sexta-feira, abril 10, 2026

Autor: Redação

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Frente fria avança e vai virar o tempo em várias regiões; confira



A chegada de uma nova frente fria ao Brasil muda o cenário do tempo em várias regiões do país. O sistema se forma a partir de uma baixa pressão no Paraguai que chega ao Oceano Atlântico e atrai a umidade da região Norte.

Veja como vão ficas as condições do tempo nos próximos dias em todas as regiões brasileiras, de acordo com análise da Climatempo.

Sul recebe as chuvas mais fortes

Nesta sexta-feira (17), as chuvas mais fortes se concentram na região, especialmente no Rio Grande do Sul, onde há risco de temporais com raios, ventos fortes e granizo.

Com o deslocamento da frente fria, a instabilidade avança para Santa Catarina e Paraná, reforçando o alerta para chuva volumosa e ventania.

A presença constante de nebulosidade impede o aquecimento mais acentuado, mas o ar abafado ainda predomina em boa parte da região. A combinação de calor, umidade e ar frio em altitude é o combustível perfeito para a formação dos temporais, afirma a Climatempo.

Sudeste entra em alerta: tempo vai mudar

A influência da frente fria se estende para o Sudeste. Nesta sexta, o calor e a umidade favorecem a formação de nuvens carregadas sobre São Paulo e Minas Gerais.

A manhã ainda será de sol e temperaturas elevadas. A capital paulista pode registrar máximas de até 31 °C, mas no decorrer da tarde as pancadas de chuva retornam com risco de trovoadas e rajadas de vento.

No sábado (18), o cenário muda completamente. O avanço do sistema frontal e o reforço de uma área de baixa pressão próxima à costa deixam o tempo instável em praticamente todo o estado, informa a Climatempo.

A temperatura cai bruscamente: a máxima não deve passar de 23 °C, e há previsão de chuva forte e persistente ao longo do dia. No litoral e no Vale do Ribeira, os ventos podem superar 70 km/h, reforçando o alerta para transtornos.

No Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais, as instabilidades ganham força entre o fim do sábado e o domingo (19), com previsão de chuva volumosa e queda de temperatura. No Espírito Santo, as mudanças devem chegar entre o domingo e a segunda-feira.

Centro-Oeste volta a registrar temporais

A umidade da Amazônia somada à passagem da frente fria cria o cenário perfeito para temporais no Centro-Oeste. Em Mato Grosso do Sul, a chuva se espalha desde o período da manhã, com alta probabilidade de trovoadas e ventos fortes.

Já em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, as pancadas de chuva ocorrem entre a tarde e à noite, com risco de temporais isolados.

Essa mudança marca o enfraquecimento do calor extremo que vinha predominando na região nos últimos dias.

A partir do domingo, o tempo tende a ficar mais ameno e a temperatura estabiliza em patamares mais agradáveis.

Apesar dos problemas que os temporais podem causar, a chuva auxilia no combate aos incêndios florestais nas áreas mais centrais do país.

Norte e Nordeste têm sol e tempo seco

Enquanto o ar frio avança pelo Centro-Sul, o Nordeste segue sob domínio do sol e do ar seco.
Apenas a faixa litorânea da Bahia, Alagoas e Pernambuco deve registrar chuva leve e passageira, provocada pelos ventos marítimos que trazem umidade do oceano.

No interior nordestino, o tempo continua firme, com baixa umidade do ar e calor intenso.

No Norte, permanece o padrão típico da estação: chuvas irregulares, mas com chance de temporais no Amazonas, Acre e Rondônia. O excesso de umidade mantém o tempo abafado e as pancadas de chuva se concentram entre a tarde e a noite da sexta.

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Lista complementar de municípios para renegociação de dívidas rurais é divulgada



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, na noite desta quarta-feira (15), a lista complementar de municípios elegíveis para a renegociação de dívidas rurais. A medida abrange produtores e cooperativas afetados por eventos climáticos adversos, conforme a Medida Provisória 1.314/2025. Ao todo, 55 municípios do Rio Grande do Sul foram incluídos, somando 1.418 municípios aptos a requerer o crédito subsidiado.

