quarta-feira, julho 15, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Custo de produção do algodão em Mato Grosso aumenta 11,99%



Custo operacional efetivo (COE) também registrou alta




Foto: Canva

O custo de produção do algodão em Mato Grosso para a safra 2025/26 apresentou aumento, conforme dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). De acordo com o relatório do Projeto Campo Futuro da Cadeia Produtiva do algodão (CPA-MT), em fevereiro de 2025, o custo ponderado não mostrou grandes variações mensais, mas acumulou uma elevação de 11,99% em relação à safra anterior, alcançando R$ 10.740,02 por hectare.

Entre os principais fatores que impactaram esse aumento está o crescimento de 5,36% nas despesas de classificação e beneficiamento, que atingiram R$ 1.536,89 por hectare. O custo operacional efetivo (COE) também registrou alta, sendo projetado em R$ 15.230,98 por hectare — um acréscimo de 0,68% em relação a janeiro de 2025 e o maior valor desde a safra 2022/23.

Para que o produtor consiga cobrir o COE, o preço mínimo de venda da produção deve ser de R$ 128,95 por arroba. No entanto, com o preço médio ponderado de comercialização da safra 2025/26 situado em R$ 138,39 por arroba até fevereiro de 2025, os cotonicultores têm conseguido cobrir seus custos até o momento. Mesmo assim, o Imea alerta para a importância de acompanhar o comportamento do mercado, a fim de identificar as melhores oportunidades de negócio.

Com a elevação dos custos de produção, o cenário exige atenção redobrada dos produtores de algodão em Mato Grosso, que devem ficar atentos às oscilações do mercado para garantir rentabilidade na safra 2025/26.





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Câmara avalia plano para incentivar a agricultura vertical



Com o objetivo de melhorar a segurança alimentar em centros urbanos oferecendo incentivos fiscais para empresas e cooperativas que implementarem fazendas verticais urbanas, o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4662/24, que cria o Programa Nacional de Agricultura Vertical – a iniciativa tramita na Casa Legislativa em caráter conclusivo.

Pela proposta, os incentivos incluem reduções de até 50% no Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e 30% no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além de desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Para se qualificar, as empresas devem usar tecnologias eficientes e sustentáveis, ​​como hidroponia, e dedicar pelo menos 20% de sua produção a programas públicos de segurança alimentar.

O autor aponta que a agricultura vertical é uma solução estratégica para a crise alimentar, por usar em espaços urbanos métodos de cultivo sem solo que conservam água e eliminam a necessidade de pesticidas.

Aplicação para agricultura vertical

“Tecnologias como hidroponia e aeroponia, que dispensam o uso de solo, economizam até 95% de água em comparação com métodos tradicionais e eliminam a necessidade de agrotóxicos”, justifica o deputado.

“O controle preciso de luz, temperatura, nutrição e níveis de CO₂ garante maior produtividade e qualidade dos alimentos, com redução significativa do tempo de cultivo”, acrescentou.

Próxima etapa

A proposta será analisada pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



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Produtor da Bahia atinge recorde na colheita de soja na Brasil



Em apenas oito horas, o produtor de soja de Luís Eduardo Magalhães (BA),  Ricardo Basso, atingiu um marco histórico. Com uma colheita de 481,2 toneladas, ele estabeleceu um novo recorde nacional e, consequentemente, foi certificado por uma entidade independente que formaliza os recordes no país.

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Trabalho árduo

Esse resultado foi possível graças ao planejamento eficiente, ao conhecimento da lavoura e ao uso de máquinas de última geração. A colheitadeira utilizada contava com tecnologia avançada de inteligência artificial, permitindo ajustes automáticos conforme as condições da lavoura, garantindo maior eficiência e reduzindo perdas.

O trabalho não foi fácil para atingir um número como esse. O desafio foi considerável e envolveu diversos fatores que precisaram ser alinhados. A preparação foi fundamental, e toda a equipe esteve dedicada a superar esse obstáculo.

