A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 271 milhões na terceira semana de setembro de 2024. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (23), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,414 bilhões e importações de US$ 6,143 bilhões.
Até a terceira semana do mês, o superávit acumulado em setembro chega a US$ 3,535 bilhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 57,614 bilhões.
A média diária das exportações registrou na terceira semana de setembro queda de 4,9%, com queda de 16,93% em agropecuária, avanço de 13,45% em indústria da transformação e queda de 28,59% em produtos da indústria extrativa.
Já as importações subiram 15,7%, com alta de 14,75% em agropecuária, avanço de 56,13% em indústria extrativa e alta de 13,44% em produtos da indústria da transformação, sempre na comparação pela média diária.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que seus técnicos já estão percorrendo regiões produtoras para o 1º Levantamento de Grãos da Safra 2024/2025, que será divulgado em 15 de outubro. As visitas vão até 27 de setembro.
De acordo com a companhia, os dados serão coletados em todos os estados produtores, com visitas a lavouras de Santa Catarina, Bahia, Mato Grosso, Pará e Alagoas. A partir dessa pesquisa in loco, a Conab vai publicar as suas primeiras estimativas de produção, área e produtividade da safra nova para as culturas de algodão, amendoim, arroz, feijão, milho e soja.
As visitas técnicas da Conab ocorrem em meio ao atraso no plantio da safra de verão 2024/25, em virtude da estiagem severa que afeta os principais estados produtores de grãos. A estatal esclarece que, além da pesquisa presencial, as projeções consideram ainda consultas realizadas com produtores, cooperativas, entidades de assistência técnica, públicas e privadas, empresas de venda de insumos e de comercialização. Imagens de satélite com georreferenciamento das culturas também são incluídos na mensuração das estimativas.
A Conab também vai atualizar as estimativas das culturas de inverno da safra 2023/24.
Projeção de safra preliminar da Conab
Na semana passada, a Conab revelou que projeta preliminarmente uma produção de 326,9 milhões de toneladas na safra 2024/25. Se confirmada, a safra será recorde, a maior da série histórica da companhia.
O volume representa crescimento de 8% ante a temporada anterior, quando foram colhidas 302,223 milhões de toneladas, segundo a Conab.
As expectativas iniciais da Conab foram apresentadas durante o evento “Perspectivas para a Agropecuária – safra 2024/25” e são baseadas em modelos estatísticos para todas as culturas em todos os Estados combinadas com previsões de clima, preços e dados de mercado, sem visitas de campo.
A C.Vale, cooperativa de Palotina (PR), anunciou que está ampliando a atuação em Mato Grosso do Sul com três novas unidades em Maracajú, Chapadão do Sul e Costa Rica.
Em nota, a cooperativa diz que, com isso, sobe para 17 o número de municípios com unidades de recebimento de grãos no estado em que a C.Vale começou a operar em 2001.
“A estratégia de expandir a presença em Mato Grosso do Sul leva em conta a necessidade de abastecimento da esmagadora de soja da cooperativa que entrou em operação em junho no município de Palotina. A indústria chegou ao final de julho processando 40 mil sacas do grão por dia”, informou a cooperativa.
No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, alguns vendedores declararam-se fora de mercado, e preferiram calcular o passo antes de iniciar as compras para os próximos dias, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado de milho diferido com ofertas cada vez mais escassas. Nas indicações, mantidas já há semanas, Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 65,50 e Montenegro a R$ 66,00. Negócios pontuais, entre pequenas granjas e produtores, foram relatados ao noroeste, em um volume de não mais do que 2 mil toneladas, a R$ 64,00 CIF”, comenta.
Em Santa Catarina viu um início de semana lento para o estado, que se acomoda entre indicações a R$ 62/64. “Produtores com pedidas entre R$ 66,00 e R$ 67,00 CIF fábrica e R$ 65,00 interior. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Porto continuando com as mesmas indicações há semanas, entre R$ 63,00 outubro/R$ 64,00 novembro/R$ 65,5 dezembro. Não ouvimos negócios neste início de semana”, completa.
