domingo, março 29, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Crédito ampliado para melhoramento genético da pecuária


O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta-feira (26), a Resolução nº 5.288, que amplia as finalidades financiáveis no Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro). A medida permite que produtores rurais utilizem crédito para a aquisição de material genético e serviços voltados ao melhoramento reprodutivo de rebanhos.

Com a nova norma, passam a ser financiáveis a compra de sêmen, óvulos e embriões de bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos, além de serviços como inseminação artificial e transferência de embriões. Segundo o governo, essas biotecnologias contribuem para o aumento da produtividade na pecuária.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a inclusão do melhoramento genético no programa reforça o foco em sistemas produtivos mais eficientes. “A inclusão do melhoramento genético animal entre as finalidades financiáveis reforça a estratégia do programa de apoiar tecnologias que elevem a eficiência produtiva e reduzam a pegada ambiental dos sistemas pecuários”, informa a pasta.

Estudos técnicos citados na medida indicam que o uso da inseminação artificial em tempo fixo pode reduzir a pegada de carbono em até 37% por litro de leite e em até 49% por quilo de peso vivo em sistemas de corte. Esses resultados estão associados a ganhos como redução da idade ao primeiro parto e maior eficiência reprodutiva dos rebanhos.

A resolução também altera o Manual de Crédito Rural, permitindo o financiamento integral dessas tecnologias dentro do limite do programa, atualmente de R$ 5 milhões por produtor. O prazo para pagamento é de até cinco anos, com carência de até 12 meses.

Além disso, o CMN atualizou regras do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), ampliando o acesso de agricultores familiares às mesmas tecnologias, com condições diferenciadas para a pecuária leiteira.

Segundo a Secretaria de Política Agrícola, a medida busca aumentar a eficiência produtiva com menor uso de recursos. “Rebanhos mais eficientes, do ponto de vista reprodutivo, permitem produzir a mesma quantidade de animais com menor número de matrizes, reduzindo o consumo de insumos, o metano entérico emitido pelo rebanho e os custos de produção”, destaca.

A iniciativa integra a estratégia do governo de incentivo a sistemas de produção agropecuária com menor emissão de gases de efeito estufa.





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Produtores de borracha poderão contar com apoio no escoamento da produção



Recursos de R$ 22,2 milhões garantem apoio à comercialização de borracha natural



Foto: Apabor

O Governo Federal autorizou a realização de leilões para apoiar o escoamento da borracha natural cultivada no país, com o objetivo de garantir os preços mínimos aos produtores. A medida foi formalizada por meio da Portaria Interministerial nº 39, publicada na sexta-feira (27) e assinada pelos Ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e da Agricultura e Pecuária. O texto prevê recursos de até R$ 22,2 milhões para as operações.

De acordo com a portaria, o incentivo será operacionalizado por meio de leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), instrumentos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), voltados à safra 2025/26. A medida será aplicada nos estados onde o preço de mercado da borracha estiver abaixo do mínimo estabelecido. “A medida atende aos produtores da borracha cultivada nos estados em que o preço de mercado do produto esteja abaixo do preço mínimo”, informa o documento.

A norma também estabelece restrições quanto à concessão do benefício. Não haverá subvenção para borracha oriunda de extrativismo ou de cultivos comerciais em determinados municípios de Mato Grosso, nem para estados da Região Norte, com exceção de Tocantins.

O regulamento define ainda as regras de participação nos leilões. No caso do PEP, podem participar indústrias de beneficiamento e comerciantes, que recebem o prêmio após comprovar a compra do produto pelo preço mínimo e o escoamento para destinos autorizados. Já no Pepro, o pagamento é feito diretamente ao produtor ou entidade que realizar a venda, considerando a diferença entre o preço mínimo e o valor arrematado em leilão, mediante comprovação do escoamento.

As operações serão realizadas de forma online, pelo Sistema de Comercialização Eletrônica da Conab. Para participar, os interessados devem estar cadastrados em bolsa de mercadorias e em situação regular em sistemas federais de controle, como cadastros de inadimplência e de fornecedores, além de atender às exigências previstas nos editais.





