segunda-feira, agosto 10, 2026

Autor: Redação

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Brasil registrou 2,7 mil focos de incêndio nas últimas 24 horas


Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 2.758 focos de incêndios, de acordo com o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Todos os biomas apresentam focos, que podem representar uma ou várias frentes de fogo ativas:

O estado de Mato Grosso é o que mantém o maior número de focos, com 933, seguido do estado do Pará, onde há 415 focos ativos.

Ao lembrar do Dia da Amazônia, celebrado neste 5 de setembro, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, declarou que o governo federal está unido em esforços para combater as principais ameaças que atingem a região neste momento: a seca e os incêndios.

“Mas esse esforço não pode ser só de um ente da federação ou de governos. Precisamos colaborar juntos, com estados, municípios, academia, iniciativa privada e toda a sociedade”, reforçou.

Área consumida pelo fogo

MPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndiosMPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndios
Foto: Valter Campanato

O Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ) informa que mais de 7 milhões de hectares da Amazônia já foram consumidos pelo fogo.

No Pantanal, os incêndios já atingiram 2,6 milhões de hectares, o que corresponde a 17,76% do bioma, e o Cerrado teve mais de 142 mil hectares alcançados, correspondentes a 15,8% do bioma.

Na terça-feira (3), a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República anunciou o frete de mais cinco helicópteros para o combate aos incêndios. As aeronaves já atuam no Pantanal equipadas com um dispositivo capaz de lançar cerca de 2,5 mil litros de água.

Segundo o governo, atuam ainda no Pantanal 907 profissionais do governo federal, com outros quatro helicópteros e oito aviões, além de 44 embarcações. Na Amazônia, atuam 1.468 brigadistas.



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Incidência de greening desacelera em 54% no cinturão citrícola de SP


A pressão do greening no cinturão citrícola do estado de São Paulo em 2023 foi 54% menor neste ano em comparação a 2023, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (6) pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus).

O documento destaca como motivos as medidas de controle mais eficazes, a melhoria das práticas agrícolas e as temperaturas mais altas para a desaceleração da doença.

A redução da inciêndia contraria as expectativas, visto o recorde de população de psilídeo registrado em 2023.

Clima e manejo

O estudo revelou que a ocorrência de temperaturas mais altas que o normal em todo o cinturão citrícola no segundo semestre de 2023 e início de 2024 pode ter acelerado o crescimento dos brotos e interferido na multiplicação da bactéria causadora do greening.

Além disso, foi verificada melhoria nas medidas de controle, como, por exemplo, uso de inseticidas mais eficazes e redução do intervalo de aplicação.

Menor incidência de greening nos talhões

O levantamento da Fundecitrus também destaca que para a desaceleração do greening foi observada a eliminação de plantas doentes, principalmente de talhões inteiros severamente afetados e nas regiões com baixa incidência.

De acordo com o relatório, a melhoria no manejo do greening dentro das propriedades foi evidenciada pelo menor aumento da incidência nos talhões internos (de 32,71% para 36,43%) que nos talhões de borda (de 40,06% para 47,25%).

“Esse é o resultado do trabalho de toda a cadeia produtiva de citros, que não está medindo esforços para combater o greening nas propriedades rurais do estado de São Paulo. Ainda há muito a fazer, mas estamos no caminho certo de eliminar essa doença, que afeta um dos setores mais importantes para o agro paulista”, ressalta o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai.

Produção de laranja em São Paulo

laranja frutaslaranja frutas
Foto: Marcos Santos

A produção de laranja em São Paulo foi superior a 10,6 milhões de toneladas em 2023, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

O volume garante a São Paulo o status de maior produtor de laranja do país, com cerca de 78% do total nacional.

O protagonismo da citricultura paulista também aparece no valor de produção. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse número ficou em R$ 10,7 bilhões em 2022, enquanto o segundo estado com maior valor de produção de laranja foi Minas Gerais, com R$ 1 bilhão.



