quarta-feira, julho 22, 2026

Autor: Redação

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Com queda do petróleo, gasolina e diesel ficam mais caros no Brasil do que fora



Com a queda do preço do petróleo no mercado internacional, a gasolina e o diesel vendidos nas refinarias brasileiras estão mais caros do que os comercializados no mercado internacional, segundo informa a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).

De acordo com o fechamento de quarta-feira (5), o preço da gasolina no Brasil está em média 3% acima do exterior, e o preço do diesel está 2% superior ao praticado no Golfo do México. A gasolina já vinha se equiparando aos preços externos há alguns dias, enquanto o diesel ultrapassou a paridade de importação ontem.

Também na quarta-feira, a defasagem da Petrobras registrava maior paridade com a importação do que a da Refinaria de Mataripe, privatizada no governo Bolsonaro e que afirma seguir a política de paridade de importação (PPI), abandonada pela Petrobras em maio de 2023.

Segundo a Abicom, em Mataripe a diferença do preço da gasolina em relação ao mercado internacional era de 6% no fechamento de ontem, e do diesel, de 2%, enquanto, na média dos polos atendidos pela Petrobras, essa diferença era de 2% para o diesel e de 3% para a gasolina, a mesma média de todas as refinarias somadas.

O último reajuste da Petrobras foi há um mês: para o diesel, uma alta de 6%. Mas a gasolina não é reajustada há 240 dias. Já a Refinaria de Mataripe faz reajustes semanais.



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produtores do Nordeste renegociam até 80% das dívidas



O programa Desenrola Rural já está em vigor e conseguiu obter os primeiros casos de renegociação de dívidas no estado do Rio Grande do Norte. Os acordos foram celebrados durante o mutirão da mulher trabalhadora, realizado no município de Riachuelo.

As ações estão beneficiando agricultores familiares como a assentada Francisca Costa de Figueiredo que havia contratado a modalidade de crédito Fomento Mulher. Francisca explica que o crédito rural oferecido pelo Incra para assentados foi essencial para investir em recursos, promovendo a sustentabilidade e o desenvolvimento de sua atividade agrícola.

Mas, devido às secas e à pandemia de Covid-19, ela não conseguia realizar os pagamentos; Francisca foi uma das contempladas com 80% de desconto dos débitos de crédito

“Dona Francisca Costa está no rol das pessoas de um novo tempo, que permite a agricultores familiares, assentados e assentadas da reforma agrária liquidarem suas dívidas e assumirem novamente o protagonismo que lhes é de direito, ajudando a aumentar a produção de alimentos para o nosso povo”, disse o superintendente do Incra/RN, Adans Santiago.

Sobre o Desenrola Rural

O Desenrola Rural oferece condições especiais para produtores regularizarem sua situação financeira e continuarem investindo em sua produção. O programa, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), oferece a agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais, em situação de inadimplência, uma oportunidade de liquidar e renegociar dívidas.

Assim, os beneficiários poderão voltar a acessar o crédito rural e investir na produção de alimentos para todo o Brasil, ampliando o acesso às linhas de financiamento no âmbito do Pronaf.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como a onda de calor está afetando as lavouras?


A safra de verão entra em sua reta final. Segundo o levantamento de safra da Conab divulgado na segunda-feira (3), a colheita de soja teve um avanço de 48,4%, o que representa um crescimento de 1,1% em relação ao mesmo período da safra passada. O milho avançou 25,3%, mas o apresenta um atraso de 4,1% em relação à última safra. Já o feijão de primeira safra, cerca de 56,4% do grão já foi colhido, apresentando um avanço de 12,4% em relação à safra anterior.

O plantio do milho safrinha avança com bom ritmo, com 69,6% das lavouras já em campo. Embora isso represente um atraso de 4,12% em relação ao mesmo período da safra anterior. Dentre as condições mais recentes, o calor vem afetando a qualidade das lavouras, como no feijão de Santa Catarina, onde onde se observa restrição devido às chuvas mais escassas e às altas temperaturas recentes.

No Rio Grande do Sul, o milho de primeira safra apresenta perdas maiores por estresse hídrico, que é intensificado pelas temperaturas mais elevadas. Sobretudo nas regiões do Planalto Superior, Sul, Campanha e Depressão Central, onde as operações de colheita recém começaram.

De acordo com o meteorologista Gabriel Luan Rodrigues, nos próximos dias, as altas temperaturas podem causar distúrbios fisiológicos em parte das lavouras de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, além de reduzir o armazenamento hídrico no solo e causar restrição hídrica à soja em enchimento de grãos nesses dois estados, além do milho segunda safra em início do desenvolvimento em algumas regiões do Paraná.

