sábado, abril 4, 2026

Autor: Redação

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terminal da VLI desembarca recorde de 285 mil t em setembro



A VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, realizou em setembro seu maior desembarque histórico mensal de cargas de importação de fertilizantes no Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam), em Santos (SP).

Segundo comunicado da companhia, as 285 mil toneladas descarregadas, oriundas de mercados como América do Norte, Oriente Médio e China, foram destinadas a importantes polos produtores do agronegócio brasileiro como Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso.

A VLI é a maior transportadora de fertilizantes por ferrovia no País, respondendo por 90% dos fluxos de enxofre, rocha fosfáltica e amônia.

Conforme a VLI, o Tiplam é a ponta de fluxos de importação e exportação do Corredor Sudeste da VLI, que passa por Estados como Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

Para maximizar este potencial operacional, a companhia concluiu, em maio, o aumento do calado dos berços do terminal, credenciando-o a operar embarcações de maior porte. Um dos resultados disso foi a operação recente do maior volume de insumos para fertilizantes da história do terminal em um só navio, com 72,6 mil toneladas.

O gerente-geral Comercial de Grãos e Fertilizantes da VLI, Gabriel Fonseca, disse em nota que “mais que um registro numérico, a movimentação recorde de insumos para fertilizantes no Tiplam ilustra nosso foco ao atendimento aos clientes do segmento e a contribuição da companhia ao agronegócio brasileiro, em todas as fases do processo: do plantio à exportação, uma vez que movimentamos grãos em todos os nossos corredores logísticos”.

Além do Corredor Sudeste, a VLI transporta insumos para fertilizantes em outros dois importantes corredores logísticos: o Leste, que liga o Triângulo Mineiro ao sistema portuário do Espírito Santo, por meio da Ferrovia Centro-Atlântica, controlada pela companhia, e a Estrada de Ferro Vitória a Minas, onde a VLI passa por processo de transição para a operação como Agente Transportador Ferroviário de Cargas (ATF-C); e o Norte, que liga o Tocantins aos portos de São Luís (MA), por meio do tramo Norte da Ferrovia Norte-Sul, também controlado pela VLI, e a Estrada de Ferro Carajás, por onde as composições da companhia trafegam por direito de passagem.



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AgroNewsPolítica & Agro

Demanda firme e alta do dólar sustentam valorização do milho



Na B3, o vencimento de novembro/25 encerrou o pregão cotado a R$ 68,53


Na B3, o vencimento de novembro/25 encerrou o pregão cotado a R$ 68,53
Na B3, o vencimento de novembro/25 encerrou o pregão cotado a R$ 68,53 – Foto: Divulgação

Os contratos futuros de milho encerraram a quarta-feira (23) em alta, sustentados pela valorização do dólar e pela recuperação das cotações na Bolsa de Chicago. Segundo a TF Agroeconômica, apenas o contrato de novembro/26 na B3 apresentou leve correção, enquanto os demais vencimentos avançaram, impulsionados por um cenário de demanda firme tanto no mercado interno quanto externo. A revisão positiva da Anec para as exportações brasileiras reforçou o otimismo e a percepção de que os portos seguem aquecidos, dando suporte adicional aos preços no físico e no interior do país.

Na B3, o vencimento de novembro/25 encerrou o pregão cotado a R$ 68,53, com leve alta de R$ 0,03 no dia e ganho de R$ 1,02 na semana. Já o contrato de janeiro/26 subiu para R$ 71,53, com valorização diária de R$ 0,23 e semanal de R$ 1,06. O contrato de março/26, por sua vez, fechou o dia a R$ 73,05, registrando elevação de R$ 0,27 e de R$ 0,85 na comparação semanal. O movimento foi apoiado pelo avanço do dólar, que torna o produto brasileiro mais competitivo no mercado internacional.

Em Chicago, o milho também encerrou em alta, refletindo o bom desempenho da demanda e o apoio do setor de etanol. O contrato de dezembro subiu 0,77%, para US$ 423,00/bushel, enquanto o de março avançou 0,46%, a US$ 435,75/bushel. Os preços foram sustentados por um relatório robusto de embarques e pelo aumento na produção semanal de etanol, acompanhado de redução dos estoques. Além disso, a secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, anunciou a reabertura dos escritórios da Agência de Serviços Agrícolas (FSA), o que foi interpretado como um sinal positivo para o setor.

