quinta-feira, agosto 6, 2026

Autor: Redação

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Chuvas volumosas retornam ao Sul do Brasil


A semana começa com condições agitadas e alertas de chuvas volumosas em várias regiões do Brasil. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a retomada das chuvas está prevista para o Centro-Oeste e Sudeste, com acumulados localizados que podem ultrapassar os 100 mm. No Sul do país, um sistema de baixa pressão está elevando o potencial de chuvas intensas, com previsão de tempo adverso nos próximos dias.

O sistema de baixa pressão, que se desenvolve nos países vizinhos, deve começar a influenciar o clima no Rio Grande do Sul já a partir de hoje. No estado, as chuvas avançam pelo sudoeste, com volumes de até 50 mm em áreas como Uruguaiana e Quaraí. Na terça-feira, as precipitações chegam ao sul do Paraná, com acumulados mais significativos concentrados no Sul de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde o tempo ficará encoberto.

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Na quarta-feira, a intensificação das instabilidades trará um cenário de chuvas ainda mais expressivo no noroeste do Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina, com previsões acima dos 100 mm. Além disso, temporais poderão atingir regiões do Centro-Oeste e Sudeste, como Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e leste de São Paulo, embora de forma mais irregular.

Para quinta-feira, o alerta é para chuvas intensas no sul de Mato Grosso do Sul e oeste do Paraná, com volumes que podem alcançar 100 mm. O cenário chuvoso deve continuar até o final da semana, especialmente no Sul e Centro-Oeste, com interrupções previstas para o plantio e colheitas em andamento. No entanto, essas condições são promissoras para o avanço do plantio da soja no Centro-Oeste e Sudeste.

No Nordeste, a previsão é de uma semana mais seca, com chuvas leves apenas no sul da Bahia e Maranhão, mantendo-se dentro do esperado para esta época do ano.





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veja quem ainda disputa o cargo de prefeito


O primeiro turno das eleições municipais de 2024, realizado no domingo, 6 de outubro, revelou que a abstenção dos eleitores foi de 21,71%, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar disso, em muitas cidades a disputa está longe de acabar. No total, 50 municípios com mais de 200 mil eleitores terão uma nova rodada de votações no próximo dia 27 de outubro, incluindo 15 capitais. As eleições foram definidas em primeiro turno em 11 capitais, como no Rio de Janeiro, onde Eduardo Paes (PSD) foi reeleito, e em Salvador, com a reeleição de Bruno Reis (União Brasil).

Capitais com segundo turno

A maior cidade do país, São Paulo, terá uma disputa apertada entre Ricardo Nunes (MDB), que obteve 29,49% dos votos, e Guilherme Boulos (PSOL), com 29%. Em Belo Horizonte, Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD) se enfrentam no segundo turno, enquanto em Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB) terá Maria do Rosário (PT) como adversária.

Já em Curitiba, a corrida continua entre Eduardo Pimentel (PSD) e Cristina Graeml (PMB). As eleições seguem indefinidas em capitais como Manaus, onde David Almeida (Avante) disputa com Capitão Alberto Neto (PL), e em Fortaleza, onde André Fernandes (PL) enfrenta Evandro Leitão (PT).

Lista completa de cidades com segundo turno confirmado:

Manaus (AM): David Almeida (Avante) e Capitão Alberto Neto (PL)

Camaçari (BA): Caetano (PT) e Flávio (União)

Fortaleza (CE): André Fernandes (PL) e Evandro Leitão (PT)

Caucaia (CE): Naumi Amorim (PSD) e Catanho (PT)

Serra (ES): Weverson Meireles (PDT) e Pablo Muribeca (Republicanos)

Goiânia (GO): Fred Rodrigues (PL) e Mabel (União)

Aparecida de Goiânia (GO): Leandro Vilela (MDB) e Professor Alcides (PL)

Anápolis (MA): Marcio Correa (PL) e Antonio Gomide (PT)

Imperatriz (MA): Rildo Amaral (PP) e Mariana Carvalho (Republicanos)

Cuiabá (MT): Abílio (PL) e Lúdio (PT)

