segunda-feira, agosto 3, 2026

Autor: Redação

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Após 100 anos, antas reaparecem em área preservada no Rio de Janeiro



Antas (Tapirus terrestris) foram registradas pela primeira vez em cem anos em território do estado do Rio de Janeiro, em uma unidade de conservação do Parque Estadual Cunhambebe, administrada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). O maior mamífero terrestre da América do Sul, antes considerado extinto na região, foi avistado por meio de armadilhas fotográficas instaladas graças a uma parceria entre o Inea e a Vale, firmada em 2020.

Os 108 registros feitos pelas câmeras flagraram grupos com até três indivíduos, incluindo uma fêmea acompanhada de filhote. O achado sugere uma população estável, indicando o sucesso das iniciativas de preservação da Mata Atlântica, que abriga também espécies como a onça-parda (Puma concolor).

“É a primeira vez, em dez décadas, que são registrados no Rio de Janeiro indivíduos em total vida livre, ou seja, que não dependem de reintrodução ou manejo humano,” destacou o Inea.

O secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, afirmou que a descoberta valida as ações de conservação nas unidades estaduais. “Essa redescoberta é um marco não só para o Rio de Janeiro, mas para a ciência”, disse.

As antas, que podem pesar até 250 quilos, desempenham um papel vital no ecossistema como dispersoras de sementes, contribuindo para a regeneração da floresta. A última vez que a espécie foi avistada no estado foi em 1914, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Entre as principais causas de sua extinção na região estão a caça, a urbanização e a perda de habitat.

O presidente do Inea, Renato Jordão, enfatizou a importância do momento. “Esses registros são históricos e nos permitem avançar em estratégias eficazes de conservação e na conscientização sobre a biodiversidade,” afirmou.

Parque Estadual Cunhambebe

O Parque Cunhambebe, o segundo maior do estado, protege cerca de 40 mil hectares de áreas naturais, abrangendo ações de preservação ambiental, educação e pesquisa científica, fortalecendo o engajamento das comunidades na conservação dos recursos naturais.



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USDA reduz produção global de soja


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apresentou a atualização de oferta e demanda para a soja em janeiro, trazendo ajustes importantes nos números globais e regionais. A produção mundial foi revisada para 424,26 milhões de toneladas, uma redução em relação às 427,14 milhões de toneladas estimadas em dezembro. Os estoques finais globais também recuaram significativamente, passando de 131,87 milhões para 128,37 milhões de toneladas.  

No Brasil, a produção foi mantida em 169 milhões de toneladas, consolidando o país como o maior produtor global. No entanto, os estoques finais sofreram um ajuste, caindo de 33,52 milhões para 32,52 milhões de toneladas. As exportações permanecem inalteradas, projetadas em 105,5 milhões de toneladas.

Nos Estados Unidos, os números apresentaram mudanças expressivas. A produção foi revisada para 118,84 milhões de toneladas, abaixo das 121,4 milhões estimadas no mês anterior. A produtividade caiu para 56,82 sacas por hectare, contra 57,95 sacas em dezembro. Além disso, os estoques finais diminuíram de 12,8 milhões para 10,34 milhões de toneladas, enquanto as importações foram ajustadas para 540 mil toneladas, acima das 410 mil anteriormente projetadas.  

Na Argentina, a estimativa de produção foi mantida em 52 milhões de toneladas, mas os estoques finais sofreram uma leve redução, passando de 28,98 milhões para 28,95 milhões de toneladas. Já a China, maior importadora global de soja, teve sua produção revisada para 20,65 milhões de toneladas, uma pequena queda frente às 20,7 milhões estimadas anteriormente. Os estoques finais também recuaram para 45,96 milhões de toneladas, enquanto as importações permanecem projetadas em 109 milhões de toneladas. 

 





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Exportações superam US$ 1,37 bilhão em 2024



O setor registrou um aumento de 2% no valor total exportado




Foto: Divulgação

Segundo o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, os dados parciais da AGROSTAT – compilados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com base na Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC) – apontam um desempenho positivo das exportações da fruticultura nacional em 2024.