 





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Nova frente fria causa virada no tempo e deve provocar chuva e ventos fortes no fim de semana



O avanço de uma nova frente fria vai mudar o tempo em parte do país neste fim de semana. O sistema chega pelo Sul e provoca temporais em várias áreas, enquanto o calor e a baixa umidade do ar continuam predominando em boa parte do Sudeste e do Centro-Oeste. No Nordeste, a chuva segue concentrada no litoral da Bahia. Confira a previsão para sábado (25) e domingo (26).

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Sul

O sábado (25) será marcado pelo aumento das instabilidades. Desde cedo, a chuva avança sobre a fronteira sul e o oeste do Rio Grande do Sul, com risco de pancadas fortes e temporais localizados. No decorrer do dia, o sistema se espalha para as demais regiões gaúchas e pode atingir Porto Alegre entre o fim da tarde e a noite.

Em Santa Catarina e no Paraná, a chuva aparece de forma mais isolada, restrita ao extremo oeste catarinense e ao sudoeste paranaense. Mesmo antes da chegada da frente fria, os ventos sopram com força e podem passar de 50 km/h.

No domingo (26), a frente fria se desloca sobre o oceano, mas ainda mantém a chuva sobre o norte do Rio Grande do Sul, boa parte de Santa Catarina e o centro-sul e oeste do Paraná. Nessas áreas, há risco de pancadas fortes e temporais isolados. O calor diminui no sul gaúcho, onde o sol volta a aparecer entre nuvens.

Sudeste

O fim de semana será de sol e calor em praticamente todo o Sudeste. No sábado (25), São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro terão predomínio de tempo firme e temperaturas em elevação. Na capital paulista, as máximas chegam a 31 °C, com umidade relativa do ar abaixo de 30%.

No domingo (26), o calor se intensifica antes da chegada de uma nova frente fria. Os termômetros podem alcançar 33 °C em São Paulo, e os ventos ganham força, com rajadas entre 40 e 50 km/h. Não há previsão de chuva significativa.

Centro-Oeste

O sábado (25) será marcado pelo tempo seco e quente em quase toda a região. A umidade cai a níveis críticos, especialmente em Goiás e no Distrito Federal, com índices abaixo de 20%. No Mato Grosso do Sul, o calor predomina durante o dia, mas a aproximação da frente fria provoca pancadas de chuva no fim da tarde no oeste e sul do estado, com risco de temporais.

No domingo (26), a chuva se espalha por mais áreas de Mato Grosso do Sul e parte de Mato Grosso. As demais regiões continuam sob sol forte e baixa umidade.

Nordeste

No sábado (25), a umidade marítima mantém as condições de chuva entre o litoral sul e o recôncavo baiano, com possibilidade de acumulados mais elevados. Pode chover também, de forma isolada, entre o litoral de Sergipe e o Rio Grande do Norte.

No domingo (26), o cenário permanece parecido: a chuva continua concentrada na faixa leste da Bahia, enquanto o interior da região segue com sol, calor e baixa umidade.

Norte

No Norte, as instabilidades se concentram entre Amazonas, Acre e Rondônia ao longo do fim de semana, com risco de chuva forte e rajadas de vento. Pará e Tocantins seguem com tempo firme e muito calor. Em Tocantins, a umidade relativa do ar deve cair abaixo de 30% nas horas mais quentes.



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Semeadura de soja ultrapassa 60% em MT; estado está entre os mais adiantados



O plantio da safra 2025/26 de soja em Mato Grosso atingiu 60,05% da área estimada, conforme boletim divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com dados de 24 de outubro. Na semana anterior, o índice era de 43,57%. No mesmo período do ano passado, o avanço era de 55,73%.

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Dados da Conab

No Brasil, o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que o plantio da soja alcançou 21,7% da área total prevista até 18 de outubro, frente a 11,1% na semana anterior. Na comparação anual, o ritmo está 23,3% mais acelerado.

Segundo a Conab, São Paulo lidera o plantio, com 40% da área semeada, seguido por Mato Grosso (39,8%), Paraná (39%), Mato Grosso do Sul (34%), Tocantins (7%), Bahia (6%), Minas Gerais (6%), Goiás (5%) e Santa Catarina (3%).