Campo Grande (MS): Adriane Lopes (PP) e Rose Modesto (União)

Belo Horizonte (MG): Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD)

Uberaba (MG): Elisa Araújo (PSD) e Tony Carlos (MDB)

Belém (PA): Igor (MDB) e Delegado Eder Mauro (PL)

Santarém (PA): Zé Maria Tapajós (MDB) e JK do Povão (PL)

João Pessoa (PB): Cicero Lucena (PP) e Marcelo Queiroga (PL)

Campina Grande (PB): Bruno Cunha Lima (União) e Dr. Jhony (PSB)

Ponta Grossa (PR): Mabel Canto (PSDB) e Elizabeth Schmidt (União)

Curitiba (PR): Eduardo Pimentel (PSD) e Cristina Graeml (PMB)

Londrina (PR): Tiago Amaral (PSD) e Professora Maria Tereza (PP)

Olinda (PE): Vinicius Castello (PT) e Mirella (PSD)

Paulista (PE): Ramos (PSDB) e Junior Matuto (PSB)

Niterói (RJ): Rodrigo Neves (PDT) e Carlos Jordy (PL)

São João de Meriti (RJ): Leo Vieira (Republicanos) e Valdecy da Saúde (PL)

Petrópolis (RJ): Hugo Hammes (PP) e Yuri (PSOL)

Natal (RN): Paulinho Freire (União) e Natália Bonavides (PT)

Porto Alegre (RS): Sebastião Melo (MDB) e Maria do Rosário (PT)

Caxias do Sul (RS): Scalco (PL) e Adiló (PSDB)

Canoas (RS): Airton Souza (PL) e Jairo Jorge (PSD)

Pelotas (RS): Marroni (PT) e Marciano Perondi (PL)

Santa Maria (RS): Valdeci Oliveira (PT) e Rodrigo Decimo (PSDB)

Porto Velho (RO): Mariana Carvalho (União) e Léo (Podemos)

São Paulo (SP): Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL)

Guarulhos (SP): Lucas Sanches (PL) e Elói Pietá (Solidariedade)

São Bernardo do Campo (SP): Marcelo Lima (Podemos) e Alex Manente (Cidadania)

São José dos Campos (SP): Anderson (PSD) e Eduardo Cury (PL)

Ribeirão Preto (SP): Ricardo Silva (PSD) e Marco Aurélio (NOVO)

Santos (SP): Rogério Santos (Republicanos) e Rosana Valle (PL)

São José do Rio Preto (SP): Coronel Fábio Cândido (PL) e Itamar (MDB)

Diadema (SP): Taka Yamauchi (MDB) e Filippi (PT)

Jundiaí (SP): Parimoschi (PL) e Gustavo Martinelli (União)

Mauá (SP): Marcelo Oliveira (PT) e Átila (União)

Piracicaba (SP): Barjas Negri (PSDB) e Helinho Zanatta (PSD)

Barueri (SP): Beto Piteri (Republicanos) e Gil Arantes (União)

Franca (SP): Alexandre Ferreira (MDB) e João Rocha (PL)

Taubaté (SP): Ortiz Junior (Republicanos) e Sergio Victor (NOVO)

Guarujá (SP): Farid Madi (Podemos) e Raphael Vitello (PP)

Limeira (SP): Betinho Neves (MDB) e Murilo Félix (Podemos)

Taboão da Serra (SP): Engenheiro Daniel (União) e Aprígio (Podemos)

Sumaré (SP): Henrique do Paraíso (Republicanos) e Willian Souza (PT)

Aracaju (SE): Emília Correa (PL) e Luiz Roberto (PDT)

Palmas (TO): Janad Valcari (PL) e Eduardo Siqueira (Podemos)





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Porto no Amazonas desaba em meio a obras com 200 possíveis soterrados



Um desastre de grandes proporções aconteceu na tarde desta segunda-feira (7) no Porto da Terra Preta, em Manacapuru, no Amazonas. A terra que sustentava uma parte do porto deslizou. O local estava em obras, mas seguia funcionando como ponto estratégico para o transporte de mercadorias e passageiros.

