quarta-feira, abril 1, 2026

Autor: Redação

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Preços médios do etanol se sustentam em outubro



Os preços dos etanóis se sustentaram em outubro no mercado spot de São Paulo, com o hidratado operando na casa dos R$ 2,70/litro e o anidro, de R$ 3,10/l. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o suporte aos valores veio da postura firme de vendedores nas negociações, sobretudo diante do encerramento da moagem da safra 2025/26 em algumas poucas unidades do estado de SP.

Já quando comparadas as médias de setembro e outubro, dados do Cepea indicam queda, devido ao maior volume de etanol comercializado no último mês, que resultou em negócios pontuais a cotações menores.

Em outubro/25, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado teve média de R$ 2,7371/litro, baixa de 0,77% frente à de setembro/25. No caso do anidro (modalidade spot e contratos), o recuo foi de 1,02%, a R$ 3,0683/litro. Em relação às médias de um ano atrás, porém, registra-se valorização real de 7% (deflacionamento pelo IGP-M de outubro).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Plano Clima da agricultura será debatido após a COP30



O Plano Setorial de Agricultura e Pecuária no âmbito do Plano Clima será discutido após a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), informou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

“O Ministério da Agricultura e o Ministério do Meio Ambiente chegaram a um bom termo, suspenderam a discussão para que após a COP30 a gente volte a discutir o tema”, afirmou Fávaro. A declaração foi feita após a abertura da Conferência de Ministros da Agricultura das Américas, evento que ocorre em Brasília até esta quarta-feira (5).

O que é o Plano Clima

O Plano Clima é uma política pública que estabelece estratégias para o cumprimento das metas nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa. Havia um impasse internamente no governo quanto ao plano setorial da agricultura, em virtude da metodologia de alocação de emissões setoriais.

Na proposta inicial apresentada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em consulta pública as emissões de gases ligados ao efeito estufa provenientes do desmatamento em propriedades rurais, áreas quilombolas e assentamentos da reforma agrária foram alocadas nas emissões setoriais da agropecuária. Com isso, o setor passa de segundo para primeiro principal emissor de gases poluentes no país, responsável por 70% das emissões.

A proposta desagradou ao agronegócio, que pediu a revisão do Plano Clima setorial e o adiamento de sua apresentação, o que foi apoiado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O setor alega que a gestão do desmatamento é de responsabilidade do governo. Também foram atribuídas ao setor agropecuário as emissões e remoções ligadas à queima de combustíveis fósseis.

A Broadcast apurou que a mediação do impasse entre MMA e Agricultura quanto ao Plano Clima chegou até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O MMA revisou a alocação das emissões ligadas ao desmatamento, mas a versão final será reapresentada somente após a COP. Com a nova versão, o balanço de emissões do setor passa de 1,4 bilhão de toneladas de CO2 equivalente na versão da consulta pública para 9300 MtCO2e, de acordo com fontes.



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VL Holding assume controle da única mina de potássio em operação no Brasil



A VL Holding concluiu, nesta segunda-feira (3), a compra do Complexo de Taquari-Vassouras, em Sergipe, único ativo de potássio em atividade no país. A aquisição marca o início de uma nova fase de investimentos voltada à ampliação da oferta nacional de fertilizantes e à redução da dependência externa por insumos agrícolas.

O complexo, localizado em Rosário do Catete, a cerca de 45 quilômetros de Aracaju, pertencia à Mosaic. Com a transação, a empresa brasileira passa a controlar uma estrutura estratégica para o abastecimento do agronegócio, reforçando sua presença na cadeia de produção de cloreto de potássio, composto essencial para o desenvolvimento das lavouras.

Expansão e estratégia nacional

A compra foi realizada por meio da subsidiária VL Mineração. Segundo o CEO da VL Holding, Daniel Moreira, a operação faz parte de um plano de crescimento voltado à eficiência produtiva, segurança logística e autonomia na oferta de fertilizantes. “Assumimos uma operação sólida e com potencial de expansão. Nosso foco é garantir regularidade no fornecimento e fortalecer o produtor rural brasileiro”, afirmou o executivo.