Segundo a Consultoria Agroconsult em seus resultados preliminares do Rally da Safra 2025, há áreas de soja com perdas consolidadas no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso do Sul.No estado gaúcho, foram pelo menos 30 dias sem chuva e temperaturas acima de 40°C, derrubando a estimativa de produtividade para 39 sc/ha – bem abaixo das 49,5 sc/ha projetadas antes do Rally. Já no Mato Grosso do Sul, o encurtamento do ciclo reduziu a produtividade para 49,5 sc/ha.

O Paraná, São Paulo e Santa Catarina também apresentam uma redução na estimativa de produtividade em decorrência das elevadas temperaturas e chuvas mais escassas ao longo do ciclo da soja. Em contrapartida, a consultoria Céleres não indica uma perda de produtividade tão grande quanto à Agroconsult. Os maiores destaques ficam para Santa Catarina (redução de -6,8%)e Rio Grande do Sul (redução de -8,3%).

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Fim da onda de calor e temperaturas amenas

A partir da próxima sexta-feira (07) uma frente fria deve se formar sobre o centro da Argentina, com força o suficiente para quebrar o padrão de temperaturas elevadas no Brasil. No sábado (08), as primeira chuvas dessa frente fria devem chegar ao sul do Brasil, trazendo acumulados na ordem dos 7 a 15 mm no sul do Rio Grande do Sul, no final do dia, com potencial para temporais localmente fortes. “O calor deve se intensificar, devido ao fenômeno “pré-frontal” quando há um acúmulo de ar quente à frente das instabilidades da frente fria. Ainda no sábado temperaturas devem se aproximar dos 38°C no Rio Grande do Sul, oeste do Paraná, Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo”, explica Rodrigues.

No domingo (9), a expectativa é que as chuvas da frente fria consigam avançar pelo Rio Grande do Sul, ainda na madrugada, avançando até Santa Catarina. Os acumulados podem atingir valores de 50 a 70 mm no decorrer do período, com possibilidade de tempestades severas, especialmente na parcela central do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina. 

Com o avanço das chuvas, a expectativa é de redução nas temperaturas máximas.

Rodrigues prevê que, na próxima segunda-feira (10) as temperaturas máximas podem ficar abaixo dos 30°C, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Parana. As temperaturas mínimas podem atingir os melhores valores desde o início do verão, com 10°C no sul gaúcho e serras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.  

Por outro lado, ainda na segunda (10), o calor segue intenso em Mato Grosso do Sul e São Paulo. A expectativa é de que as chuvas da frente fria cheguem nestas regiões ao final do dia. 

Segundo o especialista, deste modo, a tendência é de que as temperaturas apresentem uma redução mais significativa a partir de terça (11), saindo da marca dos 35°C de segunda, para valores mais próximos de 30°C. Assim, com o avanço dessa nova frente fria boa parte do Brasil, terá temperaturas próximas à média do período. Ou seja, ainda são esperadas temperaturas elevadas, típicas de verão, mas pode ser o fim da atual onda de calor.





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produtores de soja dos EUA criticam tarifas de Trump à China


Tarifas têm impactos negativos imediatos e, em muitos casos, duradouros nas fazendas norte-americanas e na economia rural de toda a nação. É o que diz trecho de comunicado da American Soybean Association (ASA), entidade que representa cerca de 500 mil sojicultores do país.

Para a associação, uma guerra comercial entre o país e a China — tema recorrente nas falas do presidente Donald Trump — beneficiaria principalmente o Brasil, maior produtor da oleaginosa no mundo e que vem nas últimas décadas aumentando siginificativamente a suas remessas de produtos agropecuários ao gigante asiático.

Reflexo desse crescimento é que em 2024, produtores brasileiros exportaram quase 69 milhões de toneladas do grão ao gigante asiático, atingindo receita de, aproximadamente, US$ 30 bilhões.

De acordo com a ASA, seus membros mantém há anos a posição de que não apoiam o uso de tarifas, visto que elas ameaçam mercados importantes e aumentam os custos de insumos para os agricultores.

“Os fazendeiros estão frustrados. Tarifas não são algo para se encarar levianamente e ‘se divertir’. Elas não só atingem diretamente nossos negócios familiares no bolso, mas também abalam um princípio fundamental sobre o qual nossos relacionamentos comerciais são construídos, que é a confiabilidade. Ser capaz de fornecer a eles [compradores internacionais] um produto de qualidade de forma consistente e confiável”, diz o presidente da entidade e produtor de soja de Magnolia, Kentucky, Caleb Ragland.