Ainda não informações sobre as condições e o número de vítimas, mas o local conta com uma grande quantidade de pessoas que trabalham ali em atividades de carga e descarga de mercadorias. Também há pontos de táxis e mototáxis.

Comentários de testemunhas pelas redes sociais dão conta de que, pelo menos, 200 pessoas podem estar soterradas pela areia. Conforme relatos, uma família inteira em um flutuante teria sido soterrada.

No rio, há destroços de flutuantes, canos, casas e carros. Flutuantes são casas e hotéis que ficam sobre as águas do rio e são usados, em geral, para moradia e lazer. É possível ver pedaços desses flutuantes, canoas e destroços de casas e até carros.

Terras caídas

O Porto da Terra Preta abriga o Terminal Hidroviário e a Secretaria Municipal de Pesca (Sempa). O local é estratégico e conecta Manacapuru a diversas outras localidades da região.

O desastre pode ser resultado do fenômeno conhecido na região com “terras caídas”, às margens do Rio Solimões, que sofre a pior vazante da história.

Trata-se do termo como a população local descreve o processo de erosão fluvial, com escorregamentos, deslizamentos, desmoronamentos e desabamentos, que podem ter várias dimensões. Inclusive a que aconteceu agora.

A Prefeitura de Manacapuru divulgou nota em que lamenta o acidente ocorrido e informou que as equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estão trabalhando no local.

Técnicos estão no local

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) também soltou nota e disse que o Porto da Terra Preta não está sob sua responsabilidade desta autarquia. O DNIT faz a gestão de uma das instalações portuárias, a IP4, de Manacapuru.

Técnicos do DNIT já estão no local para realizar uma inspeção detalhada, com o objetivo de avaliar a extensão dos danos e os riscos que ainda podem comprometer a segurança da estrutura da IP4.



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confira os preços no Brasil e em Chicago neste início de semana


O mercado brasileiro de soja teve um dia praticamente travado. Foram poucas indicações de negócios. Os preços ficaram mistos no dia.

As cotações internas ficam acima da paridade de exportação, mas há pouco interesse do vendedor.

Veja os preços da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 135 para R$ 133
  • Região das Missões: recuou de R$ 134 para R$ 132
  • Porto de Rio Grande: diminuiu de R$ 142 para R$ 141
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 140 para R$ 138
  • Porto de Paranaguá (PR): estabilizou em R$ 143
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 134 para R$ 135
  • Dourados (MS): se manteve em R$ 135
  • Rio Verde (GO): baixou de R$ 133 para R$ 131

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira (7) em leve baixa. A previsão de clima seco nos Estados Unidos deve favorecer o trabalho de colheita.

Já no Brasil, a previsão é de retorno das chuvas, viabilizando a aceleração do plantio. As perdas foram limitadas por sinais de boa demanda pela soja americana e pela valorização do petróleo.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.431.345 toneladas na semana encerrada no dia 3 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 682.852 toneladas.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 172.500 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem entregues na temporada 2024/25.

Plantio no Brasil

O plantio da safra de soja 2024/25 do Brasil está em 4,1% da área total esperada até o dia 4 de outubro. A estimativa parte de levantamento de Safras & Mercado. Na semana anterior, o total semeado era de 1,9%.

A semeadura iniciou com atraso na comparação com igual período do ano passado, quando o número era de 7,8%. A média dos últimos cinco anos é de 5,5%.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicagocotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,75 centavos de dólar, ou 0,36%, a US$ 10,34 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,52 1/2 por bushel, com perda de 3,50 centavos ou 0,33%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 6,50 ou 1,96% a US$ 324,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 44,57 centavos de dólar, com alta de 0,60 centavo ou 1,36%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,55%, sendo negociado a R$ 5,4858 para venda e a R$ 5,4838 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4210 e a máxima de R$ 5,4928.



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Veja como o preço da arroba do boi gordo começou a semana



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta no decorrer da segunda-feira (7). Novamente foram relatadas negociações em até R$ 300 por arroba em São Paulo.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o dia foi menos fluído em termos de negociações, como tradicionalmente acontece em uma segunda-feira, com diversas unidades ainda ausentes da compra de gado.