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Produtor de SC perde mais de R$ 50 mil em ameixas e desabafa: ‘tenham força’


Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.

Um produtor rural de Urubici, na Serra Catarinense, publicou um vídeo nas redes sociais em que relata a perda de 50 toneladas da sua produção de ameixa. Em entrevista exclusiva ao Canal Rural, Leandro Schmitz afirmou que teve prejuízo superior a R$ 50 mil.

Segundo ele, a fruta precisava ser comercializada em um período entre 40 e 50 dias, prazo em que não houve venda suficiente. Diante disso, o produtor informou que precisou se desfazer da produção na última sexta-feira (27).

Em fotos e vídeos enviados à reportagem, dezenas de caixas com ameixas aparecem armazenadas para serem descartadas. Confira:

Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.

Falta de venda e preço baixo

Schmitz afirma que a produção, mesmo armazenada em câmara fria, se perdeu, já que não houve comércio. Ele também relatou diferença entre o preço pago ao produtor e o valor cobrado no mercado.

“No mercado, é muito caro. E para nós, produtores, é barato. Não tem o que falar, foi uma perda, um comércio ruim. Vai fazer o quê? Ela é estável em câmara fria. Não tinha comércio, o povo sem dinheiro. Mas isso faz parte da vida”, disse.

Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.

Produção é tradição da família

Schmitz disse que a produção de ameixa faz parte da história da família. “Vou fazer 40 anos este ano. Faz 70 anos que está na família”, relatou. De acordo com ele, o pai produz maçã, mas não teve sua produção prejudicada.

Ele também afirmou que outros produtores da região enfrentam dificuldades. Segundo o produtor, colegas que trabalham com culturas como tomate e cebola passam por situação semelhante.

“Tenham força, porque não está fácil. Não é fácil para o produtor agrícola hoje”, disse.

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O USDA vem aí! Mercado de soja aguarda relatório e encontro Trump–Xi Jinping


O mercado brasileiro de soja registrou uma semana de preços praticamente estáveis e baixa movimentação, ainda que com momentos pontuais de melhora nas negociações. Segundo agentes do setor, produtores aproveitaram picos de Chicago e dólar para realizar vendas, mas em volumes limitados e de forma pontual.

No cenário internacional, o conflito no Oriente Médio segue como um dos principais fatores de influência sobre as commodities, com o mercado atento aos impactos da alta do petróleo em variáveis importantes da produção agrícola global. Entre elas, ganha destaque a expectativa em torno da intenção de plantio nos Estados Unidos para a safra 2026, com dúvidas sobre possíveis efeitos do aumento de custos sobre a decisão dos produtores.

USDA no radar

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deve indicar um aumento na área destinada à soja no país em 2026, na comparação com o ciclo anterior. O relatório de intenção de plantio será divulgado na terça-feira (31), às 13h, e pode trazer números superiores aos apresentados em fevereiro, durante o Fórum Anual do órgão.

Levantamento da agência Reuters aponta que o mercado trabalha com uma estimativa média de 85,55 milhões de acres destinados à soja. No ano anterior, os Estados Unidos semearam 81,22 milhões de acres. As projeções variam entre 84,25 milhões e 86,5 milhões de acres.

Caso o número se confirme, o USDA deve sinalizar uma área acima dos 85 milhões de acres já indicados no Fórum. Ainda assim, a soja deve permanecer abaixo do milho, cuja área é projetada em 94,37 milhões de acres, contra 98,79 milhões na safra anterior.

Relatório de estoques trimestrais dos EUA

Também na terça-feira será divulgado o relatório de estoques trimestrais dos Estados Unidos, referente à posição em 1º de março. O mercado estima estoques em 2,077 bilhões de bushels, acima dos 1,911 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. Em dezembro, o volume estava em 3,29 bilhões de bushels.