Supersafra de soja brasileira à espreita

Ragland destaca que os produtores de soja dos Estados Unidos enfrentam impactos “enormes e desproporcionais de interrupções no fluxo comercial”, particularmente para a China, maior mercado para os sojicultores norte-americanos.

“Sabemos que os produtores estrangeiros de soja no Brasil e em outros países estão esperando colheitas abundantes este ano e estão preparados para atender a qualquer demanda decorrente de uma nova guerra comercial entre Estados Unidos e China”, ressalta.

Segundo ele, os produtores de soja do país ainda não recuperaram totalmente os volumes de mercado dos impactos prejudiciais da guerra comercial de 2018. Assim, uma nova rodada de tarifas agravaria ainda mais as dificuldades econômicas dos agricultores norte-americanos.

A preocupação da ASA a respeito da rentabilidade dos produtores do país tem lastro nos números: na safra 2023/2024, os exportadores dos Estados Unidos enviaram 46,1 milhões de toneladas de soja para mercados internacionais, o que totalizou quase US$ 24 bilhões em vendas. Contudo, durante a guerra comercial de 2018 com a China, a agricultura dos Estados Unidos perdeu mais US$ 27 bilhões, sendo a soja responsável por 71% desses prejuízos.

“Os produtores de soja continuam a lutar com impactos de reputação de longo prazo, pois os mercados que eles trabalharam por anos para construir — mais de 40 anos para a China — são baseados na capacidade de fornecer uma safra confiável e de qualidade”, diz trecho do comunicado da entidade.

Segundo o presidente da ASA, diferentemente de 2018, os agricultores estão em uma situação financeira mais provisória em 2025. Isso porque os preços das commodities caíram quase 50% em relação há três anos.

A associação frisa que os produtores norte-americanos estão gerenciando suas propriedades em um período em que os custos de terra e insumos como sementes, defensivos e fertilizantes estão altos, o que significa margens muito mais estreitas. Tal cenário resulta em “menos gordura” para queimar quando as tarifas tornam as circunstâncias ainda piores.

Tarifas a México e Canadá

Donald Trump, EUA, Estados Unidos
Foto: The White House/ Andrea Hanks

As tarifas de 25% do presidente Trump sobre produtos de México e Canadá entraram em vigor logo após a meia-noite da última terça-feira (4). Contudo, nesta quinta-feira (6), o presidente norte-americano suspendeu a medida aos mexicanos até o dia 2 de abril.

O Canadá, por outro lado, respondeu rapidamente com planos de também impor tarifas de 25% sobre quase US$ 100 bilhões em importações dos Estados Unidos em duas parcelas.

O governo Trump adicionou, ainda, uma tarifa adicional de 10% sobre as importações chinesas. A resposta da China veio rapidamente: anúncio de tarifas retaliatórias de 10% sobre a soja dos Estados Unidos e ações adicionais que limitam o acesso ao mercado.

Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Soja dos Estados Unidos, a entidade representa quase meio milhão de agricultores norte-americanos que cultivam soja e dependem do comércio bidirecional que entra e sai do México e do Canadá.

“Esses dois mercados não são apenas vitais para a exportação de soja integral, farelo de soja e óleo de soja, mas também dependemos deles para fertilizantes e outros produtos necessários para produzir com sucesso nossas safras. Por exemplo, cerca de 87% do potássio que usamos aqui nos Estados Unidos é importado do Canadá.”

Por fim, a ASA e os produtores de soja pedem ao governo norte-americano que reconsidere as tarifas vigentes e as possíveis futuras às quais o presidente Trump fez alusão e continue as negociações com os três países que incluem soluções não tarifárias.



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USDA deve elevar projeção da safra de soja no Brasil



O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá anunciar, no seu relatório de março, poucas alterações nos números de oferta e demanda da soja nos Estados Unidos.

Segundo a Safras & Mercado, o mercado prevê ajustes nas estimativas para a América do Sul, com o Brasil possivelmente registrando um aumento na projeção de safra, enquanto a Argentina deverá ter sua previsão reduzida.

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Soja nos EUA

Em relação à soja nos Estados Unidos, analistas consultados pelas agências internacionais estimam que os estoques do país, para o ciclo 2024/25, fiquem em 381 milhões de bushels. O número é ligeiramente superior aos 380 milhões projetados pelo USDA em fevereiro.

No mercado global, a expectativa é que os estoques finais de soja para a temporada 2024/25 se aproximem de 124,2 milhões de toneladas, um pequeno ajuste em relação aos 124,3 milhões previstos no relatório anterior.