A empresa pretende investir na modernização da unidade para elevar a produtividade da mina. A localização próxima dos principais polos agrícolas do Nordeste é apontada como uma vantagem logística, reduzindo custos e riscos associados ao transporte marítimo — dependente de importações e variações climáticas.

Redução da dependência externa

A aquisição é considerada estratégica em um cenário em que mais de 90% do potássio consumido no Brasil é importado. A expectativa é que o controle nacional sobre a mina contribua para reduzir a vulnerabilidade do país a oscilações internacionais de preço e oferta.

Com 20 anos de atuação no agronegócio e experiência em setores como genética, alimentos e energia, a VL Holding vem ampliando sua presença em insumos agrícolas. O grupo pertence a uma família com mais de 70 anos de trajetória no campo e busca diversificar o portfólio, investindo em tecnologia e inovação para fortalecer a competitividade do setor produtivo brasileiro.



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Japão deve abrir mercado para carne bovina do Brasil neste ano, diz Fávaro



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a afirmar que o governo mantém a expectativa de abertura do Japão para a carne bovina brasileira ainda neste ano.

“Há mais de 20 anos o Brasil pleiteia esse mercado. Tinham algumas barreiras sanitárias que foram superadas, como, por exemplo, o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal com o Brasil Livre de Febre Aftosa sem Vacinação”, disse ele a jornalistas na noite de segunda-feira (3), após participar da abertura da Conferência de Ministros da Agricultura das Américas.

Ele lembrou que autoridades japonesas fizeram uma inspeção no mês de junho e virão fazer auditoria final no mês de novembro nas plantas frigoríficas. “Acho que o protocolo fica pronto e devemos ter o anúncio, se Deus quiser, ainda este ano”, estimou.

O governo esperava que o anúncio do Japão quanto à abertura de mercado para a carne bovina pudesse ser formalizado ainda durante a COP30. Entretanto, ainda há questões a serem sanadas entre os países.



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AgroNewsPolítica & Agro

Paraná deve colher 21,96 milhões de toneladas de soja



O levantamento indica que 71% da área total prevista já foi plantada



Foto: Pixabay

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na quinta-feira (30) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Paraná deverá colher 21,96 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26. A área estimada para o cultivo é de 5,77 milhões de hectares.

O levantamento indica que 71% da área total prevista já foi plantada. “O bom andamento das atividades no campo reflete as condições climáticas favoráveis e a boa umidade do solo”, informaram os analistas do Deral. Das lavouras implantadas, 97% apresentam boas condições e apenas 3% estão em situação considerada mediana.

No cenário nacional, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou em outubro sua primeira estimativa de produção para a safra 2025/26. De acordo com o órgão, “em condições climáticas normais, o Brasil deverá colher cerca de 177,64 milhões de toneladas de soja”, o que representa um aumento de 3,6% em relação ao ciclo anterior.





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Com água e comida abundantes, Brasil pode liderar segurança alimentar global


Na Europa, a água se tornou o novo limite da agricultura. Secas prolongadas, rios em colapso e restrições ambientais severas já atingem a produção de alimentos em vários países. Apenas 40% das águas superficiais europeias estão em bom estado, segundo a Agência Europeia do Meio Ambiente, e cerca de 30% do continente sofre escassez hídrica todos os anos.

Em resposta, a União Europeia lançou em 2025 a Estratégia de Resiliência Hídrica, um plano de bilhões de euros para reduzir perdas, reaproveitar água e incentivar irrigação inteligente. A meta é clara: garantir segurança hídrica antes que falte comida. É uma corrida contra o tempo e um sinal para o mundo.

O Brasil tem o que falta ao mundo

O Brasil é o maior reservatório de água doce do planeta, com 12% da disponibilidade mundial. Mais de 60% desses recursos estão na Bacia Amazônica, que escoa um quinto de toda a água doce da Terra. Além disso, o país abriga verdadeiros oceanos subterrâneos, como o Aquífero Guarani e o Sistema Aquífero Grande Amazônia (SAGA), a maior reserva de água doce do mundo, descoberta sob a floresta amazônica.

Com mais de 1,2 milhão de km² de extensão e 150 quatrilhões de litros de água, o SAGA seria capaz de abastecer toda a população mundial por cerca de 250 anos. Essa descoberta reforça a Amazônia como guardiã da água doce do planeta e aumenta a responsabilidade do Brasil na gestão sustentável de seus recursos naturais.

