quinta-feira, abril 9, 2026

Autor: Redação

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Previsão para a inflação cai mais uma vez; confira as estimativas do mercado



As expectativas do mercado financeiro voltaram a apontar queda na inflação, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central.

A mediana das projeções para o IPCA de 2025 caiu de 4,72% para 4,70%, após quatro semanas de redução. Para 2026, a estimativa do indicador passou de 4,28% para 4,27%.

PIB e juros seguem estáveis

A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 subiu levemente, de 2,16% para 2,17%, enquanto as previsões para 2026 e 2027 permaneceram em 1,80% e 1,82%, respectivamente.

Por outro lado, a expectativa para a taxa Selic foi mantida em 15% ao ano em 2025, com estabilidade também para os anos seguintes: 12,25% em 2026, 10,50% em 2027 e 10% em 2028.

Câmbio e contas externas

O mercado manteve a previsão do dólar em R$ 5,45 no fim de 2025. Para 2026, a projeção segue em R$ 5,50, e para 2027, R$ 5,51.

Na parte externa, a estimativa para o saldo da balança comercial recuou de US$ 62 bilhões para US$ 61,15 bilhões. Enquanto isso, o déficit em conta corrente aumentou de US$ 69 bilhões para US$ 69,5 bilhões neste ano. Já o investimento direto no país foi mantido em US$ 70 bilhões.

Indicadores fiscais

A dívida líquida do setor público deve encerrar 2025 em 65,77% do PIB, ligeiramente acima do boletim anterior. O resultado primário foi mantido em déficit de 0,50% do PIB, e o resultado nominal, em -8,50%.



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Trump diz que pode reduzir tarifas contra a China, mas impõe condições



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (19) que pode reduzir tarifas sobre produtos chineses, mas impôs condições à medida. Entre elas estão a retomada das compras de soja pela China “nos volumes de antes” e o fim do envio de fentanil — droga sintética — ao território americano.

As declarações foram dadas a bordo do avião presidencial, o Air Force One, durante viagem oficial.

Relação com a China e política externa

Trump disse manter uma “boa relação” com o presidente chinês Xi Jinping, mas reforçou que espera compromissos concretos para considerar mudanças nas sobretaxas impostas a Pequim. O republicano também criticou o que chamou de “jogo das terras raras”, referindo-se à dependência dos Estados Unidos desses minerais estratégicos, amplamente dominados pela China.

Questionado sobre o Oriente Médio, o presidente americano afirmou que o cessar-fogo entre Israel e o Hamas continua em vigor, embora reconheça “ações isoladas” de rebeldes dentro do grupo. Ele disse que os Estados Unidos responderão “de forma dura, porém correta”, caso haja novas violações do acordo.

Aceno à Argentina e impacto no setor agropecuário

Durante a conversa com jornalistas, Trump também comentou a situação econômica da Argentina, dizendo que o país “não está bem” e que Washington avalia medidas de apoio. Entre elas, está a possibilidade de compra de carne bovina argentina para reduzir os preços ao consumidor americano — uma estratégia que, segundo ele, faz parte do esforço para conter a inflação interna.

A alta do preço da carne nos Estados Unidos é atribuída à seca que atinge o Texas, importante região produtora, e à redução das importações do México devido a uma praga nos rebanhos. O republicano tem reforçado a aproximação com o presidente argentino Javier Milei, com quem negocia uma linha de financiamento temporária de até US$ 20 bilhões.

Trump destacou que a ajuda financeira e os acordos comerciais dependerão dos resultados das eleições legislativas argentinas, previstas para os próximos meses.



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juros altos e risco global apertam o cerco do produtor


A oferta de crédito rural no Brasil continua robusta no papel, o Plano Safra 2025/26 anuncia R$ 516 bilhões para custeio, investimento e comercialização. Mas quem vive o dia a dia do campo sabe que o número engana: recursos existem, porém o dinheiro real ficou mais caro, seletivo e de difícil acesso.