A colheita de soja ocorreu em uma área de aproximadamente 130 hectares, com uma máquina operando a velocidade média de 11 km/h e apresentando um percentual de perda de apenas 0,4%. O recorde anterior, registrado em 2017, também foi alcançado na mesma região, demonstrando a força da produção agrícola no cerrado brasileiro.

Tecnologias avançadas aplicadas ao campo têm desempenhado um papel importante na evolução da produtividade. A máquina utilizada na colheita conta com sensores inteligentes que ajustam automaticamente os parâmetros operacionais, reduzindo perdas e maximizando a eficiência. Além disso, a conectividade embarcada permite o monitoramento em tempo real da operação, possibilitando tomadas de decisão mais rápidas e precisas.

Protagonismo brasileiro na soja

A conquista reforça o protagonismo do Brasil na produção mundial de grãos. Segundo previsões da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2024/25 deve atingir 328,3 milhões de toneladas, sendo 167,4 milhões só de soja – um crescimento de mais de 13% em relação à safra anterior.

O recorde também evidencia a importância do conhecimento do produtor sobre sua lavoura. A experiência acumulada, aliada ao uso de máquinas modernas, permitiu extrair o máximo de produtividade do campo. Saber como a lavoura responde e entender como ajustar a colheita faz toda a diferença. A tecnologia ajuda muito, mas o olho treinado do agricultor é fundamental para atingir resultados como esse, conclui o produtor.



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Preços do arroz caem para o menor patamar nominal desde outubro de 2022



Em queda há sete semanas, os preços do arroz em casca levantados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) acumulam baixa de 21,3% desde o final de janeiro, voltando ao menor patamar desde 21 de outubro de 2022.

Segundo o Centro de Pesquisas, o cenário preocupa vendedores de forma geral, pois os custos totais de produção do cereal no Rio Grande do Sul são estimados na casa dos R$ 100 a saca de 50 quilos nesta temporada.

Preço do arroz

Ontem (25), o indicador do arroz em casca Cepea/Instituto Rio Grandense de Arroz (Irga-RS) foi cotado a R$ 78,33 (cereal do tipo 1) – queda de 12,88% em comparação com o mesmo período do mês passado.

Diante dos fortes recuos, a liquidez segue baixa, ainda conforme pesquisas do Cepea. Vendedores, no geral, se mostram retraídos para novas negociações, mas a necessidade de caixa leva parte deles a ceder aos pedidos de compradores.

Quanto à colheita, as atividades continuam avançando, com relatos de talhões acamados ou mesmo de quebras acima do normal no beneficiamento.

Sobre o Cepea

O Cepea é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP) e realiza pesquisas sobre a dinâmica de cadeias produtivas e também sobre o funcionamento integrado do agronegócio, o que abrange questões (transversais) de defesa sanitária, políticas comerciais externas e influência de novas tecnologias.



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conheça a cultura e os benefícios do fruto no país



Hoje, 26 de março, é comemorado o Dia Nacional do Cacau. A data foi instituída para homenagear a importância do cacau para a economia, a cultura e a história do país, especialmente na região da Bahia, que é um dos principais polos produtores da fruta no Brasil.

Utilizado desde o tempo dos incas e astecas para consumo, o cacaueiro é originário da região Amazônica. Com o passar dos séculos, o fruto foi obtendo cada vez mais notoriedade, principalmente por causa do chocolate.

Além disso, o fruto é um alimento com diversos benefícios para a saúde, rico em antioxidantes e outros nutrientes. A celebração ajuda a aumentar a conscientização sobre esses benefícios.

A importância do Cacau

O cacau é uma importante commodity agrícola, gerando renda e empregos para milhares de pessoas, desde os produtores rurais até a indústria de transformação e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), atua no fomento da cadeia produtiva do cacau.

Atualmente, existem dez tipos de frutos de cacau ou grupos genéticos, sendo que, no Brasil, predomina o tipo Amelonado. É a variedade mais cultivada mundialmente e possui a casca mais amarela e lisa, com um aroma mais sútil.