Apesar da MP ter sido editada em 5 de setembro, a renegociação ainda não estava efetiva. A publicação da lista complementar pelo ministério era um dos atos pendentes.

Critérios para acesso ao crédito

A inclusão dos municípios gaúchos ocorreu após ajustes nos critérios do Conselho Monetário Nacional (CMN). Produtores e cooperativas localizados em municípios com decretos de emergência ou calamidade em pelo menos três anos entre 2020 e 2024 podem acessar a linha de crédito. Entre os eventos considerados estão secas, enchentes e alagamentos.

Nos demais estados, a elegibilidade leva em conta municípios que registraram situação de emergência ou calamidade em pelo menos dois anos no período de 2020 a 2024. Além disso, é exigida perda mínima de 20% na produção em duas das três principais atividades agrícolas do município. A metodologia considera a produtividade estimada pela Pesquisa Agrícola Municipal do IBGE e compara com anos anteriores.

Linhas de crédito e recursos disponíveis

Produtores e cooperativas com perdas de pelo menos 30% em duas ou mais safras entre julho de 2020 e junho de 2025 poderão acessar até R$ 12 bilhões em recursos do Tesouro. O crédito subsidiado terá juros entre 6% e 10% ao ano, com prazo de pagamento de até nove anos, operacionalizado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Entre os estados com maior número de municípios aptos estão Rio Grande do Sul (458), Paraíba (150), Minas Gerais (123), Santa Catarina (108) e Pernambuco (101). Outros estados contemplam menor número de municípios, incluindo Paraná, Bahia, Ceará e São Paulo.



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BNDES abre crédito emergencial para produtores rurais com perdas de safra



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu, nesta quinta-feira (16), o protocolo para receber pedidos de crédito do Programa BNDES para Liquidação de Dívidas Rurais, voltado a produtores que sofreram perdas significativas de safra entre 2020 e 2025.

Com orçamento de R$ 12 bilhões disponibilizado pelo governo federal, o programa busca restabelecer a capacidade econômica e garantir a continuidade da produção agropecuária, especialmente entre os produtores mais vulneráveis.

Apoio a agricultores familiares e médios produtores

De acordo com o BNDES, pelo menos 40% dos recursos serão destinados a agricultores familiares e médios produtores, enquadrados nos programas Pronaf e Pronamp. Esses grupos são considerados mais suscetíveis aos efeitos dos eventos climáticos extremos, como secas e enchentes, que têm se intensificado nos últimos anos.

“As ações de apoio seguem a mesma lógica do que foi feito no Rio Grande do Sul, com empresas afetadas pelos extremos climáticos”, afirmou Maria Fernanda Coelho, diretora de Crédito Digital para MPMEs e Gestão do Fundo do Rio Doce do BNDES.
Segundo ela, o objetivo é oferecer alívio econômico para que o produtor possa manter suas atividades e empregos no campo, fortalecendo a segurança alimentar e o desenvolvimento regional.

Quem pode solicitar

As operações poderão ser realizadas por meio da rede de instituições financeiras parceiras credenciadas ao BNDES.

Serão elegíveis para o programa produtores rurais, associações, condomínios rurais e cooperativas agrícolas localizados em municípios com situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo governo federal, entre 2020 e 2024.

Podem ser renegociadas operações de crédito rural de custeio, investimento e Cédulas de Produto Rural (CPRs) contratadas até 30 de junho de 2024.
Para acessar o benefício, o produtor deve comprovar perdas superiores a 30% em duas ou mais safras, dentro do período de referência, além de estar em município que tenha registrado redução de mais de 20% em duas das principais atividades agrícolas locais.

Condições e prazos

O prazo total das operações será de até nove anos, incluindo carência de um ano para início dos pagamentos.

Segundo o BNDES, a estrutura do programa foi desenhada para garantir condições financeiras compatíveis com a capacidade de recuperação dos produtores, evitando o endividamento excessivo e estimulando a retomada da produção.

Com essa iniciativa, o banco reforça seu papel como principal agente de políticas públicas de crédito de longo prazo no Brasil, especialmente em momentos de crise climática e econômica no campo.



