terça-feira, abril 7, 2026

Autor: Redação

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Semana terá tempo firme em grande parte do país; saiba onde chove



A semana de 20 a 24 de outubro terá predomínio de tempo firme em várias regiões do Brasil, mas algumas áreas vão registrar pancadas de chuva, segundo a previsão do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller. Neste sentido, as condições influenciam desde a colheita de cultivos de inverno até a semeadura da safra 2025/26.

Confira a previsão por região:

Sul

O tempo fica mais firme na maior parte da região, com chance de pancadas isoladas de chuva no litoral do Paraná e Santa Catarina. As temperaturas seguem mais baixas, principalmente no centro-leste catarinense, Paraná e Serra Gaúcha. A segunda-feira terá frio intenso, com risco de geada apenas nas serras; nas baixadas, mínimas abaixo de 10°C, sem perigo de formação de geada.

Além disso, a temperatura sobe a partir de quarta-feira, ficando entre 25ºC e 28°C. A chuva retorna na sexta-feira com o avanço de uma nova frente fria, trazendo frio e temporais, especialmente no extremo sul do Rio Grande do Sul, com acumulados de até 30 mm, o que pode atrapalhar trabalhos em campo.

Sudeste

As chuvas se concentram ao longo do litoral e em áreas do centro-norte e leste de Minas Gerais, com possibilidade de precipitação no Espírito Santo. As temperaturas permanecem amenas em SP, centro-sul de MG, RJ e ES, com mínimas entre 10°C e 12°C até quarta ou quinta-feira.

Os acumulados de chuva de 15/20 mm nesta segunda ajudam a repor a umidade do solo. O tempo volta a firmar entre terça e quinta-feira, favorecendo o avanço da semeadura da safra 2025/26, enquanto a temperatura máxima no interior paulista pode chegar a 38°C a partir de sexta-feira.

Centro-Oeste

Instabilidades seguem sobre Mato Grosso e centro-norte de Goiás, com chuvas localmente fortes. Até quarta-feira, os acumulados chegam a 30/40 mm, garantindo boa umidade do solo. Já o sul de MT enfrenta cenário mais crítico, com chuvas irregulares e temperaturas elevadas, exigindo cautela nos trabalhos.

Entre sexta e sábado, o calor retorna, com máximas próximas de 40°C, aumentando o risco de estresse térmico para o gado em confinamento e para lavouras recém-semeadas. A expectativa é que, na próxima semana, uma frente fria traga 40/50 mm de chuva para os três estados.

Nordeste

Áreas de instabilidade permanecem ativas no sul e oeste da Bahia, avançando para o sul e interior do Piauí e Maranhão. Até quarta-feira, os acumulados devem atingir 30/40 mm, favorecendo a reposição de umidade.

No litoral da Bahia, entretanto, o volume pode ultrapassar 100 mm, com risco de alagamentos. Em Pernambuco, Paraíba, Sergipe e Alagoas, a chuva é fraca, de 5/10 mm, apenas aumentando a umidade relativa do ar. No Rio Grande do Norte, o tempo segue quente e seco.

Norte

As instabilidades seguem no Amazonas, centro-sul do Pará, Roraima, Rondônia e pontos isolados do Acre e Amapá. A semana terá bom volume de chuvas, entre 30 e 40 mm, especialmente no Tocantins, Rondônia e centro-sul do Pará, beneficiando pastagens e trabalhos agrícolas da safra 25/26.

Por outro lado, o Amapá e o noroeste do Pará ficam com tempo quente e seco, com máximas próximas de 3°C, aumentando o risco de focos de incêndio.

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Cafés premiados chegam a valer até três vezes mais que o tipo comum



Os concursos de qualidade dos cafés de Minas Gerais, promovidos pela Emater-MG, têm mudado a realidade de produtores no estado. A valorização dos lotes vencedores gera novas oportunidades de renda e consolida os campeonatos como uma vitrine importante para o mercado de cafés especiais.

Willem de Araújo, coordenador técnico da entidade, explica que o produtor mineiro entendeu a importância da qualidade. “Durante muito tempo o foco foi aumentar a produtividade, mas o produtor percebeu que investir em qualidade é o caminho para valorizar o produto”, afirma.

Segundo ele, os cafés premiados chegam a valer até três vezes mais que os lotes comuns. “Há casos de sacas que alcançam R$ 10 mil, graças à diferenciação e ao cuidado que o produtor dedica ao grão”, completa.

Plataformas digitais ampliam vendas

A comercialização online também tem impulsionado os resultados. Durante a pandemia, a Emater lançou a plataforma É do Campo, que conecta cafeicultores a consumidores em todo o país. “Nos surpreendeu a quantidade de cafés ofertados. É um canal ideal para quem produz pouco, mas investe em qualidade”, diz Araújo.

