segunda-feira, março 30, 2026

Autor: Redação

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Ovo de dinossauro carnívoro de 70 milhões de anos é descoberto na Patagônia


Pesquisadores do Laboratório de Anatomia Comparada e Evolução de Vertebrados (Lacev–MACN) encontraram fósseis de dinossauros, mamíferos, répteis, peixes e plantas do Período Cretáceo, mas o achado mais surpreendente foi um ovo de dinossauro carnívoro perfeitamente preservado, com cerca de 70 milhões de anos.

A descoberta inédita foi feita durante a última expedição em Río Negro, província da Patagônia, na Argentina.

De acordo com os cientistas, o exemplar, associado a fragmentos da casca do ovo indicam a presença de uma ninhada, pode ser o primeiro registro desse tipo na América do Sul. O ovo, semelhante em tamanho a um ovo de ema, possui casca fina e ornamentada, o que sugere que possa pertencer a uma espécie de ave de rapina pré-histórica.

Momento da descoberta; ovo de dinossauro
Foto: reprodução/redes sociais

A descoberta foi anunciada ao vivo durante a transmissão da “Expedição Cretácea I”, surpreendendo tanto o público quanto os próprios pesquisadores. Segundo o laboratório, fósseis desse tipo são extremamente raros, já que os ovos são estruturas frágeis e de difícil preservação.

Até então, não havia registros de ninhos de dinossauros carnívoros na América do Sul, e apenas poucos casos semelhantes foram documentados em outras partes do mundo. Os especialistas destacam que ovos e ninhos fossilizados oferecem informações únicas sobre o comportamento dessas espécies, desde o cuidado parental até o modo como construíam seus ninhos.

Para a paleontologia argentina, o achado representa um avanço científico significativo e abre novas possibilidades de pesquisa sobre a história da vida e da reprodução dos dinossauros no continente.



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Na COP30, Brasil assume liderança no mercado de carbono


A COP30 colocou o Brasil no epicentro de um movimento climático global: a adesão da União Europeia e da China à coalizão liderada pelo Brasil para integrar mercados regulados de carbono, um passo importante para transformar promessas ambientais em um sistema de regras, preços e oportunidades reais.

Na prática, o grupo pretende harmonizar padrões de medição e verificação de emissões (MRV), criar regras de integridade e abrir caminho para a união entre sistemas nacionais de precificação de carbono. O Brasil passa de simples exportador de matérias-primas a formador de regras, posição estratégica que lhe confere poder de agenda e protagonismo diplomático.

Impactos para o agro brasileiro

Para o agro brasileiro, esse movimento pode parecer distante, mas está muito mais próximo do que se imagina. Um mercado de carbono integrado valoriza práticas sustentáveis e penaliza cadeias com alta pegada ambiental. Quem comprovar eficiência, uso de bioenergia e manejo de solo que sequestra carbono tende a ganhar competitividade; quem não se adaptar, corre o risco de ser excluído de mercados exigentes como o europeu.

A entrada da UE e da China não é coincidência. Bruxelas busca reduzir o custo do ajuste de fronteira de carbono (CBAM), e Pequim quer influenciar as novas regras globais, em vez de apenas segui-las. O Brasil, grande exportador de alimentos e guardião da maior floresta tropical do planeta, assume papel de mediador natural, e pode transformar seu patrimônio ambiental em vantagem econômica.

Sem um mercado regulado nacional robusto, com regras claras e credibilidade, o país pode ficar de fora da “elite climática” e ver suas exportações taxadas por falta de comprovação ambiental. A corrida, portanto, não é apenas por crédito de carbono, mas por governança, transparência e tecnologia.

A “era do carbono” não é mais um tema de conferência: está chegando à rotina de quem planta, cria e exporta. O Brasil tem uma chance rara de unir preservação e competitividade, transformando seu protagonismo ambiental em diferencial econômico. Mas, como em todo mercado, quem não mede, perde.

Brasil e o potencial de liderança

Alguns dos signatários iniciais da Open Coalition on Compliance Carbon Markets, liderada pelo Brasil, incluem União Europeia, China, Reino Unido, Canadá, Chile, França, Alemanha, México, Armênia e Zâmbia. O Brasil, como país anfitrião, ocupa posição central nessa articulação que pretende conectar mercados regulados de carbono e definir padrões globais para a precificação das emissões.