O setor registrou um aumento de 2% no valor total exportado, alcançando US$ 1,377 bilhão, contra US$ 1,349 bilhão em 2023. Entretanto, houve uma redução de 1,3% nos volumes embarcados, que caíram de 1,108 milhão de toneladas em 2023 para 1,094 milhão no ano passado.

Apesar da queda no volume, a fruticultura nacional se beneficiou de uma melhor precificação dos produtos no mercado internacional. O preço médio da tonelada de frutas brasileiras aumentou 3,4%, passando de US$ 1.217 mil em 2023 para US$ 1.258 mil em 2024.





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Fim de semana terá chuva forte e risco de transtornos em várias regiões



O segundo sábado de 2025 começa com tempo instável em grande parte do Brasil. Áreas de instabilidade provocadas pelo calor e pela alta umidade causarão chuvas, principalmente à tarde, em diversas regiões. O sol predominará no centro-sul do Rio Grande do Sul e em Roraima. Confira a previsão detalhada de acordo com a Climatempo:

Sul

Uma mudança na circulação dos ventos, aliada às altas temperaturas, favorece o retorno de temporais no norte do Rio Grande do Sul, no oeste de Santa Catarina e no interior do Paraná. Há previsão de pancadas de chuva moderada a forte, com possibilidade de temporais localizados. O tempo firme prevalece apenas no centro-sul do Rio Grande do Sul.

Sudeste

Chove em quase toda a região. O maior risco de chuva forte concentra-se no norte do Espírito Santo e em Minas Gerais. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as pancadas de verão podem ocorrer com intensidade moderada a forte de forma localizada. O tempo segue abafado.

Centro-Oeste

A circulação dos ventos traz mais umidade para Mato Grosso do Sul, onde a chuva retorna em forma de pancadas moderadas a fortes. No norte de Goiás e em Mato Grosso, há risco de temporais.

Nordeste

A região enfrenta risco de chuva em várias áreas. Pancadas de moderada a forte intensidade devem ocorrer no litoral de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Há alta probabilidade de temporais na Bahia, Maranhão, Piauí e no sul do Ceará.

Norte

O tempo permanece firme na maior parte de Roraima, enquanto a chuva forte diminui no norte do Amazonas e no noroeste do Pará. Pancadas moderadas a fortes são esperadas no Acre e no Tocantins. O Amapá, influenciado pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), enfrenta risco elevado de temporais.



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Máquinas autônomas otimizam a produção de pastagem



Colheitadeiras autônomas ganham espaço no agro


Foto: Canva

A tecnologia de colheita autônoma está ganhando destaque no agronegócio brasileiro, prometendo revolucionar a forma como pastagens são manejadas. Máquinas autônomas, que dispensam a necessidade de operadores humanos, oferecem maior eficiência operacional e redução de custos, além de atender à crescente demanda por inovação no campo.

Essas colheitadeiras inteligentes utilizam sensores avançados, inteligência artificial e sistemas de navegação para realizar a colheita de forma precisa e independente. Com isso, os produtores conseguem otimizar o uso de recursos, minimizar desperdícios e reduzir a dependência de mão de obra especializada, um desafio recorrente no setor.

A automação não apenas aumenta a produtividade, como também contribui para um manejo mais sustentável, ao reduzir emissões de carbono e evitar compactação excessiva do solo. Segundo especialistas, essa tecnologia tem potencial para diminuir custos operacionais em até 30%, tornando-a uma solução atraente para grandes propriedades e cooperativas agrícolas.

Embora já amplamente utilizada em mercados como Estados Unidos e Europa, a adoção de colheitadeiras autônomas no Brasil ainda enfrenta desafios, como altos custos iniciais e a necessidade de adaptação às condições locais. No entanto, empresas de tecnologia agrícola estão investindo em soluções customizadas para o mercado brasileiro, visando popularizar essa inovação nos próximos anos.

Com a expectativa de um aumento gradual na adesão, a automação agrícola pode se tornar um pilar essencial para a competitividade do agronegócio brasileiro. Para produtores, a possibilidade de reduzir custos e aumentar a eficiência torna as colheitadeiras autônomas uma promessa de transformação no manejo de pastagens.