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do boi e carne seguem firmes em São Paulo



Valores do boi gordo e da carne seguem estáveis, mesmo com demanda reduzida


Foto: Divulgação

Os preços dos animais para abate seguem firmes em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, com as escalas um pouco mais curtas que na semana passada. Frigoríficos aumentam os valores quando precisam intensificar as compras e tendem a manter a mesma cotação nos dias seguintes, administrando novas altas de acordo com suas necessidades de escala.

No estado de São Paulo, levantamentos do Cepea mostram que os negócios têm saído principalmente entre R$ 310 e R$ 315, mas pecuaristas insistem em valores acima de R$ 320. No atacado da Grande São Paulo, ainda conforme o Centro de Pesquisas, os preços da carne vêm apresentando reajustes positivos ao longo do mês, mesmo neste período em que as vendas no varejo costumam diminuir. Como a oferta dos frigoríficos aos atacadistas é baixa, as cotações seguem em patamares firmes.





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Colheita de trigo no RS atinge 10% da área, mostra Emater



O tempo seco e ensolarado favorece a colheita do trigo no Rio Grande do Sul, que atinge 10% dos 1,141 milhão de hectares cultivados, informou a Emater. A cultura encontra-se nas fases de enchimento de grãos (50%) e maturação (40%).

“Os índices de PH dos grãos colhidos permanecem, em sua maioria, acima de 78, indicando boa qualidade industrial”, disse a empresa em nota.

As produtividades variam entre 2.400 e 4.200 kg/ha, de acordo com a região, a tecnologia empregada e a intensidade de ocorrência de doenças. Conforme a Emater, a produtividade está em 3.261 kg/ha, 8,81% superior à estimada no momento do plantio.

Plantio de milho e soja

Já o plantio de milho 2025/26 está “praticamente concluído” nas principais áreas de produção, disse a Emater. “A cultura de milho segue em ritmos distintos de semeadura no Estado e se desenvolve conforme as condições regionais de umidade e temperatura.” Na safra 2025/2026, a área deve alcançar 785.030 hectares, com produtividade estimada de 7.376 kg/ha.

Em relação à soja, a semeadura encontra-se em fase inicial no Estado, limitada a áreas com condições adequadas de umidade.

“O avanço reduzido resulta da combinação entre fatores econômicos e físicos, como a estratégia de produtores de postergar o plantio, minimizando riscos de redução da disponibilidade hídrica em novembro e dezembro; a priorização da colheita dos cereais de inverno; as baixas temperaturas e a diminuição da umidade nos solos, em parte do Estado”, destacou a empresa.



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plantio de soja no oeste da Bahia atinge 17,4%



No oeste da Bahia, o plantio de soja alcançou 17,4% da área total estimada, o equivalente a 385 mil hectares, informou a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). O ritmo na safra 25/26 é superior ao de um ano atrás, quando o avanço era de 7,6%, resultado da ampliação da janela de cultivo autorizada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). 

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A semeadura antecipada ocorreu entre 25 de setembro e 7 de outubro, conforme a Portaria nº 047/2025, que liberou 150 mil hectares, um aumento de 35% em relação ao ciclo anterior. Os municípios de Luís Eduardo Magalhães, São Desidério e Barreiras concentram a maior parte das áreas já plantadas.

Apesar do início favorável, o calor intenso tem levado parte dos produtores a reduzir o ritmo nas áreas irrigadas, e a Aiba prevê desaceleração nos próximos dias por causa da estiagem esperada nas próximas duas semanas.

A área total de soja na região deve crescer 3,9%, para 2,218 milhões de hectares, com produtividade média de 68 sacas por hectare e produção estimada em 9,049 milhões de toneladas. O preço médio em 20 de outubro foi de R$ 126,50 por saca. A comercialização da safra 2024/25 atingiu 69%, enquanto 19% da nova safra já foram vendidos antecipadamente.

Por região, a Aiba estima os seguintes números para a soja: 

  • Região 01 (Barreiras, Riachão das Neves, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia): 804 mil ha

  • Região 02 (Luís Eduardo Magalhães e São Desidério): 796 mil ha

  • Região 03 (Correntina, Jaborandi, Cocos, Coribe e São Félix do Coribe): 577 mil ha

  • Região 04 (Baianópolis, Cotegipe, Cristópolis, Wanderley e Tabocas do Brejo Velho): 36 mil ha

  • Região 05 (Barra e entorno): 5 mil ha

Milho

O milho deve ocupar 195 mil hectares, alta de 8,3% sobre 2024/25, com produção total de 2,201 milhões de toneladas entre verão e irrigado. Após revisão por geoprocessamento, a Aiba elevou a estimativa da área irrigada de 25 mil para 75 mil hectares, validada pelo conselho técnico. A produtividade média esperada é de 190 sacas por hectare.