“No geral as escalas de abate seguem encurtadas, entre cinco e seis dias úteis na média nacional”, disse o analista da empresa, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 281,36

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços acomodados. O viés ainda é de alta dos preços no decorrer da primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 16,50. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 15,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,55%, sendo negociado a R$ 5,4858 para venda e a R$ 5,4838 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4210 e a máxima de R$ 5,4928.



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Cantor Leonardo tem nome incluído em ‘lista suja’ do trabalho escravo


Ao lado de outros 175 nomes, o cantor Leonardo foi incluído na “Lista Suja” de empregadores que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão, de acordo com atualização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgada nesta segunda-feira (7).

O artista aparece com seu nome de registro, Emival Eterno da Costa, proprietário da Fazenda Talismã, no município de Jussara, em Goiás, a pouco mais de 220 quilômetros da capital Goiânia.

Sem água ou banheiro

Quarto trabalho escravo fazenda cantor LeonardoQuarto trabalho escravo fazenda cantor Leonardo
Foto: Reprodução MTE

No local, foram encontradas seis pessoas, incluindo um adolescente de 17 anos, em condições degradantes e insalubres. Os trabalhadores estavam dormindo em uma casa abandonada, com camas improvisadas com tábuas e galões de defensivos agrícolas, sem água potável e nem banheiro.

De acordo com a fiscalização, realizada em novembro de 2023 e que só veio a público agora com a divulgação da lista, o local estava infestado de insetos e morcegos, além de exalar um “odor forte e fétido”.

A fazenda do cantor Leonardo é avaliada em R$ 60 milhões, conta com uma mansão, piscina, quadras esportivas e quartos no estilo bangalô.

Ao todo, a Lista Suja conta com 727 nomes. Entre os incluídos nesta segunda, 22 empregadores são do segmento de produção de carvão vegetal, 17 de criação de bovinos, 14 de extração de minerais e 11 de cultivo de café, além de envolvidos no ramo de construção civil e outros setores.

Outro lado

O advogado de Leonardo, Paulo Vaz, procurado pela reportagem da Repórter Brasil, afirmou que o caso aconteceu em uma área arrendada na Fazenda Lakanka, também pertencente ao artista e contígua à Talismã.

De acordo com ele, a responsabilidade pela contratação dos empregados era do arrendatário. “Tratava-se de uma área arrendada, que todas essas pessoas tiveram as indenizações pagas e que os processos se encontram arquivado”, .



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Sojicultores devem aproveitar Chicago: Entenda


Exportações norte-americanas são um fator de alta nos preços




Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA
Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA – Foto: Abiove

Segundo informações da TF Agroeconômica, as recomendações para o mercado de soja baseiam-se nas recentes mudanças climáticas observadas tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Durante setembro, os preços foram sustentados pelas condições adversas do clima em ambos os países, mas a situação melhorou: o furacão Helene passou nos EUA, permitindo a retomada da colheita, e no Brasil, chuvas foram registradas no Centro-Oeste, com previsões de mais precipitações na segunda quinzena de outubro, favorecendo safras recordes. Diante disso, a recomendação é que os sojicultores aproveitem os níveis favoráveis em Chicago para fixar seus preços futuros, evitando problemas de entrega no mercado físico.

Entre os fatores de alta, destacam-se as vendas adicionais de 236 mil toneladas de soja (equivalente a quatro navios) e exportações nort-americanas positivas. O USDA informou embarques de 1.443.500 toneladas de soja para o período de 20 a 26 de setembro, dentro das expectativas do mercado, com a China sendo o principal comprador, adquirindo 725,7 mil toneladas. Além disso, os fundos reduziram suas posições vendidas, fator que contribuiu para sustentar os preços.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA, que permitem o avanço de uma safra recorde, com previsões de tempo seco nos próximos 7 a 10 dias, favorecendo a colheita. Adicionalmente, os estoques de óleo de palma na Malásia atingiram o maior nível em oito meses, pressionando os preços. No Brasil, a expectativa de normalização das chuvas, especialmente no centro do país, trouxe alívio aos produtores, mas também contribuiu para a tendência de queda das cotações em Chicago.
 