O coordenador destaca que as vendas virtuais abriram espaço para pequenos produtores oferecerem seus cafés diretamente a cafeterias e compradores internacionais. “Na internet, o café disputa espaço com produtos gourmet, como queijos e chocolates, mas continua sendo o carro-chefe das vendas”, ressalta.

Concursos abrem portas para novos produtores

Para o coordenador, os concursos são essenciais para dar visibilidade aos cafés de qualidade produzidos em pequenas propriedades. “Não adianta ter o melhor café do mundo se ninguém conhece. Os concursos municipais, regionais e estaduais ajudam a revelar esses tesouros e conectar produtores a novos mercados”, afirma.

Ele lembra que, em muitos casos, a participação nesses eventos é o primeiro passo para que pequenos cafeicultores estampem seu nome e sua história nas embalagens. “É motivo de orgulho. Esses concursos transformam a energia do campo em oportunidades reais de crescimento”, completa.

Neste ano, o 22º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais recebeu mais de 1.840 amostras, das quais 270 avançaram para a segunda etapa. Nesse sentido, segundo Araújo, o número reflete o engajamento crescente dos cafeicultores na busca por reconhecimento e valorização.



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BAT Brasil conquista 3º lugar no Prêmio Glassdoor


A BAT Brasil foi reconhecida como uma das 5 melhores empresas do segmento indústria e manufatura para trabalhar no Brasil pelo Glassdoor e é uma das vencedoras do prêmio Employer Branding Awards 2025. A plataforma é referência global em avaliação de organizações por meio da opinião de colaboradores e ex-colaboradores.

A conquista do terceiro lugar do ranking reforça a estratégia da multinacional de fortalecer sua marca empregadora e evidencia práticas de inclusão, inovação e desenvolvimento de talentos. O resultado consolida a companhia como referência para profissionais que buscam crescimento acelerado e aprimoramento contínuo em um ambiente de trabalho que promove inclusão e bem-estar para os colaboradores.

Os critérios considerados pelo Glassdoor, que agora faz parte do site de empregos Indeed, incluem uma análise minuciosa das avaliações anônimas de colaboradores e ex-colaboradores, sem qualquer indicação externa, garantindo que a qualidade da experiência de trabalho na BAT Brasil seja atestada de forma genuína.

“Nada é mais gratificante do que receber o reconhecimento dos nossos próprios talentos. O que faz a diferença é saber que eles sentem orgulho de trabalhar aqui, que se sentem cuidados, ouvidos e desafiados na medida certa. A cultura da BAT Brasil é viva, diversa e colaborativa. A gente acredita em um ambiente leve, com espaço para trocar, aprender e crescer junto. E esse prêmio mostra que essa energia é verdadeira e é vivida na prática todos os dias”, afirma Júlia Vannucci, gerente de Talento e Cultura da companhia.

Para entrar na lista de empresas brasileiras premiadas, uma organização deve ter recebido pelo menos 30 avaliações em cada um dos nove atributos analisados pelo Glassdoor: avaliação geral da empresa, oportunidades de carreira, remuneração e benefícios, cultura e valores, diversidade e inclusão, alta liderança, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, recomendação a um amigo e perspectiva de negócios para seis meses. A lista final foi elaborada com base nas empresas com as melhores avaliações no Brasil até julho de 2025.

Além do pacote de remuneração, benefícios competitivos e oportunidades de carreira, as avaliações de colaboradores e ex-colaboradores da BAT Brasil no Glassdoor destacam o ambiente colaborativo e a riqueza da cultura da empresa. Entre as iniciativas promovidas pela empresa estão a escuta ativa dos funcionários, programas de treinamento e reconhecimento, flexibilidade e oportunidade de desenvolvimento de uma carreira internacional.

Ações de Diversidade e Inclusão também são aspectos de destaque na BAT Brasil devido à ampliação do programa de aceleração feminina, a certificação como a melhor empresa para a comunidade LGBTQIAP+ trabalhar, as ações afirmativas para a contratação e desenvolvimento de pessoas negras e grupos de cultura dedicados à inclusão.

“O Employer Branding Awards serve como um guia para profissionais que buscam empresas que realmente valorizam as pessoas. Com base nas avaliações publicadas no Glassdoor, os candidatos brasileiros podem fazer escolhas de carreira mais conscientes e encontrar ambientes que estejam alinhados aos seus valores e aspirações”, afirma Lucas Rizzardo, diretor de Vendas do Indeed no Brasil.

