Governança

O líder do Círculo de Presidentes da COP, Laurent Fabius, trouxe um balanço da etapa de mobilização ocorrida nas reuniões entre os presidentes de COP desde a que criou o Acordo de Paris, em 2015. Com o objetivo de fortalecer a governança climática global e buscar soluções para a implementação do Acordo de Paris, o grupo apontou quatro caminhos a serem seguidos inspirados por palavras iniciadas com a letra ‘i’: inspiração, implementação, inclusão e inovação.

De acordo Laurent Fabius, que presidiu a COP21 em Paris, a inspiração no Acordo de Paris conduzirá a implementação de Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs na sigla em inglês) da Missão 1.5, de não permitir o aumento do aquecimento global e do Balanço Global (GST, na sigla em inglês), de acordo com um planeta carbono zero.

Para Fabius, tudo isso deve ocorrer de forma inclusiva com o aumento da participação de indígenas, afrodescendentes e povos tradicionais, missões religiosas, autoridades políticas, setor empresarial e organizações sociais. Tudo por meio de inovações. “É de grande importância que a ciência e a educação trabalhem a favor da justiça climática e de forma a enfrentar a desinformação”, destacou.

Povos

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, que também lidera o Círculo dos Povos da COP30, destacou o avanço dos trabalhos nas duas comissões constituídas para mobilização. Na comissão dos povos indígenas, o principal avanço ocorreu na inclusão alcançada no processo de negociação climática.

“Nós, enquanto povos indígenas, teremos a maior e melhor participação da história das COPs na Zona Azul [onde ocorrem as negociações] e uma expectativa de recebermos mais de 3 mil indígenas na Aldeia COP, aumentando a participação com reforço das nossas mensagens centrais de reconhecimento dos territórios indígenas como política climática e o financiamento direto, trazendo os povos indígenas para o protagonismo das ações climáticas”, diz.

Sônia Guajajara também ressaltou que o círculo avançou também nas atividades desempenhadas pela comissão de afrodescendentes, povos e comunidades tradicionais e agricultura familiar no sentido de aumentar o engajamento e participação das comunidades tradicionais no regime climático.

Finanças

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, líder do Círculo dos Ministros das Finanças, destacou a continuidade dos debates acerca da ampliação do financiamento climático nos países em desenvolvimento como um dos principais esforços do círculo. Cinco prioridades foram apontadas pelos trabalhos desenvolvidos no grupo: aumento dos fluxos de financiamento e de fundos climáticos, reforma de bancos multilaterais de desenvolvimento, aumento da capacidade doméstica de investimentos sustentáveis, inovações para mobilizar o setor privado e melhoria do marco regulatório do financiamento climático global.

De acordo com Haddad, algumas das iniciativas em resposta às prioridades foram o lançamento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, a criação de uma coalizão aberta para integração dos Mercados de Carbono e a sugestão de uma supertaxonomia que reúna de forma global as vocações regionais para orientar investimentos sustentáveis.

Segundo o ministro da Fazenda, um relatório final será apresentado nesta semana em Washington, durante os Encontros Anuais do Banco Mundial e do FMI. Posteriormente o relatório será encaminhado com a Agenda de Ação para debate em São Paulo, no mês de novembro.

“Por fim, o documento será formalmente entregue ao Presidente da COP em Belém, como contribuição à construção do Mapa do Caminho de Baku a Belém para 1,3 trilhão de dólares”, destaca.

Balanço Ético Global

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima e líder do Balanço Ético Global – o quarto círculo da COP30 – Marina Silva destacou que o círculo de participação social realizou seis diálogos regionais ocorridos em cada um dos continentes do mundo, além de 56 diálogos que alcançaram 15 países de 20 nacionalidades, reunindo mais de 3,7 mil pessoas em torno de reflexões éticas sobre as decisões políticas e implementações das ações climáticas.

“Ele [o Balanço Ético Global] amplia a agenda climática para incorporar dimensões culturais, raciais, intergeracionais e territoriais — reconhecendo que a transição necessária é tanto técnica quanto dos princípios e valores humanos”, destacou Marina Silva.