Encontro Trump e Xi Jinping

No campo geopolítico, a Casa Branca confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viajará a Pequim nos dias 14 e 15 de maio para um encontro com o presidente chinês Xi Jinping. A visita havia sido adiada anteriormente, em meio ao cenário de tensões internacionais e à condução da política externa norte-americana no conflito envolvendo o Irã.

O mercado acompanha a reunião com expectativa de possíveis avanços em um acordo comercial entre as duas maiores economias do mundo, especialmente em relação à retomada ou ampliação das compras chinesas de soja norte-americana, fator historicamente relevante para o equilíbrio do comércio global da oleaginosa.

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Clima irregular não impede avanço de soja e milho segunda safra no Brasil


Os dados do Companhia Nacional de Abastecimento indicam que as lavouras de soja e milho segunda safra mantêm condições favoráveis de desenvolvimento na maior parte do país, mesmo diante da irregularidade na distribuição das chuvas. As informações constam no Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), que analisou o período de 1º a 21 de março.

Segundo o levantamento, “os gráficos de evolução do índice de vegetação (IV) das principais regiões produtoras de soja e milho segunda safra continuam indicando condições favoráveis de desenvolvimento das lavouras na maioria das áreas”. O boletim aponta que os maiores volumes de chuva foram registrados no Centro-Norte do Brasil. “Se por um lado essas precipitações restringiram a colheita da soja em algumas áreas, por outro beneficiaram o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra em campo”, informa.

Na região Norte, o relatório destaca que “as chuvas foram regulares e bem distribuídas”, com exceção de pontos específicos. “No Pará e no Tocantins, ocorreram problemas pontuais por excesso de chuvas na colheita da soja. Já em Roraima praticamente não houve precipitação, situação normal para o período”, registra o documento.

No Nordeste, os maiores acumulados ocorreram no início do mês, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Por outro lado, “na região do semiárido, as precipitações ainda não se estabilizaram mantendo a umidade no solo baixa em algumas áreas”. O boletim também aponta que, em parte da Bahia, “a irregularidade de chuvas aliadas às altas temperaturas causaram restrição hídrica e impossibilitaram um maior avanço na semeadura do milho e feijão segunda safra”.

Na região Sul, a análise indica que “as chuvas foram irregulares e com baixos acumulados”, o que resultou em armazenamento hídrico insuficiente no solo. Esse cenário afetou o desenvolvimento do milho segunda safra no Paraná e da soja em áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

No Centro-Oeste, as chuvas frequentes em estados como Mato Grosso e Goiás causaram impactos pontuais na colheita da soja. Em Mato Grosso do Sul, os volumes registrados foram considerados importantes para a recuperação da umidade do solo, especialmente em áreas que enfrentavam restrição hídrica.

Já no Sudeste, o boletim aponta que houve bons volumes de chuva na segunda semana do mês em São Paulo e em parte de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Na terceira semana, as precipitações avançaram sobre Minas Gerais e Espírito Santo, acumulando volumes considerados adequados para as lavouras.





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Produtores de Mato Grosso podem negociar multas na dívida ativa com até 65% de desconto; saiba como


Foto: Freepik.
Foto: Freepik.

Produtores rurais de Mato Grosso e outros contribuintes com multas administrativas inscritas em dívida ativa já podem solicitar adesão a uma transação da Procuradoria-Geral do estado (PGE-MT). O prazo para pedir a negociação vai até 29 de maio, conforme edital publicado no Diário Oficial.

A medida abrange créditos de natureza não tributária originados de autos de infração lavrados até 31 de dezembro de 2022, aplicados por três órgãos estaduais: Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT) e Secretaria de estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

Critérios para a negociação

Podem entrar na negociação débitos já inscritos em dívida ativa, incluindo aqueles em execução fiscal, em discussão judicial, com parcelamento anterior rescindido ou com exigibilidade suspensa. No entanto, não podem participar débitos que já estejam com transação, acordo ou parcelamento em andamento.

No caso de multas ambientais aplicadas pela Sema-MT, o pagamento negociado não elimina a obrigação de reparação de danos ambientais nem outras exigências definidas pelos órgãos responsáveis.