Esse compromisso com pessoas e talentos é fortalecido pelas iniciativas de marca empregadora, que consolidam a BAT como um lugar que combina desempenho, inovação e cuidado com quem faz a empresa acontecer. O prêmio do Glassdoor é o resultado direto dessas ações, que tornam a experiência de trabalhar na BAT reconhecida e valorizada.

Quer trabalhar na BAT Brasil? Verifique as vagas abertas (inscrições no site):

Especialista de Suprimentos Agrícolas – (Localização: Santa Cruz do Sul, RS)

Estágio em Recursos Humanos – Nível Superior – (Localização: Mafra, SC)

Estágio em Suprimentos – (Localização: São Paulo, SP)

Analista de Logística (Banco de Talentos) – (Localização: Brasil)

Coordenador (a) de Logística (Banco de Talentos)- (Localização: Brasil)

 





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Lei que amplia acesso de agricultores familiares ao Garantia-Safra é sancionada



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que amplia o acesso de agricultores familiares ao programa Garantia-Safra. A nova norma, publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (17), reduz exigências e torna mais rápido o pagamento do benefício destinado a produtores atingidos por estiagens ou enchentes.

Com a mudança, o percentual mínimo de perda de safra necessário para receber o auxílio passa de 50% para 40%. A medida busca atender famílias que antes ficavam de fora do programa por não atingirem o limite anterior e garantir que os recursos cheguem com mais agilidade em situações de emergência climática.

Pagamento mais flexível

A nova lei permite que o governo pague o benefício em até três parcelas mensais ou em parcela única, conforme o caso. Essa flexibilização poderá ser aplicada em situações como calamidade pública, pandemia, epidemia ou emergência nacional.

A proposta, originada no Projeto de Lei 1282/24, foi apresentada pelo deputado Carlos Veras (PT-PE) e relatada pela senadora Augusta Brito (PT-CE). O texto foi aprovado pelo Senado em setembro, com o objetivo de tornar o programa mais acessível às famílias de baixa renda afetadas por perdas de produção.

Ampliação da cobertura

O Garantia-Safra, que tradicionalmente atende agricultores familiares da área da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), também passará a incluir municípios de outras regiões. A adesão dependerá do cumprimento dos critérios definidos pelo órgão gestor.

A gestão do fundo e das normas operacionais fica agora sob responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Além de garantir renda emergencial aos produtores, a lei autoriza o uso de parte dos recursos em ações que promovam convivência com o semiárido, aumento da produtividade e adaptação às mudanças climáticas.

A expectativa é que as novas regras reforcem o apoio à agricultura familiar e contribuam para a sustentabilidade econômica e ambiental das pequenas propriedades rurais.



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Com tarifaço, café brasileiro pode perder espaço nos Estados Unidos



O aumento de 50% nas tarifas de importação sobre produtos brasileiros nos Estados Unidos já afeta o comércio de café. Segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país pode perder espaço no maior mercado consumidor do mundo se a sobretaxa não for revista.

“Levamos décadas para conquistar a liderança no mercado americano. Agora, com a tarifa, corremos o risco de ficar para trás”, afirmou Marcos Matos, diretor-executivo do Cecafé. Ele lembra que países como México, Honduras e Colômbia ampliaram seus embarques para os Estados Unidos desde a medida.

O impacto já aparece nas estatísticas. Em setembro, os embarques de café brasileiro ao mercado norte-americano caíram 52,8%, somando 332 mil sacas. Antes da tarifa, os Estados Unidos eram o principal destino do produto; agora ocupam a terceira posição, atrás de Alemanha e Bélgica.

Isenção e diversificação de mercados

O Cecafé defende que o café seja incluído na lista de exceções ao tarifaço. Segundo Matos, o produto está entre as prioridades nas negociações com Washington. “Não há estratégia possível sem a isenção total aos cafés brasileiros”, disse o executivo, destacando que os efeitos já atingem exportadores e podem chegar aos produtores.

Entre janeiro e setembro, o Brasil exportou 29,1 milhões de sacas, queda de 20,5% em relação ao mesmo período de 2024. A receita, porém, cresceu 30%, para US$ 11 bilhões, puxada pelo aumento dos preços internacionais.

O setor também tenta reduzir dependência dos Estados Unidos. Parte dos embarques foi redirecionada para Europa, Oriente Médio e Ásia. A China e a Austrália aparecem como novos destinos promissores.

Mesmo assim, o Cecafé alerta que o cenário é de preocupação. O encarecimento do café no varejo americano — a maior alta desde 1997 — pode aumentar a pressão interna nos Estados Unidos por uma revisão da tarifa. Até lá, o desafio é preservar o espaço conquistado e evitar perdas duradouras no comércio internacional.