O que o Brasil está fazendo, na prática, é ajudar a desenhar o “manual” da nova economia climática. A partir de agora, o carbono vira parte do custo de produção, como energia, insumo e logística. Quem reduzir emissões ou provar boas práticas será premiado. Quem ignorar o tema será punido, direta ou indiretamente, pelos mercados internacionais.

Para o campo, isso significa que sustentabilidade deixa de ser discurso e vira diferencial econômico real. Plantio direto, integração lavoura-pecuária-floresta, uso de bioenergia e certificações ambientais passarão a valer dinheiro, literalmente.

O Brasil tem todas as condições para ser líder e não refém dessa nova ordem. Mas isso exige ação imediata: estrutura de mercado, regulação confiável e apoio técnico ao produtor.
Se o país souber aproveitar o momento, pode transformar o carbono em seu novo produto de exportação. Caso contrário, corre o risco de ver o futuro passar,medido em toneladas de CO2 e oportunidades perdidas.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Mapa apreende 11 mil litros de bebidas clandestinas e interdita fábricas no Tocantins



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) interditou duas fábricas de bebidas e apreendeu mais de 11 mil litros de produtos clandestinos no município de Combinado, no Tocantins. A ação, realizada nesta sexta-feira (7), faz parte da Operação Destillatio, que integra a Operação Ronda Agro.

O objetivo é combater a produção e a comercialização de bebidas alcoólicas irregulares, consideradas um risco à saúde pública e uma prática de fraude econômica.

Produção irregular e risco ao consumo

As fábricas interditadas produziam cachaça sem registro ou autorização dos órgãos competentes e em condições precárias de higiene. Segundo o Mapa, as bebidas não atendiam aos padrões de segurança exigidos para o consumo humano. Além disso, três distribuidoras e um depósito foram fiscalizados por comercializarem produtos irregulares, incluindo whiskies falsificados.

O ministério informou que todo o material apreendido será inutilizado. As ações de fiscalização miram tanto os fabricantes quanto os distribuidores e comerciantes que atuam fora das normas sanitárias e fiscais.

Ação conjunta de fiscalização

A operação contou com apoio da Polícia Civil do Tocantins, da Perícia Técnica e da Vigilância Sanitária Estadual. Também participaram equipes do Centro Integrado de Segurança Pública e Proteção Ambiental (CISPPA) e do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

De acordo com o Mapa, operações desse tipo visam garantir a segurança dos alimentos e bebidas comercializados no país, além de proteger o consumidor de produtos adulterados. A pasta reforçou que seguirá atuando de forma rigorosa no combate a ilícitos agropecuários e sanitários.



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Lula manifesta solidariedade a vítimas de chuvas e tornado no Paraná


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou solidariedade às famílias afetadas pelo tornado que atingiu os municípios de Rio Bonito do Iguaçu e Guarapuava, no Paraná. Em publicação no X (antigo Twitter), o presidente lamentou as mortes e destacou o compromisso do governo federal em apoiar a população atingida.

“Quero expressar meu profundo sentimento a todas as famílias que perderam seus entes queridos e minha solidariedade a todas as pessoas que foram afetadas”, afirmou Lula.

Segundo o presidente, uma equipe federal está a caminho da região, liderada pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. O grupo inclui representantes dos Ministérios da Saúde e da Integração e Desenvolvimento Regional, além de técnicos da Defesa Civil Nacional.

Ações de apoio

Os profissionais enviados são especializados em ajuda humanitária e reconstrução. Eles devem atuar na avaliação dos danos, no suporte às equipes locais e na organização do atendimento emergencial.

Lula também informou que integrantes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) participarão das ações de socorro, prestando assistência médica à população e apoio às equipes do governo paranaense envolvidas no resgate.

“Seguiremos apoiando a população paranaense e prestando todo o auxílio que for necessário”, declarou o presidente.