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Processamento de cana cresce na segunda quinzena de setembro, diz Unica



A moagem de cana-de-açúcar pelas usinas do Centro-Sul do Brasil cresceu na segunda quinzena de setembro, mas o foco da produção continua migrando do açúcar para o etanol. Segundo levantamento da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), as unidades processaram 40,8 milhões de toneladas na segunda metade do mês, um avanço de pouco mais de 5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Produção de açúcar e mudança no mix

A fabricação de açúcar somou 3,1 milhões de toneladas, alta de quase 11% frente ao resultado de 2024. Mesmo com o crescimento, o mix de produção voltado ao adoçante caiu pelo terceiro período consecutivo, alcançando 51,2% do total processado — ante 53,5% na quinzena anterior.

De acordo com Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da Unica, a retração é mais intensa nas regiões do Centro-Oeste, onde as usinas têm priorizado o etanol. Em São Paulo, a queda no direcionamento ao açúcar foi de 2,5 pontos percentuais, enquanto no Centro-Oeste chegou a 3,5 pontos. “A produção de etanol tem mostrado maior atratividade nessas regiões”, destacou o executivo.

Etanol ganha espaço, impulsionado pelo milho

Na segunda metade de setembro, as usinas do Centro-Sul produziram 2,21 bilhões de litros de etanol. Desse total, 1,36 bilhão correspondeu ao hidratado, usado diretamente nos veículos, e 851 milhões ao anidro, misturado à gasolina.

A participação do etanol de milho continua em expansão. O biocombustível representou 16,7% do total fabricado, com 369 milhões de litros produzidos no período — aumento de 10,5% em relação à safra anterior.

Qualidade da cana

O teor de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR), que indica o rendimento da matéria-prima, registrou 157,48 quilos por tonelada, queda de 1,78% na comparação anual. Segundo a Unica, o clima irregular em setembro pode ter contribuído para a leve redução na qualidade da cana.



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como está a soja no Brasil


No mercado físico da soja gaúcha não foram registradas cotações específicas para o dia de ontem, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Para pagamento em 15/10, com entrega em outubro, os preços no porto foram reportados a R$ 135,00/sc, enquanto no interior as referências se mantiveram em torno de R$ 130,00/sc em Cruz Alta, Passo Fundo, Santa Rosa e São Luiz, todos com liquidação prevista para 30/10. Já em Panambi, o mercado físico apresentou queda mais acentuada, com o preço de pedra recuando para R$ 120,00/sc, sinalizando maior resistência local ao ritmo comprador”, comenta.

Não foram divulgados dados de plantio, comercialização ou fretes de soja em Santa Catarina. “O setor de proteína animal catarinense, especialmente aves e suínos, figura entre os maiores consumidores de farelo de soja do país, garantindo uma demanda contínua para a indústria de processamento. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 138,11 (+0,67%)”, completa.

No mercado físico do Paraná, a estabilidade predominou no interior. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 140,19 (+0,46%). Em Cascavel, o preço foi R$ 128,72 (+0,04%). Em Maringá, o preço foi de 129,09 (-0,03%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,09 (-0,78%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 138,26 (+0,11%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul segue consolidando o avanço da semeadura da safra de soja. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 123,44 (+1,31%), Campo Grande em R$ 123,44 (+1,31%), Maracaju em R$ 123,44 (+1,31%), Chapadão do Sul a R$ 120,41 (+0,08%), Sidrolândia a em R$ 123,44 (+1,31%)”, informa.

No mercado físico do Mato Grosso, o estado registrou uma das valorizações mais significativas do país, com preço médio de R$ 119,43 por saca e alta de +2,01%. “Campo Verde: R$ 121,56 (-0,07%). Lucas do Rio Verde: R$ 120,19 (+1,14%), Nova Mutum: R$ R$ 120,19 (+1,14%). Primavera do Leste: R$ 121,56 (-0,07%). Rondonópolis: R$ 121,56 (-0,07%). Sorriso: R$ 120,19 (+1,05%)”, conclui.

 





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STF retomará julgamento sobre lei de MT



O Supremo Tribunal Federal (STF) retomará no plenário virtual, entre 24 de outubro e 3 de novembro, o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.774, que questiona a constitucionalidade da Lei 12.709/2024 de Mato Grosso.