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Perspectivas e projeções para o mercado da soja: saiba o que esperar



O plantio da soja no Brasil avança de forma lenta devido à escassez de chuvas, com mapas climáticos divergentes gerando preocupações entre os produtores. Conforme a plataforma Grão Direto, a greve nos portos norte-americanos levantou temores de impactos, mas foi encerrada após intervenção da Casa Branca, evitando maiores prejuízos.

No cenário internacional, o conflito no Oriente Médio levou à alta do petróleo, afetando toda a cadeia de commodities, inclusive o óleo de soja. Em Chicago, o contrato para novembro de 2024 fechou a US$ 10,38 por bushel (-2,63%). No Brasil, o mercado físico teve movimentos positivos, impulsionados por uma leve alta de 0,37% do dólar, que encerrou a R$ 5,46. O contrato para março de 2025 também caiu 2,28%, fechando a US$ 10,71 por bushel.

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Perspectivas para o mercado do grão

As condições climáticas seguem sendo uma preocupação, com clima seco e quente na primeira semana de outubro. Previsões indicam chuvas no Sudeste e Centro-Oeste a partir do final da primeira quinzena. A experiência da última safra, marcada por atrasos e replantios, está sendo considerada, e o mercado já se prepara para cenários semelhantes, como evidenciado pelo aumento dos prêmios futuros.

O conflito no Oriente Médio gera incertezas sobre a oferta e logística de petróleo. A possibilidade de ataques a refinarias no Irã e restrições no estreito de Ormuz pode resultar em aumento nas cotações do óleo de soja e elevação dos custos logísticos.

Além disso, o governo chinês programou uma coletiva de imprensa para discutir estímulos econômicos, o que pode influenciar a demanda por commodities e resultar em volatilidade no mercado.



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Moratória da Soja: estados buscam alternativas em meio à discussão do tema



O último trimestre do ano traz à tona a contestação da legitimidade da Moratória da Soja. Produtores afirmam que o acordo ignora a legalidade do desmatamento, proibindo a venda de grãos cultivados em áreas desmatadas legalmente, o que contraria o Código Florestal e gera debates no setor produtivo.

Além disso, há preocupações sobre os potenciais prejuízos socioambientais da moratória. A falta de clareza nas regras levanta questionamentos sobre seu impacto na sustentabilidade das práticas agrícolas e na economia local.

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O que diz o setor?

Fabricio Moraes Rosa, diretor executivo da Aprosoja Brasil, afirma que “a moratória é uma imposição de um acordo de terceiros privados que impõe uma regra acima do Código Florestal a um produtor que preserva o meio ambiente”. Ele defende o fim do acordo, que viola a lei de livre iniciativa e prejudica os produtores de soja. “Mais de 80 municípios no Mato Grosso questionam os benefícios tributários a empresas que assinam esses acordos, e um projeto de lei para revogar esses benefícios está em discussão na Assembleia do Mato Grosso, já aprovado em Rondônia e em tramitação no Pará”, comenta.

Maurício Buffon, Presidente da Aprosoja Brasil enxerga o acordo como uma reserva de mercado imposta por algumas empresas que dominam a soja no Brasil. Ele argumenta que tais imposições não podem ultrapassar a legislação nacional. O Código Florestal é essencial para proteção e sustentabilidade, e os produtores têm cumprido suas exigências. É fundamental respeitar as leis brasileiras para garantir a continuidade da produção agrícola.

“Além disso, muitos municípios carentes dependem da agricultura para melhorar seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e promover o desenvolvimento social. Em várias dessas regiões, a agricultura é a única fonte de renda. A moratória não deve prejudicar o desenvolvimento agrícola nessas localidades; há risco de prejuízos socioambientais”, completa o presidente.