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Governo do Paraná confirma seis mortes após tornado; governador está na região mais afetada



O tornado que atingiu o Paraná nesta sexta-feira (7), causado por um ciclone extratropical que está sobre o Sul do Brasil, causou a morte de seis pessoas. Segundo informações do governo do estado, cinco mortes foram confirmadas em Rio Bonito do Iguaçu e uma em Guarapuava, na área rural. Até o momento, há um desaparecido.

Diante da situação, o governador Carlos Massa Ratinho Junior decretou, neste sábado (8), estado de calamidade pública em Rio Bonito do Iguaçu, que foi a cidade mais atingida pelo fenômeno. O governador está no município acompanhando o trabalho da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das equipes estaduais que prestam atendimento à população. O levantamento de danos à infraestrutura está em andamento.

Apesar do trabalho preliminar, o cálculo já aponta que 90% da cidade foi afetada. “O estado de calamidade pública nos permite dar mais celeridade aos atendimentos e à liberação de recursos. Já determinei que a Cohapar estude estratégias para a reconstrução das moradias e estamos preparando alojamentos para garantir o amparo às famílias”, disse Ratinho Junior.

Mobilização em diversas cidades

O atendimento às vítimas das fortes chuvas e ventos está sendo realizado em hospitais de Laranjeiras do Sul, Guarapuava e Cascavel. Segundo informações das 10h deste sábado, 437 pessoas foram atendidas pelos serviços de saúde mobilizados na região.

Outros tipos de auxílio, como doações e ajuda humanitária também estão ocorrendo. Para Rio Bonito do Iguaçu, a Defesa Civil enviou 2600 telhas, 1200 cestas básicas, 565 colchões, 270 kit higiene, 204 kit limpeza, 150 kit dormitório e 54 bobinas de lona.

A orientação, no entanto, é que pessoas e instituições não enviem doações para a cidade nesse momento de primeiro atendimento emergencial. A instituição vai informar através dos canais oficiais, em parceria com a prefeitura, as principais necessidades e locais destinados para as doações.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil amplia exportações ao Líbano e à Tanzânia



Agro soma 486 aberturas de mercado desde 2023



Foto: Pixabay

O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias com Líbano e Tanzânia que permitirão ampliar as exportações do agronegócio nacional. Segundo comunicado oficial, “as autoridades sanitárias do Líbano autorizaram o Brasil a exportar bovinos e bubalinos vivos para reprodução”.

Em 2024, o país árabe importou mais de USD 195 milhões em gado vivo. A nova abertura reforça a posição comercial brasileira, que exportou “cerca de USD 432 milhões em produtos agropecuários para o Líbano”, com destaque para carnes, complexo sucroalcooleiro e café.

A Tanzânia também formalizou novas autorizações sanitárias. De acordo com o governo, o país permitirá a entrada de “produtos cárneos e termoprocessados de aves, bovinos, ovinos, caprinos e suínos”, além de material genético avícola — “ovos férteis e pintos de um dia” — e material genético bovino, como “embriões in vivo e in vitro”, além de bovinos vivos para reprodução. Com população de 68 milhões de habitantes, a Tanzânia é vista como mercado emergente. Em 2024, importou cerca de USD 31 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com predominância do setor sucroalcooleiro.

Com os dois anúncios, o Brasil soma 486 aberturas de mercado para o agronegócio desde o início de 2023.





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Ciclone acende alerta no Sul e pode afetar o plantio de soja



O plantio da soja atingiu quase metade da área plantada, com 47,1% da semeadura concluída, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em boa parte das regiões produtoras a chuva contribuiu para os trabalhos em campo, embora a atenção agora fique por conta da passagem de um ciclone extratropical entre esta sexta-feira (7) e o sábado (8).

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Segundo Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural, o alerta vale para Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul de Minas Gerais. Nesses estados, exceto o Paraná, a semeadura da oleaginosa está atrasada na comparação com o ano passado e na média dos últimos cinco anos.

Distribuição de chuva por região

Apesar do panorama geral de chuvas ser favorável para o andamento do plantio de soja, a distribuição de umidade do solo está desigual no país. Enquanto o Sul e o Sudeste apresentam boas condições, áreas mais ao sul de Mato Grosso e norte de Mato Grosso do Sul estão sofrendo com a falta de chuva.