Brasil e Argentina

O foco do mercado está voltado para as projeções de safra na América do Sul. O USDA deverá aumentar sua previsão para a safra do Brasil de 169 milhões para 169,3 milhões de toneladas, refletindo uma leve recuperação da produção brasileira.

Por outro lado, a estimativa para a Argentina, que sofre com condições climáticas adversas, deverá ser revista para baixo, passando de 49 milhões para 48,6 milhões de toneladas.



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Inscreva-se no curso que aborda a comercialização de soja!



Os produtores de soja que buscam aprimorar suas habilidades e expandir seus negócios têm a excelente oportunidade de participar do Curso Intensivo de Comercialização de Milho e Soja, promovido pela consultoria Safras & Mercado.

O encontro acontecerá nos dias 20 e 21 de março de 2025, na Vila Nova Conceição, em São Paulo (SP), além de estar disponível também em formato online. Saiba mais e inscreva-se por meio do link.

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Temas abordados

No curso, você vai aprender a antecipar movimentos estratégicos, entender os impactos das políticas internas e externas, e aplicar estratégias práticas que podem transformar a sua comercialização. Os sojicultores também serão capacitados a proteger suas margens antes das oscilações no câmbio, interpretar o contexto do mercado, identificar oportunidades e tomar decisões inteligentes para compra, venda ou proteção.

Além disso, os participantes entenderão os mecanismos de formação de preços, como os da Bolsa de Chicago (CBOT) e do mercado físico, identificarão os principais fatores que influenciam a volatilidade dos mercados e aprenderão a aprimorar a gestão de riscos. O treinamento também abordará a estruturação de operações de proteção (hedge) de compra e venda, utilizando estratégias de inteligência comercial para maximizar os resultados.

O curso será ministrado por Paulo Molinari, economista com 35 anos de experiência em análise econômica e mercados agrícolas. Especialista nos segmentos de milho e carnes e diretor técnico da Safras & Mercado, Paulo compartilhará seu conhecimento e técnicas comprovadas para ajudar os participantes a se destacarem no mercado agrícola.

Ao final da capacitação, os participantes receberão um certificado de conclusão, que permitirá aplicar os conhecimentos adquiridos para aprimorar suas práticas comerciais e maximizar a rentabilidade. As inscrições estão abertas e os interessados podem garantir suas vagas por meio do site oficial do curso.

Quem pode participar do curso?

A capacitação é destinada a produtores rurais, cooperativas, associações e sindicatos, originadores, armazenadores e compradores de milho e soja, profissionais das indústrias do agronegócio, corretoras, cerealistas, tradings e investidores em geral.

Com o objetivo de capacitar os participantes a tomar decisões estratégicas sobre a compra e venda dessas commodities essenciais para a economia brasileira, a formação oferece uma oportunidade única para transformar a carreira e as negociações, utilizando técnicas profissionais para aumentar os lucros e tomar as melhores decisões de compra e venda no setor.



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AgroNewsPolítica & Agro

Após volatilidade, dólar cai 2,72% e encerra em R$ 5,755



Durante a tarde, a desvalorização do dólar intensificou-se, acompanhando a tendência




Foto: Pixabay

Nesta quarta-feira de Cinzas, 5 de março de 2025, o dólar registrou uma expressiva queda de 2,71%, fechando cotado a R$ 5,75. O mercado brasileiro teve seu início de operações postergado para as 13h, devido ao feriado de Carnaval.

Durante a tarde, a desvalorização do dólar intensificou-se, acompanhando a tendência global. O índice DXY, que avalia a força da moeda americana em relação a uma cesta de seis moedas de países desenvolvidos, apresentava uma queda de 1,18% às 17h.

O dólar comercial mostrou alta volatilidade no dia, atingindo R$ 5,847 no início das negociações, mas encerrando com uma significativa queda de 2,72%, a R$ 5,755.

Este movimento foi influenciado pelo primeiro discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Congresso americano na noite anterior, e por declarações do secretário de Comércio dos EUA sobre a possibilidade de um alívio tarifário.





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Já decidiu o seu candidato (a) favorito (a) ao Prêmio Personagem Soja Brasil?



Desde o dia 18 de fevereiro, a votação para definir o vencedor (a) do Prêmio Personagem Soja Brasil está aberta. O prêmio reconhece os profissionais que se destacaram no desenvolvimento e na sustentabilidade da soja brasileira.

São seis indicados, entre as categorias ‘produtores’ e ‘pesquisadores’. Cada um foi responsável por contribuições importantes para a evolução do setor. Agora, é a vez do público escolher os mais destacados.. Vote aqui!