A norma veda a concessão de benefícios fiscais e doação de terrenos públicos a empresas signatárias de acordos comerciais como a moratória da soja. O ministro Luís Roberto Barroso cancelou o pedido de destaque que havia feito em 9 de outubro, devolvendo o caso ao formato virtual.

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O placar está em 4 a 1 pela inconstitucionalidade parcial da lei. O relator Flávio Dino votou para restabelecer o artigo que proíbe benefícios fiscais apenas a partir de 1º de janeiro de 2026, acompanhado por Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Edson Fachin (com ressalvas). Dias Toffoli divergiu.

A data coincide com a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de 30 de setembro, que determinou a suspensão da moratória também a partir de janeiro de 2026. O período até dezembro de 2025 foi estabelecido para negociações entre empresas e governo.

O acordo da moratória da soja

A moratória da soja, firmada em 2006, é um acordo entre tradings, indústrias, ONGs e governo que veda compra de soja de áreas desmatadas na Amazônia após julho de 2008, mesmo dentro do limite legal de 20% permitido pelo Código Florestal. Cerca de 30 empresas são signatárias.

Além de Mato Grosso, estados como Pará, Rondônia e Tocantins aprovaram leis similares contra o pacto, todas questionadas no STF. Os estados alegam que o acordo extrapola o Código Florestal. As empresas defendem que é um compromisso voluntário de mercado.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirmou confiar que a moratória será encerrada em janeiro de 2026. A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) sustenta que o acordo é reconhecido internacionalmente como instrumento de combate ao desmatamento.

O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu, em 23 de setembro, um processo para investigar uso de estrutura pública pelo Ministério do Meio Ambiente em apoio ao acordo, atendendo pedido da Comissão de Agricultura da Câmara.



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Chuvas limitadas em MG impedem início do plantio da safra de soja



O início do plantio da safra 25/26 de soja, em Patos de Minas, no centro-oeste de Minas Gerais, ainda depende da regularização das chuvas, segundo a Emater local. As precipitações são fundamentais para o andamento adequado dos trabalhos em campo e, por isso, os sojicultores seguem atentos à situação climática.

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Segundo o engenheiro agrônomo, Fernando José da Silva, na região, os produtores estão prontos para iniciar o cultivo nos 33 mil hectares previstos, mas a umidade no solo é insuficiente. Em outubro, foram apenas dois dias de precipitação, totalizando 7 milímetros acumulados. A expectativa é de volumes melhores a partir da próxima semana.

Caso as condições climáticas se confirmem, a produtividade média esperada é de 3.900 quilos por hectare, nível semelhante ao registrado na safra anterior.

Números de soja em MG

No estado de Minas Gerais, conforme levantamento da Safras & Mercado, o plantio de soja deve alcançar 2,41 milhões de hectares em 2025/26, crescimento de 1,3% sobre a safra passada (2,38 milhões de hectares).

A produção estadual é estimada em 9,544 milhões de toneladas, alta de 1,8% em relação às 9,378 milhões obtidas em 2024/25. O rendimento médio projetado é de 3.980 quilos por hectare, ligeiramente acima dos 3.960 quilos/ha da temporada anterior.



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Preço médio do frete registra nova queda em setembro



O preço do frete rodoviário no Brasil caiu 1,49% em setembro, passando de R$ 7,36 para R$ 7,25 por quilômetro rodado, segundo o Índice de Frete Rodoviário (IFR) da Edenred Frete. A redução foi influenciada pelo menor ritmo da indústria, pelo recuo do diesel e pela manutenção da taxa básica de juros. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (16).

Peso do frete no campo

O frete representa um dos principais custos do agronegócio e pode responder por até 40% das despesas do produtor rural, principalmente em regiões mais afastadas dos portos, como Mato Grosso. A distância, o preço do combustível e a condição das estradas ampliam o valor final do transporte e reduzem a competitividade das exportações brasileiras.

Fatores de pressão baixista

Segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o diesel comum recuou 0,32% em setembro, para R$ 6,17, enquanto o diesel S-10 caiu 0,16%, ficando em R$ 6,21.