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Bahia se prepara para iniciar plantio de feijão



Expectativa de leve alta na área de feijão em 2025/26



Foto: Canva

O primeiro levantamento da safra de grãos 2025/26, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que a semeadura de feijão ainda não foi iniciada na Bahia. Segundo o órgão, o atual período tem sido voltado ao preparo das áreas que receberão a cultura.

A escassez de chuvas nas principais regiões produtoras ao longo do último mês tem dificultado o avanço das atividades de campo. A expectativa é que o plantio comece entre outubro e novembro.

A Conab informou que há uma previsão inicial de aumento na área destinada ao feijão em relação ao ano passado, impulsionada principalmente pelas regiões norte e oeste do estado. O ciclo mais curto da leguminosa permite melhor adequação ao cronograma das culturas de segunda safra e favorece a comercialização do grão.

“A expansão do cultivo está relacionada à viabilidade produtiva e comercial, além da facilidade de inserção do feijão no planejamento agrícola da região”, destacou o levantamento.





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Mel de chocolate? Novidade é feita a partir de cascas de cacau e produto de abelhas nativas



Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram um produto a partir de mel de abelhas nativas e cascas de amêndoa de cacau que pode tanto ser consumido diretamente quanto como ingrediente para as indústrias alimentícia e cosmética.

O mel de abelhas nativas foi usado como solvente comestível para extrair das cascas da amêndoa do cacau, normalmente descartadas na fabricação de derivados como o chocolate, compostos como teobromina e cafeína, conhecidos estimulantes associados à saúde cardíaca.

O processo, que usou extração assistida por ultrassom, enriqueceu ainda o mel com compostos fenólicos, que têm atividades antioxidante e anti-inflamatória.

Embora ainda estejam planejando testes, os pesquisadores que o provaram afirmam que, a depender da proporção de mel e cascas, o mel tem bastante sabor de chocolate.

Em parceria com a Inova Unicamp, os autores buscam agora algum parceiro interessado em licenciar o processo, que teve uma patente depositada, e colocar o produto no mercado.

Méis escolhidos

Os méis de abelhas nativas foram escolhidos pelo maior potencial como solvente, dado que, de modo geral, possuem maiores teores de água e menor viscosidade do que o mel da abelha-europeia (Apis mellifera).

Foram avaliados méis de cinco espécies nativas:

  • Borá (Tetragona clavipes)
  • Jataí (Tetragonisca angustula)
  • Mandaçaia (Melipona quadrifasciata)
  • Mandaguari (Scaptotrigona postica)
  • Moça-branca (Frieseomelitta varia)

O mel da mandaguari foi escolhido inicialmente para a otimização do processo por conta dos valores intermediários de água e viscosidade encontrados, embora posteriormente o processo otimizado tenha sido empregado para os outros méis analisados.

O pesquisador Felipe Sanchez Bragagnolo, lembra que o mel é um alimento bastante sujeito a influências externas, como condições climáticas, de armazenamento e temperatura. “Portanto, é possível adaptar o processo ao mel que estiver disponível no local, não necessariamente o da mandaguari”, diz.

Química verde

A extração assistida por ultrassom é uma técnica que usa uma sonda parecida com uma caneta metálica. Ela é colocada em um recipiente com mel e cascas da amêndoa do cacau. As ondas sonoras emitidas pela sonda ajudam a retirar os compostos das cascas, que passam para o mel, usado como solvente natural.

O processo é eficiente porque cria microbolhas que estouram, gerando calor e quebrando as células do material vegetal. Isso faz com que os compostos sejam liberados com mais facilidade. Além de ser rápida e eficaz, a técnica é considerada ecologicamente correta e tem grande potencial para uso na indústria de alimentos.

Essa eficiência também foi destaque em uma avaliação de sustentabilidade feita com o programa Path2Green, desenvolvido pelo grupo do professor Mauricio Ariel Rostagno, da FCA-Unicamp. 

O software analisou se o processo segue os 12 princípios da química verde, que avaliam desde o transporte até a aplicação do produto. Um dos principais pontos positivos foi o uso do mel, um solvente comestível, local e pronto para uso. Nessa análise, o produto alcançou nota +0,118 em uma escala que vai de -1 a +1.

Próximos passos

Os pesquisadores também estão estudando como o ultrassom atua sobre os microrganismos do mel. Assim como rompe o material vegetal, o método pode quebrar as células de bactérias que degradam o produto.