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Produtores de pêssego intensificam cuidados contra pragas


Projeto visa monitorar a presença da praga nas lavouras de pêssego da região




Foto: Pixabay

Nesta quinta-feira (05), o Informativo Conjuntural da Gerência de Planejamento revelou que, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas, a cultura do pêssego está atualmente na fase de frutificação. Os produtores estão concentrados em realizar adubações e aplicar fungicidas para prevenir doenças fúngicas que podem afetar a colheita.

Em Cerrito, alguns produtores relataram perdas devido a condições climáticas desfavoráveis, como alta umidade relativa do ar durante a floração e geadas recentes. No entanto, a extensão real dos danos só será determinada após o processo de raleio das frutas.

Além disso, a equipe do projeto Sistema de Alerta para a Mosca-das-Frutas, desenvolvido pela Embrapa Clima Temperado, está se preparando para iniciar reuniões e organizar boletins. O projeto visa monitorar a presença da praga nas lavouras de pêssego da região, com a coleta de dados prevista para começar em breve.

 





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Foi dada a largada na temporada de plantio da soja!


A temporada de plantio da soja já começou em algumas regiões do país, enquanto em outras os produtores aguardam o momento ideal para iniciar a plantação. No Mato Grosso, por exemplo, o plantio está previsto para começar neste sábado (7). Diante desse cenário, para garantir uma lavoura saudável e produtiva, é necessário seguir boas práticas agrícolas.

De acordo com Tiago Maique, gerente de produtos da Bayer Brasil, um dos primeiros pontos a considerar é o investimento adequado na adubação e manejo, além de prestar atenção nas previsões climáticas para dar início ao plantio no momento certo, conforme as recomendações das empresas fornecedoras de sementes.

https://www.youtube.com/watch?v=STmSjR_7jyE

Um dos cuidados mais importantes nessa etapa é realizar o plantio da soja em um solo limpo, garantindo que a cultura seja estabelecida com o mínimo de competição de ervas daninhas. “O plantio no limpo é uma das melhores práticas, pois reduz os riscos de competição com as plantas invasoras, favorecendo o desenvolvimento saudável da soja”, afirma Maique.

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Tratamento das sementes

sementes - o brasil da semente de soja
Foto: Freepik

Outro ponto importante é o tratamento de sementes. Protegê-las durante a fase de germinação e emergência da cultura é essencial, e o tratamento industrial de sementes se apresenta como uma das melhores opções.

“O tratamento de sementes industriais garante que cada semente receba a dose correta de produto, eliminando erros que podem ocorrer em tratamentos feitos na fazenda. Além disso, otimiza as operações, reduzindo a necessidade de mão de obra e garantindo uma distribuição uniforme dos produtos em todas as sementes”, explica o gerente.

Quanto à escolha da variedade de soja, é fundamental que o produtor siga as recomendações das empresas de genética, levando em conta a população ideal e a janela de plantio para cada região. “Há uma ampla variedade de grãos disponíveis no mercado, e escolher a melhor para as condições específicas da fazenda pode fazer toda a diferença no resultado da colheita”, conclui Tiago.



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Governo quer restaurar áreas degradadas para aumentar produção agrícola, diz secretário do Mapa



O secretário de Inovação e Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Pedro Neto, disse que o objetivo da pasta é restaurar áreas degradadas para intensificação de agropecuária, florestamento e produção agrícola.

Ele participa do “Brasil na COP”, evento que a Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) realiza nesta sexta-feira (6), na capital paulista.

De acordo com o secretário, o Brasil tem atualmente 40 milhões de hectares de áreas de pastagem em grau de degradação média ou severa.

Pagamento de serviços florestais

Ele acrescentou que o Brasil tem um dos regramentos ambientais mais severos do mundo, que deve ser seguido à risca, mas ressaltou a necessidade de calcular quanto custa o pagamento de serviços florestais, para quem não faz ser estimulado a fazer.

Para isso, segundo Neto, é preciso criar acesso dos agricultores aos recursos financeiros e à assistência técnica necessária para a implementação de práticas sustentáveis.

“Como o Plano Clima pode contribuir para fortalecer e expandir o alcance do Plano ABC+? Essa pergunta é ótima porque toda vez que a gente faz um debate mais conceitual tem a ver com a elaboração de plano. O compromisso setorial aliado ao compromisso nacional é muito importante para a resiliência dos setores produtivos da economia nacional”, disse o secretário do Mapa.