Após apresentar o resumo sobre os trabalhos do BEG, Marina Silva reforçou a ideia de mutirão lançada pela presidência designada da COP30 como a ferramenta mais capaz de viabilizar a implementação dos acordos já alcançados pelo multilateralismo climático.

“Que o BEG e os demais círculos de mobilização da COP30 possam contribuir para que ela [a COP30] entre para a história das COPs como a base fundante de um novo marco referencial. O marco referencial que ajudou a evitar os pontos de não retorno: tanto do clima quanto do multilateralismo climático”, conclui.



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O Brasil perde seis vidas por hora para a comida que mata — e eu decidi reagir


Estamos em guerra. E o inimigo não usa farda — usa embalagem. O Brasil perde seis pessoas por hora para doenças causadas pelo consumo de alimentos ultraprocessados. São mais de 50 mil brasileiros por ano, vítimas de um sistema que transformou o ato de comer em um negócio bilionário, no qual a saúde virou um detalhe de marketing.

Durante décadas, a publicidade nos ensinou que cozinhar era atraso, que a pressa era virtude e que o sabor podia ser substituído por “eficiência nutricional”. O golpe foi sutil, mas devastador: trocaram o cheiro da panela pelo ruído da embalagem. E quando percebemos, já estávamos viciados em conveniência.

Não sou o mais habilitado para trazer este assunto. Nao sou nutricionista, médico, político, sou apenas um gordo autodidata. Escrevo como alguém que vive essa guerra diariamente. Tenho 61 anos e sofro com o excesso de peso. Há anos venho tentando entender como cheguei até aqui. Como alguém que dedicou 35 anos da vida ao alimento de verdade, ao feijão, à agricultura, à comida que vem da terra, pôde ser vencido por um sistema que promete praticidade, mas entrega dependência.

Fui atrás das respostas e descobri algo incômodo: a mesma indústria que vende produtos cheios de aditivos e promessas também investe nas empresas que fabricam os medicamentos que tratam as doenças causadas por esses produtos. É um círculo de lucro perfeito — adoecer, vender, tratar, lucrar de novo. Isso não é teoria conspiratória, é lógica de mercado. E diante disso, me perguntei: sou vítima ou cúmplice? A resposta doeu. Enquanto eu ficar em silêncio, sou cúmplice. Por isso decidi reagir.

O excesso de peso é apenas a ponta visível de uma dor muito mais profunda. Por trás de cada corpo cansado há histórias de vergonha, culpa, exclusão, bullying e ansiedade. Vivemos em uma sociedade que cobra disciplina, mas ignora manipulação. O problema não está na força de vontade das pessoas, mas na força do sistema que as conduz. Não é falta de caráter, é falta de verdade.

Enquanto isso, o campo segue resistindo. O produtor que planta feijão, arroz, mandioca e gergelim continua sendo o guardião silencioso da saúde do país. Mesmo pressionado pelo mesmo processo que todos nós o campo ainda fala a língua da verdade.

Foi nesse espírito que lançamos, no 10º Fórum Brasileiro do Feijão, aprovado na Câmara Setorial, o Movimento Pró-Feijão. Ele prevê em uma das verticais a necessidade da necessidade de reagir a essa epidemia invisível. Não é uma simples campanha de marketing. Há necessidade de uma força-tarefa nacional em defesa da comida de verdade, do produtor ao consumidor.

O braço social do movimento é o Viva Feijão, que começa nas escolas, nas famílias e nas redes sociais. Queremos resgatar o orgulho do prato feito brasileiro e ensinar às crianças que cozinhar é um ato de amor, não de atraso. O feijão é o alimento mais democrático do país. Está na marmita do trabalhador e no restaurante mais sofisticado. Ele é o elo entre o campo e a cidade, entre o passado e o futuro, entre o que fomos e o que ainda podemos ser.

Entre outras propõe as Rotas do Feijão. Vamos mostrar ao Brasil a riqueza dos nossos terroirs. O feijão-preto do Paraná, o carioca de Goiás, o vermelho do sul de Minas, o rajado do noroeste mineiro o caupi de Mato Grosso e Nordeste — cada variedade tem um sabor, uma história, uma pesquisa, um rosto por trás. O consumidor precisa saber quem estudou aquela semente, quem cruzou as variedades, quem colheu, quem garantiu o sabor que chega à mesa. Quando conhecemos a origem, valorizamos. E quando valorizamos, protegemos.