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Indicados ao Personagem Soja Brasil

Os indicados deste ano foram revelados durante o evento realizado em Santa Carmem (MT), na região de Sinop. Conheça os profissionais que estão contribuindo para o crescimento da soja brasileira:

Alberto Schlatter
Produtor Rural – MS
Produtor rural em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, Alberto é filho de suíços que chegaram ao Brasil em 1921 e se estabeleceram em Presidente Venceslau, iniciando sua produção agrícola.

Anderson Cavenaghi
Pesquisador – UNIVAG – MT
Engenheiro agrônomo com doutorado em proteção de plantas, Cavenaghi se especializa em herbicidas e plantas daninhas, conduzindo pesquisas sobre controle de plantas daninhas nas culturas do Cerrado.

Cecilia Czepak
Pesquisadora – UFG – GO
Professora da Universidade Federal de Goiás, Czepak tem 26 anos dedicados à educação e atua principalmente no manejo integrado de pragas.

Claudia D’Agostini
Produtora Rural – PR
Produtora rural de Sabáudia, PR, Claudia e sua irmã seguem com o processo de sucessão familiar na fazenda que foi cuidada por seu pai, mantendo o legado da produção rural.

Julio Cezar Franchini
Pesquisador – Embrapa Soja PR
Pesquisador da equipe de manejo de solos da Embrapa Soja, Franchini trabalha para melhorar a produtividade, qualidade e sustentabilidade dos sistemas produtivos de soja.

Oliverio Alves de Melo
Produtor Rural – MA
Por fim, Oliveiro Alves de Melo também é indicado ao Prêmio Soja Brasil. Formado em técnico agropecuária e administrador de empresas, Melo é produtor rural em Balsas (MA e integrou o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado.



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Chuvas podem alcançar os 100 mm nas próximas 24 horas; saiba onde



Chuvas intensas, que podem chegar a 100 mm, e ventos de até 100 km/h, principalmente no período da tarde e noite de hoje, podem atingir áreas das regiões Norte e Nordeste, segundo indicam avisos laranja emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Alerta Vermelho

Já em grande parte dos três estados da região Sul- com destaque para o Rio Grande do Sul -, interior paulista e sul-mato-grossense, a onda de calor deixa as temperaturas 5º C acima da média para o período.

Segundo o Inmet, o calor dará uma trégua à região no domingo com a chegada de uma frente fria que derrubará as temperaturas e provocará chuvas.

Chuvas

Os destaques vão para o Acre, oeste do Amazonas e Rondônia, além da faixa norte do país, que vai do Amapá até o Ceará, passando pelo norte de Tocantins.

O grande volume de chuva que tem atingido parte da faixa norte do país é resultado da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

As estações meteorológicas do instituto registraram, nas últimas 24 horas, os maiores acumulados de chuva nestas áreas, como, por exemplo, Zé Doca, no Maranhão, que registrou até as 7h de hoje (6) 89,2 milímetros de chuva.

Chuvas intensas com perigo potencial (amarelo) também devem atingir áreas do Centro-Norte do país.

Nestas localidades, a previsão indica possibilidade de chuvas que podem chegar a 50 mm e ventos de até 60 km/h entre hoje (6) e amanhã (7).



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Com queda de 10,6%, preço do arroz cai para o menor nível em 19 meses



Em fevereiro, o Indicador do arroz em casca Cepea/Irga-RS (Rio Grande do Sul, 58% de grãos inteiros e pagamento à vista) acumulou recuo de 10,6%, com média de R$ 95,70/saca de 50 kg, 4% inferior à de janeiro e expressivos 15,2% menor que a de fevereiro 2024.

Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os valores estão nos menores patamares nominais desde agosto de 2023. Pesquisadores do órgão explicam que compradores seguem sinalizando dificuldades de repasse de preços ao atacado e varejo, assim como aguardando cotações menores com a entrada mais efetiva da nova safra.

Formação de preços do arroz

Do lado vendedor, ainda conforme o Centro de Pesquisas, apesar da baixa disponibilidade de produto, a necessidade de caixa para custeio das atividades, liquidação de estoques e o receio de novas desvalorizações fizeram com que parte dos agentes cedesse aos pedidos de compradores por preços inferiores e/ou alongamento de prazos de pagamento.

Em fevereiro, durante a 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas – evento realizado na Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado – em Capão do Leão (RS), a diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori, afirmou que as exportações de arroz do Brasil tendem a crescer nos próximos dois a três anos.

Ontem (5), a saca de arroz de 50 kg tipo 1 foi negociada a R$ 89,21, queda de 0,78% em relação ao mês anterior. O Rio Grande do Sul o maior produtor do cereal no Brasil, responsável por cerca de 70% da produção do país.



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