De acordo com Neto, o problema passa pela dificuldade de as autoridades e os especialistas em clima em engajar nessa questão o produtor que está em sua propriedade, longe dos debates profundos sobre a mudança climática numa política nacional.

“Como é que a gente conta isso ao produtor de forma respeitosa, de forma atraente, para que ele possa enxergar uma nova tecnologia, uma nova forma de desenvolver, uma nova forma de produção?”, questiona o secretário.



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Seca agrava situação das lavouras de trigo no Paraná


Colheita apresenta queda na qualidade




Foto: Canva

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a colheita de trigo no Paraná segue com desafios devido à seca. Entre os dias 31 de agosto e 5 de setembro, foi registrado um agravamento na qualidade das lavouras restantes. Atualmente, apenas 36% da área a ser colhida está em boas condições, uma queda em relação aos 42% da semana anterior. Já as áreas em condições médias representam 36%, enquanto 28% foram classificadas como ruins. Na semana anterior, esses números eram de 32% e 26%, respectivamente.

Até o momento, 11% da área total de trigo foi colhida, mas as produtividades permanecem abaixo do esperado devido à falta de chuvas. As precipitações recentes se concentraram em parte do Paraná, enquanto o Norte do estado continua enfrentando tempo seco e temperaturas mais altas. Embora essas condições climáticas favoreçam o avanço da colheita, há preocupação com o impacto negativo nas lavouras onde os grãos ainda estão em formação, o que pode comprometer a safra.

 Com a continuidade do tempo seco, o Deral alerta que a situação pode piorar, especialmente nas regiões mais afetadas pela estiagem. A expectativa agora é de que chuvas mais abrangentes possam ocorrer para amenizar os impactos e melhorar as condições das áreas ainda não colhidas.





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Produtores de Mato Grosso já podem dar início à plantação de soja


Com o fim do vazio sanitário no Mato Grosso nesta sexta-feira (6), de acordo com o calendário estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, os produtores de soja do estado podem dar início à plantação do grão a partir deste sábado (7) para a safra 2024/25.

Embora o plantio do grão tenha sido autorizado, Lucas Luís Costa Beber, presidente da Aprosoja-MT, esclarece que os agricultores de Mato Grosso devem aguardar chuvas significativas para garantir a umidade adequada do solo e permitir a germinação das sementes. O estado não prevê chuvas expressivas nos próximos 15 dias, mas há possibilidade de chuvas isoladas.

“No Mato Grosso, o que se nota é que grande parte dos agricultores deixa o plantio para o mês de outubro. Na safra passada, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostrou que no início do mês de outubro só 14% dos produtores tinham semeado a soja, mas, no final do mesmo mês, o número passou para 70%”, explica Beber.

Safra 2024/25 de soja

Soja, oleaginosa, colheita, oeste da bahia,Soja, oleaginosa, colheita, oeste da bahia,
Foto: Vinicius Ramos/Canal Rural BA

Mesmo com a falta de chuvas no estado, para a safra 2024/25, a previsão é de que sejam colhidas 44 milhões de toneladas do grão, um aumento de aproximadamente 12,8% comparado à safra anterior, segundo o Imea. Na safra 2023/24, foram colhidas cerca de 39 milhões do produto.

Segundo o Imea, o cenário também é positivo em relação à produtividade do grão quando comparado ao do último ano. Nesta safra, os produtores podem colher aproximadamente 57,9 milhões de hectares, enquanto em 2023, foram colhidas 52,1 milhões de hectares.



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setor representa 1,5% do Valor Bruto da Produção no Paraná


O Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (05) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, revelou que o Valor Bruto da Produção (VBP) do estado alcançou R$ 198 bilhões. Esse montante reflete a robustez econômica do setor agrícola paranaense, centrado principalmente na produção de grãos, cereais e proteínas animais.

A fruticultura, embora desempenhe um papel menor em comparação com outros segmentos do agronegócio estadual, representa uma parte considerável da economia local. Em 2023, o setor de frutas contribuiu com 1,5% do VBP, totalizando R$ 2,9 bilhões. Esta contribuição resulta da colheita de 1,4 milhão de toneladas de frutas em uma área de 54,3 mil hectares.