Mas para virar o jogo, precisamos de todos. Médicos, nutricionistas, professores, advogados, comunicadores e publicitários. Precisamos dos melhores craques do marketing, agora do lado certo. A mesma inteligência que convenceu o mundo a comprar comida que mata pode convencer o país a voltar a comer o que o cura.

Grandes podcasts como Flow, Inteligência Limitada e todos os que entenderem o tamanho do problema e do desafios. Também precisamos dos influenciadores do bem — gente como Rita Lobo, Bela Gil, Rodrigo Hilbert, atletas como Neymar, Popó e tantos outros que possam emprestar suas vozes e suas redes para algo que vale infinitamente mais do que um contrato: salvar vidas.

Depois de 35 anos dentro deste setor, não posso mais ficar calado. Não quero que meu silêncio seja uma forma de conivência. O que está em jogo não é apenas o mercado de alimentos — é o futuro de um país inteiro.

A guerra está em curso. Mas nós temos as armas certas: informação, afeto e muito feijão com arroz. O feijão é o símbolo dessa resistência — o herói do prato brasileiro. A cura começa na mesa, e o futuro do país começa quando tivermos coragem de encarar a verdade. Porque se o inimigo são as mentiras dos ultraprocessado, a nossa arma é a verdade.

*Marcelo Lüders é presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), e atua na promoção do feijão brasileiro no mercado interno e internacional


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AgroNewsPolítica & Agro

Encontros reforçam estratégias para fortalecer o Sistema Integrado de Produção de Tabaco


Mais de 1,3 mil pessoas dos três Estados do Sul participaram dos sete seminários para Fortalecimento do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT) promovidos pelas entidades que integram o Fórum Nacional de Integração da Cadeia Produtiva do Tabaco (Foniagro) entre os dias 8 e 25 de setembro. 

Os eventos reuniram orientadores agrícolas, gestores de produção, pesquisa e sustentabilidade das empresas integradoras, membros da diretoria e avaliadores da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), além de representantes das Federações de Agricultura e dos Trabalhadores na Agricultura dos três Estados do Sul do Brasil (FARSUL, FETAG-RS, FAESC, FETAESC, FAEP E FETAEP).

 As atividades ocorreram em Rio Pardo (duas edições) e São Lourenço do Sul, no Rio Grande do Sul; Rio Azul, no Paraná; e Mafra, Ituporanga e Maravilha, em Santa Catarina. A programação teve como eixo central a Lei da Integração (Lei nº 13.288/2016), abordando ainda temas como boas práticas agrícolas, manejo do solo, uso de sementes certificadas, contratação de mão de obra, saúde e segurança do produtor e proteção de crianças e adolescentes.

O representante da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) nos assuntos do tabaco, vice-presidente regional da Faesc no Planalto Norte, representante da CNA na Câmara Setorial do Tabaco no MAPA e presidente do Sindicato Rural de Irineópolis, Francisco Eraldo Konkol, destacou que a realização dos seminários foi uma decisão do Foniagro com o objetivo de resgatar e fortalecer o Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT).

Segundo ele, havia uma distorção no funcionamento do sistema integrado, o que motivou a representação dos produtores a se reunir e negociar com as empresas integradoras para buscar soluções conjuntas. “Nós, representando os produtores, estávamos preocupados com essa situação e nos reunimos para dialogar com as empresas, por meio do Fórum Nacional de Integração do Tabaco (Foniagro), em busca de iniciativas que fortalecessem o sistema. Uma das principais demandas foi uniformizar as informações repassadas aos orientadores agrícolas”, explicou.

Também afirmou que houve a participação de quase 1.300 orientadores nos encontros, voltados a alinhar conhecimentos e práticas conforme as diretrizes do Foniagro e das CADECs. Além dos seminários, ocorreram visitas de influenciadores às empresas com objetivo de defender e fortalecer o sistema integrado.