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USDA revisa os números de produção de milho


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou suas perspectivas de oferta e demanda para produtos agropecuários, com os dados de dezembro e janeiro revelando pequenas variações na produção, estoques e exportações nos principais países produtores de soja.

Em dezembro, a produção mundial de soja foi estimada em 1.217,89 milhões de toneladas, com estoques de 296,44 milhões de toneladas. No entanto, em janeiro, houve uma leve queda na produção, que passou para 1.214,35 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais diminuíram para 293,34 milhões de toneladas.

No Brasil, os números se mantiveram estáveis entre dezembro e janeiro. A produção foi estimada em 127 milhões de toneladas em ambos os meses, e os estoques finais permaneceram em 2,84 milhões de toneladas. As exportações, por sua vez, registraram uma ligeira queda, de 48 milhões de toneladas em dezembro para 47 milhões de toneladas em janeiro.

Nos Estados Unidos, a produção também apresentou uma redução entre dezembro e janeiro, passando de 384,64 milhões de toneladas para 377,63 milhões de toneladas. Os estoques finais caíram de 44,15 milhões de toneladas para 39,12 milhões de toneladas. As exportações aumentaram ligeiramente, subindo de 62,87 milhões de toneladas em dezembro para 62,23 milhões de toneladas em janeiro.

A Argentina não apresentou mudanças significativas em seus dados. A produção de soja continuou estimada em 51 milhões de toneladas, com estoques finais de 2,79 milhões de toneladas. As exportações se mantiveram em 36 milhões de toneladas. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira.

 





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Impactos da instabilidade climática em Mato Grosso



Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores



Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores
Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores – Foto: Nadia Borges

A situação da cadeia produtiva do agronegócio no Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso, tem se agravado rapidamente, com impactos significativos previstos para 2024. Segundo relatório do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária mato-grossense deve cair 26,62% neste ano, o que equivale a uma perda de R$ 53,91 bilhões, passando de R$ 202,51 bilhões em 2023 para R$ 148,6 bilhões em 2024. O VBP da soja, por exemplo, sofrerá um recuo de 34,11%, atingindo R$ 67,16 bilhões, a primeira queda desde 2013. Já o milho verá uma redução de 39,31%, passando de R$ 40,64 bilhões em 2023 para R$ 24,67 bilhões em 2024.

Rodrigo Gallegos, sócio da consultoria RGF e especialista em reestruturação de negócios, alerta que esse cenário de instabilidade se estenderá até 2025. As condições climáticas adversas têm gerado alta imprevisibilidade, impactando diretamente a produtividade e os resultados financeiros dos produtores. Além disso, o aumento das taxas de inadimplência no setor tem levado as instituições financeiras a restringirem o acesso ao crédito rural, dificultando ainda mais o financiamento dos altos custos de produção.

Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores, o que resulta em ineficiências tanto na gestão operacional quanto na financeira. Isso eleva o risco de insolvência, uma vez que os produtores não têm as ferramentas adequadas para se proteger das oscilações de mercado. Gallegos sugere que a melhor estratégia para atravessar esse período de dificuldades é a reestruturação e a profissionalização da gestão das empresas do setor agropecuário, a fim de minimizar as ineficiências e garantir maior sustentabilidade a longo prazo.

 





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alternativa para combustíveis de aviação



Potencial da carinata para reduzir carbono na aviação


Foto: Pixabay

De acordo com informações divulgadas pela Tec Mundo, uma pesquisa publicada na revista científica GCB Bioenergy aponta que a planta Brassica carinata, também conhecida como mostarda-da-abissínia, pode ser uma solução viável para a produção de combustível sustentável para aviação (SAF, na sigla em inglês). O estudo, liderado pelo professor Puneet Dwivedi, da Universidade da Geórgia (UGA), nos Estados Unidos, sugere que o uso desse biocombustível poderia reduzir em até 68% a pegada de carbono no país.

Para viabilizar economicamente o SAF produzido a partir da carinata, no entanto, seriam necessários incentivos fiscais que equiparassem os custos de produção ao mercado de combustíveis convencionais.