Com a Selic travada em 15%, o custo financeiro sufoca o produtor. A maior parte das linhas disponíveis depende de funding livre, e não de recursos equalizados, o que empurra o juro efetivo para patamares que inviabilizam margens já apertadas. O resultado é visível nas estatísticas: a inadimplência rural passou de 7%, maior nível em mais de uma década, e cresce especialmente entre produtores médios que carregam dívidas antigas.

Crédito caro e acesso restrito travam o campo

No campo, isso se traduz em crédito curto, exigências altas e pouco apetite dos bancos. O produtor que renegociou dívidas nos últimos anos enfrenta agora outro obstáculo: sem limite de crédito novo, não planta. É um círculo vicioso, e perigoso, que ameaça a sustentabilidade da produção.

O cenário internacional não ajuda. As commodities agrícolas vivem uma fase de preços contidos, pressionadas por excesso de oferta e desaceleração global. Ao mesmo tempo, o endividamento mundial já passa de US$ 330 trilhões, o que encarece o dinheiro e aumenta a aversão ao risco. Cada movimento de juros nos Estados Unidos, na Europa ou na China repercute imediatamente sobre o crédito brasileiro.

Gestão financeira é fator de sobrevivência no agro

Acompanhando o agro há décadas, percebo que o setor entrou numa era em que gestão financeira vale tanto quanto tecnologia e produtividade. O produtor que quiser atravessar essa fase precisa se reinventar

  • planejar custos com base em juros reais;
  • combinar fontes (Pronaf, CPR, Fiagro, barter, cooperativas);
  • travar margens com hedge inteligente;
  • e tratar seguro e gestão de risco como parte do negócio, não como gasto extra.

O crédito rural segue sendo o combustível do agro, mas hoje exige maturidade. Já não basta plantar bem, é preciso gerir com precisão a empresa. O campo que sempre alimentou o Brasil agora precisa se proteger de uma nova safra de riscos: juros altos, inadimplência crescente e instabilidade global.

O produtor que entender esse novo tempo sobreviverá e sairá fortalecido. O que ignorar os sinais, infelizmente, pode colher dívidas no lugar da colheita. O agro não está em crise, está em transição. E quem souber se adaptar será o verdadeiro vencedor deste ciclo.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Venda soja sempre que houver lucro



A TF ressalta que a volatilidade vem tanto de fatores climáticos quanto geopolíticos


A TF ressalta que a volatilidade vem tanto de fatores climáticos quanto geopolíticos
A TF ressalta que a volatilidade vem tanto de fatores climáticos quanto geopolíticos – Foto: Pixabay

De acordo com a TF Agroeconômica, o cenário atual do mercado de soja exige prudência e estratégia dos produtores. A consultoria destaca que, mesmo com boas ofertas para 2026, como R$ 121,00 por saca (10% de lucro) e R$ 131,00 (19,09% de lucro), o momento é de incerteza. Por isso, a principal recomendação é clara: todo lucro é lucro e deve ser aproveitado, ainda que pequeno, evitando riscos de quedas futuras e prejuízos mais à frente.

A TF ressalta que a volatilidade vem tanto de fatores climáticos quanto geopolíticos. A influência das políticas comerciais dos Estados Unidos e da China, somada à possibilidade de uma safra brasileira recorde de 177,5 milhões de toneladas, cria um ambiente de alta imprevisibilidade. Caso o clima prejudique a produção no Brasil, Pequim poderá buscar suprimento nos EUA, mas se as condições se mantiverem favoráveis e houver eventual reaproximação comercial entre Trump e Xi Jinping, os preços podem cair para R$ 100 por saca ou até menos no próximo ano.

Entre os fatores de alta, a TF cita a desaceleração da colheita americana devido às chuvas, produtividade menor que a prevista pelo USDA e os bons números de esmagamento nos Estados Unidos. Já entre os fatores de baixa, pesam a demanda chinesa enfraquecida, o aumento das exportações argentinas e a ampla oferta esperada da soja brasileira. O “pêndulo da balança” entre EUA e China, segundo a consultoria, está justamente na performance da safra do Brasil. Diante disso, a TF Agroeconômica recomenda que o produtor venda parte da produção sempre que houver lucro. “Por isso, quando encontrar lucro, agarre-o firme, venda um pouco”.

