domingo, agosto 2, 2026

Autor: Redação

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Centro-Sul deve colher 560 milhões de t em 25/26, diz CEO da Santa Eliza



O CEO da Santa Eliza Agroflorestal Gestão Empresarial, Josmar Verillo, projetou a safra de cana-de-açúcar 2025/26 no Centro-Sul em 560 milhões de toneladas, para uma área plantada de 7,5 milhões de hectares e produtividade de 75 toneladas por hectare.

“É uma previsão mais pessimista do que a da Orplana“, reconheceu Verillo nsta terça (22), durante painel a 24ª Conferência Internacional Datagro sobre Açúcar e Etanol, realizada em São Paulo.

Um dia antes, na mesma conferência, a Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) projetou quebra de pelo menos 9% na safra 2024/25, de 654 milhões de toneladas em 2023/24 para 590 milhões de toneladas em 2024/25, e nova quebra, de 1,36%, em 2025/26, para 582 milhões de toneladas.

Segundo Verillo, vários fatores contribuirão para uma colheita menor na próxima safra. São fatores herdados de uma safra problemática este ano, que contou com falta de chuvas, seca e calor extremos e, para coroar, os incêndios nos canaviais em setembro. Verillo comenta que, neste ano, o clima afetou fortemente as lavouras, com um verão irregular e outono e inverno extremamente secos, além das queimadas. “Entre abril e setembro de 2024, as brotações também foram irregulares, com a morte de soqueiras”, prosseguiu.

Além disso, as chuvas de primavera chegaram “muito atrasadas” em 2024. “As primeiras chuvas começaram só na segunda quinzena de outubro, o que deve atrasar o desenvolvimento dos canaviais da próxima safra”, comentou Verillo. Diante deste cenário, ele avalia como “improvável” que a moagem comece em março de 2025.

O plantio da cana de primeiro corte em 2025 também se reduziu. “Em 2024, já havíamos tido essa redução, na base de 20% ante 2023 e, além disso, entre janeiro e maio de 2024 a qualidade dos plantios foi prejudicada pelo clima seco.”

A seca prolongada e os incêndios, por sua vez, provocaram “forte atraso” no desenvolvimento vegetativo da cana no início da safra em 2024, o que terá reflexos em 2025. Assim, se para compensar essas perdas que se arrastam desde 2024 o produtor pudesse aumentar a área plantada em 2025, esbarraria na falta de mudas. “Há necessidade de mais áreas de mudas porque, hoje, há pouca disponibilidade de mudas.”



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Auxílio a pescadores e emergência climática ganha crédito extra



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou a medida provisória (MP) 1.268, que abre novo crédito extraordinário de R$ 938,5 milhões para ações no âmbito da emergência climática declarada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Os valores não entram no cômputo da meta de resultado primário do governo neste ano.

A maior parte dos recursos será usada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, com R$ 418 milhões para o pagamento do Auxílio Extraordinário a Pescadores Artesanais da região Norte. No começo do mês, a MP que criou o benefício em parcela única de R$ 2.824 previa que as despesas do auxílio correriam “à conta das dotações consignadas ao Ministério da Pesca e da Aquicultura, observadas as disponibilidades orçamentárias e financeiras”.

Outros R$ 238 milhões serão destinados ao Ministério da Saúde para ações de assistência de saúde e farmacêutica na Amazônia Legal, incluindo atendimento a aldeias indígenas. Na sequência, o Ministério da Integração Nacional terá R$ 143 milhões para ações de proteção e defesa civil na região.

Também serão destinados R$ 75 milhões ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

O Ministério do Meio Ambiente receberá R$ 36,7 milhões para ações de fiscalização e combate a incêndios. Já o Ministério da Justiça e Segurança Pública terá R$ 25,9 milhões para ações no Centro-Oeste e na Amazônia Legal, incluindo a atuação da Força Nacional.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja valoriza com demanda forte


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de soja em Chicago (CBOT) fechou em alta nesta terça-feira, impulsionado pela demanda robusta pelo grão americano e pelo atraso no plantio da safra brasileira. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, registrou valorização de 1,10%, ou 10,75 cents por bushel, encerrando a $991,75. 