O cacaueiro inicia a produção, em geral, aos três anos de idade e pode produzir por até 100 anos. O Brasil é o sexto maior produtor de cacau do mundo, e o cultivo brasileiro tem crescido no país, com utilização de práticas sustentáveis.

O trabalho do Ceplac

A Comissão Executiva conta com uma das mais ricas coleções de cacau do mundo, reunindo as dez variedades e, em especial, a mais diversa coleção de cacau da Amazônia – conhecida como Centro de Origem do Cacaueiro.

Na Ceplac, o cacau serve para diversas finalidades de pesquisa, que incluem o melhoramento genético, visando à produção de tipos (ou variedades) cada vez mais produtivas, resistentes às doenças e resilientes às mudanças climáticas, e que são distribuídas para os produtores de cacau do país, assim como para estudos visando novas formulações de chocolate.



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Ventos com grande concentração de umidade provocam fortes chuvas pelo país



Nesta quarta-feira (26), a atuação de uma área de baixa pressão sobre o interior do país e a circulação de ventos úmidos devem manter a atuação de instabilidades em várias regiões do Brasil. Veja os detalhes da previsão do tempo em todo território nacional, de acordo com a Climatempo:

Região Sul

O período da manhã segue assinalado pela presença de céu mais aberto, com o sol aparecendo entre variações de nuvens na região Sul. Mas, na parte da tarde, haverá condições para pancadas de chuva moderada a pontualmente forte no Rio Grande do Sul, entre as regiões Noroeste, Norte, Serra, Nordeste, parte dos Vales, Fronteira Oeste e Missões, com potencial para rajadas de vento e descargas atmosféricas.

Em Santa Catarina, a circulação de ventos marítimos levando umidade sobre o continente deve favorecer o reforço das instabilidades em todo o estado. Destaque para a chuva mais pesada entre o Sul, Norte e Oeste Catarinense. Nas demais regiões, há condição para pancadas de chuva irregulares, sobretudo no período da tarde.

No Paraná, o período da manhã já deve contar com boa presença de nuvens no céu em boa parte do estado, mas ainda assim o sol aparece e conduz a elevação das temperaturas.
Destaque para a condição de chuva forte entre as regiões de Francisco Beltrão, Guarapuava, Umuarama e Paranavaí, com potencial para raios e rajadas de vento.

Entre a Grande Curitiba e o litoral, as pancadas de chuva ganham força no período da tarde e podem vir com raios e ventos em alguns intervalos. Não são descartados eventuais episódios de granizo pontual.

Região Sudeste

Mesmo com o afastamento da frente fria, ainda haverá circulação de umidade associada ao sistema de alta pressão que se posiciona sobre o oceano. Diante deste cenário, as instabilidades seguem se espalhando ao longo do dia em todos os estados, com destaque para a condição de temporais no norte de Minas Gerais e centro-norte do Espírito Santo.

Nas demais regiões, há condição para pancadas de chuva localizadas, mas com potencial para se intensificarem em alguns intervalos. Por outro lado, parte do centro-leste e leste de São Paulo e do litoral do Rio de Janeiro – incluindo Grande SP e Grande RJ – seguem sem condições para episódios de chuva expressiva.

Região Centro-Oeste

O calor e a umidade presentes na atmosfera – com reforço associado à presença de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai – devem continuar favorecendo a formação de instabilidades entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com potencial para temporais seguidos por ventos e raios – sobretudo no norte de Mato Grosso.

Haverá condições para chuva forte também em Goiás e no Distrito Federal, especialmente a partir do período da tarde. No norte de Goiás, segue o alerta para temporais com raios e ventania.

Região Nordeste

Haverá um maior predomínio de tempo firme entre o estado da Bahia e da Paraíba, com expectativa de que a área registre as maiores temperaturas do país. Na parte da tarde, o ar seco ganha força e estimula a queda acentuada dos índices de umidade do ar, que entram em limiares de atenção. Pode chover de maneira isolada no extremo oeste baiano.