Rumores de negócios ao oeste e norte do estado permanecem no Paraná, mas os volumes são pontuais. “Mercado bastante lento, com indicações recuando em relação a ontem. No porto, indicações a R$ 62,50 set/63,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 56,00 (-1,00); Cascavel a R$ 54,00 (-2,00); Campos Gerais R$ 57,00 (-1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Não ouvimos negócios nesta segunda-feira”, indica.
Enquanto isso, as tradings voltaram ao Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios pontuais ao sul, onde uma indústria em Naviraí levou 1000 tons entrega setembro/pgto início de outubro a R$ 52,00”, conclui.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que seus técnicos já estão percorrendo regiões produtoras para o 1º Levantamento de Grãos da Safra 2024/2025, que será divulgado em 15 de outubro. As visitas vão até 27 de setembro.
De acordo com a companhia, os dados serão coletados em todos os estados produtores, com visitas a lavouras de Santa Catarina, Bahia, Mato Grosso, Pará e Alagoas. A partir dessa pesquisa in loco, a Conab vai publicar as suas primeiras estimativas de produção, área e produtividade da safra nova para as culturas de algodão, amendoim, arroz, feijão, milho e soja.
As visitas técnicas da Conab ocorrem em meio ao atraso no plantio da safra de verão 2024/25, em virtude da estiagem severa que afeta os principais estados produtores de grãos. A estatal esclarece que, além da pesquisa presencial, as projeções consideram ainda consultas realizadas com produtores, cooperativas, entidades de assistência técnica, públicas e privadas, empresas de venda de insumos e de comercialização. Imagens de satélite com georreferenciamento das culturas também são incluídos na mensuração das estimativas.
A Conab também vai atualizar as estimativas das culturas de inverno da safra 2023/24.
Projeção de safra preliminar da Conab
Na semana passada, a Conab revelou que projeta preliminarmente uma produção de 326,9 milhões de toneladas na safra 2024/25. Se confirmada, a safra será recorde, a maior da série histórica da companhia.
O volume representa crescimento de 8% ante a temporada anterior, quando foram colhidas 302,223 milhões de toneladas, segundo a Conab.
As expectativas iniciais da Conab foram apresentadas durante o evento “Perspectivas para a Agropecuária – safra 2024/25” e são baseadas em modelos estatísticos para todas as culturas em todos os Estados combinadas com previsões de clima, preços e dados de mercado, sem visitas de campo.
O Brasil poderá exportar carne bovina e de frango para Papua Nova Guiné, ilha da Oceania, informaram os Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores em nota conjunta.
O aval, com aprovação dos certificados sanitários para a importação de carne de aves, carne mecanicamente separada de frango e cortes bovinos desossados provenientes do Brasil, foi recebido pelo governo brasileiro nesta segunda-feira (23), de acordo com as pastas.
As exportações poderão ser realizadas pelos frigoríficos que foram inspecionados e aprovados pelo governo de Papua Nova Guiné no ano passado, informaram os ministérios.
“As negociações para acesso ao mercado de carne de aves começaram em 2020, e as de carne bovina, em 2022, impulsionadas pelo interesse do setor privado brasileiro no mercado de 9 milhões de habitantes – o segundo mais populoso da Oceania, atrás apenas da Austrália”, destacaram as pastas.
Apesar da abertura, a ilha não é uma tradicional importadora de produtos agropecuários brasileiros. De janeiro a setembro deste ano, o Brasil exportou US$ 15,438 mil em produtos do agronegócio para Papua Nova Guiné, sobretudo de produtos florestais e de origem vegetal, de acordo com dados do Agrostat (sistema de estatísticas de comércio exterior do agronegócio brasileiro) consultados pela reportagem.
No ano, o país acumula 119 aberturas de mercado para produtos agropecuários.
Pesquisa desenvolvida por especialistas da Embrapa e de universidades parceiras do Brasil e Estados Unidos chegou a um modelo capaz de estimar a quantidade de forragem a ser armazenada anualmente em propriedades rurais do Semiárido brasileiro, para garantir uma melhor produção animal.
Os resultados mostram que o armazenamento de cerca de 1.500 kg de forragem por hectare é suficiente para complementar a alimentação de caprinos leiteiros, com uma taxa de lotação de um indivíduo para cada hectare de pastagem.