O contrato de janeiro de 2025 também subiu 1,09%, fechando a $1.000,50 por bushel. No entanto, o farelo de soja para dezembro teve uma leve queda de 0,19%, fechando a $317,7 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja para o mesmo período subiu expressivos 3,07%, alcançando $43,69 por libra-peso.

A alta no mercado foi motivada, em grande parte, pelos embarques de soja americana, que tiveram destaque em um relatório divulgado pelo USDA na segunda-feira. Além disso, o preço do óleo de soja, que acumulou um aumento de 4,47% nas últimas três sessões, foi um dos principais fatores que deram suporte às cotações da oleaginosa.

Outro ponto que influenciou o mercado foi o atraso no plantio da safra brasileira, que avançou para 17,6% da área estimada, segundo a Conab, um crescimento em relação aos 9,1% registrados na semana anterior. Mesmo assim, esse número ainda está distante dos 28,4% observados no mesmo período do ano passado, o que acende um alerta sobre a oferta futura do grão no Brasil.

Apesar do progresso na colheita americana, que já atingiu 81% das áreas plantadas, o mercado continua monitorando com atenção o desenvolvimento da safra no Brasil, já que qualquer mudança no ritmo do plantio pode impactar diretamente as expectativas de oferta e, consequentemente, os preços no mercado global.
 





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FMI amplia projeção de alta do PIB brasileiro



O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a melhorar a projeção de crescimento do Brasil neste ano, após piorá-la em julho último, quando temia o efeito econômico das enchentes no Rio Grande do Sul. Para a instituição, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve crescer 3% em 2024, o que representa um aumento de 0,9 ponto percentual em relação à estimativa anterior, de 2,1%, informou o organismo no relatório Perspectiva Econômica Mundial (WEO, na sigla em inglês), publicado nesta terça (22).

“Essa é uma revisão devido ao consumo e investimentos mais fortes no primeiro semestre do ano na esteira de um mercado de trabalho aquecido, transferências governamentais e interrupções menores do que o previsto devido a enchentes (no Rio Grande do Sul)”, justifica o FMI, no documento, divulgado em paralelo a suas reuniões anuais, que ocorrem em Washington (EUA) ao longo desta semana.

Ao melhorar a projeção, o fundo segue outros organismos, a exemplo do Banco Mundial e bancos da Faria Lima a Wall Street, que têm melhorado as estimativas para a expansão do Brasil em meio à surpresa positiva com o PIB local. Caso o cenário previsto pelo FMI se materialize, o país vai apresentar uma leve aceleração em relação a 2023, quando cresceu 2,9%.

Para 2025, o FMI fez o movimento contrário e reduziu a estimativa para o avanço do PIB brasileiro, antevendo uma desaceleração da economia doméstica. O fundo projeta aumento de 2,2%, o que representa uma queda de 0,2 ponto percentual em relação à estimativa anterior, divulgada em julho último.

“Com a política monetária ainda restritiva e o esperado esfriamento do mercado de trabalho, espera-se que o crescimento [do Brasil] modere em 2025”, avalia o FMI, no relatório.

Por sua vez, o fundo vê os preços mais resistentes no Brasil. O FMI espera que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 4,3% neste ano, acima da sua última projeção, de 4,1%.

Emergentes

Conforme o FMI, os mercados emergentes têm conseguido manter uma resiliência contínua, mas preservar a estabilidade financeira pode ser mais desafiador no futuro. Entre os temores, estão a desaceleração da economia chinesa, fragilidades fiscais nos países e os riscos de o baixo volume de investimentos atrasar a mitigação e transição energética, conforme relatório do organismo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em suas redes sociais que o relatório do FMI está surpreendendo “pessimistas e pregadores do caos”. “O Brasil segue crescendo com muito trabalho, surpreendendo os pessimistas e pregadores do caos”, escreveu Lula, em seu perfil no X (ex-Twitter).

O economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, alertou ontem para a necessidade de ajustes fiscais nas economias após políticas expansionistas adotadas durante a pandemia de covid-19.

“É urgente estabilizar a dinâmica da dívida e reconstruir amortecedores fiscais muito necessários”, disse ele, em entrevista coletiva para comentar o relatório WEO.

Em países como os Estados Unidos e a China, os planos fiscais atuais não estabilizam as dívidas internas, conforme ele. Para outros países, apesar das melhorias iniciais, há “sinais crescentes de deslizamento”, alertou.

“O caminho é estreito. Atrasar a consolidação (de políticas fiscais) aumenta o risco de ajustes desordenados, enquanto uma virada excessivamente abrupta em direção ao aperto fiscal pode prejudicar a atividade econômica”, avaliou Gourinchas.



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Receita das exportações da soja recua 17% no acumulado de 2024


Mesmo com o potencial recorde, a receita cambial das exportações da soja registrou uma queda de 17% entre janeiro e outubro, conforme dados parciais. Essa diminuição ocorre em meio a um panorama otimista para as vendas de grãos e farelo, criando um contraste com as previsões alarmantes para 2025, que apontam uma redução de 40% nas exportações de óleo de soja.

Nesse contexto, o programa Mercado & Companhia desta terça-feira (22), trouxe uma análise detalhada sobre os desafios e oportunidades que o setor enfrenta. Confira:

Soja em grão

Foto: Canal Rural Reprodução

Conforme apresentado no gráfico, a exportação de soja grão está em uma trajetória ascendente. Em 2020, o Brasil embarcou 83 milhões de toneladas, enquanto a previsão para 2023 é de 102 milhões de toneladas. Até a segunda semana de outubro, já foram embarcadas 92,5 milhões de toneladas, o que sugere uma chance real de igualar ou até superar a marca do ano anterior.

No entanto, a equipe enfrentou uma redução no ritmo dos embarques. A grande dúvida atualmente é se haverá soja disponível suficiente para superar as 102 milhões de toneladas do ano passado. É importante ressaltar que a receita cambial caiu 17% em relação ao ano anterior, impactando diretamente os produtores.

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Farelo da soja

Foto: Canal Rural Reprodução

No que diz respeito ao farelo, o panorama é um pouco mais otimista. Em 2020, as exportações chegaram a quase 17 milhões de toneladas, enquanto as expectativas para 2023 são de 22,7 milhões de toneladas. Até o momento, já foram embarcadas cerca de 19 milhões de toneladas, indicando uma chance maior de superação do volume do ano anterior, em comparação aos grãos.

Óleo da soja

Foto: Canal Rural Reprodução

Por outro lado, o cenário para o óleo de soja é preocupante. Em 2022, o Brasil alcançou 2,6 milhões de toneladas exportadas, com uma receita de 3,9 bilhões de dólares. Em 2023, esse volume caiu para 2,35 milhões de toneladas, com receita de 2,54 bilhões de dólares. A diferença entre volume e receita está aumentando, sugerindo que o país está recebendo menos por tonelada exportada.

Para 2024, o panorama não é promissor. Até agora, foram embarcadas 1,15 milhão de toneladas, com um 1 bilhão de dólares, representando uma queda de 12% na receita cambial.



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Longevidade traz robustez aos negócios de família



Responsável por 70% da comida que chega na mesa do brasileiro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a agricultura familiar é composta majoritariamente por micro e pequenos produtores rurais. 

Empresas de pequeno porte constituem gerações empreendedoras que cuidam e melhoram a qualidade das lavouras e das criações, trazendo mais eficiência e produtividade, a partir da inovação somada aos legados de pais e avôs.

Para resistir às adversidades climáticas, tecnológicas e financeiras, cada vez mais esses micro e pequenos produtores que fazem parte da sucessão familiar buscam conhecimento e técnicas assertivas, por meio de cursos promovidos por instituições como o Sebrae e o Senar

Esse é o caso da família do produtor rural José Durigon, que iniciou seu negócio junto ao seu pai, em Campos Novos, Oeste Catarinense (SC), na década de 1960. Hoje atua ao lado dos filhos Leandro e Leonardo Durigon, parte da terceira geração de empreendedores.