Eraldo destacou a definição do prazo para formalização dos contratos de integração, que deve ocorrer até 30 de setembro de cada ano, conforme acordo com as empresas. Após essa data, não é permitida a assinatura de novos contratos, medida adotada pelo Foniagro para garantir maior segurança jurídica e transparência. Ele reforçou que essas orientações foram repassadas aos orientadores para que atuem de forma alinhada com produtores e empresas.

O coordenador do Foniagro e presidente da Afubra, Marcílio Drescher, destacou a importância da união entre produtores e indústrias. “Se não caminharmos juntos, enfraquecemos a cadeia produtiva, que já é muito perseguida e mal compreendida”, afirmou.

Na programação dos eventos, o vice-presidente de Produção e Qualidade do SindiTabaco e coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Lei da Integração, Paulo Favero, apresentou sobre os compromissos relacionados a Lei da Integração, e detalhou os critérios para a contratação dos produtores, como área mínima de plantio e pacote de insumos. Ele também esclareceu sobre visitas técnicas obrigatórias e calendário de contratação e plantio, salientando que as regras visam dar maior segurança às duas partes do contrato de integração.

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, lembrou que o Sistema Integrado de Produção de Tabaco é um exemplo de parceria bem-sucedida entre produtores e indústrias, que ao longo dos anos tem contribuído para o fortalecimento da fumicultura e o desenvolvimento econômico e social das regiões produtoras. “Esses encontros reforçam a importância do diálogo, da transparência e da cooperação, princípios que sempre defendemos no Sistema FAESC/SENAR. Quando todos os elos da cadeia se reúnem para alinhar informações, aprimorar práticas e buscar soluções conjuntas, quem ganha é o produtor, que passa a atuar com mais segurança e conhecimento. Parabenizo o Foniagro e todas as entidades envolvidas pela iniciativa e pelo compromisso em garantir um sistema cada vez mais justo, equilibrado e sustentável para todos.”





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Chuva de 150 mm e os impactos nas principais culturas: veja previsão até dezembro


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em parceria com o Centro de Previsão de Tempo e Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) e a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) publicou nesta segunda-feira (13) o Boletim Agroclimatológico para os meses de outubro, novembro e dezembro.

Confira as regiões brasileiras que receberão mais chuva e onde as temperaturas estarão mais ou menos elevadas:

Sul

A previsão indica volumes de chuva próximos à média histórica em todos os estados da região (áreas em branco na Figura A). As temperaturas do ar devem permanecer acima da média em toda a região (tons em laranja na Figura B), principalmente no noroeste do Rio Grande do Sul, onde os aumentos podem chegar a 2°C em relação à normal climatológica.

Contudo, em áreas mais elevadas, os valores podem permanecer abaixo de 15°C devido à influência de massas de ar frio. Na região litorânea de Santa Catarina, os aumentos devem ser menores, com elevações de até 0,5°C acima da média. Em praticamente toda a Região Sul, os valores de armazenamento hídrico no solo devem se manter acima de 80%.

Em dezembro, pode haver uma redução dos níveis de umidade do solo no centro-sul do Rio Grande do Sul, com valores abaixo de 70%. O excedente hídrico deverá predominar durante o trimestre, com destaque para o sul do Paraná, oeste de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul, onde são previstos acumulados superiores a 150 mm. Essa condição é considerada favorável ao desenvolvimento das culturas de inverno, como trigo, aveia e cevada, além de contribuir para o adequado crescimento vegetativo das lavouras já implantadas.

Entretanto, o excesso de umidade no solo poderá interferir nas operações de campo e atrasar o início da semeadura das culturas de verão, especialmente da soja e do milho 1ª safra, nas áreas mais úmidas do Paraná e do norte do Rio Grande do Sul.

Sudeste

A previsão climática indica volumes de chuva acima da média histórica em praticamente todas as áreas de Minas Gerais e Espírito Santo, bem como no centro-norte de São Paulo (tons em azul na Figura A). No restante da região, prevê-se chuva próxima à média histórica.