 





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Mulheres alagoanas impulsionam o agro com protagonismo e inovação



A força da mulher alagoana no agronegócio tem se consolidado como um dos pilares do desenvolvimento rural no estado. Por isso, no dia 27 de outubro, será realizado o 3º Encontro Estadual das Mulheres do Agro de Alagoas, no Espaço Fábrica de Eventos, em Maceió.

O evento, promovido pela Comissão das Mulheres do Agro de Alagoas — criada pelo Sistema Faeal/Senar com apoio do Sebrae Alagoas — reunirá produtoras, lideranças e empreendedoras para celebrar conquistas e impulsionar novas iniciativas.

Segundo o IBGE, cerca de 24.098 estabelecimentos rurais em Alagoas são geridos por mulheres, o que representa 24,59% da participação feminina no setor.

Embora atuem em diversas cadeias produtivas, como olericultura, fruticultura e bovinocultura de leite, essas mulheres também têm se destacado em áreas como apicultura, piscicultura e suinocultura. Portanto, é evidente que elas desempenham papel essencial na dinamização da economia local.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Para Juliana Almeida, diretora Administrativa e Financeira do Sebrae Alagoas e representante do estado na Comissão Nacional das Mulheres do Agro da CNA, “o protagonismo delas transforma o campo alagoano e inspira novas gerações”. Além disso, ela destaca que o Encontro é uma oportunidade para fortalecer redes, compartilhar experiências e impulsionar o empreendedorismo com propósito.

Dessa forma, o evento não apenas celebra o Mês da Mulher do Agro, como também reafirma o compromisso com a valorização feminina no campo.



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Frente fria leva chuva para parte do país nesta segunda-feira; saiba onde



A segunda-feira (20) vai ser marcada por tempo instável em boa parte do país, com chuva forte em várias regiões. Na região Sul, a circulação de ventos associados à área de alta pressão no oceano vai continuar mantendo a condição de tempo firme na maior parte dos estados da Região Sul.

Confira a previsão do tempo detalhada, por região:

Sul

Excepcionalmente no litoral de Santa Catarina e do Paraná, além de áreas no leste paranaense, a circulação de ventos marítimos deve estimular maior presença de nebulosidade e pode favorecer a ocorrência de pancadas de chuva isoladas, com fraca a moderada intensidade. Nas demais regiões interioranas dos três estados, o predomínio será de tempo firme, com dia marcado pela presença do sol, contudo, com temperaturas mais amenas.

Sudeste

No Sudeste, a frente fria segue se deslocando sobre a costa do país, e as instabilidades associadas ao sistema ainda provocam fortes pancadas de chuva no Espírito Santo e na metade norte de Minas Gerais. A chuva segue desde o período da madrugada e deve persistir no decorrer das horas.

Eventuais temporais não estão descartados, e o cenário é de atenção para acumulados mais expressivos em alguns pontos isolados. No Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, a circulação de ventos marítimos mantém o céu carregado e com chance de chuva a qualquer hora do dia, variando entre fraca e moderada intensidade. Nas demais regiões interioranas paulistas, além do oeste e sudoeste mineiro, o predomínio já será de tempo firme, sem risco de chuva significativa.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a orientação do fluxo de umidade associado ao deslocamento da frente fria deve contribuir para que as instabilidades sigam concentradas sobre boa parte de Mato Grosso, norte de Goiás e no Distrito Federal. As pancadas de chuva se iniciam ainda durante a madrugada e devem persistir no decorrer do dia, com potencial para caírem com forte intensidade em alguns momentos, acompanhadas por raios e trovoadas e risco de temporais.

No sul de Mato Grosso e Goiás, além de todo o estado de Mato Grosso do Sul, o predomínio será de tempo mais aberto, sem risco de chuva significativa.

Nordeste

No Nordeste, a aproximação da frente fria deve colocar o estado da Bahia em alerta para temporais e volumes mais expressivos, especialmente no litoral baiano, onde o risco é de perigo, devido aos acumulados mais elevados. O fluxo de umidade começa a transitar sobre áreas do interior do Maranhão e do Piauí, condicionando a ocorrência de pancadas de chuva mais expressivas na região – não sendo descartados eventuais temporais nessas áreas.