O que isso significa para o agro brasileiro

À medida que a Europa, a China e outras regiões buscam preservar suas reservas de água, a tendência é importar mais alimentos do Brasil — não só por preço, mas por estratégia de sobrevivência. A frase que começa a circular em reuniões internacionais resume bem essa tendência: “É melhor comprar comida do Brasil do que gastar água para produzi-la.”

Isso coloca o agronegócio brasileiro em uma posição única: não apenas fornecedor de alimentos, mas guardião da segurança hídrica global. Mas esse protagonismo exige preparo. O país precisa investir em irrigação sustentável, proteção de nascentes, recuperação de matas ciliares e manejo inteligente do solo.

A água, antes vista como abundante e eterna, precisa ser tratada como capital produtivo.

A COP30 e o papel que o Brasil pode assumir

Na COP30, em Belém, o Brasil tem a chance de propor algo inédito. Um pacto global entre água e alimento, reconhecendo que quem conserva a água produz segurança alimentar e climática para o planeta.

Essa agenda pode incluir:

  • Crédito climático vinculado à retenção hídrica no solo agrícola;
  • Pagamentos por serviços hídricos a produtores que protegem nascentes e margens de rios;
  • Fundo internacional de água e alimento, com recursos para irrigação sustentável e reuso de água na agricultura tropical.

O país que controla a água controla o futuro da produção de alimentos. E o Brasil, se agir agora, pode transformar esse privilégio natural em vantagem estratégica permanente.

Riqueza invisível sob nossos pés

A humanidade atravessa uma era em que água vale mais que petróleo, e em breve valerá mais que terras raras. O mundo vai precisar preservar seus mananciais e depender de quem ainda pode produzir sem esgotá-los.

É aí que entra o Brasil: terra de água, solo e sol, capaz de alimentar bilhões de pessoas sem destruir o planeta. Mas isso só será possível se a água deixar de ser um acaso da natureza e virar projeto nacional, protegido, gerido e valorizado.

Afinal, quem cuida da água, cuida do futuro.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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STF mantém lei de Mato Grosso que veta benefícios a empresas ligadas à Moratória da Soja



O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta segunda-feira (3), para validar a lei de Mato Grosso que proíbe a concessão de benefícios fiscais e doações de terrenos públicos a empresas participantes da Moratória da Soja. O relator do caso, ministro Flávio Dino, foi acompanhado por cinco ministros — um deles com ressalvas — enquanto dois votaram contra.

A decisão representa uma vitória para o governo estadual e para produtores rurais, que contestam o pacto firmado por tradings e indústrias processadoras. Para o relator, o poder público não é obrigado a oferecer incentivos a companhias que sigam critérios ambientais mais rígidos do que os estabelecidos pela legislação nacional.

Entenda o caso

A Moratória da Soja é um acordo voluntário criado em 2006 entre comerciantes e processadores de grãos para impedir a compra de soja cultivada em áreas desmatadas na Amazônia após 2008. Embora reconhecido por reduzir o desmatamento no bioma, o pacto enfrenta críticas de produtores e do governo de Mato Grosso, maior estado produtor do país.

Para o setor, a iniciativa limita o uso de áreas agrícolas autorizadas pelo Código Florestal, que permite o desmate de até 20% da propriedade rural na Amazônia Legal. Com a decisão do STF, o artigo 2º da lei estadual — que veta incentivos a empresas ligadas a acordos restritivos — volta a ter validade.

Relação com o Cade

O julgamento ocorre semanas após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidir manter a Moratória da Soja até o fim do ano. O órgão acolheu parcialmente recurso das tradings, mas adiou a análise sobre o possível caráter anticoncorrencial do pacto.

Em sua decisão, Dino destacou que a manutenção da lei mato-grossense não impede o diálogo entre produtores, empresas e autoridades. Segundo o ministro, o prazo aberto pelo STF deve permitir “negociações nos termos que as partes considerarem cabíveis”, em linha com a posição adotada pelo Cade.