As temperaturas tendem a permanecer acima da média histórica em toda a região, especialmente em São Paulo e Minas Gerais, onde os valores podem ficar até 1,0°C acima da média (tons em laranja na Figura B). Nos estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, os aumentos previstos são de até 0,5°C em relação à média. A previsão de armazenamento hídrico do solo indica baixa disponibilidade de água no centro-norte de Minas Gerais, Espírito Santo, norte do Rio de Janeiro e noroeste paulista, com percentuais inferiores a 30% ao longo do mês de outubro.

A partir de novembro, observa-se recuperação gradual da umidade do solo em grande parte da região, com estoques superiores a 60%, exceto no norte e Triângulo Mineiro e no oeste de São Paulo, onde a recuperação tende a ser mais lenta. Já em dezembro, o armazenamento hídrico ultrapassa 80% em quase toda a Região Sudeste, alcançando valores próximos à capacidade de campo, condição favorável ao desenvolvimento das lavouras.

A deficiência hídrica tende a predominar em outubro, especialmente no norte e Triângulo Mineiro, Espírito Santo e extremo oeste paulista, com déficits superiores a 100 mm. A escassez de umidade no solo pode comprometer o início da semeadura da soja e do milho primeira safra, provocando irregularidade na germinação e emergência das plantas. Além disso, a irregularidade das chuvas nesse período pode reduzir o desenvolvimento das pastagens e limitar o crescimento vegetativo da cana-de-açúcar em final de ciclo.

A partir de novembro, há uma transição gradual desse cenário, com excedentes hídricos acima de 60 mm no sul de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e litoral de São Paulo, tornando-se mais expressivos em dezembro, quando os valores ultrapassam 100 mm no sul e Zona da Mata Mineira. Essa melhora na disponibilidade hídrica tende a favorecer o avanço do plantio e o desenvolvimento inicial das lavouras de verão.

Centro-Oeste

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Foto: Reprodução

Para o trimestre de outubro, novembro, dezembro, o prognóstico climático indica volumes de chuva até 30 mm acima da média em todo o estado de Goiás, centro-sul de Mato Grosso e centro-norte de Mato Grosso do Sul (tons em azul na Figura A). As temperaturas tendem a permanecer acima da média em toda a região, devido à persistência de massas de ar seco e quente, podendo ficar cerca de 1,0°C acima da média histórica.

A previsão de armazenamento hídrico do solo indica baixos níveis de umidade em grande parte da região durante o mês de outubro, exceto no extremo sul de Mato Grosso do Sul, onde os estoques hídricos deverão permanecer acima de 60% ao longo do período. Em novembro, observa-se recuperação da umidade do solo na região, ainda que de forma irregular, e em dezembro, os níveis de armazenamento ultrapassam 80% em quase todo o Centro-Oeste.

O déficit hídrico se intensifica em outubro, com valores superiores a 100 mm no sudoeste de Mato Grosso. Essa escassez de umidade reduz a disponibilidade de água no solo para culturas como o milho segunda safra e o algodão, elevando o risco de perdas produtivas e favorecendo a ocorrência de queimadas e incêndios florestais. Em novembro, o déficit hídrico diminui, mas ainda persiste em algumas áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Já em dezembro, observa-se uma reversão do quadro, com excedentes hídricos expressivos no norte de Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, onde os valores podem ultrapassar 130 mm. A regularização das chuvas no final do trimestre garante umidade adequada no solo para o plantio e estabelecimento das lavouras de soja e milho primeira safra, favorecendo a germinação e o desenvolvimento inicial das plantas e a recuperação de pastagens.

Nordeste

Para os próximos meses, são previstos volumes de chuva abaixo da média em grande parte do Maranhão, Piauí, além das porções central e noroeste da Bahia (tons em amarelo na Figura A). Por outro lado, são previstas chuvas acima da média nos estados do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Alagoas, Sergipe, bem como no leste de Pernambuco, centro-leste do Ceará e costa litorânea da Bahia (tons em azul na Figura A).

No restante da região, prevê-se chuva próxima à média histórica (áreas em branco na Figura A). As temperaturas do ar deverão permanecer acima da média histórica em todo o Nordeste, com valores entre 0,5°C e 1,0°C acima da média (tons em laranja na Figura B). As menores elevações são esperadas em toda a faixa leste da região. Já os maiores aumentos devem se concentrar no leste do Maranhão, Piauí e do oeste da Bahia, onde as temperaturas podem subir até 2°C acima da média.