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José conta que a qualidade do negócio da família foi evoluindo e ampliando simultaneamente à modernização do agro no Brasil. “Eu vim seguindo os passos do meu pai e hoje os meus filhos tocam a propriedade com bastante eficiência”, se orgulha.

A família é adepta do sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP) estratégia para recuperar a capacidade produtiva dos solos e intensificar a produção de grãos, silagem e pastagens. 

Leonardo Durigon explica que a Integração ainda permite a rotação de culturas. “No verão, o gado fica nos sistemas de pastagem com gramas perenes e, no inverno, entram nas lavouras pós-soja. Assim, nós iniciamos o plantio de aveia e azevém”, detalha.

Já Leandro Durigon ressalta que além do conhecimento e atualização é preciso ouvir a voz da experiência. “A gente trabalha sempre em conjunto porque a experiência do meu pai e do meu avô nos leva a caminhos melhores. Quando bate uma insegurança a gente sabe a quem recorrer”, confessa.

Mas a história da família Durigon não é a realidade de todos. Estudo do Instituto Brasileiro Governança Corporativa (IBGC), identificou que 72% das empresas familiares no Brasil não têm um plano de continuidade para os cargos-chave voltado aos descendentes. Apenas 30% das empresas familiares sobrevivem à transição, da primeira para a segunda geração, e essa taxa diminui ainda mais nas sucessões subsequentes, como apontado em pesquisa da PwC.



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Propaganda eleitoral em carros pode inviabilizar cobertura de seguro automotivo



Com a aproximação do segundo turno das eleições municipais, que acontece no próximo domingo (27), os candidatos intensificam suas campanhas nas ruas, e o uso de veículos para propaganda eleitoral torna-se uma prática comum. No entanto, proprietários de automóveis que utilizam seus carros com essa finalidade precisam estar atentos a um fator importante: o impacto dessa ação na cobertura do seguro automotivo.

De acordo com André Costa, CEO da Touareg Seguros, usar o veículo para propaganda eleitoral pode alterar as condições da apólice. “Quando um carro é utilizado para fins publicitários, como nas campanhas políticas, ele pode ser classificado como um veículo comercial, o que geralmente não está coberto pelos seguros de uso pessoal”, explica Costa.

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Essa situação pode inviabilizar a indenização em caso de sinistro, como furtos, acidentes ou vandalismo, já que muitas apólices não preveem cobertura para veículos utilizados para propaganda. “Cada seguradora possui critérios próprios para análise de risco. Portanto, é fundamental que o segurado consulte seu corretor de seguros antes de adesivar ou realizar modificações no veículo”, alerta Costa.

Além das questões contratuais, a legislação eleitoral impõe normas específicas para veículos de propaganda, como a limitação de poluição visual e sonora. O descumprimento dessas regras pode não só resultar em multas, como também levar ao cancelamento da cobertura pela seguradora, que pode considerar o veículo fora das conformidades.

Para evitar surpresas desagradáveis, Costa recomenda que o proprietário verifique com antecedência as políticas de sua seguradora e, se necessário, faça ajustes na apólice. “Algumas empresas oferecem coberturas adicionais que podem evitar prejuízos muito maiores em caso de sinistro”, destaca o executivo, citando o exemplo de um segurado que, por não pagar uma taxa extra de R$ 80,00, acabou perdendo uma indenização de R$ 350 mil após um acidente.

Com o segundo turno das eleições se aproximando, é essencial que quem pretenda utilizar veículos em campanhas eleitorais tome todas as precauções necessárias para garantir que o seguro automotivo cubra qualquer eventualidade.



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Atirador mata 2 pessoas e fere outras 10 em Novo Hamburgo



Na noite desta terça-feira (22), um homem armado abriu fogo em sua residência na cidade de Novo Hamburgo, na região metropolitana de Porto Alegre, resultando na morte de duas pessoas e ferindo outras dez. As vítimas fatais foram identificadas como o policial militar Everton Raniere Kirsch Junior e o pai do atirador.