A atuação da ZCIT deve manter a chuva entre o litoral do Ceará e do Maranhão. Na costa leste, a entrada de ventos marítimos incidentes sobre o continente deve contribuir para a formação de nuvens carregadas. Atenção para a condição de chuva forte entre as capitais João Pessoa/PB e Natal/RN.

Região Norte

As instabilidades vão continuar se espalhando por praticamente todos os estados, com expectativa de que os episódios de chuva forte comecem a se espalhar já no fim do período da manhã.

À tarde, os temporais começam a se desenvolver entre Rondônia, Amazonas e Pará. Pode chover forte de maneira isolada no Tocantins. No Amapá, a aproximação da ZCIT deve realizar a manutenção das instabilidades, condicionando a ocorrência de pancadas de chuva significativas já no começo da tarde.

Em Roraima, o tempo segue mais aberto ao longo do dia, com a chuva concentrada apenas na parte sul do estado.



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Como calcular o lucro da produção rural e evitar prejuízos


No mês do consumidor, em que muitos estão de olho nas ofertas deste período, principalmente no setor agrícola, devido à alta nos preços dos alimentos, micro e pequenos produtores rurais precisam ficar atentos para não se deixarem levar pelo apelo comercial e caírem no prejuízo na hora da venda.

A equipe do Porteira Aberta Empreender conversou com Eionyr Barbosa, consultora em gestão financeira do Sebrae Mato Grosso do Sul (MS), para entender erros e acertos na hora de definir preços no setor agropecuário.

Então, bora lá anotar todas as dicas 

Para garantir lucro, é essencial calcular os custos corretamente e definir preços de venda adequados.

“Ter registros de todos os gastos para calcular o custo de produção. Quando o produtor tem o custo de produção, ele pode negociar com maior segurança, sabendo o desconto que pode conceder ao cliente para não ter prejuízo. O produtor precisa fazer as contas para saber o custo de produção e a margem de lucro”, explica Barbosa. 

Como saber se a produção dá lucro? 

Segundo Eionyr, a conta é simples: some todas as vendas do mês (receita total) e subtraia os custos de produção. Se o resultado for positivo, há lucro. Caso contrário, é preciso rever os gastos ou ajustar os preços.

“Os custos incluem insumos, adubo, defensivos, mudas ou sementes etc., custos de vendas como embalagens, combustíveis de transporte, alimentação do produtor durante as vendas, manutenção, mão de obra externa, pró-labore, energia, e se possível, calcular a depreciação dos bens. Há ainda despesas como internet, contador, telefone etc.”

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp
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Eionyr Barbosa, consultora em gestão financeira do Sebrae/MS | Foto: Divulgação Sebrae/MS

Como definir o preço correto dos produtos?

“Para calcular o preço de venda de um produto, é preciso levar em conta os custos variáveis e os custos fixos”, afirma a consultora de finanças do Sebrae MS

Confira o passo a passo da explicação:

Arte sobre cálculos Arte sobre cálculos

Na Prática

Para um produtor rural que tem uma plantação de alface, por exemplo, para que possa calcular o preço justo de um pé de alface precisa fazer as seguinte conta: 

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Arte Cálculo Arte Cálculo

Agora, basta somar os custos fixos como aluguel, água, luz, entre outros, aos custos variáveis, e assim, chegará ao valor de um pé de alface. Quer saber mais?

Então, fique ligado aqui no site do Canal Rural/Empreendedorismo, além de saber como calcular os custos fixos, a Eionyr Barbosa, consultora em gestão financeira do Sebrae MS, dará outras dicas de como evitar erros na hora de precificar seus produtos. 



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AgroNewsPolítica & Agro

Previsão de clima ameno anima produtores de hortaliças



Estresse hídrico afeta cultivos de alface e rúcula




Foto: Seane Lennon

A produção de folhosas no Rio Grande do Sul tem sido afetada pelas variações climáticas. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (20) pela Emater/RS-Ascar, enquanto algumas regiões registram desenvolvimento favorável, outras enfrentam desafios com altas temperaturas e déficit hídrico.