“O comportamento de setembro reflete fatores macroeconômicos mais fortes que as pressões de custo. A atividade industrial mais lenta e o recuo do diesel pesaram a favor da redução do frete”, explica Vinicios Fernandes, diretor da Edenred Frete.

Para os próximos meses, ele projeta “pequenas oscilações, com atenção ao cumprimento da Tabela de Preço Mínimo de Frete”. Fernandes lembra que, desde o início de outubro, a ANTT intensificou a fiscalização para coibir negociações abaixo do piso.

“A medida tende a dar mais disciplina ao mercado e pode influenciar os preços no último trimestre”, completa.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho sobe na B3 e em Chicago: Confira


Os contratos futuros de milho encerraram a quarta-feira (15) com leves altas, sustentados por sinais de demanda firme e projeções positivas para as exportações brasileiras, segundo informações da TF Agroeconômica. Na B3, apenas o contrato de novembro recuou, refletindo realização de lucros por parte dos investidores e a proximidade do aviso de entrega. Já os demais vencimentos fecharam em leve alta, impulsionados pela estimativa da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que elevou sua previsão de embarques de outubro para 6,459 milhões de toneladas, um aumento de 6,58% em relação à semana anterior.

A demanda interna segue aquecida, especialmente pela indústria de etanol, que continua absorvendo volumes expressivos do cereal. Nos fechamentos do dia, o contrato de novembro/25 foi cotado a R$ 67,51, registrando baixa de R$ 0,29 no dia, mas alta de R$ 0,91 na semana. O vencimento de janeiro/26 encerrou a R$ 70,47, com alta diária de R$ 0,19 e ganho semanal de R$ 1,68, enquanto o contrato de março/26 terminou a R$ 72,20, avançando R$ 0,17 no dia e R$ 0,68 na semana.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) também fechou em alta, mesmo sem novos dados oficiais, sustentado pelo otimismo em torno da demanda global. O contrato de dezembro subiu 0,91%, a US$ 416,75/bushel, e o de março ganhou 0,70%, a US$ 432,25/bushel. Segundo o analista americano Ben Potter, o cereal teve o melhor desempenho do complexo de grãos, apoiado por grandes compras de Taiwan e Coreia do Sul, além da expectativa de que o ritmo forte da demanda se mantenha no curto prazo.

 





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índice que mede atividade econômica sobe em agosto



O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,40% em agosto, na comparação com julho e na série com ajuste sazonal, informou a autarquia nesta quinta-feira, 16. No mês anterior, o índice havia cedido 0,52% (revisado, de -0,53%). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (16).

O resultado de agosto ficou abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para uma alta de 0,70%. As estimativas do mercado iam de queda de 0,30% a alta de 1,10%.

Resultado por setores

O IBC-Br ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor da conta, subiu 0,39% na margem, após uma queda de 0,45% no mês anterior (revisado, de -0,43%). O indicador próprio da agropecuária recuou 1,85%, após uma baixa de 0,62% em julho (revisado, de -0,81%). É a quinta queda consecutiva do índice na margem.

O índice de serviços caiu 0,21%, depois de ter cedido 0,29% no mês anterior (revisado, -0,19%); o da indústria avançou 0,84%, após baixa de 0,99% em julho (revisado, de -1,07%); e o de impostos equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) subiu 0,72%, após uma queda de 0,81 (revisado, de -0,69%).

Comparação anual

Na comparação com agosto de 2024, o IBC-Br total cresceu 0,12% na série sem ajuste sazonal abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de 0,65%. As estimativas do mercado iam de queda de 0,40% a alta de 2,40%.

O índice ex-agropecuária caiu 0,09% na comparação interanual, após alta de 0,98% no mês anterior (revisado, de 1,01%). O da agropecuária teve alta de 3,87%, depois de ter crescido 4,67% em julho (revisado, de 3,48%).

O indicador de serviços cresceu 0,62%, após alta de 1,49% (revisado, de 1,57%), e o da indústria caiu 0,76%, depois de ter subido 0,43% (revisado, de 0,41%). O índice de impostos caiu 1,87%, após baixa de 0,25% (revisado, de -0,36%).



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