No Matopiba, de forma geral, a chuva tem vindo com mais frequência. Nas demais áreas, por outro lado, o meteorologista lembra que ainda precisa chover mais. “Principalmente nas regiões da tríplice divisa do Centro-Oeste, áreas centrais do Tocantins e boa parte do centro-norte de Minas Gerais, Bahia, Maranhão e também do Piauí” diz Müller.

Pontos de atenção na soja

A chuva pode beneficiar o cultivo, mas o excesso dela pode prejudicar as plantas em fase de desenvolvimento inicial. “No momento em que ocorre esse tipo de evento, o cultivo fica mais vulnerável a doenças. A longo prazo, isso resulta em diminuição da produtividade” afirma o especialista.

Para o produtor paranaense, a atenção tem que ser redobrada. No fim de semana passado o estado foi atingido por uma forte tempestade, que trouxe prejuízos em áreas agrícolas e urbanas. Diante disso, Müller alerta que o ciclone deve trazer novos temporais para a região, com chance de queda de granizo e rajadas de vento que podem passar de 100 km/h.

No longo prazo, porém, a tendência para o Paraná é de um clima mais favorável. “A chuva deve ficar bem distribuída — dentro ou até um pouco acima da média para o período. Estamos falando de volumes que podem passar de 100 a 150 milímetros, mais do que o suficiente para garantir uma boa produção”, avalia.

No Sul, como um todo, o ponto de atenção segue sendo a umidade baixa. Müller destaca as áreas do sudeste do Rio Grande do Sul, especialmente em Bagé e Dom Pedrito. “É preciso esperar chover entre 70 e 100 milímetros em uma semana, pelo menos, para garantir uma boa umidade”, explica. O que tem acontecido é o registro de chuvas de 20 a 30 milímetros.

Para a região Norte, a orientação é esperar a chuva cair com mais frequência, o que deve acontecer no final de novembro. “A partir de dezembro já começa a haver maior influência da Zona de Convergência Intertropical, favorecendo a incidência de precipitações”, conclui.



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Governo federal envia equipes de apoio a cidades atingidas por ciclone no Paraná



O governo federal anunciou o envio de equipes de ajuda humanitária e de apoio à reconstrução das áreas atingidas pelo ciclone que provocou estragos no Paraná. A medida foi confirmada pelo ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, por meio das redes sociais.

Segundo o ministro, técnicos da Defesa Civil Nacional já estão mobilizados para atuar junto às equipes estaduais e municipais. O objetivo é avaliar os danos e orientar os gestores locais sobre as medidas necessárias para a liberação de recursos federais.

Municípios mais afetados

O município de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do estado, foi o mais impactado pelo ciclone. A Defesa Civil do Paraná confirmou quatro mortes e mais de quatrocentos feridos. O governo estadual, por outro lado, fala em cinco mortos. Cerca de metade da área urbana foi atingida, com destruição de residências, comércios e prédios públicos.

Parte da cidade segue sem energia elétrica devido à queda de postes e ao rompimento de cabos de alta tensão. Há ainda registros de danos nas estradas e colapsos estruturais em diferentes pontos do município.

Além de Rio Bonito do Iguaçu, outras cidades da região, como Laranjeiras do Sul, também foram atingidas por ventos intensos e chuva forte. Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Secretaria de Saúde participam das ações emergenciais.

Apoio e reconstrução

De acordo com Waldez Góes, o ministério acompanha a situação de perto e está em contato com as prefeituras para acelerar o reconhecimento da situação de emergência. Essa medida permite que os municípios recebam apoio imediato para restabelecer serviços essenciais e iniciar a reconstrução.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, manifestou solidariedade às famílias afetadas e destacou a importância da cooperação entre os diferentes níveis de governo. “É hora de união para apoiar a população e reconstruir o que foi perdido”, afirmou.



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Com ventos de mais de 250 km/h, tornado deixa cinco mortos e mais de 400 feridos no Paraná



Um tornado com ventos de mais de 250 km/h atingiu o município de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Paraná, na sexta-feira (7), provocando destruição em boa parte da área urbana. Até o começo da manhã, a informação é que cinco pessoas morreram; quatro em Rio Bonito do Iguaçu e uma em Guarapuava. Além disso, 432 ficaram feridas, nove delas em estado grave. As informações foram confirmadas pelo governo do estado.