Taxa de lotação é um indicador que mensura a relação entre o número de animais e a área de pastagem, na propriedade, ocupada por eles durante um período de tempo.
A pesquisa tomou como referência três locais no Semiárido: Sobral e Quixadá, no Ceará; e Ouricuri, em Pernambuco, considerando dados sobre o histórico de chuvas e tipos de solo e de vegetação de Caatinga.
Estoque de forragem
Foto: Embrapa
Por meio de ferramentas de modelagem de sistemas, foi possível simular a variabilidade da produção de pastagens em um sistema produtivo de leite de cabras, de acordo com o índice de chuvas ao longo do tempo, e relacioná-la com a capacidade do pasto suportar o consumo pelos animais, considerando o estoque de forragem.
De acordo com o estudo, ao considerar que o tamanho médio de propriedades rurais no Semiárido brasileiro é de 28,9 hectares, com um armazenamento de forragem próximo ao indicado, é possível manter um rebanho de 35 a 45 caprinos em pastagem nas regiões pesquisadas.
Dessa forma, se o produtor for capaz de aumentar a produção e o armazenamento de forragem, não será necessário ampliar a área de pasto todos os anos para alimentar os animais.
Superação de incertezas climáticas
Segundo os pesquisadores que integraram a equipe do estudo, a modelagem de sistemas voltados à produção pecuária pode colaborar para a superação de desafios como a incerteza sobre as condições climáticas e o padrão irregular de chuvas nas regiões semiáridas brasileiras.
“O principal desafio tecnológico no Semiárido é a escassez de forragem durante o período seco do ano. As simulações são um modo de gerarmos referências das quantidades de forragem que precisam ser armazenadas nas propriedades rurais, para que, ao longo dos anos, a seca não seja um fator limitante à produção pecuária”, ressalta Ana Clara Cavalcante, pesquisadora da área de Forragicultura e Pastagens da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE).
Para o professor Magno Cândido, do Departamento de Zootecnia da UFC, a ferramenta, além de gerar dados confiáveis para lidar com a imprevisibilidade do clima, também ajuda os produtores rurais a melhor gerir custos de produção.
“Por meio da modelagem, é possível fazer uma análise de longo prazo, com 95% de garantia, que estima a real necessidade de alimento a ser estocado na fazenda, sem haver necessidade de comprá-lo de fora e sem gastar com mão de obra, maquinário, energia e combustível armazenado além do necessário”, reforça ele.
Modelo pode ser ajustado
Na avaliação dos pesquisadores, o modelo pode ser ajustado e trazer informações para outras regiões do Semiárido do país.
“O modelo é aplicável em qualquer região, pois trata do entendimento do padrão de produção dos [alimentos] volumosos, em função das condições de solo e clima e, a partir desse comportamento esperado, na definição da capacidade de suporte da área”, afirma Rodrigo Gregório, professor do curso de Agronomia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).
Para Ana Clara Cavalcante, um aspecto importante do modelo é trazer, para a pesquisa agropecuária, evidências científicas sobre a necessidade de estoques anuais de armazenamento da forragem produzida no período chuvoso.
“O modelo prova cientificamente que é necessário produzir anualmente forragem para ser armazenada, de modo que os riscos com perdas por seca diminuam. Há quantidades específicas de forragem calculadas pelo modelo para determinados percentuais de riscos estabelecidos”, destaca.
Desafios para pecuária no Semiárido
A modelagem de sistemas é uma ferramenta científica que abre diversas possibilidades de aplicação para superação de desafios enfrentados pela produção pecuária no Semiárido.
“Ela pode agilizar soluções para diversos problemas priorizados pelos produtores, inclusive a proposição de sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis quanto ao uso dos recursos disponíveis. Pode contribuir também para a gestão sanitária dos rebanhos e a disponibilização de ferramentas destinadas a mercados e à comercialização de produtos”, exemplifica Cavalcante.
No caso da pesquisa descrita no artigo, ao simular situações de produção de pastagens ao longo do tempo, com a influência dos indicadores avaliados, foi possível prever cenários que ajudam produtores rurais no planejamento da alimentação dos rebanhos e na gestão da propriedade. Essas simulações são importantes no contexto de zonas semiáridas, em que a produção pecuária sofre com a variabilidade climática, a imprevisibilidade de chuvas e o risco de períodos severos de seca.