Dentre as atividades frutícolas, a citricultura se destaca como a principal, englobando laranjas, tangerinas e limões. Este segmento responde por 54% da área total de pomares, 63,4% do volume produzido e 34,2% do VBP da fruticultura no estado. No ranking das frutas por valor gerado, a laranja lidera com R$ 752 milhões, o que corresponde a 26,1% do VBP do setor. Seguem-se o morango, com R$ 546,4 milhões (19,1%); a uva, com R$ 262 milhões (9,1%); a banana, com R$ 213,2 milhões (7,4%); e a tangerina, com R$ 177,4 milhões (6,2%).

Essas cinco frutas representam 67,7% do VBP estadual do setor frutal, 78,3% da quantidade colhida e 73,6% da área cultivada. Apesar de sua participação relativamente pequena na economia rural total, a fruticultura tem um impacto considerável nas regiões e nos 392 municípios onde é praticada, gerando empregos e renda em diversas etapas das cadeias produtivas.





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Conab adia leilão de sementes destinadas ao RS



As operações de leilão para adquirir sementes de arroz marcadas para esta quinta-feira (5) foram adiadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a próxima segunda, dia 9.

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O produto é destinado à doação para associações de agricultores familiares nos municípios gaúchos de Nova Santa Rita, Eldorado do Sul e Viamão. Os recursos foram destinados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

Além da mudança na data, foram estabelecidos novos volumes a serem comprados por lote ofertado, totalizando a aquisição de 458,5 mil quilos de sementes de arroz da safra 23/24.

Essa alteração considera o atual preço de abertura para cada cultivar a ser adquirida. Os valores de cada operação estão disponíveis nos comunicados divulgados no site da estatal.

As empresas fornecedoras de sementes de arroz que desejarem participar das operações de leilão deverão atender às exigências previstas nos editais. Entre elas:

  • estar cadastradas perante uma Bolsa de Mercadorias;
  • estar em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf);
  • registradas no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais e demais agentes (Sican) da Conab;
  • possuir o Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem) emitido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.



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Fim de semana será marcado por calor intenso e risco de incêndios no Brasil


Previsão é de que o clima seco e as temperaturas extremas permaneçam




Foto: Freepok

Segundo o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink, uma frente fria está se deslocando para o Oceano, levando as chuvas e uma massa de ar frio que poderá reduzir as temperaturas em partes da Região Nordeste, principalmente nas manhãs de sábado e domingo. No entanto, a previsão é de que o clima seco e as temperaturas extremas permaneçam no Centro-Norte do Brasil, agravando a seca prolongada e aumentando os riscos de incêndios.

As condições de chuva serão mínimas em grande parte do país neste fim de semana, com poucas precipitações concentradas no litoral de São Paulo e Rio de Janeiro. Os volumes não devem ultrapassar 10 mm, e a presença de nuvens será maior no Espírito Santo e no Leste do Paraná, mas sem grandes chances de chuvas.

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Já no domingo, uma nova frente fria poderá surgir no extremo Sul do Rio Grande do Sul, mas dificilmente avançará para outras regiões do estado. As temperaturas no amanhecer desta sexta-feira foram baixas no Sul, mas devem subir gradativamente nos próximos dias. No Leste de Minas Gerais e no Centro-Sul da Bahia, as temperaturas podem cair, com a possibilidade de registros abaixo de 10°C no amanhecer de domingo. No entanto, o aquecimento será rápido, resultando em dias de grande amplitude térmica.

O cenário é preocupante no Centro-Norte do Brasil, com a continuidade das altas temperaturas e a baixa umidade. Regiões como Mato Grosso, Goiás, Rondônia e Tocantins poderão registrar índices de umidade abaixo de 10%, agravando o risco de focos de incêndios. O calor será intenso, com projeções de temperaturas acima dos 38°C no Noroeste do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e Oeste do Paraná. No Centro-Oeste e na Amazônia, os termômetros poderão atingir 40°C.

 





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