A previsão de armazenamento hídrico do solo indica estoques de água abaixo de 40% em praticamente toda a região durante o trimestre, especialmente no centro-norte da região. Em contrapartida, níveis superiores a 60% são previstos principalmente no oeste e sul da Bahia nos meses de novembro e dezembro.

Consequentemente, o déficit hídrico se intensifica em várias áreas, com valores superiores a 130 mm na divisa entre Piauí, Ceará e oeste de Pernambuco. Essas condições podem limitar o desenvolvimento de culturas de sequeiro.

Norte

Volumes de chuva abaixo da média histórica para o trimestre outubro, novembro, dezembro na maior parte do Pará, centro-norte de Rondônia, norte do Tocantins e na região da cabeça do cachorro, bem como no extremo norte do Amazonas (tons em amarelo na Figura A). A previsão do armazenamento hídrico no solo para os próximos meses indica elevação dos níveis no oeste e sul do Amazonas, Acre, Rondônia, além do sul do Pará e do Tocantins, com percentuais superiores a 60%.

No entanto, observa-se o predomínio de baixos estoques de água no solo, inferiores a 30%, no oeste de Roraima, Amapá e norte do Pará, principalmente no mês de dezembro. As projeções indicam a intensificação das condições de seca no norte do Pará, Amapá, Tocantins, Roraima e no extremo leste do Amazonas durante outubro, com déficits superiores a 130 mm.

As áreas mais críticas de déficits hídricos devem se concentrar no Amapá, no norte do baixo Amazonas e no extremo norte de Roraima, com uma redução gradual em novembro, o que pode impactar as atividades agrícolas e a formação de pastagens na região. Por outro lado, no mês de dezembro, observase uma melhor disponibilidade hídrica em quase toda a região, especialmente no oeste e sul da Amazônia, o que tende a favorecer a manutenção de culturas perenes tropicais e as atividades da agricultura familiar nessas áreas.



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Pix automático passa a ser obrigatório a partir desta segunda-feira (13)



A partir desta segunda-feira (13), o Pix automático passa a ser obrigatório para as instituições financeiras que oferecem esse tipo de serviço. Criada pelo Banco Central (BC) em junho deste ano, a ferramenta deixa de ser opcional e tem como objetivo facilitar o pagamento de contas recorrentes, como energia, água e assinaturas digitais.

De acordo com o Banco Central, a função beneficiará até 60 milhões de brasileiros sem cartão de crédito.

Para as empresas, a nova tecnologia facilitará a cobrança ao simplificar a adesão à cobrança automática. Isso porque o débito automático exige convênios com cada um dos bancos, o que na prática só era possível a grandes companhias. Com o Pix automático, bastará a empresa ou o MEI pedir a adesão ao banco onde tem conta.

Como funciona?

O processo do Pix automático começa quando a empresa envia um pedido de autorização ao cliente. No aplicativo do banco ou instituição financeira, o usuário acessa a opção “Pix automático”, lê e aceita os termos da operação. Em seguida, define a periodicidade da cobrança, o valor (que pode ser fixo ou variável) e o limite máximo por transação.

A partir da data acordada, o sistema realiza os débitos de forma automática, 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados. O usuário pode cancelar a autorização ou ajustar valores e periodicidade a qualquer momento, mantendo total controle sobre os pagamentos recorrentes.

Tipos de contas

A função só é válida para pessoas físicas como pagadoras e empresas ou prestadores de serviços como cobradores. O pagamento periódico entre pessoas físicas, como mesadas ou salários de trabalhadores domésticos, é feito por outra modalidade, o Pix agendado recorrente, serviço que os bancos devem oferecer obrigatoriamente desde outubro de 2024.

Pix agendado recorrente e Pix automático

No Pix agendado recorrente, o pagador tinha de digitar a chave com a conta da empresa, o valor e a periodicidade da cobrança, o que poderia levar a erros e divergências. No Pix automático, o usuário receberá uma proposta de adesão, bastando confirmar a cobrança, podendo ajustar valores e a frequência dos pagamentos.