Descontos e condições

O edital estabelece condições diferentes conforme o valor do débito:

Débitos de até R$ 42 mil:

  • À vista: 50% de desconto sobre juros, multas e penalidades
  • Até 12 parcelas: 40% de desconto
  • Até 36 parcelas: 30% de desconto

Débitos acima de R$ 42 mil:

  • À vista: 65% de desconto sobre juros, multas e penalidades
  • Até 12 parcelas: 50% de desconto
  • Até 24 parcelas: 30% de desconto
  • Até 36 parcelas: 20% de desconto

O edital prevê ainda regras específicas quando a transação envolver pessoa jurídica em recuperação judicial ou falência, além da possibilidade de enquadramento de produtor rural (pessoa física) em recuperação judicial, desde que caracterizado como empresário rural.

Como solicitar a adesão?

Antes de solicitar a adesão, o produtor pode consultar os débitos nos canais de atendimento da PGE-MT. O atendimento é feito por e-mail (atendimento@pge.mt.gov.br) ou pelo WhatsApp (65) 99243-6157. Os atendimentos são realizados de forma presencial nas unidades da Procuradoria e do Ganha Tempo.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Produtores de Mato Grosso podem negociar multas na dívida ativa com até 65% de desconto; saiba como


Foto: Freepik.
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Produtores rurais de Mato Grosso e outros contribuintes com multas administrativas inscritas em dívida ativa já podem solicitar adesão a uma transação da Procuradoria-Geral do estado (PGE-MT). O prazo para pedir a negociação vai até 29 de maio, conforme edital publicado no Diário Oficial.

A medida abrange créditos de natureza não tributária originados de autos de infração lavrados até 31 de dezembro de 2022, aplicados por três órgãos estaduais: Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT) e Secretaria de estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

Critérios para a negociação

Podem entrar na negociação débitos já inscritos em dívida ativa, incluindo aqueles em execução fiscal, em discussão judicial, com parcelamento anterior rescindido ou com exigibilidade suspensa. No entanto, não podem participar débitos que já estejam com transação, acordo ou parcelamento em andamento.

No caso de multas ambientais aplicadas pela Sema-MT, o pagamento negociado não elimina a obrigação de reparação de danos ambientais nem outras exigências definidas pelos órgãos responsáveis.

Descontos e condições

O edital estabelece condições diferentes conforme o valor do débito:

Débitos de até R$ 42 mil:

  • À vista: 50% de desconto sobre juros, multas e penalidades
  • Até 12 parcelas: 40% de desconto
  • Até 36 parcelas: 30% de desconto

Débitos acima de R$ 42 mil:

  • À vista: 65% de desconto sobre juros, multas e penalidades
  • Até 12 parcelas: 50% de desconto
  • Até 24 parcelas: 30% de desconto
  • Até 36 parcelas: 20% de desconto

O edital prevê ainda regras específicas quando a transação envolver pessoa jurídica em recuperação judicial ou falência, além da possibilidade de enquadramento de produtor rural (pessoa física) em recuperação judicial, desde que caracterizado como empresário rural.

Como solicitar a adesão?

Antes de solicitar a adesão, o produtor pode consultar os débitos nos canais de atendimento da PGE-MT. O atendimento é feito por e-mail (atendimento@pge.mt.gov.br) ou pelo WhatsApp (65) 99243-6157. Os atendimentos são realizados de forma presencial nas unidades da Procuradoria e do Ganha Tempo.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Área de citros deve crescer em Erechim



Produtores intensificam manejo fitossanitário



Foto: Pixabay

O Emater/RS-Ascar apontou, em Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (26), perspectivas de expansão e desafios para a citricultura no norte do Rio Grande do Sul. Na regional de Erechim, a expectativa é de aumento da área plantada, que pode atingir 235 hectares em 2026, com produtividade estimada em cerca de 32 toneladas por hectare.