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Bolsa supera os 150 mil pontos em meio à cautela do mercado


No morning call desta terça-feira (4), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a cautela dos mercados internacionais persiste com Fed dividido e shutdown nos EUA. O dólar caiu 0,43% a R$ 5,35 e o Ibovespa superou 150 mil pontos pela primeira vez, com nove altas seguidas.

Commodities subiram com PMI positivo na China e decisão da Opep+. Hoje, destaque para PIM no Brasil, balança comercial dos EUA e falas do Fed.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Conab realiza leilão eletrônico para transporte de milho



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza, nesta terça-feira (4), um leilão eletrônico para contratar serviços de transporte de 16.001 toneladas de milho à granel vinculadas aos estoques públicos. O pregão será realizado a partir das 9h, pelo Sistema de Comercialização Eletrônico da Conab (Siscoe), com interligação das Bolsas de Cereais, de Mercadorias e/ou de Futuros.

A operação visa abastecer o Programa de Venda em Balcão (ProVB), que oferece milho a preços de atacado para pequenos criadores rurais. Segundo a Conab, o objetivo é facilitar o acesso ao cereal e apoiar a manutenção da atividade pecuária de menor escala.

Origem e destinos das cargas

As cargas estão localizadas nos municípios de Ipiranga do Norte e Sinop, em Mato Grosso, e Bom Jesus de Goiás. O transporte será destinado a 16 cidades em nove estados: Bernardino de Campos (SP), Rio Branco (AC), Icó (CE), Sousa (PB), Ouricuri (PE), Erechim (RS), Açu (RN), Oeiras (PI), Picos (PI), São Raimundo Nonato (PI), Campo Maior (PI), Teresina (PI), Floriano (PI), Parnaíba (PI), Cachoeiro do Itapemirim (ES) e Colatina (ES).

Requisitos para participação

Para participar do leilão, as transportadoras devem estar cadastradas no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais e Demais Agentes (Sican) e atender todas as exigências previstas no aviso específico, no Regulamento para Contratação de Transportes da Conab e no Regulamento de Licitações e Contratos da Companhia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do pêssego avança no Rio Grande do Sul


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), a colheita do pêssego segue em diferentes estágios no Rio Grande do Sul, variando conforme as regiões produtoras e as variedades cultivadas.

Na regional de Caxias do Sul, estão em colheita as variedades BRS Kampai, Charme, Chimarrita e PS 25399. Os frutos apresentam “calibre e coloração regulares, influenciados pela baixa insolação registrada no período”, informou a Emater/RS-Ascar. A maior parte da produção está sendo armazenada em packing houses e comercializada nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) do Estado e em mercados regionais. Pequenos volumes seguem para outros estados. O preço médio nas feiras do produtor varia entre R$ 7,00 e R$ 10,00/kg, sem registro expressivo de pragas ou doenças nos pomares.

Na regional de Passo Fundo, as variedades tardias estão em fase final de formação dos frutos, enquanto as precoces iniciam a maturação. Os produtores mantêm os tratamentos preventivos para garantir a sanidade das plantas e a qualidade da produção.

Em Pelotas, os frutos estão em desenvolvimento e os pomares apresentam boas condições sanitárias. Os agricultores seguem realizando tratamentos contra doenças, principalmente podridão-parda. Os preços definidos para a indústria de conservas ficaram abaixo do esperado: R$ 2,10/kg para o tipo I e R$ 1,85/kg para o tipo II.

Nas regionais de Bagé e Santa Maria, a colheita das variedades precoces teve início. Segundo o informativo, “a produtividade e a qualidade estão excelentes em função das condições meteorológicas durante o ciclo e dos tratamentos de inverno, aliados ao controle eficiente de mosca-das-frutas”.

Na região de Santa Rosa, as lavouras estão na fase de frutificação, e o raleio foi concluído. A colheita das variedades precoces, destinadas ao consumo in natura e à produção de doces e geleias, já começou, com preços entre R$ 4,00 e R$ 5,00/kg.

Em Soledade, as variedades precoces Marli e Premier estão em colheita. Há ocorrência de podridão-parda, exigindo manejo fitossanitário adicional. As variedades medianas e tardias seguem em formação de frutos, com raleio e poda verde realizados. Foram observados casos de broca-dos-ponteiros (Grapholita modesta), demandando controle em áreas com maior incidência.





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