  • Contas de consumo (luz, água, telefone)
  • Mensalidades escolares e de academias
  • Assinaturas digitais (streaming, música, jornais)
  • Clubes de assinatura e serviços recorrentes
  • Outros serviços com cobrança periódica

Segurança

O Pix automático traz alguns riscos de segurança. O principal são falsas empresas que enviam propostas de cobrança que irão para contas de terceiros. Para minimizar o risco de golpes, o BC editou, em junho, uma série de normas para as empresas que aderirem ao Pix automático.



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Soluções da Kuhn do Brasil aumentam eficiência da nutrição no setor leiteiro


A pecuária leiteira brasileira demonstra uma alta força produtiva, consolidando um volume recorde de 35,7 bilhões de litros produzidos em 2024 e iniciando 2025 com uma alta de 4,3% na captação diária no primeiro trimestre, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Outro marco histórico foi registrado no segundo trimestre desse ano, com uma captação formal de 6,5 bilhões de litros, um aumento de 9,4% sobre o mesmo período do ano anterior, conforme o IBGE.

O crescimento, no entanto, acontece em um cenário de forte pressão econômica, onde a escalada no preço dos insumos, principalmente a ração, desafia a rentabilidade e exige do produtor uma gestão cada vez mais técnica e eficiente. O paradoxo de um setor que cresce em volume, mas luta para manter a lucratividade, é a realidade vivida nas principais bacias leiteiras do país, que se concentram em estados como Minas Gerais, o líder nacional, seguido por potências como Paraná – onde está localizado Castro, o município com a maior produção do Brasil – e Rio Grande do Sul.

Para os produtores dessas regiões, a otimização de cada etapa da operação já não é mais um diferencial, pois se tornou uma condição de sobrevivência e competitividade, especialmente diante da concorrência de lácteos importados de países do Mercosul. A alimentação do rebanho, que pode representar até 60% dos custos totais de produção, é considerada a área mais crítica e com maior potencial de otimização.

Foto: Kuhn/divulgação

Nesse mercado, onde o consumidor final valoriza produtos de maior valor agregado e o custo da matéria-prima é ditado por fatores globais, o investimento em tecnologia de precisão na alimentação é a resposta mais estratégica. Segundo o especialista Daniel Wolff, da KUHN do Brasil, a eficiência da mistura impacta diretamente a produtividade leiteira, garantindo uma distribuição uniforme dos ingredientes, evitando a seleção pelo animal e assegurando que cada bocado contenha o perfil nutricional planejado.

Como resultado, há maior estabilidade ruminal e melhor conversão alimentar. “Uma mistura homogênea pode elevar a produção diária por vaca entre 1,5 a 2 litros, além de reduzir em até 15% o desperdício de ração. Em um cenário de insumos caros, essa economia é uma vantagem competitiva direta”, explica Wolff.

A KUHN do Brasil tem investido para atender a essa demanda com soluções que aliam precisão nutricional e eficiência operacional. O destaque são os misturadores autopropelidos das linhas SPV e SPW, projetados para transformar o maior centro de custo da fazenda em uma alavanca de rentabilidade.

Equipados com sistema de mistura vertical e contra-facas ajustáveis, os equipamentos garantem uma homogeneização superior da dieta total (TMR). A fresa frontal realiza o carregamento direto do silo sem descompactar o material, preservando a estrutura da fibra e a qualidade da silagem. Diferente dos sistemas convencionais, os ingredientes caem diretamente no fluxo da mistura, o que reduz o tempo de processamento, melhora a uniformidade e contribui para uma operação mais rápida e com menor consumo de combustível.

A automação do carregamento também elimina a necessidade de uma pá carregadeira, reduzindo o número de máquinas e o esforço do operador, um ganho relevante diante da escassez de mão de obra qualificada.

  • O SPV se destaca pela compacidade e agilidade em propriedades com estruturas mais estreitas, com reservatórios de 12 a 17 m³.
  • O SPW oferece maior volume de carga (até 27 m³), com duas roscas verticais, ideal para propriedades de grande escala.