Lucas Costa Beber, Presidente da Aprosoja MT afirma que “os municípios que exploraram antes de 2008 tiveram grande desenvolvimento, enquanto aqueles que começaram depois enfrentam limitações.” Ele destaca os prejuízos que a Moratória da Soja causa, ressaltando que 28 milhões de brasileiros vivem no bioma amazônico sem um plano de desenvolvimento adequado. “As ONGs entendem que precisamos colocar uma cerca ao redor da Amazônia e deixar essas populações à mercê”, diz.

Beber enfatiza a defesa da soberania nacional e das leis brasileiras, frequentemente violadas por interesses estrangeiros. “Estamos sendo perseguidos politicamente, especialmente em questões que afetam os produtores. Tentam calar as vozes que representam os agricultores. Somos o único produtor que preserva áreas agricultáveis e mecanizáveis. Essas ONGs e países tentam travar o desenvolvimento do Brasil”, afirma.

O presidente da Aprosoja Pará, Vanderlei Ataídes, afirma: “Usamos menos de 1% do território para agricultura, cerca de 1,1 milhão de hectares, movimentando dez bilhões por ano e gerando setenta mil empregos. A moratória limita o uso de nossas terras, e o Código Florestal permite o uso de 20% da área, o que impacta o desenvolvimento. É essencial garantir oportunidades de desenvolvimento em nosso estado e no país.”

Leonardo Munhoz, da FGV Agro, ressalta que a moratória não faz distinção entre desmatamentos legais e ilegais.

Por fim, Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural, critica a moratória por afetar agricultores que operam dentro da legalidade, destacando a relevância da agropecuária para o crescimento econômico do Brasil.

Entenda a Moratória da Soja

Instituída em 2006, a Moratória da Soja é um acordo que proíbe a compra de soja de propriedades que desmataram na Amazônia. O objetivo é restringir a comercialização e o financiamento de cultivos que não respeitam as normas de preservação ambiental.

Com a intenção de garantir que a soja produzida no bioma amazônico esteja livre de desmatamentos ocorridos após 22 de julho de 2008, a moratória se tornou um tema controverso no setor agropecuário brasileiro. O Código Florestal Brasileiro, reformulado em 2012, introduziu novas exigências para os produtores, como a obrigação de manter 80% da vegetação nativa em suas propriedades.



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Fiscalização apreende 24 mil unidades de cachaça e 20 mil litros de combustíveis



Fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda do Pará (Sefa), no Baixo Amazonas, com o apoio da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu, neste sábado (5), 20 mil litros de combustíveis e 24 mil unidades de cachaça na BR-163, entre os municípios de Trairão e Itaituba.

“O caminhão-tanque que se deslocava sentido Pará-Mato Grosso transportava 20 mil litros de combustíveis, sendo 15 mil litros de óleo diesel e 5 mil litros de gasolina, cujo valor é de R$ 106.900,00″, detalhou o coordenador da unidade Tapajós da Sefa, Maycon Freitas.

De acordo ele, ao solicitar as documentações fiscais, a equipe verificou que a carga tinha como destino a cidade de Benevides, Pará, ou seja, sentido oposto ao deslocamento do veículo, em flagrante quebra de trânsito, que é quando a nota fiscal informa um destino e a mercadoria é entregue em outro.

“Durante diligência, foi apurado que a carga havia saído de Itaituba, Pará, e seria destinada a um garimpo na região do Trairão”, contou.

A Sefa informa que foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 41.063,38.

Fiscalização apreedeu cachaça

Outra apreensão foi feita no sábado: 24 mil unidades de cachaça, no valor de R$ 161.317,80, sem qualquer registro de passagem em área de fronteira e sem o devido recolhimento do tributo, foi feita pela Sefa.

O caminhão bitrem vinha de Pirassununga, São Paulo, com destino à Santarém, no Pará. A fiscalização, ao confrontar o endereço informado na nota fiscal apresentada com o endereço no registro dos dados cadastrais da empresa destinatária, notou uma divergência.

Em seguida, a equipe foi até o local informado na nota fiscal e não foi possível comprovar a existência da empresa.

A Secretaria também informa que foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 149.344,15, referente ao ICMS e multa.



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