A previsão para o Matopiba como um todo é de retorno das pancadas de chuva mais fortes ao longo do dia. Já nas demais áreas da costa leste do nordeste, chance de chuva ocasional e com fraca intensidade. 

Norte

Para a região Norte, destaque para as pancadas de chuva mais fortes que se espalham por praticamente todo o estado do Tocantins, com risco de temporais localizados ainda no começo do dia. As pancadas de chuva mais pesadas seguem concentradas também sobre o Amazonas, Rondônia e sul do Pará, onde há risco de temporais isolados. Chove também em Roraima, demais áreas do estado paraense e no litoral do Amapá.

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Declarações de Trump impulsionam preços da soja em Chicago


A soja encerrou o dia e a semana em alta na Bolsa de Chicago (CBOT), impulsionada por declarações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as relações comerciais com a China. Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado reagiu de forma positiva após Trump afirmar que as relações com o país asiático devem melhorar, o que reduziu as tensões comerciais e trouxe otimismo aos investidores.

Os contratos futuros refletiram o movimento de alta: o vencimento de novembro fechou com valorização de 0,87%, cotado a US$ 1.019,50 por bushel, enquanto o contrato de janeiro subiu 0,80%, para US$ 1.036,75. No segmento de derivados, o farelo de soja para dezembro registrou aumento de 1,48%, alcançando US$ 281,0 por tonelada curta, e o óleo de soja avançou 0,51%, cotado a US$ 51,13 por libra-peso.

A melhora nos preços também foi favorecida pela forte demanda dos processadores norte-americanos, com taxas de esmagamento em níveis historicamente altos. Esse cenário tem contribuído para amenizar as preocupações com a menor demanda chinesa e reforçado o equilíbrio interno entre oferta e consumo nos Estados Unidos. Além disso, a ADM, uma das principais tradings globais, ofereceu incentivos para acelerar a entrega de soja a unidades de processamento no país.

Com esses fatores combinados, a soja em Chicago encerrou a semana com ganho acumulado de 1,27%, equivalente a US$ 12,75 por bushel. O farelo de soja registrou valorização semanal de 2,18%, ou US$ 6,0 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja avançou 2,32%, somando US$ 1,16 por libra-peso.

 





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Família transforma tradição no café em sucesso na avicultura



Por mais de seis décadas, a Família Castelini viveu do café no interior de São Paulo. Entre altos e baixos da lavoura, enfrentaram perdas, secas e oscilações de preço. Mas a vontade de permanecer no campo falou mais alto. Com coragem e união, eles apostaram na avicultura integrada, e hoje o Sítio São Francisco é um exemplo de adaptação e sucesso familiar.

Foi o produtor Anderson Castelini, de 38 anos, quem decidiu dar o novo passo. “Eu sempre gostei de desafios. Quando surgiu a oportunidade da granja, topei na hora. Queria tentar algo diferente, que nos desse estabilidade e ficasse na mão da família”, conta.

A transição exigiu planejamento. O café, que por anos foi símbolo de sustento, já não respondia bem às mudanças do clima. “O calor estava forte demais para a cultura. A gente precisava se reinventar”, lembra Anderson. Assim, os Castelini começaram a pesquisar o sistema de integração, visitar vizinhos e conversar com técnicos da Seara, até iniciarem a construção dos aviários.

Hoje, o núcleo abriga dois aviários climatizados, com capacidade para até 90 mil aves por ciclo. A estrutura é moderna e totalmente automatizada, com controle de temperatura e ventilação feito por painel e aplicativo de celular.

O sistema também conta com energia solar, que reduz custos e garante autonomia. “A automação ajudou muito. O ciclo é rápido e exige atenção total, principalmente na primeira semana dos pintinhos. Cada hora faz diferença”, explica o produtor.

Segundo Anderson, o segredo é o cuidado constante. “Nada pode ser feito de qualquer jeito. A gente observa temperatura, ração, água, tudo. Se o pintinho não ganhar peso nos primeiros dias, o lote todo sente lá na frente”, afirma.