Na região de Frederico Westphalen, o relatório informa que “a bergamota da variedade precoce Okitsu está em início de colheita, enquanto os outros citros estão na fase de enchimento de frutos”. Segundo o levantamento, os produtores mantêm tratos culturais voltados à sanidade das lavouras. “Os produtores estão realizando adubações e tratamentos fitossanitários preventivos para pinta-preta, cancro-cítrico e ácaros”, registra o documento.

Em Liberato Salzano e municípios produtores, a estiagem no início do ano impactou o desenvolvimento dos pomares. “A estiagem ocorrida no início do ano prejudicou o desenvolvimento dos frutos, causando redução do calibre e queda”, aponta o informativo.

Ainda de acordo com a Emater/RS-Ascar, a comercialização da bergamota Satsuma Okitsu ocorre entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 25 quilos, conforme os dados mais recentes de mercado.





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Produção de azeite deve se aproximar de 1 milhão de litros em 2026


Foto: Cauê Silva/Divulgação.
Foto: Cauê Silva/Divulgação.

A produção de azeite de oliva no Brasil deve se aproximar de 1 milhão de litros em 2026, segundo estimativa do setor. O volume deve ser impulsionado pela safra no Rio Grande do Sul, que deve responder por cerca de 800 mil litros.

O restante da produção nacional, estimado em aproximadamente 200 mil litros, deve vir de outras regiões produtoras do país.

Recuperação após perdas

O resultado ocorre após dois anos de redução na produção provocada por condições climáticas. Neste ciclo, o clima permitiu o desenvolvimento das oliveiras e a retomada do volume produzido.

Em comunicado, o presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Flávio Obino Filho, afirmou que o resultado está ligado ao comportamento do clima durante o ciclo.

“Tivemos um ano com clima que contribuiu para o desenvolvimento das oliveiras e isso impacta diretamente na produção”, disse.

Colheita será aberta em abril

A estimativa acompanha a realização da 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva, marcada para o dia 17 de abril, na sede da Azeite Milonga, em Triunfo (RS).

Segundo Flávio Obino Filho, o volume também indica avanço da atividade no país.

“É um crescimento que reforça a presença do azeite brasileiro no mercado e amplia o acesso do consumidor ao produto nacional”, disse.

Programação inclui feira e venda direta

Durante o evento, a programação inclui uma feira de negócios voltada à olivicultura. Também haverá comercialização direta de azeites da safra 2026 por produtores do Rio Grande do Sul.

A 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva é organizada pelo Ibraoliva em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul.

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Colheita de soja no RS atinge 10% da área, segundo Emater


Colheita da Soja avança, mas alta do diesel aperta margens do produtor
Imagem: Marca Comunicação

A colheita da soja 2025/26 no Rio Grande do Sul alcança 10% da área estimada em 6,624 milhões de hectares, de acordo com a Emater.

“Embora as chuvas tenham favorecido a reposição hídrica em parte das lavouras ainda em fase reprodutiva, também impuseram interrupções pontuais à colheita. O predomínio fenológico se situa entre enchimento de grãos (43%) e maturação (41%), indicando proximidade da intensificação dos trabalhos de colheita no curto prazo”, disse a empresa em nota. A produtividade média estimada é de 2.871 quilos por hectare.

Colheita de milho e arroz

Também conforme a Emater, a colheita de milho no Estado atinge nesta semana 73% da área cultivada, com resultados, em média, satisfatórios.

“As produtividades refletem o histórico climático da safra. Áreas com regularidade hídrica e manejo adequado apresentam os melhores desempenhos, e regiões com restrição hídrica em fases críticas registraram perdas parciais”, destacou a Emater, que estima área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média de 7.424 kg/ha.

No tocante à safra de arroz, a colheita no Estado alcança 35% da área. A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%) e 18% estão em enchimento de grãos, “fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar”.

A área cultivada é de 891.908 hectares (estimativa do Instituto Rio-grandense do Arroz – Irga), com produtividade projetada pela Emater em 8.744 kg/ha.

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