Ambos os modelos podem ser equipados com o sistema EvoNIR, que realiza uma leitura instantânea dos parâmetros nutricionais dos ingredientes (matéria seca, proteína, fibra) durante o carregamento. Com esses dados, o sistema pode realizar correções simultâneas na formulação, garantindo que o rebanho receba exatamente o perfil nutricional planejado. Essa inteligência embarcada coloca o produtor no controle total da nutrição, transformando precisão em resultado financeiro.

Foto: Kuhn/divulgação

Sobre a KUHN do Brasil

O Grupo KUHN, que tem como propósito o desenvolvimento de soluções confiáveis para alimentar a população mundial preservando o meio ambiente , está presente em 110 países e emprega mais de 5.000 pessoas em 11 unidades de produção e 11 unidades de distribuição em todo o mundo. De origem francesa, com um know-how e expertise de 197 anos , possui a linha mais completa de implementos agrícolas para agricultura e pecuária.

A KUHN tem 20 anos de atuação no Brasil com sedes nas cidades de São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS ). Conta ainda com quatro centros de distribuição e treinamentos, localizados em Rondonópolis (MT), Palmas (TO), São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS). Em 2025, a empresa reforça a sua presença nacional com a campanha “20 anos no Brasil – Fazendo história com você”.

Para conhecer mais sobre as linhas de produtos da KUHN do Brasil, acesse o site da empresa.



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Opep mantém projeção de alta na oferta global de petróleo



A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) manteve suas previsões de crescimento para a produção de petróleo fora da aliança Opep+ nos próximos dois anos. O grupo estima que a oferta aumente 800 mil barris por dia (bpd) em 2025 e 600 mil bpd em 2026, conforme relatório mensal divulgado nesta segunda-feira (13).

Produção deve crescer em países das Américas

Segundo a Opep, Estados Unidos, Brasil, Canadá e Argentina devem liderar a expansão da oferta. Juntos, esses países devem responder por grande parte do incremento esperado no mercado internacional.

Com os novos volumes, a produção total fora da Opep+ deve alcançar 54,01 milhões de barris por dia em 2025 e 54,64 milhões em 2026, segundo as estimativas.

Avanço também entre países da Opep+

Entre os membros da Opep+ — grupo que inclui a Rússia e outros grandes produtores — também houve aumento na produção. Em setembro, o volume médio subiu 630 mil barris por dia em relação a agosto, chegando a 43,05 milhões de barris diários.



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Cruzamento entre caracu e devon pode ajudar a potencializar a pecuária moderna; saiba mais



A pecuária moderna busca aliar a rusticidade dos taurinos adaptados à alta produtividade das raças de corte e o cruzamento entre caracu e devon se destaca como uma estratégia eficiente nesse contexto.

Ao programa Giro do Boi, o pecuarista Guilherme Machado, de Barra do Bugres (MT), consultou o zootecnista Alexandre Zadra sobre a viabilidade de inseminar suas vacas caracu puras com touros devon. A resposta do especialista é clara: “a combinação é uma excelente opção que garante bezerros pesados e precoces no abate”. Confira:

O criador possui vacas caracu, que são taurinas adaptadas e tropicais, com alta tolerância ao calor do Mato Grosso. Ao cruzar o caracu (raça de grande porte e biotipo continental) com o devon (raça europeia de menor porte), o pecuarista gera 100% de heterose (vigor híbrido), uma vez que são raças geneticamente distantes. Essa complementariedade resulta em um animal com alta adaptabilidade e excelente desempenho.

Cruzar para melhorar a adaptação

Um dos grandes benefícios do cruzamento é a garantia da adaptação ao clima tropical. O Caracu é reconhecido pela linhagem slick hair (pelo zero). Ao utilizar o devon nessas fêmeas, 100% dos produtos serão de pelo zero, o que otimiza o conforto térmico e o desenvolvimento dos bezerros desde o nascimento. Além disso, o porte menor do devon sobre o caracu de grande porte assegura a facilidade de parto.

O zootecnista Zadra sugere que as fêmeas F1 (devon x caracu) também sejam aproveitadas, seja com a reintrodução do Caracu ou com o uso de um bimestiço, como brangus ou braford, para um cruzamento terminal.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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