A formação do tornado ocorreu devido a passagem de um ciclone extratropical que atinge o Sul do país. O fenômeno também provocou forte chuva e prejuízos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, porém, com menos intensidade. Na região Sudeste, os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro estão em alerta.

Destruição em Rio Bonito do Iguaçu

O levantamento preliminar da Defesa Civil aponta que mais da metade da zona urbana foi afetada, com destelhamentos totais e colapsos em prédios públicos, comércios e residências. Cerca de 10 mil pessoas foram atingidas, com 28 desabrigadas e 1.000 desalojadas até o momento.

A rede elétrica foi danificada e parte da malha viária ficou comprometida. Os desabrigados estão sendo levados a abrigos montados em Laranjeiras do Sul, município vizinho que também recebeu equipes de apoio.

Atuação das equipes de emergência

Equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Secretaria de Saúde e outros órgãos estaduais trabalham no resgate e atendimento às vítimas.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior, o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, e o coordenador da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, seguiram para a região neste sábado (8).

Até o momento, 25 bombeiros militares atuam diretamente nos locais mais atingidos, e outros 39 seguem em deslocamento. A Defesa Civil enviou 2.600 telhas, 900 cestas básicas, 225 colchões, 220 kits de higiene e 54 bobinas de lona. Novos carregamentos com colchões, cestas básicas e kits dormitório devem chegar nas próximas horas.

Outros municípios afetados

Além de Rio Bonito do Iguaçu, outras cidades do Centro-Sul paranaense registraram estragos provocados pelos ventos fortes.

  • Quedas do Iguaçu: dois desalojados, destelhamento de posto de saúde e alagamentos;
  • Espigão Alto do Iguaçu: prefeitura parcialmente destelhada;
  • Três Barras do Paraná: falta de energia;
  • Guaraniaçu: três casas danificadas;
  • Foz do Iguaçu: duas residências com danos severos nos telhados e cerca de 15 árvores derrubadas.



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Abrafrutas lança selo inédito de sustentabilidade para fruticultura brasileira



A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) vai lançar, em 27 de novembro, o Selo Frutas do Brasil ESG, certificação que reconhece produtores e exportadores comprometidos com práticas sustentáveis, sociais e de governança. O anúncio será feito em Brasília, durante evento da entidade que reunirá autoridades, representantes do governo e do setor produtivo.

O selo é exclusivo para empresas associadas à Abrafrutas e tem como objetivo fortalecer a imagem da fruticultura nacional no mercado internacional, ao evidenciar que as frutas brasileiras são produzidas com responsabilidade ambiental, respeito às pessoas e boa gestão.

Reconhecimento e competitividade

Segundo o presidente da Abrafrutas, Guilherme Coelho, a iniciativa é um passo importante para consolidar o trabalho dos produtores que já seguem padrões internacionais de ESG ( sigla em inglês para Environmental, Social and Governance). “O selo mostra ao mundo que a fruticultura brasileira está comprometida com práticas responsáveis e com a melhoria contínua do setor”, afirma.

A proposta também busca tornar o Brasil mais competitivo e ético nas exportações de frutas, destacando a origem sustentável dos produtos. Para obter o selo, as empresas passarão por auditorias anuais e acompanhamento técnico, garantindo o alinhamento às normas ambientais e sociais em evolução no mercado global.

Responsabilidade e acompanhamento

Além da certificação, o programa prevê suporte técnico e capacitação contínua aos participantes. De acordo com Priscila Nasrallah, diretora de ESG da Abrafrutas, a entidade quer estimular uma cultura de responsabilidade e transparência. “Nosso papel é apoiar o produtor em cada etapa, reconhecendo quem atua de forma consciente e sustentável”, explica.

A iniciativa faz parte da estratégia da Abrafrutas de valorizar o trabalho dos produtores brasileiros e consolidar o país como referência em práticas sustentáveis no agronegócio. Para a associação, o selo representa mais do que um diferencial competitivo — é um marco na construção de uma fruticultura que alia desenvolvimento econômico e compromisso ambiental.



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