A Brassica carinata é uma oleaginosa não comestível que não compete com culturas alimentares tradicionais, sendo ideal para o cultivo no inverno em áreas subutilizadas no sudeste dos Estados Unidos. Seu óleo possui características adequadas para a produção de combustíveis renováveis avançados, enquanto seus subprodutos podem gerar farinha rica em proteínas e outros bioprodutos de valor agregado.

Estudos destacam a capacidade da planta de se adaptar a condições climáticas adversas e seu potencial de produtividade, mesmo em solos menos favoráveis, tornando-a uma alternativa sustentável e de baixo carbono para atender às demandas energéticas.

A pesquisa calculou o preço de equilíbrio do SAF produzido com carinata, bem como as emissões de carbono durante o ciclo de vida do combustível. A combinação desses dados sugere que a planta oferece um caminho promissor para reduzir a dependência de combustíveis fósseis na aviação, contribuindo  para as metas de sustentabilidade do setor. Além de seus benefícios ambientais, a carinata pode trazer vantagens econômicas para agricultores locais, que teriam uma nova fonte de renda durante o período de entressafra.

Nos últimos anos, os sistemas agrícolas pampeanos experimentaram um aparecimento crescente de adversidades bióticas, tolerantes aos produtos fitossanitários tradicionalmente usados. Nesse contexto, o surgimento de culturas como a Carinata ( Brassica carinata ) poderia ajudar a reduzir os riscos econômicos e ambientais. 





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Dólar fecha semana em alta


Após um início de ano relativamente estável, o dólar encerrou a sexta-feira (9) em alta firme no Brasil, voltando a superar o patamar de R$ 6,10. A valorização da moeda norte-americana foi impulsionada por dados positivos do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que indicaram menor margem para o Federal Reserve reduzir juros no curto prazo, conforme os dados do InfoMoney.

O dólar à vista registrou alta de 0,99%, encerrando o dia cotado a R$ 6,1031. No acumulado da semana, contudo, a moeda apresentou desvalorização de 1,29%, reflexo de uma semana de baixa liquidez e poucas novidades sobre o cenário fiscal brasileiro.

Na B3, o dólar futuro para fevereiro, o contrato mais negociado, subiu 1,06%, sendo negociado a R$ 6,1220 às 17h03.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,101
  • Venda: R$ 6,102

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,162
  • Venda: R$ 6,342

Nesta sexta-feira, o IBGE divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que subiu 0,52% em dezembro, acumulando alta de 4,83% no ano de 2024. O número veio levemente abaixo das expectativas de economistas ouvidos pela Reuters, que projetavam variação de 0,57% no mês e 4,88% no ano.

Apesar de o índice ter superado o teto da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo Banco Central, o resultado não foi surpresa para o mercado, que já havia precificado o descumprimento. O tema acabou ficando em segundo plano no pregão, com as atenções voltadas para os dados norte-americanos.





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alta nos preços continua; confira cotações pelo Brasil



O mercado físico do boi gordo do Brasil voltou a apresentar elevação em seus preços nesta sexta-feira (10).

Segundo Fernando Henrique Iglesias, consultor de Safras & Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade desse movimento no curto prazo, em linha com a atual posição das escalas de abate, entre cinco e seis dias úteis na média nacional.

“Com dificuldades em alongar suas escalas de abate, as indústrias tendem a seguir reajustando os preços da arroba de boi gordo. Vale destacar que as exportações neste início de ano permanecem em bom nível, com potencial para mais um ano de recorde”, comenta.

Veja preços médios da arroba de boi gordo no Brasil

  • São Paulo: R$ 331(R$ 328,08 ontem)
  • Minas Gerais: R$ 317,65 (R$ 313,53 ontem)
  • Goiás: R$ 314,64 (R$ 314,29 ontem)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 321,48 (R$ 320,57 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 316,69 (R$ 315,88 ontem).

Atacado

O atacado fecha a semana apresentando acomodação em seus preços. O ambiente de negócios sugere pela queda dos preços durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

Iglesias ressalta que nesse período do ano há despesas tradicionais (IPTU, IPVA, compra de material escolar) e a busca por proteínas mais acessíveis também ganha força.

O quilo do quarto traseiro permanece cotado a R$ 26,80. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 18 o quilo.



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