A rotina na propriedade é dividida entre os familiares. Anderson cuida da parte técnica e da manutenção, enquanto os tios Paulo e Léo acompanham as finanças. Primos e sobrinhos ajudam no manejo e no carregamento das aves.

“Trabalhar em família exige respeito e organização. Cada um tem seu papel, e a gente sempre se ajuda. Quando um precisa, o outro cobre. Isso faz toda a diferença”, diz Anderson.

A relação de confiança também se estende aos técnicos da empresa integradora. “No começo, a gente não sabia nada de avicultura. Aprendemos com o suporte do técnico, que vinha a qualquer hora. Hoje, seguimos as orientações e fazemos tudo com segurança.”

Mais do que estabilidade financeira, a avicultura trouxe qualidade de vida. Anderson vive ao lado da esposa Cristiane e dos filhos Braia e Alice, com quem compartilha o dia a dia no campo. “Posso trabalhar e ainda estar presente com a família. Isso não tem preço”, destaca.

A rotina é puxada, mas recompensadora. “Às vezes passo a noite na granja, mas acordo feliz. É gratificante saber que o nosso trabalho alimenta centenas de famílias. Cada caminhão que saiu carregado é motivo de orgulho.”

Cristiane também participa ativamente da gestão e se emociona ao ver o resultado do esforço coletivo. “O Anderson é dedicado, aprende rápido e faz tudo com amor. A gente construiu essa história juntos, e o mais importante é que somos felizes aqui.”

Com o manejo bem ajustado e a família envolvida, o próximo passo da propriedade é ampliar a produção. “O nosso desejo é construir novos aviários. Temos gente preparada e o aprendizado necessário para crescer”, afirma Anderson.

Para ele, a avicultura é mais do que uma atividade econômica: é um projeto de vida. “Aqui a gente trabalha com alegria. O dinheiro vem como consequência, mas o que vale é fazer o que gosta e continuar no campo. A felicidade é o nosso maior lucro

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo


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Ambiente favorável reacende otimismo econômico; ouça o que mexe com os mercados na semana


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o ambiente internacional mais favorável impulsionou bolsas e commodities na última sexta-feira (17), com 85% das empresas do S&P 500 superando expectativas.

O real valorizou 1,78% e o dólar voltou à faixa de R$ 5,40. O Ibovespa encerrou três semanas de queda, subindo 1,93% a 143 mil pontos.

Hoje, destaque para a Pesquisa Focus e, ao longo da semana, a atenção fica voltada para o IPCA-15 e para os PMIs europeus.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

mosca-das-frutas exige medidas preventivas no campo



Preço do pêssego chega a R$ 10 nas feiras



Foto: Pixabay

O informativo conjuntural divulgado nesta quinta-feira (9) pela Emater/RS-Ascar aponta avanço nas atividades relacionadas ao cultivo do pêssego no estado. Na região administrativa de Pelotas, o raleio de frutos está na reta final, enquanto ocorre a segunda adubação nitrogenada. A população de mosca-das-frutas segue em crescimento, o que tem levado produtores a adotar medidas preventivas, como o uso de iscas tóxicas e, em alguns casos, de Inseticidas.

Na região de Caxias do Sul, a colheita das variedades PS do Cedo, BRS Kampai e Tropic Prince foi iniciada. Os frutos apresentam calibre médio, coloração esverdeada e acidez, reflexo da baixa exposição ao sol durante o crescimento. “As condições climáticas impactaram diretamente no desenvolvimento e na aparência dos frutos colhidos no início da safra”, indica o boletim.

As perspectivas são positivas para as variedades BRS Fascínio, Charme e Chimarrita, atualmente em fase de repasse de raleio. Algumas frutas provenientes de flores temporonas já iniciam a maturação. As variedades mais cultivadas, PS 10711 e PS 25399, estão em raleio e repasse, com bom número de frutos e sanidade satisfatória.

Os preços do pêssego nas feiras do produtor variam entre R$ 6,00 e R$ 10,00 por quilo. Na Ceasa de Caxias do Sul, o preço médio é de R$ 8,83 por quilo, com qualidade considerada adequada.





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