Outros gargalos para a pecuária na região são as técnicas de manejo inadequadas, que favorecem a desertificação e o superpastejo (quantidade de animais em área de pastagem acima do limite suportado); as limitações do solo, que dificultam a mecanização; e as perdas de qualidade da forragem por problemas no armazenamento. Esses problemas dificultam o uso sustentável dos recursos alimentares para o rebanho e podem ocasionar o aumento de custos de produção, ao exigir mais insumos voltados à suplementação dos animais.
“Os estudos têm apresentado uma estimativa da quantidade de estoque de alimento necessária em cada fazenda, mas o produtor muitas vezes não dispõe de mão de obra e maquinário necessário para realizar o armazenamento”, acrescenta Magno Cândido.
No Diário Econômico de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que a incerteza fiscal pesou nos mercados brasileiros.
Após redução do congelamento do orçamento deste ano, o real perdeu valor frente ao dólar e o Ibovespa fechou em queda. Nos Estados Unidos, Dow Jones e o S&P renovaram seus recordes de fechamento.
Confira a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras nesta terça-feira (23), segundo dia de primavera.
Sul
As condições de pancada de chuva continuam no centro-sul do Rio Grande do Sul com temporais em Porto Alegre. Contudo, o tempo fica firme na maior parte da Região Sul entre Paraná, oeste, norte e sul de Santa Catarina, com temperaturas subindo de maneira gradativa.
Sudeste
As temperaturas disparam novamente no Sudeste. Dia de sol com poucas nuvens no céu em São Paulo, Minas Gerais, no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Tempo firme e umidade do ar baixa, principalmente no noroeste da região, Triângulo mineiro e norte paulista.
Centro-Oeste
Algumas pancadas muito pontuais podem acontecer no noroeste de Mato Grosso devido à umidade que vem do Norte do país. Entretanto, o sol aparece e esquenta. Não chove nas demais áreas do estado. Tempo firme e muito seco ainda no Distrito Federal, em Goiás e em Mato Grosso do Sul.
Nordeste
A condição é de chuva moderada no litoral do Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba; mas sem grandes volumes. O tempo segue firme entre o norte, oeste da Bahia, interior de Pernambuco, no Ceará, Piauí e Maranhão com temperaturas bem altas e ar seco. Chove à tarde em forma de pancadas rápidas no litoral sul da Bahia.
Norte
O calor continua em todo o Norte do Brasil. A entrada de umidade deve estimular um pouco mais de nuvens de chuva no Acre, em Rondônia, no Amazonas e em Roraima com risco de raios, trovoadas e ventos moderados, enquanto o tempo continua firme no Pará, Tocantins e no Amapá.
Os negócios de milho ainda são pontuais no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Indicações apenas nominais, que não se movem há semanas: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais entre R$ 64/65, com entrega CIF ao noroeste, onde segundo correspondentes teriam rodado ao menos 2 mil tons”, comenta.
Santa Catarina registrou negócios com entrega no porto. “Negócios lentos, em que mercado encontra-se sem ofertas no diferido. Tributado com pedidas a partir de R$ 65,00 mais impostos. Nas indicações, manutenção: Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios pontuais ao oeste, viu-se milho sendo negociado a R$ 64,00 CIF, com 2 mil tons entrega em setembro/outubro. No porto, negócios em São Francisco, onde 3 mil toneladas alcançaram R$ 65,00 CIF, com origem do Goiás, entre imediata e pagamento em meados de outubro”, completa.
Apesar do esforço, porto não vê lotes e sexta-feira permanece morna no Paraná. “Mercado com negócios pontuais. No porto, indicações a R$ 64,00 set/64,00 nov/65,00 dez, mas que pontualmente alcançaram R$ 66,00 no nov/dez. No norte, indicações a R$ 57,00; Cascavel a R$ 56,00; Campos Gerais R$ 60,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00. Negócios pontuais em Paranaguá, onde uma trading pagou R$ 65,50 setembro CIF entrega imediata, em 2 mil toneladas”, indica.
A comercialização no Mato Grosso do Sul é lenta. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Não ouvimos sobre negócios nesta sexta-feira”, conclui.