Nos próximos passos, a equipe pretende testar novas aplicações do mel de abelhas nativas como solvente no processo de ultrassom, incluindo a extração de compostos de outros resíduos vegetais.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Produtores relatam baixa qualidade de material de plantio



Plantio de mandioca alcança 89% da área prevista



Foto: Canva

O informativo conjuntural divulgado nesta quinta-feira (16) pela Emater/RS-Ascar mostra que o plantio de mandioca atingiu 89% da área prevista na região administrativa de Santa Rosa, onde a estimativa ultrapassa 6 mil hectares. Produtores relatam baixa disponibilidade de material propagativo e baixo vigor das manivas adquiridas, o que tem influenciado o andamento das atividades.

O preço da mandioca descascada e congelada nas agroindústrias está em R$ 7,50 por quilo. Para o consumidor final, o valor da mandioca com casca permanece em R$ 7,50/kg, enquanto a descascada varia de R$ 8,00 a R$ 12,00/kg.

Na região de Lajeado, em São Sebastião do Caí, a comercialização segue em ritmo regular. Com a elevada produtividade, a caixa de 20 quilos com casca é vendida entre R$ 20,00 e R$ 25,00. No campo, foram registradas ocorrências de podridão radicular, murcha, necrose foliar, escurecimento e amolecimento das raízes, além de exsudação fétida nas plantas afetadas.

Na região de Soledade, o plantio foi finalizado no Baixo Vale do Rio Pardo e segue no Alto da Serra do Botucaraí. O preço permanece estável, variando de R$ 20,00 a R$ 25,00 por caixa de 22 quilos.

 





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Programa Inova Caatinga impulsiona projetos sustentáveis no bioma nordestino


Diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, o Inova Caatinga surge como uma oportunidade para estimular negócios sustentáveis e inovadores no bioma exclusivo do Nordeste. 

A iniciativa, criada em parceria entre Sudene, Porto Digital e Sebrae, busca projetos voltados à conservação e ao uso consciente dos recursos naturais. As inscrições, portanto, seguem abertas até 19 de outubro, no site oficial do programa.

O Inova Caatinga foi estruturado em etapas: na primeira fase, chamada de validação e tração, podem participar projetos de todas as regiões de Pernambuco, desde que em estágio inicial e com foco em áreas como agropecuária, bioenergia, alimentos, cosméticos, ecoturismo, etc. Assim, até 80 propostas serão selecionadas para os três meses de validação, enquanto as 60 melhores seguirão para a tração.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Durante a tração, cada equipe receberá uma Bolsa de Estímulo à Inovação (BEI) de R$ 6,5 mil, por quatro meses. Além disso, os participantes terão acesso a mentorias e capacitações virtuais.

“Queremos fortalecer a operação dos projetos e ampliar o faturamento dos empreendedores”, destacou Camila Vila Nova, especialista em inovação do Sebrae/PE.

As propostas serão avaliadas conforme critérios como potencial de mercado, inovação, impacto socioambiental, conexão com a Caatinga e qualidade da equipe. Dessa forma, o programa também promove networking e incentiva a criação de novas startups com foco na bioeconomia regional.

De acordo com o edital, podem participar pessoas físicas e jurídicas residentes em Pernambuco, bem como estudantes, professores, pesquisadores e empreendedores rurais com projetos ligados ao conceito de bioeconomia. Portanto, o programa Inova Caatinga chega para valorizar a biodiversidade nordestina e gerar oportunidades econômicas sustentáveis, alinhadas à Agenda 2030 da ONU.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Clima ameno reduz ritmo de lavouras de milho-verde



Milho-verde tem baixa oferta e ritmo lento no RS



Foto: Pixabay

O informativo conjuntural divulgado nesta quinta-feira (16) pela Emater/RS-Ascar aponta que o desenvolvimento das lavouras de milho-verde está lento na região administrativa de Lajeado, em Bom Princípio, devido ao clima ameno e às noites mais frias. Mesmo com as chuvas mais regulares, que deixaram algumas áreas mais úmidas, o plantio pôde ser realizado.

Atualmente, poucas lavouras estão em produção, e a oferta no mercado é baixa. O preço permanece estável, com média de R$ 4,00 por bandeja com três espigas.

De acordo com o Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação e a Emater/RS-Ascar, o Censo Olerícola 2025 registra a presença da cultura em 169 unidades produtivas, com área total de 289,78 hectares na região. Os principais municípios produtores são Bom Princípio, Cruzeiro do Sul, Vale Real, São Sebastião do Caí, Feliz, São José do Hortêncio, Colinas e Linha Nova.

“Apesar do ritmo mais lento de desenvolvimento, o plantio avançou com as condições climáticas mais regulares”, destaca o informativo.





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