Na região administrativa de Soledade, as temperaturas mais amenas favoreceram o crescimento da alface. No entanto, o tempo seco exigiu maior controle de tripes, praga que se proliferou devido às condições climáticas.

Em Passo Fundo, o cenário é diferente. O calor intenso e as chuvas irregulares prejudicaram o desenvolvimento de alface, rúcula, radiche, agrião e couve-folha. A falta de umidade tem comprometido o crescimento dessas culturas.

Na região de Santa Rosa, o estresse hídrico continua afetando os cultivos de folhosas. Em sistemas hidropônicos, a elevação da temperatura da solução nutritiva exigiu a adição de gelo para proteger as raízes. Embora haja disponibilidade de água, o calor excessivo e a forte radiação solar provocaram o murchamento das plantas. Com a previsão de temperaturas mais amenas, produtores planejam retomar o plantio para garantir a oferta dessas hortaliças no próximo mês.





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para conter inflação, Selic deve continuar em alta no Brasil


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o tom hawkish da Ata do Copom, reforçando o compromisso com a inflação e indicando que a alta da Selic pode continuar.

O Ibovespa subiu 0,57%, enquanto o dólar caiu, acompanhando o recuo da moeda americana no exterior. No radar, seguem as incertezas sobre tarifas nos EUA e negociações para um cessar-fogo na Europa Oriental. Hoje, o foco é o déficit em conta corrente no Brasil, projetado em US$ 9 bilhões.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Memórias do Brasil Rural mostra a transformação do país no celeiro do mundo, diz Alckmin



Durante o lançamento do projeto multiplataforma Memórias do Brasil Rural, o presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, ressaltou a importância da iniciativa e destacou que o projeto espelha a trajetória do país.

“Quando a gente retrata a história do Brasil rural, estamos falando da história do nosso país, de todas as dificuldades, superações e conquistas que transformaram o Brasil nesse celeiro do mundo”, declarou Alckmin.

“O Brasil é hoje um dos grandes produtores do mundo, um grande exportador de proteína animal e vegetal. Temos uma agricultura das mais competitivas do mundo, na vanguarda da ciência e da tecnologia”, completou.

Alckmin falou sobre a importância do agronegócio para o desenvolvimento nacional. “A primeira indústria brasileira, da cana-de-açúcar, nasceu do agro. O agro sempre esteve na vanguarda de todos os avanços do nosso país”, afirmou.

O lançamento do projeto foi na noite desta terça-feira (25), na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília. A cerimônia foi prestigiada por personalidades históricas do setor. Estiveram presentes Eliseu Alves, fundador da Embrapa; Gabriel Garcia Cid, presidente da ABCZ; e Elizabeth Obino Cirne Lima, subsecretária do Parque de Exposições Assis Brasil, que representou o ex-ministro da Agricultura e fundador da Embrapa Cirne Lima.

Também estiveram no lançamento os presidentes dos parceiros do projeto: Julio Cargnino, do Canal Rural, e João Martins, da CNA, enquanto a presidente da Embrapa,Silvia Massruhá participou enviando um video, sendo representada pelo diretor de Governança e Informação da entidade, Alderi Emídio de Araújo. O evento contou ainda com a presença da senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Memórias do Brasil Rural

O Memórias do Brasil Rural é fruto de uma parceria entre a CNA, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Canal Rural, com apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).

A iniciativa tem o objetivo de digitalizar e recuperar conteúdos históricos do acervo do Canal Rural e de entidades parceiras, criando o primeiro acervo audiovisual integrado do agronegócio brasileiro, com registros históricos, depoimentos de personalidades e materiais de famílias de produtores rurais. A série pretende mostrar a construção do agronegócio no Brasil.

O primeiro episódio do Memórias do Brasil Rural será veiculado hoje (26), às 18h, no Canal Rural.



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