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De acordo com a Brigada Militar, o ataque ocorreu por volta das 23h, após um desentendimento familiar. Entre os feridos estão seis policiais e três familiares do suspeito, incluindo sua mãe, irmã e cunhada. Dos feridos, sete foram encaminhados ao Hospital Municipal de Novo Hamburgo, sendo três em estado grave:

  • Everton Luciano Crippa, 49 anos, irmão do atirador
  • João Paulo Farias, 26 anos, policial militar, ferido com um tiro na cabeça
  • Rodrigo Weber Volz, 31 anos, policial militar

O Guarda Municipal Volmir de Souza, de 54 anos, que foi atingido por três disparos, está estabilizado.

Outras vítimas que estão fora de risco incluem:

  • Eduardo de Brida Geiger, 32 anos, policial militar, ferido no tornozelo
  • Joseane Muller, 38 anos, policial militar, ferida no ombro
  • Leonardo Valadão Alves, 26 anos, ferido de raspão no supercílio

A ação foi desencadeada por um conflito dentro da casa do suspeito, que permanece armado e atirando em quem tenta se aproximar. O local foi isolado por segurança, e moradores das proximidades foram retirados da área.

De acordo com o relato de Gilson Amaral, da Guarda Civil Municipal, o atirador está usando um fuzil calibre .40 e chegou a derrubar dois drones das autoridades que estavam monitorando a situação. “A ação exige cautela para que seja cirúrgica”, afirmou Amaral.

Até a manhã desta quarta-feira (23), a situação seguia em andamento. Não há reféns na residência, mas o homem continua realizando disparos em direção às autoridades que tentam cercá-lo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado da soja pautado pelo plantio


Os negócios da soja praticamente não ocorreram no Rio Grande do Sul, porque o estado está focado no plantio, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 142,50 para entrega em novembro, e pagamento 14/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,00 Cruz Alta – Pagamento em 14/11. R$ 135,00 Passo Fundo – Pagamento em 14/11. R$ 134,50 Ijuí – Pagamento em 14/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 14/11. Preços de pedra, em Panambi, subiram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina o plantio está atrasado. “A semeadura no estado de Santa Catarina está atrasada em relação a 2023, apontou a Conab nesta segunda-feira. Até o momento o plantio está em 8%, ante 3% da semana anterior e 12% da mesma época do ano passado.  O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

No Paraná, o plantio arrancou bem. “No Porto de Paranaguá, a soja subiu R$ 0,50, para R$ 143,50 por saca CIF, com pagamento no fim do mês. No interior, em Maringá, compradores ofereceram R$ 137 por saca FOB, com retirada imediata e pagamento em novembro, mas produtores pedem R$ 140. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul está com o plantio acima do visto no ano anterior. “O preço da soja no spot subiu nesta terça-feira, para R$ 141 por saca FOB em Dourados, com embarque e
pagamento em novembro, representando um aumento e R$ 2 em relação ao início da semana, com poucos volumes negociados. Dourados R$ 136,50. Campo Grande: R$ 136,50. Maracaju: R$ 130,00. Chapadão do Sul: R$ 131,50. Sidrolândia: R$ 135,50”, informa.

Enquanto isso, a semeadura avança no Mato Grosso, mas o ritmo é menor que do ano passado. “O mercado na região está descolado de Chicago, com compradores da indústria local pagando mais pelo que restou da safra 2023/24, mas ninguém tem vendido devido à escassez. Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 129,50. Nova Mutum: R$ 129,50. Primavera do Leste: R$ 129,50. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 128,50”, conclui.
 





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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que a arrecadação federal atingiu mais de R$ 203 bilhões em setembro, o maior valor da história para o mês, registrando uma alta real de 11,6% frente ao ano passado. Nos mercados locais, o viés de dólar forte globalmente segue pressionando o real, que desvalorizou um pouco.



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