Algodão 

O algodão deve recuar 2,4%, com 403 mil hectares e 2,006 milhões de toneladas de produção. Já o sorgo deve crescer 25%, totalizando 200 mil hectares e 720 mil toneladas.

Previsão do tempo 

Segundo o Inmet, outubro teve média de 14 milímetros de chuva na região. A previsão indica tempo instável nos próximos dias, com sol e pancadas isoladas, além de uma estiagem temporária antes do retorno das chuvas em novembro.



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Recursos do Banrisul para renegociação de dívidas rurais se esgotam após mais de 2 mil propostas



O Banrisul informou, em nota, que os R$ 880,7 milhões destinados ao banco pelo Programa BNDES para Liquidação de Dívidas Rurais já foram totalmente comprometidos. O banco do Rio Grande do Sul foi o primeiro do país a iniciar a operacionalização da linha junto aos produtores e encaminhou mais de duas mil propostas de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O volume de solicitações confirma a forte demanda por crédito voltado à regularização financeira no campo, especialmente entre agricultores que enfrentaram perdas recorrentes de safra nos últimos anos.

Alívio ao endividamento no campo

O programa, lançado em 15 de outubro pelo BNDES, tem orçamento total de R$ 12 bilhões e foi criado para auxiliar produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos entre 2020 e 2025. A medida busca restabelecer a capacidade econômica do setor agropecuário e garantir a continuidade da produção, com foco em agricultores familiares e médios produtores.

Segundo o BNDES, ao menos 40% dos recursos são destinados a produtores enquadrados nos programas Pronaf e Pronamp, que estão mais expostos aos impactos de secas, enchentes e variações climáticas.

“O objetivo é oferecer alívio econômico para que o produtor possa manter suas atividades e empregos no campo, fortalecendo a segurança alimentar e o desenvolvimento regional”, afirmou Maria Fernanda Coelho, diretora de Crédito Digital para MPMEs e Gestão do Fundo do Rio Doce do BNDES.

Quem pode aderir à linha de renegociação

As operações puderam ser feitas por meio de instituições financeiras credenciadas, como o Banrisul, e atenderam produtores, cooperativas e associações rurais localizados em municípios com situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo governo federal entre 2020 e 2024.

Foram elegíveis para renegociação operações de custeio, investimento e Cédulas de Produto Rural (CPRs) contratadas até 30 de junho de 2024. Para ter acesso ao programa, o produtor precisava comprovar perdas superiores a 30% em duas ou mais safras e estar em município com queda de mais de 20% em duas das principais atividades agrícolas locais.

Prazos e condições

Os financiamentos preveem prazo total de até nove anos, incluindo carência de um ano para o início dos pagamentos. O BNDES informou que as condições foram desenhadas para evitar o endividamento excessivo e garantir recuperação sustentável da atividade agropecuária.

Demanda reflete impacto das perdas climáticas

O esgotamento dos recursos destinados ao Banrisul em poucos dias evidencia a dimensão da crise enfrentada pelos produtores rurais, especialmente no Rio Grande do Sul, estado que sofreu sucessivas estiagens e enchentes nos últimos anos.

O Programa BNDES para Liquidação de Dívidas Rurais continua ativo por meio de outras instituições credenciadas. Mas a forte procura tende a acelerar o consumo dos R$ 12 bilhões disponíveis em todo o país.



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AgroNewsPolítica & Agro

Poder de compra se enfraquece em outubro



Poder de compra do suinocultor paulista recua frente ao milho em outubro


Foto: Pixabay

O poder de compra do suinocultor paulista frente ao milho e ao farelo de soja vem se enfraquecendo em outubro, no comparativo com o mês anterior, indica levantamento do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, enquanto o suíno vivo tem se desvalorizado, refletindo a demanda desaquecida, o preço do milho apresenta pequena elevação.

Para o derivado da soja, o movimento também é de baixa, mas menos intensa que a observada para o animal. Pesquisadores ressaltam que, apesar da queda no poder de compra frente ao milho em outubro, o desempenho segue acima da média, considerando-se a série histórica do Cepea, iniciada em janeiro de 2004.





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